Disclaimer: Se Harry Potter me pertencesse, a Pansy se casaria com o Draco. E, claro, a fanfic não tem fins lucrativos.
Nota: Nhaaa, fiquei muito feliz *.*, comentaram. Vamos às respostas das reviews!
Manu Black: Sim, o Fred vivo é MARA mesmo. Digamos que ele tem um dedo aqui. heheehehe XD
Lepi-Chan: Obrigada pelo teu incentivo! Realmente minha inspiração me pega de jeito, outras... Blé u.u'. Thankyou!
jaque masen lovegood . : Girl, pode da ataque quantas vezes quiser, eu deixo n-nb (o Draquinho podia ter ficado com a Pansy, maas eu não tenho milhões e nem um advogado decente... Então... Nhaa u.u')
Boa Leitura :D
Suco de Morango com Bolinhas de Tutti Frutti
Capítulo Dois.
Duas semanas depois...
Numa aula (tediosa) de História da Magia, a qual a Lufa-Lufa estava tendo com a Sonserina, Draco, Blaise estavam na frente, e ao seu lado, a namorada do loiro e Pansy.
– Que saco. Não sei pra que temos essa matéria na escola. – O negro murmurou, irritado.
– Essa matéria, infelizmente, é obrigatória. – Draco rebateu, no mesmo tom. – Pelo menos não é Adivinhação e nem Transfiguração, que por acaso é depois desta.
Enquanto o professor Binns falava da segunda revolução de duendes em 1345, tão animadamente quanto um aspirador com dor de garganta, Astoria pensava em mil maneiras de torturar Mariana com sua varinha. Para variar, também a sua raiva estendeu-se contra Luna e Ginny – Claro, Malfoy tinha ódio da Weasley... Logo ela tinha que odiá-la também.
Pansy pensava em tortura... Mas para Astoria. Só que apenas a raiva engrandecia em seu peito, sendo que era covarde demais para fazer alguma coisa.
Mariana olhava para o sapo à sua frente. Era aula de Transfiguração, e ela tinha de transformar o pobrezinho em uma caixa pequena. "Coitado do sapo, mas ou ele ou a minha nota em Transfiguração" refletiu, e com um movimento de varinha, transformou-o no que a professora queria.
– Excelente srta. Jacob. Cinco pontos para a Corvinal. – McGonagall disse, na sua voz casual e séria.
Ainda podia ouvir os murmúrios dos sonserinos do outro lado da sala. Então viu pelo canto de olho que certa sonserina a fuzilava com os olhos. Astoria fez o mesmo movimento, terminando por transformar também o seu sapo em uma caixinha.
– Muito bom srta. Greengrass. Cinco pontos para a Sonserina.
Luna, ao lado da metamorfomaga, murmurou um "Você foi ótima". Mas ela estava rindo por dentro, porque a irmã de Daphne recebeu um "muito bom", e pôde sentir que os orbes verdes não a abandonaram. Ela também viu que Malfoy olhava mais exatamente para ela, com a mesma intensidade. "AGORA ELE? CARALHO! ASTORIA, SUA FILHA DA PUTA..." Pensava, irritada. "Malfoy idiota. Greengrass idiota. Casal idiota!".
– Mary, por que o Malfoy tá olhando pra você com uma cara de que vai te matar?
– Loonie, depois a gente conversa. Preciso resolver algo antes. – Disse, assim que o sinal tocou, saindo com os primeiros corvinais.
Do lado de fora, Ginny esperava as duas, mas Mariana a puxou para um canto, depois de murmurar um "vem aqui".
– Porque me puxou para cá? – Questionou a ruiva.
– Olha, Ginny... Posso te chamar assim? – Quando viu que ela permitira, continuou. – Conversei com a Loonie, há quase duas semanas, sobre você. Tudo bem que, durante esse tempo, apenas respondia educadamente. Só que eu quero me desculpar.
– D-Desculpar? Mas não fiz nada pra você. – Ginevra rebateu, desconfiada.
– Na verdade, não fez mesmo, mas era que eu sentia ciúmes da Luna por conversar tanto com você. Talvez porque não sejamos da mesma Casa, ou sei lá mais o quê, mas o ponto é esse: me desculpe, Ginny. Sou amiga há tanto tempo da Loonie, que me esqueci que essa escola também preza os alunos terem amigos.
– Tudo bem, Mary. – Ela respondeu, depois de um tempo. – E também quero me desculpar, por que não sabia que se sentiu assim. Amigas?
– Amigas. – Mariana disse, apertando a mão da ruiva e puxando para um abraço.
As duas riram, vendo que Luna corria para o lado delas, visivelmente curiosa para o que elas estavam conversando. Pena que isso não durou muito.
– Ora, ora, Weasley. Você tem belas companhias. – Uma voz arrastada sentenciou ironicamente, olhando mortalmente pra as três garotas.
– Olá para você também, Malfoy. O que quer? – Ginny foi a primeira a se pronunciar.
– Nada demais... O que quer que venha de você me dá nojo. A Lunática... – foi grosseiramente interrompido por Mariana.
– Pra começar, é Luna. Segundo, provavelmente veio dar a sua provocativa diária, estou certa?
– Nossa, os corvinais são realmente inteligentes. Pena que são... Tapados, estou certo? – Falou, se aproximando delas.
– Deixa, Mary, Ginny, não precisam me defender... Eu não ligo. – Luna falou, calmamente.
Logo a ruiva sacou a sua varinha, mas Astoria e Pansy ficaram em sua frente. A metamorfa baixou-a.
– Ginny, não... Ele não vale nem feitiço de cócegas.
Em parte, era verdade, mas a ruiva Weasley, com sua raiva saindo de seus poros, sibilou:
– Sai da minha frente, doninha.
– Claro que não. Não terminei de falar. – Rebateu, olhando para Mary. – Bom, Jacob, que negócio é esse de provocar minha namorada?
– Ai meu Merlin. A sua namorada mandando em você? Lavando a roupa suja dela? Meu, achei que não viveria para isso! – Ginevra respondeu, bem irônica, e gargalhava. – Eu morro, e não vejo tudo! MWAHAHAHAHAHAAHAHAAHA!
– Cala a boca, sua fuinha. – O loiro respondeu, irritado.
– Desculpe, Malfoy, mas a Ginny tem razão... Se nem a bosta da sua namorada consegue ter uma conversa civilizada comigo, que dirá você, seu protótipo malfeito de doninha!
– SUA VACA! VOU ACABAR COM A SUA RAÇA! QUEM É VOCÊ PARA FALAR COM ELE DESSE JEITO? – Astoria gritou, pulando em cima de Mariana.
– VAI SE FODER!!! – Ginny rebateu, entrando na frente da loira e dando-lhe um soco no nariz.
– O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI? – O professor Flitwick berrou, assustando a todos, pois sua voz fina doía nos ouvidos deles. – Pode me explicar, senhorita Jacob?
– Eles nos provocaram. Mais exatamente falando, Malfoy e Greengrass. – Luna, incrivelmente, estava prestando atenção na briga.
– QUÊ? VOCÊS, SUAS VACAS, QUE VIERAM PRA CIMA! – Pansy gritava, histérica.
– NÃO MESMO! – Mary e Ginevra berraram, em uníssono.
– AGORA CHEGA! NÃO QUERO SABER! – O professor gritou, vermelho de raiva.
– Então porque perguntou? – Blaise questionou-o, divertido.
Flitwick pôde ouvir os risinhos dos outros alunos, que estavam acompanhando o barrac... Quer dizer, a discussão.
– Na minha sala, AGORA. – Sibilou furiosamente o professor, enquanto os sete alunos o acompanhavam para o quinto andar.
"Tá, Mariana, o diretor da Corvinal vai comer o seu couro. Talvez ele esteja de TPM... Será que... NÃO! NÃO! Eu envolvi a Ginny e a Luna... PUTA MERDA! Aquela loira oxigenada vai me pagar!" Pensou a metamorfomaga.
Chegando lá, a sala era atrás de uma escada, que levava justamente para o corredor da entrada da Corvinal. Era pequena, mas com os inúmeros livros de feitiços na parede atrás da mesa de Flitwick, ficava menor ainda. Do lado oeste, havia um quadro enorme de Rowena, de perfil. Era iluminada, magicamente a noite, por pequenas velas na parede.
– Agora, pode me falar, um de cada vez, o que aconteceu ali?
Primeiro foi Astoria, que por acaso mais exagerou na versão do que contou, de fato. Depois foi Pansy e Draco, os quais foram piores, e depois fora Ginny e Mariana, que estavam omitindo algumas partes – a falar dos palavrões e mais outras coisas. Blaise, na cara de pau, disse que estava prestando atenção numa lufa-lufa que tinha batido na cara de outro lgrifinório. Então restou a Luna contar aquilo, na versão totalmente sem cortes e imparcial.
– Estou surpreso, senhores. Arranjar uma briga aqui dentro, enquanto Minerva se preocupa com o bem-estar de vocês? Não vou incomodá-la com isto, já que ela está tentando manter Hogwarts nos eixos... – Ele disse, sem rodeios. – Venham aqui, às oito horas da noite, para organizar todos os livros em ordem alfabética. Creio que vá demorar apenas um mês.
– Mas já estão em ordem! – Astoria falara, choramingando.
– Não esses livros, senhorita Greengrass. Os da minha sala de aula. – O professor-duende continuou. – E sem magia. Agora saiam.
"Droga, droga, mil vezes DROGA!" Pensou a corvinal de cabelos negros, aflita, saindo da sala com os outros. Quantos livros podiam ter naquela sala? Seu cabelo mudou para um azul bem claro, sinal de frustração.
– Vocês me pagam... – Astoria disse, quando ela saia de mãos entrelaçadas com Malfoy, sendo seguidos pelos outros dois.
– Hei, Mariana, você é metamorfomaga? – Ginny perguntou, curiosa.
– Sim. Ah, meu cabelo tá azul... Não gosto muito dessa cor. – Respondeu, fazendo-os voltarem a ficar negro.
– Acho que você tem um zonzóbulo no seu cabelo! – Luna aponta, sorrindo.
– Aliás, desculpe por eu envolver vocês. Meio que eu e a Astoria temos uma rivalidade, ah, acima da média. – A corvinal de orbes castanho-claro fala, mexendo nos cabelos nervosamente.
– Assim como eu e a Doninha? – Ginevra questiona.
– Não... É bem mais. – Mary responde, girando os olhos. – Tipo, a Greengrass tem um ódio obsessivo de mim. No dia do trem, ela se "encontrou" comigo... Bem, se não fossem o seu irmão e a Granger, além da Loonie, ia acontecer um duelo.
– Ah, por isso que o Ron e a Mione apareceram? – A loira falou, olhando para as duas garotas.
– É.
– Mais fácil se você me contar durante o caminho. Vamos para o Salão Principal, falta algum tempo pro almoço! – A Weasley diz, categórica.
– Claro.
– Aquelas... Aquelas IMBECIS! – Astoria berrou, no meio do Salão Comunal da Sonserina.
– Astoria... Elas vão pagar por isso... Só precisamos ter uma chance. – Pansy redargüia, consolando-a.
– COMO SE FOSSE MUITO FÁCIL FALAR! – A loira berrou novamente, assustando algumas secundaristas que passavam ali. – NÓS TEREMOS DETENÇÃO DAQUI A ALGUMAS HORAS E VOCÊ ME DIZ ISSO?
– Eu, você, Draco e Blaise. E elas três. Só. Além do mais, você faz o Draco ficar aos seus pés... Elas não vão roubá-lo de você.
– Se elas fizerem alguma coisa a ele... – Sibilou, séria. – Vamos para o Salão Comunal, Draco está me esperando lá.
Pansy, apesar de ter consolado-a, odiava muito Astoria, como vocês viram no capítulo anterior. Já que, a melhor maneira de descobrir algum ponto fraco é ficar perto dela.
Mariana explicou tudo para Ginevra, que entendeu o porque da sonserina loira, durante algumas aulas que a Grifinória teve com a casa das cobras, olhava tão mortalmente para ela, como se a ruiva quisesse pegar algo dela..
O fato era que a corvinal tinha saído, e até namorado, um ex da loira oxigenada: Daniel Walden. O cara era da mesma casa que Astoria, e ficaram algumas semanas, e a garota chegou até a espalhar que estavam namorando sério, o que teria sido a gota para o sonserino, que terminou com ela logo depois. O que resultou, depois de dois passeios à Hogsmeade naquele ano, os berros ensurdecedores da garota de orbes verdes.
– Chegamos. – O professor Flitwick disse, abrindo a porta da sala de Feitiços com a varinha.
Os sete alunos viram as inúmeras pilhas e pilhas de livros que se acumulavam. Alguns ameaçavam até a cair com o peso extra.
– Ficarão aqui todos os dias, entre o mês de Setembro e outubro, das oito até as dez e meia da noite. Limparão e arrumarão os livros sem magia. Ah, sim, se não se importam, Minerva escolheu os monitores que estarão vigiando vocês. Estarei na minha sala. – Falou, saindo.
Ginny ficou estática ao ver que Hermione e Ronald iam vigiá-los.
– Não acredito que minha irmãzinha vai cumprir detenção... Com essa doninha!
– Eu que o diga, Weasley. – Malfoy respondeu, irritado.
Antes que começasse outra discussão entre o ruivo e o loiro, Luna alertou que, quanto mais tarde íamos organizar, mais demorava a sair de lá. Na detenção, havia um silêncio profundo entre os nove, sendo quebrado apenas pelas tosses por conta da poeira. Luna cantarolava baixinho uma canção de quando era criança. Os dois monitores, apesar de quererem ajudar, só podiam fazê-lo quando alguém corria perigo.
– Ginny, eu tava pensando... – Mariana iniciou, enquanto carregava mais três livros que começavam com a letra A. – E se eu fundasse um clube? Isto é, e se nós fundássemos um clube?
– Tipo a Armada? – Chutou a Weasley, pegando os livros e, em cima de um banquinho, colocava-os na prateleira.
– Não. Um diferente. – Ela disse, com mais livros nas mãos.
As duas perceberam que Astoria e Pansy estavam ouvindo a conversa, enquanto arrumavam os que começavam com a letra E.
– Como assim? Um clube de moda? – Ginevra questionou, rindo da expressão das duas.
– É, assim a gente convidava o pessoal que ama um esmalte, uma roupa... Básico. – A metamorfomaga falou, risonha. – Pessoas como... Você, certo Astoria?
Ela se surpreendeu com a pergunta e olhou, automaticamente entregando-se. Blaise a acordou do transe.
– Lógico que elas estão te zoando, Greengrass. Ou acha que elas iam te convidar pro "Clubinho"?
– E-Eu sabia disso. Weasley pensa rápido! – Astoria respondeu zangada, jogando um livro para Ginevra.
– Mas o que... – Virou-se, e pegou o livro na sua barriga, fazendo-a se desequilibrar. – Ai, acho que eu vou... AHHHHH!
Luna e Mariana viram aonde a ruiva ia cair: em um monte de livros empoeirados. Por sorte Ron conseguiu segurá-la. Ele soltou-a, vendo (depois) que era uma má idéia.
– Ora, sua...! – Ia dizer quando Luna lhe deu um cutucão, pedindo-a para parar aí.
– Podia me agradecer, não é Ginny? – Seu irmão questionou.
– Ah, obrigada Ron. Vamos voltar a organizar isso. – A ruivinha disse, enquanto olhava mortalmente para a loira de orbes verdes, que havia ganhado um beijinho discreto de Draco.
A detenção passou rápido. Já eram vinte para as onze quando o irmão de Ginny falou que já estava na hora.
– Bem, como monitor, Malfoy, sabe onde levá-los. – A castanha falou, casual e polidamente.
– Vamos. – Respondeu o sonserino. – Nos vemos na ronda, Granger.
Ginevra poderia jurar que ouviram um "pensa melhor, Weasley" de Astoria, enquanto Blaise e Pansy os seguiam. Luna, ela e Mariana foram com o ruivo e com a grifinória de cabelos fofos.
"Aquela loira metida a besta... Quem ela pensa que é?" Pensava com raiva. Mary a chamou, despertando-a.
– Acho que devíamos fazer um clube. De preferência, só de pessoas selecionadas.
– Não sei se vai dar certo. – Ginevra rebateu, indecisa. – Imagina, sou só eu, você e a Loonie!
– Seu irmão também pode. Hermione também. – Mariana diz, olhando para o casal.
– E quem mais? – A ruiva perguntou. – O Malfoy?
– Pode ser.
– QUÊ? – Ronald se virou instantaneamente. – Se o Malfoy entrar nesse... "Clube" de vocês, a Ginevra sai.
– Por isso mesmo, Ron. Você entra pra proteger a Ginny da Doninha Assassina! – Mariana falou, brincalhona.
– O Harry também pode entrar. – Luna disse, sonhadora.
O efeito ao mencionar o nome do moreno fez a garota de orbes chocolate emudecer. A corvinal entendeu, e confortou-a.
– Calma, ele não vai fazer nada. Você sabe... Ele quer que você seja feliz, simples.
– Ah, porque não é Mariana Jacob que se apaixonou por Harry Potter. – Ginny respondeu, dando um sorriso triste.
– Olha, o Harry pode não sentir o mesmo que você, mas sabe como é, O Garoto Que Sobreviveu preza pelo bem de todo mundo, e isso também te inclui. – Mary diz, travessa.
Quando perceberam, estavam entre dois corredores: o da esquerda levava para a entrada da casa dos leões, e o da frente deles levava para a casa dos corvos.
– Foi um dia e tanto. – Luna disse, aparentemente distraída. – Tchau Ron, Mione. Tchau Ginny!
– Tchau. – A ruivinha rebateu, sorrindo.
Subindo para um quadro em especial (a sorte é que estava escuro), elas pararam num quadro de uma bruxa grega que vestia trajes em azul-marinho e roxo.
– Homo sapiens. – Disse Luna, e a bruxa, que resmungava algo baixo, abriu a porta à má vontade.
No Salão Comunal, estavam alguns alunos do primeiro e do quarto ano, uns jogando xadrez bruxo, outros fazendo trabalhos e mais trabalhos.
– Onde estavam? – Uma menina da corvinal, de cabelos loiros bem cacheados perguntou.
– Cumprindo detenção, Louise. – Mariana respondeu, casual. – Boa noite.
– Boa noite! – O coro redargüiu, voltando a sua atenção aos livros.
Já no dormitório da Grifinória, Ginny se dirigira diretamente ao do sétimo ano. Trocou de roupa rapidamente e colocou o baby doll verde-água. Mas não conseguiu dormir. Ficou olhando para o teto.
"Harry quer meu bem. Eu sei que quer. O problema que ele quer que eu seja feliz sem ele. E isso, sinceramente não consigo. Ou será que consigo?" Refletiu, por um bom tempo, até adormecer.
Mal sabia que aguardava uma surpresa.
Continua...
Nota da Autora: Nhaaaa! SAIU! Nossa, nem começou direito a fic e a Asty dá uma de louca varrida Õ.o'... Esse capítulo ficou um pouco maior, MAAAS não muito (ultimamente, até oito páginas, pra mim, é exagero u.u). Até eu quero saber que surpresa é essa (brincadeirinha!). Ah, sim, não só na Mary e nem na Ginny a Astoria vai dar piti. Espera só ;). PS: Cadê o Harry? Simples: ele vai aparecer no próximo capítulo!
Beeeijos!
Hinata Weasley
