NOTA DO AUTOR

Capítulo 4? Não. Resolvi fazer essa nota entre o capítulo 3 e o 4 para não haver confusão por parte da geografia de rune-midgard. Para quem joga ou já jogou ragnarok, sabe que prontera é a cidade capital, e na história eu citei Glast heim como cidade capital. Glast heim é conhecida no jogo por ser uma cidade fantasma, cheia de demônios e monstros. Acontece que na época de Thanatos, há quase mil anos em relação ao cenário atual do jogo, a geografia do continente era muito diferente da conhecida agora, e para não causar confusão eu vou explicar em detalhes sobre ela. Daqui por diante haverá muitas citações de lugares, por isso é importante ler essa parte para não se perder.


Link para o mapa de Rune-Midgard atual (não consegui colocar o link ¬¬', me mandem um e-mail pedindo q eu passo, ou procurem no site da levelup)

Glast heim é a cidade capital, maior cidade do reino e lar dos cavaleiros, templários e sacerdotes, também é onde fica o castelo do rei. A cidade era maior e mais organizada que prontera, o castelo fica no centro da cidade, duas vezes maior que o de prontera. A cidade estava sempre cheia de gente, dos mais variados locais do mundo, até elfos poderiam ser vistos andando pela cidade, mercadores vendiam seus itens, lojas de roupas, armas, restaurantes, hotéis e pensões eram fáceis de se achar. Glast heim fica bem no meio de todo o reino conhecido e era ponto de encontro de aventureiros, sua proximidade com Geffenia, a cidade dos elfos também era importante.

Geffenia é a cidade dos elfos, estes seres foram exterminados e não existem mais em rune-midgard nos dias atuais, assim como sua cidade que foi demolida e em cima da mesma foi construída Geffen, a cidade da magia. Até os dias de hoje Geffenia é amaldiçoada, cavaleiros sanguinários, deviruchis, bafomés e todo tipo de demônio habita a cidade que um dia foi aclamada como a mais tranqüila e bonita cidade do reinado

Alberta, Geffen, aldebaram, cômodo, morroc, Einbroch e izlude não existiam ainda. Payon era apenas uma vila com pouco mais de 5 casas. Prontera era um vilarejo na entrada da grande floresta (vide grande floresta mais abaixo). As cidades orientais (amatsu, kunlun, ayothaya...) ainda não haviam sido descobertas. Juno existia e tinha aproximadamente o mesmo tamanho e a mesma notoriedade de hoje, mas ainda estava no chão. A região de arunafeltz era uma imensa campina, Einbech era uma vila sem muita importância, até descobrir o carvão. Hugel era exatamente a mesma. Lighthalzen era uma cidade próspera mas não muito importante.

Havia outras cidades a oeste de GH, mas foram totalmente esquecidas pelo tempo, quaisquer menções a elas será feita apenas pela descrição, sem o nome.

A fauna e a flora também eram diferentes. Havia os mesmo monstros que tem hoje (porings, grifos, bafomés, petites...), alguns ainda não existiam (Maya, Freeoni, monstros do biolaboratório, de byalan...) e outros que existiam, mas não existem mais.

O deserto de sograt não existia, no lugar dele havia uma enorme floresta conhecida como Grande Floresta, ela cobre de payon ao estremo leste até a praia kokomo ao extremo oeste, em algumas partes a mata fechada é trocada por savana. Poucos aventureiros se arriscam em entrar muito na Grande Floresta, um dos motivos que cômodo ainda não havia sido descoberta, nem Umbala.

As regiões que eu não citei não foram descobertas e não terão muita importância na historia, com exceção do lado oeste de GH que era muito povoado e conhecido naquela época, mas isso eu explicarei na fic mesmo, até porque já ta ficando muito grande e chato esse negócio XD

Qualquer dúvida quanto a esse quesito, se vocês se interessarem em saber mais sobre o continente, me add no MSN que eu passo detalhes.

Off: eu vou fazer vestibular essa semana e então ficarei uma semana sem postar nada, meu vestibular é longe pra dedéu então só vou voltar na terça-feira, bye bye.