Capítulo com Hentai: Crianças vocês já sabem que isso significa que a parte marcada é inapropriada para vocês, pobres mortais que ainda não atingiram as maravilhas da maioridade. Coisas como poderem serem presos, serem objetivamente responsáveis por suas dívidas sem poder recorrer a papai e mamãe e ler um monte de porcaria que o povo escreve na internet.
INTENÇÕES DE UMA DEUSA – CAPÍTULO 16
Assim que voltou a fechar a porta do quarto, Annely sentiu o coração apertar no peito. Não era medo de deixar a filha sozinha com ele, isso de forma alguma, no fundo ela tinha certeza de Kamus seria incapaz de fazer com que Kamily pensasse mal dela, ou tentasse usar a menina para feri-la de alguma forma. Seu medo era de si mesma. Do turbilhão de sentimentos que invadiram sua alma assim que pôs os olhos nele, mesmo quando ainda não tinha suas lembranças de volta. Foi assim que se sentiu quando o conheceu e foi assim sempre, ela era dele, ainda que não quisesse mais ser. Será que não queria mesmo?
Balançando a cabeça com força como se assim conseguisse tirá-lo da mente ela entrou no elevador e segui para portaria do hotel. Em frente ao prédio estava uma bela mulher que lhe abriu um sorriso e os braços assim que ela chegou.
- E então, como foi?
- Ai mãe! Foi... é isso que me importa. Falei o que tinha que falar, ouvi o que tinha que ouvir e pronto! Ele é pai dela, isso é um fato com o qual nós dois teremos que conviver, mas acho que... que...sei lá!
- Sabe, Nelly, eu já me senti exatamente assim como você, sabe quando?
- Não.
- Quando me encontrei com o seu pai depois de quatro anos separados. Na época em que ele foi expulso do Santuário, sei que agora se lembra disso.
- Lembro sim, e mãe, não quero que jamais pense que eu fiz qualquer mau julgamento de você. Sei o quanto as coisas foram difíceis para você e para o papai, eu esperei sempre, sabia que chegaria o dia que você me buscaria. Mas o que acontece comigo não é o mesmo que com você e o papai. Vocês dois se amam, sempre foram apaixonados, tudo que mais desejavam era ficarem juntos...
- E o que tem de diferente?
- Tudo! Eu vou me casar com outro. Você não ia se casar quando reencontrou o papai, ia?
- Bem, ir eu não ia mais, mesmo se fosse, quer saber? Eu não trocaria seu pai por ninguém e acho que você deveria fazer o mesmo.
- Mãe! Isso é conselho que se dê?
- É sim! Quando está em jogo a felicidade da minha filha e da minha neta, tenha certeza que é apenas esse o conselho que posso dar. Vai se casar com um cara com quem você nem conseguiu ir para cama, minha filha? Ele não te desperta nenhum interesse, Annely isso é muito sério, acredite.
- Mamãe olha a altura que a senhora está falando, estamos na rua... Você está agindo que nem o papai. – Annely estava vermelha de vergonha e segurava a mão pelo braço tentando fazê-la baixar o tom de voz.
- Annely me diz uma coisa, o que exatamente aconteceu entre você e o Kamus naquela boate?
Annely sentiu o sangue gelar. Porque será que as mães têm o maldito dom de saber tudo que acontece com seus filhos?
- Nada, a gente só se olhou e ai eu lembrei de tudo, foi só...
- E você está gaguejando para me contar isso. Que vocês só se viram? Me explica a calcinha rasgada na bolsa.
- A senhora vasculhou minha bolsa? Como pode, mãe! – Annely estava tão vermelha que mais parecia um tomate maduro. Realmente não acreditava que sua mão fora tão intrometida.
- Não vasculhei nada! A senhorita se esqueceu que saiu com uma de minhas bolsas? Eu precisei dela esta manhã acabei por encontrar sua calcinha dentro dela. Então. me diga, o que de fato aconteceu entre vocês?
- Tenho mesmo que explicar depois disso – A jovem mal conseguia encarar a mãe, sentia muita vergonha do que tinha feito, de fato Kamus tinha razão, naquela noite ela agiu como uma qualquer.
- E como foi?
- Mãe para com isso, foi um acidente e pronto. Vamos logo! Eu tenho horário.
- Annely para! Para! Não foi acidente, não foi errado, não foi descuido, não foi recaída, não foi nada além do reencontro de duas pessoas que se amam profundamente, o suficiente para fazer algo que nenhum tratamento médico conseguiu. Bastou ele voltar e tudo em sua mente voltou, porque será? Filha, quantas vezes você já me contou que sonhava com um rapaz com a exata descrição dele? Entenda que você mesmo sem memória, nunca se esqueceu dele. Annely, por Deus, como ainda pensa em seguir com o casamento? Nem mesmo sua filha gosta do seu noivo, eu acho ele chato, seu pai tem vontade de treinar golpes com ele, o Rafa diz que o respeita por ele gosta de você. Acorda, filha!
- PARA MÃE! – Annely abraçou mãe. A cada palavra dita por Alexandra, a menina repassava mentalmente os momentos felizes que passou ao lado do cavaleiro de Aquário, até mesmo as brigas, que sempre terminavam em beijos, foram lembradas. As lágrimas corriam livremente pelo rosto. No fundo tudo o que ela sentia era medo, medo de Kamus não sentisse por ela o mesmo que ela sentia. Que os anos pensando que ela havia morrido haviam sido suficientes para enterrar seu amor na geleira que ele havia se tornado. Ele foi tão seco com ela na boate, que ela achava impossível ter outro pensamento.
- Ele não me ama, mãe, não mais.
- Como pode dizer isso? Ele te disse isso?
- Não, mas eu sei que é assim. É pelo o que aconteceu na boate, e eu não quero falar disso, fico constrangida.
Alexandra afagou os cabelos da filha e lhe deu um beijo na testa.
- Então suba lá e diga a ele que o que você sente, o que sente de verdade! Assim você vai ouvir dele o que de fato tem que ouvir, para o bem ou para o mal. Depois disso Annely, você realmente estará livre para decidir se quer ou não se casar com Rian. Eu vou lhe apoiar qualquer que seja a sua escolha.
- Não posso a Kamily está com ele. Não quero atrapalhar os dois.
- Kami? O que ela faz aqui? Pensei tê-la deixado na mansão.
- Ela foi largada pelo Miriano que quer abusar da Luna. Os dois foram ao cinema. Tadinha da Luninha vai passar o filme todo lutando contra as mãos ágeis do escorpiano.
- Mesmo assim acho que você deve ir vê-lo. Peça para que ela desça, eu a levo para dar uma volta. Até para relação dela com o pai é melhor que a situação de vocês esteja resolvida.
- Mãe...
- Agora, Annely!
- Sim senhora.
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- Essa não é uma boa jogada.
- Fica quietinha, ta? Eu era campão de xadrez antes mesmo de conhecer sua mãe. Eu sou um mestre neste jogo.
- Tão bom mestre quanto você foi do tio Hyoga? Ele me contou que venceu você e que alcançou o zero absoluto antes de você também.
- É mesmo, ele te contou, é? Bom para ele!
- Pai você está apelando.
- Não estou e eu já disse para ficar quieta, está atrapalhando minha concentração.
- Deve ser muito triste pensar tanto para fazer uma jogada tão simples. O tio Hyoga já teria terminado.
- Kamily eu vou te colocar num esquife de gelo se você falar da porcaria do tio Hyoga mais uma vez.
- O tio Hyoga sabe como desfazer o esquife, ele me contou que...
- Sua pestinha! Está fazendo só para me provocar – Kamus segurava a menina pela gola da camisa enquanto ela ria displicentemente da falta de controle do pai.
- KAMUS! O que você pensa que está fazendo? Solta minha filha agora!
Annely havia entrado no apartamento no momento em que ele havia se descontrolado. A moça pegou a filha no colo e essa se aninhou imediatamente na mãe enquanto mostrava a língua para o cavaleiro.
- Eu vou te ensinar a me respeitar, mocinha!
- Não vai não! Pelo menos não desse jeito. Ela não é um discípulo, é sua filha.
Annely pôs a filha no chão e explicou que precisava conversar sério com Kamus e que por isso ela deveria ir embora com a avó. O cavaleiro ficou contrariado com a notícia, por mais que a menina o estivesse testando, ele realmente estava feliz com a companhia dela. Ela era exatamente como ele em sua idade e ele sabia que logo acharia as formas corretas de se aproximar dela.
- Já que é assim depois a gente termina o jogo. Pai, pense direitinho na jogada que você estava fazendo, eu sei que posso confiar em sua inteligência.
- Suma daqui menina! Depois a gente acerta nossas contas.
A menina saiu saltitante pela porta deixando os pais em um ambiente desconfortável. A tensão entre eles era algo quase tangível.
- Ela estava certa! Se eu tivesse movido minha peça como havia pensado ela me daria check-mate.
- Kamily é muito boa em xadrez. Foi o Hyoga que ensinou.
- Não fala nele, sério! É muito frustrante pensar que um moleque daqueles tem a total devoção da minha filha enquanto ela me escracha.
- Louis, ela te adora! Pergunte para o Hyoga o quanto ela ficava fascinada com as histórias que ele contava sobre você? Era a pessoa que ele mais queria conhecer na vida, até mesmo do que o pai. O poderoso Cavaleiro de Ouro de Aquário que nasceu no mesmo dia que ela. Ela tem fascínio por você, ela só está te testando porque quer ver se tudo o que dizem de você é verdade.
- Mesmo?
- Juru – A jovem cruzou os dedos sobre os lábios beijando-os para provar que o juramento era sincero.
- Achei que tinha horário no bifê. Ficou com medo que eu não conseguisse ser pai?
- Não. Tenho certeza que você se daria bem, ainda que tropeçasse no começo.
- Então, por que voltou?
- Porque minha mãe mandou.
- Que?
- Isso! Eu voltei porque minha mãe mandou – De fato, ela não estava mentindo.
Kamus gargalhou. Aquilo era ridículo. Como assim a mãe mandou que ela voltasse?
- Eu estou falando sério, para de rir.
- Ah não, Annely! Não abusa! Como assim sua mãe mandou? O que ela tem a ver com isso?
- Ela me disse que eu deveria resolver as coisas com você antes de me casar – Ela falou de uma vez de forma que ele quase não entendeu o que ela havia dito.
- Não temos nada para resolver. Nada além da Kamily.
- É o que você realmente pensa? Tipo... É o que você sente por mim? Nada?
Ele sentiu a boca secar com a pergunta, não queria responder aquele questionamento, pois ele não sabia a real resposta. É claro que ele sentia tudo, menos nada! Sentia-se magoado, triste, decepcionado, sem saber o que fazer, ciumento, raivoso... Deveria ser proibido perguntar a um homem de aquário o que ele sente.
- Aonde quer chegar com isto?
- Só quero uma resposta. Saber o que você sente é importante para mim! Para que eu tome minhas decisões.
- Porque o que eu sinto muda as suas escolhas?
- Para com essa mania insuportável de reverter as perguntas. Você é sempre furtivo quando tento falar do nosso relacionamento.
- Que relacionamento? Achei que tínhamos terminado? Isso tem uns cinco anos, não?
- É assim que você quer jogar, Kamus? Então está bem! Eu vou sair por aquela porta e me escute bem, você não terá mais chances para dizer nada, nada mesmo!
- Já vai tarde!
- Ótimo! Estou indo – Ela estava chorando de raiva e desapontamento. Queria bater em sua mãe por tê-la forçado a passar por isso. Ela já sabia que ele agiria assim, demonstrou claramente isso durante o encontro na noite passada, então para que ela foi insistir? Saiu batendo a porta com força, só queria sumir dali e, se desse, queria sumir do mundo também.
Ela chegou a ouvir a porta do quarto se abrindo, mas não se deu ao trabalho de olhar para trás. Não queria ter que enfrentar a cara de escárnio dele diante do seu sofrimento.
- Eu te amo! – Ele disse baixo, mas e um jeito que ele teve certeza que ela escutou, depois imediatamente voltou para o quarto fechando novamente a porta.
- Desgraçado, filha de uma puta! – Ela praguejou. Porque ele tinha que fazer as coisas acontecerem da forma mais difícil? – Louis, eu não vou voltar! Se quiser venha me buscar aqui! Eu estou falando sério, já chamei o elevador, o que eu disse ainda está de pé!
O elevador chegou e, mesmo que um pouco sem certeza, ela entrou determinada a ir embora. Afinal ele já estava abusando da sorte.
- Sabe qual é a vantagem de ser um cavaleiro de ouro, cherrie? Posso ser mais rápido que seus pensamentos e muito mais rápido que um elevador!
Annely estava de boca aberta. Kamus estava dentro do elevador, de braços cruzados e com um sorriso cinicamente tentador nos lábios.
- Agora me diga, Annely, o que sente por mim? Sua resposta é muito importante para eu tome minha decisão de tomá-la aqui dentro eu de ser mais bonzinho e levá-la até minha cama.
- Eu não consigo falar! – Ela disse sentindo-se sem ar.
- Consegue sim, vamos, apenas diga... – Ele disse se aproximando dela, permitindo que seus lábios se tocassem, mas sem iniciar o beijo.
- Qual resposta me leva para sua cama?
- Diga que me ama, Annely Ilíria...
- Eu te amo...
Os lábios finalmente se deram ao direito de se tocaram para um beijo profundo e apaixonado. Annely instintivamente fechou os olhos e só voltou a abri-los quando sentiu o corpo se apoiar em um colchão macio.
- Eu disse que sou rápido... mas sei fazer o que é certo bem devagarzinho também – Ele falou enquanto se acomodava sobre ela para aprofundar ainda mais o beijo. Dos lábios ele foi até o pescoço delgado causando arrepios por onde sua boca passava. Os beijos eram alternados com leves mordidas que arrancavam gemidos da jovem. – Você é cantora, não é?
- Porque está me perguntando isso agora? – Ela perguntou com a voz embargada pelo prazer de tê-lo sobre si.
- É que você é profissional então não quero que critique a minha performance. E se contar para o Miro que eu ouço Backstreet boys e esqueço que você é mãe da milha filha. Estamos entendidos? – Ele perguntou dando uma mordida um pouco mais forte na pele entre o ombro e pescoço.
- Simmm
Hauahuuhaahhahuahhahhauah Eu sou má que nem a Hera. Pessoal abaixo de 18 vai ficar sem saber qual á a música. Voltem a ler no próximo comentário em negrito.
Ele voltou a beijá-la nos lábios de forma doce e delicada, mas ao mesmo tempo profunda. Enquanto mantinha suas bocas unidas ele passou a desabotoar a blusa estilo japonês que a garota estava usando. Quando o sutiã já estava à mostra, ele novamente largou os lábios e começou a sussurrar no ouvido dela sem de descuidar da tarefa de despi-la.
-When we turn out the lights... The two of us alone together
- Nossa! eu amo essa música.
- Se disser que prefere a voz do AJ eu paro agora! – Ele falou rindo.
- Prefiro você em todos os sentidos.
- Para de conversar que estraga o clima. – Falou terminando de desabotuar a blusa e começando a descer as carícias até o vale entre os seios firmes. - Something's just not right...
Com delicadeza ele suspendeu o corpo dela para ter acesso à abertura do sutiã. Depois de se livrar de peça incomoda ele se deliciou com cada um dos montes dando atenção especial aos bicos enrijecidos. Ele estava inebriado com o fato de voltar a sentir o gosto dela. Ouvi-la gemer a cada toque seu era um prazer indescritível. Enquanto trocava os beijos entre um seio e outro ele continua a sussurrar a música.
- But girl you know that I would never ever let, another's touch, come between the two of us...
Saciado com seu desfrute, ele novamente voltou a descer as carícias, apossando-se da barriga. Ele a sentia com a língua e com os dentes. Annely sentia que cada célula do seu corpo estava em chamas, apreciando o quanto era bom ser possuída por ele. Sem parar com seus carinhos ele começou a retirar a calça que ela vestia, mas antes ele se pos de joelhos para retirar-lhe as botas.
- 'Cause no one else will ever take your place...
Com ela já descalça dele começou a massagear seus pés e a beijá-los
- No one else comes close to you... No one makes me feel the way you do...
Depois continuava a retirar a calça de uma forma tão delicada que ela mal sentia a aspereza do tecido, pois logo as mãos macias do rapaz dominavam seu corpo causando-lhe grande prazer.
- You're so special girl to me... And you'll always be eternally...
- Louis – Ela sussurou ao sentir os lábios dele sobre suas pernas; em sua virilha; se aproximando cada vez mais...
- Every time I hold you near... You always say the words I love to hear... – Ele falou arrenado a tecido branco da calcinha para o lado beijan-do delicadamente a carne antes de tomá-la com volúpua. Ouvi-la germar alto de prazer e pedi-lo que não parasse e que ele a sugasse cada vez mais, só aumentava seu deileite, fazendo que por pouco ele não perdece seu controle. Enquanto continuava a prová-la ele mantia os sussurros que carrgavam a letra da música.
- Girl, with just a touch, you can do so much... No one else comes close...
Ele a levou até o prazer máximo e só assim se deu por satisfeito com os carinhos que aplicava. Ele voltou a beijar sua barriga e subiu com os beijos até novamente se apoderar dos seios túrgidos com o mais profundo prazer. Ao mesmo tempo em que seus lábios trabalham seus dedos se apossaram da cavidade úmida entre as pernas de Annely. Era maravilhoso perceber o que seus toques eram capazes de fazer com o corpo dela. Ele fazia leves movimento de vai e vem preparando-a ainda mais para recebê-lo por completo.
- O resto eu canto quando você despertar completamente satisfeita em estar nos meus braços... – Ele falou antes de voltar a beijar-lhe a boca com vontade. O beijo refletia todo o desejo que ele estava se contendo em guardar só para entregá-la no momento mais oportuno.
Ele se levantou da cama para despir-se, mas logo retomou seu lugar sobre ela. Com as mãos, ele afastou suas pernas e se posicionou entre elas, mas, para sua surpresa, Annely inverteu as posições ficando sobre ele. No instante seguinte ele sentiu uma pequena mão sobre seu membro conduzindo-o até a entrada umedecida. Ele gritou quando sentiu seu corpo ser lançado para dentro dela, estar com ela era sempre um prazer indescritível.
Ela se movimentava rapidamente sobre ele, os dois gemiam e falavam obscenidades de todos os tipos só para aumentar a luxuria que dominava o ambiente. Quando Kamus sentiu que seu corpo estava perto de alcançar o ápice ele a segurou pela cintura para que as estocadas fossem ainda mais fortes e prazerosas, mas negou-se a inverter as posições. A visão do rosto dela com os olhos fechados e a pele vermelha, reflexos do seu regozijo com aquele ato, o seios se movimentando no ritmo do sexo que faziam. Não havia lugar no mundo melhor do que aquele sob a coisa que ele mais amava na vida.
O gozo chegou para ambos em harmonia total. Annely sentia os olhos lacrimejarem de tanto prazer. Os dois se sentiam completos. Não havia mais dúvidas, mais mágoas, nada! Estavam como sempre deveriam estar, juntos e realizados.
E ai pessoal, qual é a música? Olhem a nota final depois do capítulo e descobriam o quanto o Kamus sabe ser romântico quando quer.
Annely se jogou sobre Kamus completamente exausta. Ele a abraçou e assim ficaram esperando que seus corpos voltassem ao normal.
- Porque você faz sempre tudo do jeito mais difícil? – Ela perguntou mexendo com uma mecha do cabelo azulado entre os dedos.
- Por que se eu escolhesse o jeito fácil, não seria tão gostoso. – Ele respondeu dando um beijo na testa, se aconchegando para se entregar ao sono que começava a se tornar insistente. Ela fez o mesmo e também se aconchegou mais entre os braços dele.
Dormiram um sono tranqüilo sem imaginar que alegria dos dois era fúria para a deusa que a tudo observava, mas do que nunca ela sabia que não mais poderia adiar seus planos. "Não tenha tanta certeza de que realmente acordará do lado de sua amada, cavaleiro. Acho que será bem interessante acordar com a sua bela voz cantando em meu ouvido Huahuhuahuaudhuahuahu"
Continua...
Nossa! Depois de não sei quantos meses eis que estou de volta! Espero que não tenha feito ninguém desistir de acompanhar o fic devido a demora. Mas eu estou me comprometendo a não demorar tanto para postar o próximo capítulo. A risada maléfica da Hera é minha singela homenagem a Marf que adora esse jeito alegre que a deusa tem de ser. Muito obrigada a todos pelas reviews, a partir deste capítulo eu passarei a agradecer os comentários pessoalmente pelo replay.
Uma beijão a todos, obrigada pela paciência.
LuanaRacos
Música – No one else comes close. Backstreet boys
When
we turn out the lights
Quando
apagamos as luzes
The
two of us alone together
Nos
dois juntos e sozinhos
Something's
just not right
Alguma
coisa não muito certa
But
girl you know that I would never
Mas
você sabe que eu nunca
Ever
let another's touch, come between
the two of us
Deixaria
que outro toque viesse a se por entre nós
'Cause no one else will ever take your place
Porque
ninguém nunca irá tomar o seu lugar
CHORUS
(Refrão)
No one else comes close to you
Ninguém chega perto do que você é
No one makes me feel the way you do
Ninguém
me faz
sentir o que você faz
You're
so special girl to me
Você
é tão especial para mim
And
you'll always be eternally
E
será eternamente
Every
time I hold you near
Toda
vez que eu te abraço deixando-a bem perto
You
always say the words I love to hear
Você
diz sempre as coisas que eu adoro ouvir
Girl
with just a touch you can do so much
E
com um simples toque, você pode faz tanto
No
one else comes close
Ninguém
chega perto do que você é
And
when I wake up to
E
quanto eu acordo
The
touch of your head on my shoulder
O
toque da sua cabeça no meu ombro
You're
my dream come true, oh yeah
Você
é como um sonho realizado
Girl
you know I'll always treasure
Você
sabe que eu sempre apreciei
Every kiss and everyday
Cada beijo todos os dias
I'll love you girl in every way
Eu vou te amar de todas as formas
And
I always will, 'cause in my eyes
E
eu sempre irei, porque na minha mente
No one esse comes close to you
Ninguém
chega perto do que você é
(Repete
o refrão)
