Disclaimer: O Pottie e Cia. Não me pertencem (Lógico, pra ter uma criatividade daquelas, só mesmo a Tia Jô! :D)
Notinha: Oi? Eu To Viva CARA *dando pulinhos* :D! Depois de uma semana (Inner: até que não foi tanto assim, lol), dois capítulos saem F-R-E-S-Q-U-I-N-H-O-S do forno, mon'amour n-n! E, claro, eu ter inspiração docarai para escrever fic de Twilight (NHAAA, O Edward é LUZ *-*), só mesmo a minha escola, meus amigos e etc. e tal =D!
Pós-Scriptum: As reviews serão respondidas no final do Cap 10!
Boa Leitura! :D
Suco de Morango com Bolinhas de Tutti Frutti
Capítulo Nove.
Na Ala Hospitalar, Helen estava num dos últimos leitos. O seu estado parecia que estava tendo um lindo sonho, devido ao sorriso que pousava na boca fina e arroxeada. As olheiras estavam mais escuras, e parecia que estava morrendo por dentro.
Mariana foi até seu leito – já que, surpreendentemente, os outros resolveram esperar do lado de fora – e a observou atentamente. "Droga! Isso está acontecendo AQUI agora?" Pensara, aflita.
A sonserina estava dormindo, mas parecia estar morta por causa da respiração quase inexistente. Então, a metamorfa chegou mais perto dela.
– Tenho que parar isto. – Murmurou, quando vira algo amarelado dentro do bolso da garota. – Mas o que...?
Pegou o pequeno pedaço de pergaminho, e quando ia abri-lo, Madame Pomfrey a chamou, dizendo que as visitas tinham acabado.
– Mary! – Disseram as duas amigas, em uníssono.
– Tá, fala logo, por favor, que eu tenho ronda e não quero me atrasar. – Draco comenta, subitamente irritado.
– Olha só, vamos nos reunir amanhã, às oito da noite. Preciso conversar com todos vocês.
Eles concordaram e cada um fora para o seu lado.
De manhã, tudo estava normal, exceto pelo desespero – desnecessário, devo acrescentar – de alguns quintanistas. Os Níveis Ordinários de Magia (NOM's) quase ocorriam na mesma época que os NIEM's, porém os professores até dobravam o número de deveres e trabalhos.
Mas para Pansy não foi um dia costumeiro. Quando estava saindo da aula de Transfiguração, ela foi puxada bruscamente para outro corredor, dessa vez deserto.
– Parkinson, há quanto tempo não nos falamos... – Astoria comentou, dando um sorrisinho irônico.
– O que você quer, sua puta?
– Oh, calma minha querida, não precisamos de hostilidades. Sabe, até que seu segredo me é útil.
A morena empalideceu com a constatação da loira. Sabia que a pequena Greengrass podia fazer sua vida se tornar um inferno se abrisse sua boca desenhada – e venenosa.
– Astoria... – Sibilou.
– Claro, me esqueci de como você é teimosa. – Ela falou, gesticulando com a mão. – Sabe, Parkinson, eu percebi que não preciso me remoer ao constatar que Draco me abandonou por sua causa. Mas claro isso tem um preço.
– O que quer de mim? Que eu me afaste dele?
– Não. Sabe que estando longe ou perto, Pansy, está nas minhas mãos. Nem ele e Blaise irão te proteger dessa vez, querida. – A loira falou, indo embora dali.
Ela apenas recostou-se a parede e deixou-se deslizar para o chão frio. Estava perdida.
Digamos que o dia em Hogwarts passara rápido. Claro que, diferente dos outros, certas pessoas tinham motivos a mais para comemorar. Enquanto uns namoravam felizes pelo corredor, outros se preocupavam com estudos e Quadribol. Só que não vamos nos preocupar com isso, certo?
Bem, depois do jantar, claro, Ginny foi até o sétimo andar, depois de girar três vezes na tapeçaria dos trasgos dançando balé, as portas de pedra e linha negra se materializaram. Logo, a ruiva entrou na Sala Precisa, dando de cara com Harry, Draco, Blaise, Pansy, Hermione e Ron.
– Entre. – Mary dissera, sorrindo docemente.
A sala estava completamente transformada: uma mesa de madeira escura estava no centro, com uma bandeja prateada, e uma grande jarra de suco pousada ali. Das paredes pendiam mini-lustres com velas muito reluzentes, como se fosse o próprio Salão Principal ali. Num dos cantos, havia duas estantes enormes de livros.
Após a porta ter fechado, Ginevra sentou-se à mesa, junto com os outros.
– Weasley. – Draco começou, fazendo cara de nojo. E, lógico, a ruiva fez o favor de ignorar o comentário.
– Primeiro, tenho que desculpar Ginny e Luna por não ter contado isso... – Falou, olhando para as duas, que assentiram sorrindo. – E, segundo, eu sou a Camaleão.
– VOCÊ? – Os três sonserinos levantaram-se ao mesmo tempo.
– Isso mesmo. Sabe, a melhor forma de reunir as pessoas é criando um clube! – Mary dissera, sorrindo travessa, só que seu semblante mudou outra vez. – Na verdade, preciso de sua ajuda.
– Pra quê? – Ron pergunta, desconfiado.
– Helen deixou um bilhete. – Ela respondeu, deixando o pequeno (que nem era tão pequeno assim) em cima da mesa.
Ela começou a lê-lo em voz alta:
Olá, não sou a Helen, mas sou alguém próximo a ela. Sabe, vocês estão com algo que me pertence. Não que isto seja uma ameaça ou algo do tipo, embora comecem a considerar como uma imediatamente. Como assim? Deixa-me explicar.
Helen Trotski fora atingida por uma poção, não foi um Cruciatus ou Imperius que fizera esse "estrago". Na verdade, perto do que ela tem, uma Crucio é tão leve quanto uma pluma. Dizem vossos profetas que não se pode mexer com o ser humano, mas provo-os que estão errados.
O problema, meus caros, é que uma poção dessas é tão terrível quanto as piores poções venenosas e até mesmo a Veritaserum. Um único gole pode te tirar o seu maior tesouro. Vocês têm apenas... Digamos assim, seis meses.
– Tá, Jacob, e o que isso tem a ver com a gente? – Pansy perguntara impaciente.
– Eu os escolhi porque eu sei o que Helen tem. E eu sei que essa pessoa que a envenenou não pretendia me atacar.
Ginevra ficou estupefata com tal afirmação. E os outros a acompanharam.
– Sei que isto é confuso, mas vocês irão entender mais para frente. Mas o que precisam fazer é colocar isso aqui. – Ela falou, tirando uma mini-caixa verde do bolso. – Reducto!
Com esta voltando ao normal, Mary a abriu, revelando-se nove alianças de prata.
– Mas o que... O QUE VEM A SER ISSO? – Malfoy berrou, horrorizado.
– Isso se chama alianças. Nunca ouviu falar não, ô loiro?
– Eu sei o que é, Jacob.
– Então não pergunta, doninha besta! – Ginny intrometera-se, irritada.
– Doninha é bem melhor que fuinha, Weasley.
– Idiota!
– Grossa!
– CHEGA! – A metamorfomaga berrara, olhando para os dois. – Será que as duas Marias não podem, simplesmente, ter uma conversa civilizada sem expressar sua TSNR?
– TSNR? – Eles questionaram-na, em uníssono.
– Tensão Sexual Não-Resolvida. Os seus desejos carnais um pelo outro se expressam através do ódio. Logo, vocês estão loucos pra se agarrar em algum corredor deserto.
– MARY! – Ginevra gritou, histérica.
– Tá, parei. Mas voltando... Essas são alianças diferentes. Elas as protegem do efeito dessa poção. Por mais que estejam se perguntando o que eu quero chegar nisso, por favor, vão entender quando nós todos juntarmos as peças do quebra-cabeça.
Eles todos se entreolharam.
Astoria havia feito mais uma leva da poção Vitrovita, e tinha que escolher sua próxima vítima. "Esse livrinho está me sendo de larga utilidade... Agora tenho nas mãos as armas para eu me vingar de todos!" Refletia, enquanto punha toda a poção rosa-cereja em um outro frasco igual a aquele que conseguiu com a ajuda de Helen.
No livro, estava aberto numa página, e a loira nem percebera que a tinta do mesmo estava com uma coloração muito escura, mas estranhamente de um tom avermelhado. No final deste, com um vento surgido do nada, aparecera uma frase.
– Que frase é essa? – Ela perguntou-se, visivelmente curiosa. – Depois eu vejo isso...
Voltou-se a preparar mais da poção, enquanto sentia uma levíssima dor em seu peito.
Na madrugada, Mariana não conseguira dormir, então fora para o Salão Comunal da Corvinal para arejar a sua cabeça.
No que estava pensando? Pô-los em risco por causa de um maldito livro. Repentinamente, as chamas fracas emolduraram um rosto, que a metamorfomaga reconheceu imediatamente.
– Mamãe? O que está fazendo aqui?
– Mary, meu amor, sabe o motivo. – Redargüiu Liliana, com tom de voz amável.
– Eu sei, mas por quê eu tenho que fazer isso? Sabe que não tenho a menor idéia de onde procurá-lo... A não ser por Helen Trotski.
– Helen Trotski?
– Sim. Eu acredito que infelizmente ela foi atingida pela Vitrovita. – E pelo que parece, minha busca vai começar mais cedo do que eu esperava, completou mentalmente.
– Mary, você tem que descobrir quem é o mestre do Vindicare, por amor a Merlin!
– Mamãe, eu estou fazendo o melhor que posso! – Ela replicou, exasperando-se. – E ninguém consegue completar as cinco frases em menos de um ano.
– Mariana, sabe que existe essa possibilidade. Ele não é qualquer tipo de livro.
A metamorfomaga começou a ficar pensativa.
– Espero que não tenha se apaixonado, minha Mary... – Liliana disse, com um tom de pesar.
– Sei disso, mamãe.
Um monte de dúvidas passou pela cabeça da garota. Conseguia muito bem esconder seus sentimentos predominantes, mas... Ela sofria com isso. Todos de sua família se apaixonaram, mas exatamente por isso que não conseguiram concretizar a tarefa de recuperar o maléfico objeto.
– Ah, sim, isso me lembra... Como fora passar o Natal com Ginevra e Luna?
– Foi legal. – Respondera sem emoção.
Nesse instante ela se lembrou de Fred. Ela queria, com todas as forças, que alguém a golpeasse na cabeça e se esqueceria do ruivo. "Não posso me permitir amar, não posso" Refletiu, segurando as lágrimas. Recordava de ter falado a Ginny que era um insulto fazer isto. E era mesmo, para Mariana. Era ofensivo porque atrapalharia. O amor seria seu sentimento dominante, e o Vindicare queria justamente o maior e mais forte sentimento do mundo.
– Meu amor, eu preciso ir! Esqueci que aí são duas horas de atraso... E devo estar atrapalhando seu sono. Adeus. – A matriarca respondera, sumindo na chamas.
Passou tão rápido que nem percebera. Duas horas da manhã, e ela assim. Deixou as lágrimas caírem livremente pelo rosto. "Por que não escolheram outra pessoa para fazer isto?" Indagara a si mesma. Sentia um enorme peso na consciência ao lembrar de uma frase dita no trem.
– Seria um insulto enorme eu namorar seu irmão!
Ela precisava de amor. Queria senti-lo, mas infelizmente, ser descendente de uma família que tinha uma ovelha negra era um fardo enorme.
– Tenho que dormir. – Dissera, racionalmente. Secou o seu rosto e voltou para o dormitório.
De uma coisa Draco sabia: sua vida era mais interessante quando era o Malfoy, quando amedrontava todos os primeiranistas, que tinha Crabbe e Goyle e namorava Pansy. Ela mudara desde que ficou com Astoria Greengrass.
Mal ele a conhecia, Daphne os apresentaram no mês de agosto, na casa de verão dos Greengrass na Grécia. Depois, quando notou, a loira estava mais do seu lado do que o costume, e a morena, mais distante. E o clima tenso que existe entre Pansy e Astoria.
E mais essa agora: participava de um falso clube, que na verdade, era a forma mais bizarra de ajuda que alguém havia pedido – não que ele conhecesse algumas piores. "Estou ficando louco... Que nem a Weasley fêmea!" Pensou, arrependendo-se de pensar justamente na ruiva.
Saía da aula de Adivinhação naquela manhã com uma certa ansiedade em encontrar certa grifinória no corredor, apenas para ouvir a voz estridente e de tom irritado. "Desde quando eu queria tanto ouvir a voz de... De... Qual é o nome dela?" Continuara, intrigado. "O apelido da Weasley é Ginny, pelo que me lembro. Então só pode ser... Virgínia. Mas não combina com ela, estr... MALFOY! PÁRA DE PENSAR NA WEASEL AGORA!" Terminou, massageando uma das têmporas.
– Cara, o Malfoy ta viajando... – Goyle comentara, olhando para a cara do "chefe".
– Posso saber o que perdeu aqui? – Draco sibilou, apontando ao rosto.
– N-Nada. – O outro rapidamente respondeu, atônito.
Na aula de Poções, Mary estava distante. Ginevra e Luna estavam, cada uma de um lado da corvinal, e perceberam que seu cabelo, antes negro e liso, além de brilhante, apresentava um tom opaco, e seus olhos estavam mais escuros do que de costume.
– O que aconteceu, Mariana? – Ginny inquiriu, baixo.
– Nada não. – Mentiu, olhando para o pergaminho que riscava com a pena.
– Mary, o seu cabelo tá amarelado. – Luna comentou, preocupando-se.
– Depois eu, hã, explico. – Mary dissera, fazendo com um certo esforço os cabelos voltarem a ser negros e os olhos em tom de mel, quase amarelos.
Só que, após a aula, quando as três alunas iam rumar corredores diferentes, um grito chamou a sua atenção. Tanto elas quanto o resto dos alunos foram em direção aos brados angustiantes, e quando chegaram era tarde demais.
– O QUE ACONTECEU AQUI? – Gritou uma McGonagall muito furiosa, mas o tom autoritário vacilava.
Dois alunos da Lufa-Lufa encontravam-se no chão frio, com uma aparência pálida e com olheiras – ainda claras, mas querendo escurecer – além da pele pálida e murmurando palavras desconexas. Exatamente do mesmo estado que Helen.
"Ah, que porra, tá pior do que eu pensava..." Mentaliza Mary, num misto de frustração e medo. Notou que tinha um bilhete não muito perto do garoto do quinto ano, que reconhecera sendo Wallace McDonald, mas sim mais perto dela e de Luna. Nesse momento lembrou-se das palavras da mãe.
– Tenho que pôr meu plano em prática. – Murmurou a si, enquanto guardava o pergaminho dentro das vestes. "Só que, qual plano?" Completou sua consciência.
Continua...
Notinha 2: O QUE? A Mary tipo, esconde alguma coisa? o.O' Comofas/. Nhaa, mas justamente por isso que ela vai juntar os trapinhos do D, da G, da L, do B, do H e da P *surto de Gossip Girl MODE On * . Pessoas, queridinhas do meu coração, o que eles vão passar por "desventuras Filcherianas" é DIMAIS *-* (Agora entendem porque quis mudar para Aventura? O Humor não teria espaço ainda :/). E claro, a Pansy é outra que é oculta também ò.ó! A Astoria tá envenenando todo mundo sem saber (ou sabe? Ninguém sabe xD~)!
Nhaai, amores, as reviews serão respondidas no próximo cap! (repetindo, néah)
Beeeeeeijos!
Hinata Weasley
