Disclaimer: Harry Potter não me pertence. Se sim, o Sirius ainda estaria entre nós, claro
Nota: Sinceramente, NÃO ACREDITO que a minha inspiração me deu uma Poota de uma guinada e me fez escrever o cap 12 no Word!!!! MELDELS *-*! Acho que fiquei tão desmotivada que, depois de todas as reviews que recebi após publicar o aviso (ele é ainda válido, mas nunca se sabe ;) ) que ela resolveu me dar uma puxada de orelha e não deixar vocês na mão mimimimi *.*! Obrigada a TODAS por terem me mandado review, e mesmo que eu publique (literalmente) o mais rápido possível, claro que podem ocorrer imprevistos, mas nada demais, claro ;).
Boaa Leituraaa =D
Suco de Morango com Bolinhas de Tutti Frutti
Capítulo Doze
Estava na biblioteca, lendo um livro qualquer sobre contos de fadas. Adorava este tipo de livro, mas nunca acreditava que existia um "feliz para sempre". Então uma voz melodiosa a chamou.
– Mariana!
Deixou-o na poltrona verde-escuro e saiu de lá, a passos largos. Chegando na grande sala, olhou para todos os presentes, surpresa. Sua mãe os apresentava, já os conhecera, mas nada ouviu. Sabia que aquela era a hora.
– Mamãe... O que está acontecendo?
Ela seria a próxima. Será a próxima.
– Mary, o que eu vou dizer é muito sério.
– Senhorita Jacob? – Papoula perguntou, vendo que a aluna se mexia na maca.
– Ahhn...
– Mary? – Ginevra e Luna falaram ao mesmo tempo.
– O que... O que aconteceu??? – Perguntou, levantando-se de supetão.
Então olhou para onde estava: na Ala Hospitalar, numa das últimas macas.
– Você desmaiou, Mary... Aí nós chamamos a diretora. – Luna explicara.
– Oh... – Disse, ainda meio nervosa. – Eu, ah, Madame Pomfrey, pode nos deixar a sós?
– Esses jovens... – A enfermeira comentara, saindo de perto.
Quando as três meninas ficaram sozinhas, o cabelo de Mariana mudou para um tom amarelado, quase dourado, e os olhos ficaram castanhos-escuros. Olharam-na, esperando Mary falar algo.
– Bem, é complicado dizer isso... – Começou. – Naquela hora, quando eu disse que eu nunca mentiria... Eu menti.
– Mentiu pra nós? – Ginny questiona, surpresa.
– Infelizmente. Só que foi por causa disso. – Falara.
Mariana puxara a manga da camisa, revelando um símbolo em vermelho em seu braço direito. Ele parecia ser um V cravado em brasas, e com uma rosa no fundo. Ginevra e Luna ficaram boquiabertas com aquilo: parecia com a Marca Negra dos comensais da morte.
– Tá, antes que vocês morram de deslocamento do maxilar... – Falou, puxando de volta a manga. – É por causa dessa marquinha linda que eu desmaiei. Eu não posso mentir a alguém próximo de mim a não ser que eu queira proteger essa pessoa. O problema é que, quando a Loonie disse que não me conhecia, eu devia ter assentido ao invés de ter rebatido, pois estaria protegendo-a.
– Entendi... – Luna comenta.
– Mas o caso é que, como eu falei na primeira reunião, os anéis protegiam vocês de uma poção chamada Vitrovita.
– Vitrovita? – A ruiva repetia, confusa.
– Sim. Ela tira o sentimento dominante da pessoa, e ela fica em estado vegetativo. Não tem essa de seis meses porque ela pode ficar anos a fio sem acordar e sem comer absolutamente nada. – Soltara. – Claro que, com esse negócio dos bilhetes é muito estranho, pois nenhum vingador manda qualquer tipo de mensagem.
– Vingança, Mary? Tudo isso é por vingança? – A corvinal de orbes azuis questionou.
– É. Acreditem ou não, não sabem o perigo que eu meti todos vocês. – Objeta, séria. – E temos que pará-la o mais rápido possível. O que acontece é o seguinte...
Então Mary respirou fundo antes de falar.
Astoria se sentia cada vez mais fraca, mas ainda assim continuava. Apesar de ter desistido de tirar sentimentos de alunos, preferiu ser mais específica. Agora tinha poção suficiente para dar a escola inteira.
– Você é uma garota muito esperta, Greengrass.
– Eu sei, livro, eu sei. – Murmurou, observando o objeto aberto em cima de uma mesa da sala vazia.
– E irá agir quando? Eu percebo que tem um certo ódio de uma garota.
– É, a Parkinson está perdida em minhas mãos. – Responde, colocando mais da poção em outro frasco.
Agora já contava doze frascos idênticos, e simplesmente poderia já comemorar. Astoria foi até seu armário e o abrira, vendo todos os potes com várias coisinhas pequeninas brilhando feitas pedras preciosas.
– É só uma questão de tempo, é só uma questão de tempo.
– Conte-nos, por favor, Mary! – Luna repetiu, esperando extasiada. Ginny fazia a mesma expressão.
– Sentem-se, é muito longa. – Replica. E começara a falar a história de sua família.
"Existiam duas famílias bruxas diferentes: os Jacob e os William. Os Jacob tinham duas filhas idênticas: Alexander e Annelise. E a outra família tinha um filho único: Ludwig, que por um acaso era muito bonito. Apesar de serem muito parecidas fisicamente, Alexander era obstinada e muito determinada, não aceitando se submeter a qualquer capricho e Annelise era muito romântica e doce.
Quando as duas irmãs se apaixonaram por Ludwig, elas viraram rivais uma da outra. Alexander, se recusando a ficar perto do jovem, não impedira Anne de aproximar-se dele. Mas Ludwig amava Alexander, e sua irmã, por mais idêntica que fosse, sabia ser dissimulada e manipuladora. Então decidiu que no dia em que fizesse 18 anos, ia confrontá-las.
Anne já pensava erroneamente que vencera a disputa, continuando a falar com Ludwig, e Alexander ainda não movia um músculo sequer para conquistá-lo. No dia que ia completar dezoito anos, ele resolveu atacar. A gêmea romântica, confiante demais, dissera que ele era muito bonito e era completamente perfeito para ela. Mas Alex virou o jogo quando o mesmo questionou-a. Ela disse que apesar de amá-lo, não o merecia, pois não era a altura de uma jovem herdeira dos Jacob, e o deixaria livre, independente de que escolha ele fizesse.
Então Ludwig ficou muito feliz com a resposta de Alex, e fê-la sua esposa, alegrando tanto os Jacob quanto os William. Annelise fora tomada por uma inveja e desejos de vingança, gritando a plenos pulmões que a irmã a traiu. E no dia do casamento, à frente de todos, criou um livro de cor roxa, indicando a sua vingança, e contornos em verde pela inveja que sentia da gêmea, e colocou todas as suas emoções nele. Ficou tão fraca que morreu murmurando que o nome deste seria Vindicare, "Vingar" em latim."
– UAU! – Ginevra exclamara. – Sabia que isso dá pra fazer uma estória bem doida?
– Concordo. – Luna rebateu, sonhadoramente.
– É. Só que há um pequenininho problema... – A metamorfomaga disse. – Esse Objeto era para ficar em nossa família, mas houve um pequeno acidente. Um dos guardiões usou-o em benefício próprio para se vingar do irmão, e acabou morrendo. E o irmão dele jogara-o no oceano, atitude totalmente impensada e reprovada por todos, logicamente!
– Por isso que ele veio passando de pessoa a pessoa. – A grifinória completa.
– Isso mesmo.
– Mas vocês não o detiveram por que?
– Quando alguém tem o sentimento sugado, o livro percebe e então, parte para outra pessoa, e coincidência ou não, ele sempre caía de lugares altos para ir boiando nas águas salgadas... Por isso, nós sempre o impedíamos, mas acho que o Vindicare dizia para a pessoa ir para algum lugar alto e perto do oceano.
– Nossa... Mas Mary há quanto tempo vocês estão "caçando" o livro? – Luna pergunta, curiosa.
– Bom, há quase... Duzentos e setenta anos. – Respondera, dando um sorriso amarelo. Vendo as caras e bocas de suas amigas, continuou. – Bem, e depois disso, a marca vai sumir do meu braço, se eu o pegar. Ela precisa ser perdoada e liberta.
– Ela? – Ginny repete.
– Sim. O espírito de Annelise está dentro do livro. Ela suga o amor porque nunca teve de verdade quem a amasse. Se eu conseguir detê-la antes que a pessoa concretize seu desejo, eu posso usar um feitiço. Mas se não...
– Se não...? – A loira continuou.
– Annelise sai do livro e mata o guardião, exatamente como fez com o traidor. – Disse, dando um sorriso fraco.
As duas garotas ficaram em choque. Ginevra não entendia como Mary encarava isto com tamanha naturalidade. Luna também.
– Por isso que eu nunca contei. Iam fazer essa cara de tacho. – Murmura, irritada.
– E com razão, oras! – Luna falara, num misto de assombração e raiva. – Acabou de dizer que vai morrer, e quer que fiquemos felizes com isso? Por Merlin! Mariana seja mais sensata!
– Loonie, você queria o quê? Eu menti para proteger vocês duas disso daqui! – Rebate, puxando a manga e mostrando a marca. – Além do mais, tanto você quanto Ginny tem sorte.
– Sorte em quê? – Ginevra indagou, tão pasma quanto a loira.
– Vocês podem se apaixonar por alguém. – Replicou. – Eu estou proibida, por motivos bem óbvios. E claro, devo acrescentar que todos os guardiões do livro maldito se apaixonaram de qualquer forma. Amor não é só expresso entre duas pessoas.
– Isso é verdade. – A ruiva diz, pensativa. – Mas Mary, já que tá tudo explicado, precisa dizer pros outros, certo?
– Ah sim. – Falara. – Nos reuniremos daqui a algumas horas.
– Mas já? – A loira indagou, estupefata.
– É. Quanto antes, melhor. – Respondeu, sorrindo.
Agora não seria nada fácil.
A sonserina loira estava passando pelo corredor do terceiro andar quando viu uma garota lufa-lufa conversando com Pansy animadamente.
– Olá... Garotas. – Diz, educada e sorrindo sinistramente doce.
– O que quer, Greengrass? – A morena questiona-a.
– Nada, nada. Estou só passando. – E quando estava do lado de Pansy, sussurrou só para que ela pudesse ouvir. – Cuide bem mais das pessoas próximas de você, querida.
A garota estremeceu com isto. Logo a loira virou o outro corredor e cortou caminho até sua sala. Pôs uma pequena quantidade num mini-tubo e rumou para o Salão Comunal da Sonserina.
À noite, quando estavam todos dentro da Sala Precisa, Mary trouxe novamente o suco de morango com bolinhas de tutti frutti, fazendo-os ficarem mais relaxados. Precisava ser o mais objetiva possível, senão tudo o que planejou vai água abaixo.
Contou para eles em todos os detalhes, menos a parte que ia morrer.
– Agora tá tudo explicado! – Blaise comentara, convicto. – Tudo isso é uma seita trouxa de exorcizar os bruxos!
– De onde você tirou isso, Zabini? Acorda, cara, não estamos em Salém e não somos um trio de bruxas que sugam a alma de crianças para obter juventude eterna¹! – Draco rebate, irritado. – Exorcismo é para ALMAS e não bruxos.
– Tirando a pequena DR de vocês, o negócio é que, para pegar o cara precisamos de pistas. – Ginny comentou, não dando importância à conversinha deles.
– Temos as cartas... – Hermione apontou, pensativa.
– Estranhamente, numa delas tinha um perfume importado. – Mary diz.
Nesse momento, Pansy olhava-as aflita. Estava mais branca do que papel, e suava frio. Levantou-se bruscamente da mesa, indo para a porta da Sala Precisa.
– Parkinson! – Blaise e Draco chamaram-na, mas ela os ignorou.
As meninas acharam isto muito estranho, só que não falaram nada. Então, a morena saiu da sala, deixando-as alarmadas.
– Será que...? – Luna começou, mas fora interrompido pelo negro.
– Não foi ela, Lovegood. Eu tenho que ir falar com Pansy. – Proferiu, mas Draco foi mais rápido e a seguiu.
Do lado de fora, a garota de cabelos negros chorava feito uma criança. Chorava e chorava, porque não podia mais agüentar. Sabia desde o começo quem atacava, o jeito, os bilhetes...
"Tenho certeza que é a filha da puta da Greengrass. Ela tá fazendo isso para me atingir". Refletia, desesperada.
Então ouviu passos. Correu mais um pouco indo até o final do corredor, pensando estar segura, mas então viu um grito de uma garota. E reconheceu a voz fina.
– O QUE É ISSO? AHHHHHH!
– Ah Jane Curtis, é só uma pequena amostra da minha poção, a Vitrovita. Depois que eu deixar minha mensagem J'adore, eu quero ver a Pansy vir para cá... Mas tudo se encaixou agora. O livro quer que eu persiga quem eu quiser. Ou seja, toda e qualquer pessoa que estiver no caminho da Parkinson sofrerá em minhas mãos!
"Que droga! Eu não..." Pensara, nervosa. Virou um pouco o rosto, e viu algo brilhando acima do peito de Jane. Era algo amarelo, e Pansy via claramente a forma de uma estrela de oito pontas. Astoria o pôs dentro do pote especial, e colocara nas vestes.
– Eu tenho que contar isso... – Murmurou inaudível. Só que a loira subitamente sentiu estar sendo observada, e virara-se justo a tempo de ela virar a cabeça.
– Quem está aí? – Sibila, furiosa e com a varinha em punho.
Com a mão livre, a garota de cabelos negros começou a procurar pela sua dentro das vestes, e desesperara-se ao ver que não estava ali. "Droga! Eu esqueci na Sala Precisa!" Mentalizava, suando frio. Sentia-se completamente perdida, e pior que Astoria sabia de seu segredo... E agora havia presenciado a loira usar de sua vingança. Desesperadamente pensara em sair correndo, mas a garota era rápida e ia lhe mandar um Estupefaça muito rápido.
– QUEM ESTÁ AÍ? – Astoria dessa vez berrou, furiosa.
Pansy perdeu as esperanças. Era melhor se entregar do que adiar o inevitável. Mas na hora em que ia fazer isso, ouviu uma voz conhecida: a de Draco.
– Ah, droga. – A loira falara, se distanciando. Mas antes disse. – Eu vou descobrir quem é você, sua pessoa inconveniente! Aguarde-me.
E a morena foi indo para trás que nem percebera onde estava indo. Quando notou, é que estava no meio do corredor, e o loiro parou bem atrás dela, assustando-a.
– O que deu em você? – Questiona, irritado. – Tem que vir comigo, senão o zelador idiota vai pensar que está fora do dormitório!
Ela não disse nada, estava empalidecida demais para sibilar um "A". Quando chegaram, o primeiro a notar algo diferente fora Harry. Logo após que as portas da sala foram fechadas, a morena ficou sentada no mesmo lugar, olhando para o nada.
– Pansy? – Blaise a chamara, mas a garota estava muda.
Bem dizer que todos tentaram atrair sua atenção, mas Pansy estava completamente alheia ao mundo.
– Calma, pessoal... Aliás, tenho um plano para pegar o cara. – Mary diz, confiante.
– O quê? – Hermione rebate, visivelmente curiosa.
– Temos que ser namorados. De preferência, bem apaixonados. – Frisa, sorrindo travessa.
O protesto foi geral. Só que apenas Draco e Ginevra não disseram nada, ainda absorvendo a notícia, além de Pansy, claro.
– Bem, o Ron e a Hermione já está formado... Agora resta o Draco, a Luna, a Ginny, o Harry, o Blaise e a Pansy. Se quiserem, a gente tira no sorteio.
– Ah, NÃO MESMO! – Berrou o sonserino de orbes escuros.
– Tá bom, então... – Com um volteio da varinha, seis palitinhos de madeira apareceram. – E quem pegar palitinhos iguais forma o casal, independentemente de quem seja, CERTO? Ou será que vou ter que FORÇAR um de vocês?
Vendo que todos se calaram, misturou os palitos, e colocou só a parte de madeira em cima. Então pedira gentilmente para que os seis restantes ficassem de pé.
– Harry, você primeiro. – Disse, estendendo os palitinhos para o moreno.
Ele puxou um, e este ficara azul-claro. Repetira a mesma coisa para Blaise e Draco, e seus palitinhos ficaram rosa e roxo, respectivamente.
– Roxo é cor de gay, ô Jacob! – O loiro reclama.
– Seja aberto a novas experiências... – Ginny rebate, sorrindo maliciosamente.
– Agora vocês, meninas! – Mariana responde, abrindo um sorriso enorme.
Pansy olhara vagamente para a metamorfomaga, e tirou qualquer palito. De repente, o seu ficou uma coloração estranha, mas acabara ficando azul, como o de Harry. Ele olhava para ela estranho. Luna fechara os olhos e pegou o penúltimo palitinho, e este ficara roxo rapidamente. Blaise deu um levíssimo sorriso.
– AH EU NÃO VOU TIRAR ESSE PALITO! – Ginevra berra.
– Pega logo o palito, Weasley. – Malfoy rebate. – Já sabe que vão ser nós dois, então termina logo isso de uma vez.
Muito contra a vontade, a ruiva de orbes chocolate pegou o último palito, e este ficou rosado como o do loiro.
– Bom, agora que os casais estão formados, eu preciso lhes dizer uma coisa, que provavelmente a Ginny e a Loonie não disseram... – Objeta.
– O que não disse, Gin? – Ron perguntou, desconfiado.
E como se tivesse sido pega de surpresa, ela lembrou-se: a garota vai morrer se não acharem logo o cara que fez aquilo!
– Mary... – Luna dissera, percebendo a mesma coisa.
– Eu vou morrer se não conseguir pará-la a tempo.
Todos os outros ficaram realmente pasmos com aquilo.
– O lado positivo disso é que Annelise irá conversar comigo quando acontecer. – Continuara, e o tom de seu cabelo ficou cinzento e sem vida. – Eu penso bem em dizer as coisas, para não pesarem depois... Por mais que eu queira viver, já sei que não vou sair viva nisso tudo. É tão irônico pensar que os melhores anos da minha vida seriam caçar um livro idiota de uma parenta mais idiota ainda por pensar que a irmã gêmea roubou o sonho dela.
"E ter conhecido o cara que mudou o meu ponto de vista". Completara, mentalmente.
– Pra... Não pesar depois? – Pansy, aquela altura, falara de modo sombrio.
– Isso mesmo. Todos nós temos segredos, e quando está chegando à hora de contá-lo, você quer adiar o mais rápido possível, pois é uma faca de dois gumes. Parkinson, por mais que alguém guarde o menor dos mistérios, ele vai ser revelado um dia.
– AH É? – Gritou a morena, assustando-a. – É ASSIM TÃO FÁCIL? JACOB, NADA É TÃO FÁCIL DO QUE PARECE!
– E não é fácil, Parkinson. – Rebate, em tom casual.
– Que bom que concorda comigo. Embora eu não entenda como diante de uma coisa BIZARRA feito essa, de você morrer, de ter alunos sendo perseguidos por uma BOSTA de livro que pertence à sua família e simplesmente está com uma garota tão fresca e idiota você ESTEJA TÃO NORMAL!
– Do que você ta falando, Pansy? – Blaise pergunta.
– AFF! QUER SABER! EU CANSEI! CANSEI CARALHO! – Berrava, começando a chorar de raiva. – JACOB, A PESSOA TÁ BEM DEBAIXO DO SEU NARIZ E VOCÊ NEM PRA ISSO ENXERGA! ACORDA, MINHA FILHA! QUEM VOCÊ ACHA QUE FEZ TUDO ISSO?
– Se eu soubesse, Pansy, eu te diria. E pelo amor de Morgana, eu não estou gritando contigo! – Mary diz, irritada.
– É... A Astoria que está fazendo isso. – Disse, num fio de voz. – É ela! É! Ta satisfeita agora, sua idiota?
Isso caiu como uma balde de água fria na cabeça de todos eles, principalmente na de Draco, que não a via tão transtornada assim desde o verão na Grécia.
– Como você sabe que é ela? Você não tem...
– EU VI! EU VI! ELA TIROU AQUELA COISA DA JANE CURTIS! ELA PÔS O PERFUME: J'ADORE! – Gritava, chorando ainda. – Ela tá fazendo isso por minha causa. Por isso.
E como se todo um quebra cabeça tivesse à frente dela (e deles, claro).
– Os McDonald fizeram a aula de História da Magia naquele dia... – Blaise comentara, pensativo. – Com a Sonserina. Mas eles são do sexto ano!
– Pelo jeito, só a Trotski cabe. Estranho. – Luna termina, sonhadora.
– Eu os levei um dia para a Lufa-Lufa, quando se perderam. – Pansy disse, baixinho e com medo. – E a Helen era minha melhor amiga até...
– Até... – Mariana continuara.
– Esqueçam. – A morena falara, levantando. – Não vale a pena. Se estivermos arriscando nossas vidas por minha causa, eu prefiro desistir.
– Então vai desistir, Parkinson? – Foi Harry, e não Draco, que fez essa pergunta.
– Que coisa, não? – A metamorfomaga objeta, séria. – Você está se comportando como uma sonserina das antigas. Claro, não que vocês tenham mudado muito... Mas é que, simplesmente as qualidades de vocês não são astúcia e determinação? Pansy, eu posso não te conhecer direito, mas tá parecendo aquelas garotas medrosas de filme de amizade... Minha filha, seja determinada a parar a lagartixa oxigenada da Greengrass! Ou não quer que ela pare com isso?
– Claro que eu quero, Jacob! – A morena respondeu. – Mas terão que fazer isso sem mim.
– AFFE! – Ginny e Hermione contestaram ao mesmo tempo.
– Parkinson está sendo muito fresca. – Draco murmurou, sem emoção. – Até a Astoria está sendo mais inteligente... e psicopata.
– Ela tá usando seu medo contra você! – Luna disse, sonhadora. – Se desistir agora, quem vai ser o próximo a ser atacado?
– A gente vai proteger a princesa, mas não garanto nada! – Mary diz, dando um sorriso maroto.
E a garota refletiu. "Talvez..." Mentalizava, ainda indecisa.
– Com ou sem você, Parkinson, a gente vai ter que arrumar aulas conjuntas e particulares, mas de preferência que sejam diferentes, para que a Greengrass não desconfie. – Hermione disse, direcionado a Mary.
– Só eu que não concordo com isso? – Ron comentara, irritado. – Minha irmãzinha vai ficar com essa doninha besta? Preferia...
– Ron, a coisa mais sensata que você pode fazer é CALAR A BOCA! – Ginevra berrou. – Eu NÃO AGÜENTO mais isso! Quer parar de torcer pelo Harry e por mim, caramba? A gente JÁ terminou, EU NÃO gosto mais dele e VOCÊ NÃO ENTENDE!
Seu irmão ficou impressionado por ela dizer isso tão abertamente.
– Desculpe Gin, eu não...
– E aí, Parkinson? Vai ou racha? – Ginny continuou, ignorando o irmão. – Primeiro, acho que devia aceitar porque a Greengrass quer te matar, segundo, você não consegue se defender sozinha. Terceiro: é bem provável que sem a sua ajuda a Mariana consiga descobrir qual é o verdadeiro objetivo dela sem querer te matar.
– Isso é verdade. – Luna comenta, sorrindo como se tivesse visto algo trouxa.
– A Weasley tá botando pra quebrar, hein? – Blaise sussurrou ao loiro.
"Ela fica tão linda quando fica irritada..." Pensara, sem se controlar. "Malfoy, foco. Você ODEIA Weasley, principalmente se forem ruivas e tiverem orbes chocolates lin... CHEGA!" Sua consciência berrou, irritada.
Mas nem precisou a Parkinson responder, já que balançou a cabeça afirmativamente – e de má vontade, mas fazer o quê? Estamos falando da Pansy.
Continua...
:: Ouvindo Pink - So What ::
N/A: QUEEE? MAS HEIN? O.O'... Ah, claro, editando o cap anterior, as reviews serão respondidas neste cap mimimi :D
Manu Black: Manuu, acredite, ela tá numa GRANDE enrascada XD. E meter o Fred nisso não vai lá ser tão fácil assim hahaha :D, sacomé, noivado e tudo o mais... E claro, a Mary tem que (literalmente) correr contra o tempo n.n! Brigada flore, por sua review *-*
Miss Tr.: Novaa leitora, mimimimi *.*! Nha, mais ou menos isso, há :D! Obrigada por sua review, amor :*
jaque masen lovegood . : Amore, o Draco neeeem se ligou nisso. Astoria cometendo canibalismo é MARA/abafa :D! E os casais terão que se desdobrar para poderem passar como casal XD, contando com a loira aguada que quer dominar o mundo! Brigada por suas reviews flore n-n
Gabiih Malfoy: Obaaa, nova leitora =D! Ah, meus trabalhos são ossos, mas dá pra agüentar n.~! E aqui está o CAP 12 hehehe! Beijosss =**
Denii Brandon Malfoy: Nhaaaa, brigada por entender, flore *-*, e por sua review também *-*! Beeeijos ;**
E claro, agradeço de coração a todas que me mandaram reviews no aviso n-n!
Beeeeijos pra vocês!
Hinata Weasley
