Notas da Historia:

Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs. 100% Beward

Obs. Historia para maiores de 18 anos


2 - O Diário de Edward Masen

Pov. Bella

Cheguei a casa indo rapidamente para o banho, precisava me acalmar antes de começar minha leitura.

Depois de um banho relaxante, vesti uma camiseta velha e me joguei no sofá, com uma xícara de café e o diário de Edward.

Esperava que tivesse resposta para todas as minhas perguntas nesse diário, pois do contraria nada me pararia para desvendar os mistérios de Edward, e de seu mundo.

20 de Janeiro de 1801

Minha cabeça latejava, e me sentia fraco quase sem forças, olhei em volta tentando me lembrar do que tinha acontecido. Onde estava? Comecei a olhar em volta, e percebi que estava em um quarto, grande com uma cama no centro, pela aparência era uma mansão com certeza tão grande quanto a minha. Mas como vim parar aqui?

Minha ultima lembrança era que estava em um baile bebendo e me divertindo. Mais nada mais que isso. Parei te tentar me lembrar quando notei alguém no quarto.

- Ola. – era um homem, não parecia muito mais velho do que eu, talvez 25 anos mesmo tipo físico que o meu, tinha cabelos loiros curtos, e o rosto era de uma perfeição nunca vista, e sua pele era extremamente pálida, mais minha atenção desviou subitamente para os olhos eram vermelhos e me olhavam de um jeito estranho, como se eu fosse apetitoso. Será que ele era gay?

Afastei-me instintivamente.

- Afaste-se. Quem é você? Onde estou? – ele começou a se aproximar de mim me olhando ameaçadoramente.

- Sou o senhor de muitas terras, logo virão me procurar. – tentei inutilmente, ameaçá-lo mais minha voz me traia estava de fato assustado.

- Meu lorde, estas muito longe de casa não adianta fugir. – disse-me ao perceber que me afastava dele.

Num movimento rápido ele ficou em posição de ataque, como um leão quando vai atacar um servo, colocou as presas a mostra. Tentei fugir mais ele foi mais rápido e pulou em cima de mim, cravando as presa em meu pescoço.

Sentia meu sangue sendo drenado. A morte se aproximando vagarosamente, mais ela não chegou, pois ele parou.

- Não meu lorde, hoje não é seu dia de morrer. – ele riu exibindo suas presas, como se soubesse de uma piada particular.

Meu olhar estava atônito de medo e receio, e ainda mais curiosidade por suas palavras. Mais uma nova sensação veio maior e mais forte que curiosidade ou medo.

Sede.

Mais não sede comum por água, era uma sede desconhecida, ela ardia em minha garganta. O homem em outro movimento rápido mordeu o próprio pulso, e o colocou em direção a minha boca.

Não entendia o que ele pretendia, instintivamente virei o rosto, mais o cheiro me invadiu me chamando, e voltei à boca para frente assim a que a primeira gota caiu sobre meus lábios, à sede falou mais alto.

"Beba" ele ordenou e sem pensar em mais nada, pois a sede já me dominava e consumia,peguei seu braço com minhas mãos levei seu pulso ate meus lábios e comecei a beber o seu sangue do meu criador.

- Isso meu lorde beba. – sugava aquele liquido saboroso me enchendo de prazer chamais sentido antes.

- Chega Edward. – ele ordenou mais eu não parava a sede falava mais alto. – Chega. – ele ordenou novamente, agora se afastando de mim.

Uma queimação começou, a correr pelo meu corpo, queimava desde o dedão do pé ate os últimos fios de cabelo. Meu celebro parecia que ia explodir, de tão intensa era a dor.

Aos poucos foi passando e se concentrando em meu coração,como se tentasse matá-lo , e mais rápido do que pude esperar, parou somente silencio. Meu coração já não batia mais.

Achei que estivesse morto, mas ao abrir os olhos tudo estava diferente, um novo mundo surgia a minha frente. Meus sentidos super aguçados. Via melhor, coisas que meus antigos olhos humanos nunca conseguiriam ver, podia ver cada partícula de poeira no ar. Meus ouvidos podiam ouvir um coração batendo a quilômetros de distancia, minha mente trabalhava mais rápido que do que podia pensar.

Meu criador me observava, sua presença me lembrava o que me tornei, e a sede voltou a arder em minha garganta. Pois a sede era mais forte que tudo, e uma única palavra povoava minha mente... sangue.

Olhei para meu criador e num movimento rápido já estava de pé, pronunciando o que mais desejava no momento.

- Mais. – foi só o que disse, pois sabia que ele me entenderia.

[...]

- Edward meu caro, um mundo novo se aproxima, e eu não estou preparado para ele, precisava de uma mente jovem e atual, que me ajudasse a viver melhor nesse novo mundo que esta por vir. Por isso te escolhi, por isso te transformei. – ele me explicava enquanto eu bebia uma taça com sangue.

- Quer dizer que sou imortal. Não posso morrer? Tenho que tomar sangue? – eram tantas perguntas que elas nem pareciam muito coerentes.

"És uma criança impaciente."

- Porque fica me chamando de criança. – não entendia já era um homem mais mesmo assim ele insistia nisso. Quando olhei para seu rosto esperando a sua resposta, ele me olhava de um jeito estranho.

- Como você sabia...

"Este rapaz é estranho, será que cometi um erro ao transformá-lo. – agora fiquei nervoso.

- Hei eu não sou estranho... – mas espera... – Como consegue falar sem mexer os lábios é alguma mágica que os vampiros conseguem fazer. – não tava entendendo mais nada.

- Esplêndido um leitor de mentes, parece que não me enganei quanto a você .

- Do que esta falando. – não estava entendendo nada

- Meu caro Edward muitos humanos, depois de transformados adquirem poderes especiais, no seu caso você lê pensamentos.

"Maravilhoso." – a afirmação dele me deixou em choque, mais uma nova curiosidade me chamou a atenção.

- Carlisle, qual o seu poder especial?

"Sedução." – ele falou em seu pensamento.

- Interessante. – ele riu.

- Muito bem Edward. Agora que bebemos e conversamos um pouco vamos sair. Quero te ensinar a caçar, e te mostrar o meu mundo.

Saímos da sua mansão e começamos a correr, essa foi uma das melhores sensações da minha vida, a velocidade era inebriante, nunca me senti tão livre e bem. Enquanto corríamos para caçar, pois a sua propriedade era um pouco
afastada, da cidade estávamos em Londres, com certeza muito longe de casa já que eu vivia na America.

Ele começou a contar-me como era a vida das criaturas da noite, os condenados a vida eterna, vampiros. Contou-me que vivíamos nas sombras, pois o sol era nossa fraqueza, e se os humanos descobrissem, teriam vantagens sobre nos.

Chegamos à cidade e esperamos nas sombras, ate a minha vitima aparecer.
Um homem estava andando pelas ruas.

"Ah que beleza hoje vou pegar aquela menina de jeito." – ouvia seus pensamentos. "Descobri a sua casa e hoje ela não me escapa." – era um tipinho nojento já queria matá-lo.

- Carlisle quero aquele. – Carlisle me olhava curiosa.

"Em vez de escolher uma bela jovem, Edward quer um homem bêbado? Por quê?"

- Tem certeza Edward, podemos ir a um bordel lá tem belas jovens e podes satisfazer-te tanto na sede, como no corpo.

"Deixe só ela apagar a luz que invado seu quarto. – o homem estava me enojando.

- Carlisle não importa. Já me decidi quero aquele".

"Está bem pode ir."

Meu nojo por ele era tanto que, sem pensar muito pulei em seu pescoço sugando seu sangue enquanto quebrava seus dedos.

"Pare, por favor, sou jovem ainda não quero morrer." – ele implorava por sua vida, mas pouco me importa, pois um tipo como esse, não merecia viver.

Estava quase secando suas veias quando a voz de Carlisle falou urgente em mina mente.

"Pare Edward." – parei e larguei o corpo quase sem vida no chão.

- Meu caro, nunca tome a ultima gota, ou você tomara a morte para si. – ele apontou para o ser repugnante no chão que dava seus últimos suspiros.

- Aprecie sua presa Edward, a primeira de muitas. – disse-me sorrindo e pisou em seu pescoço, o fazendo exalar seu ultimo suspiro e morrer.

Passaram se meses e eu e Carlisle nos dávamos bem, ele era um bom amigo, tinha muito respeito e admiração por ele. Carlisle me ensinava a caçar, sobre nossa espécie.

Um dia enquanto caminhávamos pela praia, avistamos varias fogueiras, com ciganos em volta cantando, dançando. Em umas fogueiras mais afastadas das outras, estavam um homem e uma moça, ela tocava um violino. A melodia mais doce e bela que já ouvi sem me dar conta do que fazia, ia em direção a ela.

Ela era bela morena de cabelos e olhos pretos, o homem pela aparência e idade deduzi ser seu pai. A notas que saia de seu violino me hipnotizavam. Sem me dar conta do que fazia me aproximei dela, não notando, tanto os pensamentos, ou olhar de aviso que Carlisle me dava.

Ao me ver ela sorriu para mim,não pude deixar de retribuir seu sorriso, com o olhar admirava, um violino que tinha a seus pés.

"Que belo homem, será que ele quer me acompanhar?"

Ela me olhou assentindo para que pegasse o violino. Peguei o instrumento com cuidado e o examinei, a observei atentamente e coloquei o violino sobre o ombro como ela fazia, e toquei. As notas para minha surpresa fluíam naturalmente, a música dominava meus instintos, estava me empolgando. O pai dela começou a me fitar, e percebeu quando meu olhar passou de preto para vermelho.

Pude ver o terror, tanto seus olhos como pensamentos, ele sabia exatamente o que eu era.

- Corra Sofia, corra. – rapidamente Carlisle, pulou no pai da moça cravando suas, presas e sugando seu sangue.

- Edward impeça-a. – me ordenou. Ela corria em direção as outras fogueiras, não tendo muito sucesso, pois a areia a atrasava.

"Meu pai, Oh Deus..." – sem muito esforço a alcancei, mas não tive coragem de, sugar suas veias, gentilmente quebrei seu pescoço, não antes de murmurar em seu ouvido "me perdoe".

Carlisle fez uma fogueira mais afastado, dos humanos, e queimamos seus corpos, um bolo se formou em minha garganta e se pudesse chorar com certeza o faria.
Nesse momento percebi que minha existência não seria, tão agradável assim.

Viver nas sombras, nunca conhecer ninguém e ninguém me conheceria. Qual era a vantagem de viver para sempre,se todos que me conhecem teriam que morrer, a morte era minha única só, nunca amar, nunca ser amado uma existência de solidão .

Ao partimos peguei o violino dela, para me lembrar quem eu era e o que me
esperava nessa nova vida "morte e solidão"

Desde aquele dia minha única companhia era meu violino, ou melhor, o violino dela. Passava horas a fio, praticando, musicas que mostravam o que iam em meu coração morto.

Carlisle tinha saído para pintar, que é sua grande paixão.

Eu executava uma melodia doce e calma no violino, tocando como tantas vezes eu fazia em meu quarto, aonde me trancava, aceitando que meu destino era a solidão, minhas mãos se moviam com calma deixando a melodia se arrastar, quando meu arco sai voando da minha mão e caindo atrás de uma cômoda,
arrastei o móvel, e alcancei meu arco, e no chão atrás da cômoda tinha um tipo de botão giratório.

Curioso o apertei e girei, a parede se moveu revelando uma escada, que levava ao um tipo de porão, desci a escada que se seguia por vários corredores subterrâneos, que seguiam ate uma sala ampla, no centro uma estatua de uma rainha em seu trono .

Era belíssima, cabelos compridos caindo sobre seus ombros, rosto em formato de coração e de alguma forma parecia viva.

Um pensamento bobo passou pela minha mente.

- Quer que toque para você? – dei meu sorriso torto, e arquei minha sobrancelha esquerda, e comecei a tocar.

Conforme a melodia preenchia o ambiente a estatua começou a mover as mãos virando as palmas para cima.

Nesse momento só um pensamento predominava o ambiente não sei se meu ou dela "prove"

Sem pensar no que estava fazendo, fui até a estatua e segurei a mão e cravei as minhas presas na palma que ela me oferecia. Seu sangue delicioso e poderoso me invadiu, causando visões e sensações, jamais sentidas antes.

Sangue, morte, poder.

Eram as lembranças que povoavam minha mente, com certeza dela, e o que menos esperava aconteceu à inconsciência me dominou.

Ao acordar estava em meu quarto, com grossas correntes presas em meus pulsos e tornozelos, que me prendiam na cama, estava fraco e cansado.

"Edward não acorda queria me despedir dele, viu o que o sangue dela fez com você." – do que ele estava falando? "Não queria deixá-lo, por que ela tinha que acordar".

Ela! Quem era ela? E porque as correntes me restringiam, queria me libertar
e provar mais do seu sangue.

- Carlisle? – chamei sua atenção para mim. – Quem era ela?

- Ela é sua rainha. – o que? Vampiros têm rainha?

"Akasha a rainha dos condenados a vida eterna".

- Akasha esse é o nome dela?

"Sim, ela é nossa rainha a primeira de todos nos".

- Por que estou acorrentado?

"Para não beber seu sangue novamente, há consequências Edward". – do que ele falava? Dessa fraqueza? Como se lesse meus pensamentos, ele continuou falando. – "Olha como estas fraco, de onde ele pensa que veio esse cansaço,
são efeitos dos poderes dela..

- Você se refere a esse cansaço?

"Sim, faz parte dos poderes dela, ela saia no sol sem se queimar, ela podia dormir, e se cansava se não bebe-se sangue, daqui um tempo esse efeito
passa você não bebeu muito" – a curiosidade me dominava.

- Carlisle porque ela esta daquele jeito?

- Akasha governava sem se esconder, às claras. Morte a rondava constantemente. Só sangue e poder lhe interessavam. Mas com todo o poder que ela tinha ela não confiava em ninguém. Um dia ela cansou da solidão e resolveu dormir e os anciões que foram transformados por ela tem a obrigação de cuidar de seu corpo.

"Cuido dela já há um século e ela nunca se moveu para mim". – esse pensamento me lembrou do quanto desejava provar-lhe o sangue mais uma vez.

- Ela me escolheu. Solte-me.

- Não. – ele gritou enfurecido. – Nunca mais chegara perto dela. – me lançou um olhar triste.

"Adeus meu caro Edward".

O que?

- Não Carlisle, solte-me... Carlisle... – gritei sentindo a fraqueza ficar maior e continuei gritando por Carlisle, mas mais uma vez o cansaço me dominou e cai na escuridão.

Ao acordar não estava mais com as correntes, levante-me ainda fraco e percorri a casa inteira, ele tinha partido e levara-a consigo, deixou-me uma garrafa de sangue com um bilhete,"Desculpe-me".

Não pude acreditar estava só dessa vez para sempre, procurei Carlisle por um tempo, mais acabei desistindo e aceitando minha condição, passar a minha existência sozinho e resolvi entrar na inconsciência.

Carlisle me falara certa vez que tinha que se ir para um lugar calmo e me concentrar, vampiros só podiam fazer isso umas duas vezes durante sua longa vida.

Voltei para a America queria ficar perto de onde fora minha casa. Escolhi um cemitério, pareceu-me o melhor lugar para alguém como eu.

Espero que consiga ficar minha existência inteira aqui inconsciente, melhor do
que acordado e sozinho por toda a eternidade.

10 de outubro de 1.909

Ass. Edward Masen

Pov. Bella

Fechei o diário com lágrimas nos olhos, sabia como ele se sentia, pois se pudesse, também dormiria por um longo tempo. Liguei a TV para me distrair, ainda estava na MTV, e adivinha quem estava dando uma entrevista exclusiva.

É era ele, Edward e sua banda, lógico que ele não estava lá, ele dava a entrevista por vídeo conferencia.

Essa era mais uma jogada de marketing, por ser vampiro, não podia sair de dia, todas as suas entrevistas eram desse modo, nem show ao vivo tinham dado, ate agora.

Na TV um dos repórteres, perguntava.

- Edward, quando será seu show ao vivo?

- No vale da morte, daqui a um mês. – ele deu um sorriso torto e passou as mãos pelos cabelos bagunçados, e continuou a falar. – Será o primeiro e único.

- Porque Edward? – vários repórteres perguntavam ao mesmo tempo.

- Não gosto de me repetir. – um dos repórteres perguntou.

- Edward os vampiros não ficaram, bravos com o fato de você revelar seus segredos? – ele riu de novo.

- Eu estou contando com isso. – o mesmo repórter perguntou.

- Tem algum recado que você queira deixar para eles?

- Para falar a verdade tem sim. – ele olhou diretamente para frente e deu um sorriso mostrando todos os seus dentes brancos e perfeitos.

- Apareçam, apareçam onde quer que estejam.

Pov. Edward

Ao terminar a entrevista, fui esperar meu agente. Sim eu tenho um agente, é necessário nesse tipo de trabalho. Claro alguém tinha que marcar minhas entrevistas, compromissos. Vivia ocupado com seções de fotos e clipes. Era amado e admirado, os humanos dariam tudo só para ter um pouquinho de Edward o vampiro.

Mais quem não daria eu sou muito gostoso.

Ah, ouvi o coração disparado e os pensamentos agitados de Roger, meu agente. Ele trazia os compromissos do dia, já sabia todos, pois li sua mente, mas gostava das reações que ele tinha. Assim como a minha banda, foi preciso provar quem eu era, pois queria respeito, já que ele era quem iria cuidar da minha carreira.

Ele entrou na sala da minha casa, olhando em volta me procurando, usando a minha velocidade, me movi para perto e fiquei atrás dele, aparecendo ao seu lado, seu coração disparou.

- Oh, ah hummm, é, é chefe, boa noite. - ele tremia quase tinha que segurar o riso.

- Não sei Roger, depende do assunto que te trouxe aqui. - falei com uma expressão seria. Não podia deixar de provocar.

"Ele vai me matar."

- O de sempre chefe, mais uma entrevista e uma seção de fotos para divulgar o show. – ele falou rápido e assenti, sabia que ele tinha mais a falar, eu já sabia o que era, mais era muito divertido vê-lo tremer, com a voz falha ele murmurou apressadamente.

- A gravadora esta pressionando para saber do próximo cd.

"Agora eu já era". – ele pensou em pânico.

Não ia matá-lo eram, compromissos de rock star, mais como era vampiro podia assustá-lo um pouco. Aproximava-me dele com uma expressão de desagrado, ele se desesperou.

"Ele vai me matar, eu disse para os caras da gravadora, que ele não iria gostar. Será que ter passado água benta vai me proteger?" – com essa não pude deixar de dar meu sorriso torto, e me aproximava mais.

- Esta escondendo alguma coisa Roger? – seu pânico aumentou.

- Não, chefe é... é... é... – ele engoliu seco.

"Será que se eu joga a cabeça de alho nele e sair correndo eu consigo fugir? – não acreditei que ele tinha uma cabeça de alho só faltava, ter um crucifixo. Me aproximei dele na minha velocidade, quase o matando do coração.

- Roger ta sentindo um cheiro estranho! – ele arregalou os olhos.

- N... na... não chefe, não to sentindo nada. – coloquei a mão dentro de seu terno e tirando a cabeça de alho e ergui na frente do seu rosto.

"Agora eu morri, pai nosso que esta no céu..."

- O que é isso Roger? – interrompi sua reza e ele me olhava quase em desespero.

"O que eu falo? O que falo?"

- Sabe E... Edward é uma historia engraçada...

"Devia ter trazido meu crucifixo." – com essa não agüentei e dei uma gargalhada.

- Não se preocupe Roger, sei que você estava só brincando. – o ouvi respirar aliviado. – Diga à gravadora que o CD sairá no tempo previsto, as seções irei amanha. Algo mais?

- Sim, chefe trouxe as meninas de hoje. – a outra vantagem a comida vem até mim de bom grado e muito feliz devo dizer.

- Mande-as entrar. – ele trouxe duas garotas rapidamente, e sorri apreciando o jantar. Elas eram lindas como sempre, belos corpos, e só pensavam em como eu era gostoso, mentes vazias e sem graça. Mais quando a comida vem até você, e muito feliz quem sou eu para reclamar. Roger pigarreou me tirando de meus pensamentos.

- Chefe, hum... Quer que eu é... é leve as garotas para casa. – me aproximei delas apreciando o cheiro do seu sangue, passei o dedo pelo pescoço, ao simples toque meu elas se arrepiaram.

- Não, Roger pode ir, qualquer coisa te ligo.

"Pobres garotas." – ele pensou pesaroso, e saiu a passos rápidos, quase correndo não pude deixar de rir.

Voltei minha atenção a minhas belas convidadas, a noite prometia. Lógico que elas, não iam gostar como ia acabar.

Seguimos para a sala,eu me deitei no sofá, e elas ficaram me observando, as convidei a se sentar, e ela sentaram no chão, falavam sobre como eu era lindo, e como adoravam minha musica.

Depois de alguns minutos elas bebiam e se drogavam, tinham pensamentos desagradáveis sobre como usariam meu corpo, mas não estava afim no momento, agora eu estava com fome então não ia desperdiçar. Ambas sorriram e olharam para mim ao mesmo tempo, suas mentes gritavam para mim como iriam me devorar, mal sabia elas que eu que iria comer hoje. Elas se aproximaram de mim engatinhando, e foram tentar abrir minha calça.

- Vamos nos divertir. – riam maliciosamente uma para a outra.

"Nossa como ele é gostoso."

- Não faça isso. – tirei suas mãos da minha calça, aquelas meninas eram muito sem graça, tinham uma mente nada agradável.

- Não quer se divertir? – ri malicioso para elas, a gora eu queria me divertir.

Sai do sofá e comecei a engatinhar, elas riram, suas mentes imaginando que tipo de jogos sexuais eu faria, me seguiam engatinhando.

"Oh Deus, que homem maravilhoso."

Ah agora sim, iria me divertir, ainda engatinhando virei de costas, encarando elas e dando meu sorriso sexy, elas estavam louquinha para me agarrar.

Seus pensamentos cada vez mais ousados, quando cheguei perto da parede parei, elas ficaram de joelhos, me observando.

"Quando ele vai nós agarrar?"

"OMG, por favor, me agarra!"

A eu ia agarrá-las mais acho que elas não vão gostar muito do que eu faria em seguida. Continuei engatinhando até me encostar-se à parede, e comecei a subir pela parede, elas me olhavam atônitas.

"OMG que isso"

"Ele... ele..."

Acho que já entenderam.

Continuei subindo ate chegar no teto, e sorri, continuei ate estar parado exatamente, sobre elas, dei meu sorriso torto, e saltei sobre elas, elas ate gritaram ou melhor tentaram, mais fui mais rápido.

Prendi elas com meu peso enquanto mordia seus belos pescoços sugando o seu saboroso sangue. Depois de me alimentar, sai para tomar um ar.

Roger resolveria a bagunça na manhã seguinte, eu iria continuar esperando. Esperando, pois sabia que os outros vampiros, não estavam nada satisfeito.

Como se eu liga-se. Se eles querem briga podem vir.

Pelo menos não estarei mais sozinho.