Notas da Historia:

Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs. 100% Beward

Obs. Historia para maiores de 18 anos


1 - Despertando

Pov. Edward

TUN, TUN, TUN, TUN

Um som, uma melodia, mais agitada do que estava acostumado, mais ainda assim envolvente. Foi essa melodia que me despertou de minha digamos soneca.

Se pode chamar assim 100 anos num estado de inconsciência. Chamo assim, pois a criatura que sou não pode dormir, essa inconsciência ou soneca, só pode ser feita poucas vezes na nossa vida, ou melhor, existência.

Mas voltando ao que me acordou. A melodia conseguiu me despertar da minha cripta, dentro do meu caixão, meio clichê não é. Mais foi o único lugar onde imaginei que ninguém, iria me incomodar, já que sou obrigado a me esconder.

Aqui estou eu divagando novamente.

A melodia tão envolvente levava ate minha antiga casa queria ir ate lá, mas a fome, ou melhor, a sede ardia, em minha garganta precisava caçar me alimentar.

Peguei meu violino a única coisa que guardo comigo e sai para a noite fria em busca, do que precisava para saciar minha sede de sangue.

Saindo de um bar, avistei minha presa, cambaleando em direção ao um beco, aparentando 40 anos, trajava roupas de couro preto, com certeza me serviriam por hora.

O segui sem que ele sequer notasse minha presença, geralmente prefiro mulheres, mais essa noite a sede falava mais alto, sem contar que precisava me trocar, as roupas que usava eram do século passado.

Ele acabou adentrando o beco escuro, e sem esperar mais saltei sobre ele. Ele não resistiu, nem lutou, pelos seus pensamentos achava que era delírio da bebida.

Há esqueci-me de comentar eu leio mentes.

Mais essa é uma historia pra mais tarde, se me interessar dividi-la é claro. Coloquei suas roupas a calça de couro ficou bem justa, mas como não preciso respirar, não ouve incomodo. Coloquei a jaqueta também de couro negro, deixando à aberta e meu peito nu a mostra.

E segui para onde me interessava minha antiga casa, a enorme mansão onde passei a minha infância há séculos atrás.

Adentrei a casa e me deparei com três jovens, uma moça e dois rapazes, eram jovens e belos deviam ter entre 18 e 22.

Tocavam instrumentos interessantes, diferente do que estava acostumado. Deitei-me em uma daquelas caixas de onde saia o som bem mais alto do que estava acostumado, e com minha voz melodiosa e sedutora, que é uma das características da minha espécie. Acompanhei cantarolando a melodia, chamando assim a atenção deles.

Silencio, podia ouvir seus pensamentos atordoados e desconexos, que minha presença causava. A menina morena de belos olhos azuis, me admirava fascinada foi a primeira a se pronunciar.

- Sua voz.

"Que beleza de homem, e que voz perfeita." – pensava abobalhada

- Quem é você cara? – perguntou um dos jovens.

"De onde ele veio, como ele entrou aqui?" – os rapazes me olhavam desconfiados. Aproximei-me da moça e acariciei seu rosto.

- Vocês são tão bonitos. – não podia negar esse fato, enquanto encarava os jovens, tão lindo na flor da idade ainda.

"OMG ele me tocou, que mão gelada." – não pude deixar de dar sorriso torto, com esse pensamento.

- O que você quer de nos ?

"Será que ele é um assassino, eu vou morrer? Sou tão jovem? Tanta mina pra pega e vou morrer aqui."

- Quem é você? – me perguntaram de novo.

Mil respostas passaram por minha mente mais dei a que sempre ansiei por dizer

- Sou Edward o vampiro. – a menina me deu um sorriso de deboche

- Um vampiro é? – e tão rápido, que seus olhos humanos, não conseguiram acompanhar, fiquei na frente deles e mostrei minhas presas.

- Você vai nos matar?

"..." – a tensão era tanta que nem respiravam, esperando minha resposta. Dei meu sorriso exibindo meus belos dentes brancos, e levitei para em direção a eles, dando mais uma prova que não estava brincando.

- Não. Não irei matá-los, irei realizar todos os seus sonhos.

"O QUEEEE?" – todos pensaram ao mesmo tempo.

- A partir de agora, serão meus protegidos, meus filhos, minha banda.

E foi assim que começou. Revelei meu segredo, e foi tão fácil tão libertador. É lógico que fora minha banda os humanos achavam, que era propaganda para ludibriar os jovens.

Mais quem eu esperava chamar a atenção não era dos humanos, e sim dos outros, da minha espécie dos vampiros, pois me cansei de ficar sozinho.

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Pov. Bella

- Tia Esme, tia Esme. – eu chamava, quando ela adentrou o quarto preocupada.

- Aqui minha pequena Bella. – ela era linda com seu rosto em formato de coração, seus cabelos cor mel que desciam ate suas costas e olhos pretos, a pele tão branca, me lembrava de branca de neve era perfeita. E apesar de não lembrar muito bem dela sentia que a amava.

- Tia Esme, não quero ir. Deixe-me ficar?

Porque ela não me queria? Pelo seu olhar sabia que me amava mais mesmo assim, insistia que eu devia partir.

- Minha pequena eu queria que pudesse ficar. – seu olhar era triste. – Mais aqui não é o seu lugar. – não entendia se lá onde me sentia bem e amada então, aonde era?

- Tem que ficar com os iguais a você, os da sua espécie.

O que ela queria dizer com isso? Por ser órfã, eu não merecia uma família?

- Mais tia Esme eu amo não quero ir. – quando disse que a amava uma lagrima de sangue caia de seus olhos, estiquei o dedinho e sequei a lagrima solitária, não sei por que mais instintivamente tentei levar a lagrima ate meus lábios. Mas ela me refreou segurando minha mão e me dando um dos olhares mais tristes que já vi.

Sempre acordo nessa parte, não sei se é sonho ou lembrança. Pois tenho apenas cinco anos no sonho.

Sou órfã meus pais adotivos já morreram eram bons pais tinha muito carinho por eles. Mas a moça dos sonhos sempre estava viva em minha memória e coração. Meu pai verdadeiro nunca soube quem são também nunca me preocupei.

Morava sozinha, meus pais adotivos eram ótimos, me deixaram um apartamento, no centro de Londres, era confortável tudo que precisava. Dois quartos, um banheiro, uma pequena cozinha e uma sala confortável. Não tinha do que reclamar.

Vivia bem, e tinha um trabalho maravilhoso, a vida era muito boa. Exceto pela solidão. Apesar de amar meus pais adotivos, sempre senti que faltava algo. Suspirando levantei-me da cama e fui ate o banheiro fazer minha higiene pessoal, e me arrumar enquanto passava o batom e me olhava no espelho. Meus longos cabelos cor chocolate estavam soltos com cachos nas pontas emoldurando meu rosto em formato de coração, meu nariz arrebitado e lábios cheios, meus olhos cor de chocolate, sobrancelhas longas.

Terminei de passar o batom e ajeitei o cabelo, e fui tomar meu café, era mal humorada de manha tomava só, um café preto bem forte e assistindo TV.

Liguei a TV e mudava de canais, procurando alguma coisa boa para assistir, uma reportagem na MTV chamou minha atenção. Era sobre o grupo americano "Edward o vampiro", o vocalista afirmava que era um vampiro de verdade. Balancei a cabeça rindo como se vampiros existissem?

Mais e se que existissem? Por algum motivo Edward me lembrava alguém, era muito bonito, um deus grego rosto perfeito, como se tivesse sido esculpido, cabelos cor de cobre avermelhados e bagunçados, uma boca linda, e o corpo então não era muito forte, nem muito magro era a medida certa. Mais o que me chamava à atenção era sua pele branca e os olhos negros, que me lembravam dela. Tia Esme...?

As musicas de Edward eram diferentes de tudo que já ouvi, fui ate meu PC, esperei a net conectar e Google "Edward vampiro letras".

Alguma de suas musicas eram como se fossem mensagens, era como se ele tentasse se comunicar com alguém. Mais quem? Outros vampiros ?

Uma das musicas se referia a um ponto de encontro dos vampiros. O "Mirante", era um daqueles Pub de Londres que só se entra acompanhado.

Queria discutir com meu chefe, sobre isso. Com certeza ele já deve estar, investigando Edward. Desliguei o PC, escovei meus dentes. Peguei minha bolsa e fui direto pro trabalho.

Amo meu trabalho, ser bibliotecária é meu sonho de consumo viver, rodeada de livros. Os clássicos são minha paixão, desde os meus 12 anos devorava os livros, me imaginando tendo uma daquelas historias aonde meu príncipe viesse me buscar e me tirar da solidão em que sempre vivi. Agora com 22 ainda sonho com meu príncipe, talvez um dia ele chegue, talvez não.

Finalmente cheguei não via a hora de falar com James Scott. O chamava só de James, pois mesmo sendo meu chefe ele não era velho, tinha cabelos loiros curtos quase raspados, olhos verdes queixo másculo e um corpo bonito. Devo admitir que não era de se jogar fora, mais sempre o vi com um amigo em quem podia confia.

- Ola James. – entrei sorrindo, ele sorrindo também me cumprimentou.

- Bella, como vai. Chegou mais cedo algum problema?

- Estou bem, James. Mais preciso ter uma conversa seria com você?

- Diga Bella, esta me preocupando?

- Já ouviu falar de Edward "o vampiro". – frisei nas aspas porque imaginei que como eu, ele achava tudo aquilo loucura, mas seu olhar sério me impressionou

- O que tem ele? – sua resposta também me confundiu.

- Eu estava ouvindo a musica dele e percebi mensagens, eu não sei dizer parece que ele esta, procurando por alguém? Em outra ele falava sobre um Pub...

- O Mirante. – olhei incrédula então ele percebeu as mensagens, porque não comentou comigo.

- Como sabe sobre isso? Queria ir ate lá investigar, sinto que tem algum mistério...

- Isabella, prometa-me que nunca ira ate lá. – ele se alterou me deixando nervosa.

- Por que James? Não vai dizer que acredita em vampiros? – arquei uma sobrancelha esperando sua resposta e a única que ele me deu foi outra pergunta.

- Bella já ouviu falar de Carlisle?

- Não, James. Quem é?

- Venha comigo. – ele me guiou ate seu escritório foi ate uma saleta onde ele guardava quadros e seu cofre pessoal, de lá ele tirou varias telas eram de diferentes épocas sec. 15, 16, 17, 18, e diferentes pintores.

- James, não estou entendo. Qual é a desses quadros? E o que isso tem a ver com Edward ou esse Carlisle? – estava confusa pra que tanto mistério.

- Bella olhe com atenção. – o que ele queria que eu visse? Mais obedeci e conforme eu olhava os quadros, comecei a notar a semelhança. Embora fossem de épocas diferentes todos tinham o mesmo modelo, às vezes no fundo, outras na frente, mas sempre presente. E lá vinha a semelhança de novo ele era lindo loiro o rosto perfeito, e a bendita semelhança pele pálida e olhos negros.

- Quem é ele James? E porque esta em todos esses quadros? – na minha mente só vinha uma palavra, embora seja absurda. Vampiro.

- Esse è Carlisle, o vampiro que criou Edward.

Fiquei estática ele, estava afirmando que vampiros existem? Minha cara devia ser de total espanto, só sai do choque quando James chamou minha atenção novamente.

- Bella, duvida de mim ? – me olhava com curiosidade

- Não, James sei que você não brincaria com uma coisa dessas, mais é tão irreal, vampiros! – ele foi ate a saleta novamente e abriu seu cofre pessoal, e tirou de lá um livro de capa dura preta com letras em vermelho "Edward Masen", e o colocou em minhas mãos.

- Bella leia esse livro e tire suas duvidas, e de esse assunto por encerrado. Esta bem? – mais que livro era esse?

- James não entendo. Que livro é esse?

- Esse Bella, é o diário de Edward. – minha boca abriu em choque. O diário dele, que segredos escondiam. Minhas mãos já coçavam querendo folhear as paginas e por algum motivo estava nervosa. O que havia ali? Porque James achava que tirariam todas as minhas duvidas?

James notou que minha mente ia a mil pela curiosidade sobre esse mistério tão intrigante que me liberou mais cedo. Fui direto para casa, pois ansiava por ler, essa historia. Embora não o conhecesse ele me intrigava e queria saber, se era verdade. Se Edward era realmente um vampiro.


N/A: Tava lendo os coments

e já expliquei a situação dessa fic, mas se alguém quiser se habilitar a betar, aceito, mas uma coisa rapidá. pq ja enrolei demais com essa pobre fic kkkk

E a fic tem 10 cap, mais o epilogo, e meu cronograma de postagem é

Posto até duas vezes por dia, se eu lembrar kkkkk

bora ler povo