Traduzido e Revisado por Késia dos Santos
Revisado por Vivian
Capítulo 28
O avião da Rainha acabou por ser tão confortável como o de Edward, embora o dela fosse maior, quase do tamanho de um 747. Todas as janelas tinham sido emparedadas e quando o sol se levantou sobre o Atlântico, alguns dos Volturi se enrolaram nos sofás e poltronas para dormir. Edward tentou lutar contra isso, mas a escuridão sugando-o era muito poderosa.
"Durma, meu amor" Bella disse a ele em Quechua, e passou a mão pelo cabelo. "Você precisa disso. Estamos a salvo por enquanto."
Mas a segurança poderia desaparecer em um instante. Os dois sabiam disso. Bella se contorceu ao redor até que ela tinha a cabeça de Edward apoiada em seu colo. Ele ainda estava lutando para tentar ficar acordado, forçando os olhos abertos, entre lentas piscadas longas e sonolentas. Ela cantarolou para ele quando ele perdeu a batalha contra o sono diurno. Ela sorriu para ele com ternura. Seu guerreiro valente, seu escolhido, seu tudo.
Ela olhou para cima e viu Jane olhando para ela com uma expressão de tristeza misturada com saudade. Ela sorriu um pouco para Bella, no entanto, parecia que era um esforço para ela levantar os cantos dos lábios. "Você é uma mulher feliz, Deusa."
Bella olhou de volta para Edward. "Sim, sou." Ela olhou de volta para Jane e se perguntou se ela já tinha experimentado o amor. Quem quer que a tivesse transformado não esperou até que a menina estivesse madura. Se ela fosse um ser humano, Bella iria julgá-la de ser jovem demais para o casamento, mas agora ela estava congelada para a eternidade nessa idade.
Jane parecia entender a direção dos pensamentos de Bella. "Eu nunca vou ter o que você tem." Ela disse isso, sem ressentimento, mas havia um toque de melancolia em suas palavras. "Não existem outros vampiros da minha idade aparentemente. Se eu namorasse um adulto, ele seria visto como um verme, e não há nenhuma maneira que eu poderia suportar namorar um rapaz de 14 anos. Mas está tudo bem. Gosto de ser solteira. Acho que fui transformada muito jovem para ter esse tipo de... Você sabe... Urgência."
Bella sentiu pena dela. Jane podia ter nenhum desejo por carne, mas todo mundo queria ser amado. "Quem te transformou?"
Jane sentou-se na cadeira. "Eu nunca soube o nome dele. Faz quase 500 anos, e eu nunca o vi desde então, então ele pode não existir mais, ou talvez ele se foi em hibernação, como você fez."
"Por que ele fez?"
"Ele não queria. Eu estava sendo enviada para a casa de verão do meu marido quando o vampiro atacou nosso vagão de trem."
Marido! Bella sentiu repulsa. Seu povo não se casava até que as partes envolvidas estavam totalmente crescidas. Não se admirava que a pobre Jane não estivesse interessada em paixão.
Jane deu-lhe um pequeno sorriso. "Era comum no meu tempo para as pessoas da minha classe social. Foi a melhor coisa a vir da minha 'morte'. Ele me libertou do meu marido."
"Por que o vampiro a atacou?"
Jane balançou a cabeça. "Eu não sei. Acho que eu nunca vou saber. Talvez ele estivesse passando fome ou pode ser que ele era apenas louco com sede de sangue."
"Mas por que ele a transformou?"
"Não intencionalmente", disse Jane. Ela torceu um anel na mão direita. "Eu lutei contra o melhor que pude, mordendo e arranhando. Devo ter de alguma forma ingerido seu sangue. Acordei no dia seguinte na caverna onde ele empilhou os corpos de meus servos."
"Eu sinto muito," Bella disse. "Quando me transformei na Deusa, eu bebia da bacia."
Jane parecia assustada. "Você não os matava?"
Que pergunta estranha, Bella pensou. "Não, por quê?"
Jane estremeceu. "Você morreu do vírus? Essa é uma maneira horrível de ir."
Bella não tinha ideia o que Jane queria dizer com 'vírus', mas pela expressão de Jane ela sabia que Jane sugeriu que Bella tinha morrido quando seu corpo havia se transformado demais para ser humano por mais tempo. "Era... Modo de fazer", disse Bella, e estava frustrada que não conseguia pensar na palavra certa para expressar o conceito. "Como sempre fiz." Ela olhou para Edward e afastou o cabelo da testa.
"Nós sempre acabamos com a vida da pessoa depois que bebemos. Dessa forma, o pior de tudo acontece enquanto eles estão vivos. A transformação é ruim o suficiente depois que você acorda, quanto mais passar por tudo isso. Estou espantada que ele não esteja louco."
"Eu não lembro de muita coisa." Ela tentou pensar em uma maneira de explicar que a dor e o sofrimento da transformação limpou tudo o que era mortal e imperfeito, como o fogo transforma metal de uma pedra escavada em uma lâmina reluzente. Mas as palavras não saíam e Bella supôs que não era importante de qualquer maneira.
"Agradeço a Deus por pequenas misericórdias", disse Jane. Ela parou por um momento, como se remoendo suas palavras como uma mulher que anda através de um riacho pulando sobre pedras escorregadias. "Deusa, eu quero te dizer que eu sinto muito por isso."
Bella simplesmente olhou para ela.
Jane lambeu os lábios antes de continuar. "Eu sei que isso não é culpa sua. Nem da rainha, sinceramente. Ambas foram empurradas para isso, outros com suas próprias agendas. Mas isso tem que acabar. Isso tem que acabar agora. Acho que sabe disso."
Bella acenou com a cabeça. De um jeito ou de outro, isso tinha que acabar. Ela olhou para Edward e fechou os olhos.
Edward abriu os olhos e o rosto de Bella foi a primeira coisa que ele viu. Ele sorriu e sentou-se. Todos ao redor da cabine, os Volturi que tinham dormido estavam fazendo o mesmo. Edward notou que o rugido dos motores estava ausente, ao mesmo tempo em que Bella disse, "Nós chegamos. Estávamos esperando o sol acabar antes de desembarcar."
Edward passou as mãos pelos cabelos, em um esforço para alisá-lo para baixo e só piorou o problema. Bella tentou pentear com os dedos e riu com a forma como ele saltou para trás desafiadoramente. O som fez seu coração doer um pouco. Havia uma chance de que ele nunca poderia ouvi-lo novamente. Ele beijou-lhe os lábios sorridentes. Oh, Bella, eu te amo tanto...
"Deusa?" Jane disse e curvou-se para Bella. "Nosso carro está esperando."
Bella balançou a cabeça e pegou a mão de Edward em sua própria. Eles seguiram Jane até a porta e foram para as escadas de metal que levaram até o asfalto. A brisa pegou o cabelo de Bella e levantou-o em uma auréola escura em torno de seu rosto quando ela olhou por cima do ombro para Edward. Ela nunca tinha parecido mais bonita do que naquele momento, ele pensou. Era uma imagem que queria gravar em sua mente e coração.
Quatro limusines ociosas em uma linha pura, e, como se um sinal tinha sido dado, os motoristas identicamente vestidos abriram as portas em perfeito sincronismo. Bella e Edward seguiram Jane e Aro no banco de trás do carro liderando a linha. Sentaram-se em silêncio enquanto o motorista subiu ao volante e colocou o carro em movimento. Bella franziu o cenho e cheirou o ar e Edward seguiu seu exemplo. O cheiro dentro do carro parecia familiar, mas não conseguia decifrá-lo.
O carro saiu do aeroporto para a rodovia. Edward olhou para fora da janela, maravilhado com a nitidez de sua visão. Mesmo com quase 70 milhas por hora, o cenário não borrava enquanto passavam. Ele poderia escolher cada lâmina individual de grama, cada folha, cada seixo no ombro, sem interferência de escuridão.
"Não muito tempo agora." Aro quebrou o longo silêncio e deu a Edward um sorriso desagradável.
Jane olhou para ele. "Aro, o que foi que eu disse?"
Aro ignorou. "É muito ruim que você não reagiu ao meu antagonismo anteriormente, Bella. Você me fez fazer isso da maneira mais difícil."
"Fazer o que da maneira mais difícil?" Jane exigiu. "Eu não tenho ideia o que está acontecendo com você, Aro, mas você precisa -"
"Eu sei exatamente o que eu preciso fazer", interrompeu Aro. Ele estendeu a mão entre o assento e a porta e tirou uma espada curta com um fluido, rápido movimento. Jane não teve tempo para reagir antes que ele gingou com velocidade brutal e a cabeça de Jane pousou na frente de sua cadeira, uma fração de segundo antes que ela se desfez em cinzas. Edward assistiu com horror fascinado como sua pele ficou cinza e se desintegrou em um fino pó cinza, apenas uma pequena pilha dele espalhado no meio das dobras de suas vestes vazias.
Aro havia balançado com tanta força que a lâmina se enterrou no banco. Ele lutou para retirá-la, uma vez que parecia pegar em alguma coisa.
Houve um rasgão repentino de borracha no asfalto quando o caminhão freou na pista à sua esquerda e desviou para a pista por trás deles, cortando a limusine de segui-los. Ele teve que bater em seus freios para evitar ser esmagado pelo trailer balançando. Por trás, a próxima limusine bateu na traseira de um que parou e subiu sobre ele, pousando ao seu lado. Pedaços de vidro se espalharam em todo o asfalto e carros desviaram violentamente para evitar o acidente, quase criando mais deles.
O motorista de Bella e Edward virou o volante para pegar uma rampa de saída no último segundo possível e o motorista deslizou por trás deles, batendo nos freios para bloquear a boca da rampa de saída para que nenhum carro pudesse segui-los.
"Bem, isso foi emocionante", comentou Aro.
As mãos de Bella voaram, mas nada aconteceu. Ela piscou para eles e Aro sorriu. Ele apertou o botão que reduziu o divisor entre os passageiros e o motorista. "Diga Olá, Brady."
Brady, o nulo maldito, Edward pensou. O cheiro familiar. Ele se amaldiçoou por não descobrir isso mais cedo, mas a última vez que ele tinha cheirado, ele estava no processo de lidar com seus esmagadores novos sentidos e não tinha tomado nota.
Bella não esperou para ver o que Aro tinha reservado para eles. Usando o console central como alavanca, ela agarrou Edward e bateu-os através da porta do passageiro.
Oh, merda, isso vai doer, Edward pensou e tentou envolver-se em torno de Bella, tanto quanto possível para protegê-la à medida que se chocou contra a calçada. O mundo girou em círculos selvagens e deu graças a Deus que o motorista havia bloqueado carros de segui-los até a rampa ou teriam sido atingidos quando eles caíram na estrada. Eles derraparam até parar e Bella estava em pé em um flash. Ambos tinham manchas vermelhas e feridas onde a pele tinha sido raspada, mas não havia tempo para se preocupar com isso.
A limusine derrapou até parar em uma nuvem de borracha queimada e mais puxada para o lado. Edward lançou um olhar de volta para ela quando ele e Bella correram na direção da linha das árvores a cerca de cem metros da estrada. Ele deu uma gargalhada quando viu que Brady tinha ligado as luzes de emergência antes que ele e Aro saltaram do carro para ir a caça.
Bella e Edward entraram na floresta e continuaram correndo, esquivando-se por entre as árvores e pulando troncos caídos, mais rápido do que o olho humano podia ver. Bella tinha perdido um sapato no seu tombo louco do carro, mas ela não pareceu notar quando eles se arremessaram através da floresta.
As palavras de um poema enfiado na mente dele:
As madeiras são bonitas, escuras e profundas,
Mas eu tenho promessas de manter,
E milhas a percorrer antes de dormir,
E milhas a percorrer antes de dormir.
Sim, promete manter. Ele tinha que proteger Bella, de alguma forma...
"Por aqui," Bella chamou e se dirigiu para baixo em direção a um pequeno riacho raso. Eles correram para o centro dele, seus pés agitando lâminas de água em seu rastro. Ele entendia o que ela estava tentando fazer: jogar fora sua trilha de cheiro da maneira que fugitivos em filmes prisionais fizeram quando estavam sendo monitorados com cães de caça.
Por trás de uma grande árvore, Brady entrou em seu caminho.
Bella girou e agarrou a mão de Edward. Eles cortaram à esquerda e correram para cima. O som das folhas sob seus pés soou tão alto como tiros para Edward e ele sabia que Brady poderia rastreá-los por ouvir sozinho. Eles não iriam fugir assim. O desespero deu-lhe uma explosão de velocidade e ele puxou Bella junto com ele procurando por qualquer caminho, em qualquer lugar que eles poderiam ir, qualquer fuga possível.
Outro conjunto de passos entrou na sua gama de audição e Bella mudou seu caminho novamente. Edward podia ouvir o som da água que ficou mais alto a cada passo. Ele bateu em Bella quando ela de repente parou e teve que agarrá-la para mantê-la de cair sobre a borda. Uma centena de metros abaixo deles, o rio em que o riacho esvaziava borbulhava sobre rochas. Ele viu Bella de olho na água, mas era muito raso para que saltassem sem quebrar todos os ossos do seu corpo. Se eles sobrevivessem a isso, eles não curariam rápido o suficiente para estarem móveis a tempo de fugir.
Ela se virou e Edward virou-se com ela. Sua mão apertou convulsivamente a dele enquanto olhava para Brady e Aro, lado a lado, a poucos metros de distância. Ambos tinham sorrisos, como se tivessem dirigido intencionalmente Edward e Bella nessa direção, em uma armadilha.
"Você deveria se render agora", Aro aconselhou Bella. Sua hostilidade parecia ter desaparecido, mas talvez agora ele visse nenhum ponto na tentativa de antagoniza-la. Edward percebeu de repente que Aro tinha a esperança de começar uma briga na qual o outro Volturi iria intervir, e se Bella os tivesse matado...
"Você não pode escapar-nos. Desista pacificamente e não irá prejudicar o seu companheiro." Isto veio de Brady, mas ele estava sorrindo alegremente, como se ele não poderia ajudá-la.
"Foda-se", disse Bella e estendeu seu dedo anelar.
Edward riu. "Não, querida, é o do meio." Mostrou-lhe.
"Você não pode lutar contra nós", Aro estalou. "Você não tem poderes agora."
Bella deu de ombros. "Eu mato você forma regular."
Aro rosnou e correu para Bella, sua espada levantada por uma barra para baixo em seu pescoço. Brady incumbiu-se também, mas de Edward. Bella ficou fora do alcance da lâmina e correu de volta para lançar um pontapé brutal ao lado do joelho de Aro. Houve um estalar molhado revoltante, pois o deslocou e ele caiu, de cara, para as folhas. Mas Aro era velho e ele foi rápido. Ele virou-se de costas e girou sua espada para Bella novamente, pegando-a em todo o lado. Ela soltou um breve grito de dor, o que fez Edward perder a concentração quando Brady se virou para ele e o punho de Brady roçou seu nariz, que ele só conseguiu empurrar para fora do caminho a tempo.
Um dos esforços de Esme para fazer seu filho mais confiante e sociável foram aulas de karatê. Edward tinha odiado, especialmente a natureza repetitiva de realizar os mesmos movimentos repetidas vezes. Seu instrutor lhe assegurou que a 'memória muscular' assumiria quando seu cérebro ainda estava tentando descobrir o que diabos fazer. Para seu espanto, Edward descobriu que seu instrutor estava certo. Edward sentiu os braços e as pernas em movimento, aparentemente por vontade própria, bloqueando, chutando, socando e parecia que Edward estava lutando profissionalmente. O rosto de Brady estava manchado de sangue e um de seus olhos tinha inchado quase fechado. Edward deu uma risada alegre e Bella, envolvida em sua própria batalha, atirou-lhe um sorriso enquanto ela dirigia o joelho para a barriga de Aro.
Aro caiu de joelhos e Bella atacou com o pé, chutando a mão que segurava a espada. Aro perdeu o controle e a espada veio para cima no ar. Bella a pegou cuidadosamente e a balançou em torno de modo que a lâmina descansou contra a garganta de Aro. Ela assobiou de forma acentuada e Brady olhou por cima, só para congelar quando viu que seu parceiro foi vencido. Edward se aproveitou de sua desatenção para varrer as pernas de Brady e mandá-lo alastrando para as folhas. Brady não tentou subir. Ele e Aro trocaram um olhar que dizia que claramente cada um culpou o outro para a situação em que se encontravam no momento.
"Por quê?" Bella perguntou a Aro. Quando ele não respondeu, ela bateu-lhe em toda a volta dos ombros com a palma da espada. Ele gemeu e caiu para a frente, apoiando-se no chão com os braços trêmulos. "Eu perguntei a você, por quê?"
"Nós estávamos indo usar seu amante como refém para forçá-la a assumir o trono", disse Brady.
Aro lhe lançou um olhar que deveria tê-lo silenciado, mas Brady simplesmente sorriu para ele. "Você não vê? Isso não importa mais. Eles não podem parar agora."
Bella ignorou isso. "Onde está Jinx?"
"Eu não sei."
"Edward?" Bella levantou uma sobrancelha em sua direção e empurrou o queixo para Brady.
"Certamente, meu amor." Edward puxou Brady pela parte de trás do seu pescoço e golpeou Brady em todo o rosto com tanta força que o fez tombar para o lado.
"Eu não sei!" Brady repetiu, com as mãos levantadas para afastar outro golpe quando Edward puxou-o novamente pela frente de sua camisa. Sua voz se transformou em um gemido choroso. "Por favor! Eu diria a você se eu soubesse, eu juro! Nós ancoramos na noite seguinte e pegamos voos separados. Jinx não quer que eu saiba, no caso de..."
No caso desta situação ficar pior, Edward pensou. Ele jogou Brady de volta para o chão da floresta, com uma careta de desgosto.
"Você não vai escapar de seu destino", disse Brady, usando o punho de sua manga para limpar o sangue que escorria de seu nariz sobre o lábio. "Está feito agora. Você não pode pará-lo. Mesmo a Deusa das Trevas não pode lutar contra o destino."
Bella se agachou na frente dele e apreendeu seu queixo nos dedos. Ela forçou a cabeça dele para cima e esperou até que ele encontrou seus olhos. Os seus estavam arregalados e brilhantes com desafio temível.
"Eu escolho o meu destino", disse ela. Houve um flash de prata quando ela balançou a lâmina e Brady amarrotou em uma pilha quase imperceptível de cinzas no chão da floresta.
Ela balançou a espada casualmente, girando o pulso dela, enquanto ela caminhava de volta para Aro.
"Os Volturi estão caçando você", disse ele, e sua expressão era quase beatífica no seu triunfo. "Eles vão pensar que você causou o acidente e assassinou Brady e eu." Ele riu, um som sem humor que tocou com alegria. "Essa é a beleza disto. Não importa como se revelou, você teria que ir para a guerra com a Rainha. Os Volturi não estarão vindo para capturá-la. Desta vez, eles vão tentar matá-la à vista. Eu não acho que você vai ir com cuidado nesse boa noite. Você vai lutar e a guerra começará como ela foi concebida". Seu olhar suavizou até que se tornou quase terno quando ele considerava Bella. "Eu entendo agora. Você não vai restaurar o equilíbrio, tomando o trono e mudando as leis. Você vai restaurar o equilíbrio na guerra em si, pois não será apenas os vampiros nesta luta."
"Eu não restaurar qualquer coisa," Bella estalou. "Eu não quero isso."
O sorriso de Aro só aumentou. "Mas ele é seu, se você quer ou não. Ele é o seu destino. Você será rainha, e eu acho uma boa."
Bella balançou a espada para cima. "Eu não sou Rainha. Sou Deusa." Ela trouxe-o para baixo e as cinzas de Aro choveram suavemente nas folhas que cobriam o chão.
N/Paulinha: Caralhoooo, Bella e Edward são fodasticos, só isso a dizer u.u
kkkkk
N/Tradutora: Não sei se posso por nota aqui, nunca o fiz, mas se for errado, a Paullinha pode tirar. Mas cara, a Bella fazendo sinal feio, eu ri muito. Sempre a imaginei inocente... Quero dizer, mais ou mesmo. Huuheuheueh
Xoxo Késia.
