Capítulo 4.
-Como vocês podem ser tão irresponsáveis assim? – MacGonagall perguntou brava aos garotos.
Lupin estava sendo fervorosamente tratado por Slughorn e Madame Pomfrey, seus machucados estavam devidamente cobertos, mas o garoto continuava desacordado.
-Mas professora! Nós tínhamos que avisar o Aluado! – Sirius se defendeu.
-Mesmo assim! Falasse para um professor ir! Vocês podiam estar mortos! – ela exclamou indignada.
-Estamos vivos, não estamos? Então para de brigar! – Tiago falou mau-humorado – onde está a Lily? – exigiu.
-Na sala de Dumbledore – ela respondeu séria.
Tiago nem esperou a bronca por ter respondido para ela, saiu correndo, subiu as escadas vários degraus de uma vez, os quadros reclamavam do barulho dos passos dele, mas o garoto não se importava, chegou, finalmente, na gárgula que guardava a sala do diretor, e antes dela perguntar falou – Bala de groselha! – a gárgula deu a passagem e ele começou a subir a escada circular, mas antes de entrar ouviu a conversa que estava tendo dentro da sala.
-Senhorita Evans, você sabe o que está acontecendo certo? – ouviu Dumbledore perguntando.
-Eu libertei ele não foi? A culpa é minha! Mas eu não queria! Juro que não! – a voz da garota dava a impressão que ela estava chorando.
-A senhorita me ajudaria a prender novamente este vampiro? – o diretor perguntou.
-Eu faria de tudo para consertar este erro – ela respondeu com a voz rouca e fraca, por causa do choro.
-Eu preciso para a poção de prisão um pouco do seu sangue... – Dumbledore começou a explicar, mas antes de continuar a frase Tiago já havia chutado a porta e a escancarado e entrava com cara de poucos amigos no escritório.
-Você não vai encostar um dedo nela! – ele falou irritado.
-Tiago! Pare com isso! Eu vou ajudar! Só será um cortezinho! Nada de mais não é diretor? – ela falou virando para o diretor esperançosa.
-Na realidade tem que ser sangue novo, o corte terá de ser na veia do pulso, há riscos a sua saúde sim, mas creio que a Madame Pomfrey é perfeitamente qualificada para fazer a extração e curar o corte- ele explicou sério, encarando os dois.
-Lily, por favor! Não faça isso! Tem de haver outro jeito! – Tiago implorou.
-Receio que não haja senhor Potter – o diretor falou.
-Lily – o garoto a olhava suplicante.
-Eu... Eu vou ajudar a prender o vampiro! Nem que eu tenha de dar minha vida para isso! – ela decidiu confiante, mas sem olhar para o garoto ao seu lado.
-Lily, eu não deixarei você morrer! - Tiago falou olhando nos olhos dela.
-Eu sei – ela respondeu – e agora professor?
-A Madame Pomfrey já está vindo – Dumbledore respondeu, e Tiago abraçou a garota pela cintura.
Madame Pomfrey chegou no escritório segurando em uma mão uma faquinha de prata e de outra um pequeno pote. Ela foi até a mesa do diretor e tirou tudo que estava em cima dela e a limpou, fez um sinal para a garota se aproximar.
Lílian estava tremendo, nunca gostou de facas, elas sempre a machucavam, mas naquele momento ela sentia um receio muito forte percorrer o seu corpo, Tiago segurava sua mão tentando passar confiança, mas ele estava tão assustado quanto ela.
-Minha querida, tudo vai ficar bem – a médica falou enquanto colocava o pote na mesa e cuidava para que a faca estivesse totalmente esterilizada – me dê sua mão esquerda – ela pediu e a garoa esticou seu braço trêmulo.
Ela pegou o braço da garota e colocou o pulso dela em cima do pote, passou a faquinha para Dumbledore e pegou sua varinha – Um quarto não é? –perguntou e o diretor acenou positivamente com a cabeça – Dumbledore quero que você faça um corte de pelo menos um centímetro exatamente nesta veia, não muito fundo, nem muito superficial – ela pediu.
Lily fechou os olhos e apertou a mão do namorado com força, sentiu a dor do corte e o liquido quente escorrer rapidamente do seu pulso, começou a ficar tonta, nunca gostou do cheiro de sangue, mas logo a dor passou e o sangue parou de correr.
-Lily, você está bem? – Tiago perguntou preocupado.
-Sim – ela respondeu com a voz fraca sem olhar para o pote que agora continha seu sangue.
-Perfeito, agora poderei fazer a poção – Dumbledore falou – Madame Pomfrey faria a gentileza de levar eles para o salão principal e falar para o Professor Slughorn vir aqui? – perguntou gentilmente.
-Vamos garotos – ela falou e os dois a acompanharam.
Dumbledore foi até Fawks, sua fênix – Você sabe o que tem que fazer – e colocou o pote com o sangue da garota perto da fênix.
Fawks olhou para ele e assentiu, virou a cabeça para o pote e deixou algumas lagrimas caírem. Dumbledore puxou o pote para ele e mexeu um pouco a mistura, agora o liquido estava rosa cintilante e exalava uma fumaça branca de cheiro enjoativo, uma batida na porta foi ouvida.
-Entre – o diretor falou sem olhar para a porta.
-Dumbledore, como posso ajudá-lo – Slughorn perguntou olhando para o pote que o diretor segurava curioso.
-Preciso que você arranje veneno de basilisco e sangue de dragão – pediu.
-Claro! Com meus contato arranjo isso antes que você consiga falar quadribol! – o professor exclamou e saiu apressado da sala.
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Layla Black:Mtu EMOcionante, não??? Acho q esse cap dá uma noção de como estão as coisas
Shakinha:Sim*-* Ele eh um mega vampiro todo-poderoso*-* Pobre Remo msm... Isso pq eu amo ele*¬*
Bellah:oi!!! Por volta de uns dez caps pra mais ^^
Farinha: Ain! Querida farinha vlw*-* Vê se le esse cap ein!^^
Ps: Sem reviwes sem post babies!
