Disclaimer: Harry e Cia. não é meu. Só a Mariana, que por acaso tá protestando contra o Aquecimento Global.
Notinha: Floriguinhos, tudo bem que essa fanfic tá classificada como "Humor/Romance", mas talvez eu mude só para "Romance".
Boa leitura, amores! n-n
Suco de Morango com Bolinhas de Tutti Frutti
Capítulo Três.
Durante aqueles dias, a detenção estava suportável – isso se você não contar os pequenos "deslizes" de Astoria com Ginevra e Mariana. Uma hora, era um livro jogado, outra, o tropeço da ruiva, e assim ia. Mariana sabia que a ruiva e a loira já queriam se matar (literalmente falando). E pior, o que mais irritava a ruiva era que Draco dava um presentinho pelas maldades dela...
– EU NÃO AGUENTO MAIS! – Exclamava a ruiva, em pleno dormitório da Grifinória.
– Ginny? O que aconteceu? – Hermione perguntava, preocupada.
– AAHHH! A Greengrass, o Malfoy... QUE MERDA! – Berrou, e a castanha podia jurar que ouvia algo como vidro quebrando.
– Calma, faltam mais quatro semanas... – A outra responde, tentando acalmá-la.
Mas só foi piorando. Naquela noite, Ginny ia ter uma surpresa...
O dia ocorreu calmo – até demais – para as três protagonistas desta estória. Uma pessoa em especial, que ironia, estava fazendo planos para estragar o ano de Ginevra, Mariana e Luna.
– Se elas estão fazendo alguma coisa, Pansy... Alguém vai ter que se infiltrar lá...
– Mas Astoria, elas estavam tirando uma com a sua cara... E além do mais eu não acho que estejam fazendo realmente alguma coisa. – A morena rebateu, receosa.
– Não, Parkinson! Você é burra ou o quê? Não acredito que vá acreditar nelas!! – Astoria respondeu, irritada. – Que tal a Violet Michigan?
– Ela não. Dá com a língua nos dentes. Além de ser cínica. – Fala, cansada.
– Amanda Richard?
– Fã clube do Potter. Anda com a Vane. – A garota de orbes ônix rebateu, com tédio.
– Linda Williams? Marie Renoir? Alice Brown?
– Beauxbatons, Marie engravidou e saiu daqui ano passado e Alice foi embora e não voltou mais. – Pansy respondeu, categórica.
– Já sei! – Astoria falou, como se um monte de luzes acendesse acima de sua cabeça. – Você vai ser minha espiã.
– Espera... Eu, Astoria?
– Claro! Você tem que conquistar a confiança delas, ver o que elas estão fazendo, e contar tudo para mim. Simples, não acha?
– Não sei se– Ia terminar, mas fora interrompida por Astoria.
– Olha aqui, queridinha. Você é a única amiga MULHER do Draco, já que todas as outras eu pus para correr. E eu sei que você, Pansy Parkinson, não tem só uma paixonite pelo meu loiro atraente. Então, se ainda quiser ficar perto dele, sugiro que siga as minhas ordens, senão todos irão descobrir que você...
– NÃO! Não diga isso em voz alta, por favor. – Odiava-se rebaixar por causa daquilo. Não queria se lembrar. Isso a atormentava dia e noite. – E-Eu faço. Mas não deixe Draco saber, por favor, Astoria.
– Boa menina, Pansy, boa menina. – A loira disse, diabolicamente. – Você irá conquistar a confiança delas... Nem que para isso tenha de parar de falar comigo.
A morena só balançou a cabeça, afirmando.
– Eu acho que tínhamos de ter alguma coisa para identificar os membros... – Mariana falou, pensativa.
– Que tal colar de beterraba? São ótimos contra Dentes-de-sabre holandeses. – Luna respondeu, com confiança.
– Da última vez que pus um colar seu, o Filch quase que morre engasgado. – A metamorfa responde, com uma sobrancelha levantada.
– Então, que tais anéis? São discretos, e podemos fazer um feitiço de disfarce! – Ginny comentou, enquanto via a paisagem.
– Anéis comuns? Ah, não sei... – A loira falou. – Alianças.
– LUNA, VOCÊ É UM GÊNIO! – As duas garotas berraram, atraindo a atenção de todos que estavam naquele corredor. Cada uma abraçou de um lado, e a menina de orbes azuis ficou sem entender.
– O que eu foi que eu falei? Deve ter sido dos colares...
Nessa hora, chega alguém muito conhecido pela ruiva – e devo dizer, conhecido por mais da metade do Mundo Bruxo.
– Ginny?
– Ah... Oi, Harry. – A ruiva respondeu, muito sem graça.
– Ah... É... A gente pode conversar d-depois? A sós, de p-preferência. – Ele falou, quase que tropeçando nas palavras.
– C-Claro. – Ginevra responde, totalmente surpresa.
– Tudo bem então. Antes do jantar. Até – Disse, se virando.
– Até...
Luna e Mariana perceberam que Ginevra ficou pouco à vontade com aquele convite. Tecnicamente, a ruiva estava pensando em o quê o moreno queria falar com ela. E só os dois? Sentia um pressentimento bom – o que, para nós é bom mesmo, e vai ser explicado o porquê.
– Tô achando que alguém vai namorar de novo. – A garota de orbes castanho-claros falou, sorridente. – E vai namorar Harry Potter...
– Ai Meu Merlin. – Ela disse.
Elas iam dar um grito histérico se a professora McGonagall e o professor Flitwick não tivessem passado por ali.
No almoço, Luna e Mariana sentaram-se na mesa dos grifinórios, convidadas por Ginevra, e conversavam animadamente. Da mesa das cobras, Pansy olhava-as com uma certa pontada de inveja.
"E eu aqui, que tanto queria a companhia de Draco... Agora estou presa".Pensava, tristemente, mal-tocando a comida.
– Melhor você comer, Pansy... – Goyle respondeu. – Imagino o que Crabbe diria se estivesse aqui.
– Ele me olharia com aquela cara de trasgo lerdo querendo comer também minha comida... – Respondeu, dando um riso fraco.
Poderia-se dizer que Vincent Crabbe e Gregory Goyle eram os que Pansy poderia chamar de "melhores amigos". Apesar de Vincent ter morrido, ela sentia saudade da "quase-amizade" que eles tinham.
– É... Bem, preciso terminar de comer, logo depois vai ser Adivinhação.
"Melhor".Refletiu a garota, ouvindo a resposta de Goyle. – Verdade.
Ela ainda pensava numa forma de se aproximar delas quando lhe surgira uma idéia. E a usaria na detenção.
Naquele dia, as aulas correram rápidas. Muito. Ginny estava nervosa, apesar das palavras de Luna (não vai acontecer nada) e Mary (tudo vai ficar bem, Ginny!). Harry pedira para encontrá-la no Salão Comunal da Grifinória mesmo, já que a partir de lá, eles iam para o Salão Principal.
– Gin? – Arriscou o garoto, vendo-a entrar pelo quadro da Dama Gorda.
– Ah, oi Harry. Então...? – Ela perguntou, nervosa.
Um silêncio incômodo tomou conta dos dois. Ninguém sabia o que falar, e quem passassem por ali, via que os dois tentavam pelo menos pensar sem olhar para cara do outro.
– Quero que... Perdoe-me por aquilo no enterro de Dumbledore.
– Por que? – Ginny vacilava no passo. – Sabia que tinha que proteger a todos, e eu nem contestei... e meu...
– Meu amor por você não mudou. – Harry respondeu, sério. – Eu te amo, Ginevra. Mesmo que eu tenha terminado, meu amor não mudou durante um ano. Quando executava o Patrono eu pensava em meus pais, em Sirius, em você. Eu só pensava em acabar com aquilo o mais rápido possível, para poder ver teu sorriso de novo, a sua risada, sua voz... Você é a pessoa mais importante da minha vida.
– E meu amor por você não mudou, Harry. Eu te amo com todas as forças. – A ruiva falou, emocionada. Abraçou-se a ele, sentindo que poderia ser feliz outra vez.
– Quer ser a minha namorada outra vez, Ginevra Molly Weasley? – Murmurou, olhando-a nos olhos.
– Eu aceito, Harry Tiago Potter. – Respondeu, dando um beijo no moreno.
E foi um beijo suave e cheio de amor, nem rápido e nem devagar, como eles.
No dormitório do sétimo ano, Pansy pensava se queria comer. Se queria sair dali. Decididamente, odiar Astoria não era mais uma questão de segurança, era uma questão pessoal demais.
"Como eu pude deixar ela descobrir?" Refletia, inconscientemente rasgando a sua camisola de seda vermelha.
Havia sido fraca. Era agora uma escrava da loira, tudo por causa de um único detalhe. Esse era o seu maior erro: confiar demais nos outros. Agora perdeu tudo, perdera um amigo, perdeu a vontade de viver e perdeu Draco, já que não podia ser mais do que uma amiga.
– Uma amiga... Que irônico. Eu já era amiga dele até você chegar. – Murmurou, para o nada. – Mas eu vou fazer o que você quer. E vai ser a minha salvação.
Levantou-se bem mais disposta. Ia ter que dar certo. "Vai dar certo" Pensava, pouco otimista, indo para a saída do dormitório.
No jantar, todos comentavam que Harry e Ginevra voltaram a namorar, devido ao clima melosamente romântico que tomava conta dos dois. Talvez nem tanto, já que a ruiva não gostava muito de receber comida na boca. Ela ria muito da cara de envergonhado que ele fazia, e Luna e Mariana observavam tudo a longe.
– Pelo jeito tudo se acertou entre eles, hein? A Ginny deve estar muito feliz.
– Mas as luas douradas no cabelo dela estão brilhando... Menos. – Luna respondeu, sonhadora, mas com leve tom preocupado.
– Estão? – Mariana perguntou, surpresa.
– Parece que sim. – A garota avoada respondeu, no mesmo tom. E, como um estalo, lembrou-se de algo. – Ah, é, onde vai ficar o Clube?
– Não pensei nisso, Loonie. – Disse, enquanto tomava o resto do suco de abóbora. – Tem que ser uma sala enorme. A gente precisa de uma sala enorme.
Depois de dois míseros segundos, as duas se entreolharam.
– A Sala Precisa! – Murmuraram, sorrindo.
Eram umas nove e meia quando os sete alunos já terminavam arrumar os livros da letra H. Astoria, como sempre, dava seus comentários irritantes, Blaise e Pansy estavam revirando os olhos para a loira e Draco parecia muito encantado com ela.
– Sério, aquela vaca deve ter lançado um feitiço na doninha, certo? – Mariana sussurrava para Ginny.
– O Malfoy tá babando nos livros. – A ruiva murmurava. – Aliás, ainda aquela idéia de pé?
– Sim, o lugar vai ser a Sala Precisa, e vamos convidar o resto via coruja. Só precisamos escolher o restante e pronto!
As duas garotas sorriram, e Luna trazia os últimos livros da letra H.
– Agora vamos começar com a letra I. – A loira falou, sorrindo.
Mary deu uma olhada furtiva em Pansy, e via que a morena estava olhando vagamente para os livros. Virou-se rapidamente quando ela se levantou, trazendo seis livros, três em cada braço. "Nossa, é bem forte a Parkinson..." Refletia, dando um sorriso travesso por dentro. Só que, como boa observadora – ou razoável – viu que ela estava triste por algo, e Greengrass olhava para ela de canto-de-olho e sorria ironicamente. Sem querer, Pansy deixou os livros caírem.
– Droga! – Respondeu, enquanto tentava colocá-los de volta na ordem correta.
– Nossa Parkinson... Nem isso consegue direito? – Astoria debochava da cara dela. – Credo, achava que tinha mais classe!
A garota olhava-a com raiva. De repente, percebeu uma presença ao seu lado.
– Olha, deixa que eu te ajude. – Ginny disse, pegando alguns livros.
– Não preciso de sua ajuda, Weasley. Vai lá com seus amiguinhos grifinórios. – Pansy rebateu, sentindo-se humilhada.
– Parkinson, depois dessa "caída", você precisa mesmo de ajuda. – Mariana redargüiu séria e casual, ajudando a morena de cabelos negros se levantar. – E, a propósito, eu e a Luna somos da Corvinal.
– Nossa, sendo ajudada pela metamorfomaga sangue-ruim, Parkinson. Isso é totalmente humilhante. – Astoria falou, despertando tanto a atenção dos dois monitores e de todos os outros.
– Greengrass retire agora o que disse. – Ginevra sibilou, começando a perder a calma.
– Não, Ginny. – Mary respondeu, casual. – Quero terminar isto o mais rápido possível.
– Aff, eu vou terminar de arrumar longe de vocês. Posso pegar germes. – A loira falou.
– Você vai pagar por isso... – Pansy murmurou para Astoria, o qual fora ouvido por Mary.
O clima ficou tenso depois da pequena discussão. Blaise olhava incrédulo para Pansy, porque ela mantinha a calma mesmo depois daquilo. Quando todos já haviam sido dispensados, ele a puxou para um canto.
– Que negócio foi aquele, Pansy? A Greengrass te humilha e você não diz NADA??
– Desde quando você se preocupa, Zabini? – Ela questionou, fria. – Você não tem que ficar ao lado de Draco, com a namoradinha vagabunda dele?
– Desde quando o Draco começou a namorar que eu me preocupo. Eu já percebi que você não recebeu com bons olhos o fato dele namorar justamente a Astoria.
– Blaise, você não entenderia. – Respondeu, indo para as masmorras.
"O que está acontecendo com essas garotas?" Refletia o negro, fazendo uma cara de descrença.
Quando estava na sua cama, Pansy fechou todas as cortinas e mandou um Abaffiato. Ela não queria ser incomodada naquela situação. Adormeceu em seguida, com o rosto lavado pelas lágrimas.
No domingo, único dia que eles não cumprem a detenção, Mariana estava na biblioteca com Ginevra, numa mesa mais afastada, para poderem discutir melhor sobre o clube. Mas a ruiva nem tinha prestado atenção na explicação da metamorfomaga – o que por acaso, naquele dia optou por um cabelo curto e azul-arroxeado, com pequenas mechas vermelhas.
– Bom, já que está quase tudo pronto, só falta quem vai entrar. – Ginny disse, feliz.
– Você não ouviu o que eu disse, não é? – Mary questionou, risonha, mas o olhar estava sério.
– E-Eu ouvi sim!
– Então me diga a última frase de que falei.
Vendo que a ruiva ficou sem-graça, e corada como os cabelos, repetiu.
– Olha só, temos a chance de infernizar o Malfoy e ele não reclamar... Pelo simples fato desse clubinho especial prezar o segredo entre seus participantes. O que ocorre lá fica lá.
– Mas vai ser um clube de quê?
– O que você quiser. O que nós quisermos. Acho que escolhi o nome perfeito... – Mary respondeu, contente. – Agora precisamos convidar os participantes. Lá, nós vamos nos tratar com nomes específicos.
– Isso tá parecendo aqueles filmes trouxas de agente secreto... – A Weasley respondeu, desconfiada. – Só que vamos nos reunir todos os dias?
– Não. Duas vezes por mês está bom... Lembre-se, é um clube de "qualquer coisa". Simples assim! Com a premissa "vamos tornar o seu ano um acontecimento maravilhoso".
– Que tal "o seu sétimo ano nunca mais será o mesmo?".
– Perfeito! Vamos aos convidados. – A corvinal estendeu-lhe um pergaminho com os nomes de todos que queria convidar.
Ginny se assustou. – Ah, quando você disse que ia convidar a Doninha, pensei que estava brincando.
– Isso que torna a coisa mais divertida!
No dormitório do sétimo ano sonserino, às três horas da tarde, Pansy levantou-se e foi diretamente para o banheiro. Deixou a água fria descer pelo seu corpo. Mais alguns instantes, e saíra enrolada numa toalha vermelha felpuda. Ela colocou o uniforme, os sapatos e secou o cabelo curto e negro com a varinha. Estava tão absorta que nem viu uma coruja bege com manchas marrons bicar incessantemente a janela, até que um pigarro alto a despertou.
– Ai que susto!... Que bilhete é esse? – pegou, da pata do animal, o pergaminho. Leu-o com cuidado.
Olá, Pansy Parkinson.
Sei que deve estar se perguntando quem sou eu. Mas eu sei quem é você. Srta. Parkinson é a nossa convidada a participar do Clube. Por quê este nome tão... Popular? Saberás quando aceitar meu convite.
Lá, a senhorita verá as regras. O Clube é totalmente mutável. Mas, na definição mais comum, um clube de desafios. Não nos comunicaremos por nomes verdadeiros, exceto na primeira reunião do mês, onde conhecerás os participantes.
Senhorita, me crê que sua participação será de todo importante. Se quiser, responda atrás deste pergaminho com apenas o toque de sua varinha. Se não, queime este convite e diga a palavra "Camaleão" para a coruja à sua frente, e esqueças de que um dia o Clube te convidou.
Acredito que lá encontrará a solução do seu problema.
Camaleão.
Pansy olhou-a estupefata. Alguém estava convidando-a a participar de um clube que podia ser de qualquer coisa, que por alguma razão do destino sabia qual era o pequeno problema dela. Viu se tinha mais algo escrito, e viu que tinha uma pequenina frase surgindo no pé do pergaminho.
P.S: Recomendo aceitar, pois prometemos que seu sétimo ano não será mais o mesmo.
– Astoria quer que eu me rasteje para ela, por causa daquilo... – Murmurou, com raiva.
Tocou o papel com a sua varinha, que instantaneamente brilhou e ficou com uma fraca aura dourada. A coruja pigarreou alto, e ela olhou para o papel, que todo o escrito sumira, e só apareceu poucas linhas.
Parabéns, Pansy Parkinson.
Quando nos encontrarmos, eu avisarei onde e quando.
Quando viu que a coruja bege com manchas marrons sumiu no céu, com o pergaminho brilhando na pata, sorriu internamente.
"Se Astoria Greengrass quer minha vingança... Ela irá ter".Pensou, triunfante. "E eu vou me livrar disso de uma vez por todas."
Agora, o que mais Pansy queria era a resposta do misterioso Camaleão.
Continua...
:: Ouvindo Paramore - I Caught Myself (Twilight Soundtrack) ::
Nota: HOHOHOHOHSOHSOHSOHO! Uma coisa que eu adoro nas fanfics é os barracos (juro por Morgana de vestido rosa, sério XD) e algum mistério... O que será que a Pansy tanto esconde? Bem que eu pensei em alguns absurdos, mas decidi por um que afetaria seriamente o Draco. Ah, é... SIM! TEVE ACTION H/G numa fanfic D/G O.O (aí vocês querem me matar, já que a Ginnynha tá namorando o Harry Eu-Finalmente-Vou-Curtir-Minha-Adolescência-Sem-Nenhum-Defunto-Com-Cara-De-Cobra-Me-Perseguindo Potter de novo e está "happie" da vida). Mas a Mary disse que ia ser bom (e lógico que irá ser, vocês vão ver). Esperem pelo próximo capítulo, flores da minha vidinha :D
Beeeijos!
Hinata Weasley
