Disclaimer: Se Harry Potter fosse meu, o Voldemort morreria enforcado pela Nagini, e o Harry fugiria com a Pansy pra Itália 8D.

Notinha: Uou, uou e uou, 65 reviews até agora? MELDELS, morri. REVIEWS serão respondidas no final desse capítulo, mimimi *-*

Boaa Leitura =D


Suco de Morango com Bolinhas de Tutti Frutti.

Capítulo Dezenove.

Momentos antes.

– Acho que devia conhecer a minha mãe. – Fala, se arrependendo logo depois.

Mariana se sentia naqueles momentos que ia apresentar o namorado à mãe. Só que ele não era e estava com medo de ele encontrar sua irmãzinha com o cara mais odiado da família dele.

Obviamente, não só a corvinal, mas o mundo bruxo inteiro sabia da rixa entre os Malfoy e os Weasley, e por um lado, Mary achava igual a Romeu e Julieta, só que a Julieta era ruiva e o Romeu era filho de um Comensal da Morte. "Isso é um completo ABSURDO!" Refletia, irritada.

Logo viu Liliana sentada no banco do parque, olhando o céu. Nessa hora, o ruivo viu que Mary e sua mãe eram muito parecidas, até no jeito de olhar a imensidão alaranjada.

– Mariana! – A moça era um tanto mais alta que a filha, mas não chegava a sua altura, sendo bem alto. Ao ver o rapaz, sua expressão se tornou de surpresa. – Querida quem é este?

– Ah, mãe... É o irmão da Ginny, o Fred. – Mary diz, sem olhá-lo.

– Oi, senhora... Jacob. – Responde, logo após buscar o sobrenome dela em sua memória.

– Pode apenas me chamar de Liliana, Fred. Você e Ginevra são tão parecidos! – Liliana diz, sorrindo docemente. – E pelo que parece, minha filha gostou de você.

"Pelo amor de Morgan, minha mãe NÃO DISSE ISSO!" Pensou, com uma expressão de nítida confusão e susto. Seu cabelo mudou para um branco e seus olhos ficaram da mesma cor.

– Ela gostou de mim? – O ruivo repete, observando de esguelha a metamorfomaga. – Hum, isso é interessante.

– Ah querida... Os seus amigos ainda não voltaram... – Liliana continua, pensativa.

– Claro, porque eles estão lá em Hogwarts, sabe... – Mary diz, subentendo-se: não fale para ele que Ginny está aqui!

– Oras, querida, já se esqueceu? – Não, a mãe dela não entendeu. – Seus amigos Luna e Blaise estão perto da laranjeira e Harry e Pansy foram para os jardins de amores-perfeitos!

"Obrigada mãe. A senhora é a mãe que todo mundo quer ter..." Mentaliza, derrotada.

E logo a confusão aumenta: Fred vê nitidamente um casal incomum vindo das grandes árvores: Luna e Blaise Zabini.

– O que esse sonserino está fazendo aqui? – Pergunta, desconfiado.

Porém, sua pergunta não tem resposta, e Harry e Pansy vieram, e surpresos com a aparição do ruivo.

– Ou melhor, o que todos vocês estão fazendo aqui?

– Oi Fred. – Harry cumprimenta-o, sorrindo. Mentiu na cara dura. – A gente acabou de chegar.

– Como...? – Nem terminou a frase, já que Luna o interrompeu.

– Oi Fred. Como está a Gemialidades?

– Nós fechamos... – Ao ver os olhares de espanto de Harry, Luna e Mariana, ele continuou em tom de deboche. – Por hoje, demo-nos folga. Amanhã trabalharemos em dobro, já que é Dia dos Namorados!

– Ah, sim... Mary, cadê a Ginny? – A loira pergunta, e Mariana dá um tapa na testa.

Ela não saberia agradecer ou ao Harry ou ao Blaise ou a Pansy, mas eles três entenderam o recado, e mudaram de assunto. Pena que isto não deu certo.

– Mariana, como assim cadê a Ginny? – Fred questiona. – Quer dizer que todos vocês estão cabulando aulas?

– É. – Blaise responde, desinteressado, como disfarce.

– Uau, nem eu e George fomos tão longe! – O ruivo responde, rindo. – Sério, cadê a Ginny?

– Olha só, já que todos nós estamos aqui, porque não tomamos sorvete? – Liliana falava. – Você pode tomar também se quiser, Fred.

– Ah, não. Quero encontrar a minha irmãzinha... – Diz, olhando para os lados.

"Não olhe para o lago! Não olhe!" Refletia a corvinal, mas não só ela como Harry, Luna, Pansy e Blaise. E então aconteceu.

Sabe aqueles momentos que a pessoa simplesmente congela no lugar e fixa um ponto? Então, o irmão de George estava exatamente assim: olhando para o lago, precisamente para a ponte. "Eu não estou ficando louco..." Disse a si, mentalmente. "Mas bem que queria".

A mancha ruiva e o cara alto e loiro. Os cabelos ruivos e o cara alto e loiro. Reconheceu na hora Ginny... E o cara também. Draco e Ginny conversavam animadamente, até que a ruiva olhou para ele e congelou. A doninha também.

– Minha irmã... Com aquela doninha idiota? – O ruivo profere, furioso.

– Fred... – Mariana tentou argumentar, mas o garoto virou-se furiosamente contra ela.

– Você. Eu falei para você cuidar da minha irmãzinha. – Responde. – Sabe, há quanto tempo ela está com ele?

– Mary. – Liliana fala, mas a menina sinaliza com a mão, dizendo a ela claramente para não defendê-la. A mesma coisa fez para os outros quatro.

– Sete meses... Pelas minhas contas. – Replica, sem emoção alguma na voz.

Logo a ruivinha e o loiro vieram ao seu encontro, e Ginny ficou atônita ao ver o irmão tão zangado. Nunca o havia visto daquele jeito antes.

– Fred, eu posso explicar... – A ruiva tentou, mas já era tarde.

O ruivo partiu para cima do loiro, que tratou, incrivelmente, de sair correndo pelo parque. E somente se via nove pessoas correndo uma atrás da outra, e Fred conseguia ser bem rápido.

Só que isso não durou muito, já que repentinamente Draco parou de correr, fazendo com que o ruivo o alcançasse.

– FRED! DRACO! – Ginny gritou, ao ver que seu irmão e seu namorado começaram a se bater sem dó. Tinha medo de acontecer algo aos dois.

– AH, DROGA! – Mary berrava, aterrorizada.

Blaise e Harry entraram na briga, e de um lado, o negro segurava um Draco Malfoy com um olho roxo e a boca cortada, e Harry segurava um Fred Weasley com alguns arranhões e cortes, e parte do rosto inchado.

– OLHA AQUI, SUA DONINHA MAL-FORMADA, NÃO VAI NAMORAR A MINHA IRMÃ NÃO! – O ruivinho gritava, em cólera.

– HÁ, COMO SE ESSA AMEAÇA ME AFETASSE, WEASLEY! – Responde.

Apesar de Fred ser alguns centímetros mais altos, Draco não ia ficar parado enquanto o outro batia nele. Ah, não ia mesmo. Só que Fred repentinamente começou a ficar tonto.

– Ai... – Murmura.

– Fred? Fred! – Ginny corre até ele, o qual é deitado no chão do parque.

– Temos que levá-lo ao St. Mungus! – Liliana fala, preocupada.

– Ginny... – O ruivo murmurava, cada vez mais fraco.

A ruiva tateou os bolsos do irmão, e o achou. Fê-lo beber toda a poção azul, e o ruivo apesar de recuperar as forças, entrou na inconsciência logo em seguida.


Acordou zonzo, e quando abriu os olhos, uma luz o cegou. Piscou várias e várias vezes, até ver que estava num quarto totalmente diferente do St. Mungus ou até do seu quarto: ele era todo em azul-claro e só havia a grande janela, um armário, um grande espelho e um lustre.

– Ainda bem que acordou, Fred. – Uma voz que ele reconheceu ser da sua irmã.

– Eu... Estou chateado... Com você. – Rebate, fracamente.

– Desculpa. – Ao vê-lo com uma expressão mista de incredulidade e sono, ela prossegue. – Sei que não é o suficiente, mas entenda que não é o que está pensando.

– O que... Não estou pensando? Ginny... Ninguém precisa... Ninguém precisa ver que... Você e aquela doninha estão se dando bem demais. – Diz, quase sem fôlego.

– Olha só, Fred, o Draco é só... Só... – Nem conseguiu terminar a frase, pois nem pensava nele como sendo namorado, só como o cara que teve a vida mais atribulada que conhecia.

– Amigo? Acho que não, Gin. Tem muito mais aí que nós dois sabemos. Estão até usando alianças iguais! Acha que não notei? – Disse, um pouco melhor.

Foi então que levantou sua mão direita: ali estava a mesma aliança, mas era com um propósito totalmente diferente do que o irmão estava pensando.

– Ginny, eu sou seu irmão, e reconheço que eu fiz foi errado... Mas se estiver namorando aquela doninha idiota, eu não vou impedir. – Responde, contrariado e conformado, e até um pouco melhor.

A ruiva nada respondeu, ao invés disso sorriu. E o irmão retribuiu-lhe.

– Mudando de assunto cadê o Ron e a Mione? Quero ver quando eles souberem!

– Eles... Eles ainda estão na escola. – O que dizia era verdade, mas Fred desconfiou.

– E deixaram o Harry sozinho? Eu duvido. – Disse, divertido. – Vai, Gin, onde eles estão?

Não queria contar a ele que foram "mortos" por um espírito de mais de duzentos anos! Nessa hora Mariana entrou com os outros, e o ruivo instantaneamente fechou a cara ao ver o loiro, que tinha um bife no rosto.

– Harry, cadê meu irmão? – Fred perguntou, mais sério.

– Ele está em Hogwarts... E a Mione também.

– NÃO ENTENDO! – O ruivo grita, chamando a atenção de todos. – Você e Ginny dizem que o Ron e a Mione estão lá em Hogwarts, mas estão dizendo isso como se fosse algo pesaroso. O que aconteceu com eles?

Tecnicamente, ninguém tinha coragem de responder a pergunta, nem mesmo Luna. Eles estavam muito envolvidos para colocar outra pessoa no meio. E se o irmão da ruiva se machucasse? Ou pior, e se tivesse seu sentimento maior roubado?

– Fred... Sabe por que eu tenho essa aliança? E todos eles também? – Ginny pergunta a ele, e todos os outros mostram-nas.

– Talvez porque estão namorando em conjunto? – Aquilo era uma piada, mas totalmente fora da situação.

– Não. É para se proteger de uma poção chamada Vitrovita. – O loiro responde. – Ela vem de um Objeto do Tempo.

– Objeto do Tempo?

– É. – Harry continua. – E ele está em Hogwarts. E atacou Ron e Hermione.

O Weasley ficou estático.

– Olhe, melhor me deixarem a sós com ele. Ginny... – Mariana murmura, e todos eles saem do quarto.

Silêncio. Ele olhava para Mary, e ela olhava de volta. Os cabelos e olhos dela ficaram lilases, e sua face expressava tristeza.

– O que... Aconteceu com Ron e Hermione... – Foi bruscamente interrompida.

– Olha aqui, garota, o que você quer? Que eu por acaso volte a falar com você depois daquilo? Que simplesmente esqueça o que aconteceu? – Disse, irritado.

– Não. Só que você me deixar explicar, vou agradecer. – Replica. – Eles realmente foram atacados pela Vitrovita, e o Objeto do Tempo vem da minha família. O que acontece é que, não deixei a Ginny se envolver com o Malfoy, aconteceu com eles, Blaise e Luna e Harry e Pansy!

– E agora você vai me dizer que eles fazem parte de uma profecia e que estão marcados para morrer?

Mariana olhou para ele.

– Na verdade, é uma forma de protegê-los, Fred, principalmente Ginny, e eles não estão fazendo parte da minha maldição. – Responde, sem tom algum na voz.

– Ron e Hermione também estavam usando as tais alianças? – O ruivo questiona.

– Usavam. Elas podem ser cortadas por diffindo.

– Então eles não estão seguros. – Diz, com raiva. – Mariana, por que os colocou nisso? Por que colocou minha irmã nisso?

– Porque quem quer atacá-los, quer atacar também a Ginny.

– E quem quer atacá-la?

– Astoria Greengrass, mas ela está sendo controlada pelo espírito da minha tia-avó Annelise. – Fala rapidamente. – O Objeto do Tempo se chama Vindicare e de lá que saiu a poção Vitrovita, que tira o seu sentimento dominante.

O ruivo continuava a olhar para ela totalmente indiferente.

– Droga, Fred! Pára de fazer essa cara de mosca-morta! O Ron e a Hermione estão temporariamente mortos. – Prosseguiu, irritada. – E os outros vão acabar assim se eu não impedi-la.

– Ah, tá, como se eu aceitasse isso fácil! – Ele agravou o tom de voz, para um tom seco e frio. – Jacob, você aceita as coisas tão na lata! Perdi meu irmão e agora você mesma me diz que eu vou perder a minha irmã Ginny? Já fiquei furioso pelo fato de ela namorar a doninha!

– Isso prova que está jogando a culpa EM MIM! – Berrou a última parte, exasperada. – Não se manda no coração, Fred! Eu confesso: pedi sim para eles se juntarem, mas foi por outro motivo!

– Viu só? – O ruivo rebate, orgulhoso. – Você é tão contraditória, Jacob! Acabou de me falar que não se manda no coração, mas pediu para eles se juntarem. Olha só que ironia!

Mary começou a chorar. E ele continuou, ignorando totalmente a ação da corvinal.

– MINHA IRMÃ CORRE PERIGO POR SUA CAUSA!

– E EU VOU MORRER POR CAUSA DELA! – Rebateu gritando, vendo a expressão do ruivo ficar indescritível. – Eu vou morrer amanhã por causa dela, de todos eles, Fred. Que ironia, você diz. Ironia é que amanhã é meu aniversário, e vou morrer fazendo dezoito anos! Olha só! Sabia que a cura do seu irmão depende da minha morte? Não só a dele, mas de Hermione, de Helen Trotski, dos McDonald, da Lancaster, da Parvati... E de TODA HOGWARTS!

– Eu... – Murmurou, impressionado.

– Mas não se preocupe... – Disse. – A Ginny vai estar a salvo, e só preciso executar o feitiço que tudo, tudo voltará ao normal. Annelise descansará em paz, e eu ficarei presa no livro.

– Trocarão de lugar?

– É, isso mesmo. Mas Astoria está na terceira sentença, e o meu... Final está próximo. – Murmura, sem emoção.

O ruivinho ainda estava digerindo aquela notícia. Ela ia morrer. Mariana ia morrer.

– Mary... O feitiço precisa de algum...? – Nem percebera que a chamou pelo primeiro nome.

– A entrega total do amor da pessoa, o amor da alma, de boa vontade. – Respondeu, mecanicamente. – Vou morrer de qualquer jeito, Fred, e aproveite e desconte em mim toda a sua raiva.

"Eu..." Sua mente registrava, e seus orbes azuis e vazios fitaram a garota escorregar na porta e chorar compulsivamente. Os cabelos dela ficaram opacos e sem vida, e Mary fungava e soluçava muito.

– D-Desconte e-em m-mim! D-Desconte, d-dro-droga! – Falou, entre soluços.

Só a via chorar e chorar, mas não falou nada. Levantou-se da cama e foi até Mariana. Abraçou-a ternamente e afagou seus cabelos opacos, os quais foram tomando coloração escura e voltavam a ficarem sedosos.

– Não devia ter falado daquele jeito... Desculpa. – Murmurou em seu ouvido.

– I-Isso vai... I-Isso v-vai acabar, Fred, e-eu prometo. – Redargüia, gaguejando menos.

– Fica quietinha, sua tonta.

Ficaram ali, abraçados, até que Mariana adormeceu. Colocara-a na cama, e o ruivo se sentia melhor. Olhou para ela, e a corvinal dormia tranqüilamente, e sorria. Na hora de abrir a porta, todos os outros caíram, exceto Draco, olhando com um sorriso amarelo.

– SHHHH! Ela tá dormindo. – Falou, mais baixo. – Ginny, eu posso conversar com você?

– Pode. – A ruivinha replica, meneando a cabeça.

Fred fechou a porta, e todos eles desceram. Enquanto Harry, Pansy, Blaise, Luna e Draco iam para a sala, os dois irmãos ficaram no corredor.

– Gin, eu posso te perguntar uma coisa?

– O que?

– Você, ah, gosta do Malfoy? – Perguntou.

Ginevra corou violentamente com aquilo. Apesar dos beijos e amassos, ela, no meio de tudo isso, sentia-se completa com o loiro. Será que isso que chamavam de amor?

– Bem, ah, eu acho que me ocorre coisa parecida comigo e sua amiga. – Respondeu, corando do mesmo jeito que a irmã caçula.

– E a Kim, Fred? – A Weasley questiona, com uma sobrancelha levantada.

– Eu sei, isso é errado. Mas incrivelmente a Mary... Ela me faz sentir coisas que nem eu sei! – Diz apressadamente e contorcendo os nós dos dedos.

– Uau, vocês dois parecem muito nesse assunto de errado e certo. – Replica sarcasticamente. – Termina o noivado e fica com a Mary.

– GINNY! Acha isso tão fácil? Tudo bem, a Kim é minha noiva há um mês apenas, mas estamos organizando já as coisas para o casamento! Não é de assim, terminar e pronto!

Então a ruiva olhou no relógio: eram cinco e meia da tarde.

– Fred, você e nós temos que ir! A McGonagall vai dar por nossa falta!

– Bom, de vocês tudo bem, mas o George com certeza vai dormir na casa da Angelina, e eu vou voltar sozinho!

– Queridos? – Ariel, que interrompeu a conversa, disse. Ela estava na porta da cozinha. – Vamos comer alguma coisa, e Ginevra, diga aos outros para se prepararem para a volta.

– Mas e Mary? – Os dois ruivos perguntaram ao mesmo tempo.

– Ela já vem. Vamos, vamos! – A avó da menina disse, empurrando-os para a sala para chamarem os outros.


Após todos comerem, eles já se prepararam para ir embora, puseram as capas e Liliana jogou o pó de Flú na lareira, que instantaneamente avivou as chamas. Eles ficaram preocupados com Mary, então decidiram esperá-la na Casa dos Gritos.

– Ginny dá um abraço aqui! – Fred fala, e é prontamente atendido.

– Sugiro você acordá-la. – A ruiva comentou no seu ouvido. – Diz para ela que a gente a está esperando na Casa.

Eles se soltaram do abraço, e Harry gritou bem alto: "CASA DOS GRITOS" e entrou nas chamas esverdeadas, ato que fora repetido por Draco, Blaise, Luna e Pansy.

Logo, apenas ficou Liliana e Ariel na sala. Fred não seguiu o conselho da irmã, e se seguia para a porta quando a mãe de Mary o chamou.

– Eu sei que gosta da minha filha assim como ela gosta de você. – Ela proferiu, e o ruivo se virou. – Por favor, se realmente a ama, faça-a enxergar isso dentro dela! Se Mary morrer, ela morrerá feliz.

Fred ficou balançado pelas palavras da mãe dela, e ficou confuso. Amava sua noiva, Kim, mas Mariana conseguia mexer até mesmo nas suas travessuras! E só percebeu que decidira acordá-la quando estava na frente do quarto onde estava anteriormente. "Como fui parar aqui?" Pensava, mas entrou do mesmo jeito.

Mary não se mexia, mas sabia que havia o feito quando a viu abraçar o travesseiro fortemente. O rosto estava lavado pelas lágrimas, e o cabelo tinha mechas em cinza. Sorria tristemente, e isso o deixou atônito.

– Acorda, Mariana... – Falou suavemente, acariciando seu rosto.

– Ah, droga, mãe... – Ela murmura, e ao ver aqueles orbes azuis, ela levou um susto idêntico ao do parque. – FRED! QUE SUSTO!

– Eu ainda acho que vão te chamar de doida desse jeito. – O ruivo comenta, divertido.

– Cadê os outros? – Mary perguntou.

– Já foram. – Diz.

– MAS...?

– Calma, a Gin quis que eu te falasse que eles estão a esperando na Casa dos Gritos.

– Ah, OK. – Responde, e pula da cama. Põe os tênis e ao sair, nota que o ruivo está olhando fixamente para ela.

– Ahn... Estou com o cabelo desgrenhado?

– Não. – Fred diz. – Você esqueceu de algo.

– Esqueci? – Ela pergunta, desconfiada.

– É. – O ruivo continua, chegando mais perto. – O seu cabelo... Tá vermelho-escuro.

– Quando eu... Tô morrendo de vergonha, fica dessa cor. – Disse, sem pensar. – Eu preciso ir, Fred.

– Quero me despedir de você. Não se esqueça... de mim. – Murmurou, antes de colar seus lábios nos dela.

Sensações novas. Cores e harmonia, e eles se sentiam completos um com o outro. Mary entreabriu seus lábios, dando permissão para Fred explorar sua boca calmamente. Dentro dela explodia muitas e muitas coisas diferentes, e o ruivo a abraçou, conseqüentemente ela se apoiou em seus ombros. O beijo deles era totalmente diferente de qualquer outro que experimentaram: calmo, não se ouvia sons de sinos – como muitas garotas disseram a ela – e era mais sensitivo, interior.

Ao se separarem, se encararam longamente sem falar nada. Aquilo não precisava de palavras. Ele a abraçou mais forte, e só restou a ela fechar os olhos.

– Não vou me esquecer de você. – Mariana murmurou.

O rapaz de vinte e um anos sorriu sincero.

Saíram do quarto de mãos dadas, e desceram as escadas desse jeito. Na sala, Mary pôs a capa, e abraçou a mãe, que chorava muito. E fez o mesmo com a avó Ariel.

– Leva ele, Mary. Lá você terá tempo de estudar o Indulgeo Animus. – A moça diz, chorosa, dando o enorme livro para ela. – Boa sorte, minha filha.

– Vou ter, mãe. – Falou.

"Aquele deve ser o feitiço de cura" Fred conclui, pensativo. Logo sentiu dois braços o abraçarem ternamente. Afagou os cabelos dela e deu-lhe um beijo na testa.

– Vai lá. eles estão te esperando. – Disse. Viu os olhos dela ficar cor-de-mel e o cabelo ficar negro, liso e longo. – E eu adoro as cores dos seus olhos.

– Palhaço. – Redargúi, dando um soco muito leve no peito dele.

Liliana jogou o Pó de Flú, e Mary fez o mesmo que Harry.

– Adeus, minha querida! – Sua mãe falou, emocionada.

– Na verdade, até logo. – Responde, sorrindo. – Fred, se eu voltar, você vai me ensinar como pregar peças nos outros?

– Pode ter certeza disso, garota. – O ruivo diz, travesso.

Então ela entrou nas chamas, com a imagem de sua mãe e do irmão de Ginevra sumir pelas chamas. Logo saiu na lareira da Casa dos Gritos, com todos eles a esperando.

Sabia que ia viver. Tinha plena certeza disso. Tinha que ter.

Continua...


:: Ouvindo McFly - Transylvania ::

Notinha: MELDELS, o primeiro beijo. Tá, lindo né? Mas vocês vão ver no próximo, hahahahahaha =D. Mary não acredita mesmo que não tem chance de sobreviver, uau =O. O cap 20 tá pronto, e ele é mesmo curtinho. Mesmo, mesmo, mas guarda surpresinha básica. hahaha. Ah é, foi d

ifícil descrever o primeiro (talvez último) beijo Fred/Mariana... Imagina, quase morrendo na frente do Octopus (é, o nome do meu PC, nome esquisito, sô xD) e consegui fazer o parto! HEHEHEHE lol.

Vamos às REVIEWS:

Julie M. Grint: Leitora nova, MIMIMI *-*! Bem-vinda, flor! O capítulo Tá aki, postadinho! Uma das melhores fanfics que você já leu? OUUUUN, que coisa mais fofa *----*! Brigadinha pela review, flore! Beijo beijo! =**

Gabiih Malfoy: Qué mais? Uau, tá aki, e de quebra, o vinte. Está curiosa? Adoro fazer as pessoas se sentirem assim, hahaha lol. Brigada pela review flor! Beijo Beijo =**! Adorei o "Anne" saca? Amei mesmo. Brigadinha de novo!

Manu Black: Tenho certeza de que quer me matar, Manuuu! XD. Calma, calma, antes que me desça a clava na cabeça, digamos que, certamente, você irá gostar dos próximos capítulos, hahahaha. Brigada pela review, flor! Beijos! =***

Denii Brandon Malfoy: Ah, foi fofis né? Eu bem que podia ter postado tudo, maaaasss não deu... Bem, o Freddie com a Mary? Lindo, lindo, mas como eu disse, pode acontecer algo pros dois não ficarem juntos, hehehehe \o/. Brigada pela review, flor! Beijo beijo! Anne Marie? AMEI! HAHAHAH! Brigada, flore, de novo!

- jaque masen lovegood . : OMG, o cabelo dela mudar de cor do nada DEU MEDO mesmo O.o... A Gineca é a garota do Draquito e ponto. Fikdik. Brigada pela review, fofa! Beijo beijo!

Drik Phelton: Curiosa? Huuuum, isso é beeeem estimulante! Mas claro, isso vai ser explicado. Não, a Astie não gosta mesmo da Pansy, e todos vão saber porque, hahahaha. Brigada pela review, flor! Beijos ;**

Well, well, vamos para o próximo capítulo!

Beeeijos!

Hinata Weasley