Disclaimer: O filho do James não me pertence.
Boaaa Leitura :D
Suco de Morango com Bolinhas de Tutti Frutti
Capítulo Vinte e Um.
Ao voltarem do Corujão, Luna e Mary tiveram a súbita sensação de que alguém estava em perigo. Olharam simultaneamente para seus anéis, e eles ficaram com as linhas azuis subitamente vermelhas. Mas do outro lado, dois grifinórios e dois sonserinos também viram que seus anéis ficaram com a coloração avermelhada.
– Loonie, nós temos que ir a Sala Precisa... Rápido! – A corvinal diz, puxando a amiga pela grande escada de pedras.
– Ora, ora, Pansy. Você é minha maior peça. O Draco não se lembra daquela fatídica noite, certo? – Astoria sibilou, ainda com a varinha em punho.
– E ele não precisa se lembrar, sua... – Parara, ao sentir o objeto pinicar mais em sua pele alva.
– Não, não, não, querida. Você não quer morrer agora e deixar o Pottie sozinho, não é?
A morena se calou. Podia até não saber o que sentia por Harry, mas naquela hora sentiu o que seria se o perdesse.
– Vamos para o estádio de Quadribol. – A loira fala, autoritária.
Ao chegarem todos na Sala Precisa, Mary notou que Ginny e Draco estavam distantes um do outro. Quando ela e Ginevra foram às últimas a entrarem, murmurou em seu ouvido.
– O que aconteceu entre vocês dois?
– Ele é um cabeça-dura. – Responde no mesmo tom, adentrando a Sala.
Agora ela era apenas uma mesa para seis pessoas, e a porta fechara-se.
– Gente, as nossas alianças mudaram de cor... Cadê a Pansy? – Mariana pergunta, e todos mudam suas expressões. – DROGA! A Greengrass a pegou!
– Temos que impedir aquela vaca agora! – A ruiva profere, determinada.
– Espere, eu tenho que contar algo... – Mary diz. – Alexander falou comigo.
E contou seu sonho em mínimos detalhes.
Pansy, amarrada com cordas conjuradas, foi levada até o estádio pela loira, a qual segurada o Vindicare nas mãos. Então a voz de Annelise se fez presente.
– O que está fazendo, sua insolente? Não seria amanhã, no aniversário de minha tataraneta?
– Quanto antes, melhor. Até mesmo porque pretendo fazer uma grandiosa surpresa. – Astoria respondeu.
"Droga, o que ela vai fazer?" Pensou a morena, aflita. Não podia falar, a sonserina de orbes verdes lançou-lhe um feitiço de voz.
– E o que pretende? – A voz de Annelise perguntou, desconfiada.
– Contar a todos o grande segredo de Pansy Parkinson! –Astoria terminou, olhando significativamente para ela, que fez uma expressão de pavor.
Entraram no estádio vazio, e ao chegarem ao campo, Pansy reconheceu imediatamente o desenho do círculo do livro de Mary, e ficou apavorada.
– Bom, agora, vamos chamar os alunos. – Astoria falou, e apontando para o próprio pescoço, disse. – Sonorus!
– E agora, Jacob? O que você vai fazer? – Blaise pergunta.
– Vou fazer o que é certo. – Replica, pensativa. – Mesmo que este certo signifique a minha morte, ainda sim.
– Mary... Sabe que a gente pode atrasá-la! – Luna arrisca. – É só usarmos nossos feitiços e...
Então uma voz aguda dez vezes mais alta que o normal ecoou na escola inteira.
Olá, alunos de Hogwarts. Sou eu, Astoria Greengrass. Peço humildemente que apareçam no estádio de Quadribol daqui a vinte minutos, mas se não aparecerem, uma de suas alunas vai sofrer conseqüências terríveis!
– Pansy. – Harry diz, inconscientemente.
– Temos que ir, agora! – Mariana sentenciou, saindo da Sala. – Se ela usar o Encantamento Supremo, ela pode mexer com o equilíbrio mágico do mundo inteiro!
– O MUNDO INTEIRO? – Eles gritaram, enquanto adentravam o corredor.
– É. Isso me lembra... – Falou Mary. – Vão à frente. Eu tenho que ir a Torre da Corvinal!
– Mas...? – Ginny disse, e Luna olhou para trás.
– Atrasem-na os quantos puder, preciso pegar meu livro já! – Disse, cruzando um corredor para o sétimo andar.
E eles seguiram para o estádio, enquanto Mary foi para a entrada da Torre. Disse a senha e passou correndo pelo Salão Comunal vazio. Subiu até o dormitório e foi até embaixo de sua cama, pegando-o. Ao fazer isso, viu os dois potes dos sentimentos de Ron e Hermione rolarem para fora, e os colocou nas vestes.
A voz de Alexander ecoou em sua cabeça. "Salvar quem amo..." Pensava, descendo as escadas com pesar. Seus cabelos e olhos ficaram em um tom opaco, porém sorriu.
Minerva e os professores, além dos alunos, que estavam no Salão Principal ao ouvirem a voz da aluna, ficaram assustados, mas os alunos gritavam e esperneavam.
– SILÊNCIO! – Gritou de uma vez só, fazendo-os se calarem. – Nós todos iremos para o estádio.
– Mas, Minerva... – Sprout tentou argumentar, mas a diretora continuou.
– Pomona, nós iremos proteger nossos alunos de qualquer ameaça. – Diz, em tom de compreensão.
Logo a voz de Astoria ecoou de novo.
Faltam dez minutos.
Então cada diretor de cada Casa guiou seus alunos para fora. Flitwick guiava os corvinais, Sprout, os alunos lufa-lufas, Slughorn levava os sonserinos e McGonagall levara os grifinórios.
Ginevra, Draco, Blaise, Luna e Harry chegaram no estádio, e se assustaram ao ver que Pansy estava amarrada no chão, com parte das roupas rasgadas, com o cabelo preto e curto desgrenhado e chorando.
– Pansy...! – O moreno tentou chegar perto, mas uma rajada de raio vermelho o impediu.
– Fiquem exatamente aí. – Sentenciou a voz das sombras, que revelava ser Astoria.
O estado dela estava pior do que o normal: os cabelos estavam completamente sem vida, as olheiras mais fundas e a pele mais amarelada. Parecia que ia morrer a qualquer momento.
– Você. O QUE FEZ COM ELA? – Draco berrava, furioso.
– Oras, meu amor, você deveria perguntar para ela. – Falou, sorrindo macabramente. – Tudo bem que eu não consegui a Veritaserum, mas claro, nada demais. Acho que Pansy quer contar.
– Greengrass... – Harry sibila.
– Potter, Potter, suas ameaças e as de Draco não me atingem. – Astoria proferiu, indiferente. Apontou a varinha para a morena. – Pansy, Imperius!
– NÃO! – Eles gritaram e viram a sonserina ficar com as íris brancas.
Ouviram vozes vindas do lado de fora, e Astoria, aproveitando-se disso, apontou a varinha para uma tenda azul velha e Ginny a viu subir, mostrando os corpos das pessoas com os sentimentos roubados, principalmente de seu irmão e de Hermione.
– RON! – Gritou, mas a loira foi mais rápida.
– LOCOMOTOR MORTIS! – A ruivinha sentiu suas pernas perderem a força e ficarem paralisadas.
– Ora, sua... – Draco ameaça de novo, mas Ginny o parou. – Ginevra...?
– Não. Deixe-a falar. – Disse.
– Que bom que essa sua namoradinha tem bom senso. Larguem suas varinhas, agora. – Astoria proferiu. Após todos eles soltarem-nas, apontou a sua em Pansy. – Pegue-as.
Ela obedeceu prontamente, pegando todas as varinhas contra a sua vontade. Depois que as largara aos pés da loira, ela continuou.
– Finite Incantatem. – As íris de Pansy voltaram a ser ônix, mas Astoria amarrou-a outra vez. – Draco querido, acha mesmo que conhece tão bem a sua amiga?
– O que está querendo dizer com isso? – Harry pergunta.
– Não falei com você, sangue-ruim! – Astoria rebateu, furiosa. Voltando ao loiro, prosseguiu. – Sabe, acho que você não sabe o que ela fez no dia em que nós conhecemos um ao outro.
– A-Astoria... – Pansy tentou argumentar, mas a loira secou suas lágrimas de forma bruta.
– Ora, minha amiga, não quer que eu conte ao Draco que ele receberia uma ótima surpresa? Daqui a nove meses?
– O-O que? – Ginny disse, atordoada.
– Isso mesmo, Weasley. Seu namorado, Draco Malfoy, ia ser pai. Mas o filho ia ser meu. – Astoria soltou, causando a maior surpresa de todas no loiro. – Eu fiquei muito furiosa ao saber que o meu futuro marido ia ter um filho bastardo! Parece enredo daquelas novelas trouxas mexicanas...
Nessa hora, o sonserino caiu no chão de joelhos, completamente perturbado com aquilo. Pansy ia ter um filho dele? Harry ficou olhando para ele e para Astoria. Luna e Ginevra seguiam chocadas com aquela notícia. A morena chorava descontroladamente, chegando até a tremer de tão frágil.
Mariana chegou nessa hora, ouvindo toda a conversa. "Esse era o segredo?" Pensou, completamente pasma.
– Mary! – Luna chamara-a.
– Ah, a outra idiota já chegou? – Astoria sibilou, doce e irônica. Viu que os alunos sentavam-se nas arquibancadas, e sorria. Pôs a varinha no pescoço, e continuou. – Bem-vindos alunos de Hogwarts! Querem saber por que eu os chamei aqui? Pois bem, eu vou dizer: FUI EU! EU QUE MATEI SETE ALUNOS DE HOGWARTS!
Eles ficaram assustados com tamanha revelação, e Minerva se levantara do lugar.
– Senhorita Greengrass, posso saber o que está acontecendo?
– SUA VELHA! É tão óbvio! – Respondeu, ainda pelo efeito dos Sonorus. – Eu que mandei todos aqueles bilhetes, eu que fiz Ronald Weasley e Hermione Granger estarem daquele jeito! FUI EU! EU E MAIS NINGUÉM!
– E Helen Trotski? E os irmãos McDonald? E Samantha Lancaster e Parvati Patil? E Jane Curtis? – Mariana questionou-a, corajosamente.
– Tão simples e fácil. Provavelmente aquela imbecil deve ter falado sobre eles, e Samantha, a Curtis e a Patil foram somente por diversão! – Astoria falou, dando risadas. Voltara a ficar séria. – Mas a Helen... Oh, que coisa! Ela havia me desafiado.
– Como assim... Desafiado-te? – Blaise indagara, com uma sobrancelha levantada.
– Ora, Zabini, sabe muito que Helen Trotski era a melhor amiga de Pansy até ela querer a minha ajuda para conquistar o Paul Meyer, do sexto ano. Incrível como aquela garota pode acreditar em tudo o que falam! – Astoria responde, como se fosse algo natural. – Também, não quis ouvir a melhor amiga... Agora está daquele jeito, prostrada. Imbecil.
– Sua IDIOTA! – Ginny berra, furiosa. – NÃO QUER QUE NINGUÉM FIQUE BEM AQUI! POR QUE SIMPLESMENTE SE DÓI O FATO DE QUE SIMPLESMENTE O SEU EX ESTÁ COM ALGUÉM QUE VOCÊ ACHA INFERIOR A SI!
– Ah, inveja? – A loira responde. – Ginevra, Ginevra, não sabe de nada. E isso me lembra, Draco, sabe o que a Pansy fez?
– O-O que fez, Pansy? – Ele inquiriu, debilmente.
– Oras, ela abortou. Eu a fiz abortar. – Disse, natural. – Mas é claro, eu a ameacei, se ela contasse, jurei que a mataria! Além do mais a cachorra seria minha espiã contra vocês!
– Espiã? – Mary perguntou, olhando para Pansy.
– Mas não se preocupe, ela não quis contar nada. E claro, preferi assim. É bem mais cômico! – E Astoria começou a rir loucamente.
Então, ela finalizara o feitiço de Ginny, libertando-a. O céu escureceu de repente, trazendo raios e trovões. O livro brilhava, e abriu na página do Encantamento Supremo. Astoria derramou todo o conteúdo da garrafa no campo, e proferiu.
– MUTATIS MUTANDIS!
Com isso os raios se intensificaram, e um raio desceu em cima do livro, e a loira o soltou. O círculo de magia negra foi-se formando, e Mary começou a sentir uma dor terrivelmente absurda no braço esquerdo.
– MARY! O QUE TÁ ACONTECENDO? – Ginevra grita, tentando cobrir seus olhos dos clarões enormes.
– O ENCANTAMENTO SUPREMO! AAAAAAAAAAAAAHHHHHH! – Falou, querendo arrancar o braço. – LUNA, TRAGA A PANSY PARA CÁ!
A loira seguiu o conselho da amiga, mas um raio desceu a quatro passos dela.
– NÃO DÁ! ESTAMOS SEM NOSSAS VARINHAS! – Blaise berra, despertando do torpor. – JACOB, USE A SUA! ELAS ESTÃO AOS PÉS DE ASTORIA!
– AAAH... – Mariana ainda diz, morrendo de dor, mas empunha a varinha para os pés da loira. – ACCIO VARINHAS!
– O QUE? – A loira de orbes verdes percebe, mas já era tarde.
Eles pegaram as suas, porém Draco ainda estava traumatizado com aquilo. Ginevra foi até ele, e tentou acordá-lo.
– DRACO! – Gritava, pelos sons dos trovões. Ela olhou para a arquibancada, e viu a cena mais aterrorizante de sua vida.
Todos estavam com várias jóias brilhando acima de si, e todas elas estavam sendo sugadas pela tamanha força do próprio Vindicare.
– Draco, por favor, me escuta. – Diz, abraçando-o. – Eu te amo, mesmo que a Parkinson tivesse um filho seu, mesmo que você me encha o saco, mesmo que você às vezes nem fala comigo direito! Pelo amor de Merlin, Draco, reaja!
– Ginny... – Murmurou. – Vou acabar... Com essa louca assassina.
Eles se olharam e sorriram. A ruiva ajudou-o a levantar-se, mas foi para trás ao ver que havia caído um raio a poucos metros deles.
– Toma. – Diz, dando a varinha para ele. – Vamos precisar disso.
– VENHAM RÁPIDO! – Harry gritou para os dois. – TEMOS QUE AJUDAR A LUNA!
Nessa hora, viram que a garota avoada estava trazendo Pansy no ombro, que estava desmaiada. A terra começou a tremer, e o estádio também. Então uma figura saía do livro, e imediatamente Mariana reconheceu os cabelos longos até as costas, os olhos castanho-claros e o sorriso falso. Harry, Luna, Blaise, Draco e Ginny ficaram impressionados com a tamanha semelhança das duas, até que a ruiva lembrou-se de algo.
– MARY, VOCÊ NÃO DISSE QUE ELA SÓ PODERIA SAIR DO LIVRO SE AS CINCO CONSEQÜÊNCIAS FOSSEM ATIVADAS?
– COM O ENCANTAMENTO SUPREMO, ELA PODE ATÉ SAIR NA PRIMEIRA CONSEQUÊNCIA! – Gritou de volta.
– Então é você que é minha tataraneta. Hum imaginava você menos parecida com Alexander, agora que te vejo. – A voz pausada e calma de Annelise fazia um bizarro contraste com a catástrofe causada pelo feitiço. – Agora que me libertei, posso matar-te apenas com o olhar.
– ESTÁ MUITO ENGANADA! VOCÊ PODE ATÉ TER CONSEGUIDO OS SENTIMENTOS DE TODOS... – Mariana gritava a plenos pulmões. – MAS EU VOU TE LIBERTAR DISSO!
– E quem disse que eu quero? – Annelise perguntou, perversa. – Pena que esses anéis protegem seus amigos de meus poderes, porque senão eu ia... Pegá-los também.
– MARY! – Luna gritou.
– FIQUEM FORA DISSO! – E voltando-se ao espírito, continuou. – COMO VEIO PARAR AQUI?
– Depois que o último guardião, Benjamim Jacob, não conseguiu me conter, boiei até um duende me encontrar. Ele me limpou e pediu a bibliotecária dessa escola me guardar. É claro, o diretor descobriu uma energia enorme em mim, e me colocou dentro de um armário antifeitiços.
"Por isso demorou-se tanto para encontrá-la!" Pensou Ginny, vendo a conversa das duas.
– Agora pretende matar-me, certo? – Mariana perguntou, corajosa.
– Não. – Annelise responde, e a última frase do Vindicare ela sentencia. – Tudo o que vai, volta em dobro.
Então tudo aconteceu em câmera lenta. Annelise entrou no corpo de Astoria, levitando-a, e a garota loira sentiu uma dor muito parecida com a da metamorfomaga, como se seu corpo estivesse sendo atravessado por um milhão de lâminas cortantes. Os sete garotos viam aquilo como se fosse um tremendo exorcismo. Começou a subir um ciclone prateado em volta do corpo da menina.
– Viu só? Eu disse que existia exorcismo de bruxos! – Blaise gritou, orgulhoso.
– BLAISE! – Os outros cinco berraram, em uníssono.
Nessa hora, Pansy acordou zonza. Harry ficou aliviado ao olhar as íris ônix da namorada.
– O que... O que aconteceu?
– Se... Contarmos que estamos no meio de um desequilíbrio parecendo a 3ª Guerra, você acreditaria? – O moreno perguntou, com risinhos.
– Ai meu... Merlin, eu... – Pansy logo foi calada pelos lábios dele.
Repentinamente, algo começou a brilhar, e eles viram que eram as auras dos dois que ficou dourada. Annelise soltou um grito gutural.
– ISSO! – Ela fala. – O amor de vocês está enfraquecendo-a, e com isso eu posso fazer o feitiço de cura.
– Mariana, isso vai te matar! – Ginny e Luna disseram, ao mesmo tempo.
– Se eu não o fizer, quem sofrerá é a Greengrass. – Disse, virando-se para cima. – Por mais que ela tenha feito todos sofrerem, ela não merece suportar a dor de todos e de um espírito de mais de duzentos e setenta anos!
– A gente ainda vai te ver? – Harry pergunta, e Pansy olha na mesma direção que ele.
– Olhem... Vocês me deram os melhores anos da minha vida, e o sétimo ano também. Se eu morrer, eu irei feliz. Entendo vocês, mas tenho que salvar aqueles que eu amo.
Uma aura rosa-claro brilhou em Mariana, e seus olhos ficaram tão castanho-claros que chegavam ao chocolate, e seu cabelo ficou negro e ondulado. A ruivinha e a corvinal loira sorriram chorando.
– Tenho que ir. – Mary falou. E virando-se para o ciclone que crescia, e ela tirou dos bolsos os potes e deu para as duas. – Eu quero salvar as pessoas que amo, então fiquem juntos.
Blaise entrelaçou a sua mão com a de Luna, que sorriu, e suas auras apareceram douradas. Pansy e Harry se abraçaram, e Draco e Ginny ficaram olhando-se.
– Vocês sabem o que fazer. – A metamorfomaga falou para os dois.
– Mariaaaaaana! – A voz de Astoria estava se transformando, e o ciclone cresceu três vezes.
A garota de orbes castanho-claros correu até o ciclone, abrindo os braços. Algo exatamente igual a uma jóia saiu de seu corpo, e ela parara no meio do caminho.
Enquanto isso, os dois se olhavam intensamente. Então Draco aproximou-se mais de Ginevra, e murmurou em seu ouvido.
– Se nós todos morrermos, saiba que eu te amo.
Ela ficou emocionada pelas palavras dele, e o abraçou fortemente chorando. A aura deles brilhou dourada, e nessa hora Mariana gritou.
– INDULGEO ANIMUS! – A jóia em seu peito brilhou mais, e ela foi envolvida pelo ciclone.
No meio daquilo, Mariana encarou o corpo de Astoria, e de lá, saiu à alma de Annelise.
– Você está disposta a morrer por eles? – Perguntou o espírito, em tom de ultraje.
– Por todas as pessoas que eu amo, Annelise. – Mary responde, e sua voz fica idêntica à de Alexander. – Eu entendo você, porque nunca teve seu amor correspondido, enquanto eu o tive. Por isso, eu lhe dou, como prova da sua liberdade eterna.
Ela tira a própria jóia do peito, e entrega ao espírito. Dentro do ciclone, tudo fica emanado por uma luz branca, e Mariana chora de felicidade. Annelise, não agüentando aquele ato de boa vontade, dá um último grito e desaparece, deixando a jóia flutuando no ar. Mas a metamorfomaga sabia que não teria mais tempo. Não mais. Fechou os olhos.
– Eu te amo, Fred. Adeus. – Mary murmura chorando, feliz, e desaparece.
Liliana sentiu uma dor aguda no peito, e só significou uma coisa.
Mariana executou com êxito o feitiço.
– ARIEL! ARIEL! ARIEL! – Gritava, chorando.
A avó de Mary chegou perto de Liliana, e a abraçou.
– Você sabia que ia ser desse jeito, meu amor. – Ariel disse, afagando os cabelos de Liliana.
– Não, não, não, minha filhinha, não... – Murmurou.
Na Gemialidades, Fred sente uma dor enorme tomar conta de si, e deixara cair a caixa com as mercadorias da loja. Ele percebe um movimento do lado de fora, e sai à rua do Beco.
– Olhem aquilo! – Um bruxo falou, apontando para o céu.
Ao ver o pilar de luz, o ruivo entendeu: ela havia salvado o mundo inteiro, e seus irmãos. Ela conseguiu.
– Mariana... – Murmurou, debilmente.
Pela primeira vez, ele começou a chorar. E não tinha quem o consolasse daquela dor enorme.
Continua...
:: Ouvindo My Immortal - Evanescence ::
Nota: Bem que eu podia ser bem malvada e terminar a fanfic desse jeito, neah? É. Mas eu não sou, hehehe lol. Geeente, eu chorei com esse capítulo, sério mesmo. Acalmem-se, acalmem-se, tá no finalzinho. Deu uma dó da mãe dela que vocês não tem noção i.i... Ah, sim, ela morreu mesmo, mas depois tem surprise!
Weeee, 77 reviews! MIMIMIMI *-*, vocês me deixam muito feliz desse jeito! Nhaaai, vamos às REVIEWS!
Manu Black: Nhaa, Manuzinha do meu coração, acredite, escrever a morte de alguém é phuoda. Sério. Espero ter dado uma GRANDE surpresa, hahaha! Brigada pela review, flor ;**! Beijo beijo!
Karla Kollynew: OUUUUN *-*! Não acredito! A que devo a honra xD? Putz, fiquei muito feliz ao ver você por aqui! E digo mais: foi até meio difícil fazer a fanfic assim, maaas com um pouquinho de criatividade... Nhaai, boa leitura e brigada pela review! Beijo beijo ;***!
Gabiih Malfoy: Ouuuh, provavelmente, você ficou tipo OMG quando viu qual era o segredinho da Pansy... É, até pensei em pôr outra coisa, maaas nah, esse era mais legal mimimi *.*! Brigada pela review, flore! Beijo Beijo =**
Denii Brandon Malfoy: Nhaa, não me mata, plizz o-o! Bom, claro, claro, a Pansy teve salvação, mas agora a Astie e a Mary... Sei não. Eu matei mesmo ela, mas depois com o próximo capítulo, todos vão entender o porque foi preciso. Achou o beijo deles fofo? MELDELS, e achei a parte mais difícil de escrever '-'... Brigada pela review, flore! Beijo Beijo =***!
Julie M. Grint: Mais actions D/G? WoWs, nah sei se esses mini-actions (e foi mini mesmo '-') ficaram bons, maaas... Weeee! O Draquinho é da Gineca, fica-a-dica. HAHA. Brigadinha pela review, flore! Beijo Beijo =***!
- jaque masen lovegood . : Ouuun! QUE COISA FOFA *-*! O beijo F/M foi lindo, e foi o mais difícil de se escrever o.O'! Tem medinho da Astie! Putz, depois desse capítulo, ela CAI no conceito. Prontofalei. Mas ela é uma vilã amor. Brigada pela review, flore! Beijo Beijo =***
Drik Phelton: Parei na melhor parte? Então me diz o que achou deste capítulo. Well, eu achei ele curtinho (tá, pra quem escreveu 10 páginas de Word, e da otra vez escreveu 31... É n.n') A chavinha de tudo é aquilo lá, HAHA. Mas como sempre, o segredo-bomba vira arma de contra-ataque! hehehe lol! Brigada pela review, flor! Beijo Beijo =***
Well, agora to indo pke amanhã tenho curso de inglês, hehehe.
Beeeeeeeeeeeeeeeeeeeijos!
Hinata Weasley
