Nota do Yoshiyuki: Olha só, gente! XDD Estamos de volta no dia do meu aniversário! XDD Isso não é legal? XDD

E pra comemorar a nossa volta depois de tanto tempo, o capítulo tem 9 páginas, e o off-talk tem 8 páginas e conta com a aparição de uns personages especiais que vieram nos fazer uma visita e ajudar a destruir a Terra! XDDD Quem serão eles? XDDD

E agora que eu sou um menino bunitinhu, fofinhu, carismático e bom-de-apertar de treze anos de idade eu vou ficar o Nii-chan e comer muito chocolate! XDDD

Ah, e eu tenho que dizer que no nosso site, além de algumas fics de aniversário tem também uma nova sessão com desenhos de alguns personagens versão chibi! XDDD Vão lá conferir! XDD

Agora sim, sem mais delongas aproveitem o capítulo que tem o meu nome no título e foi postado no dia do meu aniversário! XDDDDDDDDDDD

Yoshiyuki Yuy, agora com 13 aninhos! XDDDDDDDDDDDDD


CAPÍTULO IV

UM DIA COM YOSHIYUKI E KENJI

- Bem, podia ter sido pior...

Kouji encarou o tio ainda mais surpreso do que estava minutos antes. Talvez ter sido rejeitado por seu pai não fosse algo tão ruim assim...


- E agora? – Perguntou Kenji, quebrando abruptamente o silêncio que se instalara na sala desde a partida do líder dos Taichi. Yoshiyuki olhou para o filho e para Kouji, percebendo que este parecia mais impressionado do que decepcionado. Seu sorriso cresceu consideravelmente ao pensar em sua resposta:

- E agora, como parentes mais próximos depois do Nii-chan, eu acho que é nosso dever cuidar do Kouji!

- Cuma? – Perguntaram Rumiko e um coro de crianças quase em uníssono.

- Se você não se importa, Rumiko, eu vou levar o Kouji pra casa hoje. Ele pode ficar comigo até o Nii-chan mudar de idéia.

- Mas, tio Yoshiyuki, o Koichi-san disse que...

- Eu sei o que ele disse, Kouji. – Yoshiyuki piscou para o sobrinho. – Mas eu conheço o Nii-chan talvez até melhor do que ele mesmo. Ainda vai demorar um pouquinho, mas um dia ele vai aceitar a situação.

Mesmo ainda um tanto cético, Kouji acabou concordando com o tio, afinal era realmente muito difícil discordar de alguém que não parava de sorrir mesmo em meio a um grande drama familiar e que parecia mais do que confiante em suas previsões.

- Então quer dizer que por hora está tudo resolvido? – Perguntou Akiko. – O grande momento de tensão já passou?

- Eu espero que sim. – Yoshiyuki respondeu, erguendo uma sobrancelha. A filha de Takashi tinha alguma coisa em mente.

- Então a gente já pode ir embora! Me dá uma carona, por favor?

Os adultos fizeram esforço para não rir. O rosto de Akiko permanecia sério, até mesmo um pouco entediado. Talvez ela estivesse falando sério. Ou talvez não. Era realmente difícil saber. Por via das dúvidas era melhor não rir.

- Já quer ir pra casa tão cedo? – Perguntou Toshihiro por fim, aproximando-se do aglomerado de crianças no sofá. Apenas Yuuki permanecia distante sentado na varanda.

- Nós já tivemos emoções demais hoje. Estourei a minha cota. – A garotinha respondeu, ainda muito séria. Como Akiko tinha apenas sete anos ela ficava realmente fofinha quando tentava ficar séria. E quando estava brava. Com a diferença de que quando estava brava ela normalmente batia nas pessoas, e aí ela já não era mais tão fofinha assim.

- Entendo. Ligue para o seu pai então, diga pra ele que eu vou te levar pra casa. – Yoshiyuki respondeu, ficando sério para imitar a garotinha. – Vai ser uma boa oportunidade para o Kouji conhecer outro dos Taichi. Só não diz nada pra ele ainda, vamos fazer uma surpresa! – Yoshiyuki piscou e Akiko finalmente sorriu. A garota tirou do bolso um celular rosa metálico e saiu da sala para falar com o pai.

- Ah, droga, a Akiko-chan tinha dito que ia lá em casa! – Declarou David, levantando-se e se espreguiçando. Ele não parecia tão ofendido quanto sua fala sugeria. – Mas pra mim tanto faz, meu fim de tarde já foi emocionante o suficiente! – Dizendo isso David caminhou até Kouji e apertou sua mão (ou melhor, puxou-a e começou a balançá-la para todas as direções por longos e agonizantes cinco segundos). – Foi bom te conhecer, primo do Kenji! Aparece lá em casa um dia pros meus pais ficarem all over you e largarem do meu pé pra variar um pouco!

- Ah...

Kouji não teve muito tempo para responder, pois David largara-se dele e já se encontrava na varanda dando tapas entusiasmados nas costas de Yuuki enquanto se despedia deste. O filho de Rumiko não parecia nada satisfeito com a forma como seu amigo o tratava, mas não fez nada para impedi-lo.

- Então tá, tio, tia, eu vou-me desta para melhor! Mandarei notícias do décimo quinto andar assim que meus pais deixarem! – David abanou para os tios e saiu batendo a porta atrás de si. Kouji ficou impressionado com os modos do garoto (afinal ele fora criado em meio a muitos velhinhos terrivelmente exigentes em matéria de etiqueta), mas ficou ainda mais impressionado quando Rumiko e Toshihiro riram ao invés de correrem atrás do garoto com um chinelo pronto para ser atirado.

- Eu acho que eu vou seguir o David... – Sasha também se levantou. Ele bagunçou os cabelos de Kenji, mandou um beijinho indiscreto para Satsuki e parou na frente de Kouji. – A minha mãe é quase tão assustadora quanto o seu pai. Se quiser um dia treinar para agüentar o Koichi-san é só aparecer lá em casa na hora da janta. A minha mãe não vai te decepcionar. – Sasha piscou para o filho de Satsuki e sorriu. Rumiko e Toshihiro riram.

- Ah... certo.

O sorriso de Sasha se alargou por um segundo antes de ele praticamente pular na direção dos adultos.

- Podem deixar que eu vou fofocar pros meus pais sobre hoje! Eu vou fazer eles descerem aqui na hora da janta pra que vocês possam fofocar todos juntos também! Não se preocupem!

E com isso Sasha também deixou a casa dos Urameshi.

- Não precisa ficar assustado, Kouji-Nii, eles são caras legais apesar de tudo! – Exclamou Kenji, percebendo a expressão levemente perturbada do primo. O garotinho em seguida se dirigiu ao pai. – Podemor ir agora então? Podemos? – Kenji esboçou seu melhor olhar quarenta e três, fazendo Yoshiyuki revirar os olhos. Seu filho havia aprendido demais com ele.

- Vamos esperar a Akiko voltar.

- Por que você está tão ansioso em ir embora, Kenji? – Perguntou Rumiko, levemente desapontada por ter todos os seus convidados debandando em tão pouco tempo.

- Porque eu quero mostrar logo o meu quarto pro Kouji-Nii! E a minha beyblade! E a fera-bit do papai! E o depósito de chocolates! E...

- Devagar, Kenji. Assim você vai assustar o seu primo...

- Ops... – Kenji sorriu sem jeito, evidenciando as suas porteirinhas. Os demais, incluindo Kouji, riram.

Quando Akiko voltou os quatro se despediram do casal Urameshi e dos gêmeos e foram até o carro de Yoshiyuki, estacionado a dois quarteirões do prédio por absoluta falta de vagas.


A viagem até a casa dos Yadate teria sido mais curta se o trânsito não estivesse tão engarrafado. Presos em uma fileira enorme de carros, o trajeto que não deveria demorar mais do que quinze minutos foi vencido em uma hora e meia. A única coisa que salvou os quatro ocupantes do veículo de morrerem de tédio foi o fato de que Kouji nunca estivera em um engarrafamento antes, e nunca se vira cercado por tantos carros e motoristas mal-humorados.

- Tóquio é mesmo uma cidade bem grande. – Comentou ele cerca de vinte minutos depois de a endiada no carro começar.

- E você diz isso depois de ficar vendo a mesma quadra por dez minutos? Estou impressionado... – Kenji fez uma carinha muito fofinha para mostrar que achava que o primo não fazia muito sentido.

- É que o fato de estarmos presos aqui por tanto tempo mostra que deve ter muito mais carros na nossa frente, o que significa que eles estão cobrindo uma distância muito grande e que Tóquio é uma cidade maior ainda.

Yoshiyuki sorriu ao entender a lógica do garoto, mas Kenji e Akiko encararam o filho de Satsuki sem entender muita coisa. O raciocínio de Kouji era um pouco complicado demais para criancinhas de sete anos, ainda mais considerando que ele nunca estivera em um engarrafamento antes.

Em algum momento no meio da viagem, Kenji e Akiko pediram para Yoshiyuki colocar um certo CD para tocar. A voz de Catherine Parks logo tomou conta do veículo, acompanhada pela cantoria entusiasmada das duas criancinhas.

- And sooooo I take your hand! – Cantava Kenji, fingindo que tinha tinha um microfone nas mãos.

- Let's walk together… – Continuou Akiko.

- Toge-e-ther! – As duas criancinhas cantaram juntas.

- In a world of dreeeeeeeeeeams! – Akiko terminou com um gritinho muito mais agudo do que a voz do CD. Kenji e Yoshiyuki a aplaudiram, e Kouji fez o mesmo assim que saiu de seu estupor mental.

- Nós devíamos ligar pra Cathy-san pra falar do Kouji-Nii! – Exclamou Kenji quando os aplausos terminaram e uma nova música, um pouco mais lenta, começava a tocar no fundo. – Aposto que ela ia gostar da novidade!

- A Cathy está em tour agora. – Lembrou Yoshiyuki – Não acho que ela vá ter tempo de atender o telefone...

- Então a gente fala com a Beth-san! E com a Gaby-san! E com... e com...

- Calma, Kenji, nós vamos ter tempo de sobra pra espalhar a notícia, não se preocupe. – Yoshiyuki tentava falar em um tom tranquilizador ao mesmo tempo em que um sorriso orgulhoso teimava em se mostrar em seus lábios. Kouji observava os demais só um pouco confuso; reconhecia os nomes mencionados como sendo os de amigas de sua mãe, mas não sabia o que elas faziam ou onde moravam.

- Mas eu é que quero contar pra todo mundo! Eu vou ligar pra todos os nossos amigos pra dizer que eu tenho um primo muito legal que parece o tio Koichi, mas é bem menos assustador e muito mais gentil e que ele é o melhor primo do mundo e que todo mundo vai gostar dele!

Kouji ficou perdido no entusiasmos de seu priminho, porém achou melhor não falar nada. Havia entendido o suficiente para saber que logo seria o assunto das fofocas de um grupo muito grande de amigos e que se tornaria o centro das atenções assim que Kenji chegasse perto de um telefone. Ele não tinha certeza se estava muito confortável com esse destino praticamente determinado.

- Mas eu é que vou contar pro meu pai! – Retrucou Akiko, fazendo beicinho e cruzando os braços. Kenji a imitou. – E se você se meter no meu caminho, Kenji-kun, vai apanhar mais do que na nossa última aula!

- Eu não sei do que você está falando, Akiko-chan! – Kenji mostoru a língua para a garota. Kouji olhou para o tio, apreensivo com o parecia ser o começo de uma discussão, entretando o homem estava aparentemente muito concentrado na direção.

- Então será que eu preciso te lembrar daquela suuurra que eu te dei e que fez você ficar com um roxão enorme no braço e na perna por uma semana e fez a Rumiko-san se assustar e querer te mandar pro hospital? Hein, Kenji-kun?

Kenji não respondeu, apenas mostrou a lingual para a garota. Os dois continuaram se encarando por alguns segundos até uma nova música começar e eles decidirem que seria mais divertido cantar juntos do que ficar de braços cruzados sem fazer nada.


Com a ajuda das músicas de Cathy o resto da jornada passou rápido. Logo os quatro estavam na frente do prédio onde morava a família Yadate.

- Kouji, você pode levar o Kenji e a Akiko até a casa do Takashi, por favor? – Pediu Yoshiyuki com um sorriso um tanto suspeito. – Eu não posso abandonar o carro sem estacionar, e não tem nenhuma vaga à vista.

Kenji e Akiko imediatamente se animaram com a idéia de trazer Kouji junto com eles para perto do caçula dos Taichi, arrancando o garoto para fora do carro sem deixar que ele respondesse. Yoshiyuki exibia seu melhor sorriso meia-lua enquanto observava os três entrarem no prédio.

- Eu moro no sexto andar. – A garota explicou assim que a porta se fechou atrás de si. O hall de entrada era amplo e bem ilunimado, com uma parede reservada só para as caixas de correio. A outra parede estava pintada de amarelo-pastel. Em frente a eles havia uma escada e um elevador. – Eu e Kenji-kun normalmente subimos na escada porque nós gostamos de fazer exercício, mas a gente pode pegar o elevador se você quiser, Kouji-san.

- Por mim nós podemos ir de escada. – O garoto mais velho declarou. – A minha vila é cercada de montanhas, eu estou acostumado a subir e descer pra chegar a qualquer lugar.

- Então vamos!

Akiko tomou a frente do grupo e começou a subir, determinada. Kenji pegou a mão do primo antes de segui-la. Seis andarem depois nenhum deles estava realmente ofegante.

- Só um aviso, Kouji-Nii! – Kenji sussurrou quando o trio se encontrava em frente a uma porta de madeira escura com o número 6.1 e uma placa escrito "Yadate". – Takashi-san é bem baixinho. Ele tem complexo de altura e não gosta que ninguém fale da altura dele, ou ele explode e faz uma cena. – Kenji e Akiko se entreolharam, divertidos. – Então é melhor você não dizer nada, mesmo que queira muito, está bem?

- Sim, claro...

Durante os segundos que se seguiram entre Akiko tocar a campainha e seu pai responder, o filho de Satsuki tentou imaginar exatamente o quão baixinho seria o tal Takashi Yadate. Quando a porta se abriu ele estava imaginando um pigmeu do tamanho da garotinha. Ficou aliviado ao perceber que o homem a sua frente era apenas uma cabeça menor do que ele.

Em vinte anos, apesar de não crescer mais do que alguns centímetros Takashi havia mudado consideravelmente. Seus cabelos estavam mais longos – tão longos quanto os de sua filha, porém sem as Maria-chiquinhas – e as quatro horas de academia por semana havia deixado seus ombros e torso mais robustos do que os de seu melhor amigo (Ken continuava um palito ambulante). Seu sorriso sarcástico era o mesmo, e muito parecido com o de Akiko.

Takashi atendeu a porta já com o rosto posicionado para encarar a filha. Ele vestia uma camisa cinza tamanho GG com o desenho de um copo de chop e uma limonada. A camisa ficava tão grande no corpo do homem que era quase impossível ver que ele usava shorts por baixo de tanto tecido acinzentado. Olhando somente para a filha ele declarou:

- Vocês demoraram porque o Yoshiyuki não sabe dirigir ou porque vocês foram idiotas o suficiente pra sair na hora do rush? – Ele mesmo respondeu sua pergunta – Não importa! Vem, vamos sentar no sofá, comer pipoca e assistir tv até de madrugada! – E ele pegou a menina pela mão para trazê-la para dentro.

- Espera, pai! – Exclamou a garota, cravando os pés no chão para impedir Takashi de movê-la. – Olha pra cima!

Takashi virou o rosto para o lado, confuso, porém logo depois fez como a filha o instruira.

- Quem clonou o Koichi? – Ele perguntou, encarando o garoto desconhecido. Seu rosto não dava nenhum sinal de que ele estava surpreso ou chocado. – O Umeragi por um acaso estava com um projeto secreto que eu não fiquei sabendo?

- Pai, esse é o Kouji Kinomoto, o filho do Koichi-san e da Satsuki-san! – Declarou Akiko, apontando para o garoto em questão.

- Não pode ser! – Finalmente o rosto de Takashi mostrou algum sinal de surpresa. Seu queixo despencou e seus olhos cresceram consideravelmente. A mão que segurava sua filha caiu molemente ao lado de seu corpo. – Então a Satsuki... Onde ela está? Ela está em Tóquio? – Os olhos do homem fitavam Kouji com ansiedade e um pouco de angústia. Kouji se assustou um pouco, mas se recompôs a tempo de responder civilizadamente:

- A minha mãe está em uma vila nas montanhas. Ela está doente, por isso pediu que eu viesse pra Tóquio pra conhecer o meu... – Kouji parou por um instante, a palavra "pai" parecia entalada em sua graganta. – ... a minha família. – Ele disse por fim, baixando o rosto.

- Eu... eu... – Takashi continuou chocado por alguns segundos antes de abrir o maior sorriso que conseguia e falar aos berros com falso entusiasmo. – É um prazer te conhecer, Kouji-kun! Bem-vindo a Tóquio! Espero que goste daqui apesar de tudo, hehe! Quer entrar um pouco? Nós temos pipoca! Você gosta de pipoca? Eu fiz bastante porque...

- Nós temos que voltar, Takashi-san. – Interrompeu Kenji ao perceber que o primo começava a ficar desconfortável. – Meu pai está esperando no carro.

- Ah, eu entendo... – Takashi baixou o tom de voz, mas seu sorriso cheio de dentes continuou no mesmo lugar. – Então apareça outro dia, Kouji-kun, pra nós conversarmos assistindo tv e comendo porcarias! Vamos lá, Akiko!

Akiko acenou para os amigos e entrou em casa. A porta bateu com força atrás dela.

- Pai, você está legal?

Takashi for a imediatamente para a cozinha. Akiko o seguiu e encontrou-o despejando uma lata gigante de leite condensado em cima de um balde de pipocas de caramelo.

- Eu preciso de açúcar! Vai lá ver se tem um programa bom na tv que eu já vou! – Ele respondeu sem tirar os olhos da comida.

- Essa vai ser a nossa janta? – A garotinha perguntou.

- Vai ser a minha. Coma o que quiser.

Akiko decidiu não argumentar, ela gostava de pipoca com leite condensado. Mesmo assim a atitude de seu pai era um tanto preocupante. Takashi só se entupia de porcarias assim quando alguma coisa muito ruim acontecia. Akiko ainda se lembrava de quando, há quase dois anos atrás, eles passaram duas semanas à base de chocolate, marshmellow e panquecas com mapple syrup quando sua mãe morrera atropelada por um ônibus. Ela tinha o pressentimento de que algo muito semelhante estava para acontecer.

A garotinha correu e abraçou o pai com toda a força que possuía. Takashi a princípio ficou surpreso, mas logo se virou e abraçou a filha de volta.

- Acho que hoje tem History Walkers na tv. Vamos logo que eu quero saber o que vai acontecer com o Sargento Lupo!

O sorriso de Takashi era bem mais sincero enquanto ele carregava o balde de pipoca para a sala atrás de sua filha.


A viagem até a casa de Yoshiyuki demorou mais do que uma hora. Não havia mais tanto trânsito quanto antes, mas os carros ainda eram obrigados a ficar parados no mesmo lugar por pelo menos dez minutos. Kenji se distraiu tentando ensinar Kouji a cantar as músicas de Cathy, sem muito sucesso.

Depois de cerca de quarenta minutos de engarrafamento, quando os Yuy já estavam quase chegando em casa, o trânsito ficou ainda mais parado do que antes. Por todos os lados motoristas buzinavam impacientes, obrigando Yoshiyuki a aumentar o volume e fechar as janelas de seu carro.

- Deve ter acontecido algum acidente. – O mestre de Ceres declarou, percebendo o desconforto do sobrinho ao se ver cercado de barulhos irritantes. – Daqui a pouco o trânsito vai voltar ao normal.

- O normal sendo aquilo de agora a pouco, né? – Perguntou Kenji. – Então a gente só vai chegar em casa amanhã...

- Kenji, não assuste o seu primo. – O garotinho em questão riu ao ser reprimido pelo pai. Kouji obviamente se assustara com a previsão de Kenji e engolira em seco. Yoshiyuki virou-se para o sobrinho. – Não vamos demorar mais do que meia hora. E o trânsito só é ruim assim na hora do rush. Durante o dia nós até que conseguimos andar a mais de quarenta por hora. – Yoshiyuki piscou para Kouji, que retribuiu com um sorriso amarelo.

Depois de mais algum tempo o carro finalmente andou uma distância considerável, e o tal acidente de Yoshiyuki prevera se tornou visível. Havia dois carros capotados na calçada, sendo um deles da polícia. Cerca de cinco policias cercavam a cena e dois homens mal-encarados acompanhados de cachorros ferozes eram forçados a entrar em uma das três viaturas estacionadas nas proximidades.

- Oh, oh, acho que sei o que está acontecendo aqui...

Yoshiyuki apontou para os carros capotados e depois para a silhueta de dois homens que lutavam ao longe. Ou melhor, dois homens que deixavam suas beyblades lutarem ao longe. Um grande pastor alemão acompanhava um deles, e o outro estava envolvido por um brilho arroxeado. Kenji ficou em pé no banco do carro e grudou o rosto na janela, gritando entusiasmado:

- Tio Koichi! Vai, tio Koichi, destrói esse cachorro desgraçado!

Kouji também virou-se para a janela ao ouvir os gritos do primo, em parte pelo linguajar usado pela criancinha, em parte porque ele mencionara seu pai.

- Isso é...?

As beyblades eram iluminadas pelos postes de luz. Em sua luta devastadora, nem mesmo as paredes dos prédios em volta conseguiam resistir à força dos peões. Koichi e seu oponente estavam visivelmente concentrados, e o cachorro ao lado do homem misterioso latia quando seu dono estavam com vantagem e rosnava ameaçadoramente para Koichi quando este ficava por cima.

- Esse é o seu pai em ação, Kouji. – Yoshiyuki respondeu em um tom animado e cheio de orgulho. – E o cachorro desgraçado que ele está enfrentando é Yuriy Karasimov, um rival de longa data.

- Ele é um gangster muito mau que manda seus cachorros comerem criancinhas! – Kenji completou, muito sério. – E ele e o tio Koichi sempre destróem tudo que encontram quando lutam sério. E aí o tio Koichi ganha, fica feliz e me dá treino extra! – Para demonstrar sua emoção Kenji deu um soco forte no vidro da janela.

- Yuriy já foi preso várias vezes, mas ele sempre usa sua beyblade ou os seus cachorros pra fugir, por isso agora o Nii-chan planeja controlá-lo vencendo todas as lutas de modo a incapacitá-lo por um tempo...

Kouji tentou não se assustar com o que seu primo e tio diziam, mas em um primeiro momento não teve muito sucesso. Se antes já se sentia intimidado pela presença do pai, ao vê-lo lutando essa intimidação tornou-se puro medo. Quando Koichi e Yuriy esqueceram as beybladers e partiram para a luta corporal, porém, o medo passou a dividir espaço com orgulho e admiração, pois seu pai era um excelente lutador, e em pouco tempo Yuriy estava incapacitado de se mover. Uma mulher baixinha vestindo roupas tradicionais chineses apareceu do nada e levou o homem e seu cachorro embora, gritando desaforos para Koichi no processo. Quando a cena terminou e Koichi voltou para junto dos outros policiais, o queixo de Kouji havia completamente desabado e seus olhos atingiram o tamanho aproximado de pires.

- Impressionado? – Perguntou Yoshiyuki com um grande sorriso de quem já sabe a resposta.

- Wow. – Foi tudo que Kouji conseguiu dizer.

- Eu não disse que o tio Koichi era incrível? Ele é muito bom! Ele é o melhor tio do mundo e o melhor professor do mundo e ele sabe bater em todo mundo e ele...

- Chega, Kenji. Acho que o Kouji já entendeu a mensagem.

O trânsito foi liberado logo em seguida. Enquanto o carro finalmente deixava a cena do acidente, Kouji não conseguiu tirar os olhos do grupo de policiais que ainda trabalhavam, mais especificamente do homem que travara a luta mais incrível que ele já testemunhara. Apesar do medo, ele agora podia dizer que também admirava seu pai.


Yoshiyuki ainda morava na mesma casa tradicional em que os beybladers haviam treinado para vencer Umeragi vinte anos antes, e onde o então garotinho fofinho aniversariante "convencera" seu Nii-chan a pedir Satsuki em namoro. Alguns anos depois Yoshiyuki pedira Miyuki em namoro no mesmo lugar, e os dois se casaram ali mesmo quando Kenji já estava há três meses alojado na barriga da garota. Koichi se mudou assim que Miyuki passara a viver com eles, indo para um minúsculo apartamento perto de seu emprego. Yoshiyuki tentou fazer o irmão ficar, mas Koichi insistira que o casal deveria aproveitar sua privacidade de um jeito que deixava claro que ele não mudaria de idéia por nada.

Assim que os três cruzaram o portão de entrada, Kenji puxou o primo pela mão e saiu correndo com ele para mostrar-lhe a casa. Yoshiyuki podia ouvir de longe os gritos entusiasmados do filho, principalmente durante a visita à arena, ao quarto e à dispensa de chocolates.

- Já voltaram? – Perguntou uma voz feminina. Em alguns segundos Miyuki estava do lado do marido ouvindo seu filhinho extravasar sua felicidade. – Como foi na casa da Rumiko-san?

- Pra dizer a verdade, melhor do que o esperado. – Yoshiyuki suspirou, deixando que sua mulher o abraçasse pela cintura. – Nii-chan ainda precisa de um tempo para se recuperar do choque, mas o Kouji parece ser um bom menino. – Antes de sair de casa, Yoshiyuki contara à Miyuki que o filho de Koichi o esperava na casa da colega, mas não dera muitos detalhes, afinal ele também não sabia muito mais do que isso. – E ele é a cara do Nii-chan, mas a personalidade é da Satsuki Nee-chan. Tudo bem se ele ficar aqui até o Nii-chan mudar de idéia?

- Claro, Yoshiyuki, por que eu deveria discordar? – Os dois ficaram em silêncio por algum tempo, parados no pátio da frente olhando para a casa onde Kenji ainda gritava. – Onde está a Satsuki-san? – Miyuki pergunto de repente, quebrando o silêncio.

- Ela está doente. Mandou uma carta pra Rumiko explicando tudo. É provável que não possamos vê-la de novo.

- Eu sinto muito, Yoshiyuki. – Miyuki abraçou o marido ainda mais forte, sabendo que ele estava abalado com os fatos mesmo que seu rosto não mostrasse. Algum tempo depois, porém, ela percebeu um pequeno detalhe na fala do homem. – Como assim "é provável"? Você não está tramando alguma coisa, está?

Yoshiyuki sorriu e se virou para encarar a mulher, sorrindo de um jeito muito suspeito:

- Ainda não, Miyuki-chan. Ainda não.

Ela teria dito alguma coisa se seu filho e seu sobrinho não escolhessem esse exato momento para voltar à frente da casa. O menor dos dois corria a toda velocidade, enquanto Kouji caminhava timidamente em direção aos adultos.

- Mamãe! Você por aqui! Eu estava com saudades!

Kenji pulou no colo da mulher do mesmo jeito que fazia com seu pai. Miyuki era bem mais forte do que seus braços finos e corpo esguio sugeriam, não tendo dificuldade em segurar o garotinho.

- Estava com saudades também, Kenji, apesar de ter te visto de manhã. – Miyuki beijou o filho na testa. Kenji fez uma careta nojenta e reclamou que era grande demais para ganhar beijos assim. Sua mãe fingiu que não ouviu. – E você dever ser o Kouji, certo?

Kouji estava frente a frente com os adultos, olhando para Miyuki um tanto inseguro.

- Kouji-Nii, essa é a minha mãe, Miyuki! Ela é bem legal, mas eu não gosto quando ela não me deixa comer chocolate ou me manda tomar banho depois do treino.

- Hajimemashite, Miyuki-san. – Kouji se apresentou educadamente, fazendo Yoshiyuki balançar a cabeça em cômico desespero e se aproximar do sobrinho o suficiente para colocar uma mão em seu ombro.

- Kouji, Kouji... O que eu disse sobre família e honoríficos, hein?

Kouji corou. As regras de educação gravadas em seu cérebro ainda falavam mais alto do que a voz gentil e alegre de sua família desconhecida. Provavelmente ainda demoraria algum tempo para ele fazer exatametne o que seu tio queria.

- Me desculpe, tio Yoshiyuki.

- Ah, tudo bem. Um dia você vai aprender.

Os Yuy sorriram, fazendo com que Kouji os imitasse logo depois. O grupo não ficou muito tempo parado, pois logo Miyuki anunciou:

- Quem quer jantar? Aposto que estão todos com fome.

Kenji pulou do colo da mãe e desapareceu, deixando para trás um rastro de fumaça que indicava que ele havia corrido para a cozinha.

- É, acho que o Kenji está com fome.

Os adultos e o adolescente seguiram a criança. Kenji estava sentado na mesa batendo os hashi contra a madeira e gritando por comida. Miyuki ajudou Kouji a ajeitar-se na mesa e foi ajudar o marido a retirar a comida do forno. Ela não confiava em Yoshiyuki para fazer qualquer coisa a não ser sobremesas, por isso sentia que precisava observar cada um de seus movimentos para ter certeza que ele não faria nada que pudesse resultar em os quatro tendo que pedir pizza por telefone.

Durante a janta Kouji e Kenji estavam ocupados demais se empanturrando para fazer qualquer outra coisa. É verdade que o filho de Satsuki demorou um pouco para criar a coragem de pedir um segundo prato, mas foi só Yoshiyuki insistir que ele poderia comer o quanto quizesse que ele perdu a vergonha de pedir por um terceiro e um quarto prato. Ele estava em fase de crescimento, afinal.

Os adultos concordaram que era melhor não fazer muitas perguntas a Kouji ainda. Por mais que eles quizessem saber sobre os últimos dezesseis anos, eles estavam certos em pensar que os eventos do dia ainda não haviam sido completamente absorvidos por seu sobrinho, e por isso acharam melhor não tocar no assunto. Quando o verdadeiro significado de tudo aquilo finalmente caísse sobre Kouji, Yoshiyuki faria questão de estar por perto para ajudá-lo, mas enquanto isso a família Yuy estava livre para apreciar uma boa refeição.


Depois de uma pequena batalha de olhares fofinhos de cãozinho perdido Yoshiyuki conseguiu finalmente colocar seu filho na cama. Tanto Kenji quanto Kouji dormiriam em futons no quarto do garoto.

- Durmam bem, e se precisarem de alguma coisa, estamos no quarto ao lado. – Yoshiyuki disse antes de apagar a luz e empurrar a porta de correr.

- Boa noite, papai!

- Boa noite, tio Yoshiyuki!

Uma vez no escuro, Kenji voltou-se para o primo. Deitado, os olhos de Kouji tornavam-se visíveis brilhando na pouca luz que vinha da janela.

- Tenha bom sonhos, Kouji-Nii! Amanhã eu vou mostrar pra você a fera-bit do papai e a gente vai lutar como o tio Koichi lutou contra aquele cachorro feio!

Kouji não estava certo se gostaria de lutar daquele jeito contra alguém, mas concordou com a cabeça mesmo assim. Desapontar uma criancinha tão excitada lhe soava como uma crueldade sem tamanho.

Kenji adormeceu logo depois, mas Kouji ainda continuou acordado por algum tempo. Tentava imaginar quanto tempo mais dormiria ao lado de Kenji, quanto tempo demoraria para seu pai se aproximar dele. Evitava pensar que nunca mais se deitaria em seu futon, que agora se encontrava do outro lado do país, e que nunca mais colocaria os pés em sua casa. Definitivamente não queria pensar que não estaria mais ao lado de sua mãe quando acordasse pela manhã.

Talvez por isso o garoto tenha passado a noite sonhando com a luta entre Koichi e Yuriy, vendo seu pai derrotar seu oponente centenas de vezes de jeitos cada vez mais espetaculares. Logo antes de acordar pela manhã, viu-se lutando ao lado de Koichi contra um homem com os mesmos olhos azuis, grandes e brilhantes, mas que exibia um sorriso assustador que lhe dava calafrios.

Acordou suando frio.


Kenji: Ah, não, o Kouji-Nii teve um pesadelo! XD O que será que isso quer dizer? XD

Satsuki U.: Por enquanto não quer dizer nada. Nós vamos deixar os leitores especulando e não vamos mais tocar no assunto. (fazendo uma cara muito feia e assustadora)

Kenji: Certo... XD (recuando com medo da Satsuki U. e tirando uma barra de chocolate do bolso para se acalmar) Então a gente vai falar do que hoje? XD

Akiko: Eu tenho algumas idéias! XD (levanta a mão e pula da cadeira em que estava sentada para chamar atenção) A gente pode comentar sobre o fato de finalmente termos um capítulo longo em que alguma coisa acontece! XDD

Sasha: O capítulo teve nove páginas, gente! Nove páginas! (ficando fazendo o número nove com as mãos pra dar ainda mais ênfase)

Yuuki: Deve ser praticamente um record pra história.

(Explosão)

(Nuvem de fumaça toma conta do off-talk)

(Beybladers começam a tossir por causa da fumaça)

(Fenhir aparece do nada, faz uma tempestade de vento e manda a nuvem de fumaça pastar)

Fenhir: E mais uma vez o dia foi salvo, graças ao...

(porrada no Fenhir)

(Fenhir nocauteado)

(Close no Fenrochi escondendo um pedaço de madeira atrás das costas)

(Aparece um vulto misterioso onde antes estava a nuvem de fumaça)

(Vulto se aproxima dos beybladers e revela sua identidade)

James: Aê, povo! Eu voltei! XD

(Beybladers vaiam o James porque ele demorou muito pra voltar a dar as caras)

James: Calma aí, gente! Eu vim em missão de paz! (James com uma bandeira branca) Eu até escrevi nove páginas de história pra deixar vocês felizes...

Nathaliya: Alguns de nós não acham que nove páginas seja o suficiente! ò.ó

Kazuo: Alguns de nós estão com vontade de matar em alta por terem sido ignorados por tanto tempo! ò.ó

Yuuki: E alguns de nós francamente não estão nem aí... u.ú

(Vaia pro Yuuki)

James: Tá, tá... Eu sei que tenho que me desculpar pra um monte de gente. (James se vira pro povo) Desculpa, monte de gente! :D (Acena feito retardado)

Osamu: E quais são as desculpas dessa vez? (cara de assassino muito perigoso que está pronto pra virar lobinho e arrancar fora a garganta de um certo autor)

James: (Engole seco) As mesmas de sempre... Exames de fim de ano, Concert Band – tocamos Piratas do Caribe! Yay! XD – estresse, relaxamento total de começo de férias... Mas agora eu estou de volta! XDDDDD

Ayatá: Tão de volta que nem pro Brasil ele vai esse ano... o.o'

James: Num tenho grana. E tenho que ESCREVER A PORCARIA DA MINHA DISSERTAÇÃO ATÈ JANEIRO! T.T

Lily: Ah, tadinho dele... a vida é dura, James... (sorrindo apesar da "pena")

Rumiko: E sobre o que é a dissertação?

James: (sorrisinho maléfico) O uso das músicas folclóricas pelo governo comunista da Czechoslovakia. n.n

Rumiko: (cara de quem não entendeu nada) Ah...

James: Mas enfim! Eu não vim aqui pra falar de mim, apesar de saber que os leitores estão muuuuuuuuuito interessados na minha vida (beybladers viram os olhos).

Yoshiyuki: Veio aqui pra falar de mim, né? XDD

James: Não. :D

(Yoshiyuki capota)

James: Vim aqui pra dizer que até o fim do mês eu vou postar as fics de aniversário atrasadas – são três – e que depois disso eu vou terminar a história dos Kita no Ookami antes que eles me matem e usar o resto do verão pra escrever o máximo que eu puder dessa fic aqui. Assim todos ficamos felizes e ninguém fica achando que eu abandonei a minha história. XD

Osamu e Kazuo: Já sabe o que vai acontecer se você não cumprir com as suas palavras, certo? (Gêmeos com duas faquinhas muito perto do pescoço do James) ò.ó

James: Si... sim! T.T (engole seco)

Osamu: É bom mesmo! ò.ó

James: Então é melhor eu me mandar pra começar a trabalhar logo! Fui!

(James some em outra nuvem de fumacinha)

Yoshiyuki: (Fazendo carinha de inocente) Então agora a gente vai falar do que?

Umeragi: A gente podia falar da referência estúpida que o James fez a uma outra história dele nesse capítulo...

O resto dos personagens: Hein? O.õ

(Mais uma grande explosão)

(Mais uma grande nuvem de fumacinha)

(Barulho de motor)

(Nuvem de fumacinha some porque alguém ligou uma turbina que faz muito vento e assim dissipa a nuvem)

(Beybladers ficam de cara com uma nave espacial gigante em formato de pêra que pousou do nada no meio do cenário do off-talk)

(Pára tudo! As Frases Entre Parênteses resolvem congelar a cena neste momento de confusão e crossover eminente)

(Akiko aparece na frente da cena parada para fazer a explicação que todo mundo quer ouvir)

Akiko: Pra quem ainda não se deu conta, nós estamos falando do finalzinho da minha cena com o meu pai, em que a gente menciona uma série de tv chamada "History Walkers". Como todos os personagens do Jamie na verdade são muito amigos - e ele tem uma tabela com quase 900 personagens O.o – nós decidimos deixá-los aparecer aqui e fazer um pouco de propaganda e nos divertir traumatizando outros personagens além de nós mesmos! XD

(Akiko some e a cena volta ao normal)

David U.: Meu, uma espaçonave! XDDD

Sasha: Será que vamos ser invadidos por Ets?

(A parte de cima da espaçonave-pêra abre)

(Saem de lá um grupo de jovens vestindo roupas estranhas)

Akiko: AAAHH! History Walkers estão aqui!1 AAAAAHHH!

(Akiko sai correndo gritando como uma fangirl irritante e pula em cima de um dos recém-chegados)

(Ela e o recém-chegado caem no chão, porque o recém-chegado em questão é meio baixinho, tem cara de feliz e uma cicatriz em forma de "sigma" – a letra grega – na bochecha)

Akiko: Sargento Lupo! Eu sou sua fã número um! Me dá um autógrafo? XDDDDDDDD

Sargento Lupo: X.X

Outro Recém-Chegado: Sai de cima dele, criatura infernal. ¬¬''

David U.: Opa, opa! Tô sentindo uma vibe de cópia do Koichi-san! XD (David apointando pro recém-chegado que acabou de falar com a Akiko) Ele até de kimono tá!

(Recém-Chegado que acabou de falar com a Akiko está usando um kimono verde com uma espada de samurai presa na cintura)

Akiko: (ainda em cima do Sargento Lupo) Não fale assim com o capitão Seiya! Ele vai te cortar em dois! XD

Outro Recém-Chegado que não é o Capitão Seiya: É triste, mas é verdade.

Sargento Lupo: Ah, Fritz, aiutame, per favore!

(O Outro Recém-Chegado Que Não É o Capitão Seiya e que na verdade se chama Fritz se aproxima da Akiko e tira ela de cima do Sargento Lupo)

(Fritz ajuda o Sargento Lupo a se levantar)

(Yaoi fangirls começam a faze barulhinhos suspeitos por alguma razão)

(Fritz e Sargento Lupo ficam corados, mas não se soltam)

Yuuki: Tá, tá. Vocês já fizeram a entrada triunfal e já chamaram a atenção das fangirls doidas. Expliquem quem são vocês ou saiam daqui que a gente tem mais coisa pra fazer. u.ú

Takashi: Ah, não seja mau, Yuuki! Nós vamos todos nos divertir juntos a partir de agora! XD

Capitão Seiya: O menino da trança está certo (Yuuki faz cara feia ao ser referido como "menino da trança", mas o Capitão Seiya o ignora). Nós precisamos nos apresentar, e nós também temos outras coisas mais importates para fazer do que ficar aqui ouvindo suas besteiras.

(Enquanto o Capitão Seiya fala, folhas de cerejeira voam ao fundo e uma musiquinha típica japonês fica tocando)

David U.: (cochicha pro Sasha) Viu o que eu disse sobre cópia do Koichi-san? A única diferença é que ele fala demais... n.n'

Sargento Lupo: Então vamos nos apresentar logo e acabar logo com isso pra gente poder se divertir e fazer besteiras, certo? (notem que ele fala com sotaque italiano!) Eu sou o Sargento Lupo, lutei na guerra de unificação italiana antes de vir parar aqui! Piacere!

(Beybladers ficam olhando pro Sargento Lupo sem entender bem o que ele falou, porque só a Akiko e o Takashi sabem qual é a história deles)

Sargento Lupo: E esse aqui é o Tenente Fritz, mas eu chamo ele só de Fritz! (Yaoi fangirls fazem barulho no fundo de novo) Ele é o nosso médico e ele veio da Alemanha do século 23!

(Fritz é loiro, cabelo colocado pra trás com um monte de gel, e ele usa um jaleco de médico completo com estetoscópio por cima do uniforme de tenente)

(Fritz acena pros beybladers – ele é a critura que ajudou o Sargento Lupo a se levantar)

Sargento Lupo: E as Frases Entre Parênteses podem escrever só "Lupo" também! Deve ser cansativo pra elas escreverem Sargento Lupo o tempo todo, afinal... (Lupo pisca pras Frases Entre Parênteses)

(Frases Entre Parênteses fazem muitos XDDDDD e viram fãs do Lupo)

(Frases Entre Parênteses pensam seriamente em se juntar ao grupo de fangirls de Fritz/Lupo porque eles ficam muito fofinhos juntos!)

(Frases Entre Parênteses estão recebendo olhares muito feios dos beybladers por não estarem falando nada que preste, e por isso vão parar de falar tanta besteira e ficar babando sobre o Lupo...)

(Frases Entre Parênteses dão um último suspiro antes de continuarem o que deveria estar fazendo)

Seiya: Vocês já sabem quem eu sou. Eu vim do Japão feudal e era um samurai.

(Umeragi e Tsubasa sorriem ao fundo)

(Um jovem moreno de cabelos verde-limão espetados se põe à frente do grupo)

Jovem moreno de cabelos verde-limão espetados: Oi, eu sou o Sargento Spiky, mas podem me chamar só de Spiky! (ele acena pros beybladers e alguns beybladers acenam de volta) Minha família fazia parte da corte portuguese que se mandou para o Brasil fugindo do Napoleão em 1808.

Felipe: (grita de algum lugar no meio dos beybladers) Finalmente alguém falou de alguma coisa que eu sei o que é! XDD

(Spiky acena pro Felipe e os dois trocam olhares suspeitos)

(Beybladers ao lado do Felipe recuam alguns passos)

(Um cara gordão e altão vestindo um uniforme parecido com o do Fritz dá um passo a frente quando o Spiky volta pro lugar)

Cara gordão e altão de uniforme parecido com o do Fritz: Olá a todos! Eu sou o Tenente Bubby, mas podem de chamar só de Bubby! Eu sou o piloto da pêra gigante e costumava ser um ajudante de uma casa que imprimia livros no reino de Aragão antes de me junta ao grupo!

(Bubby termina de falar e volta pro seu lugar, abocanhando um sanduíche que tinha no bolso)

(Bubby empurra o garoto baixinho e magrinho que estava na frente dele)

(Garoto baixinho e magrinho que usa um cachecol vermelho em volta do pescoço percebe que está a frente do grupo e que precisa se apresentar)

(Garoto baixinho e magrinho entra em pânico por estar no meio de muita gente)

(Garoto baixinho e magrinho desmaia)

Bubby: (pega o corpo caído do garoto baixinho e magrinho) Esse era o Sargento Švejk. Ele tem medo de multidões. Ele é o meu ajudante e se juntou a nós faz muito pouco tempo, então se acostumem com ele.

(Beybladers levantam a sobrancelha por causa da criatura que desmaia ao ver gente)

(Yuriy faz um barulho suspeito enquanto conversa com a Jing Mei)

(Jovem de cabelos vermelhos bagunçados toma a frente do grupo quando beybladers param de erguer sobrancelhas e Yuriy e Jing Mei param de fazer o que quer que estivessem fazendo)

Jovem de cabelos vermelhos bagunçados: Eu sou Walfredo! Oi! (acena feliz pra todo mundo) (Alguns beybladers mais entusiasmados devolvem o aceno) Eu lutei nas cruzadas à muuuuuuito tempo atrás, tanto tempo que nem me lembro, mas isso não interessa pra ninguém agora! XD

(Walfredo e beybladers que sempre fazem XD ficam fazendo XD juntos por um longo tempo)

(Alguém dá um tapa na cabeça do Walfredo enquanto ele estava fazendo XD)

Walfredo: X.X

Criatura que nocauteou o Walfredo: Eu sou Jean-Jacques. Ao contrário dos meus companheiros, eu não tenho nenhuma história de vida interessante. Também sou do século 21, e vim parar aqui quando o vilão malvado decidiu matar toda a minha família.

(Beybladers ficam se olhando com medo do Jean-Jacques porque ele falou de um assassinato em massa como se aquilo fosse nada)

(Uma outra criatura – essa com óculos fundo de garrafa e cabelos bagunçados – aparece e coloca uma mão no ombro do Jean-Jacques)

Essa criatura que acabou de aparecer: Não se preocupem, até hoje ninguém conseguiu entender o nosso amigo muito bem. Vocês não são os primeiros a se impressionar (ele sorri tentando ser legal, mas por causa dos óculos e dos cabelos bagunçados ele acaba assuntando metade dos beybladers e assumindo um ar de cientista louco). Eu sou Herakles. Nasci na Grécia do século 25 e o meu avô foi um dos fundadores do nosso grupo.

Franklin: Que grupo?

Herakles: History Walkers, oras! Não te disseram qual era o nome do programa?

Franklin: Well...

(Erik fica rindo baixinho porque o Franklin ficou com cara de bobo e porque foi humilhado por um cara de óculos ridículos)

Lupo: Nós viajamos no tempo e tentamos impedir nosso grande inimigo de tentar mudar a história desse universo e causar uma grande explosão que causaria o fim do mundo.

(Noventa e nove por cento dos beybladers se perdeu depois da palavra "universo", os outros um por cento ficam olhando pro grupo de recém-chegados com cara de besta)

Yoshiyuki: Legal! XDDD Posso entrar pro grupo também? XDDD

Seiya:Para se tornar um de nós você precisa abandonar a sua vida nesta era e adotar uma nova identidade como um Walker. Você nunca mais vai poder voltar para esse lugar e essa era e nunca mais verá nenhum de seus amigos. Ainda quer ser um de nós?

(Yoshiyuki fica olhando pro Seiya de boca aberta e cara de quem vai fazer um escândalo a qualquer momento)

Yoshiyuki: NÃO! NÃO! NII-CHAN, EU NÃO QUERO NUNCA MAIS VER VOCÊS! T.T

(Yoshiyuki pula no colo do Koichi)

(Kenji pula no colo do Koichi também)

Kenji: Papai, eu não quero que você vá embora antes que eu possa realmente nascer! T.T O que vai ser de mim se você for? T.T

(Kenji e Yoshiyuki ficam chorando no colo do Koichi)

(Beybladers começam a chorar porque as duas criancinhas mais fofinhas da história estão chorando)

(Lupo e Spiky choram também porque eles também acham que o Yoshiyuki e o Kenji são muito fofinhos e fazê-los chorar é muita crueldade)

Koichi: Yoshiyuki, vai buscar seu bolo de aniversário. ¬¬'''

(Yoshiyuki pára de chorar ao ouvir a palavra "aniversário")

(Kenji pára de chorar porque o Yoshiyuki parou de chorar)

Yoshiyuki: HOJE É MEU ANIVERSÁRIO! XDDDDDDDDDDDDDDDDDD EU TENHO TREZE ANOS! XDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD CHOCOLATES PRA COMEMORAR! XDDDDDDDD

(Yoshiyuki joga chocolate pra todo lado)

(Beybladers, Lupo e Spiky comem chocolate e param de chorar)

(Yoshiyuki some para ir pegar o bolo de chocolate)

Ken: Ok, agora que sabemos quem vocês são e o que vocês fazem, podemos começar com as bobagens?

Lupo: Por mim, tudo bem! XD

(O silêncio dura bem pouco)

Felipe: A COPA DO MUNDO COMEÇA AMANHÃ! Ò.Ó

Luiz: E NÓS FOMOS CONVOCADOS E VAMOS JOGAR E VAMOS GANHAR O TÍTULO! Ò.Ó

Spiky: A gente sabe quem vai ganhar a copa esse ano, mas não podemos dizer pra não estragar a surpresa! XD

Felipe: Se você torcer pro Brasil eu te perdoo por ser estraga prazeres, se não torcer pro Brasil eu te parto a cara!

Spiky: Eu sempre torço pro Brasil, sem problemas! XDD

(Felipe e Spiky apertam as mãos)

(Enquanto os dois conversavam os beybladers se dividiram em várias torcidas para celebrar o começo da copa)

David D.: A copa é na África do Sul! AHAHAHHAHA! A gente tem que ganhar! A festa vai ser nossa! E o Hehashiro vai torcer pra gente também! XD

Hehashiro: Como líder dos The Strongest, essa é a minha obrigação! n.n'

David U.: A nossa família inteira vai torcer pra África do Sul! Ai de quem ousar ganhar da gente! ò.ó

Toshihiro: Acho que a torcida do Japão é a maior entre nós... (bando de japoneses fazendo uma pirâmide humana pra torcer pro seu país) Sinto muito, Nii-san, mas eu vou torcer pro Japão dessa vez.

Ken: É bom mesmo, sendo o vice-líder japonês... XD (Ken e Toshihiro sobem na pirâmide)

(Todas as torcidas cantam seus gritos de guerra ao mesmo tempo)

(O barulho é tanto que os vizinhos do cenário do off-talk começam a reclamar)

(Pirâmide japonesa desaba porque os beybladers se distraem e perdem o equilíbrio)

(Beybladers calam a boca para não serem expulsos de seu cenário)

Walfredo: Vocês têm vizinhos chatos, hein...

Spiky: É, parecem até o Capitão em véspera de missão...

(Ponta de uma espada no pescoço do Spiky antes que ele possa terminar de respirar)

Spiky: Opa, desculpa, chefe! Eu não falo mais isso!

(Espada volta ao seu lugar de origem)

(Seiya com cara de quem nunca atacou seu companheiro)

(Beybladers olhando do Seiya pro Koichi com uma sensação de deja vu)

(Koichi fingindo que não é com ele)

Lupo: Se a Itália ganhar esse ano nós vamos ser penta que nem o Brasil! XD

(Lupo é imediatamente atacado por todos os brasileiros fanáticos por futebol, incluindo o James)

Felipe: A Itália não vai ganhar! Não vai ganhar! Eu não vou deixar isso acontecer!

Luiz: Nunca! Nunca! Nem em um milhão de anos alguém vai alcansar a gente!

(Lupo abana uma bandeira branca embaixo de um montinho de brasileiros raivosos)

Lupo: Tá bom, tá bom! Eu desisto! Eu não falo mais nada! Friiiiiitz!

(Fritz passa pelo meio do montinho e resgata o Lupo como se aquilo fosse a coisa mais simples do mundo)

(Yaoi fangirls e as Frases Entre Parênteses têm um ataque histérico)

Felipe e Luiz: ¬¬''

Fritz: Vocês tem sorte que eu os salvei agora. (Beybladers sem entender porque ele está falando isso pra eles) Se o Lupo lutar a sério ninguém sobrevive. Ele não parece, mas é um assas...

Lupo: Eu tenho dupla personalidade! Quando a situação fica difícil meu lado violento toma o controle e eu destruo tudo! Vocês não querem me ver assim!

(Olhos do Lupo ficam com um brilho amarelado)

(Beybladers recuam)

Yoshiyuki: Voltei! XDDDDDDDDDD

(Yoshiyuki volta com um bolo gigante)

Yoshiyuki: Os nossos novos amigos querem bolo também? XDDD

Spiky: Eu quero! XD

Yoshiyuki: Vai ficar querendo! XDDDDDDDDDDDD

(Yoshiyuki engole o bolo todo de uma vez)

Yoshiyuki: BUUUUURP! XDDDDDDDD Agora a gente canta parabéns! XDDD

(Beybladers ficam olhando com cara de impressionados para o Yoshiyuki)

(Spiky chora porque ficou sem bolo)

(Beybladers decidem que é melhor cantar parabéns logo porque não é legal dizer "não" para uma criança fofinha que está de aniversário)

Franklin: Mas gente, o Yoshiyuki não é mais criança! O.O

Yoshiyuki: Como assim, não sou? XD

Franklin: You're thirteen, Yoshiyuki. Fucking thirTEEN. You're a bloody TEENAGER! ò.ó

Yoshiyuki: ! T.T NÃÃÃÃÃÃOOOO PODE SEEEEEERRR! T.T EU NÃO POSSO SER TEENAGER AINDA! T.T EU SOU FOFINHO DEMAIS PRA ISSO! T.T

Ken: Oh My God! O Yoshiyuki é adolescente! O.O

(Beybladers ficam apontando pro Yoshiyuki e mumurando "ele é adolescente!")

Herakles: Na verdade...

(Todo mundo pára pra olhar pro Herakles)

(Todo mundo meio que desvia o olhar porque a cara de cientista louco dele é assustadora)

(Yoshiyuki pára de chorar e se desperar para ouvir o que o Herakles pode dizer)

Yoshiyuki: Na verdade... O.O

Herakles: Idade é uma coisa arbitrária. Se o Yoshiyuki se sente uma criança, então ele é uma criança, não importa se ele já tenha 13 anos e esteja começando a espichar e tenha um único fio de barba e...

Yoshiyuki: (interrompe o Herakles antes que ele possa revelar mais características de adolescente sua) Exatamente! XD Se eu digo que sou criança, então eu sou criança e pronto! XDDD

Kenji: Isso mesmo, pai! XDDDD

(Kenji e Yoshiyuki voltam a sorrir felizes porque ambos são crianças felizes apesar de serem pai e filho)

Kouji: E para aqueles que acham confuso esse negócio dos beybladers atuais convivendo com a próxima geração, esperem o off-talk da fic de aniversário que – se tudo der certo – será postada no dia do meu aniversário – e que não, não é a minha fic de aniversário. n.n

Bubby: Vocês são mesmo meio confusos... O.õ

Ken: Não viu nada, cara... XD

(Ken e Bubby em uma mesa cheia de comida)

(Ken, Buddy, William e todos os beybladers togloditas começam um campeonato de quem come mais)

(Os convidados recém-chegados começam a recuar quando percebem que o campeonato de comilança começou)

(Beybladers não sabem muito bem o que fazer, mas vêem os convidades recuando e decidem imitá-los)

(Beybladers sobem na espaçonave pêra segundos antes de os beybladers comilões explodirem e explodirem a Terra junto)

Švejk: (Ainda desmaiado) Bubby... i.i

(Seiya decide virar piloto temporário e manda a espaçonave pêra para algum lugar longe da cena nojenta da explosão)

(Só que o Seiya não sabe pilotar muito bem a nave porque ele não é o piloto oficial, e o piloto oficial acabou de explodir a Terra e o co-piloto está desmaiado)

(A nave em forma de pêra finalmente aterrisa em algum lugar)

Rumiko: Onde nós estamos?

Walfredo: Vamos sair para ver!

(Beybladers e convidados descem da espaçonave pêra)

(Eles foram parar no meio de uma floresta)

Lupo: Olha lá!

(Lupo aponta pra algum lugar)

(Um dinossauro gigante olha para os viajantes do tempo)

Seiya: Uma palavra: FUJAM!

(Todo mundo entra de volta na nave)

(E ficam vagando pelo tempo-espaço até acharem um lugar conveniente para pousar e tentar impedir que a Terra exploda por causa de uma competição de comilança novamente)

(E as Frases Entre Parênteses resolvem deixar o leitor imaginar como isso pode acontecer porque o off-talk está quase tão cumprido quanto o capítulo e isso não deveria acontecer)

(Então as Frases Entre Parênteses se despedem dos leitores para poderem ir atrás das fangirls de Fritz/Lupo)

(E esperamos vocês no próximo off-talk!)

OWARI!


PS: Se vocês quizerem saber como são os personagens de History Walkers e mais detalhes sobre a história deles, vão lá no meu Deviantart, onde eu coloquei o desenho deles que eu fiz pra capa do meu caderno.

E se alguém quizer deixar comentários no site de Beyblade 2 ou contribuir de alguma maneira, é só mandar um e-mail pra um dos personagens e a gente adiciona você no grupo que tem acesso ao management do site. Chique, né?

James