N.A.: Bem, passei um tempo sem pc, e ele anda bem mais ou menos ainda... E, como não poderei mais assegurar a postagem regular, estarei finalizando a fic hoje, postando os capítulos restantes. Boa leitura o/

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HARRY POTTER E A DESCOBERTA DO AMOR

CAPÍTULO XII

REENCONTROS

Harry, com muito esforço, conseguiu dormir um pouco. Assim que o sol se pôs, Dumbledore o acordou e juntos foram para a cozinha, onde Harry preparou uma comida leve porém nutritiva para ambos.

- Sabe, Harry, você leva jeito para a cozinha, isso está muito bom. Acho que, ao invés de se tornar auror, você deveria vir trabalhar aqui na cozinha de Hogwarts.

Harry riu e disse:

- Que nada, Alvo, eu bem sei como aqueles elfos domésticos trabalham... é preferível ir enfrentar as trevas a trabalhar na cozinha de um lugar como Hogwarts...

Ele parou de rir repentinamente, encarando algo na ponta da mesa.

- Que foi, Harry?

O garoto meramente apontou para o que via. O envelope emitia uma luz azulada.

- Ela já foi ativada, não foi, Alvo?

- Já, Harry, assim que você tocá-la, irá direto a Voldemort. Não se preocupe, pode terminar sua refeição, se quiser.

- Não... não precisa... é melhor eu ir logo.

Ele estendeu a mão ao envelope, mas foi impedido por Dumbledore, que o puxou para um abraço forte, enquanto dizia:

- Boa sorte, Harry. Eu confio em você.

Harry não conseguiu responder. Apenas se soltou e pegou o envelope. Logo sentiu o já conhecido solavanco no umbigo. A chave de portal fora ativada.

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Assim que Harry bateu os pés no chão, se desequilibrou e quase caiu. Quando conseguiu ficar em pé direito, pôde analisar melhor onde estava. Era um ambiente fechado, escuro e desconhecido. Havia uma porta ao fundo. Tentava ver algo que conhecesse, quando sentiu um baque e uma voz conhecida gritou muito perto dele:

- HARRY!!!

Era Hermione que o abraçava. Ele retribuiu com muita força e ela disse:

- Harry, ah, Harry, como eu estava com saudades suas.

- Eu também, Mi, você nem imagina o quanto – ele lhe deu um beijo desesperado e saudoso e depois perguntou: - Você tá bem? O que foi que eles fizeram com você?

- Tá tudo bem comigo sim. Até que fui bem tratada, por incrível que pareça. Mas, ah, Harry – ela o abraçou de novo e começou a chorar. – Eu fiquei com tanto medo!

- Se acalme, Mi, eu já estou aqui – mas ele parou de falar quando sentiu sua cicatriz arder muito forte.

- Que foi, Harry?

Mas antes que ele pudesse responder, ouviu uma voz aguda e fria dizer:

- Que cena comovente. Pena que ela não vá durar muito, não é mesmo, Potter?

- O que ele quer dizer com isso, Harry?

- Calma, Mi, agora não dá para explicar... Basta que você saiba que eu te amo muito, muito mais do que até a mim mesmo.

- Mas, Harry...

Ele ignorou seu chamado e se virou para Voldemort, falando com uma voz totalmente diferente, calma e ao mesmo tempo fria.

- E cá nos encontramos novamente, não é, Voldemort?

- É, Potter, e dessa vez será a última. Pena que você não sobreviverá para contar como foi.

- Se eu fosse você, não teria tanta certeza disso, Tom.

- Não me chame pelo nome sujo do meu pai trouxa! – falou encolerizado. Harry achou melhor procurar não irritá-lo tanto, para segurança de Hermione. Só que para Voldemort isso já fora demais. Apontou a varinha para Harry e disse: - Acho que você merece algo para aprender a me respeitar. Crucio!

Assim que o feitiço saiu da varinha de Voldemort, Harry ergueu um escudo em volta dele e de Hermione. Voldemort deu uma gargalhada fria e disse:

- Vejo que você melhorou, Potter – mas em seus olhos Harry viu um pouco de temor – Mas nós não viemos aqui para conversar, não é mesmo? Você vai sair por aquela porta. Lá você vai encontrar a brincadeirinha que eu preparei para você. Estarei te esperando no final. Como eu ando muito bonzinho, vou deixar você se despedir da sangue-ruim.

Assim que ele disse isso, Hermione falou baixinho, de um modo que só Harry ouvisse:

- Harry, você vai me prometer que, aconteça o acontecer, você vai voltar são e salvo comigo para Hogwarts.

- Mi, eu...

- Prometa, Harry.

Ele a encarou e viu o quanto aquela mulher o amava. Ele sabia que ela não agüentaria perdê-lo, assim como sabia que não suportaria viver sem ela. Então falou:

- Eu prometo, Hermione.

Ela o abraçou e sussurrou em seu ouvido:

- Te amo muito – e lhe deu um selinho. Ele a soltou e saiu pela porta que lhe fora indicada.

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N.A.: Agradecimento à Bruna pelo review. Bjokas, garota! ^^

Como já disse, estarei postando todos os capítulos, por isso, os deixarei sem nenhuma N.A. No último, deixarei umas palavrinhas para vocês. ^^

Beijinhos a quem estiver lendo isso,

Evans.