Traduzido por Ingrid Freitas

Revisado por Bárbara Nogueira

Betado por Vivian

CAPITULO 15

As próximas semanas passaram em um borrão de Edward: aulas, estudar, Edward, jogos de futebol, e, é claro, Edward, e antes que eu sabia, era o final de outubro. Por sorte continuamos a ganhar todos os nossos jogos, nossas chances de acabar no Campeonato Nacional estavam ficando cada vez maiores e Edward tinha um grande tiro no Heisman.

O dia dos Pais foi se aproximando e meu pai tinha de repente decidido que precisava tornar-se conhecido. Os pais de Edward estavam chegando no meio da semana, enquanto meu pai estava voando na manhã de sexta. Fomos todos jantar juntos naquela noite.

Eu estava definitivamente mais do que um pouco nervosa. Até o momento que a manhã de quarta chegou, eu estava um caco. Eu tentei não dar bandeira para Edward, mas ele percebeu de qualquer maneira. Ele era doce e reconfortante, mas não ajudou. Eu só encontrei seus pais uma vez, enquanto eles pareciam legais, uma verificação de antecedentes também havia sido executada em mim. Mas eu continuava no escuro nisso.

Quando acabaram as minhas aulas na quarta de manhã, fiz o caminho de volta para o apartamento de Edward, encontrando-me com ele para o almoço. Eu usei a chave que ele tinha me dado, que se recusou a tomá-la de volta para deixar-me entrar.

"Edward?". Eu o chamei e ouvi o que eu pensava ser a sua voz vinda do quarto. Estava prestes a puxar a minha chave para fora da porta, quando eu olhei para ver seus pais por ali. Eu congelei, minha mão ainda sobre a fechadura.

"Bella, como é bom ver você", Esme exclamou, sorrindo amplamente.

"Olá, Sra. Cullen", eu disse timidamente, finalmente puxando a minha chave da porta e fechando-a.

"Oh, você sabe que pode nos chamar de Esme e Carlisle. Não há razão para ser tão formal." Falou me puxando para um abraço.

"Desculpe Esme," eu murmurei e olhei para o pai de Edward. "Olá, Carlisle."

"Oi, Bella. É bom ver você de novo", ele respondeu, sorrindo carinhosamente.

"Eu não sabia que vocês dois estariam aqui tão cedo, eu pensei que Edward tivesse dito que seu voo chegaria mais tarde."

"Nós chegaríamos, mas conseguimos pegar um voo mais cedo. Enviei um SMS avisando a Edward. Estávamos apenas verificando como as coisas estavam no apartamento. Se é necessário fazer qualquer tipo de manutenção, enquanto nós estamos aqui, uma vez que são tecnicamente nossos territórios," Carlisle brincou.

Eu arregalei os olhos um pouco enquanto processava essa informação. Edward não alugava este apartamento, seus pais eram os donos. Mas que merda. Eu me encolhi internamente, pensando sobre o estado do quarto e quanto as minhas coisas estavam jogadas por lá. Eu sabia que a cama parecia que duas pessoas tinham apenas tido sexo selvagem nela, principalmente porque fizemos sexo selvagem naquela manhã. Eu estava esperando ter alguns minutos para endireitar as coisas antes que eles chegassem. Não foi possível.

E minhas coisas foram aos poucos, mas seguramente, se acumulando por aqui. Edward estava mais do que feliz por eu trazer algumas roupas e outros itens comuns de cama e higiene, para que eu pudesse passar as noites aqui. Eu não conseguia me lembrar da última vez que eu realmente dormi na minha cama. Não que eu me importasse, mas eu não tinha ideia do que os seus pais pensam sobre mim, dormindo com seu filho. E no apartamento deles, aparentemente.

Eu estava assustada com meus pensamentos, quando escuto a porta de novo e fui saudada com a visão de Edward. Ele sorriu para seus pais e para mim, abraçando-os, e depois veio beijar minha bochecha.

"Desculpe, eu não estava aqui para atender vocês", ele disse. "Minha aula acabou mais tarde do que eu esperava."

"Isso não é problema, querido. Seu pai e eu estávamos verificando se tudo estava bem e isso nos deu alguns minutos para conversar com Bella." Esme sorriu para nós dois. "Vocês dois têm tempo para um almoço?"

"Claro que eu tenho tempo para isso. Bella?"

Eu balancei a cabeça. "Sim, minha próxima aula só começa às duas."

[...]

Fomos para Trudy, uma conhecida cadeia de restaurantes mexicana local. Tanto quanto eu queria um de seus Martines mexicanos, decidi que não era a melhor ideia ficar bêbada na frente dos pais de Edward.

O almoço parecia ir bem. Seus pais estavam interessados em saber como estava à busca de um agente e como ele estava se sentindo com a temporada até agora. Eles também perguntaram mais sobre mim, interessados no que eu planejava fazer após a graduação e em quais escolas de pós-graduação que eu estava pensando. Eles pareceram satisfeitos quando mencionei Northwestern, e eu não pude deixar de notar o enorme sorriso no rosto de Edward.

Perto do final do almoço, Edward recebeu um telefonema de um dos treinadores de ataque e saiu da mesa para ouvir melhor.

"Bella?" Esme chamou, enquanto eu tomava um gole do meu refrigerante. Eu olhei para ela. "Será que Edward mencionou alguma coisa sobre a verificação que pedimos para o nosso advogado fazer sobre você?"

Eu quase engasguei com minha Coca-Cola. "Hum, não," eu gaguejei. "E-ele não mencionou isso."

Ela assentiu com a cabeça. "Ótimo. Eu tinha pedido para ele não falar, apesar de eu saber que você já saberia sobre isso. Mas queria ser capaz de explicar por mim mesma."

"Tudo bem", eu disse baixinho, quando ela fez uma pausa.

Ela tomou uma respiração profunda. "Eu sei que nos conhecemos no jogo de futebol no início deste ano". E eu quero que você saiba que nada que você fez lá levantou nenhuma bandeira para nós. Você parecia muito doce e genuína. Pareceu que você não sabia que éramos os pais de Edward, mas você tem que entender que há algumas atrizes muito talentosas e astutas lá fora.

"Nosso filho é bastante conhecido no campus e teve sua parcela de mulheres que fizeram de tudo, eu estremeço só de pensar. Mas não passaram de interesses passageiros, então quando ele começou a falar sobre você, eu sabia que você era especial. Não tenho certeza se Edward lhe disse, mas os Cullen são também uma proeminente família em Chicago. Eles começaram no negócio de aço na 2º Guerra Mundial. Nós não estamos mais nesse negócio, mas a família é ainda muito ricae conhecida em certos círculos sociais."

Eu meio que olhei para os dois, minha mente correndo com mil pensamentos por minuto. Edward certamente tinha feito um bom trabalho em esconder o dinheiro de sua família de mim. Isso realmente não importa, mas teria sido bom não ser golpeada por toda esta informação.

Eu só balancei a cabeça, sem saber o que dizer.

Esme estendeu a mão e cobriu minha mão com a dela, apertando suavemente. "Nosso filho é muito importante para nós, Bella. Este histórico familiar não é difícil de descobrir. Nunca estamos completamente certos das motivações das pessoas que se aproximam de Edward. Lamento que você descobriu sobre a verificação de antecedentes que fizemos em você, mas você tem que saber que foi só no melhor interesse do nosso filho. Nós temos que protegê-lo, de qualquer maneira que pudermos. Nós ainda verificamos Emmett e Jasper, não que qualquer um deles, ou Edward, saibam disso. Realmente foi apenas uma precaução. Isso faz sentido? "

"Eu entendo sobre o desejo de proteger Edward. Ele é seu filho e eu posso ver porque você iria querer fazer isso. Espero que nada apareça para fazer você duvidar da minha motivação para estar com ele."

"Oh, não! Bella, querida, você é sonho de todos os pais! Tudo que veio mostrou que você é uma jovem incrível. Toda vez que falava com Edward, ou um dos outros meninos, eles só contavam coisas brilhantes sobre você. Querida, você tem sido tão boa para ele. Posso dizer o quanto mais focado ele está com sua escola e no campo. Você traz o melhor nele."

"Isso é muito verdadeiro", Carlisle entrou na conversa. "Mesmo aqui nessa uma hora de almoço, eu posso ver um lado de Edward que ele nunca mostrou antes. Ele realmente ama você, e está fazendo tudo que pode para se certificar de que você está feliz. Ele quer dar-lhe tudo que você quer, então ele está determinado a não mexer em qualquer aspecto de sua vida para garantir isso."

Corei em suas palavras, ridiculamente feliz por eles, mas também envergonhada por seu louvor. "Eu faria qualquer coisa por ele também. Ele é a melhor coisa que já me aconteceu. Ele é muito fácil de amar", eu disse calmamente, e corei novamente diante de seus sorrisos brilhantes.

Eu senti Edward atrás de mim quando ele voltou. Ele beijou o topo da minha cabeça. "Você é muito fácil de amar também", ele sussurrou enquanto se sentava. Eu senti meu rosto em chamas novamente e joguei meu cabelo para frente quando ele riu de mim. "Tão fácil fazer você corar", ele brincou e eu o chutei debaixo da mesa. "Desculpe por isso, eu perdi alguma coisa?"

"Não, nós estávamos apenas conversando com Bella", sua mãe disse suavemente,piscando para mim. Eu não podia deixar de sorrir de volta para ela, que obviamente gostava de mim, por isso eu estava realmente agradecida. Eu não sei se eu teria tido uma chance se seus pais não tivessem aprovado.

"Seu voo de retorno é no domingo à noite, não é?" Eu perguntei quando estávamos andando de volta para o carro. Tanto Carlisle quanto Esme assentiram. "Esme, hum, você tem planos para a manhã de domingo?"

"Nada que eu possa lembrar. Por que pergunta?"

"Bem, é... Que vai ter um evento de manhã na minha casa da irmandade, coisa de mãe e filha. E eu, bem, eu não estava pensando em ir, mas... você quer ir comigo?"

Ela sorriu para mim, virando-se para me abraçar com força. "É claro que eu vou. Isso parece maravilhoso, Bella. Obrigada por me convidar."

Eu sorri de volta, realmente animada para finalmente ter alguém para ir comigo a um dos muitos eventos mãe e filha do grêmio, que acontece todo ano. O sorriso de Edward era contagiante, ele apertou a minha mão assim que sua mãe me soltou. Ele me puxou contra seu lado, sussurrando em meu cabelo que me amava.

[...]

Na tarde de quinta-feira, Edward e eu caminhamos até a minha casa da irmandade para deixar meus livros antes de voltar para seu apartamento, para ter um jantar tranquilo com seus pais. Eles estavam hospedados num hotel, mas sua mãe queria cozinhar para ele, enquanto estava aqui.

Nós entramos de mãos dadas, eu comecei a subir as escadas quando a voz de Jessica me parou.

"Ei, Bella? Sua, uh, mãe está aqui?" ela meio disse e meio me perguntou. Seu rosto era a confusão total, o que era compreensível, já que eu disse a todos que eu não tinha uma mãe.

"O que?" Eu perguntei sem entender. Edward se virou para mim, perplexo.

"Aí está minha bebê!" uma voz irritantemente estridente chamou e uma mulher se aproximou em um borrão. Ela me agarrou e me abraçou forte, enquanto eu me contorci para sair de seu alcance. Eu me afastei bruscamente. Eu finalmente fui capaz de dar uma boa olhada nessa mulher e fiquei chocada ao perceber que ela realmente era a minha mãe.

"Renée?" Eu disse incrédula.

"Oh, Bella", ela zombou, "você sabe como me chamar melhor, bobinha." Ela virou o sorriso predatório para onde Edward estava de pé, olhando como um cervo pego nos faróis. "Você deve ser o famoso Edward Cullen", ela ronronou. "Quarterback do time de futebol e namorado da minha filha! Já a vi torcendo por você nos jogos. A câmera certamente te ama. Sou Renée Higginbotham, mãe de Bella." Ela estendeu a mão para ele e eu praticamente me joguei entre eles. Não havia nenhuma maneira que eu queria Edward perto dessa pessoa que se dizia minha mãe.

"Edward tem que ir. Ele está atrasado. Para uma reunião." Eu comecei a empurrá-lo para a porta, quando ele pareceu surpreso e um pouco confuso. Ele me deixou levá-lo de volta. Puxei a porta aberta e rapidamente saí com ele, batendo a porta.

"Bella, o que-"

"Eu sinto muito, eu só... Eu não a quero em qualquer lugar perto de você. Eu não tinha ideia de que ela sabia onde eu estava, e muito menos que ela ia simplesmente aparecer sem avisar. Preciso falar com ela e descobrir o porquê ela está aqui, mas, por favor, eu preciso fazer isso sozinha, ok?"

Ele passou a mão ao longo da minha bochecha. "Qualquer coisa que você quiser menina bonita. Você tem certeza de que vai ficar bem? Você não quer que eu fique apenas para dar apoio moral?"

"Não, não, eu vou ficar bem. Eu te ligo mais tarde, prometo." Eu levantei na ponta dos pés para beijá-lo e virei a cabeça para dentro. Olhei por cima do ombro. "Eu te amo".

"Eu também te amo", ele sorriu.

Eu voltei para dentro, minha mãe estava esperando com um sorriso falso estampado em seu rosto. "Minha nossa. Esse é um menino muito bonito que você tem. Agora, por que você queria que ele saísse tão rapidamente? Eu nem sequer tive a chance de conhecer adequadamente o seu namorado", ela estava me provocando.

"Oh, vamos cortar a merda, Renée. O que você está fazendo aqui?" Eu rosnei.

"Isso não é maneira de falar com a sua mãe! Eu a criei melhor do que isso."

"Você não me educou. Você me deixou quando eu tinha dez anos;! Meu pai me criou Não você. Agora, o que você quer..?" Eu gritei.

Ela me olhou por um momento se recompondo. "Tudo bem, Isabella. Eu vi você na TV com esse menino e pensei que poderia vir e dar-lhe algumas indicações e me certificar de que você ficará com ele. Ou pelo menos terá o que merece dele."

Meus olhos estavam arregalados como pratos. "O que? Você perdeu o seu atual garoto brinquedo e papai de açúcar, então agora você quer o meu? É isso? Isso não é o que é! Edward e eu temos um relacionamento real. Temos verdadeiros sentimentos um pelo outro e se funcionar, fantástico. Se não, então é assim que vai ser. Eu não estou procurando prendê-lo em nada!"

Ela suspirou e me deu um olhar de pena. "Querida, ouça. Agora você é jovem com o mundo inteiro aos seus pés. Confie em mim, em dez anos ele vai te trocar por uma versão mais nova e ninguém vai trazer esses dias de volta. Você vai ser apenas mais uma mulher envelhecida, lutando para pagar as despesas. Só estou sugerindo que uma possível gravidez bem-cronometrada com um casamento rapidinho, pode ser muito vantajoso para você. Perceba que sua família está nessa, também. Você pode fazer muito melhor do que eu fiz."

Meu estômago agitou. "Você realmente acha que eu faria algo assim? Enganá-lo para se casar comigo? Deus, você é doente. Saia. Saia, e eu não quero nunca mais ver ou ouvir de você novamente. Nunca!" Eu caminhei até a porta, empurrando-a e olhando para ela.

"Bella", ela começou, mas eu a cortei.

"Saia," Eu disse em uma voz baixa e ameaçadora. Ela suspirou de novo e caminhou para a porta.

"Você poderia ter feito uma péssima escolha de namorado. Você não sabe o quão bom é você tê-lo agora. Adeus, Bella", ela murmurou enquanto ela passava. Bati a porta e comecei a gritar em meu quarto. Eu desabei na minha cama e comecei a chorar com raiva. Eu estava furiosa por ela ter sugerindo que eu era capaz de tal coisa, e fiquei ainda com mais raiva de mim mesma por deixá-la chegar a mim desse jeito. Ela não merecia minhas lágrimas. Ela me deixou 11 anos atrás, e eu tinha jurado que ela nunca iria ter qualquer tipo de poder sobre mim novamente. Eventualmente, eu caí no sono, acordei algumas horas mais tarde com o meu telefone tocando.

Eu me atrapalhei com a minha mochila para encontrá-lo, respondendo apenas quando a ligação foi para a caixa postal.

"Bella?" A voz preocupada de Edward flutuou para mim.

"Ei, desculpe, por não te ligar mais cedo. Adormeci."

"Baby, você está bem?"

Sorri com a sua preocupação. "Eu estou bem, eu só tenho uma dor de cabeça. Eu não acho que eu vou poder ir para o jantar. Eu realmente sinto muito."

"Tudo bem, amor. Você tem certeza de que está bem? Eu poderia ir ai."

"Não, você deve sair com seus pais. Eu vou ficar bem, realmente. Vou tomar Tylenol ou algo assim."

"Você ainda vai vir mais tarde?"

"É claro. Eu não acho que eu poderia dormir a noite toda na minha própria cama, mesmo que me pagassem um milhão de dólares. Eu te ligo mais tarde, ok?"

"Ok, baby. Você sabe que eu te amo, né?"

"Eu sei. Eu também te amo. Tchau, querido."

"Tchau, menina bonita."

[...]

Mais tarde naquela noite, Rose estava voltando para o apartamento dela e eu peguei carona para Edward. Eu fiz meu caminho até seu apartamento e, em vez de apenas entrar, eu bati. Eu não tinha ligado antes de vir, então eu não estava inteiramente certa do que ele estava fazendo.

Edward abriu a porta e caí em seus braços. Eu o senti colocá-los em torno de mim, me segurando. Eu pressionei meu rosto em seu pescoço, inalando seu aroma delicioso. Ele mudou uma mão para embaixo do meu queixo e inclinou meu rosto para ele.

Suas sobrancelhas estavam baixas e a preocupação preencheu seus olhos. "Você estava chorando, amor. Que aconteceu? Você está realmente bem?"

"Eu não quero entrar em detalhes, mas apenas vamos dizer que ela provou que eu não sou sua filha. Estou meio exausta, podemos ir para a cama?" Perguntei-lhe em voz baixa.

Ele simplesmente balançou a cabeça e pegou a minha mão, me levando de volta para o quarto. Lentamente, despiu-se e subiu na cama, Edward envolveu-se em torno de mim. Ele beijou minha orelha e sussurrou: "Eu te amo, Bella."

Eu me contorci para poder beijar sua mandíbula e sussurrar: "Eu também te amo, Edward."

Eu faltei à aula, na manhã seguinte, focando-me em Edward e na minha necessidade dele. Eu queria me perder na sensação de seu corpo contra o meu, dentro do meu. Para prová-lo e ouvir seus gemidos e suspiros de satisfação.

Eu o montei, beijando ao longo de seu pescoço e mandíbula. Eu pressionei minha umidade contra sua ereção matinal e fui recompensada com um suave gemido de prazer dele. Suas mãos subiram para segurar meus quadris com força, e eu gemia quando eu me levantei e deslizei por cima dele.

Comecei montando-o a sério, subindo por seu comprimento e batendo de volta para baixo, precisando senti-lo profundamente. Edward gemeu, mas agarrou meus quadris, me impedindo de me mover. Deixei escapar um som de protesto e os olhos ainda sonolentos encontrando os meus.

Ele mudou uma mão para tocar a minha bochecha e queixo delicadamente puxando-me para beijá-lo. Sua língua varreu a minha suavemente enquanto languidamente me beijou sem sentido. Sua outra mão ainda me segurou imóvel, e eu calmamente vocalizei minha discordância.

Finalmente, eu levantei a minha boca da dele. "Ame-me, Edward", eu implorei, balançando os quadris inutilmente.

Ele rolou sobre nós, colocando-me em minhas costas. Ele beijou levemente ao longo do lóbulo da minha orelha, encontrando o local logo atrás que me deixou louca. "Eu te amo, Bella. Assim como nenhum outro", ele respirou e empurrou dentro de mim. Nós dois gemíamos quando começamos a caminhar juntos, unidos como um.

[...]

Eu estava nervosa para o jantar naquela noite, meu pai e eu tínhamos passado algum tempo vagando pelo campus naquela tarde. E agora estávamos à espera de Edward e seus pais para se juntarem a nós no restaurante. Poucos minutos depois chegamos, entramos, eu sorri e apresentações foram feitas pouco antes de nos sentarmos.

Notei que Edward parecia um pouco ansioso e peguei sua mão na minha debaixo da mesa. "Você parece um pouco desconfortável. Tudo bem?" Perguntei-lhe em voz baixa. Ele apenas acenou com a cabeça e sorriu com força para mim, e eu decidi que era provavelmente apenas devido ao fato de que meu pai estava aqui.

O garçom anotou nossas bebidas, quando ouvi uma voz que eu esperava, em vão, nunca mais ouvir de novo.

"Bem, aqui estão vocês!" a detestável voz de minha mãe soou, e eu olhei rapidamente para vê-la indo direto para nossa mesa. Eu congelei absolutamente chocada ao vê-la novamente. Eu ouvi meu pai respirar fundo quando ele a reconheceu.

"O que você está fazendo aqui?" Eu falei, minha voz fria e dura. Eu vi tanto Esme quanto Carlisle olharem para ver qual era a comoção.

"Acontece que eu fui convidada para este jantar, Isabella", ela respondeu com altivez.

Virei-me para o meu pai, incrédula. "Pai?"

"Eu-eu... Renée?" ele gaguejou.

"Desculpe-me, mas quem é você?" Esme interrompeu.

"Sou Renée Higginbotham, mãe de Bella", ela disse, estendendo a mão. "Você dois devem ser os pais deste lindo jovem." Ela piscou para Edward, que parecia visivelmente doente.

Levantei-me abruptamente. "Você não é minha mãe, e quem diabos te convidou?"

"Isabella!" meu pai repreendeu-me, mas eu ignorei todos os outros na mesa, exceto ela.

"Seu muito doce namorado convidou a mim, foi ele", ela sorriu.

Minha cabeça girou em sua direção e eu podia ver a verdade terrível escrita por todo o rosto. "Edward?" Eu botei pra fora.

"Bella, eu-"

"Por quê? Por que você a convidou? Você sabe como me sinto sobre ela."

"Eu só pensei que, se você tivesse a chance de sentar e conversar com ela, em um ambiente mais descontraído, você poderia ser capaz de resolver alguns dos problemas entre as duas." Ele agarrou minha mão, seus olhos implorando-me a compreender.

"Deus, que tipo de besteiras ela te contou? Eu nunca vou ter um relacionamento com essa mulher. Ela é uma prostituta garimpeira, procurando um homem para se segurar".

"Baby, eu acho que se você apenas ouvi-la..."

Eu puxei minha mão da dele. "Ouvi-la? Eu ouvi! Na minha casa, no outro dia, quando ela me disse para fingir ficar grávida para prendê-lo a se casar comigo. Para que eu pudesse ter acesso ao dinheiro da sua família. Ela mencionou isso quando a convidou para vir aqui esta noite?" Eu olhei por cima da mesa, não me importando que eu estivesse fazendo uma cena. "Você ficam e jantam, uma vez que parecem que foram convidados. Estou saindo." Olhei para o meu pai. "Eu sinto muito por isso, papai."

Virei-me saindo do restaurante, ignorando Edward me chamando. Saí e pedi ao porteiro para me chamar um táxi. Edward saiu por uma das portas, agarrando meus ombros. Virei-me, tirando suas mãos.

"Não me toque, eu não posso acreditar que você faria isso, Edward. Que você iria me trair assim. Você sabia como eu me sentia sobre ela!" Eu gritei.

Ele parecia aflito, "Bella, por favor? Por favor, deixe-me explicar. Sei que fiz merda, mas não me ignore, baby."

"Não se atreva a me chamar de 'baby!' Como você pôde? "

"Ela me encontrou depois da aula hoje de manhã e disse o quanto ela sentia sua falta, o que ela passou e sobre o quanto ela queria reparar seu relacionamento e ser uma parte de sua vida. Ela até chorou, Bella." Correu os dedos pelo cabelo agitadamente. "Eu realmente pensei que se vocês duas pudessem se sentar, em um ambiente mais mediano, vocês poderiam ser capazes de trabalhar o seu relacionamento. Ou começar pelo menos."

"Eu não posso acreditar que você caiu nas porcarias que ela falou! Eu te falei dela, Edward. Eu disse que tudo o que ela faz é ir de homem para homem, olhando para quem pode dar-lhe mais dinheiro. Ela não se importa comigo, ela só se preocupa com o que ela pode conseguir a partir de mim."

Virei-me para entrar no táxi que estava esperando por mim. Ele estendeu a mão e agarrou a minha mão. "Bella, pelo menos, deixe-me levá-la para casa. Não é seguro para você tomar um táxi sozinha."

Eu me livrei dele. "Pelo amor de Deus, eu não sou uma criança! Tenho um spray de pimenta na minha bolsa, e eu sei autodefesa. Eu vou ficar bem, Edward."

"Bella, por favor, não vá assim", ele implorou.

Eu balancei a cabeça suavemente, evitando olhar para ele. "Eu só... não posso agora. Preciso de um tempo." Com isso, eu entrei no táxi e dei ao motorista o endereço de minha casa de fraternidade.


N/Paulinha: Oh não, Bella tá chateada com Edward :'(

Renée é maligna gente

Não gosto dela u.u

O que será que acontece no próximo Oo

Vamos comentar que posto rapidinho pra vocês tá