N.A. de esclarecimento: Venho por meio desta pedir imeeensas desculpas pela demora na postagem... por um pequeno triz eu não conseguiria postar no fim de semana... Ia viajar na sexta com minha família, pruma praia aqui perto, e me programei pra postar na quinta de noite. Eis que, na quinta, o povo aqui de casa resolve ir mais cedo... aí adeus postagem... Cheguei hoje, precisando estudar prum seminário pra amanhã, e quase não dava... mas, para a sorte de vocês, acabei cedo, e cá estou eu! :D Então, deixando de enrolação, vamos ao capítulo.
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HARRY POTTER E A DESCOBERTA DO AMOR
CAPÍTULO VVOLTA ÀS AULAS
E assim o tempo passou. Os dois passaram o resto das férias namorando e passeando por todo o castelo de Hogwarts e pelo povoado de Hogsmeade. Os professores e os lojistas já até se acostumaram com eles andando de mãos dadas, conversando e rindo.
Chega, enfim, o dia da chegada do Expresso de Hogwarts. Eles foram esperar o Rony na estação, junto do Hagrid, que ajudaria os alunos do primeiro ano a atravessarem o lago. Conversaram os três até que Hagrid se despediu, tinha que verificar os barcos e as carruagens.
- A gente nem escreveu ao Rony contando sobre nós dois, né, Harry?
- Foi, a gente nem lembrou – então, do nada, ele começou a rir.
- Qual é a graça, Harry?
- É que eu tava imaginando o susto que ele vai levar quando souber que passamos um mês aqui no castelo, juntos, sem mais nenhum aluno por perto... do jeito que é aquela cabeça dele...
- É mesmo! Mas ele deve ter ficado preocupado quando não nos achou no trem...
- Deve ser... Ei! A gente podia aprontar uma com ele...
- Harry, em que você tá pensando dessa vez?
- Você vai ver.
- Sabe, não é à toa que dizem que você se parece com seu pai... você é um verdadeiro Maroto!
Ele riu com gosto e disse:
- Lá vem o trem!
Ele colocou o braço dela em sua cintura e seu braço nos ombros dela. Ela tentou se desvencilhar dizendo:
- Harry! Assim a escola inteira vai ficar sabendo!
- E daí? Você por acaso tem vergonha de mim? Ou você tem outro e tá com medo que ele veja?
- Claro que não, é que...
- Então! Não vejo problema nenhum – ela suspirou derrotada e disse:
- Tá bem...
- Mione, entenda uma coisa. Eu te amo! Eu te amo muito e não vou esconder isso, está bem? Não tenho razões para esconder e nem quero. Eu quero mais é que todos saibam como estou feliz!
- Oh, Harry! – ela o abraçou emocionada e ele a apertou contra si, beijando o topo de sua cabeça.
Nesse instante, Rony estava descendo do trem e, assim que os viu, correu até eles e os abraçou, gritando:
- Abraço em grupo!!
Eles levaram um tremendo susto e se soltaram na hora. Os três riram muito, então, e começaram a se dirigir a uma das carruagens, antes que os alunos ocupassem todas. Rony ia dizendo:
- Vocês dois vão ter me explicar direitinho o que aconteceu. Vocês têm idéia da preocupação que eu tive ao não achá-los no trem? Passei a viagem indo de cabine em cabine atrás dos dois e nada! E quando chego, já pensando em ir direto ao diretor, encontro os dois pombinhos já aqui, só Merlim sabe o porquê.
- Você tá parecendo sua mãe no nosso segundo ano, quando você e seus irmãos foram me buscar naquele carro voador.
Os três riram muito e entraram em uma das carruagens mais próximas. No caminho ao castelo, Harry e Hermione explicaram o que acontecera nesse último mês resumidamente. Quando terminaram, Rony disse:
- Parabéns aos dois pelo namoro! Mas vê se não me deixam de vela, tá? – os dois riram e Rony falou, após uma pausa: - Eu preciso conversar com vocês.
- Pode falar, cara – disse Harry, enquanto brincava com a mão de Hermione entre as suas.
- Não, depois eu falo... quando a gente estiver na Torre da Grifinória. Mas, mudando de assunto, eu já disse que vocês formam um casal bonitinho?
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A Seleção transcorreu normalmente. Depois Dumbledore se levantou e deu os avisos de começo de ano, apresentou o novo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, que, para a tristeza de Harry, não era Lupin, e anunciou o início do banquete.
Mais tarde, quando todos já estavam saciados com tanta comida boa, Rony e Mione tiveram que ir indicar o caminho dos alunos do primeiro ano. Quando estavam se despedindo de Harry, Rony disse:
- Rapaz, eles conseguiram encolher mais ainda que o ano passado... Mione, eu vou indo juntar os anõezinhos – e saiu. Mione ia saindo atrás dele, quando Harry disse:
- Não tá esquecendo nada, não?
- Harry, do que... – mas não pôde terminar de falar, pois Harry se levantou e lhe deu um selinho demorado, dizendo em seguida:
- Pronto, pode ir.
Ela saiu corada atrás de Rony e Harry seguiu até a entrada do Salão Principal, quando ouviu uma voz desagradável e arrasta atrás de si:
- Não acredito que você está namorando a sangue-ruim, Potter.
- Em primeiro lugar, não a chame assim. Em segundo, não é da sua conta com quem eu namoro ou deixo de namorar, Malfoy, mas, sim, eu estou namorando a Hermione – ele respondeu calmamente, depois de se virar para o garoto. Malfoy se aproximou e sussurrou:
- Cuidado, Potter. O Lord das Trevas irá atrás dos sangues-ruins. Tome cuidado para não perder sua namoradinha para o Lord como perdeu seus pais.
Harry disse irônico e irritado, porém ainda próximo do garoto, e de forma perigosa:
- Oras, Malfoy, vai ver se eu estou lá na esquina! Está tentando me fazer ameaças a mando de seu pai, é? Oh! – Ele colocou a mão no peito teatralmente e continuou: - Eu esqueci que seu querido papaizinho está mofando em Azkaban, não é mesmo?
Draco falou antes de sair em direção às masmorras:
- Você ainda vai me pagar pelo que fez ao meu pai, Potter.
- Oh, estou tremendo de medo! – e saiu em direção às escadas de mármore. Usou alguns atalhos para chegar mais rápido no salão comunal.
Quando chegou, sentou-se no sofá em frente à lareira e ficou olhando o fogo emburrado e pensativo. Depois de um tempo, Mione e Rony chegaram e, após indicarem os dormitórios aos novatos e explicarem tudo, foram até Harry, sentando-se perto dele. Hermione o abraçou e disse:
- O que aconteceu, Harry?
- Foi o Malfoy. Por pouco eu não meti a mão na cara dele ali mesmo, no meio do Salão Principal e na frente de todos os professores – então explicou o que acontecera a ela e a Rony. Quando ele terminou, Hermione disse:
- Harry, não ligue pro idiota do Malfoy... quantas vezes ele já não me chamou de sangue-ruim?
- É... e em qual delas eu não tive vontade de esmurrá-lo? – ele falou, surpreendendo até a si mesmo... ele percebera isso agora. Hermione o abraçou dizendo:
- Oh, Harry, obrigada! Obrigada por querer me defender. Eu te amo muito, sabia? – ele deu um sorriso cínico e disse:
- Eu imaginava – e, antes que ela revidasse, ele a puxou para seu colo e a beijou. Eles se beijaram durante um tempo até que ouviram uma tossida e a voz de Rony dizendo:
- Desculpe atrapalhar o casal apaixonado, mas eu ainda estou aqui, sabia? – os três riram e começaram a conversar até que Harry perguntou:
- Sim, Rony, o que era que você queria falar com a gente? E, no meu aniversário, você disse na carta que tinha algo pra me contar – Rony ficou da cor de seus cabelos e balbuciou algo que eles não entenderam.
- Rony, será que você poderia repetir? A gente não entendeu.
Ele corou mais ainda, se é que era possível, e disse:
- É que... é que eu tô gostando de uma garota. Pronto, falei.
- Que legal, Rony, e quem é?
- A Luna...
- A Luna? – exclamou Hermione. – E você já disse isso a ela?
Ele pareceu assustado ao responder:
- Não, claro que não!
- Então por que você não tenta?
- Mas... o que será que ela vai falar?
- Você só vai saber se tentar.
- Olha, cara, você pode inventar algo bem legal para fazer com ela ou para dar a ela – Harry disse. Parou um pouco e continuou: - Se você quiser, eu deixo você copiar minha idéia... funciona que é uma beleza.
Rony riu e Mione começou a dar tapas no peito de Harry, enquanto ele a segurava e dizia:
- Brincadeira, Mi, brincadeira.
- Acho bom.
Todos riram e continuaram conversando e ajudando Rony a fazer planos para se declarar para a Luna.
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As aulas começaram e tudo correu bem naquele primeiro mês. O namoro de Harry e Hermione ficava cada vez mais firme, apesar de os sonserinos toda vez que os encontravam, juntos ou não, falavam mal. Rony se aproximara de Luna e só faltava tomar coragem para falar a ela tudo o que sentia. Ele já planejara como e onde ele iria fazê-lo, mas nunca definia o "quando". Um dia, no meio de outubro, ele se resolveu e disse a Harry e Hermione:
- Já sei quando eu vou falar com a Luna. No baile do Natal.
Dumbledore havia anunciado um baile de gala para a véspera de Natal para os sexto e sétimo anos, mas os pares poderiam ser até o terceiro, e só poderia participar quem tivesse par.
- Boa, Rony. Mas é melhor você convidá-la logo, antes que outro o faça.
- Tem razão, Mione... eu vou ver se ela ainda está no Salão Principal.
Ele saiu correndo pelo buraco do quadro e os outros dois ficaram rindo até que Harry a abraçou e disse:
- Sabe... você tem razão. É melhor eu me adiantar e arranjar um par logo, senão todas as garotas legais de Hogwarts já terão par.
- É... eu também não sei com quem eu vou. São tantos convites! Mas você tá pensando em convidar quem?
- Ah, uma garota linda de cabelos castanhos e compridos que tem aqui na Grifinória... ela é muito simpática. Não sei se você conhece. Mas será que ela vai querer ir comigo?
- Acho que sim – então eles se beijaram e continuaram no salão comunal esperando o Rony voltar.
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- Ela aceitou!
Rony viera correndo até Harry e Hermione e agora contava como fora, muito corado e sem fôlego.
- Eu fui até o Salão Principal para tentar encontrá-la, mas trombei com ela na saída. Então eu disse que tava procurando por ela e ela perguntou o porquê. Então eu perguntei se ela queria ir ao baile comigo ela aceitou!
- Parabéns, Rony!
- Obrigado, Harry. Eu já tenho tudo planejado. Primeiro a gente fica pelo baile um pouco e depois eu a levo para dar um passeio pelos jardins. Aí lá eu lhe digo tudo que sinto e a peço em namoro.
- Que romântico, Rony, uma declaração nos jardins de Hogwarts numa noite de luar... – dizia Hermione sonhadora.
- Ei! Você fala como se eu nunca tivesse feito algo parecido para você! – exclamou Harry indignado.
- Eu sei, Harry, foi maravilhoso e muito romântico também.
- Ah bom... – os três riram e Hermione disse:
- Sabe... é uma pena eu não poder ter ficado com um daqueles vestidos da Sala Precisa... eram lindos! Mas não podiam sair de lá... eles desapareciam – ela parecia desapontada. Mas em seguida se animou e continuou: - Vou ter que me virar com os que eu tenho... o problema é escolher!
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O baile estava cada vez mais próximo e as garotas agora viviam comparando roupas e sapatos e maquiagens e penteados... e mais uma infinidade de coisas. Os meninos não ficavam para trás: comparavam também as roupas e, principalmente, os pares.
Harry e Hermione estavam andando de mãos dadas indo em direção à sala de História da Magia enquanto conversavam quando foram barrados por Cho Chang que, ignorando completamente Hermione, se dirigiu a Harry com uma voz falsamente meiga:
- Harry, você vai comigo ao baile – não era uma pergunta, era uma afirmação. Ele respondeu:
- E quem disse? Eu já tenho par.
- E eu posso saber quem é? – ela perguntou já sem nenhum vestígio de meiguice.
- É a Hermione, minha namorada – ele frisou bem a última palavra. Ela começou a falar desesperada:
- Por Merlim, Harry, você não pode ir com ela você tem que ir comigo! Eu sei que eu te tratei um pouco mal no ano passado, mas eu estava confusa por causa daquela história do Cedrico! Agora eu tenho certeza que é você que eu amo, Harry! Você não pode ir com essa sangue-ruim! – ela praticamente gritara a última parte, olhando com desprezo para a garota que se encontrava totalmente constrangida. Uma pequena multidão já observava a cena. Porém Harry nem reparou, o que a Cho falara já havia sido demais para ele. Ele se aproximou dela, ainda segurando a mão da Mione, e sussurrou perigosamente, mas que dava para todos ouvirem:
- Em primeiro lugar, respeite minha namorada, eu não gosto que falem assim dela. Em segundo lugar, eu não tenho que ir com você, eu vou com quem eu quiser e, como já disse, eu já tenho par. Você não me tratou um pouco mal no ano passado, você simplesmente me usou para tentar esquecer seu namoradinho. E, só para concluir, eu não acredito no seu amor. Você acha que me ama porque percebeu que não teria mais chances comigo e não queria perder um de seus brinquedinhos. – ele respirou fundo e continuou: - E eu tenho que lhe agradecer, pois se você não tivesse feito o que fez comigo no ano passado, eu não teria descoberto quem você realmente é e provavelmente ainda estaria iludido e perdendo mais tempo ainda – então ele saiu, puxando Mione, para entrar na classe, deixando para trás uma Cho atônita e furiosa.
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Harry estava confuso. Hermione passara as aulas daquele dia o evitando. Depois do jantar, o trio foi para a Torre da Grifinória. Assim que chegaram, Hermione disse:
- Boa noite, eu vou dormir – Harry se levantou e segurou seu braço, antes que ela conseguisse dar sequer dois passos, e disse:
- Hermione, nós precisamos conversar.
- Harry, eu tô cansada...
- Vamos conversar sim.
- Mas eu vou subir, estou cansado. Boa noite – disse Rony e saiu rápido em direção ao dormitório masculino.
- Diga o que você quer, Harry.
- Sente – ela se jogou num sofá e ele se sentou ao seu lado e perguntou: - Por que você tá me tratando assim?
- Assim como?
- Oras, Hermione, não se faça de desentendida! Assim, me evitando o dia todo... por quê? O que eu fiz?
- Nada...
- Foi por causa da Cho?
- E se for? – ela perguntou friamente. Ele usou seu tom mais carinhoso e seu olhar mais apaixonado ao responder:
- Se for, eu vou dizer que não tem nada a ver... ou será que você não ouviu o que eu disse lá no corredor?
- Claro que ouvi...
- Então! Por que você tá assim?
- Porque... – ela olhou para a lareira envergonhada. Ele segurou sua mão e a apertou para lhe dar coragem. Então ela o encarou e disse: - Porque eu estou com medo de você preferir ela a mim.
- Mione, põe uma coisa nessa sua cabecinha: eu te amo! Se você quiser eu falo isso para a escola inteira amanhã... posso falar para toda a Grifinória agora mesmo – ele se levantou mas ela o forçou a se sentar novamente dizendo desesperada:
- Não, Harry, não precisa – Ele se acomodou melhor ao lado dela e ela disse: - Olha, me desculpa, Harry. Eu não sei o porquê mas... por um momento eu meio que acreditei no que a Cho disse... que você gosta dela – ele a abraçou e sussurrou em seu ouvido:
- Mione, nada do que aquela nojenta histérica e chata da Chang falar ou fizer vai me fazer deixar de te amar para gostar dela – ela riu do jeito que ele falou da garota e ele continuou: - Ela não conseguiria isso nem com uma Maldição Imperius – ela o beijou acabando com a conversa.
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O tempo passa e com ele chega o dia do baile. As férias de fim de ano já haviam começado, o que significava que o castelo estava bem mais vazio, já que a maioria dos alunos do quinto ano para baixo estariam passando as férias de Natal com seus familiares em suas casas.
Naquela tarde, as garotas que iam ao baile mal saíram de seus dormitórios. Os garotos ficavam pelos salões de suas casa conversando ou jogando xadrez ou snap explosivo. Alguns enfrentavam o frio, fazendo guerras de bolas de neve nos jardins.
Por volta das seis horas da tarde os garotos do sexto ano da Grifinória subiram para se arrumar. Harry iria usar vestes num tom de azul-marinho que combinava perfeitamente com o tom claro de sua pele. Deixaria os cabelos ao natural, ou seja, espetados para todos os lados. Já Rony estava usando vestes num tom de vermelho, dadas por seus irmãos Fred e Jorge, conforme pedira Harry ao dar-lhes o prêmio do Torneio Tribruxo há quase dois anos atrás. Ele estava muito bem com elas, "Melhor do que aquela marrom com babadinhos". Com esse pensamento, Harry começou a rir.
- Do que você está rindo, Harry?
- Nada, Rony, deixa pra lá. E aí, nervoso?
- Não, nem um pouco, imagina! – ele respondeu rápido e com a voz esganiçada.
Eles terminaram de se arrumar e foram para o salão comunal esperar as garotas. Rony balbuciou algo como ir esperar no Saguão de Entrada, já que seu par era de outra casa. Harry lhe desejou sorte e se sentou numa poltrona em frente à lareira para esperar por Mione, junto de Dino e Simas que esperavam Lilá e Parvati respectivamente.
Ficaram conversando até que ouviram passos vindos da escada dos dormitórios femininos. Todos os garotos que estavam no salão comunal se viraram para ver quem descia. Era Parvati e Lilá, que estavam muito bonitas. Dino e Simas se despediram de Harry e acompanharam seus pares ao Salão Principal.
Harry ficou observando o salão se esvaziar à medida que as garotas iam descendo e saindo com seus pares, até que só sobrou ele. Ficou esperando mais um pouco e se levantou pensando em ir para o dormitório, tentando imaginar porque Mione lhe dera um toco. Quando já estava na metade das escadas, ouviu uma voz atrás de si:
- Aonde você pensa que vai, Potter? – ele se virou e o que viu fez seu queixo cair.
Mione estava linda com um vestido prateado e brilhante, o cabelo, normalmente cacheado, estava totalmente liso, preso por uma presilha de brilhantes no topo da cabeça, deixando-o espalhado pelas costas. Usava uma sandália prateada de salto alto e um conjunto de jóias com colar, pulseira, brincos e anel, todos de brilhantes, e optara por uma maquiagem leve. Ela sorriu com a cara de bobo dele e disse:
- Então, você não vai responder? Onde você pensa que vai? Vai me dar um toco?
- Eu pensei que VOCÊ estava me dando um toco...
- Desculpe a demora.
- Sem problema – ele parou um pouco e disse: - Mi, você está...
- Linda? – ela o interrompeu brincando.
- Deslumbrante.
- Obrigada – ela respondeu corada.
- Vamos? – ele perguntou lhe oferecendo o braço.
- Claro que sim! – ela colocou seu braço no dele.
Esse baile promete.
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N.A.: Geeente, meu maior capítulo! *.* Espero que tenham curtido :D Uma crisezinha de insegurança básica, o que faz o Harry se mostrar mais fofo ainda! :P E o que será que se pode esperar desse baile? Só no fim de semana que vem! \o/
Marcia B. S.: Gente, que responsabilidade... o.o Espero que você curta minha fic até o fim e você passe pelo menos a simpatizar um pouquinho com Hary/Hermione :D beijoss
Dani Jane Granger: desculpa a demora, lindinha, mas é por pessoas como você que eu fiz um esforço pra conseguir postar ainda no domingo. :D
Taí mais um capítulo, que acharam? Comentem! \o/
Beijinhos a quem estiver lendo isso. o/
Evans.
