Disclaimer: Nada me pertence, nem os personagens e os lugares! A única coisa que ganho é a atenção dos meus fiéis leitores *-*! Antes que a Tia Jô me mate com o Avada O.O *correndo feito uma louca*.

Nota: EEEE! Vamos às R E V I E W S! n.n

Manu Black: inacreditavelmente falando, O FRED apareceu, finalmente *coro berrando: ALELUIA*, mas não me mate, se estiver meio estranho (nhaa, estamos falando do cara mais engraçado de HP, ou seja, estranhamente engraçado XD)! Brigada por ler minha fic até agora *-*

LaraQueiroz: Nhaaai, moça! Obrigada, novamente, pelas suas reviews *.*. Bem, eu love love o Cebolinha n.n (que a Mônica não me ouça dizendo isso i-i') e thanks por ter comentado na minha outra fic too :D

Weeeeell, vamos logo antes que a Tia Jô me ache ioiV

Boa Leitura :D


Suco de Morango com Bolinhas de Tutti Frutti.

Capítulo Sete.

Correndo, Mary pôde ver a senhora Weasley saindo da loja com um embrulho verde-oliva. A bruxa virou-se para a corvinal e sorrira.

– D-Desculpe, senhora Weasley, eu demorei e...

– Não se preocupe. Mary, você a entregou?

– Sim! – Ela respondeu, prontamente.

– Vamos, senão ficará muito tarde para voltarmos. – Molly comentou, pegando na mão da garota e aparatando.


Ginevra estava em seu quarto, no parapeito da janela. Observava os flocos caírem livremente no chão esbranquiçado pela neve. "Ele pediu. Aconteceu de novo".Pensou, estendendo a mão alva e os flocos ficavam ali, derretendo pelo calor da mesma.

Não havia chorado, muito menos gritado. Estava muito chocada para dizer/fazer alguma coisa. Por um lado, seu coração parecera bem mais leve, só que o outro...

– Ginny? A Mary está chegando, você não vai...? – Uma voz melodiosa e sonhadora se pronunciou no quarto. – Ginny?

– Eu não vou descer, Luna.

– Mas Ginny, seus irmãos, Hermione, Harry... Todos eles estarão lá...

– EU JÁ DISSE QUE EU NÃO VOU DESCER! – A ruiva exasperou-se, surpreendendo a amiga.

Se alguém visse aquilo, não acreditaria no que acontecera: Ginevra descontou a raiva em cima da corvinal. Arrependeu-se do que dissera.

– D-Desculpe, Loonie... Eu não quis gritar. Desculpa. – Ela responde, desconfortável.

– Não, tudo bem, Ginny. Eu vou dizer que você está passando mal. – Luna falara, com um sorriso sincero. – Mas eu e a Mary vamos trazer um pedaço de bolo de frutas pra você. Sabia que as mariposinas de asas longas nos ajudaram?

– Claro. – A ruiva falou, com um tom pouco feliz.

– Eu vou descer... Até mais tarde. – A loira falou, fechando a porta.

Depois que ela saiu, Ginevra continuou a olhar a janela, esperando... Esperando o quê? Ah, esperando por alguém tirá-la daquela situação. Não poderia festejar o Natal com todos porque ele estaria lá, olhando-a com certa culpa, porque lógico, ele a magoou, e Harry Potter sempre preza pelo bem de todos. E a ruiva sabia bem que ele sequer sentia isso. Ia parecer mais alívio do que propriamente culpa.

Ela ouviu um pequeno estalido ao longe, e vira que sua mãe e Mariana voltavam do Beco Diagonal, com um embrulho em verde. Por que, justamente na véspera de Natal, o moreno termina com ela?

– Acho que não vai adiantar de nada se eu ficar aqui, porque vão me perguntar, mamãe vai fazer uma daquelas poções horríveis para mal-estar. – Murmurou, fechando a janela.

Colocou seus tênis – os quais antes pertenciam a Ron – e uma blusa manga-longa rosa-bebê. "Vamos, Ginevra Molly Weasley, você consegue!" Refletiu, saindo de seu quarto e fechando a porta.


25 de Dezembro de 1999.

Depois do jantar de natal, Gui, Fleur, Percy e Audrey conversavam animadamente com Molly e Arthur, enquanto Ron e Hermione estavam lá fora correndo um atrás do outro – após os dois terem discutido por algo bem inútil como os NIEM's que precisavam fazer – e Harry e George conversavam, sobre o noivado dele com Angelina.

– Gin, a torta de cerejas da sua mãe é a melhor gostosura que eu já comi! – Mariana comentara, vindo da cozinha.

– Ah, Mary... – A grifinória falou, sorrindo fracamente.

– Ginevra, o que acontece? – A metamorfomaga perguntou.

Vendo se ninguém estava olhando na direção delas, Ginevra puxou Mary até a porta dos fundos, saindo.

– Tá frio aqui fora, Ginny! – Ela disse, colocando as mãos nos bolsos.

Quando pararam em frente a um carvalho com dois balanços, Ginny sentou-se em um deles, e a corvinal de orbes claros sentou no outro.

– Olha, o Harry pediu um tempo.

– Só isso? – Mariana questionou, surpresa. – Por isso que está assim, Ginny?

– Não sou uma pessoa que desconta raiva nos outros, exceto no Malfoy. – Ginevra respondeu, cuspindo o sobrenome do sonserino. – Mas a questão é: ele indiretamente terminou comigo.

– Na verdade... – Ela rebateu. – Porque você não me explica?

Então a ruiva começou a contar como aconteceu a conversa entre os dois.

Ginny, eu quero dar um tempo.

Ela ficou totalmente chocada com a frase. Harry estava terminando com ela de novo?

Mas por que? – Perguntou, ainda surpresa.

Antes de tudo, eu não estou te traindo. – O moreno de orbes verdes começou, temeroso. – Eu te amo de verdade, Ginny. Mas temos que dar um tempo porque, bem, acho que não sinto mais o mesmo por você.

Aquelas palavras machucaram o coração dela. O seu herói acabou de dizer que não sente mais o mesmo amor por ela. Ginevra empalidecia.

Não sente mais o mesmo, Potter? – Questionou-o. – Então por que diabos acabou de dizer que me ama?

Eu te amo, Ginevra. Mas o meu coração está dividido. Além do mais, você passa mais tempo com Luna e Mariana do que comigo!

QUE? Agora VOCÊ que diz isso? – Falou, furiosa. – Não acredito que está dizendo isso! Escuta aqui, a gente passa mais tempo com a Mione e o Ron do que qualquer coisa, e você vêm me dizer que eu estou errada em passar mais com elas? E O SENHOR?

Eles são diferentes! – Harry falou, irritado. – Ginevra, você está gritando comigo sem motivo algum.

Estou gritando sem motivo? – A ruiva falou, irônica. – Por acaso, eles são diferentes? Pois é, a Luna e Mary também são minhas amigas, e você acabou de insinuar que eu não devo ter amigo nenhum...

Ginny, a Hermione e o Ron são nossos amigos.

A grifinória estava totalmente estupefata pela essa nova "faceta" de Harry. Primeiro ele dizia que queria um tempo, agora estava totalmente mudado, falando que ela deveria sempre andar com o Trio, se quisesse mesmo ser a namorada dele.

Não são não. O Ron é meu irmão, e a Mione não é minha melhor amiga. E você sabe muito bem disso. Por mais que você queira que eu seja amiga deles também, sabe que eu odeio andar com o Ron por ele ser ciumento comigo.

Você não falou nada sobre Mione.

Ela não é e nem será a minha melhor amiga por que você quer, Harry Potter. – A ruiva proferiu, com raiva. – Se for para eu trocar a Luna e a Mary por você, EU PREFIRO ELAS DUAS!

Tudo bem, Ginevra. Então não tem mais volta. – Ele falou, saindo do quarto.

Quando fechou a porta, a garota deixou-se pender para um lado, caindo na cama.

– Como ele pôde falar desse jeito? – Perguntou a corvinal loira, aparecendo do lado das duas.

– Oi Luna. – Ginevra falou, meio sem graça.

– Ah, Ginny, Mary, a senhora Weasley pedira para eu chamar vocês. Agora só falta o Fred. – Loonie disse, sorrindo.

– Sobre aquele... – A ruiva iniciou, sendo interrompida pela metamorfa.

– Gin, a Loonie já me contou. Não precisa se desculpar de novo. Você estava com raiva e triste, apenas isso. Porém, voltando ao assunto, o Harry foi machista ao dizer aquilo.

– É, um zonzóbulo do mal estava embaralhando a cabeça dele! – Luna falou, sonhadora.

– Não, Loonie, dessa vez não foi um zonzóbulo, mariposinas ou até um erumpente. – Ginevra respondeu, triste. – E até foi bom, porque eu não sentia também o mesmo por ele.

– Não? – As duas questionaram, em uníssono.

– Sim. Acho que eu preciso definitivamente de tempo. – Ela falou, e ao se levantar, sentiu uma bola de neve nas costas. – E não disso.

– Ginny, o George! – Luna falou, enquanto o ruivo corria até elas.

– Aquele é o Fred. – Ginny respondeu. – Só ele para tacar uma bola de neve em mim sabendo que eu não gosto.

– Garotas, eu acho que a hora de dormir já passou. Queria saber, senhorita, porque estava tão triste. – Ele proferiu, fazendo cafuné na irmã mais nova.

– Fred, pára! Hahahahahahah...

Luna e Mariana riram da ação de Ginny. Mas o jovem parou, sentando-se no balanço, um pouco tonto. A ruiva começou a ficar preocupada.

– Você sabe que tem que tomar sua poção, ainda está se recuperando do...

– Eu sei, Gin. – Ele falou, sorrindo. – Pode trazer pra mim?

– Tá. Mary fica aí cuidando do meu irmão enquanto eu trago a poção dele. – Ginny falou, puxando Luna para o caminho.

Mariana ficou olhando para Fred, esperando a ruiva trazer o remédio dele, até que de súbito ele começou a falar.

– Hei, eu não mordo, eu não explodirei ou qualquer coisa. Pode se sentar aqui.

Ela sentou do seu lado, ainda quieta.

– Olha só, todo mundo se assusta quando alguém passa mal, mas eu já me acostumei. – Ele falou, maroto.

– Não, é que tipo, você sobreviveu à Guerra, então é ainda surpreso pra mim.

– Ah, então soube disso? – Perguntou, levantando-se. – Foi questão de sorte.

– Questão de sorte? Se você considerar que houve muitas mortes isso se trata de sorte? Cara, então você é muito sortudo. – Ela respondera, baixando os olhos.

– Sabe, apesar do Profeta só ter falado a lista dos mortos, e curiosamente meu nome estar lá... Dado como morto! Só fiquei em quase-morte, conseguiram me trazer de volta, mas eu queria estar no lugar daquelas pessoas mortas, pois suas vidas foram tiradas sem elas terem feito nada.

– Elas também deram a vida por um mundo melhor. E uma parede caiu em cima de você! – Mary levanta, um pouco exasperada. – Você devia agradecer por ter sobrevivido! E, por acaso, essa quase-morte se chama "coma".

– É. Mas de que adianta sobreviver se você fica com marcas, seqüelas?

– Como assim, seqüelas?

– Para começar, depois daquilo, só me lembro de estar falando com George e depois acordando no hospital. Disseram-me que sofri um tal de "traumatismo", que afeta tanto aos bruxos quanto aos trouxas. Fiquei em coma desde então, mas já me tinham dado por morto!

– E por que a tontura?

– Oras, o tal do "traumatismo" deixa a gente assim, sonolenta e com a pressão baixa. E eu tenho que tomar poções por causa do tratamento! – Ele falou, rindo. – Então eu também desafiei a morte que nem o Harry! Sou o novo "Garoto Que Sobreviveu", hahahaha.

– Isso não tem graça. – Mariana rebateu, fria.

– Fred! – Ginny falou, trazendo um frasco de uma poção azulada. – Eu achei dentro do seu casaco!

– Obrigado Gin! – Respondeu, bebendo-o todo em um só gole. – Tô bem melhor, apesar do gosto horrendo de remédio de plástico.

– Mary, você ta bem? – Luna perguntara, curiosa pela cara emburrada da corvinal.

– Estou. Agora vamos. – Indagou sem delongas, indo para dentro da casa de Ginny sem dar resposta.


No dia seguinte, era à volta deles para Hogwarts. Luna e Ginevra acordaram um pouco antes, arrumando os malões e colocando os presentes dentro delas.

Luna ganhou um suéter azul com um L em cor-de-bronze de Molly, e um manual dos animais mais exóticos do mundo bruxo, por Hermione e Ron. Já a ruiva também ganhou um suéter vinho com um G em amarelo, além de uma caixinha de música trouxa de seus pais.

– Bom dia, meninas. – Mary murmurou, e seus cabelos estavam em rosa-choque. – AI! Hogwarts! – Terminara, correndo para o banheiro.

– Mary, já arrumei o seu malão! – Luna respondeu, sonhadora. – Pode escovar seus dentes com calma.

– Loonie, Ginny, o trem sai às onze! O que será daqui a... – Mariana colocou a cabeça para fora, olhando o relógio do lado da cama de Ginevra. – TRÊS HORAS! Ai meu Merlin!

– Por isso mesmo, até escolhi sua roupa. – A ruiva complementa, apontando para a cama da mesma."Ela é tão louca assim pra chegar em Hogwarts?" Completou, rindo baixinho.

Logo após ela ter escovado os dentes e ter se vestido, amarrou o cabelo – agora normal, mas lisos, até metade das costas, além dos olhos em um tom cor-de-mel – com uma fita azul-escura.

– Você fica bonita assim. Porque não fica desse jeito?

– Sei lá. Mas vamos! – Mary disse, confiante.

Quando estavam prontas, elas desceram, trazendo seus malões que desciam as escadas flutuando.

– Vocês se atrasaram um pouco. – Ron comentou, enquanto via as três garotas sentando-se na mesa para tomarem café.

– Nós sabemos, Ronninks. – Ginevra rebatera, sarcástica. – Aliás, cadê a Hermione?

– Está arrumando o malão dela. Daqui a pouco ela desce. O Harry está ajudando-a. – O ruivo respondera.

Ginny se engasgou com o resto de suco de laranja, e Luna batia a sua mão em suas costas.

– Gin? – Ron questionou-a.

– Ron, por que não vai lá em cima ajudá-los? Tenho certeza que estão precisando. – Mariana dissera, gesticulando.

– Não, eles falaram que – O garoto nem terminou a frase, ouvindo as vozes deles o chamando.

Logo que o garoto saiu, a ruivinha ainda estava tossindo sem parar e com lágrimas nos olhos. Quando parara, estava quase sem voz.

– Ginny, você não vai quase ter um ataque porque pronunciaram o nome do seu ex. – A corvinal loira falou, sem o tom sonhador por breves momentos. – Além disso, olhe os zonzóbulos voando ali fora!

– Loonie... – Ela murmurou, tentando fazer um sorriso. Bebeu mais um pouco do suco.

A senhora Weasley aparecera na cozinha, seguida por Arthur e o trio. Todos estavam prontos para voltarem à escola, indo para a porta. Qual não foi a surpresa de Ginny, notando que Harry sequer olhava em seu rosto. Também não se importara com isso, já que o outro era um prepotente sem coração – palavras de sua inconsciência, não minhas.

– Fred? Cadê o George? – Arthur questionou o filho, que estava parado na porta.

– Ah, pai, não vou incomodá-lo quando está em lua-de-mel, certo? Além do mais, abriremos mais tarde hoje, devido à partida de vocês. – Ele comentou, imitando uma dama que chorava compulsivamente. – Então, vamos aparatar?

– Não, vamos por uma Chave de Portal. – O senhor respondeu, tirando uma caneta vermelha. Depois de ter retirado sua varinha, continuou. – Vamos reduzir seus malões. Reducto!

As malas dos seis garotos ficaram do tamanho de dados. Colocaram-na nos bolsos das vestes, e se aproximaram da Chave.

– Segurem firme. – Sentenciou Molly.

Logo todos eles estavam dentro de um redemoinho prateado, girando, girando e girando. Quando soltaram a caneta, flutuaram até o chão em uma rua vazia paralela a Estação.

– Espero não precisar mais de chaves de portal para alguma coisa. – Fred comentou, levantando-se do chão escorregadio.

– Duvido muito. – Ron rebateu baixo.

Olharam para o grande relógio de Londres – eram dez e trinta e cinco. Entraram, passando disfarçadamente entre os usuários trouxas, até chegarem à coluna da passagem. Depois de terem seus malões ao tamanho normal, foram com eles correndo pela mesma, entrando na plataforma 9 ¾.

– Não sabia que ia voltar tudo isso para Hogwarts! – Mary e Hermione comentaram ao mesmo tempo olhando na mesma direção, acabando por rir depois.

– Hei, Mariana, talvez precise disso. – Fred comentou, entregando um pequeno cartão laranja-brilhante e letras em vermelho-sangue.

"Se você está interessado em artigos especiais para bruxos malfeitores, veio ao lugar certo!

Gemialidades Weasley, Beco Diagonal número 93."

– Quando eu precisar? – Mary falou, brincalhona.

– Sim. Se precisar, é só chamar! – O ruivo dera uma piscadela.

– Mas só conheci você ontem, oras...

– Não. Não me conheceu ontem não! Além do mais, discutimos ontem sobre minha gota de sorte, ou a falta dela. – Fred dissera, irônico. – E, claro, uma garota de dezessete anos não deve falar com estranhos até conhecê-los direito.

– Se eu não soubesse, Weasley, que você foi o cara que assustou a cobra-sádica da Umbridge, juraria que estava me dando uma cantada muito barata. – Dissera a metamorfomaga, desconfiada. – Preciso ir...

– Venha Mary! Faltam cinco minutos! – Ginny gritou para ela, subindo já no trem.

"Cinco minutos? Nossa, passei tempo demais conversando" Pensou, indo imediatamente para o mesmo lugar da ruiva, mas foi puxada.

– Hei, e meu abraço de despedida? – Fred indagou, abrindo os braços de maneira desengonçada.

– É como você disse, eu não converso com estranhos até conhecê-los direito... – Ela dissera, virando-se.

– Por isso mesmo. – O ruivo terminou, puxando-a com força para um abraço. – Cuida da Ginny, tá? Eu notei que ela estava mesmo triste.

– Eu vou cuidar dela, mas precisa me deixar subir no trem! – Mary respondeu, dando um sorriso. Só que não devia ter se desvencilhado, porque estava muito, muito perto do rosto dele.

– Tudo bem. – Dissera, quase inaudível. – Seu cabelo está vermelho-escuro.

"MARIANA! SOBE AGORA!" Sua mente gritava, mas fora salva quando Ginevra puxou-a para dentro do trem.

– Tchau, Fred! – A grifinória falou, e quando a corvinal entendeu o que estava acontecendo, o ruivo estava do lado dos pais, acenando.

– GINNY! – Mary gritara, chamando a atenção dos outros alunos e se direcionando à cabine da garota. O expresso já andava pelos trilhos, deixando King's Cross para trás.

Realmente aquele era o feriado mais esquisito de todos.

Continua...


:: Ouvindo Motherland - Crystal Kay (Full Metal Alchemist) ::

Notinha: Não que alguém vai me acreditar, mas as duas partes que eu achei mais difícil nesse capítulo foi o "indirect-action" entre o ruivo mais fofo do mundo(MANUUU, não me mata ToT) com Mary o.o', e claro, o término de Harry e Ginny O.O'''' (tipow, sendo eu, uma DG-lover há quase três anos que diz algo bizarro feito isso?!?! Caraca, a Dercy tem uma irmã gêmea que morreu e não me avisaram O-O), principalmente porque foi o Harry (duas vezes, meu queridinho? Você destrói corações à medida que o Draco destrói a moral dos outros XD), e não a Ginny que fez algo desse tipo (sei lá, se fosse pra imaginar a Ginevra terminando com o Harry, bem na hora H ia acontecer alguma coisa e ela deixaria pra lá xD)

A Luna falando dos zonzóbulos do mal hauhauahuahau XD. Bem, mas trago boas notícias! O Capítulo oito eu vou começar hoje (é, minha inspiração tá com um desespero que nem te conto *.*) e, claro, já vou fazer outra fic (nah, não vou dizer o nome dela, só digo que será uma Harry/Pansy meio ahn... puxada pro "conto de fada") já que uma idéia me surgiu bem no meio de uma caminhada até a padaria O-O'

Beeeijos! E até o próximo capítulo (que, claro, Hogwarts, Clube e tudo o mais, inclusive uma loira que pretende dominar vos o espera!)

Hinata Weasley