Disclaimer: Se Harry Potter fosse meu... O Cedrico ia ser o irmão gêmeo perdido do Edward XD (Tá, menos Twilight, MAAAAIS Harry Potter, por favor xD).

Nota da Autora Que Atualizou a Fic MUITO tarde: Gomeeen T.T! É que ocorreu uns probleminhas aqui (tipo, notebook, torre, aspirador, PC q não desliga nem fufu... O básico, prontofalei :D) e não pude atualizar aki oo'. Resumindo, as reviews: respondidas no final do cap. :D

Boa leitura!Beijosmeliga :*


Suco de Morango com Bolinhas de Tutti Frutti.

Capítulo Oito.

Apesar do susto inicial, eles já estavam perto do seu destino final: Hogwarts. Ginny, Mary e Loonie conversavam sobre os terríveis NIEM's e curiosamente se o professor Slughorn tentou convencer a professora Sprout a ir com ele no baile de formatura.

– Meu Merlin de toga azul, será que dá pra vocês pararem de falar sobre o baile de formatura?

– Ginny, eles dois combinam! São tão... Fofos. – Luna terminou, dando risada.

– É, e ainda, o baile vai ser demais! – Mariana continua, com os olhos brilhando.

– Podem não falar disso? O ano nem acabou ainda. – A ruiva disse, triste.

As duas corvinais olharam-na.

– Ai desculpa, Ginny, não devíamos ter falado nisso. Culpa dos zonzóbulos! – Luna falou, cerrando os punhos irritados.

– Está tudo bem, não houve nada demais.

– Gin, pense por esse lado: você ainda tem a si. O seu amor-próprio não morreu, certo? – Mariana articulara, feliz e confiante. – E não nos contou ainda porque não se sente... Ah, a mesma.

A garota de orbes chocolate viu as duas à sua frente e parecia hesitante. Mas relaxou.

– O.K, eu conto, mas depois, Mary, você vai ter que me contar o que houve entre você e o meu irmão.

– Ah tá... QUÊ? – Ela terminou, corando violentamente. Seu cabelo ficou laranja-avermelhado.

– Isso mesmo. – A ruiva olhou para ela com um sorriso BEM diabólico no rosto.

– Conta, por favor, Ginny! – Luna pedira, curiosa.

– É que... Bem, quando eu disse que não sentia mais o mesmo por ele, eu quis falar, literalmente... – Ela começou, soltando o ar devagar. – De amor. Por mais que eu o ame, amava, sei lá, durante seis anos inteiros esse amor todo foi consumido no meu "primeiro" namoro com Harry. Depois disso, da Guerra, acho que mudou meu sentimento por ele.

– E você achava que os sentimentos das pessoas não mudavam com o passar dos anos... – Luna comentara, surpresa e com os orbes azul-acinzentados brilhando.

– É... Isso aí ainda nem tem nome, mas provavelmente se chama algo próximo a amor fraternal. – Mary falara, girando a mão no ar. – Só que o Harry foi mau em te dizer aquelas coisas.

– Verdade. – Ginny diz. Mas sua expressão mudou. – Agora a senhorita pode me dizer o que aconteceu entre você e o Fred?

– Ahhhh, é que... Ahn, eu e ele, assim, literalmente falando?

– É. – Luna e Ginevra rebateram, ao mesmo tempo.

– Ele só... Falou pra eu cuidar. De você, Ginny. – Mary terminara, e seu cabelo ficou vermelho-acaju e ondulando nas pontas. – N-Nada de mais.

– Aquele abraço na estação eu vi. Mas quando vocês estavam quase...

– NÃO! Eu NÃO fiz isso, pelo amor de Merlin, elenemfazmeutipo! – Terminou a metamorfomaga, que sorriu amarelo.

– Tá, como se por um acaso ele pôr a mão na sua cintura era mais como uma calorosa despedida de amigos.

Na verdade, a garota nem tinha pensado direito nisso. Que coisa, não?

– Olha só, Ginny, seria um insulto ENORME eu namorar o seu irmão. – A corvinal falou, categórica.

– Por quê, Mary? Vocês dois são fofinhos como aqueles sapos azuis na cabeça do Dustin. – Luna comentara, olhando para a cabeça de um da Lufa-Lufa.

– Boa pergunta. Bem, tirando o fato de que ele só é um pouco mais velho que você e que ele é noivo, adoraria ser sua cunhada.

– NOIVO? Minha Morgana! Será que vocês não percebem? Olha, por mais que vocês nos achem uma maravilha, eu não gosto dele. E um pouco mais velho? Ginny, ele deve ser dez anos mais velho que eu!

– Ele não é tão velho assim. Além do mais, o Fred e o George vão fazer anos em abril. – Ginny replica, dando um sorriso maroto.

Um monitor da lufa-lufa foi até a cabine delas e disse que faltava mais ou menos uma hora para chegarem à estação de Hogsmeade.

– Olha só, amanhã vamos nos reunir. – Mary falou, surpreendendo as duas.

– Nossa, nem me lembrava mais. – A Weasley ponderara, fazendo cara de pensativa.

– Nem eu. – Luna termina, olhando estranhamente para o teto do trem.

– Mas então, vocês concordam? – A metamorfomaga pergunta, esperançosa.

– SIM! – A loira responde, sorrindo sonhadoramente.

– E você, Gin?

– Claro. – Ela falou. Só que seu tom de voz, para um tranqüilo, mudou para um preocupado. – Porém não sei se quero ver o Harry nas nossas reuniões.

– Meu amor, deixa que eu dê um jeito nisso! – Mary falou. – Luna, Ginny, vocês vão ver!

As três garotas se entreolharam. Sorriram.


Em Hogwarts, claro, Astoria estava mais diabólica que nunca. A tal poção tinha uma coloração rosa-cereja, como se fosse um tipo de molho. Ah, sim, antes que eu esqueça, o nome da escr... Quer dizer, da sua aliada era uma garota chamada Helen Trotski.

– Que poção é essa? – Perguntara a garota, curiosa.

– Simples, a poção em que vamos dominar Hogwarts. – Astoria rebateu, totalmente irônica. – Claro que não, sua besta. Isso aqui é a ponte para aqueles idiotas.

Aqueles? Pensei que se vingaria só da Pansy.

– Não mesmo. Percebi que Draco e Blaise entraram na onda dela também. Então qualquer um que se aliar àquela Zinha vai se ver comigo. MWAAAHAHAHAHA!

Helen olhou para a loira com cara de indiferença.

– Vamos, ria junto!

– Não, porque até o Voldemort tem uma risada melhor que a sua. Fala sério, Astoria!

A Greengrass estreitou os olhos. Conjurou um pequeno copo, onde derramou uma pequena quantidade da poção. Entregou-o mesmo para a garota, e disse:

– Bebe. Já!

– A-Astoria... Você não está...? – A garota ficou com medo.

– Helen querida, acha que está me ajudando para quê? Para conseguir um encontro com aquele idiota do Paul, estamos certas? Eu até consigo, somente se você bebê-la.

"Droga! No que eu fui me meter?" Pensou a menina de cabelos castanhos-escuros. Pegou o copo, com medo de bebê-lo.

– Pode ser depois? – Ela arriscou, tentando convencer a outra.

– Não.

Então a garota não teve escolha. Bebeu o conteúdo da poção, deixando nenhum vestígio rosa no copo. "Bom, pelo menos estou bem..." Pensou, aliviada.

– Bom, agora que não me aconteceu nada, posso ir – Repentinamente, Helen começou a sentir algo sair de seu corpo, e uma dor indefinida no peito. – O que... O QUE ESTÁ ACONTECENDO, ASTORIA? AHHHHHH!

A loira de olhos verdes sorria vitoriosa.

– Ah, Helen, eu sempre soube que era inteligente. A poção dera certa!

Algo similar a um cristal verde saía do corpo de Helen, e brilhava como uma jóia. A loira o pegou, colocando dentro de um pote especial.

– Levante-se. – Mandou.

Ela levanta debilmente. Os olhos estavam nublados, e a pele estava mais pálida.

– Você é Helen Trotski, sexto ano, Casa Sonserina. Provavelmente seus dias por aqui serão mais lentos, mas nada do que uma boa maquiagem pode fazer, certo? Desculpe, minha querida, estou sendo sarcástica. O que você acabou de tomar é um pequeno invento chamado Vitrovita.

– Vi... Vitro... Vitrovita? – Helen continuara, sem emoção.

– Sim, mas não vou explicar. Claro, seus dias serão normais, mas você perde a única preciosidade que pode levar daqui.

– Minha preciosidade... O que é?

– Ah, queridinha, lógico que eu não vou dizer, certo? Bem, leve este bilhete aqui... – A Greengrass disse, sorrindo diabolicamente, colocando na mão da garota. – Com você. Daqui a pouco você desmaiará, e ninguém irá saber o que é. Vá agora, você tem aula de Herbologia com a nojenta da Grifinória.

– Sim. Adeus. – A menina terminou, pegando sua mochila e saindo da sala.


No Saguão, Luna, Mariana e Ginevra, além de Harry e os outros entravam animados em Hogwarts. Pansy não estava nada feliz.

– Hei, Pan! – Zabini gritava, dando uns acenos (exagerados) em direção a ela.

– Blaise, eu odeio esse apelido, sabia?

– Eu estava com saudade, sua chata. – Ele falou, dando um beijo em sua testa.

– Um não sou sua namorada. Dois: não tente nem falar "relacionamento aberto". E três: provavelmente, a Reynolds já deve ter dado no couro.

– Pansy, a Vivian é fichinha perto de você.

– Zabini, não temos nenhum envolvimento sexual, fraternal, incestuoso ou algo parecido, que eu saiba. – A morena rebate, irritada. – Experimente passar um feriado prolongado com os seus pais tentando criar um clima natalino.

– Pansy, meu amor, meus pais estão debaixo da terra. – Blaise falara, em tom falsamente ofendido. – Minha mãe é seleta com eles.

– Você ENTENDEU o que eu quis dizer. Nada de trocadilhos. – A garota objetou, olhando diretamente nos seus olhos.

Do outro lado, as três garotas passaram direto pelo trio. Falando neles, aliás, Ron e Hermione estranhavam – e muito – o fato de Harry ter preferido ficar numa cabine com algumas lufa-lufas a ter ficado na mesma com Ginny e as outras garotas.

– Harry, você está estranho. Por que a Ginny não ficou com você? – Mione indagava, desconfiada.

– Vocês brigaram? – Ronald questionou, com expressão de dúvida.

– Terminamos. Eu terminei com ela.

Os outros dois ficaram chocados. Mas o ruivo ficou mais surpreso que sua namorada.

– Por quê?

– Não estava dando certo. – Redargüiu o moreno, simplesmente.

Os outros dois grifinórios se entreolharam. Harry nunca agiu desse jeito – até mesmo porque ele não era de "respostas curtas" para ser mais exata.

Pelo motivo de que a maioria dos alunos tinha ido passar o feriado fora de Hogwarts, as aulas só começariam dia vinte e sete. Enquanto Mariana procurava, sem sucesso, o seu uniforme, Luna foi passear pelos corredores desertos.

"Pelo livro do papai, os narguilés foram hibernar no Alaska".Refletia, carregando um caderno azul-escuro. "Mas será mesmo? Eles também são capazes de enganar os mais experientes dominadores..." Terminara, olhando para as janelas.

A loira de orbes azul-acinzentados olhou para o final do corredor, e viu uma sombra atravessando o outro. Notou que era a forma de uma garota. "Ora, será que ela veio ver também os narguilés restantes?" Indagou, indo até lá.

– Quem é você? – Inquirira, olhando para a garota.

– Helen Trotski, sexto ano, Sonserina. – Respondeu, totalmente alheia ao que estava acontecendo. – Por favor, me leve ao Salão Principal.

Luna achou estranho a garota pedir para ir ao Salão, já que a sua aparência ia de mal a pior: a pele estava mais pálida, e debaixo dos olhos estavam aparecendo olheiras, como se fizesse horas (ou dias) que não dormia direito.

– Não seria melhor levar à Madame Pomfrey?

– Me leve... – Helen repete, vagamente.

– Loonie, o que aconteceu? – Inquirira uma voz que ela reconheceu sendo Ginny. Chegando mais perto, a ruiva ficou surpresa com a outra garota. – Quem é ela?

– Helen Trotski, sexto ano, Sonserina. – A garota falou.

– Gin, como veio parar aqui? – Luna perguntara, surpresa também.

– Voltando da Grifinória. Vamos Loonie, temos que levá-la a Ala Hospitalar.

– Não! Por favor, me levem ao Salão Principal. – Helen repetira, tentando repreendê-las.

As duas garotas contestaram, e a sonserina, derrotada, deixou-se levar para a Ala.


Mariana, que estava no Salão Principal, mal tocava na comida quando Madame Pomfrey apareceu na porta enorme de carvalho, chamando pela diretora.

– Diretora! Diretora! Caso grave! – A enfermeira falou, deixando os outros alertas. – Helen Trotski, da Sonserina. Ela está muito mal!

Astoria, nessa hora, prestou muita atenção. "Não acredito que aquela... Ela não seguiu minhas ordens!" Refletiu, furiosa. Depois observou o resto do Salão. Estavam apreensivos. "Bem, pelo menos não foi de todo mal, oras. Está na hora de organizar meu próximo ataque".Terminou, fingindo ouvir o que a senhora falava.

– O que exatamente aconteceu, Papoula? – McGonagall perguntou, séria e impassível.

– Ela só... Fala o seu nome, o ano e a casa. E pede desesperadamente para vir para cá.

– Só isso? – O professor Slughorn perguntou, desconfiado. – Minerva, nós temos que ir lá.

Os murmúrios continuavam a toda.

– Ela foi encontrada aonde?

– Pelas senhoritas Weasley e Lovegood.

Todos estavam ansiosos, e com exceção de uma sonserina que comia calmamente. Lançavam várias teorias, como a de que ela foi amaldiçoada, que pegou a "birutice" de Luna e outras tantas. A diretora se levantou.

– SILÊNCIO! – Gritara uma única vez, e todos pararam. – A colega de vocês está em estado grave, e nós vamos para a Ala.

As expressões de Harry, Ronald e Hermione eram a mesma de Mariana. "Loonie, Ginny, o que aconteceu?" Pensou, levantando-se rapidamente da mesa. Porém, a diretora percebeu seu movimento.

– Não dê mais um passo, senhorita Jacob.

Todos a olharam, sem expressão alguma. Os cabelos da garota tomaram uma coloração verde-escura. Quando todos os professores saíram, ficou apenas o zelador, que reclamava coisas ininteligíveis.

– Com certeza aquela lunática deve ter passado loucura pra Trotski. Coitada. – Uma lufa-lufa falou, irônica, fazendo alguns amigos dela rirem.

– É, ela e a Weasley são piradas! – Um corvinal falou, zombando-as.

– CHEGA! – Mariana berrou, fazendo todos se calarem. – Parem de chamá-las de piradas.

– Vai fazer o quê? Lançar uma azaração na gente? – Um sonserino gritou, dando risadinhas irônicas.

Todos estavam zombando-a, e ela quase dera outro berro quando uma voz fez todos ficarem quietos e impressionados.

– CALEM A BOCA! – Harry berrou, furioso. – Vocês não tem nada a ver com que está acontecendo! E se VOCÊS estivessem no lugar dela? Não iam querer alguém os defendendo? E se a garota tivesse morrido? Ninguém ia se importar?

A metamorfomaga o olhou, totalmente vidrada. Naqueles sete anos, ninguém a tinha defendido. Mariana e Luna eram discriminadas, a primeira por andar com uma garota que não tinha menor idéia do que acontecia ao seu redor, e a outra, por ser a estranha e mudar de cabelo todo o tempo. As poucas amigas que fizeram sequer andavam com Mary quando a loira estava por perto.

Despertou de seu devaneio quando Filch berrou seu nome.

– Jacob! Sente-se aí!

Então Mary o olhou. Seu cabelo mudou para um laranja-ensolarado, e então correu para as portas de carvalho. Harry, Ronald e Hermione a seguiram.

– VOCÊS AÍ! – Filch berrou, correndo desengonçado pelo longo corredor até que os cinco alunos pararam. – SE VOCÊS SAÍREM...

Draco, Blaise e Pansy olhavam a cena, os dois primeiros pensando que eles eram loucos, mas a morena teve instinto de segui-los, só que receava.

– Olha, precisamos de três pessoas da Sonserina. – Mary virou-se para o zelador, e apontou para o outro trio. – Vocês não vêm? A colega de vocês ta morrendo. E os dois ali são monitores.

Astoria ficou atônita. Os três garotos seguiram a muito contragosto, exceto por Pansy, que ia curiosa. "Mas essa vaca quer o quê?" Pensou, irritada. Ela os seguiu, porém o zelador prostrou-se na frente dela.

– Você não, senhorita Greengrass. – Ele sibilou, frio.

– Mas... – Astoria tentou argumentar, mas o loiro a interrompeu.

– Volte para lá. – Draco murmurou, rangendo os dentes. – Agora.

Ela voltou, aliás, furiosa. Mariana conteve um sorrisinho de satisfação.

– Vamos! – Harry dissera, indo para fora.

– Não sigo ordens de você, Potter. – O loiro e Blaise disseram ao mesmo tempo.

"Eu sou louco de deixar essas pestes saírem!" Refletiu o zelador, acariciando sua gata chamuscada. "Bem que eu queria voltar o meu chicote de nove rabos!" Terminou, pensativo e berrando para todos voltarem a comer.

Continua...


:: Ouvindo Bella's Lullaby - Carter Burwell ::

Nota II da Autora que Atualizou MUITO tarde a fic: NHAAAAAAAAAAA!!! Eu sei, eu sei e eu sei, demorei pra atualizar, mas o capítulo oito saiu B-E-M diferente do que eu esperava, mas não se preocupem: a primeira reunião do Clube vai acontecer no próximo e talz, e claro, antes que eu me esqueça, o 3º ano agora tá mais difícil, além de que divido a minha vocação (rsrsrs XD) de escritora com a de leitora - como vocês sabem, antes de todo escritor sempre há um leitor atento - e vou demorar, porque tenho que ler livros para literatura desse ano, fazer o quê O.O'

Mas vou att o mais rápido possível!

Vamos às R E V I E W S!

Denii Malfoy: Nova leitora, mimimimimi *.*! Achou legal? E LEU EM MEIO DIA??? Caraca, to fazendo progresso XD! Nha, imagine, Draco/Ginny é a luz da minha vida (principalmente quando se trata de um sonserino magrelo e uma grifinória facilmente irritável hauahauhauhau lol) E gostou de Fred/Mariana? Meu Merlin vestido de lobo preto XD! Tá, eu sei, sou doidona hahahaha... Mas eles também são fofinhos e tal, mas como sou malvada com esses dois casais, eles não ficam juntos (não agora, certamente) ahauhauhauah :)

jaque masen lovegood . : Amoooor! Os capítulos estão demais? NHAAA, amei seu elogio mimimimi *-*V! A Astoria não domina o mundo não, meu amor! Ela é uma loira mal-amada, só isso n-n! E até o tio Voldie, que viu minha fic, achou que ela era parente dele O.O' E sim, concordo: a inspiração vem nas horas mais estranhas mesmo XD! nhaaa, também acha que o Fred é mais legal que o George? Também acho /) coisa loca não? Bem, amore, vou att logo, mas não prometo nada ñ.n'V

PS: Flores da minha manhã, não sou muito de chantagens e talz (como eu expliquei num dos capítulos anteriores), mas plizz, mandem mais reviews, recomendem a minha fic pros amigos (Inner: menos, Hinata-sama, menos ¬¬/Eu: mas a propaganda é a alma do empreendimento XD) , enfim, tem alguns leitores que deixaram meu bebê T-T... Queria que voltassem, ou sei lá, dando algum sinal de vida buábuábuá =/. Tipo, eu sei que é chato, mas eu sou uma leitora, e algumas fics que eu li acabei deixando... Bom, agora to tentando voltar, relendo-as e outras coisas (e isso me ajudou pacas a continuar a fic n-n! Se não fosse por uma certa pessoa de uma certa fic de Naruto, eu com certeza ia vir aqui com um aviso de que ia pará-la ;) ) Então, por favor, se ainda lembrarem, voltem, pelo menos para mandar um coment escrito "TO VIVO!" ou "JAMES POTTER RULEIA" - eu exagerei, gomen u.u'. Mas que o Prongs ruleia, ah, sim XD.

Beeeeijos!

Hinata Weasley.