Olá!!

Ikarus-sama: Esse Ares ta perigando que só ele!! uahuahuah... mto tempo enclausurado!! Quanto a Layla.. digamos que o Saga serviu bem aos propositos dela!! HHAUHAUAHUAUAHUAH... tentaiva de risada maligma!! beijao

Krika: a Layla mandou o Saga pra perto dos deuses!! Pancadaria... mode ON!! aproveite! beijo

Praj: oie amore!! o Zaefhe quase virou picole... mesmo com um carneirinho esquentando ele!! XD ... Layla e Saga... ai ai... acho q nem o Saga perdoa essa!!

Morgane: que bom q vc voltou!! acalme-se ... o ares é pervertido por natureza, mas é so boato... que eu saiba!! esse guerreiros invejosos do Ares q fofocam demais.. bjo

Capitulo 12 – A Invasão

- NAAAAOOOOO!!

Aldebaran mal conseguia segurar Kanon.

O ex general marina chegou logo depois do golpe do cavaleiro. Ele sentiu a energia do irmão desaparecer.

- SAGA!! – Ele se ajoelha na cratera procurando uma fagulha do cosmo do irmão. O rosto transtornado derramava grossas lágrimas.

A armadura de Gêmeos montada logo a frente de Kanon chorava pelas mascaras ao lado do elmo.

Aldebaran observava o amigo com pesar. Touro se aproxima e toca o ombro dele. – Kanon, me desculpe.. se tivesse chegado aqui antes...

- NÃO! – Kanon se levanta e encara o cavaleiro. – Foi minha culpa! Eu confiei nela! Eu o fiz confiar nela! – As palavras se perdem entre a ofegante respiração dele.

Os cosmos dos cavaleiros se aproximam. Shion e Athena chegam a arena acompanhados pelos 11 cavaleiros de ouro.

- Kanon! – Athena se aproxima do homem. – Me desculpe, se não tivesse permitido que ela ficasse aqui, nada disso teria acontecido! – A deusa também esta emocionada.

Kanon a encara. Ele queria gritar, com ela e com Aldebaran e com os outros. Queria amaldiçoar Saga por não ter lutado. "Porque ele não reagiu?". Mas ele permanece em silencio.

O pesar corria por todos os corações dos presentes. Mas não há nada que possa ser feito. A não ser vingar a morte do cavaleiro de Gêmeos na derrota de Ares.

"Na derrota de Layla." – O cosmo de Kanon se eleva e chama pela armadura. A proteção dourada responde se iluminando e partindo. A armadura de Gêmeos veste o corpo do irmão de Saga, aceitando seu novo dono.

A elite dourada está completa de novo. Mas os corações fraturados não esquecerão Saga.

Athena reza pela alma do cavaleiro e reúne os cavaleiros no 13º templo para uma singela homenagem, apenas a que o tempo curto permite. A madrugada negra segue em uma vigília silenciosa e solitária dos guerreiros dourados em seus templos.

Castelo de Ares

A manha brilhava gloriosa. Assim como a vitória que Ares antecipava. Os Avatares lideravam os generais e os soldados em direção ao santuário.

Megara os acompanhara enquanto Ares permanecia sozinho ainda no castelo.

Seus passos ecoavam pelas amplas galerias. Ele não conseguia tirar o sorriso dos lábios.

Entrada do Santuário

Os soldados do santuário mal tinham recolocado o portão novo no lugar do que fora destruído há alguns dias e uma horda de inimigos surgiu no horizonte.

Uma energia clara destruiu a madeira e lançou os primeiros soldados para longe. Dezenas de inimigos se espalharam pelas terras de Athena, em direção a Vila e as doze casas.

No interior do santuário o relógio de fogo com os doze signos do zodíaco acende suas chamas, como uma imponente testemunha silenciosa do inicio da batalha.

Casa de Áries

Mu estava a postos. O sol da manha refletia nas curvas da armadura de Áries e o semblante do cavaleiro era serio.

Uma dúzia de inimigos encapuzados se colocou no começo das escadarias.

- É melhor sair daí lemuriano!

Mu reconhece a voz da mulher que o atacou em Svalbard. – Não me moverei! E vocês não irão passar por essa casa, guerreiros de Ares!

Uma luz vinho emana de um dos inimigos a frente. O manto é removido pela feiticeira e o cosmo dela se eleva. – Eu cuido dele! – As palavras saíram como pura satisfação da boca de Megara.

O restante concorda silenciosamente e todos se colocam a subir as escadarias.

Mu reage. – MURALHA DE CRISTAL!

Mas um cosmo dobra-se por entre os companheiros e eles somem da frente do cavaleiro.

Mu se lembra da manobra de Layla naquela noite em que ela chegou. – "Ela está aqui!" – Agora que notou o movimento pode sentir o cosmo dela entre os invasores. Áries se vira esperando vê-los do outro lado da barreira, como aconteceu na luta com Layla.

- ASAS MALDITAS!

Mas o golpe de Megara o força a virar sua atenção na defesa já levantada. A energia dela explode sobre a parede exigindo que a concentração de Mu se firme somente na feiticeira.

As outras figuras adentram a casa de Áries e passam pelo corredor de lutas.

- Droga! – Mu lamenta o deslize.

- Já disse que lutará comigo Mu! – Megara se coloca frente a frente com ele. Os olhos dourados dela passeiam pelo corpo do cavaleiro. – Você é muito bonito Mu de Áries! Talvez não o mate! – Ela ri.

Mu recua e Megara aproveita.

- ASAS MALDITAS!

O golpe parece correr mais rápido que o anterior e Mu decide por se transportar. Como ele não tinha visto à feiticeira atacar da outra vez, não pode fazer melhor para se defender do golpe.

Ele se materializa passado o ataque e Megara já está em frente dele. Os dois trocam golpes físicos medindo forças.

Megara eh mais leve e ágil, mas Mu compensa com destreza. Ele com certeza tem mais experiência de luta do que ela e aproveita para analisar os movimentos.

Mu vê uma abertura e ataca. – EXTINCAO ESTELAR!!

A feiticeira recebe o impacto do golpe e é lançada contra uma das pilastras da entrada do templo de Áries. Os escombros do mármore caem sobre seu corpo.

O cavaleiro percebe o cosmo dela diminuindo e se dirige até ela. Mas há alguns metros dos escombros o corpo de Mu não mais o obedece.

- O que..? – Ele tenta se teletransportar, mas a energia vinho da feiticeira o segura com força.

As pedras amontoadas se mexem e Megara se levanta. Machucada, mas alerta. Ela se aproxima o cavaleiro. Ela podia não ser a melhor no combate físico, mas sabia das artes antigas e isso intensificava seu poder. Ela invoca palavras das antigas eras sem tirar os olhos dele.

– Bonito e forte! hum... vai ser muito útil para mim! ILUSÃO DOS CEUS!

Mu tenta levantar a defesa, mas o golpe dela chega antes. Ele sente o corpo eletrificar e a mente tilintar. Áries eleva o cosmo tentado afastar a magia de Megara, mas é difícil.

Ela usa planos além do cosmo para lutar. E contra feitiços o cosmo de Mu parece não funcionar.

- Não posso me render! – Mu tenta se desvencilhar da energia que o paralisa.

Megara sente a mente do cavaleiro lutando e se anima. Era essa a armadilha de seu golpe. Quanto mais ele lutasse, mas revelava de seus poderes e mais fraco se tornaria frente a seu poder.

Mas ele é forte e Megara aperta mais ainda a restrição. Ela tem que tirar a concentração dele. Um sorriso perverso se abre. A feiticeira desloca a energia do golpe e joga Mu no chão com toda força deixando o impacto do golpe explodir sobre as costas dele.

O cavaleiro sente o corpo pressionado contra o piso. Ele tenta se levantar, mas o máximo que consegue é virar o corpo e ficar com o peito para cima.

Megara se ajoelha sobre o corpo de Mu e segura as mãos dele ao lado dos ombros.

- Um belo escravo roxinho! – Megara murmura com graça.

Os orbes verdes dele percebem os olhos dourados dela brilharem. Mas o que desliga a concentração de Mu é o beijo que a inimiga lhe rouba.

Megara aproveita e lança outro golpe a queima roupa. – ILUSAO DOS CEUS!

O corpo de Mu é arrastado pelo corredor e acerta a lateral da casa. Duas pilastras se trincam e racham sobre o cavaleiro, desmoronando um bom pedaço do templo de Áries sobre ele.

A feiticeira espera sentir o cosmo dele sumindo. Entretanto percebe o ataque chegando.

– REVOLUÇAO ESTRELAR!!

Ela levanta um manto negro de pura magia que absorve o poder de Mu.

- Mas o que? – Mu não acredita que ela tenha conseguido se livrar.

- Você não entende ainda cavaleiro? Seus poderes não podem se equiparar com a magia negra que eu controlo. – Megara eleva seu poder e um vórtice negro se abre entre ela e o cavaleiro.

- Para uma bruxa você é uma boa guerreira! – Ele não deixa de admirar as qualidades dela em batalha.

Megara levanta o olhar do vórtice para o ariano. – Bruxa? – Ela desata a rir alto. – Faz anos que ninguém me chama assim! Vou adorar colocar uma coleira em você!

Mu cora com a sugestão dela. Não era o tipo de coisa que ele estava acostumado a ouvir e as palavras dela estavam lhe tirando a concentração. – "É assim que ela age, atacando a personalidade do oponente!" – Ele se resigna a não prestar mais atenção no que ela diz.

Ela se cansa de esperar ele agir, sabe que o cavaleiro já deve ter percebido que ela estava tentando confundi-lo com palavras. Megara expande sua energia. – Não se esqueça que sirvo o deus da Guerra. Aprendi uma coisa ou outra com ele! ENERGIA NEGRA!!

Ela revela seu cosmo e o junta com as magias que mantinham o vortice. As pedras soltas pelos impactos voam em direção ao golpe sumindo dentro dele.

O cabelo de Mu flutua acompanhando o ar que se dirige ao golpe. – Está sugando tudo! – O cavaleiro percebe que está sugando o cosmo dele tambem. – Se não fizer nada acabarei dentro desse buraco!

Mu cerra os punhos. – Vou acabar com você bruxa! – Ele eleva seu cosmo e tenta segura-lo junto a si. – REVOLUCAO ESTRELAR!! – Ele lança com toda sua força.

Megara ri alto mais uma vez. – Péssima idéia cavaleiro! – Ela joga com o punho e toda a energia do golpe que sugava o que estava em volta se inverte.

- O que?

Tudo o que estava dentro do golpe de Megara volta-se contra Mu, inclusive seu próprio ataque.

O ataque é rápido e atinge o ariano em cheio. Ele é lançado para o alto e se choca contra a marquise da construção. E cai pesadamente contra o piso sofrendo o impacto dos escombros.

Mas Megara sabe que ele só está inconsciente. – Ayisha fez um bom trabalho esgotando a energia dele na batalha de ontem! – Ela pondera se deve exterminá-lo. Mas a idéia de poder transformá-lo em um escravo com o poder das sombras lhe é mais atraente. Ela ri.

- Mas não agora! Quando Athena morrer eu volto para lhe dobrar, Muzinho!

Mas sua alegria some ao sentir o cosmo dele se elevando.

- Voce ainda não me venceu bruxa! – A luz dourada se expande. – REDE DE CRISTAL!

O cosmo dele se une ao pó estrelar.

Megara olha em volta e não vê não. – Pobre coitado, não consegue nem desferir um último golpe direito! – Ela anda em direção a ele juntando sua magia com seu cosmo. Mas seu corpo se prende em algo. – O que é isso?

A feiticeira levanta a mão e é capturada pelos fios de cristal de Mu. Ela observa com mais cuidado e percebe a rede formada por toda sua volta. E não era só o corpo dela que estava imobilizado pelo golpe, mas seu poder negro.

- A Rede de Cristal é capaz de prende qualquer coisa que a toque. Ela pode prender corpos ou energia. E aparentemente pode prender sua magia! – Mu explica se aproximando.

- Mas como... não consigo usar meus poderes! – Megara tentava invocar magias, sem sucesso.

- Esse é seu fim bruxa! – Mu reúne suas forcas e prepara o ataque.

- Não pense que me derrotou, Muzinho! – Ela ainda concentrava algum cosmo. A feiticeira se incentivava na idéia de fazer aquele belo homem seu escravo. Motivos nada nobres, mas fortes o suficiente para não desistir.

- EXRINCAO ESTELAR!!

Mas antes do golpe atingi-la ela reage. – BRUMA MISTICA!

A névoa recobre Áries e Mu se sente desnorteado. Ver ela atacar com cosmo surpreende o cavaleiro.

Megara indefesa pela rede é atingida. As luzes do golpe consomem seu corpo, e ela desaparece por completo.

O golpe dela o atinge, lançando-o para dentro da casa com muita força. O cosmo de Mu se apaga. O sangue dele escorre por entre as pedras.

Star Hill

A sagrada montanha restringida ao mestre do santuário é escalada por um invasor coberto por um manto negro.

A inclinação negativa da rocha estava dificultando a subida, mas ele não iria desistir. sua missão ali iria decidir a vitória dessa guerra.

Vila

Nas ruas abertas do santuário os cavaleiros de prata e de bronze travavam suas batalhas contra os soldados inimigos.

Marin e Shina lideravam a defesa.

Casa de Touro

- Mu! – Aldebaran sentiu o cosmo do amigo diminuir. – Não acredito que ele foi derrotado! – O grande homem não termina seus pensamentos.

Uma horda de vultos aponta na entrada da casa de Touro.

Uma voz masculina ecoa. – Cara, ele é maior que você Zaefhe!

O general de Lança tem que levantar a cabeça para ver melhor todo o cavaleiro.

- Vocês não irão a lugar nenhum! – Aldebaran ameaça.

- Ora, não seja tolo grandão!! Somos maioria e você não é conhecido por impedir que sua casa seja ultrapassada! – Marco fala sarcástico.

As palavras ferem o coração do cavaleiro. Mas ele não demonstra. – Você com certeza não vai passar daqui! – Touro cruza os braços na frente do peito.

Marco coloca a mão no capuz para puxar o manto, mas um dos outros o impede.

- Marco? Deixa eu brincar? – A voz feminina surpreende com sua doçura. Ela é com certeza a mais baixa do grupo.

Marco olha os suplicantes olhos pelo manto da menina. – Você quer lutar com ele tampinha?

Ela sorri. – Quero! Ele é grande! – A pessoa sobre o manto se vira em direção a Aldebaran.

O cavaleiro de ouro pode vê-la sorrindo sob a sombra do manto em seu rosto. – "Mas o que?"

- Que seja! – Marco dá de ombros.

- Já disse que não vão passar! – Deba se movimenta bloqueando os outros que corriam.

- Não quer brincar comigo? – A pequena adversária faz uma careta. Ela puxa o manto e se revela.

Os olhos do cavaleiro se espantam ao ver a menina. – "Ela não deve ter mais do que 10 anos!" – Mas uma voz familiar invade sua mente.

- "Não a subestime!"

O aviso faz Deba se virar para um dos inimigos. – Layla?

- BRINQUE COMIGO! – Ani grita e Aldebaran se volta para ela.

Os outros seguem para a próxima casa.

O cavaleiro ia segui-los, mas um segundo olhar para a menina em sua frente e o aviso que recebera de Layla o faz parar.

- Qual é seu nome pequena?

O sorriso brota farto nos lábios dela. – Sou Ani, General de Machado!

Deba se assusta ao ouvir a estrela dela. – Machado? – Ele pergunta para ver se ouviu bem.

- É! – Ela tira o manto e o joga para o lado. Os cabelos dourados eram ondulados e estavam presos em duas chiquinhas de alturas diferentes. Os cabelos não batia além de seus ombros. O corpo sem curvas estava envolto por uma armadura simples, com peitoral curto e um saiote. Os olhos verdes complementavam um rosto infantil e angelical.

- Mas é apenas uma criança! – Deba balbucia.

O som da palavra fecha a expressão de Ani. – Não sou uma criança. Só porque gosto de brincar não significa que sou uma criança!

- Eu...

- Você é mau! – Ela emburra.

- Mas você é muito nova para estar envolvida em batalhas.

- Sou mais velha do que pareço. – A expressão dela era de desafio. – E mais forte do que você!

Deba não acredita no que ouve. Ele apenas vê uma menina de não mais de 10, 11 anos em sua frente. E o estarrecimento em seus olhos insitam Ani.

- Ta bom! Eu começo! MACHADO DESTRUIDOR!

Uma luz vinho emana da armadura dela e alguns pedaços se soltam formando um machado de dois gumes, quase do mesmo tamanho que ela. A arma flutua da frente do corpo de Ani guiada por seu cosmo.

O machado voa em direção a Deba. A postura defensiva do cavaleiro agüenta o golpe, mas o grande homem não esperava tamanha força do golpe dela e seu corpo é arrasta alguns metros.

- Nossa! Você é forte! – Ani esta boquiaberta. – Qualquer outro já teria perdido os braços. Que legal!! – Ela ri divertida. O machado se desfaz e retorna a fazer parte de sua armadura.

- Ani! Admito que subestimei o seu poder!

- Que bom! Quer dizer que agora vai brincar comigo? – Ela está esperançosa.

- Vou lutar com tudo o que tenho pequena! – Ele não conseguia entender como aquela doce criança estava nos domínios de ares. mas ela demonstrara uma froça além de sua estatura e o cavaleiro de Touro não ia se esquecer disso.

- Aiiiii.. que bom!! – Ani dá pulinhos de felicidade.

Aldebaran ainda não entende com ela pode ser uma general de Ares. Mas ele acreditava que estava prestes a descobrir.

- Se quer me enfrentar Ani de Machado, é o que acontecerá! Lute comigo! – Ele fala chamando a atenção da menina que ainda saltita.

Ani para de pular e o encara com raiva. – Não me de ordens! Não gosto...

- Se veio para lutar, então lute!

- Ta bom! – Ela estava mais amena. – Eu comecei, agora é a sua vez!

Eles se encaram um momento.

- GRANDE CHIFRE!! – Deba ataca.

O golpe atinge o pequeno corpo dela e a luz se expande. Quando a claridade volta ao normal Deba apenas vê o rastro de destruição que o golpe talhou no chão. Ele espera antes de pensar que havia acabado.

- Ai que legal!! – Ani sai de traz de uma pilastra. Intacta.

- Não é possível! – Touro arregala os olhos.

- Voce é forte, mas é tão lento quanto o Zaefhe!

- Lento? – Deba mal conseguia pensar.

- É, devagar quase parando. Quer ver? Isso sim é velocidade! – Ela eleva o cosmo.

Deba pode sentir a brutalidade e força que aquela menina é capaz. A energia sai do punho de Ani e corre até Touro. Ele fecha a defesa sobre o peito, mas Ani desvia o golpe e acerta a perna dele.

- Ponto! – Ela grita levantando os braços como uma líder de torcida.

O cavaleiro sente os músculos da perna oscilarem e o sangue quente escorrer por dentro da armadura. – Ela... quebrou minha perna? – Ele observa a proteção da perna sem uma rachadura. – "O golpe dela penetrou pela armadura! Quanto poder!"

Ele usa um pouco de cosmo para amenizar a dor e curar a fratura. – Não vou mais me segurar Ani de Machado! Você mostrou o seu poder e agora vou lhe mostrar o meu! GRANDE CHIFRE!!

O cosmo dourado brilha e o ataque esmagador expande todo o poder do cavaleiro. O chão treme e pequenas pedras se desprendem da parede. A sensação é de estar dentro de um terremoto.

Ani perde o equilíbrio com os tremores e o golpe atinge seu corpo. Ela é arremessada fortemente através de uma pilastra e atravessa mais umas 4 antes de cair no chão.

O mármore partido fica tingido com o sangue da general.

Aldebaran respira ofegante recuperando suas forças depois de despender tamanha energia.

Mas o barulho dos escombros se mexendo chamam a atenção dele.

- Não é possível que ela esteja..

Viva! Ani se levantava com dificuldade. Ela sai do meio dos escombros mancando e cai mais a frente de joelhos.

O rosto da menina se contorcia de dor. Ela chorava baixinho segurando o peito. Sua mao delicada limpava o rosto ensangüentado. – Você me machucou! – Ela falava entre soluços, quase perdendo a voz.

O coração de Aldebaran se parte ao ver a menina chorando. Ele se aproxima dela e se abaixa. – Eu não queria machucá-la! – Ele não sabe mais o que dizer.

- Pede desculpas! – Ela chora mais forte.

Deba leva o braço esquerdo a cabeça da menina. Ele acaricia seus cabelos tenramente. – Me descul...

Ani se levanta bruscamente. Com uma mao ela segura o braço esquerdo dele e com a outra ela aperta o pescoço do grande homem. A força dela é descomunal. O cavaleiro de Touro fica imobilizado pelo agarre da menina.

Ele ajoelhado, ainda é um pouco mais alto que ela. Ele tenta se desvencilhar da menina, mas a força dela tira o ar de seus pulmões.

- Agora é minha vez de novo! – Ela aperta mais as mãos e o bracelete esquerdo da armadura de ouro trinca sobre os dedos dela.

O cavaleiro sente o calor da mão dela se aproximar de seu braço e seu punho fraturar. Ele queima seu cosmo tentado afastar a menina se si. Mas Ani reage aumentando seu cosmo e sua força.

Ela faz um bico. E o machado se forma de novo, agora atrás de Ani. A arma voa e contorna Aldebaran acertando-o nas costas. A lâmina se mantem cravada na armadura dourada. – Eu falei que é a minha vez!

A energia dela é pura brutalidade.

Ela concentra o golpe na mão que segura o pescoço do cavaleiro. - OLHOS DE ANJO!

O cavaleiro não ia ser ataca gratuitamente. – GRANDE CHIFRE! – Deba consegue lançar um contra ataque, segundos antes de o golpe dela explodir contra seu rosto.

Eles são lançados em direções opostas. Ani é jogada na entrada de Touro e cai desfalecida nas escadarias.

Aldebaran choca-se contra a parede lateral do fundo do templo e cai de costas afundando ainda mais o machado em sua carne. O sangue do grande homem jorra. – Que poder! – Ele balbucia antes de perder os sentidos.

--/--

duas casas por cap senao isso aqui vai durar pra sempre... espero q gostem!!

beijaaaaaaaaaaaooooooooooooooo