Disclaimer: Ah, se o Draco fosse meu... Faria casá-lo com a Ginny em Las Vegas, HEHEHE.
Notinha: Capítulo Vinte pra vocês, e realmente, ele é BEM curto (se compararmos com os capítulos (quilométricos, COF COF) que estou escrevendo). Mas não se preocupem, o Vinte e Um é MARA (to com a ideia na cabecinha, provavel que ele seja grande e talz...)!
Boaa Leitura =D
Suco de Morango com Bolinhas de Tutti Frutti
Capítulo Vinte.
Logo após terem voltado, eles seguiram para o Salão Comunal das respectivas casas, e Mary e Luna foram direto ao seu dormitório. Tomaram banho e trocaram de roupa, para não parecer que "fugiram" o dia inteiro, mas a corvinal ficou no quarto.
– Não vai descer? – A loira indagou, sonhadora.
– Pode ir, Loonie, eu vou ficar aqui. – Disse, feliz. – E você está bem mais feliz que o normal!
– Hum, você lê muito fácil minhas emoções. – Luna respondera. E sumiu nas escadas.
Mary deitou-se em sua cama, e tirando o livro de seu bolso, fê-lo voltar ao normal, e o abrira na página. Novamente viu a imagem de uma pessoa sendo levantada no ar e algo brilhando em seu peito. Leu os escritos abaixo desta.
Indulgeo Animus
É a cura para a poção Vitrovita, mas a pessoa que o profere deve sacrificar-se em troca da salvar as pessoas atingidas por essa poção e, conseqüentemente, pelo livro Vindicare. É extremamente perigosa, e só deve ser usada quando o espírito estiver em sua força total.
Apesar de todos da família Jacob saberem como executá-lo, nenhum fora capaz de ir até o fim. Ou sequer chegou a fazê-lo.
– Novidade... – Murmura, tristonha. Porém, sorriu. – Repentinamente a morte não é tão ruim assim.
Lembrou-se do beijo que Fred deu. Apesar de aquilo ser a primeira – e última – vez que ia vê-lo, sorrira. Ia morrer feliz.
No Salão Principal, já era costumeiro de se comentar que Luna Lovegood e Pansy Parkinson estivessem com seus respectivos namorados – já que eles não eram tão lerdos assim em assumir seus sentimentos, diferente de outro casal.
– Ginny, eu acho que não é hora pra isso. – O loiro falou, no meio do corredor.
– Tecnicamente, o que nós fazemos não tem hora. – Ela respondera, sarcástica.
– Tudo bem, senhorita. O que quer de mim?
A ruiva pensou e pensou se não deveria ser direta com ele. Decidiu não ser tanto assim.
– Diga o que eu quero ouvir.
Draco empalidecera com aquilo. Aquela ruivinha sabia ser direta quando queria, e ele notou que ela não foi tanto, mas mesmo assim ficou pesado. Ficou mudo diante de Ginevra, e uma coisa que ele odeia é ficar sem palavras para um assunto tão gravemente importante.
– Não posso fazer isso. – Foi sua única resposta antes de ir para o Salão.
Astoria voltou para o Salão Comunal com parte da poção rosa dentro de um mini-pingente de estrela. Mas ali dentro tinha uma quantidade suficiente para tirar a maior preciosidade da pessoa.
Olhou para algumas meninas que a observavam, assustadas com sua aparência. Foi para o dormitório diretamente para o banheiro. "Não devo estar tão mal assim" Pensou, ao olhar-se.
– O-O que? – Pergunta-se, totalmente surpresa com sua aparência.
Sua aparência era horrível: os cabelos loiros e sem vida, além de sujos e mal-tratados, o rosto com enormes olheiras e a pele mais pálida, quase amarelada. Os olhos verde-escuros estavam mais fundos e emitiam um brilho estranho.
"Vou tomar banho" Refletiu, fechando a porta e indo para o Box. Após ter lavado todo o cabelo, secou-os com magia, e executou um feitiço de disfarce. Estava nova como folha.
– Vamos para o Salão Principal. – Disse a si.
Mariana se sentara em sua cama, e pegou um pequeno espelho. Viu que seu cabelo estava normal, mas de repente ele mudou de rosa para roxo e depois, para azul.
– Espera. – Murmurou, e passou os olhos pelas páginas do livro. Até que um feitiço lhe chamou a atenção.
Encantamento Supremo.
O Encantamento Supremo é como o Indulgeo Animus, exige-se uma magia muito grande, porém este feitiço criado por Annelise Jacob, tem efeitos muito piores. Ele precisa que se crie o Grande Círculo de Magia Negra, e ele pode ter a magnitude de danificar o equilíbrio mágico do mundo inteiro!
Por pouco, o espírito de Annelise quase conseguiu isto, porém algo a impede: a marca da rosa no guardião. Ela é uma forma de atrasar o espírito de conseguir, graças ao erro de Matthew Jacob, que ao morrer, surgiu uma marca de rosa com a letra V. Porém, Annelise conseguiu achar uma forma de impedir isto: invadir a mente da pessoa, e matá-la quando pegar o livro. Para muitos guardiões, sendo metamorfomagos, uma forma de identificar quando Annelise quer invadir sua mente é ver que alguma parte de seu corpo, por exemplo, o cabelo, mude de cor sem que a pessoa esteja com os sentimentos alarmados.
– Por isso... Ela não consegue invadir quando não usa o Vindicare. – Falara a si. Mary fechou o livro e o pôs embaixo da cama.
Repentinamente, sentiu uma dor muito grande em sua cabeça, e tudo o que viu fora escuro.
Astoria, ao chegar ao Salão, causou muitos comentários, já que estava bem mais bonita do que antes. Sentou-se ao lado de Draco, como sempre fazia. O loiro não lhe disse nada, e ela até estranhou.
– Hei? Você está bem? – Pergunta casualmente.
– Acho que não é da sua conta. – O loiro disse, irritado.
– Ora, querido, não acha que sei? – Murmurou maliciosa.
O sonserino virou-se para ela, e a garota sorria zombeteira.
– O que você sabe?
– Tudo, se quer saber. Não acha que percebi que o Zabini e a Parkinson saem com a Lovegood e o Potter? – Disse, no tom baixo. – E aposto que está saindo com a irmãzinha do Weasley. Que feio, Draco, traindo sua noiva desse jeito.
– Você sabe muito bem que não é nada minha Astoria. – Sibila, furioso.
– Eu sou sua sim, e você sabe que nossos pais não nos apresentariam por acaso. – Replica, sádica. – Ou acha que a Parkinson era a favor?
– Como assim? – Ele diz, estreitando os olhos.
– Ela era contra, meu querido Draco. – Murmurou, sorrindo sinistramente. – E eu sei o porque.
Levantou-se da cadeira, e foi se direcionando a porta de saída do Salão Principal, deixando um loiro com dúvidas. Ia arranjar Veritaserum o mais rápido possível.
Ela abriu os olhos, e viu que estava tudo escuro. Não havia nada, além disso, e ela olhou para baixo – se é que havia um. "O que é isso?" Pensa, desesperada.
– Mariana. – Ouviu uma voz totalmente diferente das que conhecia... Embora ela fosse totalmente familiar para ela.
– Quem é? – Perguntou, e até tentou pegar a varinha, mas notou que estava com o uniforme e sem a capa.
Um feixe de luz branca começou a brilhar, e Mary fechou os olhos. Ao abrir, viu-se numa sala completamente irradiada pela luz, e com um espelho. Ao ver-se ficou pasma: os cabelos eram negros e ondulados, e seus olhos eram castanho-claros, e estava com o uniforme. Tentou mudar, mas não conseguiu.
– Mariana, não se force. – A voz responde, e a garota virara-se.
Ficou totalmente sem palavras ao ver, exatamente á sua frente, sua tataravó: os mesmos cabelos negros e ondulados, até metade das costas, e a mesma pele pouco bronzeada e os olhos castanho-claros. Idênticas.
– Vovó Alexander? – Pergunta debilmente.
– Sim, sou eu, Mariana. Durante esse tempo todo, vigiei todos vocês e por muitas vezes os salvei das garras de minha irmã, Annelise. Devo dizer que, de todos, você é que tem mais chances de vencê-la. – Alexander respondeu, tranqüilamente.
– Como eu, vovó? Nós todos éramos proibidos de nos apaixonar, e veja: Annelise ainda está solta, querendo sugar mais um sentimento alheio! – Disse, frustrada.
– Apaixonar, minha querida, não amar. – Alex rebate, complacente. – Vocês todos podem vencê-la. Ela precisa ser perdoada, e a sua marca desaparecerá do seu braço.
– Mas vovó, eu vou morrer! – Fala, exasperada. – O Indulgeo Animus precisa que, quem o profira, faça o sacrifício de dar seu amor por boa vontade.
– O que é mais importante para você, Mariana? – Alexander questionou-a seriamente. – Sua própria vida? Ou quem você ama?
Então apareceram os outros: Ron, Hermione, Samantha, Wallace, Victoria e a garota que reconhecera imediatamente como Jane Curtis, além de Helen Trotski.
– Mariana, eles estão aqui. Não morreram ainda, mas estão vendo tudo o que está acontecendo. – Alexander começou. – Eles sabem que mais cedo ou mais tarde, Annelise pode acabar vencendo, mas eles acreditam em vocês.
– E se...? – Ia perguntar, mas se calara.
– A garota, Pansy Parkinson, ela não quer que o outro sinta raiva dela. – Alexander falou. – Precisam saber o segredo dela. É a porta para a salvação de todos.
– E qual é? – Pergunta, tentando tocá-la, mas sua tataravó se afasta.
– Precisa saber primeiro qual é o mais importante. Sua vida ou quem você quer salvar e amar. – Ela murmura, em tom de conselho.
Então todos eles se viraram para a luz, e Mariana tentou alcançá-los, mas sentiu-se puxada para baixo.
– Mary! – Luna chamava-a, sacudindo a menina pelos ombros.
Ela despertara de supetão, e viu a amiga loira olhá-la com olhos aflitos. Então a abraçou ternamente.
– Mary? O que aconteceu? – A garota perguntou, preocupada.
– Loonie! Vamos até o Corujal. – Proferira, puxando a corvinal avoada.
Pansy estava no Salão Comunal, ouvindo a lareira crepitar ruidosamente. Estava perdida em pensamentos, pensando se deveria contar ou não a Draco o que realmente aconteceu naquela festa. Outra coisa que a incomodava era que Astoria estava muito quieta, e não usou de chantagens contra ela desde então.
Só que, ao se levantar para ir ao dormitório, sentiu uma ponta gelada de uma varinha em sua nuca, e ouviu a temida voz da loira.
– Eu lhe disse que mais cedo ou mais tarde ia me pagar. Venha comigo, e sem fazer nenhum pio.
Continua...
:: Ouvindo I Hate This Part - Pussycat Doll ::
Notinha dois: Sabem que amo vocês, néah? Eu também amo vocês, minhas fofas leitoras, e claro, só pra avisar que a fic está chegando em seu fim mimimi T.T! Nhaa, o próximo capítulo, bem, promete muitas (e muitas) supresas, hahaha.
Até lá e beeeeeeeeeeeeeeeeeeijos!
Hinata Weasley.
