Disclaimer: Harry Potter é filho da J.K. Rowling. Fikdik =D.

Notinha: O aviso? TÁ DESATIVADO. Literalmente. Consegui passar por uma semana turbulenta e não morri n-nV. Só uma coisa a declarar: meus projetos de fanfics podem mudar, e claro, outro já surgiu na minha mente. Nha, mas eu não vou contar/mentira ;D. Não prometo atualizar a cada dia, claro, mas estou voltando ao ritmo normal, babes *-*

Boooaaa Leitura :D


Suco de Morango com Bolinhas de Tutti Frutti

Capítulo Treze.

Agora que o plano já estava feito, a diversão começava.

Para começar, Blaise fingiu se aproximar aos poucos de Luna, através das aulas conjuntas com a Corvinal, principalmente sendo parceiro de trabalho dela. Obviamente, isso passou quase despercebido por Astoria, só que achou o garoto estar ficando louco! "Estranho, Draco meio que não impede do Zabini se aproximar da Di-Lua! Aí tem coisa!" Refletia com seus botões.

Ela parou por enquanto o seu ataques psicopatas, pois ainda restava uma dúvida: por que o tal livro tinha citado o nome de Mariana?

– O que a garota sangue-ruim tem a ver com o livro? – Perguntou a si, enquanto ia para a biblioteca.

Chegando lá, fez o mínimo barulho possível: Madame Pince estava com o humor bem ácido. Foi até as prateleiras mais no fundo da biblioteca, até que ouviu uma conversa de duas grifinórias.

Hei, a gente teve a aula de Objetos do Tempo?

Eileen, essa aula é pro sétimo ano. Estamos no quinto, esqueceu?

Mas Jane, nós temos um trabalho sobre Instrumentos Proféticos Amaldiçoados para quarta-feira que vem, e no livro cita sobre os Objetos do Tempo!

– Objeto do Tempo... – Murmurou, tentando buscar na memória algum dia que teve aula sobre isso, sem sucesso.

Então buscou nas prateleiras algum exemplar que falasse sobre eles, e achou um livro grosso e marrom, empoeirado pelo tempo em que ficou ali. Astoria foi até a mesa perto da janela e o abriu, buscando no índice sobre Objetos do Tempo. "Vamos, vamos!" Pensou impaciente, enquanto folheava as páginas amarelecidas. Achou apenas no meio do livro, e iniciara sua leitura ávida.

Objeto do Tempo

Um objeto do tempo é um tipo de profecia amaldiçoada (ver página 396) que existem datando de milênios atrás, segundo o calendário bruxo. Eles são raros, só muito ligados às famílias, por nascerem de um ancestral. São chamados como "Objeto do Tempo" porque eles são como "falhas": eles têm uma conexão direta com o passado, geralmente expressando-se pelas lembranças do gerador do objeto presente nele.

Ligados geralmente a maldições que recaem sobre a família do ancestral, eles tem de guardá-lo para que não caiam em mãos erradas, passando por gerações. Eles podem ser de diferentes tipos, sendo o mais difícil em formato de livro, pois quem o gere tem de ter uma magia interior muito grande.

Houve vários incidentes de que, o guardião, por descuido ou benefício próprio, acabe querendo usar o Objeto para conseguir poder máximo, e o Objeto matando-o e perdendo-se no mundo trouxa, tanto que há incidentes trouxas que tiveram, de alguma forma, influência bruxa.

Claro que, se não se perde a profecia amaldiçoada, o guardião tem de purificá-lo e usar um feitiço específico de lacre para que o Objeto nunca mais seja usado em nome do Mal.

Observação: consideram as Horcruxes como Objetos do Tempo, mas não são devido ao fato de, ao querer dividir a alma, o bruxo a prende em um objeto, não criando um. Somente será possível se a pessoa tiver um desejo supremo de querer matar alguém.

– Hum, e o que isso tem a ver com a idiota da Jacob? Só fala no geral! – Disse, fazendo Madame Pince acordar de ralhar com ela, além dos outros a olharem seriamente.

Voltando a atenção ao livro, Astoria marcou-o magicamente e foi até a estante deste, procurando mais informações. Achara outro livro dessa vez bem mais detalhado, e sentou-se em seu lugar.

– O que temos aqui... – Falara inaudível. O outro tinha as mesmas informações, só que havia uma lista dos objetos mais conhecidos pelo mundo bruxo, que eram muitos. Todavia, seus orbes verdes pararam justo no objeto que usava: o Vindicare.

Objetos do Tempo

(...)

Livro Vindicare (Século XV – Presente)

Tecnicamente falando, este Objeto mereceu um capítulo inteiro, pois Annelise Jean Jacob conseguiu criar o Objeto mais perverso de todos: o livro Vindicare. Por quê o mais perverso?

O livro Vindicare suga as emoções de quem quer que seu Mestre queira se vingar, porque sua geradora fez um Objeto por puro ódio e rancor: não teve seu amor correspondido. Em conseqüência disso, não só suas lembranças, mas sua alma ficou totalmente presa a ele, clamando por vingança ao amor.

A história da família de Annelise chegou a ser considerada quase que totalmente impossível para os bruxos, já que eram duas famílias diferentes, e havia o pressentimento de nascer três crianças, mas somente uma delas implantaria um sentimento ruim muito forte. O livro, sendo o mais raro, caracteriza-se por ser de capa roxa e contornos em verde, segundo a história desta, as cores correspondentes à vingança e inveja, respectivamente.

Este Objeto, entre os anos de 1828-1830, fora guardado por Matthew Jacob, que deveria, ao pegá-lo, ter purificado-o, mas movido pelo desejo de vingar de seu irmão Arthur, porque este havia matado sua filha, acabou morrendo ao despertar a ancestral. O irmão dele jogou-o no mar, atitude totalmente impensada pelo fato do Vindicare estar com a alma de Annelise e controla a mente de quem o tem, e conseqüentemente abrindo outra vertente maldita: se o guardião ou a guardiã não impedi-la a tempo, Annelise sai do livro e o mata do mesmo jeito que fizera com Matthew.

Atualmente, ninguém sabe quem é o guardião do livro Vindicare, porque preferiram manter anonimato quanto a esta informação, depois da desgraça de Matthew e a inconseqüência de Arthur. Mas ao que tudo indica, a guardiã do livro poderá ser a tataraneta mais nova da família.

Só que o Objeto também age no Mestre, além de suas vítimas. Ele---

Parou de ler aí, pois a página estava rasgada. "Também age em mim?" Pensou Astoria. Porém não se ateve a esse detalhe: como um lampejo de luz, e uma lida no sobrenome do traidor, tudo ficou claro. "Não acredito! Porque não percebi antes?" Falara, em pensamentos.

Saiu em disparada para a biblioteca, com os dois livros em seus braços.


Mary saiu da aula de História da Magia com um pressentimento ruim. Luna foi direto aos jardins, fazer o trabalho com Blaise. "Bem, tô até feliz pela Loonie, pelo menos ela tá adorando isso..." Pensara, olhando o céu com nuvens branquinhas.

Sabia muito bem que a amiga tinha uma quedinha pelo colega do Malfoy. Além de que, propositalmente, juntou os dois, ou seja: era uma linda faca de dois gumes. "Só que eu acho que a Ginny com o Malfoy vai dar barraco..." Terminou, dando pequenos risinhos.

Ultimamente, percebera que a ruivinha estava mudando... E coincidentemente o loiro também. Estava curiosa para saber se havia acontecido algo com os dois. Mal se olhavam agora, e as provocações haviam parado – por essa razão os juntou: adorava as brigas deles.

– Bom, agora eu... – Parara quando viu um vulto grifinório virando o corredor. Seguiu-o, e ficou surpresa ao ver Harry indo com Pansy em um corredor alternativo para as masmorras.

"Nossa, esses dois aí são, no mínimo, estranhos... E fofos juntos!". Refletia, impressionada. Apesar de que praticamente seu plano tinha um propósito maior de proteger Pansy de Astoria, Mary tinha a levíssima impressão de ter feito mais do que isso.

Nessas reflexões, viu Ginny vindo na direção oposta.

– Hei, Ginny! – Chamou-a, recebendo total atenção.

– Mary, como é que você pode me colocar do lado da doninha imbecil? – Rebate, irritada.

– Ainda isso, Gin? Sabe como é, fogo, gelo, todo aquele contraste... – Mariana replica, travessa, logo após baixando o tom. – E a senhorita tem um tombo por aquele Malfoy que eu sei.

– QUÊ? COMO PODE DIZER UM ABSURDO DESSES? – A ruiva berra, exasperada.

– Ginevra, querida, encare os fatos: o Malfoy não te enche o saco, eu vi que ultimamente você olha muito para a mesa da Sonserina e você gritou com seu irmão na reunião, dizendo você sabe o quê.

– Oras, Mary, o Ron tava me enchendo demais com o Harry e... – Então Ginny percebe que a metamorfomaga mudou seu cabelo para um azul-celeste bem vivo e tinha um sorriso bem sacana.

– Ah, seja sincera: aconteceu alguma coisa entre você e a doninha, porque simplesmente cinco meses é um tempo BEM curto para mudar uma pessoa. – Mariana disse. – Se até mesmo a Loonie tá amando fazer trabalhos com o Zabini...

– Amando?

– Ela gosta dele. – Falou, dando outro sorriso vendo a cara da ruivinha. – E aí, vai me contar?

Ginevra demorou a responder, apenas meneando a cabeça com um "sim". E começou a dizer todas as coisas, trombadas e quase-amasso com o loiro.


Harry acompanhou Pansy apenas a masmorras, mas já se sentia um pouco inebriado pela morena. Ela parecia tão frágil e desprotegida que queria abraçá-la e não soltá-la nunca.

– Há sempre uma chance de ser feliz de novo, não é? – Murmurou, dando um sorriso de deboche. Nunca que ele diria isso em voz alta...

Bem verdade que sua paixão por Ginevra havia nascido em seu sexto ano, e literalmente se consumiu no primeiro namoro e parte do "segundo" deles dois. Embora gostasse dela, seu coração apenas a via como uma amiga, nada demais.

– Harry, onde você estava? Perdeu a aula de Herbologia! – Hermione falou, surgindo do extremo do corredor.

– Mione, cadê o Ron? – O moreno de orbes verdes indagara, surpreso por ela estar sozinha. Era raro ela estar sem o ruivo, considerando que ele é muito ciumento.

– Feitiço de lesmas, de novo. Vem, senão vamos nos atrasar para Feitiços! – Respondera, levando-o pelo braço.


Quando Ginny terminou de contar, a corvinal ficou impressionada.

– Nossa, e isso porque você sente nojo só de proferir o sobrenome dele! – Mary disse.

– Por isso que eu acho que você me colocou numa situação desesperadora... – A ruiva rebate, recomeçando a andar.

– Ah, minha fofa, tinha ainda as outras duas opções, mas sabe como é, Luna ia ficar triste e você ia ter uma recaída. – A garota replica. – Mas pense, tecnicamente o Malfoy nunca havia falado contigo, só agora... Sabe como é, aquela briguinha no corredor que ele veio defender a namorada. É uma boa oportunidade de descobri-lo.

– Mary, como eu vou chegar mais próximo dele? OI! Nós temos todos os sentimentos ruins mútuos...

– Não pareceu quando você disse do corredor e dele roçando... – Ginny tampou sua boca com a mão, fazendo um sinal com o dedo indicando silêncio.

– Nem me lembre disso! Foi um momento constrangedor!

– Mas você gostou, pela sua cara. – Replica, gargalhando ao ver a grifinória corar com aquilo. – Não se preocupe, Ginny, tem um jeito muito legal de juntá-lo contigo.

A ruivinha ficou desconfiada quanto a cara da corvinal.


Astoria estava deslumbrada com a descoberta, mas ainda precisava de pistas.

"Jacob... O livro estava sussurrando o sobrenome dela diversas vezes. E o sobrenome do ancestral traidor... O que falta?" Refletiu, andando de um lado para o outro no Salão Comunal, vazio àquela hora. Preferira não ir as aulas, em busca de respostas. "Se a alma da Annelise tá presa dentro do livro... E se eu chamá-la?" Mentaliza.

Era uma idéia louca, mas resolvera testá-la. Saiu do Salão, indo para a sala vazia. Chegando lá, usou um feitiço para trancar a porta, e pegou o objeto de capa roxa e contorno verde.

– Vamos lá... – Murmurara, colocando o livro em cima da mesa. – Annelise!

A sala inteira tremeu com aquele chamado. A loira de orbes verdes podia jurar que parecia que o teto ia cair em cima dela, mas nada aconteceu. O Vindicare abriu em suas últimas páginas, e aparecia uma outra frase.

Quanto mais se aproximar do mal, mais será punido. – Lera-a. – Aff, que frase ridícula!

Concordo, Greengrass. – O mesmo disse, com a voz entrecortada e raivosa. – Por que não me trazes mais sentimentos?E me chamaste de Annelise? Como sabe meu primeiro nome?

– Annelise, você é um Objeto do Tempo não é? Eu li sobre você.

Decerto que sim, Astoria. – Pela primeira vez, ela chamou-a pelo primeiro nome. – Mas não me disse porque...

– Não preciso mais disso. – Responde, mostrando os sentimentos guardados. – Agora, o que me importa é a minha vingança!

Então você não precisa mais de mim!

– Lógico que preciso! – Disse.

Me traga mais sentimentos. Estou... Enfraquecendo. – Ela profere, autoritária. – E saiba que esses bilhetinhos ridículos não servem de nada!

– Servem sim! Aquela metamorfodiota vive pegando!

Ouviu-se um estrondo, a loira tapou os ouvidos. O Vindicare fechou-se, e a capa do livro parecia rasgar-se, e algo brilhava nela.

Você disse... Metamorfomaga?

– Isso mesmo. Aquela Jacob idiota é uma metamorfomaga sangue-ruim! – Ao terminar de dizer isso, a sala inteira estremeceu mais.

Pelo jeito estou mais perto. Você quer saber a minha história?

– Sim! – Disse, com a adrenalina correndo por suas veias.

ENTÃO BUSQUE MAIS SENTIMENTOS! – O livro gritara, fechando-se em seguida.

A sonserina já sabia o que fazer para descobrir aquilo.


Depois das aulas, Mariana arquitetou todo o plano em sua cabeça. Estava andando com Ginny e Luna no corredor, junto com outros estudantes, quando mudou a cor do seu cabelo longo para o mesmo azul-celeste vivo.

– Mary! O que vai fazer? – A loira pergunta, notando o cabelo da amiga. Ginevra ficou apreensiva.

E as suspeitas aumentaram quando Malfoy, junto com Blaise e Goyle, além de Pansy, estavam passando pelo corredor. Mariana tirou das vestes um copo com tinta rosa choque tampado e o jogou para cima.

– Ginny, quebra aquele copo. Rápido! – A corvinal de cabelo colorido disse, apreensiva.

– Pra quê?

– Quebra logo! – Dizendo estas palavras, a grifinória usou de um feitiço não-verbal e o copo explode no ar.

Mas ela não contava que ele estava enfeitiçado por uma Azaração Certeira: mesmo espalhando-se, direcionou e derramou toda a tinta bem em cima do loiro, o qual ficou possesso com aquilo.

– Weasley... – Sibila, tirando a varinha do bolso.

– ORA SUA...! – A ruiva berra, olhando para onde deveria estar Mariana. Ela havia sumido, junto com Luna.

E tudo aconteceu rápido. Draco lançou uma azaração, e a ruiva, boa em defesas, repeliu-a, acertando bem em um aluno quintanista da sonserina. Ficaram nessa rixa clássica quando o professor Slughorn e a diretora aparecem no corredor, ambos com expressões indecifráveis em seus rostos.

– SENHORES, PAREM JÁ! – Gritaram os dois professores, fazendo tanto Draco quanto Ginny (e os outros) prestarem atenção neles.

Os alunos que assistiam o duelo logo trataram de sair dali. O sermão ia ser longo. Ginevra lembrara-se mentalmente de matar uma certa metamorfomaga por ter causado aquilo...


No corredor paralelo, Mariana esbaldava-se de rir por ter feito aquilo com a grifinória e com o loiro, atitude não lá muito aprovada por Luna, ao contrário de Blaise e Pansy, os quais a seguiram.

– Ah, Loonie! Não me olhe assim! Foi preciso... HAHAHAHAHAH! – Falava entre os risos.

– Jacob, você tem vocação para azarar o Draco e a Weasley. Bem inteligente da sua parte, hehehehe... – O negro replicou, segurando a barriga, que doía de tanto rir.

– Mas não foi engraçado. – A loira responde, perdendo o tom sonhador por instantes.

– Loonie, o que acontece é que, pro plano dar certo, a gente tinha que juntar aqueles dois teimosos de alguma forma, e apesar de ser o mais óbvio e clichê, o que não é melhor do que uma detenção? Ainda passa batido! E você queria como?

– Isso é verdade. O Draco e a Weasley são como água e vinho... – Pansy comenta, objetiva. – Boa cartada, Jacob.

– Para vocês verem que certas situações pedem medidas drásticas. – A corvinal replica, feliz. – Agora vou pro dormitório. Você vem, Luna?

A garota apenas deu uma olhada para Blaise, e Mary entendeu o recado. "Uau, mas ela gosta MESMO do cara... Ai meu Merlin, espero que meu plano não dê errado..." Refletiu, receosa.

E se distanciou dos três, já que provavelmente Pansy ia para as masmorras. Girou sua aliança, a qual tinha um leve risco azul, indicando a Poção Rastreadora. Ela, e todas as outras, que protegiam eles do perigo iminente. Quando chegou no retrato, sua sorte é que havia alguém murmurando a senha, e aproveitou para entrar.

Passando direto pelo Salão Comunal e indo ao dormitório ficou surpresa ao ver uma carta em cima de sua cama. "O que é isso?" Pensou, olhando-a, e vendo atrás: era de seus pais.

Mary.

Olá querida! Bem, acho que você vai adorar essa notícia: como dia 14 de fevereiro é seu aniversário, pensamos em você passar conosco, ao invés de ir ao vilarejo de Hogsmeade. Você pode levar as suas amigas também.

Com amor, mamãe e papai.

– Que ironia. – Murmurou. – Meu aniversário e dia dos Namorados, que lindo. Bom, pelo menos não é alguma festa surpresa, eu espero. E posso levar Ginny e Luna... É, vai ser legal. Mas nossa, como vamos sair daqui???


No Salão Principal, já de noite, Luna brincava com as pequenas ervilhas e olhando estranhamente para cima, e Mary sentia o olhar de Ginny em suas costas, só que nem se importava.

– Hei, Loonie, vamos lá na mesa da Grifinória? – Pedira, fazendo uma cara pidona.

– Ah, não sei, Mary...

– Por favor, preciso contar algo pra vocês, e vai ser legal! – Responde, mudando a cor dos olhos para um amarelo-mel.

– Tá, tudo bem. – A loira replica, vencida pelo sorriso sincero da amiga.

Elas foram até a mesa dos leões, e quando viram a cara fechada de Ginny, Mariana foi até um pouco discreta.

– GINNY! E aí, quando vai começar?

– Quando vai começar o quê? – Indagou, seca.

– Ginny, mau humor enegrece o espírito. Levanta a auto-estima, ruiva! – Mary respondeu, levantando os braços.

– Acho que vai ficar feliz em saber que a diretora foi até boazinha em me deixar um trabalho com dois metros e meio de pergaminho sobre as transfigurações mais raras e perigosas do mundo. – Disse, sem emoção.

– E você vai ter que fazer com o Malfoy. – Luna completa, sonhadora.

– É... Não é? – Inquirira, olhando para Mary.

– Nem me meta nisso aí. Foi para sua boa sanidade mental. – A metamorfomaga rebate, sorrindo travessa. – E a boa notícia, senhoritas, é que meus pais querem que eu passe o meu aniversário com eles, podendo levar vocês.

– UAU! – Elas falaram, juntas. Mas Ginny desmanchou o sorriso.

– Minha detenção, Mary. Não poderei ir.

– Ah, Gin, tá tudo pré-planejado. Já que você tem que fazer dois metros e meio de pergaminho com a doninha saltitante, vão ter que ficar mais próximos.

– Isso que eu temia. E o que tem a ver?

– Escuta, ruivinha emo. – Disse, fazendo-a levantar uma sobrancelha. – Já que vão ter que ficar mais tempo juntos aproveite e faça com que terminem o trabalho em menos tempo, assim o Slughorn e a diretora liberam vocês.

– Não entendi que o professor de Poções tem a ver. – A loira comenta, pensativa.

– Loonie, o Dragão Loiro de Olhos Azuis é monitor. E ele precisa proteger a princesa ruiva... Há, isso não é demais?

– Só se for pra você. – Ginevra murmurou, mas a corvinal ouviu.

Repentinamente, as portas de carvalho se abriram, entrando Filch por elas e madame Nor-r-a.

– Diretora!

– O que aconteceu, Argo? – Minerva levantou-se, segundos após.

– Outros alunos desmaiados. No sétimo andar. Melhor a senhora ver agora...

As três garotas entreolharam-se e ficaram alerta. Provavelmente Astoria teria atacado antes de ir ao Salão... Então direcionaram os olhares para a mesa Sonserina: ela não estava. Harry e os outros também não. Repentinamente as alianças começaram a brilhar vermelho: alguém deles corria perigo.

Estranhamente, a ruiva sentia um aperto no peito, e seus pensamentos voaram até o trio e Draco. "Estejam bem, por favor". Refletia, nervosa. Pegaram o corredor mais próximo da escada e subiram apressadamente até o sétimo andar. Mas quando chegaram lá, tiveram uma surpresa muito desagradável.

– RON! HERMIONE! – Ginevra berrara, chocada.

Os dois estavam estirados no chão, e com algo brilhando acima de seu peito, e com as alianças quebradas em duas.

Continua...


Nota da Autora: Sim, sou uma pessoa muito, mas MUITO maldosa ôóV. Ah, mas fala sério, tava enchendo eles não serem atingidos né? XD. Eeeeeba, agora o próximo capítulo vai ser MARA *-*! Só uma dica: vai ser grande. Provavelmente bem grande.

E 41 reviews???? AH MEU DEUS *capota*!!! MIMIMIMIMIMI *-*. Rumando a 50, 60... Nhaaa, isso é TÃO AMOR =D

Beeeeeeeeeeeeeeeijos!

Hinata Weasley