Disclaimer: O Draco é da Ginny e ponto. E eles são da titia Jô. HÁ!

Notinha: Eu aki Postando a 02:01 da manhã e vendo o quarto filme da saga na Warner (leia-se: só quando o Ceddie aparece, e tá LEGENDADO! *-* Sotaque britânico é MARA =D, e nem me lembrava mais do 4º filme, juro por Merlin xD), e hiperventilando também porque recebi 53 REVIEWS! MIMIMIMI *.*

Well, Well, chega de papo. Boaaa Leitura =D


Suco de Morango com Bolinhas de Tutti Frutti.

Capítulo Dezesseis.

Uma semana (e meia) depois...

– Dois metros, senhores. Pela rapidez e escassas reclamações de vocês, estou pensando em diminuir trinta centímetros... – Minerva disse, olhando para o pergaminho (enorme) que Draco e Ginevra terminaram de escrever.

"Só trinta?" A ruiva pensou, desapontada, e como se a diretora tivesse lido seu pensamento, continuou:

– Ou aumentar em trinta centímetros. – Termina, olhando sugestivamente para a ruiva.

– Não, não, diretora. – O loiro apressou-se em dizer.

– Tudo bem. Dispensados. – Falou, e quando Ginny passou pela porta, finaliza. – E chegue no horário, senhorita Weasley.

– C-Claro! – Dissera, corando, e fechou a porta.

Do lado de fora, o sonserino atravessou o corredor, seguido pela garota.

– Agora te levarei até o castelo, princesa.– Ele falou ironicamente, fazendo uma reverência exagerada.

A ruivinha começou a rir com aquilo. Depois de uma semana com Draco Malfoy, sentia-se mais viva, e o outro lado dele era completamente o oposto: apesar de ter uma parte de humor ácido, o loiro sabia fazê-la se divertir no meio daquilo. Parecia que havia dois dele: um ficava de dia, importunando-a e rindo dos outros, e de noite, o outro assumia, rindo com ela. Só que ainda uma parte de si a aconselhava a não se apaixonar por ele.

– Aqui está. – Draco falou, em seu ouvido, fazendo-a tremer.

– Obrigada. – Murmurou timidamente.

Quando foi para perto do quadro, o loiro a puxou pelo pulso, e abraçou-a ternamente. Ela ficou completamente sem ação.

– Eu que tenho que agradecer. – Ouviu-o murmurar, em seu ouvido.

Mas assim que disse, soltou-a, e Ginevra sentiu falta daqueles braços abraçarem-na. Viu Draco murmurar alguma coisa, e ele desceu rapidamente as escadas, sumindo na virada do corredor.

– Menina? Menina! Não vai dizer a senha? – A Mulher Gorda perguntou, impaciente.

Ao ouvi-la, abriu passagem, e a ruivinha entrou. "Eu que tenho que agradecer". Essa frase ainda estava em sua cabeça, sendo processada. Correra para uma das poltronas do Salão Comunal, sentando-se folgadamente.

Dentro de si, corriam várias emoções diferentes, além da adrenalina em suas veias. Sentiu uma satisfação e felicidade inigualável ao senti-lo tão perto, e um buraco ao tê-lo visto se distanciar.

"Ai meu Merlin, será que me apaixonei por Draco?" Pensou, assustada.


No dia seguinte, Harry, após visitar Ron e Hermione na Ala, correra direto para a sala de Feitiços: era sua primeira aula do dia. Conseguiu chegar até antes mesmo do professor Flitwick, o qual, depois de cinco minutos, apareceu na sala, entrando pela porta lateral, ao lado de sua mesa.

Sua aula seria conjunta com a da Corvinal, e ficou do lado de Luna e Mariana.

– Você se atrasou, Harry. – Mary comentou, neutra.

– Fui na Ala. – Respondera, olhando para frente.

– E como vai o relacionamento com a Pansy? – Perguntou, divertida.

Nessa hora, ele tossiu um pouco, e deixou a pena cair no chão.

– Pelo jeito, vai bem. – A corvinal disse, risonha. – Vamos, discutiremos isso depois.

– Como assim, discutiremos isso depois?

– Nós teremos outra reunião. Depois da detenção da Ginny. – Luna responde no lugar da amiga. – Harry, tem um zonzóbulo em cima de sua cabeça. Ah, agora ele voou!

O moreno achou o tom de Mary estranho. O comentário da Luna? Ah, normal.


Quando acabou a aula de Astronomia, Draco foi para as masmorras. Pansy não fora para o Salão Principal e sequer falou com ele ontem, quando chegou.

"Vou resolver isso agora!" Refletiu, entrando na passagem. A garota estava descendo as escadas, com mochila e tudo, para ir para as aulas.

– Draco? O que faz aqui?

– Sério o que tá acontecendo com você?

– Nada. – Responde a garota, descendo as escadas e passando por ele.

– Não terminei de falar com você, Parkinson. – Falara, com tom duro e frio.

– Mas eu sim, Malfoy. – Rebate, indo para a porta, mas Draco segura firmemente o seu pulso.

– Olhe, eu não te vejo mais nem aqui! Diz-me agora o que ta acontecendo com você!

– Ah, quer saber mesmo não é? – Pansy inquirira, virando-se para ele. Tinha uma expressão de raiva em seu rosto. – Você nunca se preocupou comigo, sabia? Se fosse mesmo, não teria conhecido Astoria naquele dia!

– E o que ela tem a ver com isso, hein? Porque eu não me lembro de nada! – Soltou, irritado.

– N-Não se lembra? – Pansy ousou até crispar sua boca em um sorriso muito, muito fraco.

– NÃO! Oras, desde aquele dia, você ficou sendo escrava dela, e até apoiou eu ficar com ela! – Rebate. – Eu havia gostado de Astoria, mas eu não a amei, entende?

– E aquelas demonstrações de amor? Por acaso era tudo encenação?

– É. Por mais que eu gostasse dela, eu sequer achei alguma coisa que tivéssemos em comum, além de nossos pais serem sócios. E por alguma razão, naquele dia da festa, só me lembro de alguns borrões.

"Que bom, que bom, que bom!" Refletiu, mesmo triste. Embora soubesse que era melhor ele não se lembrar.

– Eu tenho que ir embora. – Murmurou, soltando seu pulso da mão dele. – Adeus, Draco.

Saiu porta afora, correndo e chorando.


Mariana estava voltando do Corujal, já que mandou as cartas chamando os outros garotos quando ouviu uma voz ao longe.

– Você! – O monitor, que era da Lufa-Lufa, chamou-a.

– Sim?

– Você é Mariana Jacob?

– Ahan. – Respondeu naturalmente.

– Venha comigo. – Disse, e foram para a passagem.

Ao chegar na sala com a estátua de fênix, ela fora levada por um sentimento de surpresa: a diretora ia falar com ela. Virou-se, e o monitor havia já saído.

– Senhorita Jacob, sente-se. – Minerva sentenciara, enfática.

Foi até a cadeira que lhe foi designada, e sentou. Os professores ficaram ao seu redor, e observando a ação da diretora.

– Bom, senhorita, lembra-se da nossa conversa?

– Ah, ééé... Sim? – Aquilo parecia mais uma pergunta do que uma afirmativa.

– Creio que sim. Bom, já que o zelador Filch fora atacado, há mais motivos para me preocupar. – Minerva falou, em tom pesaroso. – Senhorita Jacob, você quer o livro Vindicare, não é?

A garota ficou estática. Como a diretora sabia daquilo? Não havia contado para ninguém!

– S-Sim diretora McGonagall. Só que, eu não entendo! Naquele dia, a senhora mesmo disse que...

– Eu disse que te dei o benefício da dúvida, senhorita. Eu não havia ligado o seu sobrenome com o da Família Jacob, que busca um Objeto do Tempo há duzentos anos... – A bruxa falou sabiamente.

– Oh... – Mary diz. – Teoricamente, estaria acostumada, mas ultimamente as quase-mortes dos alunos estão...

– Nos deixando preocupados. Eles todos estão com aparências de zumbis! E agora, sem o zelador para vigiar a escola, a pessoa tem toda a liberdade para atacar a escola inteira e...

Só que Mariana não estava mais escutando a diretora. Como um lampejo de raio, ela juntou todos os fatos. "LÓGICO! A Greengrass atacou o Filch para que não tivesse mais ninguém para impedi-la, e aí... AI MEU MERLIN!" Pensou, aterrorizada. "Meu Merlin, eu preciso fazê-los todos ir comigo JÁ!".

– Senhorita?

– AH! Oh, diretora, eu, ah, já que ainda tenho o benefício da dúvida, eu preciso de um pequeno favor da senhora... – Disse. Ao terminar de contar, a bruxa arregalou os olhos.

– Não posso fazer isso, senhorita Jacob! Essa escola já se envolveu muito em perigos, não pode ser que simplesmente eu os deixe sair de Hogsmeade!

– Diretora, não se trata de fazer, mas sim de salvar pessoas... Tudo bem que eu não sou a Garota que Sobreviveu, muito menos faço animagia ou Patronos, mas acredite quando digo que isso é pior do que o Quem Nós Sabemos. – Mary replica, suplicando em cada palavra a sua ajuda. – E ainda vou tê-los ao meu lado! Por favor, diretora...

– Não poderei fazer isso. Ponto final. – Minerva respondeu, para encerrar a conversa.

– Ah é? Diretora, se eu fosse o Harry Potter, a senhora ia recusar meu pedido? – Dito isso, mudou seu rosto e seus olhos exatamente para as de Harry, e o cabelo preto ficou curto e revolto. – Desculpe, mas se não der, eu terei de quebrar as regras mesmo. O perigo aqui é até mais complexo do que o da Cobra-Ambulante.

– Senhorita Jacob, mantenha os modos aqui dentro! – McGonagall repreendeu-a.

– OK, perdão. Só que agora sabe que eu não irei sozinha, e além do mais acabei de provar que sou uma boa corvinal. – Mary responde, sorridente, além de voltar a aparência normal.

A bruxa mais velha ficou pensativa. Embora o quadro de Dumbledore olhou fixamente para Mariana e mudou sua expressão.

– Minerva, deixe-a ir.

– Alvo!? Por que? – Ela pergunta, surpresa.

– Ela não estará sozinha. Essa garota quer salvar seus amigos, e quebrar a maldição de sua família... Somente isso será possível se você permitir, querida. – O quadro responde, filosofando.

– Mas...

– Diretora, eu gosto muito daqui. – A menina disse, fazendo-a virar-se. – E eu senti falta. E não só eu, mas Harry, Ginny, Luna, Ron e Hermione também, além de todos os outros. Entende? Depois da Guerra, o lugar que queríamos voltar, claro, além de nossas casas, era aqui. Ela ameaçou ser fechada até! Então, se alguém quer tirar isso da gente, nós revidamos! Me deixe ir até a minha mãe, por Hogwarts pelo menos.

A bruxa olhou do quadro para a corvinal, e desta para o quadro. Sentou-se consignada na cadeira, com as mãos no rosto, pensando. Mariana até achou que havia exagerado no pequeno discurso, temendo pelo pior. Então Minerva tirou o chapéu e o pôs na mesa.

– Senhorita, eu espero que não saiba que vocês estarão em Londres.– Falou, casualmente.

Mary sorriu radiante com a permissão (que eu acho até exagerado, se formos ver por um ponto de vista crítico... Mas aí, é a estória da Mary, da Ginny e da Loonie).

– Obrigada diretora! Obrigada! – A corvinal dissera, e quando Minerva percebeu, ela a abraçava ternamente. – Eu irei planejar isto o mais rápido que puder, sim?

– Certamente. – Replica, com tom de voz mais brando.

A garota correu até a saída com um largo sorriso no rosto, e com o cabelo bem dourado, e os olhos da mesma cor. Logo após fê-los voltar à cor normal, além dos orbes.

– Ah, diretora...

Minerva olhou-a.

– O Harry salvou esse Mundo. Por que eu não poderia? – Indagou divertida, e fechou a porta sem esperar resposta.

Só que já sabia que a professora/diretora guardava um sorriso nos lábios.


À noite, mais ou menos as nove e meia Draco e Ginny conseguiram terminar – até que eles foram rápidos, uma semana e quatro dias escrevendo! – o grande pergaminho. A diretora correu os olhos por eles e disfarçou seu orgulho.

Dispensou-os, e quando estava fora – literalmente – da detenção...

– Não acredito! Saímos dessa tortura! – A ruiva exclamou, seus olhos brilhando de felicidade.

– É, é...

– O que foi, Draco? – Não tremeu ao chamá-lo pelo primeiro nome. Isso era um bom sinal.

– Nada. Vamos logo praquele chá-em-grupo da Jacob. – Respondeu, totalmente seco.

Ginevra achou estranha a atitude dele, mas resolveu não ligar. Afinal, todo mundo sabe que geminianos são bem... Instáveis. "Ele deve estar com estresse... Ou com frescura". Pensou, dando risadinhas.

Após chegarem na tapeçaria, no final do corredor aparecia a porta para a Sala Precisa, com suas linhas negras desenhadas nas pedras do castelo. Quando viram a Sala, esta só tinha uma mesinha para sete pessoas, um tapete felpudo, e a jarra com o estranho suco avermelhado com as bolinhas rosa-chiclete.

– Oi Malfoy, Ginny. – Harry disse, educadamente. Pansy estava ao lado de Blaise, e sequer olhava na cara do moreno.

– Olá, Harry! – A ruiva responde, sorrindo. O sonserino loiro (e lindo) não gostou nada.

– Aí, desculpe os casais passando por crise, DR, estresse, raiva ou qualquer coisa parecida... – Mariana começou, gesticulando com os presentes. – Só que preciso de todos, e creio que minhas suspeitas aumentaram.

– Como assim, aumentaram? – Os outros seis perguntaram, em uníssono.

– Astoria atacou seis estudantes e o Filch. – Respondeu. – Por que?

– Seis? – Pansy perguntou involuntariamente. Draco também prestou atenção e não entendeu.

– É. Samantha Lancaster foi a última aluna antes do Filch.

Os dois se entreolharam, mas a morena quebrou contato ao ver que Harry também fazia o mesmo.

– O que acontece, Parkinson, é que, pelo menos os McDonald e a Trotski tem ligação com você... – Ginny fala, como se traduzisse alguma coisa para a morena.

– Mas o restinho não. – Mary termina. – O Ron e a Mione eram os monitores, e a Parvati... Só que nós não temos que preocuparmos com eles, não agora, mas sim com o Filch.

– Por que? – Draco perguntou, descrente.

– Raciocinem: a Greengrass atacou os estudantes em corredores desertos, certos? – Mary relevou, pensativa. – E quem vigia os corredores?

– O Filch, que coisa mais óbvia! – Blaise responde. – Mas o que ele tem a ver com todos eles?

Então Luna, que estava quieta até agora, mudou sua expressão de sonhadora para uma preocupada em questão de segundos.

– É ISSO! – Gritou, para a surpresa de todos. – Como o Filch é o único que vigia todos os corredores e passagens, sem ele os alunos podem ficar perambulando pelos corredores depois da meia noite!

– Mas ainda tem os monitores, Loonie! – Ginny disse, olhando de canto para Draco.

– Só que, de monitores, sem contar os monitores-chefe, são apenas seis. E eles fazem a ronda até a meia-noite, depois que a McGonagall instaurou que o toque seria às nove e meia... – Pansy comenta, casualmente.

– Por isso mesmo. E agora que chegamos à primeira parte, se o Filch não tiver no dia de Hogsmeade, o que acontece com os alunos? – Mariana perguntou de novo, e seu cabelo mudou para um tom azeitonado.

– Eles ficam na escola e não podem sair... – Harry e Blaise dizem, ao mesmo tempo.

– Isso mesmo. E a Greengrass atacou por que? – A corvinal inquiriu.

Então veio o silêncio. Mas então uma voz, sendo a de Ginny, cortou o ar.

– ELA VAI ATACAR A ESCOLA INTEIRA!

– Exatamente. E ela quer atacar todos os estudantes no Dia dos Namorados porque todos eles estão no clima do amor... É prato cheio pra Annelise! – Disse, pesarosa. – Dentro de Hogwarts, será mais fácil do que lá em Hogsmeade... E é bem capaz dela ter ativado já três da Cinco Conseqüências.

– Cinco... Conseqüências? – Pansy perguntou, ainda digerindo a notícia.

– Sim. São cinco frases, mas elas têm o poder de prender a magia total de Annelise dentro do livro, só que elas são facas de dois gumes: a cada ativação, um lacre é aberto. Ou seja, se pelas minhas contas a Astoria conseguiu abrir três sentenças em menos de seis meses... – Ela continuou. – E-Eu não tenho muito tempo.

– Mary, você não disse que se não pegá-la isso... Ia acontecer? – Ginny murmurou, ao ser lembrado que a amiga corria risco.

– Sim, e estou certa. Porque a vaca da Greengrass vai ativar todas as Cinco, e se ela concretizar o que ela quer... Eu morro. – Falou, tristemente. – Antes se a Annelise não resolver matá-la primeiro.

– Aquele livro vai matá-la? – Draco questiona, surpreso.

– É. O Vindicare não suga somente as emoções dos outros, mas de quem o usa também. De início, ela nem percebe, mas depois a pele vai ficando mais pálida, fica com olheiras, sorri fracamente...

– Exatamente do mesmo jeito dos que foram atacados. – Harry termina.

– É. Ah, eu acho que tem muito mais coisas nessa história do que parece. – A garota fala. – Só que, agora que nós descobrimos, eu preciso que vocês venham comigo, com Ginny e Loonie falar com a minha mãe.

– Para quê? – O negro pergunta, descrente.

– Bom, para começar, a Annelise manda a Greengrass fazer uma poção chamada Vitrovita. – Mariana começa, mostrando o pequeno frasco com a poção rosa-cereja. – Ela que é responsável por tirar os sentimentos dominantes da pessoa.

Passou o frasquinho para o sonserino, o qual passou para Luna, e assim por diante. Mary continuou falando.

– E, claro, os sentimentos se expressam para fora como jóias, pois eles são o tesouro mais precioso da alma. Existe uma cura, embora eu precise dos corpos, dos sentimentos e de uma magia interior muito grande. Como é a primeira vez que verão esse feitiço ser executado, nem mesmo minha própria família sabe o que vai acontecer comigo. Há várias hipóteses, e nenhuma delas é boa.

– Nem me diga quais hipóteses são essas, Mary! – Luna replica, preocupada.

– Ah, obviamente eu sei quais são... Por essa razão eu tenho que encontrar minha mãe. – Disse, fazendo os cabelos ficarem negros. – Todavia, nós temos de ir a Hogsmeade antes do Dia dos Namorados, porque ela vai estar lá, e todos temos que entrar na Casa dos Gritos.

– Na Casa dos Gritos? – Harry pergunta, desconfiado.

– A gente vai com a mãe dela Via Flú. A lareira de lá não é acesa há anos, e eles consideraram-na desativada. – A loira responde, deixando-o mais calmo.

– Nossa, se eu não soubesse, pensaria que são da Máfia... – Blaise comentou, fazendo-os todos rirem baixo. – Agora só precisamos saber como sair de Hogwarts e ir para Hogsmeade.

– E isso que nos empaca. A diretora conversou comigo hoje... – A menina contou, vendo as expressões de todos, exceto Draco, mudarem. – Calma! Ela permitiu, mas temos de ir pra lá de qualquer jeito!

– Você pensou em aparatar? – Pansy insinua.

– Não se pode aparatar e usar os lareiras de Hogwarts, das Casas. Todas elas estão protegidas por magia. – Ginny profere, como se fosse Hermione.

O moreno de orbes verdes, que deu a volta na sala, parou de súbito e chegou perto a Mary.

– Tem um caminho sim, direto para a Casa dos Gritos.

– E qual é?

– Quando é dia quatorze? – O Potter questiona, deixando a menina curiosa.

– Cai num sábado. – Draco respondeu, sem emoção, logo após concentrar-se.

– Então, vamos à sexta-feira.

– Dia treze? – Loonie e Ginny repetem, juntas.

– Harry... Você é o cara! – Mary responde, dando um sorriso travesso.

O moreno queria que aquela frase não saísse dos lábios de Mariana, mas sim da morena de cabelos curtos, o qual sentia que ela o observava fixamente.

– Preparem-se! Nós iremos fugir de Hogwarts! – Ginevra, Luna e Mariana falaram, juntas e apertando as mãos.

E aquela seria a fuga do século.

Continua...


Notinha Dois: Huuum, huuuum, tá MARA esse negócio né? Ah, e a Astie? Calma, calma, ela aparece no próximo (TAMBÉM)... Ela está planejando a chacina *cof cof* do ano! HAHAUHAUHAUHAU XD. Nhaaa, meus amores, eu adoraria responder as reviews, mas hoje tenho prova nas primeiras aulas (se eu não dormir, claro o-o') e num vai dar tempo. Entooonces, eu vou responder no PRÓXIMO cap todas as reviews que me mandarem, taaa legal?

OPA!OPA!OPA! Fica a dica: sorveteria, casa da Mary e ACTIOOOONS! De todos os casais, e eu tou falando sério meeeeeeeesmo mimimi *----*/

(PS: Ah, sim, alguém pode me dar um nome bem fofo (por assim dizer, rsrsrs) pra minha nova perso (nha, a menininha que vai fazer parzito com o titio Ceddie mimimi *-*)? A Gabiih já deu um nominho: Anne. é muito mimimi *-*! E vocês, meninas? Sugestões õ/)

Beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeijos!

Hinata Weasley