Disclaimer: HP, Pottah, Pottie, Harry Potter, Filho-do-Pontas, Garoto-Que-Sobreviveu, bem, não me pertence XD
Notinha: OUTRO SURTO O.O??? Não, não, eu fiz dois capítulos em uma semana só (nha, obg a você, Inspiração, por dar luz a minha vidinha *---*). Logo, Logo, o Onze sai, flower's :D
Boa Leitura [2] :D
Suco de Morango com Bolinhas de Tutti Frutti
Capítulo Dez.
Aquela última semana de dezembro passara rápido como um foguete. Mariana tentava pensar, já que depois do segundo bilhete, não tivera dúvidas: o Vindicare tinha que ser parado o mais rápido possível.
Não tinha contado a Luna sobre sua origem de verdade, e nem pretendia. Porém a idéia de se fazer um Clube baseou-se justamente em pedir ajuda ao Trio. Só que, depois daquela aparição de Madame Pomfrey no Salão, dizendo sobre Helen, teve que incluir Malfoy e os outros.
Todavia, sua aparência, por vezes, vacilava – se você contar que a menina é metamorfa – e Ginny sempre queria saber o que ela estava pensando. Não disse o verdadeiro motivo de estar triste naquela aula de Poções... "Só que, Mary, você sabe que esse dia vai chegar". Completara, olhando o céu pintado de um branco-acinzentado. Então, repentinamente, surgiu-lhe uma idéia.
Resolvera planejar bem, já que ela não iria falhar.
15 de Janeiro de 2000.
A aula de Herbologia estava muito tediosa – logicamente não chegando à História da Magia, mas conseguindo chegar quase lá – pois era aula teórica e estava chovendo litros e litros de água naquela tarde.
– Ginny, acha que Mary está escondendo algo? Ultimamente ela está estranha. – Luna comentou, preocupada. – Ela nem veio à aula!
Mas a ruiva não estava ali. Na verdade ela estava irritada consigo mesma por ter esquecido tão facilmente Harry e seus sonhos com Malfoy terem aumentado consideravelmente. Não que ela quisesse curtir a fossa pós-namoro, mas até aquele momento tinha certeza que ainda o amava.
– Ginevra? – A professora Sprout dissera, em sua voz suave só que um pouco afinada.
– Ah? – Ginny replicou, confusa.
– Senhorita Weasley, creio eu que não ouviu a minha pergunta. Sua falta de atenção está afetando suas notas na minha matéria, senhorita!
– Desculpe, professora, é que não estou me sentindo bem.
– Então vá a Ala Hospitalar. Mas preste mais atenção a minha aula. – A bruxa responde, categórica.
E a ruivinha saíra, mas quando estava no corredor das estufas, virou à esquerda ao invés da direita, indo a um corredor oposto da Ala.
"Não entendi porque a professora Sprout não tirou pontos da Grifinória..." Refletia, suspirando profundamente o ar do castelo.
Logo se esbarrou em um corpo alto, caindo no chão devido ao choque.
– Ai! – Ginny murmurou, baixinho. Quando viu quem era, sua irritação acordou. – Mas tinha que ser! Não se intromete no meu caminho, Malfoy!
Draco levanta-se rápido, colocando todas as suas coisas na mochila.
– Weasley, que eu saiba, esse corredor é público.
– Claro, mas encontrar você não estava nos meus planos!
– Ora, como consegue pensar sem um cérebro, Weasel? – Ele indagou, irônico e sorrindo torto.
– Ora, como consegue ser idiota e loiro, Malfoy? – Rebatera Ginevra, com língua afiada.
– Você é tão tola... Agora saia da minha frente. – Draco sentenciou frio.
– NÃO! – A ruiva gritou. – Saia você!
O loiro esbarrou na grifinória, fazendo-a cair. Mas o que ele não esperava de Ginevra ia puxá-lo também e caírem um em cima do outro.
– Ai! – Ele murmurou, irritado. Só que o sonserino percebeu que aquela situação era deveras prazerosa: estava com o rosto a poucos centímetros de distancia da ruiva.
– Malfoy, quer sair de cima de mim? – Ginny murmurou, apesar de querer o contrário. "SAIA JÁ DAÍ" Sua voz alarmara. Mas o cheiro doce de hortelã confundia a sua mente.
– Ginny... – Falara completamente rouco. Era como se uma linha de fogo estivesse correndo pelas suas pernas.
– S-Sai... – "Você quer fazer isso comigo, Ginny?" A voz nítida de Harry era muito alta em sua mente. "Sabe que odeia o Malfoy, então porque se sente tão atraída por ele?".
E Draco estava tão perto da boca dela, murmurando palavras desconexas que roçava os lábios finos nos da Weasley. "Que cheiro delicioso de lavanda... Os lábios dela... Ah Meu Merlin!" Falou para si mesmo.
Mas com as últimas forças que lhe restavam, empurrou-o para o lado, levantando-se rápido do chão.
– Nunca. mais. faça. isso. – Ginevra sibilou entre os dentes.
– Isso o quê? – O sonserino rebatera, fingindo não entender o que ela disse. – Eu vou embora.
– Pois vá então! – Ela cuspiu, correndo para o corredor noroeste.
Malfoy sorriu. Não sabia o que fez para justamente Ginny mexer com seus instintos tão fortemente que até o perfume dela ficava impregnado na sua pele.
Mariana ficou no dormitório a manhã inteira, pois não dormiu direito à noite. Depois de ter lido dezenas de vezes o conteúdo da mensagem, não houve mais ataques de Vitrovita em Hogwarts desde que o mestre atacou Wallace e a outra garota que soube em seguida se tratar da irmã dele, Victoria.
– Cadê ela? – Inquiriu para si, enquanto procurava o bilhete. Achou-o debaixo de um dos seus livros de Transfiguração.
Olá de novo. Devo dizer que você se apressou em encontrar o bilhete anterior, já que Helen estava num estado deplorável. Agora ataquei os irmãos McDonald, claro. Minha querida, isso é apenas o começo.
Claro, o que tem Helen, Victoria e Wallace em comum? Ora, a resposta é óbvia. Pretendo cumprir minha vingança tão logo quanto você descobrir quem sou eu, ou seja, mais difícil do que parece ser. Eles não irão morrer, pois nenhum ser humano morre sem sua preciosidade, só que irão dormir e sonhar com seu maior tesouro... Irônico não?
Ora, estou me divertindo muito com isto.
– Maldito. – Dissera, ao terminar.
– Mary? O que está fazendo? – Luna apareceu no dormitório. – Você não apareceu em todas as aulas da manhã! O que acontece contigo?
– Loonie, não pergunte. – A metamorfomaga rebate, indo para a porta.
– Mariana... – A loira dissera, perdendo o tom sonhador por instantes.
– Eu já disse. Eu vou almoçar. – Mary falou.
"Preciso falar com a Ginny agora!" Luna pensou, saindo do dormitório.
– Gin, tem certeza que você está bem? – Harry indagou baixo à ruiva, no Salão.
– Harry, eu to bem sim.
– Está muito vermelha. Parece estar com calor! – Ele disse, enquanto pegava um copo de suco de abóbora para a ruiva. – Toma.
Ginevra tomou em um gole só, surpreendendo todos da mesa! Na verdade, ela precisava ter controle sobre seus pensamentos (os quais só iam para aquela doninha que Ginny insistia em repelir). Desviou sua atenção ao ver que Mary entrava no Salão Principal, e seus olhos estavam injetados e o cabelo vermelho-intenso.
– Mariana está zangada com alguma coisa, ou alguém. – O moreno constata, estranhando a expressão de irritação na corvinal.
Logo em seguida entrou Luna, mas ela seguia para a mesa da Grifinória, ao invés da sua própria Casa.
– Loonie, você não deveria...?
– Não. Vem Ginny! – A garota dos orbes azuis falou, puxando-a para fora do Salão Principal.
Quando estavam bem afastadas das portas de carvalho, as duas garotas olharam para ver se não tinha ninguém as escutando.
– Luna, pode me explicar o que está acontecendo? – Pedira a grifinória, meio pasma.
– Eu sabia que ela estava diferente, mas não tanto!
– Quem, Loonie?
– A Mary, Ginny! – Luna rebatera, com um tom confiante e assustado. – Desde que encontramos a Helen, a reunião... Ela está diferente!
– Espera, mas o que tem a ver a Trotski nisso? – A ruiva perguntou, prestando atenção nas palavras da lunática.
– Acredite, mas ela não era desse jeito desde que a sonserina foi atacada pela poção misteriosa... Como Mary sabe o que Helen tem se pediu nossa ajuda? Ela não nos disse nada sobre o remetente, mas é como se o conhecesse...
– E se ela mesma atacou a Helen, e os McDonald?
– Não, a Mary não poderia... – Luna tremera com essa suposição.
– Loonie, pensa comigo! – Ginevra disse, convicta. – Primeiro, a Mary está diferente, depois sabe o que a Trotski tem, e parece conhecer todas as armas da pessoa que os está atacando... Só pode ser ela!
– Não, não é possível! Mas Gin, ela só sabe porque no bilhete estava escrito que eles sofreram com o efeito de uma poção...
– A Mary sabe, mas acho que ela sabe o nome dessa poção. É como se Mariana tivesse alguma ligação com o que está acontecendo! – A Weasley continuou, categórica.
Repentinamente, elas tomaram um susto: Mariana estava do outro lado, ouvindo tudo o que as duas disseram.
– Então é isso não? – Seu cabelo estava um azul-pálido. – Acham que estou por trás dos ataques.
– Isso mesmo! – Ginny falou, convicta. – Mary, como você pôde? Atacar a Trotski e os McDonald? Isso é desumano!
– Não fui eu. – A garota fala, sem emoção.
– Mary, confessa, você sabia disso tudo. – Luna disse, com as lágrimas prontas para caírem. – Por que nos enganou? Pensei que fosse minha melhor amiga.
– Mas nós somos! Só que não fui eu quem os ataquei... Ginny, Loonie, vocês não acreditam em mim?
– Acreditamos sim, Mary... – A ruiva falou, em tom preocupado. – Mas como você sabe o que, ou quem fez aquilo com os McDonald e a Trotski? Não quer nos contar porque foi você que os atacou!
– Já disse que não fui eu! – A metamorfomaga repetira, exaltada. – É só que não quero pô-las em risco.
– Em risco do quê, hein? – Ginny murmurou. – A gente vai morrer, por acaso?
– É algo bem pior. – Mariana responde prontamente, surpreendendo as duas.
– Diz pra gente, Mary, por favor... – A loira falou, abraçando-a e molhando a capa da amiga.
– Eu não posso. – A metamorfomaga disse, se punindo mentalmente por fazer aquilo com Luna.
– Quer saber, Jacob? VOCÊ É UMA COVARDE! – Ginevra gritara, com raiva nos orbes chocolate. – Tanto eu quanto Loonie enfrentamos coisas piores!
– Sei disso. – Mary falou, triste e desvencilhando de Loonie. Ficou frente a frente para Ginny. – Olho, eu confesso: estou sendo mesmo uma covarde, mas nem vocês e os outros iriam entender!
– Faça um esforço! Mariana, apesar de não estar aqui na Guerra, tanto eu quanto Loonie, Ron, Mione, Harry e os outros enfrentaram vários bruxos das trevas e perdemos pessoas que amávamos muito...– A Weasley disse, em tom sincero. – Sabe, por mais que você não nos queira colocar em risco, a Guerra foi pior do que pensa. Imagine um céu pintado de azul sendo cortado pelo verde, o vermelho e o azul das Imperdoáveis?
– E além do mais, Mary... – Luna continuou, ficando do lado da amiga corvinal. – Teve pessoas que deixaram outras aqui. Como você acha que elas ficaram?
– Ginny, Loonie... Vocês não podem... – Mariana não conseguira terminar.
– Podemos sim! Sabe, meu irmão e minha família ficaram surpresos por conhecerem outra metamorfomaga se não a Tonks e o Ted.
A menina ficou com peso na consciência.
– Mary, por que não quer contar isso para nós? – Luna perguntou, sorrindo docemente.
– Já ouvi de tudo, senhoritas. – Uma voz autoritária falara, pegando as meninas desprevenidas.
– Diretora, não é o que... – Ginny fora interrompida pela voz enérgica de Minerva.
– Senhorita Weasley, já disse que ouvi de tudo. Tenho certeza absoluta que a senhorita Jacob tem muitas coisas para explicar para mim, e talvez sua punição seja menor. – Ela falou, autoritária. – E, claro, se quiser acompanhar a sua amiga...
– Não, diretora não faça isso. – Mariana contestou-a.
– Mary... – Luna chamou-a num fio de voz.
– Diretora, desculpe. Elas não tem nada a ver com isso.
– Vamos para a minha sala. – Minerva respondera, levando a garota consigo.
Quando foram embora, a corvinal loira chorou muito, e Ginny segurou as lágrimas para não chorar. Como puderam acusá-la? Agora, Mary iria assumir a culpa por algo que não fez, só para não entremetê-las na confusão.
– Luna! Ginny! A aula de Poções começou há dez minutos! – Hermione dissera, em tom de repreenda. Mas logo se arrependera ao ver as duas chorando. – Onde está Mary?
Então a ruiva grifinória contou tudo à castanha, que ficou surpresa por tudo aquilo.
– Mas se Mary sabe, então por que...?
– Eu não sei, Mione. Ela não quer nos contar, mas a gente sente que ela está muito envolvida com isso! – Luna respondeu no lugar, triste e com a cara lavada pelas lágrimas.
– Olha, temos que dizer isso ao Harry e ao Ron... Saberemos o que fazer!
– E o Malfoy? – Ginny não se controlara ao soltar a pergunta inquieta. Emendara. – Eles não vão saber?
– Bom, infelizmente sim, fazer o quê... Mas temos que ajudar a amiga de vocês.
As garotas concordaram, e então, foram para a segunda aula de Poções do dia.
Astoria via uma quartanista beber a poção rosada como água, para depois cair desfalecida e algo vermelho-vinho e com a forma de uma rosa sair de seu corpo.
– Bondade. Mais um sentimento para a minha coleção. – Falou, pegando-a e colocando num pote de vidro especial. – Depois desse ataque, as coisas ficarão muito mais divertidas!
Escreveu o mais cuidadosamente possível, tomando cautela quanto às indiretas e as palavras.
– Já que a Jacob não me perturba mais, então eu... – De repente ouviu uma lamúria vindo do canto da sala algo parecido a um nome. "Nossa, Hogwarts cada vez fica cheia de fantasmas..." Refletira, levando com alguma dificuldade o corpo da garotinha para o corredor vazio.
O livro foi para a última página, uma que estava colada à contracapa, como se ninguém era permitido de descobrir o que estava escrito. Ela descolou-se magicamente e começou a surgir o título "As Cinco Conseqüências". Em seguida, uma frase listada como a primeira listou-se:
"Não fazes aos outros os males que não quer para ti".
A sonserina nem tinha se dado conta, já que fechou o livro imediatamente, guardou as duas jarras e o sentimento no armário que conjurara, e foi-se embora.
Já na sala de Minerva, Mary sentou-se muito nervosa. Agora estava realmente com medo de descobrirem, e como Ginny e Luna a acusaram, piorou a situação: a diretora ouvira, e com certeza absoluta iria expulsá-la do colégio.
– Senhorita Jacob, estou decepcionada com você. – McGonagall começou, olhando seriamente para a menina. – Atacando alunos com uma poção, estou certa?
– E-Está, diretora. – Ela respondera, deixando as lágrimas caírem pelo rosto moreno.
– Por quê? Qual é o nome da poção?
– Eu não queria... – Mary dissera, desesperada para sair dali. – Diretora, não fui eu quem atacou Helen! E eu não sei! – Mentira, na última frase.
– E Wallace e Victoria? Vai me dizer que não os atacaram também? – Minerva perguntara, curiosa pela resposta da corvinal.
– Também não os ataquei.
– Vai continuar negando, senhorita? – A bruxa inquiriu, em tom casual. – Senhorita Jacob, eu sinceramente não entendo... Pelo que ouvi da senhorita Weasley, você sabe o que eles três têm, e a senhorita Lovegood falou que você não sabe quem é, mas age como se o conhecesse.
Mariana estava com os olhos acinzentados e tom do cabelo lilás, chorando. Mas resolveu tomar um pouco da sabedoria e da inteligência de seu lado "corvinal" e respirara fundo.
– Senhorita?
– Diretora, eu não posso contar. Não estou negando e nem afirmando. Só que não fui eu quem atacou Wallace, Helen e Victoria. – Disse, olhando para a bruxa. – Eu confesso: sei o que afetou os três, mas tem que me dar tempo!
– Menina, qual é seu nome completo? – O quadro perguntou calmamente, o que chamou a atenção de McGonagall.
– Mariana Alex Jacob.
Então a diretora voltou-se para o imponente quadro do finado diretor, enquanto este colocava sua xícara de chá na mesa de pano azul-marinho.
– Minerva... – Disse o quadro.
– Alvo? – Ela falara, sentando-se outra vez. Mary continuou em seu lugar, já se acostumando ao nervosismo.
– E qual é minha detenção? – Ficou pasma ao falar isto, embora quisesse saber, e muito – além de ter despertado-a do devaneio.
– Uma questão.
A metamorfa ficou surpresa. Sua detenção seria uma simples pergunta? Mas não se deixaria enganar pela súbita sensação de alívio.
– Pode perguntar. – Murmurara, voltando a ficar temerosa.
Mas na hora em que ia fazê-lo, Padma Patil entrou, desesperada.
– Senhorita Patil! Não se deve entrar na minha sala assim! – Minerva repreendeu-a, irritada pela falta de educação da aluna.
– Desculpe, diretora, mas outra aluna foi encontrada desmaiada no corredor, como estavam os irmãos McDonald! – A corvinal dissera.
Mariana, por razões inimagináveis resolvera ouvir a conversa.
– Está bem. Papoula já a levou para a Ala?
– Já. – Padma replicou.
– Me aguarde lá embaixo, preciso falar com a senhorita Jacob.
– Só que deixaram um bilhete. – Ela continuou, entregando a mensagem à Minerva. – Estou indo.
Ao sair, as duas olharam para o pequeno pergaminho. Mary, nervosa porque justamente quando estava quase se salvando – bem, salvando-se ela não estava, mas agora a próxima mensagem pôs tudo a perder – e a diretora, curiosa por que a aluna desmaiada deixou um bilhete para a corvinal.
– Diretora, eu posso explicar... – Mariana comentara, não conseguindo impedi-la de ler a mensagem.
Depois de ter passado os olhos com cuidado, devolveu-o a metamorfa, que leu rapidamente:
Olá para você de novo. Vejo que não tem a mínima idéia de quem esteja fazendo isso. Claro, eu não iria me identificar para quem quer me perseguir, lógico. A menina aí será a última desconhecida: Samantha Lancaster, do quinto ano da Grifinória.
Agora, para tornar as coisas mais divertidas, atacarei as pessoas próximas de vocês! Ah, sim, por que eu estou adorando que você esteja morrendo por dentro para saber quem sou eu. Quem sabe agora um sonserino, já que não ataquei mais nenhum desde Helen. Só que, todo ataque tem seu motivo, certo?
Pois bem: você mesma que está lendo, você deve ser a quem quer me desvendar. Eu lhe explicarei calmamente. Sei, eu percebi que tem uma pessoa que me traíra, e pretendo me vingar do jeito mais simples: descontando nas pessoas mais próximas dela, maravilhoso não é?
– Uma pessoa que a traiu? – Mary murmurou mais para si do que para a diretora. "Como pode?" Pensou, desconfiada.
Você deve estar se perguntando quem me trairia. Pois bem, uma pessoa resolveu rebelar-se contra mim, e então, estou fazendo cada uma próxima dela, e de você, pagar por isso. Estou pegando todos os sentimentos desses garotos e guardando... Eles me servirão de muita ajuda, pois são eles que a trarão a mim. E depois que ela estiver em minhas mãos, roubarei seu sentimento e o quebrarei em pedacinhos, para que nunca mais acorde!
Embora eu precise de você e os outros idiotas que chamou para ajudar, claro, amei a parte em que a McGonagall chamou-te pra sala dela! Que maravilhoso momento!
Bons preços são pagos, certo?
Depois que terminou de ler, ela sentiu um perfume adocicado vindo da própria carta. Ela não se recordava das outras duas terem o mesmo odor... Parecia importado.
– Senhorita Jacob, te darei o benefício da dúvida.
– P-Por quê diretora? Eu sei o que aconteceu e – Foi interrompida pela voz da diretora.
– Saber, sim. Mas não o fez. Pelo que vejo, essa pessoa está vigiando seus passos como de uma sombra. – Minerva sentenciara. – E creio que, até lá, precisará de provas para provar sua inocência.
Mariana ficou surpresa com os dizeres de McGonagall. Mesmo que soubesse, não recebeu nenhuma pergunta.
– Senhorita... – A bruxa fez sinal com a mão, para ela se aproximar. Quando chegou bem perto, cochichou em seu ouvido. – A senhorita é descendente das bruxas Jacob, certo?
– É, ah... – Não sabia como a diretora conhecia a história de sua família.
– Mariana, sinceramente fiquei impressionada pelo fato de ter sido escolhida para a Corvinal no seu primeiro ano. Mas agora eu entendo. – A diretora falou, arrumando as vestes e indo a porta. – Temos que sair, a senhorita Lancaster está doente.
– S-Sim! – Ela falou, um pouco mais confiante.
A corvinal tinha a claríssima impressão de que a próxima reunião seria mais cedo do que pensava. Já sabia a idéia que iria propôr.
Continua...
:: Ouvindo Hare Hare Yukai - Suzumiya Haruhi no Yuutsu ::
Notinha: Ai Meu Merlin! O quê? A Mary tem lados ocultos (o.o)? A Pansy tem um segredo (o.O')? A Astoria quer conquistar o mundo (Esse foi o Tio Voldie que me disse XD)? Nah, tudo isso em meio a um, isto é, três romances, planos, livros, Sala Precisa, Draco e Ginny, Harry e Pansy, Luna e Blaise, história básica, e blablablá... E, claro, o Fred (Ele é A-M-O-R mimimimi *.*) vai ter que ser raptado (AAAAAAAAHHHH -) por elas... Pra quê? Bom, isso vocês vão ter que saber, hahahahaha :D
Flores da minha vida, além daquela HP/PP que disse que envolveria conto de fada, tenho uma idéia meio doida (Inner: nah, nem é tanto assim x)) pra criar uma fic de Twilight (claro, pra quem leu Twilight e New Moon em quatro dias cada *recorde, prontofalei XD* ...). EddiexBells, claro, mas com um toque de moi, lógico (pulando feito louca na frente do PC n.n) e a cidade mais linda do mundo (na minha modesta opinião) e talz... Sei lá vioo o.o'. Tá, sem delongas pois:
Agora à parte mais emocionante do Fanfiction ponto Nete: R E V I E W S mimimi *.*
jaquen masen lovegood . : Floooor! Amay sua review :D! Sim, sim, o Tio Voldie agradece o elogio (nhaai, ele amou isso *-*) e a Astie não vai dominar o mundo (eu espero OO'). Thanks amor!
Denii Malfoy: O Sam é AMOR (L) *-* ! Mas belê, fiquei viciada em Twilight, no filme, nos vampiros, no Carlisle (pow, eu adoraria me consultar com um lindíssimo médico loiro mimimimi *-*/abafa), no Edward (nhaa, tem coisa mais fofa do que aquele cabelo bagunçado? Nhaaaa *---*), na Bella e talz... Meu, não acredito, você (assim como as minhas outras leitora) conquistou meu core *.* e eu também sou doidona ahauhauhauahu XD
Nhaaai! Beeeeeijos mil pra vocês :D!
Hinata Weasley
