"Provavelmente alguém te deu a vida. Um milagre, um presente. E alguém tem o direito de roubar esse presente?".
Primeiro Episódio.
O novo integrante.
Data: 12/12/2006
Anteriormente no Seriado Potteriano:
- Você é soro positivo, Hermione – disse o médico – Mas... Há tratamentos para isso, e não se preocupe!
Hermione estava preste a desabar em lágrimas.
- Eu não posso... Eu não quero... Eu não posso ter isso!
- Conheço muitos aidéticos que levam a vida normalmente – continuou o médico – Conheço excelentes hospitais com tratamentos.
- Pansy, a bolsa rompeu... O meu filho vai nascer... Vem me ajudar, vai nascer!
Gina colocou as duas mãos com firmeza na barriga, tentando manter a respiração calma, enquanto Pansy estava a caminho com uma ambulância.
- Nós o encontramos – disse Lupin no telefone para o detetive – Nós encontramos Sirius Black!
Lílian sorriu vingativa enquanto os dois subiam o elevador do hotel, para invadirem o quarto de Sirius. Lílian estava doida para fazer vingança, nem que fosse com as próprias mãos.
Lílian apertou a campainha e Sirius apareceu na porta.
- Draco... Vamos conversar... Nós somos amigos... Estamos no mesmo time... Vamos... – Harry suava frio e não conseguia pensar em mais nada, aquela arma apontada para a sua cabeça dizia tudo. A sua vida estava por um triz.
Harry pensou em Hermione e nas coisas importantes que tinha para dizer a ela antes de morrer. Não podia acabar simplesmente assim.
- Como o seu pai, Potter... Você vai morrer! – Draco apertou o gatilho dando três tiros na direção de Harry.
12.12.06
Draco disparou os três tiros contra a parede, bem ao lado de Harry. O moreno caiu de joelhos, com os olhos cheios de lágrimas e os ouvidos tinindo de dor, o estrondo tinha sido fatal para tê-lo feito perder o controle.
Ele caiu trêmulo no chão, com as pernas totalmente moles, feito gelatina.
- Eu errei os três de propósito, Potter... – e apontou a arma para o garoto caído no chão, tremendo e com os membros tão moles a ponto de desabar a qualquer momento – E juro que não errarei novamente... – Draco deu um suspiro e berrou – EU NÃO VOU ERRAR ESSE TIRO OUTRA VEZ, POTTER. PORQUE EU ODEIO VOCÊ!
- Draco... Você não sabe o que está dizendo... – disse Harry com a boca aberta, sentindo o coração saltar pela garganta.
- EU SEI O QUE EU ESTOU DIZENDO! VOCÊ DESTRUIU MINHA FAMÍLIA... EU NÃO TENHO MEUS PAIS POR SUA CULPA!
- O seu pai... O seu pai matou o meu! – disse Harry muito corajoso, apesar de tudo. Ele estava em desvantagem mas ainda tinha audácia a ponto de jogar as verdades na cara do inimigo.
12.12.06
Desde o momento em que Rony viu Draco atravessar o corredor do hotel com uma arma na mão, ele desconfiou as pretensões do loiro.
Rony voltou correndo para a mala, e começou a revirá-la, procurando o celular. Suas mãos tremiam e ele não conseguia sequer digitar o número, revirou a lista de nomes, clicando em um específico.
- Ei... Eu sei que você está no Brasil... Eu sei que você veio assistir a final do jogo de vôlei de Hogwarts.
- Quê?
- O Draco vai atirar no Harry!
- Como assim? O que houve, Rony?
- Cedrico, você é o único que pode impedi-lo – disse Rony ao telefone.
12.12.06
- Meu pai é inocente, Potter – Draco tentava segurar a arma firmemente, mas sua mão direita tremia muito, ele até colocou a mão esquerda para conseguir segurar com mais convicção – Ele não lhe fez mal algum... Sua mãe que matou o meu pai, e sua namoradinha, Gina, matou a minha mãe! A sua família acabou com a minha, Potter – Draco suava através dos cabelos loiros, parecia ter saído de uma piscina – E eu vou acabar com isso... Não quero que mais ninguém se aproxime da minha família, você não vai mais me machucar...
- Draco, você precisa pensar melhor... Você não pode fazer uma besteira – Harry se apoiou no joelho, e tentou ficar em pé, mas não conseguia, sentia que sua vida estava por um fio de ser detonada.
- Eu... Eu não... Eu não sou um assassino – repetiu Draco debilmente – Eu... Eu não quero matá-lo, mas sei que preciso!
A voz de Belatriz ressonava em sua cabeça. "Mate-o. Vingue-se!". E ele sabia que não haveria outra oportunidade como essa, somente os dois, em outro país.
- Se você acha que deve atirar... Então vamos logo – disse Harry com as pupilas dilatadas, olhando para um Draco muito branco na porta – Acabe logo com a minha vida!
Draco ficou em silêncio, pensando naquelas palavras, e os dois se encararam durante um longo tempo. Draco suspirou e quando ia apertar o gatilho, uma voz gritou da escada do vestiário.
- Draco, não... Não! – era uma voz familiar.
Draco deixou a arma cair de suas mãos trêmulas, e como se fosse em câmera lenta, Harry abaixou a cabeça bem no momento em que a arma disparou contra o teto, causando um enorme estrondo. Cedrico e Rony estavam parados na porta do vestiário, boquiabertos com a devastação ocorrida ali, e vários buracos na parede.
- O que você faz aqui? – perguntou Draco se abaixando rapidamente para pegar a arma.
Harry estava sentado, com as duas mãos na cabeça, chorando.
- Você... Você não pode fazer isso! – Cedrico foi corajoso o suficiente para entrar no lugar e parar em frente ao Harry, com os braços abertos – Você não pode atirar.
- Você... Não devia estar aqui – boquejou Draco meio maníaco – Vá embora enquanto é tempo... Vá, some!
Cedrico fez que não com a cabeça, continuou parado em frente ao moreno.
- Você tem duas opções, Draco. Uma delas é atirar em mim... E me matar de uma vez por todas. E a outra opção, é largar essa arma,a desistir de tudo isso!
Foi a vez de Draco fazer não com a cabeça, Rony desejou não ter decido ali junto com os demais, estava correndo sério risco de vida e tratavam de um assunto que ele não entendia muito bem.
- Eu estou com toda a sua herança, Draco – sussurrou Cedrico – E você não pode me matar... Quer dizer, até pode, mas... Ela não vai voltar a você. Ela vai passar para os meus familiares, e... Você vai ficar sem nada. Não creio que seja uma boa opção, não é mesmo?
Draco voltou a chorar, como se fosse uma criança.
- Você sumiu da minha vida, Ced... E eu amava você demais, não sei porque você fez isso!
- Você é pai de uma criança, Draco. A Gina espera um filho seu... Nós não podemos ficar juntos mais, você tem que entender isso. Além do mais, Harry não tem nada haver com esse assunto, ele é inocente... Você tem que se vingar em mim, e não nele!
Draco estava chorando e colocou a arma diante de seus pés, desistindo.
- Eu... Eu não estou fazendo isso pelo dinheiro – disse Draco – Mas... Porque eu não quero que nada de ruim aconteça com você. Eu te amo!
- Eu também te amo, e foi por isso que eu vim até o Brasil escondido, simplesmente para assistir ao seu jogo. Ver você vencer com os seus amigos, mas não queria que você soubesse. Ainda bem que Ronald Weasley me viu no meio da arquibancada essa manhã, e ele me ligou – disse Cedrico com o gesto de calma.
Draco olhou para a arma diante de seus pés, e Cedrico pediu.
- Por favor... Chute-a bem devagar, na minha direção, tudo bem?
Draco fez que sim com a cabeça, chutou a arma na direção de Cedrico e como se ela estivesse em uma superfície de gelo, deslizou até os pés do rapaz.
- Obrigado... Tenho certeza de que fez a melhor decisão! – disse Cedrico – Harry, por favor... Eu peço que vá embora!
- Mas... Você... Você vai ficar tudo bem?
- Sim, eu vou.
- Obrigado – agradeceu Harry – Obrigado por salvar a minha vida!
Cedrico fez um aceno insignificante com a cabeça, enquanto Harry se levantava e se retirava do vestiário com ajuda de Rony para andar, mesmo sem ferimentos, ele se encontrava com certa dificuldade de mexer as pernas.
- Eles vão adiar o jogo... Ainda mais depois de tudo o que aconteceu! – disse Rony enquanto ajudava Harry a se afastar do vestiário.
Cedrico e Draco se encararam por um momento, o mais velho pegou a arma e a avaliou.
- Não sei como você conseguiu isso, mas sei que você não a comprou – disse Cedrico vendo cada detalhe – E... Espero que você se livre desses pensamentos suicidas, Draco. Porque quando eu o conheci, você não era assim!
- Volta para casa? – pediu Draco – Eu preciso de ajuda.
- Sim, eu vou voltar para a casa e te ajudar a superar esses problemas – Cedrico foi até Draco e o abraçou com força, como se fossem velhos amigos.
12.12.06
- Lupin! – saudou Sirius.
- Lílian! – veio toda contente Tonks, ligeiramente mais gorda nas laterais.
Sirius abraçou Lupin com força enquanto Tonks beijava o rosto de Lílian.
- Que surpresa encontrá-los por aqui – disseram os dois ao mesmo tempo – Como nos acharam?
Lílian olhou para Lupin, séria, antes de continuar.
- Sabemos que você cometeu um assassinato, Sirius – disse ela com a voz firme – E... Não adianta escapar, nós viemos aqui saber o porquê você fez isso, e será a sua palavra final!
Sirius parecia mais branco do que Tonks, a mulher precisou sentar para processar o que havia ouvido. Lupin e Lílian invadiram o quarto do hotel dos dois, e entraram.
- Eu... Eu não sei de onde vocês tiraram essa idéia! – respondeu Sirius incrédulo – Sinceramente... Vocês estão loucos? Eu não matei ninguém!
- Sirius... – Lílian abaixou os olhos – Não adianta mentir! Nós sabemos de tudo!
Sirius sacudiu a cabeça.
- Vocês estão loucos... Só pode ser! Eu não faria isso com o meu melhor amigo, isso é um insulto! Eu não o mataria, vocês não entendem?
Lupin pareceu um pouco mais convencido do que Lílian.
- Nós temos provas... Você vai preso se denunciarmos! – disse Lílian segurando uma pasta nas mãos.
- Provas? Que provas? A prova que eu estava saindo com Tonks na noite em que ele foi assassinado? – perguntou Sirius – Nós estávamos jantando na noite em que tudo aconteceu! A notícia de sua morte me baqueou tanto como qualquer um!
Lílian pareceu finalmente convencida e soltou um suspiro de alívio.
- Oh, Sirius, me desculpe... Eu-eu-eu não sei o que dizer... Eu perdi o controle! – Lílian aproximou alguns passos e o abraçou – Que saudades!
- Ah... Eu que digo "alívio" – gemeu Sirius relaxando – Eu... Eu não sei de onde vocês tiraram essa loucura.
Lupin deu um sorriso, e conferiu o número do detetive no celular Eles precisavam investigar melhor sobre o próprio detetive.
16.12.06
Hermione subiu as escadas, dando uma última olhada por cima do ombro, sentindo o frescor dos ventos brasileiros sacudirem os seus cabelos. Tinha adorado o lugar, era magnífico. As pessoas eram bonitas, simpáticas, mas nem sempre educadas.
Ela entrou no avião pensando se devia ter avisado algum de seus colegas que estava voltando para casa mais cedo, mas suspeitou que eles não quisessem aborrecer com tais notícias, afinal, era problema da garota. Exclusivamente dela.
Hermione olhou pela vigésima vez naquele dia para o seu celular. Harry não ligara desde então, e ela esperava totalmente o contrário. Talvez ele tivesse ficado aborrecido, mas não seria um bom motivo.
Ela encaixou os fones de ouvido, olhou pela janela enquanto se acomodava na poltrona. Ao seu lado, sentou uma mulher bem volumosa corporalmente, e do outro lado um rapaz de terno, gravata e tão jovem quanto ela.
Hermione perguntou a si mesma se as pessoas continuariam sentadas ao lado dela caso soubessem que estivesse com AIDs. Ela olhou tristemente para os lados, com uma enorme vontade de chorar, gritar, espernear, tudo ao mesmo tempo.
A loira mordeu o lábio, segurando o choro e tentou respirar fundo, sentindo sufocar os sentimentos no peito, mas não se daria por vencida tão facilmente.
25.12.06
- Filho, é o seu primeiro natal! – gemeu Gina sentada na cama do hospital, dando alimento para o seu filho. Ela estivera tão encantada com tudo aquilo que não conseguia tirar os olhos do garoto – Você é maravilhoso, meu filho... Eu te amo. Feliz Natal!
Gina deu um beijo no topo da cabeça do garoto e deu um sorriso enquanto via a sua pequena boca chupar os seus mamilos, era uma sensação prazerosa, mas não no sentido sexual e sim emocional. Ela não conseguia descrever a sensação de poder alimentar uma criança em seus braços. Ela era a peça fundamental para o desenvolvimento de seu filho.
Filho. Que palavra mágica para Gina. O garoto estivera em sua barriga durante nove meses, causara polêmica na escola, assunto, curiosidade, e agora estava ali, nos braços dela.
Ah! Quantas dúvidas. Ela conseguiu confundir todos os amigos mentindo não saber quem era o pai, mas era óbvio que sabia. Ela sabia quem era o pai do garoto desde o dia em que soubera que estava grávida. Mas ela fizera isso para chamar atenção.
De qualquer forma, Gina estava agora ali, com um filho saudável, satisfeita, imaginando o que o pai dele estaria fazendo nesse exato momento do outro lado da América.
25.12.06
- Nós... Nós precisávamos da Hermione para dançar – disse Lilá pegando os pompons – Faltam quinze minutos para estrearmos e cadê essa garota?
- Ela não vai aparecer – disse Harry aproximando com a mala nas costas.
- Como assim? Ela não vai aparecer? Ela fez um trato! Ela combinou com a gente que ia participar!
- Acho bom arranjarem outra garota, Hermione voltou para Nova York.
- O que houve? Essa garota é maluca? – perguntou Lilá fazendo cara de nojo.
- Ela está com problemas – disse Harry mesmo sem saber o que era – É melhor arranjarem outra garota, estou falando sério!
- Mas quem? Ninguém mais sabe a coreografia – disse Lilá mordendo o lábio pensativa. Era tarde demais para alterar toda a dança.
- Eu assisti a aula de vocês – disse Luna se aproximando – Será que a roupa da Hermione cabe no meu corpo?
Lilá deu um sorriso e a abraçou. Luna era a salvação do grupo.
25.12.06
- Você não vai se trocar? – perguntou Rony ao ver Harry tirar a mala do quarto.
- Er... Na verdade, estou voltando para a casa – disse Harry consultando o horário.
- Você não vai passar o dia do natal dentro de um avião, não é mesmo, cara?
- Sim – disse ele abrindo um sorriso – Eu vou embora – Harry abraçou Rony – Boa sorte com o jogo... Eu estou torcendo por vocês.
Rony sorriu e não fez nada para impedir que Harry fosse embora.
- É o seu último torneio em Hogwarts, e...
- Eu não quero! – repetiu Harry – Não estou com ânimo.
- Certo – concordou Rony – Perdemos Draco, perdemos você... O time vai jogar muito bem!
Harry deu dois tapinhas nas costas de Rony.
- Quero ver o troféu, vocês são capazes! – e foi embora. Harry sabia que Gina tinha ganhado o bebê, e estava voltando por causa disso, mas não ia avisar Rony para não mexer com o seu emocional durante o jogo de vôlei.
25.12.06
Rony segurou a bola com força nas mãos, e sacou. Dino olhou para o colega e os dois iniciaram a partida.
A cada ponto a favor de Hogwarts, a torcida vibrava, sacudia, explodia em gritos e vivas. Rony foi motivado ainda mais, e por isso eles arrebentaram na pontuação, ganhando com as mãos nas costas do time brasileiro.
Era como se Harry e Draco nem fizessem falta para o time.
26.12.06
Harry terminou de deixar a mala no Hall de sua casa, sentindo o ar aderir aos pulmões como se fosse novidade. Era bom estar de volta em casa. Gritou o nome da mãe mas não obteve resposta, provavelmente ainda viajava pela Europa, em sua turnê com o namorado.
Ele aproximou da sala e viu um bilhete em cima da mesa da sala de jantar. Harry passou o dedo desdobrando o envelope, e viu um número.
- Alô? Com quem eu falo? – perguntou Harry.
- É Pansy Parkinson! – disse ela com a voz rouca – E, Harry, nós precisamos conversar sobre a Gina.
- O que é? Diga-me...
- Na verdade, eu não sei... Eu não fiquei sabendo nada sobre o bebê, ela não recebeu visitas, nem mesmo dos pais! – disse Pansy do outro lado, preocupada – Ela se escondeu de todos, como se estivesse fugindo da verdade.
- Tudo bem... Eu vou até o hospital vê-la.
- Não vai adiantar. Ela não autorizou visitas!
- Mas sou eu... Provavelmente ela vai me receber!
- Não custa tentar – disse Pansy – Bom, me liga de volta se descobrir alguma coisa...
- Certo!
26.12.06
Gina estava terminando de amamentar o seu filho, quando Hermione apareceu na porta.
- Oi...
- Hermione... – gemeu Gina sorrindo.
- Obrigada por permitir a minha visita!
Gina correspondeu com um aceno.
- Você é sempre bem vinda! – disse a ruiva – E... Por isso eu te chamei, queria que você fosse a primeira a conhecer o meu filho.
Hermione aproximou com o coração apertado.
- Já sabe... Quem é o pai?
- Eu sempre soube – Gina deu um sorriso – Mas foi preciso que eu escondesse o tempo todo, para que ninguém desconfiasse da verdade...
- Quer dizer... O pai não é o Harry, e nem o Draco? – perguntou Hermione arregalando os olhos.
Gina deu um sorriso, sem resposta.
- Venha vê-lo... Você mesma vai descobrir! – Gina descobriu o rosto do filho, deixando descoberto para Hermione enxergar melhor as características do pequeno bebê em seus braços.
Nota do Autor: O capítulo parece meio pequeno, mas é a introdução da quarta temporada... Os personagens mais adultos e vocês vão perceber isso daqui para frente quando depararem com os nossos personagens cursando a faculdade, namorando, casando, tendo filhos. Sejam bem vindos à quarta temporada!
Próximo Episódio:
- Mas, Gina, eu... Eu e o Harry não vamos... Nós não vamos ficar juntos! – disse Hermione desconcertada, chacoalhando o bebê no colo – Nós... Nós somos amigos.
Gina colocou a mão na de Hermione com delicadeza e sussurrou.
- Eu sei que vocês nasceram para ficarem juntos, e eu não vou atrapalhar – Gina passou a mão pelos cabelos – Hoje eu recebo alta... E vou voltar para a casa dos meus pais, não vou para a casa do Harry outra vez.
- Você não pode esconder isso dele.
RESPONDENDO AS REVIEWS DO TRAILER:
Patty Potter Hard: HAuhauha, simmm, vai pegar muito mais fogo do que você imagina... Essa temporada está bombando, espero que goste. Beijoos!
Nane Curti: A minha net voltou hoje também, por isso estou postando o capítulo novo, heuhauuhah. Espero que tenha gostadoooo, Beijosss!
Shakinha: Hauhaua, que bom que você gostou do trailer, espero que goste de toda a nova temporada, beijão!
TathyChan: Ah, desculpa, sempre confundo Ana ... E ... Bella, porque a personagem ia se chamar Ana, daí eu mudei para Bella, me avise dos erros, please... Beijos! Obrigado.
