Disclaimer: Harry Potter não me pertence (ainda). Eles são da Adorável Mulher Loira Que Ganhou Milhões Com a Série, dos Livros Escoláticos e dos Irmãos Warner. E essa fanfic *COF COF linda COF COF* não tem finais lucrativos, físicos, químicos ou biológicos.
(Inner: Chega, Hinata-sama, eles querem ler a Incrível estória do bruxinho que salvou todo mundo ¬¬)
Hinata: Tá, tudo bem u.u'
PS: AAAAAH, SIM! Duas reviews *.*! Thanks you, Manu Black (Meu amorzinho, o Fred vai aparecer sim! Tá, sou uma LEEERDA, mas o seu ruivo preferido vai aparecer, e ainda vai ajudar as garotas com algumas travessuras ;*) e jaque masen lovegood (Nhaaaa! Obrigada por tar lendo minha fanfic até agora, flor , a Astoria é muito cara de pau, já vou avisando XD).
Não uso (e nem gosto Oo) ameaças do tipo "Só vou atualizar se me derem 10 reviews", porque ou com cinco ou com cinqüenta comentários, a fanfic não vai parar simplesmente por que um ser humano não comentou. Só digo que, para aquelas pessoas que acompanhavam o meu bebê e nos deixaram, por favor, VOLTEM a comentar :/ - é muito desmotivador ao ver que aqueles que acompanhavam a fic não tão mais aqui =/
Boa leitura :D
Suco de Morango Com Bolinhas de Tutti Frutti
Capítulo Quatro.
Na hora do almoço daquela quinta feira, os alunos estavam eufóricos. Por conta do primeiro passeio a Hogsmeade. Agora, como o inverno estava aumentando e com a chegada do Natal, é comum o pequeno vilarejo decorar-se por luzes natalinas.
– O que vão fazer quando forem a Hogsmeade? Eu vou à Madame Pudifoot, com o namorado mais lindo do mundo! – Astoria disse, sorridente, agarrando o loiro pelo braço. Obsessivamente.
– Astoria, aqui não... – Draco respondera, visivelmente contrariado.
– Ah, que isso! Ela te ama, cara! – Blaise comentou um pouco alto demais, além de ser completamente irônico.
Da mesa da Grifinória algumas pessoas riam da cena, como Harry e Ginny.
– Háháhá o Malfoy com aquela cara é impagável! – O moreno comentou, entre risos.
– Concordo. – Ela respondeu, olhando mais do que o necessário – leia-se por: mais de cinco segundos olhando para uma doninha fresca e chata.
Até que o olhar de Draco cruzou-se com o dela. Os dois tentariam conversar por olhares, se não fosse por...
– Hei, o que há, Gin? – Harry perguntou, desviando a atenção da namorada.
– Nada não... A gente tem que ir pra aula de Herbologia! – Ginevra responde, levantando-se e correndo às portas de carvalho.
– Espera, Ginny! – Ron levantou-se, sendo seguido por Hermione.
"Ginevra Molly Weasley, o que foi aquilo?" Uma voz idêntica a da sua mãe questionou-a, fazendo a ruivinha ficar confusa. "Por que o Malfoy começou a olhar pra mim tão intensamente, com aqueles lindos e maravilhosos olhos azuis e... HEY GINEVRA! FOOOCO! FOOCO! HARRY POTTER É SEU NAMORADO!" Mentalizou, ficando pior do que já estava.
Depois da Aula de Adivinhação, Mariana e Luna foram direto para o Salão Comunal.
– Por que a gente está aqui? Agora é aula de História da Magia...
– É, mas o professor Binns nem vai notar. Quero te mostrar uma coisa. – Mary fala, levando-a até o dormitório do sétimo ano, mais exatamente a sua cama.
Debaixo dela, Mariana tirou uma caixa verde e lisa. Abriu-a e Luna olhou o que parecia ser vários pergaminhos.
– O que é isso, Mariana?
– Loonie... – Respondeu a metamorfomaga, sorrindo. – São cartas-convite. A gente vai fundar um clube, e precisamos de convidados, ou seja, temos que mandar tudo isso hoje e amanhã, sem falta, via coruja.
– Mas eu não tenho uma coruja, Mary. – Luna comentou, preocupada.
– Por isso mesmo, vamos precisar da Cookie...
– Quem é Cookie?
– Minha coruja. – Mariana rebateu, confiante. – Além do mais, eu já comecei. A Parkinson é minha primeira convidada.
– Por que? – A garota de brincos de cenoura questionara, curiosa.
– Digamos que é segredo. E também vou convidar o Malfoy e o Zabini... Sabe como é, precisamos do maior número de pessoas. Eu já tinha falado isso com a Ginny, mas ela achou que eu estava brincando. Agora temos que fazer isso rápido!
– Sim! – Luna disse, dando um pequeno pulo. – Mas espera... O Ron e a Hermione...
– Calma, minha cara. Vamos fazer esse sétimo ano ser o nosso melhor!
Então, com as cartas-convite em mãos, as duas foram para o Corujal. Mas tinham de fazer isso logo, já que a próxima aula era de Poções e ninguém queria ver o Slughorn irritado...
Draco não entendeu a reação de Ginevra. "Que isso, Draco, vai ficar pensando na Weasley quando você tem uma loira linda como sua namorada?" Não sabia o porque daquela voz irritante ser tão igual à de seu pai. "Mas ela bem que é bonitinha... Tem um cabelo escandalosamente vermelho, mas tem um corpo que... QUE ISSO! TÔ PENSANDO NA WEASLEY!?" Finalizou, aterrorizado.
– Aconteceu algo, meu amor? – Astoria perguntou, enquanto ele se levantava e saía dali o mais rápido possível.
– Nada... – "Às vezes eu tenho medo de mim mesmo... Arre, como sou idiota!" Completou repreendendo-se a si mesmo.
Pansy olhava-os divertida. "Acho que eu to gostando da ruiva coelha..." Mentalizava, travessa. "A Astoria nem vai saber o que a atingiu!" .
Naquela tarde, estava tudo calmo e normal para Hogwarts – se o que você chamar de calmo é um monte de alunos estudando, quietos, está equivocadamente errado.
Isso porque Ginevra tentava, a todo custo, não pensar num certo loiro (doninha) de olhos azul-acinzentados e de ombros largos – A ruiva demorou a parar de pensar como os ombros de Draco eram bem lindos e os de Harry eram... Os de Harry.
– Tá tudo bem mesmo, Ginny? – O moreno perguntava, enquanto ela se perdia (e muito) na explicação da professora Sprout.
– Harry, você sabe que eu te amo. Mas eu não quero repetir em Herbologia... – A ruiva falou, um pouco séria demais. Suavizou o tom. – Desculpe, mas é que os NIEM's estão chegando e...
– Tudo bem, amor – O Potter murmurou, sibilando um coração com as mãos.
"Desde quando ele começou a ser tão... Emotivo? Aliás, por que eu comecei a pensar nisso?" Ponderou a ruivinha, enquanto retribuía o gesto.
No dormitório do sétimo ano da Sonserina, Draco estava olhando para o teto quando uma coruja adentrara e ficou na cama de Blaise. Ela trazia uma carta amarrada em sua pata. "Agora essa... A Astoria deve ter mandado um bilhete rastreador!" Refletiu irritado.
Ficou surpreso ao ler o que tinha dentro.
Olá, Draco Malfoy.
Sei que deve estar se perguntando quem sou eu. Mas eu sei quem é você. Senhor Malfoy, é o nosso convidado a participar do Clube. Por quê este nome tão... Popular? Saberás quando aceitar meu convite.
Lá, o senhor verá as regras. O Clube é totalmente mutável. Mas, na definição mais comum, um clube de desafios. Não nos comunicaremos por nomes verdadeiros, exceto na primeira reunião do mês, onde conhecerás os participantes.
Senhor, me crê que sua participação será de todo importante. Se quiser, responda atrás deste pergaminho com apenas o toque de sua varinha. Se não, queime este convite e diga a palavra "Camaleão" para a coruja à sua frente, e esqueças de que um dia o Clube te convidou.
Acredito que lá encontrará a solução do seu problema.
PS: Recomendo aceitar, pois prometemos que seu sétimo ano não será mais o mesmo.
Camaleão.
– Espera... Quer dizer que esse "camaleão" acha que tenho algum problema? – Questionou a si mesmo. Ironizou. – Malfoy nunca tem problema nenhum que possa ser solucionado.
A coruja soltou um pigarro deveras irritante ao ouvir a última frase do loiro.
– Por que eu aceitaria?
Mais um pigarro.
– Você é bem irritante, coruja. – Draco respondeu, zangado.
Mais um pigarro e a corujinha deu uma bicada forte na mão do sonserino.
– AI! Minha mão! – Se alguém estivesse lá, acharia o grito do garoto muito gay.
E outro pigarro.
– Não tem por que eu aceitar, certo? – O loiro murmurou a si. Realmente não tinha, mas a curiosidade falou mais alta.
Tocou o pergaminho com a ponta da varinha, e ele brilhou. Apareceram duas frases.
Parabéns, Draco Malfoy.
Quando nos encontrarmos, avisarei onde e quando.
Ele leu, e depois de ter amarrado o pergaminho na pata do animal, disse:
– Quero ver quem é que vai me fazer falar com corujas de novo.
Mariana viu que sua coruja havia chegado em seu quarto, às seis horas da tarde, e vira que o convite de sonserino loiro estava em cima de sua cama.
– Há! Ele aceitou! Inteligente doninha... Agora todos estão chamados!
Saiu de seu quarto, indo encontrar-se com Luna e Ginevra no segundo andar. Quando chegou, as duas conversavam sobre a (temida) aula de Herbologia da ruiva. Dava para ver o vermelho do rosto de Ginny se misturando aos cabelos.
– Acredito que devem estar falando coisas bem interessantes... Parece que a Ginny se queimou no sol! – Mary comentara, rindo.
– Antes fosse... Eu quase não prestei atenção na aula da Sprout.
– Foi por causa do Harry? Sabe como é, relacionamentos amorosos com estudos não se dão bem...
– Pode ter sido... – A ruivinha disse, desconversando. Mary percebeu, mas resolveu disfarçar.
– Depois a gente fala sobre... O legal é que todo mundo já recebeu as cartas! Agora todos estão dentro do Clube...
"Agora mesmo que eu não quero saber do Malfoy..." Pensou a Weasley, lamentando-se.
No Salão Principal, Harry comentava com Ginny (nossa protagonista, além das outras, claro) que havia recebido uma carta estranha.
– Uma tal de Camaleão me deu um pergaminho estranho...
– Sério? Eu recebi também. Ele dizia que o nosso sétimo ano não será mais o mesmo... – Ron falava, depois de ter comido um pedaço de bolo de chocolate. – Olha, acho que deve ser mais um daqueles fãs-clubes seus Harry.
– Acho que não. – Ginevra rebateu, um pouco mais séria. Ela sentia certo ciúme de todas as garotas que tentavam assolar seu herói.
De repente a garota viu que Mariana saíra correndo do Salão, chamando a atenção de todos.
– O que será que aconteceu com ela?
Logo ouviram gritos absurdamente altos.
– PÁRA ASTORIA! EU NÃO FIZ NADA! – Pansy berrou para a loira.
– Escuta aqui. Ultimamente você está saidinha demais para o meu gosto, Parkinson. – Astoria falou, dando um chute na garota.
Logo a menina sentiu um choque de dor na barriga. Tentara se apoiar na parede, mas a garota loira a empurrou com força, jogando-a no chão frio.
– Está com c-ciúme, Greengrass? – Murmurou, desafiando-a. – D-Draco não v-vai gostar de s-saber que sente isso.
– CALA A BOCA, VACA!
– C-Com esse g-grito, Astoria, você chamou... Você chamou todos, l-literalmente. – Pansy diz, sentindo outro choque agudo quando a menina a chuta outra vez, mas nas costas.
– Astoria. – Uma voz arrastada falou, e pelo tom, estava surpresa.
Assim como ele, todos de Hogwarts viram a chocante cena: Pansy Parkinson estava no chão, sem a capa e com parte das roupas rasgadas, e com cortes e hematomas nos braços e nas pernas.
– D-Draco, eu não fiz nada! Ela que veio para cima de mim!
Mariana, Luna e Ginevra, que chegaram primeiro, e com algum esforço, conseguiram ficar ao lado de Ron, Hermione e Harry, que viam a cena impressionada. Imaginem o seguinte: uma garota, com a barra da camisa branca rasgada, cortes nos braços e nas pernas e com hematomas no rosto. E uma loira olhando para eles com uma cara aterrorizada.
– Srta. Greengrass, pode me explicar o que... Meu deus! Srta. Parkinson! – O professor Slughorn articulou, chocado.
O pior não era nem isso, era que Astoria olhava para Draco e ele fazia o mesmo. Incrivelmente, Ginevra despertou a atenção do loiro.
– O que está fazendo, Weasley?
– Ajudando alguém, seu idiota. – Ela respondeu, enquanto ajudava Pansy a se levantar.
Madame Pomfrey, que fora chamada por Filch, conjurou uma maca e, através de sua varinha, colocou a garota nela e levou-a para a Ala Hospitalar.
– Vamos voltar, Ginny. – Mariana disse, puxando-a. Ela olhava seriamente o sonserino. – Eles dois têm que resolver isso sozinhos.
No dia seguinte, não tinha nenhum assunto diferente a não ser pelo fato de Pansy Parkinson aparecer toda machucada e Astoria usar sapatos de bico fino e ainda dizer que não fez nada.
– Não entendo... – A ruiva falou, saindo do Salão com Mary e Luna. – Por que a Greengrass ia fazer isso com a Parkinson?
– Por que talvez ela e Pansy eram rivais... – A loira disse, com o tom sonhador. – Acho que algum zonzóbulo embaralhou a cabeça da Greengrass.
– Acho que nós vamos fazer a nossa primeira reunião mais rápida do que pensamos, senhoritas. – Mariana falou, com um ar de detetive.
– Esta noite? Hoje é o último dia de detenção. – Luna falou, confusa.
– Não, não esta noite. Depois de Hogsmeade. Amanhã! – Mary responde, confiante.
Por alguma razão, as três garotas acharam que seria bem divertido.
Continua...
:: Ouvindo Guns 'n Roses - Sweet Child O'Mine ::
Notinha: Sério, com a aproximação das aulas (as minhas, infelizmente falando, vão começar dia 26 ¬¬), tô sofrendo das piores crises de Não-Criativade que existem :/... MAAAS Boas novas: já criei os Capítulos Cinco e Seis, e GOMEEEN (principalmente você, Manu, que tá doida pra ver o Fred em ação, MUHAUHAUHAUHAUHAU XD), mas a família Weasley vai aparecer quando, perto do Natal, Ginny convida a Mary e a Luna pra irem para lá (claro, tem um outro motivo bem oculto, mas isso vcs descobrem quando lerem a fic).
Outra coisinha: Sorry pela falta de actions =/. Tá, nenhuma fanfic deve ser TÃO lerda quanto a minha pra acontecer alguma coisa, (T-T), mas acreditem quando eu digo que há surpresinhas... Aliás, sou uma leitora antes de tudo, e por mais que o começo seja um téquinho chato, a fanfic vai evoluindo a cada dia. Não sou uma ficwriter que atualizada mensalmente, quinzenalmente ou anualmente (sério, às vezes é horrível vc ler uma fic que demora ANOS para ser atualizada...).
Beeijos!
Hinata Weasley
