Olá!! Mais alguem ai quer ferias!! Ç.Ç

Krika: Pior que os gemeos nem começaram a sofrer!! uahauhauhau.. quanto a Megara, os poderes de magia dela sao diferentes o sufiente pra apertar o carneirinho!! Lay.. pra Star Hill?? acho q nao!! olha, te digo a verdade, tb nao gosto do Marco - doideira neh, afinal fui eu q criei ele - acho!! - mas essa do Deba doeu de escrever!! beijao Krika!! XD espero que o encontro LayXKanon seja de seu agrado!!

Ikarus: Esse povinho ta motivado!! afinal eles lutam por amor a Guerra!! vivo? olha deixa eu ver aqui com meus botoes... acho que é menos provavel do que parece!! se depender de mim... nem Athena vai sobrar!! uhauahuahauha

tapao

Ares: Ai... q foi?

Cá: Sai do teclado!

Ares: Mas...

Ca: sai! e vai la pegar minha Coca!!

Ares: sai de fininho recamando como o Rabugento

Ca: beijao Ikarus

Capitulo 13 – Vingança Dourada

Ainda nas escadarias a horda de Ares sente o choque dos cosmos de Touro e Machado.

- Caramba! – Zaefhe para e olha para baixo ate o templo. – A tampinha detonou o cavaleiro! – Ele está boquiaberto.

- Ani é uma formidável guerreira! – Finli defende.

- Era! – Ian corrige.

Finli olha para Zaefhe que dá de ombros.

- Querem calar a boca e andar logo? – Ayisha estava impaciente.

Para Caspian os generais eram uma diversão a parte. Sempre discutindo e planejando contra eles mesmos. O avatar se diverte com cada alfinetada entre os guerreiros. – Vamos meninas! Vocês podem tricotar depois.

Podia ser uma brincadeira de mau gosto, mas os generais não iam discutir com o avatar. Eles seguem prontamente.

Logo eles avistam a próxima casa. A entrada do templo está deserta.

- Layla matou o cavaleiro de Gêmeos! Teremos nossa passagem livre por essa casa. – Eric pensa alto.

Mas um cosmo dourado se revela. Todos param a metros da entrada.

– Quem... – Caspian ia perguntar.

- Pouco me importo com vocês! Mas ela não vai a lugar nenhum! – O cavaleiro de Gêmeos se mostra. Mesmo com o manto cobrindo seu corpo, ele aponta para Layla diretamente. – Serei seu oponente e está casa será seu túmulo traidora. – Kanon cospe as palavras.

- Vai se ferrar! – Eric arma o golpe, mas Layla segura seu braço.

- Sigam! – Ela ordena secamente.

Kanon dá passagem aos invasores pouco se importando por eles estarem passando por Gêmeos.

- Lavarei a morte de meu irmão com seu sangue! – Ele estava cheio de ódio e desprezo.

Layla retira o manto. Sua expressão é fria e seus olhos não estão em Kanon, mas alem dele.

Sua armadura está ainda mais brilhante. Ela fita o cavaleiro. – Vocês podem ser gêmeos, mas você ainda sim fica muito diferente de Saga mesmo com a armadura dele

- CALA ESSA BOCA!! Não ouse pronunciar o nome de meu irmão com essa sua boca imunda! – Ele cerra os punhos e avança alguns passos. – A armadura de Gêmeos é minha agora e será a única testemunha de sua morte!

- Derrotei seu irmão Kanon! O que o faz pensar que não derrotarei você também!? – A voz gélida não combina com o olhar suave dela.

- Não sei o que você fez a ele para que ele não resistisse, mas não funcionará em mim! Sei quem você é! E o que pode fazer! – Ele estava à beira dos gritos.

- Sabe mesmo? – Ela experimenta um meio sorriso.

Kanon sente a ironia. – O que quer dizer?

- Oras, quando cheguei nessa santuário àquela noite você foi o primeiro a me oferecer uma recepção calorosa, não lembra?

O coração de Kanon dói ao se lembrar disso. Mas não mais que sua cabeça.

- Nunca se perguntou por que foi tão fácil gostar de mim?

O cavaleiro não estava entendendo nada. – Chega! – Ele lança uma rajada de cosmo.

Layla segura à energia com as mãos e a faz desaparecer fechando os dedos.

- C-como? – Ele gagueja de indignação.

- O que se lembra daquela noite? De quando chegou ao santuário quando retornou do reino de Poseidon?

- O que? – Ele começa a relembrar.

- Chegamos juntos? Não se lembra? – Ela o fita indiferente. – Deixa que eu ajudo! – Ela estala os dedos.

Kanon sente sua mente latejar com a dor.

-- FLASH BACK –

A lua alta no céu esbanjava as luzes de Arthemis. O céu límpido brilhava estrelado numa bela noite de verão. A brisa fresca espalhava os pequenos pedaços de madeira e ferro dos portões do santuário, que estavam agora, em frangalhos.

Os guardas imobilizados no chão, desmaiados, mas não mortos. O vulto estava parado no centro dos soldados derrotados. Seu cosmo emanando levemente se comunicava com alguém.

O invasor avança para dentro do santuário.

- Onde pensa que vai? – A voz masculina atrás de si a faz parar.

Ela se vira e admira o homem de cabelos azuis parado em posição de batalha entre os soldados caídos. Ela retira o manto.

- Ora, ora, uma moça! – Kanon não abandona a posição defensiva só por ver que o invasor era na verdade invasora. – Me desculpe, não pode ir entrando assim! É falta de educação.

- Kanon, ex general marina. Irmão do cavaleiro de Gêmeos! – Ela pondera um minuto.

- Como sou famoso! Está certa. E quem seria você!?

Ela ri. – Sou Layla, Avatar da Guerra.

- Olha, me desculpe interroper seus planos, mas você não vai a lugar nenhum! – Ele não estava mais brincando.

- Não há nada que se desculpar! Na verdade Kanon, sua interrupção não podia ter ocorrido em uma hora mais oportuna. – Os olhos azuis dela brilham.

Kanon tenta elevar a defesa, mas o golpe já o havia atingido. Ele luta contra a mente da moça que percorre a sua, mas não consegue afastá-la. Os pensamentos dele são controlados e ela lhe comanda a ser não mais do que ele já é, um otimista.

Otimista em relação a ela quando se encontrarem de novo!

E que ele não se limitasse a isso! Que defendesse a idéia mesmo que significasse ir contra o próprio irmão.

A mente de Kanon tenta lutar, em vão.

Logo aquele encontro seria esquecido. Mas não a idéia que ela colocou ali. Ele deveria confiar nela e fazer com que os outros confiassem também.

Kanon desmaia.

Layla coloca o manto e retoma seu caminho.

Alguns segundos depois o invasor se encaminha para as doze casas.

-- FIM FLASH BACK --

Ele conseguia se lembra de tudo agora. – Sua maldita! Você me usou! – Ele se lembra das palavras que usou para convencer o irmão que ela merecia uma segunda chance. Que merecia a confiança deles. Dele. – MALDITA! Você me paga!!

Ele eleva o cosmo. Seu rosto transtornado pela raiva que machuca seu coração. Kanon concentra seu cosmo e a aura dourada envolve seu corpo. – EXPLOSAO GALATICA!

Uma galáxia ilusória se cria em frente aos olhos de Layla. E em um movimento na velocidade da luz o braço direito do geminiano empurra o ataque contra ela. Vários planetas concentram a energia do golpe e explodem sobre a Avatar.

Layla cruza os braços em frente ao rosto levantando sua defesa. Ela segura o impacto do golpe sem ao menos sair do lugar. Ela abaixa a guarda e o cosmo dourado do golpe de Kanon some com o movimento das mãos dela.

- Como? – Kanon não se conforma.

- Já disse que não tem chance contra mim... Gêmeos! – Ela não parece convencer usando a designação da armadura dele. – Alem de Avatar da Guerra de Ares, sou filha dele.

- Filha? – O cavaleiro compreende como ela podia se curar. – Você é uma...

- Semi deusa! – Ela se lembrava das mesmas palavras pronunciadas por Saga na noite anterior. – Minha mãe era uma mortal, mas Ares é meu pai!

Kanon observa a moça, estupefato.

- Entendeu agora por que seu irmão não teve chance contra mim? Por que você não terá como me vencer?

Kanon dá de ombros. – Você é muito arrogante! Já enfrentamos DEUSES e vencemos! – Ele enfatiza a palavra. – Você pode ter sangue divino, mas não passa de mais uma adversária presunçosa!

Layla pela primeira vez demonstra alguma emoção. Seus olhos mostram duvida.

"Droga! Ele não vai desistir! Não tem outro jeito vou ter que lutar."

- Sinceramente não sei por que Saga não lutou contra você! Só posso imaginar os tipos de artifício que usou contra ele! Mas eu vou lutar! E você vai morrer! – Ele acende o cosmo.

- Está bem cavaleiro! – Ela se posiciona. – "Saga, seu irmão é muito tolo ou muito corajoso! Deve ter orgulho dele!" – Lay sorri.

Kanon parte para cima de Layla. Ele desfere socos com cosmo e chutes velozmente. Layla se defende e ataca ao mesmo tempo.

O cavaleiro concentra o cosmo no punho e se acerta um soco nas costelas de Layla causando uma rachadura no peitoral da armadura dela. Ela sente o impacto e arqueja para se distanciar dele. Kanon aproveita.

- OUTRA DIMENSAO! – Ele dispara mirando a parte fraturada da couraça dela.

O golpe acerta o alvo e empurra a avatar contra uma parede da entrada da casa. Ela se choca com força. A rachadura na armadura dela aumenta. Um filete de sangue escorre.

Layla se levanta com a mão direita cruzada sobre o peito apoiando as costelas atingidas. – Nada mal! – Ela endireita o corpo.

Kanon percebe que ela usa cosmo para curar o ferimento. Mais do que isso. O sangue dela é absorvido pelo dano da armadura e o pequeno estrago some diante dos olhos dele.

Layla sorri. – Entendeu agora Kanon? Essa é minha vantagem sobre os deuses que vocês enfrentaram no passado. Eu fui treinada para combates como uma amazona. Tenho habilidades de batalha e a proteção da própria estrela da Guerra! Meu corpo tem a capacidade de se regenerar e quando meu sangue banha essa armadura ela se recompõe e se torna mais forte.

- Não me interessa se você é uma semideusa ou uma deusa Layla! Nós, os cavaleiros de Athena somos os cavaleiros da esperança. Enquanto a chama da minha vida queimar, eu não desistirei. E pode ter certeza de que ela queimará até o infinito para acabar com você!

O cosmo ardente do cavaleiro se eleva. A energia dourada se expande por seu corpo iluminado a construção a sua volta.

Layla acende o cosmo. Seu cosmo perolado brilha contrastando com o de Kanon. Ela cerra os punhos. – Não queria ter que fazer isso, mas você não me deixa outra escolha! FENDA DO TEMPO!!

A luz branca cintila e ofusca a visão de Kanon e o ataque da Avatar acerta o cavaleiro. Ele é lançado no ar e cai contra o chão.

Lay apenas o observa. E ele logo se levanta.

- Muito impressionante! – Ela nota que ele sofreu apenas alguns corte leves no braço e na testa.

Kanon não responde. Ele eleva o cosmo e corre em direção a ela. – TRIANGULO DE OURO!

Três esferas de luz saem das mãos dele e formam um triangulo. O ar se rompe numa dimensão e o golpe começa a puxar Layla para seu interior.

O grego reforça seu poder e intensifica o ataque. A avatar demonstra alguma dificuldade em se segurar no lugar.

- UNIVERSO INFINITO! – Ficando sem opções de defesa, ela arrisca explodir um golpe contra o outro.

Kanon passa o controle do golpe para uma mão e avança mais alguns passos. A energia se acumula, mas os dois mantêm suas posições equivalentes. Mas num movimento sorrateiro o geminiano joga o golpe dele para um lado e ele corre pelo outro e o ataque dela explode longe dali.

Layla ainda concentrada no golpe não consegue se desviar de Kanon que surge em sua frente.

- OUTRA DIMENSAO! – Ele estica o braço direito e ataca.

Os dois golpes dele explodem simultaneamente ao lado da moça. O corpo da avatar é arrastado e ela cai nas escadarias da entrada.

Kanon cai de joelhos exausto.

- Controlar dois ataques ao mesmo tempo é muito difícil Kanon. Essa manobra tirou muito de você! – Ela já estava de pé e as marcas nas botas e ombreiras da armadura dela estavam sumindo.

- Você tirou muito de mim! – Ele tenta se levantar.

Layla não podia identificar se ele estava chorando de dor ou raiva.

- Saga... irmão! Logo me juntarei a você!

- O que? – Os olhos azuis se fixam no cavaleiro.

Kanon levanta e mais uma vez seu cosmo brilha. Mais forte do que nunca a luz dourada faz Lay recuar um passo.

- EXPLOSAO GALACTICA! – O golpe dele vem muito mais forte do que o último.

Lay salta tentado se desviar, mas o golpe explode sob ela e o corpo dela é empurrado para o alto.

- Agora! VOO A GALAXIA! – Kanon salta e segura o corpo da avatar em pleno ar. Ele passa os braços pelos ombros dela, imobilizando-a.

Layla pode sentir as intenções de Kanon. Ele não iria continuar mais aquela luta. Iria queimar os dois, levando a vida dele para tirar a sua.

"Se eu não fizer nada ele vai se matar!" – Lay considera suas opções numa fração de segundos.

O cosmo dele queimava implodindo a energia dela.

Layla se concentra e remaneja seu cosmo. – Boa tentativa Kanon! Mas você esgotou suas forças a toa! – Ela se liberta dos braços dele e se vira, encarando-o. A Avatar estende a mão e toca o peito do cavaleiro. (n/a: eles tão voando ainda... affi...)

Kanon tenta segurar o braço dela de novo, mas é tarde.

- CHAVE DAS DIMENSOES! – O cosmo dela brilha além do sétimo sentido. A luz branca desvela o infinito universo diante dos olhos dele. A imensidão engole o cosmo e o corpo do cavaleiro.

Lay perde a consciência exausta e cai de volta a terra. Seu corpo queima como uma estrela e ela se choca com o teto da casa de Gêmeos com tudo, estilhaçando boa parte da construção.

Kanon ainda nos céus vê os caminhos do universo se fecharem sobre o corpo dele e se sente lançado para longe dali. Antes de desfalecer ele sente o cosmo do irmão. – Saga! – o cosmo dele some dali com a visão do rosto do cavaleiro de gêmeos.

Casa de Áries

O deus da guerra se revela no santuário. Ele olha em volta sentindo a batalha dos soldados na vila e a dificuldade dos cavaleiros mais baixos em conter sua horda. Quantidade versus qualidade tinha suas vantagens.

Ele cruza os braços atrás de si. A esfera azul escondida sob sua armadura dourada e rubra. As largas ombreiras desciam em pontas, como asas até o chão. O elmo em estilo romano, e o grande escudo na mão esquerda. A espada embainhada completava a imagem.

O deus olha para as doze casas. Ele sente os generais e os avatares rasgando os cosmos dos cavaleiros da justiça. Ares procura pelo cosmo de Layla e o encontra muito fraco na terceira casa. Desmaiada mas não morta. Ele sorri.

- Muito bom! – Ele inicia sua subida calmamente.

Star Hill

No meio da subida o invasor sente os cosmos se queimando na batalha na casa de Gêmeos.

Ele observa a chama do terceiro símbolo se extinguindo.

O cosmo dele brilha se comunicando com alguém.

No topo da montanha uma luz brilha vinda dos céus.

Salão do Grande Mestre

- Ares! – Athena sente a proximidade do irmão. – Shion, ele está aqui no santuário!

O alarme na voz dela preocupa o grande mestre. – Athena, o Selo!

Ele pode sentir a energia da outra metade fluindo com o cosmo do deus invasor.

- Traga o Selo aqui Shion! E prepare minha armadura!

O grande mestre assente e sai em direção a Star Hill.

Casa de Câncer

- Mas que droga! – Ian para a subida para ver o rastro de luz descender dos céus e destruir o teto da casa abaixo.

- Idiota! – Jiang sorria. – Perdeu sua vida numa batalha contra um cavaleiro! – Ela via as inúmeras possibilidades que a morte de Layla lhe trazia.

- Não seja ridícula Jiang! – Silas retrucava. – Layla não esta morta!

Marco olhava intrigado o avatar. – Acho que é a primeira vez que o ouço falar qualquer coisa!

Silas fita o general.

- Se não calar a boca e continuar andando, vai ser a ultima! – Caspian decifra o olhar do outro para Marco.

Lança engole seco e se coloca em movimento.

As escadas terminam e eles avistam a casa. Andando agora eles adentram o templo em silencio.

Todos olham as paredes cheias de crânios intrigados.

- Por Ares, o homem que cuida dessa casa é um cavaleiro de Athena? – Zaefhe toca em um dos rostos cravados na parede. – Pois poderia ser muito bem um de nós.

Finli era o único que sorria visivelmente satisfeito.

Uma risada ecoa por Câncer. – Então são vocês os guerreiros de Ares? Mas que lixo!

- Mascara da Morte de Câncer! – Adaga apresenta o cavaleiro com orgulho.

- E como você sabe meu nome, general? – MM não estava nem um pouco contente por ter perdido a chance de pronunciar seu próprio nome.

- Sou um estudioso de grandes guerreiros! E pessoalmente, sou um fã de seus métodos Mascara! – Era incrível, mas Finli estava feliz por estar ali.

- Baba ovo! – Eric revirava os olhos.

- Já que as mocinhas estão se entrosando, será que podemos acabar logo com isso? – Caspian estava impaciente com a tagarelice.

O general de adaga fitava MM. – Vocês sigam em frente! Eu quero a honra desse combate!

- Maluco! – MM murmura. – Se quer ir para o inferno, lhe concederei o favor! Mas seus amigos o seguirão! – Ele acende o cosmo.

- Olha só, o macumbeiro do santuário tem uma língua afiada! – Jiang cutuca.

MM se vira para ela. – Devo admitir que vou adorar completar minha coleção com a sua cabeça!

O cosmo de Finli começa a elevar, chamando a atenção do cavaleiro. No tempo em que Mascara se vira para encará-lo, os outros guerreiros passam por ele.

- Eu lutarei com você! Sou Finli, General de Adaga.

- Vai se arrepender por ter ficado! – Ele se concentra no adversário.

Os olhos amarelos contrastando com os cabelos azuis claros dele dão um toque exótico ao general. Ele nutre um sorriso e não tira os olhos de MM.

- Me diga uma coisa cavaleiro de Câncer, porque voltou a servir a deusa Athena? – Finli parecia interessado.

MM dá de ombros. – Não tinha nada melhor pra fazer!

Finli praticamente pede um autografo do cavaleiro naquela hora. Ele era tudo o que lera e ouvira. – Está bem Câncer! Essa será uma luta interessante!

MM eleva seu cosmo e se coloca frente à Finli.

O general inicia o combate. Fin concentra cosmo nas mãos e soca o ar deslocando sua energia contra Mascara. O golpe dele além do impacto é afiado. As colunas de mármore no caminho são talhadas pela energia.

MM faz uma careta e segura o golpe com as mãos. – Patético! – Ele fecha o punho dissipando a energia.

Finli não parece decepcionado, ao contrario ele admira o feito.

- Você tem um parafuso a menos ai dentro? – MM bate na cabeça.

- Me desculpe, estudei seus feitos durante anos! Não menti quando disse que sou seu fã.

Aquele papo de fã estava dando nos nervos de MM. Ele sabia que o general se referia aos atos nada louváveis que ele havia cometido no passado. E aquilo o estava incomodando. - Bom saber que me admira. Prometo que guardo um lugar especial para você na minha parede.

Pela primeira vez desde que entrara em Câncer, Fin para de sorrir. – Está pensado que vai me derrotar?

MM apenas meneia a cabeça.

- tsc tsc... Não entendeu, não é Câncer!? Eu o estudei durante muito tempo! Sei todos seus movimentos. Não tem como você me vencer!

Foi à vez de MM rir. – Vou arrancar sua cabeça como o inseto que você é! – Ele eleva o cosmo e parte contra Finli.

Adaga recua alguns passos escapando dos socos de MM. Mas o cavaleiro continua a atacar e acerta um chute no ombro de Finli. O general perde o equilíbrio e cai de joelhos.

MM prepara um soco com cosmo para desferir de cima para baixo no pescoço do general, mas Finli levanta o ataque ao mesmo tempo. O punho fechado de MM é seguro pela mão esquerda de Finli. E o general tenta socar com a mão livre, mas MM a segura com a sua mão esquerda.

A posição frente a frente mostra a técnica em espelho. Eles ficam segurando e tentado terminar o golpe mimeticamente.

Queimando o cosmo Finli vê uma abertura. Com maior altura e peso do que o cavaleiro fin, força os braços em direção ao chão fazendo com que MM tenha que dar um passo para se reequilibrar.

Adaga aproveita e convoca sua arma. – LAMINAS RELUZENTES!

Seu cosmo brilha em pontos e dezenas de adagas se formam em volta dele e apontam contra MM. As adagas voam contra o cavaleiro, que tem que soltar a mão esquerda que segurava o punho de Finli.

MM desvia das laminas, mas o soco de Fin acerta seu peito. Ele é afastado alguns passos.

- Truquezinho barato! – – MM reclama. Ele eleva o cosmo e fita o general com ironia. – Vamos ver o quanto estudou! ONDAS DO INFERNO!

MM queima seu cosmo ao infinito e concentra-o na ponta do dedo indicador. A energia em espiral toma conta do espaço entre os oponentes. Finli tenta levantar a defesa, mas não consegue. A energia do cosmo dele suga o general.

Finli sente a cabeça pesada. Ele abre os olhos e percebe que não esta mais no santuário.

- Bem vindo ao Yomotsu, rato de biblioteca! – Câncer desdenha.

Adaga olha em volta. – É muito mais interessante do que os livros!

- O que? – MM não entende aquele entusiasmo.

- Sempre quis ver a entrada para o mundo dos mortos!

- Pelo amor de Athena, qual é o seu problema? – O.o

Finli aproveita a distração e corre contra MM. Um soco afiado corta o chão da montanha, rasgando o braço do cavaleiro. O general não para de atacar. Os dois trocam socos.

O italiano segura o braço de Finli e com uma virada de corpo o arremessa para mais perto da entrada do monte.

Fin cai no chão rolando, mas se apóia numa pedra e levanta. – LAMINAS RELUZENTES!

- Idiota, não sabe que um golpe não funciona duas vezes com um cavaleiro! (n/a: cara, até que demorou pra alguém dizer isso...)

Finli se limita a sorrir. As adagas correm cortando o ar daquela dimensão, mas somem diante dos olhos de MM.

- Para onde elas foram?

Mal as palavras saem e as laminas cortam o chão sob os pés do cavaleiro, atacando de baixo. Ele desvia de algumas, mas a maioria acerta seu corpo. Elas riscam a armadura e a pele dele. – Maldito!

- E ainda tem mais! – Finli eleva se cosmo e lança outra onda de laminas.

MM ataca com cosmo as laminas que o seguem, mas o general continua mandando mais e mais ataques, um atrás do outro.

Uma das ondas de ataque surge por trás do cavaleiro e ele fica cercado de adagas. Elas pairam um instante no ar e se lançam contra ele ao mesmo tempo.

- Já chega! – MM explode seu cosmo destruindo as laminas. Mas ele perde uma.

A adaga se crava nas costas do cavaleiro, na altura do pulmão esquerdo. MM cospe sangue e cai sobre um joelho.

Finli se aproxima correndo dele e arma mais um ataque. Mas antes do general poder pronunciar seu ataque MM se levanta e choca o corpo com o do general. O cavaleiro segura o ombro e a perna de Finli e o levanta sobre sua cabeça.

MM sente a lamina queimar dentro de seu corpo. Ele reúne suas forcas e lança o adversário no ar. – ONDAS DO INFERNO!! – Ele cai de joelhos e leva as mãos à adaga cravada em suas costas tentando remove-la.

O golpe atinge Fin no ar e o lança direto contra a boca do Yomotsu. Mas o general se segura numa rocha a centímetros de cair no portal para o Mekai. – Ainda não acabou! – Ele se levanta com dificuldade. – SABEDORIA MORTAL!

MM ainda no chão mal consegue desviar. Ele arma sua defesa e espera o impacto.

Finli mantêm o golpe explodindo, mas o cavaleiro consegue segura-lo. MM se levanta e empurra o golpe andando em direção ao general.

- Vai morrer com seu próprio ataque, IDIOTA!

- O que?

MM queima o cosmo e empurra o golpe de Fin sobre ele, impulsionando com sua energia. O general tenta segurar o impacto em vão. O ataque explode seu corpo e ele cai em direção ao Yomotsu.

- Traça de livros! – MM se vangloria. Mas suas costas doem e ele cai em frente ao Yomotsu.

Mesmo caindo o general não havia desistido da luta. Ele lança um ultimo golpe. – Um formidável oponente... – São os últimos pensamentos de Finli.

Uma energia vinho sobe da entrada do monte e uma adaga de cosmo se lança contra o coração do cavaleiro.

- Desgraçado! – MM não consegue é atingido e cai para trás. A lâmina perfura a armadura, mas por causa dela não atravessa o corpo do canceriano.

O cosmo do general fica a adaga mais no peito de MM, antes de desaparecer por completo.

A lâmina pára de brilhar, mas está presa entre as costelas do cavaleiro que arqueja de dor no chão. – Filho da ...

Casa de Touro

O deus da Guerra terminava de subir o lance de escadarias e se defronta com as ruínas da entrada do templo de Touro.

O corpo da pequena general estava estirado no mármore da escada. Ares observa Ani. – Mas que desperdício hein pequena? Achei que podia fazer melhor que isso! – O tom dele era algo entre desgostoso e divertido.

Mais a frente ele vê o cavaleiro de ouro entre os escombros e o machado de Ani fincado em suas costas. O sangue do grande homem tinge o chão a sua volta.

Ele encosta a mão na bainha da espada e pensa em matar o cavaleiro desacordado a seu lado.

"Que se apressar" – A voz feminina estava irritada.

- Layla, Layla... – Ele balança a cabeça. Ares recolhe a mão da espada e continua andando. Sua atenção se prende a sétima casa.