Olá!! XD

Ikarus-sama: as batalhas estao chegando. Mas tem algumas coisinhas pra serem resolvidas antes... paciencia, paciencia!!! adoraria ver uma luta entre a Liz e a Megara... hihihiihi...beijos

Krika: o Ares qse q surtou!! essa sua intuiçao pode estar indo para algum lugar... hehehehehe... beijin

Praj: a Layla nao é boba nao.. heheh, mas essa "proximidade" do Dohkuxo nao é a toa!!! ;) quanto a Megara, ela vai se esbalbar em breve!!! saudadex.. beijao

e vamos lá...

A CHAVE DAS DIMENSÕES

Capitulo 8 – Perto Demais

O caminho escadarias abaixo foi cheio de perguntas dirigidas a Saga. Dohko fez o que pode para acalmar os ânimos dos amigos. O cavaleiro de Gêmeos desceu em silencio.

Casa de Gêmeos

A chuva se tornara uma tempestade. O vento uivava e os trovões pareciam rugir mais alto que feras mitológicas.

- O que aconteceu Saga? – Kanon sentiu o irmão se aproximando e foi encontrá-lo na entrada. Saga estava encharcado, assim como Layla.

Kanon vê Lay desacordada nos braços de Saga. – Lay? Ela esta bem?

- Está. – Saga se limita a dizer isso e segue direto para o quarto da mulher.

Kanon faz menção de segui-lo mas Dohko o impede. – Deixe Saga cuidar dela Kanon!

- Dohko, o que aconteceu? Pude sentir a explosão da energia daqui!

- O Selo tem um poder primitivo muito grande! Lay, mesmo com ajuda de Athena não conseguiu conter o cosmo dele.

- Quer dizer então que não conseguiram descobrir a localização da outra metade?

- Não sei ainda, Lay desmaiou antes de poder falar qualquer coisa! – Dohko observa Saga sentado ao lado da cama da moça. – Dê espaço a ele Kanon.

Kanon, mesmo de longe, vê a expressão triste do irmão. – Esta bem!

- Vou subir. Se precisar de algo..

- Obrigada Dohko!

O irmão do cavaleiro de Gêmeos ficou onde estava.

Depois de colocar Layla na cama Saga tirou a calça e a camiseta dela. (n/a: CPP!!!!!!!! Não, não.. só tava secando ela!!!! Literalmente... uahuahauhauhauah) O corpo atlético e curvilíneo dela não passou desapercebido ao cavaleiro de Gêmeos. Ela parecia uma escultura, talhada no mais fino mármore.

Ele pegou toalhas e secou o corpo da moça. Depois a cobriu com lençóis novos e se sentou ao lado dela. – Mas que droga! Porque me importo? – Ele sussurrou tirando um mecha da franja caída sobre os olhos dela.

Layla estava desmaiada, mas seu sono era conturbado. Ela suava frio como se estivesse com febre alta. Tremores ocasionais percorriam seu corpo.

Sem saber muito bem ao certo porque, Saga passou o dia todo ao lado dela. Quando ele sentia o cosmo dela se esvaindo nos pesadelos ou de dor, ele usava seu cosmo para acalmá-la e trazê-la de volta dos sonhos conturbados.

Castelo de Ares – Quarto de Megara

Jiang e Megara conversavam atrás de portas fechadas. A feiticeira folheava seus livros atenta as línguas antigas.

- Agora que Layla ferrou com tudo Ares dará a liderança do exercito para mim! – A avatar da Peste fitava o horizonte pela janela de Megara. Ele tinha esperado esse momento a muitos anos. Ares sempre preferiu Layla para o comando de seus exércitos e para liderar batalhas e soldados.

Jiang era mais velha e mais experiente e nunca aceitou ser comandada por uma fedelha que só tinha seu posto por que Ares gostava dela na cama.

- Ainda é cedo para cantar vitória Jia! – Megara tentava tirar a aliada dos devaneios. - Não podemos saber se ela sabe ou não da localização do Selo. Ares estava atento ao cosmo dela, mas ela encerrou a conexão antes de desmaiar. Ele não viu o selo, mas não significa que ela não tenha visto.

- Quer dizer que a vaca ainda pode salvar o dia? – Jia não acreditava no que ouvia.

- Não disse isso Jia. Acho que Layla não conseguiu nada, mas não posso afirmar. Ares quer falar com ela. Logo saberemos se ela esta ou não fora das graças dele.

- Queria que ela tivesse se explodido junto com aquele Selo, isso sim!

Megara apenas observa a Avatar de Peste. Jia faria qualquer coisa para se livrar de Layla, inclusive à custa de uma vitória contra Athena. E isso não era nada bom.

Juntando seus livros Megara apressa-se. – Encontrei o que queria! Vou até Ares. Jia, aproveite a ausência da Avatar da Guerra para coisas mais produtivas.

- Produtivas Megara? O que quer dizer? – Jia não apreciou o tom da feiticeira.

- Aproveite que ela não está aqui para influenciar os generais. Traga-os para seus encantos. – Megara pisca para a Avatar. – Apesar de eles serem subordinados dos Avatares, eles têm mais contato com o resto do exercito. Ganhe a confiança deles para si, e os soldados seguirão seu mais caprichoso comando. – Megara sorri falsamente e sai em direção a Ares.

Casa de Áries

- Cheguei a preparar o almoço, mas Saga não quis comer. – Kanon deitado em um dos puffs da sala de Mu, olhava o dia cinza lá fora. - Ele pegou uma das cadeiras da sala e colocou no quarto. Ate quando sai ele não tinha nem se mexido.

Mu escutava o que o amigo dizia, mas estava longe de prestar atenção.

- Mu? MU? – Kanon estava sentado e olhando para o cavaleiro de Áries.

- Hum.. o que? – Mu parecia retornar a realidade.

- Perguntei se não acha isso estranho!

- Há coisas mais estranhas acontecendo!

- O que quer dizer? – O gêmeo de Saga se levantava.

- Quando aquela energia começou a emanar, a armadura de Layla também reagiu. Era como se ela estivesse atenta aos movimentos do cosmo de sua dona.

- Mas Mu, como isso é possível!?

- Na verdade Kanon, isso não foi o que me surpreendeu. Mas sim o que aconteceu depois.

- Depois?

Mu fez sinal para Kanon segui-lo. O cavaleiro de Áries levou o ex- general marina ate a oficina. – Isso aconteceu!

Mu abriu a porta e no centro da sala estava a armadura da Avatar da Guerra. Mas em vez de sua coloração púrpura, a armadura brilhava em tons de um cristalino...

- Branco! A armadura dela mudou de cor? – Kanon tinha arregalado os olhos. – Mas como? Porque a cor... – Ele olha da armadura para o cavaleiro de Áries.

Casa de Gêmeos

Era o meio da tarde e Layla não mostrava sinais de acordar. O sono dela era mais tranqüilo, mas ainda pesado. Ele fita novamente a moça deitada. Não queria deixá-la. Não queria que ela acorda-se sozinha.

Saga se espreguiça na cadeira, seu corpo estava cansado pela posição e pela constante utilização de seu cosmo. Ele se levanta devagar e coloca a cadeira encostada na parede. O cavaleiro de Gêmeos olha a mulher e sai em direção a cozinha.

Ele pega um copo de água e fita o liquido transparente. "O que será que ela viu? O que será que ela esconde?"

No quarto a respiração de Layla se torna mais rasa. Seus sentidos não percebem mais o cosmo que a amparava. Seus olhos se abrem lentamente. Ela demora a focar a visão e perceber que está na casa de Gêmeos. Ela pode sentir Saga no outro cômodo e seu cosmo exausto.

Layla tenta levantar mas o corpo ainda esta pesado. Com um esforço ela consegue sentar-se na cama. A avatar percebe que esta trajando uma camisa, muito maior que seu corpo. O aroma amadeirado não deixa duvidas de quem pertence a peça. Ela segura o tecido e inspira.

A cabeça lateja e sua visão se turva novamente. – "Não!" – Ela pensa. – "não vou fraquejar agora!"­ - E reunindo sua forças ela se põe em pé.

"Ares estava me acompanhando. Droga, ele deve estar furioso!" – Layla vai em direçao ao corredor e logo avista Saga na cozinha. Ele observa um copo vazio como se fosse o tesouro mais valioso do mundo.

Ela sorri. – Acho alguma coisa importante ai?

Saga se assusta com a voz da mulher. Estava tão absorto em seus pensamentos que não ouviu ela se aproximar. – Lay, você não deveria ter levantado!

- Estou me sentindo melh...

A voz dela falha. Em sua mente uma dor aguda pela invasão. Ela leva as mãos à cabeça e seu corpo perde o equilíbrio.

O copo de vidro escorrega por entre os dedos do cavaleiro. – Lay! – Saga corre até ela.

"- Avatar da Guerra! O que pensa que está fazendo Layla?

- Ares! – Sua mente tenta afastá-lo. Mas ele é forte demais.

- Você deveria ter me dado a localização do Selo a essa altura Layla!!! – Era como se ele apertasse o pescoço dela a cada palavra.

Layla sentia o ar sumir e o corpo doer. – Ares, não consegui.. – Ele a interrompe.

- Eu lhe treinei a vida toda para esse momento Layla! E você falhou homericamente!

Layla tentou dizer que o poder do Selo era bruto demais, que era como um ser vivo lutando por sua vida. Mas não conseguiu. Ares penetrou mais em sua mente e controlou suas forças.

- Arranje um jeito de encontrar a outra metade! Caso contrario, você não tem nenhuma utilidade para mim! Entendeu!?

Ares não espera resposta e sai da mente dela."

A conversa entre o deus da Guerra e Layla ocorreu nos segundos que se passaram entre Saga sair da cozinha e segurar Layla que desmaiava há menos de 3 metros dele.

- Lay! LAY! – Saga chama a mulher enquanto desliza seus dedos pelo rosto dela.

Ela acorda ao contato da pele dele sobre a sua. Abrindo os olhos devagar ela vê a expressão preocupada nos olhos. Ele não parece ter percebido a dolorosa visita de Ares.

"Ele deve ter usado os poderes de Megara." – Layla ensaia um sorriso. - Lay?

Saga se assusta com as palavras dela, ou melhor, com as palavras dele. Nem havia percebido que a tinha chamado de Lay. Ele limpa a garganta. – Er.. ahn.. Você está bem Layla? – Ele tenta disfarçar o embaraço.

- Estou.– Ela se apóia no braço dele tentando se levantar. – Mas prefiro que me chame de Lay!

Ela faz menção de andar até o quarto, mas Saga a toma nos braços e a carrega até lá. Ele a ajuda a sentar-se na cama e se coloca ao lado dela.

- O que aconteceu? – Layla pergunta tirando as palavras da boca dele.

Saga pensava no que havia acontecido no corredor agora pouco. – "Foi como se alguém a nocauteasse" – Mas ele pode perceber que ela se referia ao encontro de mais cedo com Athena. – "E com o Selo".

- Só me lembro de sentir meu corpo flutuar, como se estivesse no espaço. – Ela esfrega as temporas.

- O cosmo do Selo foi esguio demais. Ele desequilibrou seu cosmo. Foi como um curto circuito. Você não conseguiu..

- Não! – Lay informava desapontada. - Não lembro de mais nada, a não ser me sentir flutuando pelo Universo. – Ela fita a mão direita enfaixada e uma lágrima solitária escorrega por seu rosto.

Fechando e abrindo o punho, ela sente uma dor fraca e aguda correr por seu braço. – "Se não conseguir terminar isso, Ares fará muito pior!" – Ela olha para Saga. – Obrigada Saga! Obrigada por ter me ajudado!

- Não tem de que! – Ele passa dos dedos pelo rosto dela limpando a lágrima. – Quer comer alguma coisa?

- Não! Não to com fome!

- Está bem. Então descanse. – Saga ajuda a mulher a se acomodar na cama. (n/a: AI MEUS SAIS... BEIJA ELE, BEIJA ELE!!!!!!)

- Saga! – Lay segura a mão do cavaleiro. – Quero tentar de novo!

- O que? De novo? Você quase morreu hoje e, mesmo com suas habilidades de cura está muito ferida.

Lay se assusta.

- Kanon me contou. – Saga percebendo o susto dela explica como soube.

- Mesmo assim, quero tentar de novo! Precisamos encontrar o Selo logo!

- Lay, por hoje não podemos fazer mais nada. Descanse e amanha falaremos sobre isso. Está bem assim?

- Sim!

Saga arruma as cobertas sobre ela e sai do quarto.

"Se pudesse, não os envolveria nisso! Por Zeus, não O envolveria nunca nisso!" - Lay fecha os olhos e logo cai nos domínios de Morfheus.

A chuva caiu o dia todo sob o Santuário. Pesada e constante, a água lavou ruas, escadarias e almas.

Castelo de Ares

Finli estava na imponente biblioteca do castelo. Ele folheava os volumosos livros que os sacerdotes de Ares compilaram com informações das batalhas do deus da Guerra. Sempre curioso ele era um determinado estudioso de pessoas, lutas e estratégias. Aquele lugar com o cheiro de papiros antigos e conhecimento infindável era provavelmente o seu lugar favorito em todo o mundo.

Ele se focava nas informações sobre os cavaleiros de Athena. Os boatos sobre a iminente batalha corriam soltos desde os soldados rasos até os avatares. Ele como General de Adaga sabia muito bem que o combate estava próximo.

O homem prende os cabelos azuis claros em uma trança frouxa. Ele se acomoda na poltrona aveludada e ajusta o abajur. Ele procurava sobre um cavaleiro de ouro em particular.

Sempre escutara historias sobre aquele homem e mal podia esperar para encontrá-lo pessoalmente. – Ver seu lado negro vai ser uma honra cavaleiro! – Fin sorri enquanto devora textos com seus afiados olhos âmbar.

A pequena General passava pelo jardim observando o entardecer. Ani tinha os cabelos dourados presos em duas chiquinhas. Os olhos azuis observavam os pássaros revoarem perto da estatuas. Ela sorri e começa a assoviar.

Os animais se acomodam no alto de uma fonte de mármore. Vários deles ficam apenas parados ali. A General de Machado para de assoviar e fecha o sorriso que cortava seus lábios. Uma energia verde esmeralda brilha em seus olhos.

Na fonte, penas voam e sangue tinge a água. Não há mais nenhum animal vivo. Ela se vira e caminha na direção oposta cantarolando e sorrindo enquanto apanha algumas flores.

O General de Lança estava no acampamento dos soldados rasos. Ele treinava com os homens de seu batalhão. Marco estava no centro de uma roda formada por 8 soldados que portavam variadas armas brancas. Todos pareciam atacar o homem de cabelos verdes ao mesmo tempo e ele desviava habilmente de cada ataque.

- É só isso que sabem fazer? – Ele ironizava cada ataque perdido dos soldados.

Os soldados se enraiveciam com as palavras ofensivas de Marco e avançavam mais sobre ele. Uma das laminas corta o braço de Marco. O General parece feliz ao ver seu sangue.

- É assim que se faz! – Os olhos negros dele fitam o homem que tirou seu sangue. Seu cosmo se expande e uma esfera de energia cresce em volta dele explodindo sobre os soldados da roda.

Os corpos dos homens voam para longe e caem sem vida no chão.

- É assim que se faz! – Marco pega uma toalha e entra sai em direção sua tenda.

O belo líder dos Generais estava no salão das armas do castelo. Ele empunhava sua espada e usava seu cosmo para afiar a lâmina. Sem camisa, o torso escultural de Ian mostrava as cicatrizes de seus anos dedicados às lutas. As ondas dos cabelos castanhos escuros emolduravam seus olhos verdes. (n/a: gente, ele é lindo!!!)

- Lay! – Seus pensamentos contornavam na imagem da Avatar.

O General de Espada sempre desejou Layla. Nunca tinha tido uma chance com ela, mas palavras de duplo sentido não faltavam quando ele a encontrava. E por ela ser a principal guerreira dentre os Avatares e ele o líder dos Generais, isso ocorria frequentemente.

Ian imaginava todo o tipo de coisas para comemorar sua vitória com Layla. Ele tinha certeza que se mostrasse suas habilidades de guerreiro e exímio lider em um grandioso embate como esse, a Avatar da Guerra se renderia a seus encantos. Ele sorri devaneando com as fartas curvas da moça em sua cama.

O grande homem estava no ponto mais alto do Jardim da Batalhas. Dali Zaefhe podia observar o acampamento dos soldados rasos a sua direita e o castelo do deus da Guerra a sua frente. Em seu lado esquerdo uma grandiosa floresta de sequóias milenares se erguia. O General de Clava coloca sua arma no chão e se dirige para lá.

- Hora de treinar um pouco!!

Zaefhe corre morro abaixo em direção a primeira arvore. O tronco imenso é seguro pelas raízes que se empurram para fora da terra. A espessura da arvore não deve ser menor que 30 metros.

O General fecha o punho e desfere um soco com cosmo em direção ao majestoso tronco. O punho de Zaefhe encosta na arvore e os pássaros voam dos galhos. O lugar onde a mão dele estava começa a ruir. As linhas abrem e se espandem pelo tronco que implode.

A centenária arvore cai lentamente sobre o solo e toda terra treme.

Zaefhe olha o punho intacto e parte para cima de outra arvore.

No quarto de Eric roupas estavam jogadas por todo o chão. Ayisha estava nua sob os lençóis e repousava no peito de Eric. Ele acariciava a pele morena das costas da amante.

- Ian é um idiota que só pensa em impressionar a Avatar da Guerra. Ele deve achar que essa batalha vai servir para ele terminar na cama dela.

Ayisha ri e se apóia no braço dele para fita-lo nos olhos. – E você usará essa guerra para se tornar nosso novo líder.

Os traços de Eric e Ian eram similares. Mas os cabelos castanhos claros e os olhos mel não eram a única que diferencia Ian e o General de Escudo. Inescrupuloso e de pavio curto Eric era movido pela inveja do irmão mais velho. A única coisa que importava a ele era o titulo que o irmão carregava.

A morena, de longos cabelos negros e olhos prateados, instigava o amante sempre que podia. A General de Tridente sabia da importância do cargo ocupado pelo irmão de Eric. Acesso ao exercito, aos Avatares e ao próprio deus Ares. Ser amante de alguém em uma posição tão privilegiada não era uma má idéia.

Ian ainda era o líder. Mas Ayisha e Eric acreditavam que isso não duraria muito tempo.

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mais um cap..

espero q estejam gostando!

beijao