Traduzido por Ingrid Freitas

Revisado por Tamiris

Betado por Vivian

CAPÍTULO 18

"Você tem certeza de que não pode ficar?" Edward fez beicinho e passou os braços ao redor da minha cintura, puxando-me para perto.

Eu ri e recostei-me para olhar pra ele. "São apenas duas semanas Edward. Eu acho que você vai sobreviver" Sua carranca aprofundou e eu fiquei na ponta dos dedos para desfazê-la. "É Natal, e eu tenho essas passagens há meses. Desde antes de nos encontrarmos, lembra-se? Eu mudei meus planos de Ação de Graças e fiquei com você. Fora que minha casa da irmandade fechou para as férias e eu não posso ficar lá. Eu tenho que ir para casa."

"Você não fica lá mesmo. Você sempre dorme na minha casa, e você sabe que pode ficar comigo. Você deveria vir morar comigo, é estupidez pagar aluguel por um lugar que você nunca fica," ele resmungou.

Eu ignorei a última parte da sua reclamação, agora não era o momento para entrar nessa conversa em particular novamente. "Eu não vou abandonar meu pai no Natal. Eu não posso deixar ele todo sozinho. E seus pais estão vindo, então não é como se você não tivesse ninguém."

"Seu pai poderia vir pra cá e a gente poderia ter um Natal todos juntos."

"Ele não pode fazer isso, ele tem trabalho. Alguém tem que estar disponível e ele odeia deixar os caras mais novos sem suas famílias nos feriados."

"É, pelo contrário, quem fica em casa sozinha é você".

"Não, eu faço o jantar e vou para a delegacia e a gente se diverte. Jogamos cartas; assistimos a um jogo de futebol ou três. Bom, ele assiste e eu leio. É a nossa tradição."

"Eu não gosto do fato de que você vai estar em uma delegacia de polícia com um bando de criminosos. Não é seguro."

"Edward é muito seguro! A gente esta falando de Forks, não de Chicago. Dificilmente haverá criminosos por perto. O pior que pode acontecer é uma chamada sobre alguém muito bêbado para dirigir para casa e eles passarem a noite se recuperando."

"Você vai perder o Big Twelve Championship Game," ele sussurrou. "Eu preciso de você lá; você é meu amuleto da sorte."

"Eu não sou. A gente vai estar jogando contra o Nebraska, você não vai ter nenhum problema em passar por eles e ganhar um lugar no BCS National Championship Game. Você jogava muito bem antes de me encontrar, eu não afeto seu seja lá o que for," eu falei para ele, rolando meus olhos.

"Sim, você afeta," ele murmurou em meu ouvido. "Eu não consigo dormir sem você nos meus braços, e nós dois sabemos como fazer amor com você tira minha energia nervosa. Apenas ter você perto me relaxa como nada mais. Você é a minha Bella. Eu preciso da minha Bella."

Eu tenho que admitir, o menino poderia falar de forma doce comigo e me fazer virar uma poça de gosma sempre que queria. Eu acabei aconchegando-me contra seu peito e apertando-o fortemente. Tudo que eu queria fazer era deixar ele me pegar e me levar de volta para sua casa para que assim eu pudesse passar todo o feriado de Natal ao invés de ter que partir.

"Edward..." eu sussurrei e agarrei-me fortemente a ele.

Eu o sentir suspirar, "Me desculpe, amor. Eu não estou deixando isso fácil, estou? Eu sei que você tem que ir. Você não é apenas minha. Eu nunca fui bom em dividir".

Eu coloquei meus braços ao redor de seu pescoço. "Eu sou sua. Nunca vou ser de mais ninguém. Apenas sua."

Ele soltou um resmungo de frustração. "Porra, baby. Agora eu realmente não quero deixar você ir. Infelizmente, eu tenho que deixar você ir ou arriscar e pegar uma passagem... ou ser preso. A polícia do aeroporto está vindo em nossa direção."

Eu pressionei meus lábios contra os dele ferozmente e então sussurrei, "Eu amo você, eu amo você, eu amo você.".

"Eu amo você, também, baby. Pra caralho," ele respondeu e me beijou novamente, sua língua mergulhando na minha boca e entrelaçando com a minha. Finalmente, ele recuou e relutante abaixou seus braços.

Eu peguei minha mala e dei pra ele um pequeno sorriso. "Eu vou te ligar quando eu chegar lá. Tchau querido."

Ele levantou uma mão e passou seus dedos pela minha bochecha. "Tchau, menina bonita." Eu me virei e comecei a andar para a entrada. "Bella!" Eu ouvi o chamado de Edward e virei para olhar para ele. "Eu amo você!" ele falou altamente.

Eu senti o calor subindo para meu rosto e sabia que eu estava brilhantemente vermelha enquanto eu tentava ignorar as pessoas olhando para nós. Edward sorriu para mim e eu não pude evitar sorrir de volta. "Eu amo você, também!" Eu gritei, e seu sorriso alargou-se. Eu balancei minha cabeça, rindo, e andei até o terminal.


Uma semana depois eu estava na minha cozinha preparando lanches para o grande jogo e esperando meus amigos chegarem para assistirem comigo. Eu não tive a chance de ver todos ainda, e eu estava animada para que todos pudessem ficar juntos novamente. Eu passei a maior parte da semana passada limpando a casa e colocando toda a nossa decoração de Natal. Meu pai e eu saímos para pegar a árvore na sua noite de folga duas noites atrás para completar o arranjo. Agora o pinheiro nobre de oito pés estava cheio de ornamentos e luzes coloridas piscando, abrigado bem em frente a nossa grande janela da frente para que qualquer um que passar veja. Parecia um pouco besta ter uma árvore daquele tamanho só para nós dois, mas eu sempre amei ter uma grandona para mostrar na casa. Olhá-la me fez sorrir, e uma deliciosa essência preencheu todo o cômodo.

Eu me pergunto o que Edward estaria fazendo agora para se concentrar no jogo. Eu corei quando meus pensamentos foram para o que nós fizemos ontem, e, bom, todos os outros anteriores desde que deixei Austin. Pelo numero de horas que gastamos nos nossos celulares, era uma coisa boa que a gente tivesse a mesma operadora e pudéssemos nos falar quando quiséssemos. Ontem, entretanto, ele recebeu meu pacote que eu enviei logo depois que eu cheguei aqui. Continham na caixa, além de dúzias de cookies, brownies, e seu presente, um pen drive com um único arquivo. Era um vídeo que eu fiz para ele com minha câmera digital, e eu deixei explicitas recomendações para que ele não visse o vídeo até que estivesse sozinho.

Parece que as fotos para a Playboy trouxeram a tona meu lado voyeur e eu enviei um vídeo de mim... Com meu vibrador. Desnecessário dizer que, eu tinha um Edward ofegante e resmungão ao celular logo em seguida, me mandando refazer o vídeo com ele no celular sussurrando palavras quentes e sujas de encorajamento. Eu estava ficando molhada de novo só de pensar no assunto.

Uma alta batida me arrancou dos meus pensamentos em espiral e eu tomei umas profundas respirações para me acalmar e limpar minha cara de qualquer rubor delator que poderia existir. Rachel, Paul, Sam, Quil, e Claire estavam na minha porta. "Ei, pessoal!" Eu disse radiante e saí do caminho para deixá-los entrarem.

Depois de uma rodada de 'ois' e abraços, nós começamos a contar o que estava acontecendo na vida de cada um. A maioria dos meus amigos ficou bastante perto de casa e foram para universidades no estado. Então tirando o facebook e emails, eu não tive a oportunidade de vê-los muito durante o ano.

Sam aparentemente encontrou uma garota por quem estava de quatro, chamada Emily, que era de Seattle e que planejava dirigir até aqui para vê-lo depois do Natal. Rachel e Paul ainda estavam juntos, e eu estava surpresa que Quil finalmente teve coragem de chamar Claire para sair, ele tinha uma queda por ela desde que éramos calouros no ensino médio, e os dois eram pelo menos um tópico. Eles faziam um fofo casal e eu estava feliz em ver meus amigos tão contentes com o amor.

Todos estavam surpresos por eu estar namorando um grande jogador de faculdade e queriam saber como eu o consegui. Eu não pude deixar de rir das expressões deles quando recontei a história da minha conversa no celular sobre a minha contusão de futebol e que eu ingenuamente não sabia quem ele era quando nos encontramos.

"Parece que vocês se conhecem muito bem agora," Paul brincou.

"É, vocês estavam muito próximos no jogo passado," Claire adicionou, piscando para mim.

Eu corei pensando no jogo do Texas A&M depois do final de semana do Ação de Graças. Edward tinha adotado uma tradição Aggie de me beijar toda vez que o time marcasse um ponto, e com um final de 30-0, a gente tinha exagerado um pouco. Eu também não tinha percebido que a câmera iria focar em nós toda vez que a gente fazia um ponto. Meu pai não ficou muito feliz.

Eu não pude parar o sorriso que surgiu nos cantos dos meus lábios. "Aquilo foi... Edward assumindo uma tradição A&M chamada "assalto baixo" e fazendo a sua. Eu não percebi que toda vez que o time fazia um gol eles-".

"Chupam o rosto?" Quil falou e todo mundo riu do meu constrangimento.

"Bom, sim," eu concordei sorrindo e encolhendo os ombros como se não fosse grande coisa. Foi, em minha opinião, um dos melhores jogos da temporada. Eu dava total suporte de fazer a tradição Edward-e-Bella.

De repente, teve um grande tumulto na porta quando três garotos pesadões tropeçaram na minha porta de entrada.

"Bella!", eles gritaram e entraram na sala de estar.

Eu fiquei de pé e joguei meus braços no primeiro. "Embry! Já era tempo de vocês três chegarem aqui," eu ri quando ele me levantou e meu deu um forte abraço.

"Hey, divida!" Seth disse, abrindo caminho entre nós e lhe abracei também.

"Minha vez, parem de monopolizá-la," uma voz forte retumbou e eu me encontrei outra vez em um abraço.

"Hey, Jake!" eu sorri para os três. "Como vocês estão rapazes?"

"Eh, não tem o que reclamar" Seth respondeu com um encolher de ombros. "U-Dub's é muito bom, mas seria melhor se nossa Bells estivesse aqui com a gente. Sentimos sua falta, garota."

Eu ri e balancei a cabeça. "Desculpe, meninos, mas eu estou bem feliz no Texas agora."

"Foi o que ouvimos," Embry disse, revirando seus olhos de brincadeira. "Roubando para você alguma estrela de futebol na sua escola."

"É, que porra foi essa, Bella? Eu pensei que você odiasse futebol. Então algum macho alfa no campus te fode e de repente você está vendida?" Jake perguntou com um ligeiro escárnio.

A sala ficou em silêncio enquanto eu fiquei boquiaberta antes de estourar com ele. "Que porra, Jake! Qual é o seu problema? Sim, eu tenho um namorado que por acaso joga futebol. Mas ele não se resume a isso, e qualquer coisa que a gente faça é entre nós! Não é do seu interesse."

Ele levantou uma sobrancelha desafiadoramente, "Você fez do interesse de toda a nação no jogo passado. Você ofegava para ele como uma cadela no cio! Eu fiquei surpreso por você não ter deixado ele te comer no meio do campo para todos verem. Droga, Bells, se tudo que você queria era uma boa transa, poderia ter vindo até mim anos atrás. Eu garanto que eu sou melhor na cama do que aquele idiota."

"Vai pro inferno, Jacob! Eu não acredito que você teve a ousadia de dizer algo assim para mim. Eu esperava que meus amigos ficassem felizes por me verem com alguém que eu amo e que me ama também. Aparentemente, isso é pedir demais para você. Sim, ele joga futebol. Nós também fazemos sexo, mas tem mais nessa relação que só isso!" Eu gritei.

"Desse jeito? Ele quer casar e viver feliz pra sempre com você?" ele perguntou sarcasticamente.

"Sim, Jacob! Na realidade, ele quer. De fato, ele me diz pelo menos uma vez na semana que quer casar comigo. Ele constantemente fala sobre eu ir morar com ele e faz planos comigo para o futuro, para a gente passar o resto das nossas vidas juntos. Se você não consegue ficar feliz por mim e apoiar isso, então você deveria ir embora!" Eu cruzei meus braços sobre meu peito e o encarei. Eu estava furiosa pelo fato de que alguém que eu pensei que fosse um dos meus melhores amigos pudesse ter uma opinião tão baixa sobre minhas escolhas.

"Excelente! Eu não quero sentar aqui e ver você babar nesse cara por três horas de qualquer jeito. Embry, Seth, vocês vem rapazes?" Jacob rugiu.

"Eu acho que não, Jake," Seth disse, balançando sua cabeça em desgosto.

"É, cara, você estava fora de controle. Todos nós sabemos que Bella não é uma dessas garotas que sai com um monte de caras, usando-os para obter vantagem. Ela também não dorme com ninguém por aí, e você sabe disso," Embry disse calmamente, mas a raiva por trás de suas palavras era evidente.

"Que seja, vocês podem ir andando para a reserva. Eu estou caindo fora". Ele saiu da sala e eu escutei ele bater a porta da frente ao sair.

Eu respirei fundo e fechei meus olhos por um momento, lutando contra as lágrimas. Eu nunca imaginei que Jake iria dizer o que ele acabou de dizer para mim, e machuca brigar com ele assim. Eu soltei a respiração que estava prendendo, "Desculpe por isso. Embry e Seth eu posso levar vocês para casa qualquer hora que vocês quiserem".

"Não se desculpe, Bells. Jake estava fora do controle." Sam disse, e os outros murmuraram em concordância.

"Então, você vai mesmo casar com ele, é? Ele deve ser fenomenal na cama." Claire brincou, e desse jeito, a tensão na sala dissolveu.

Eu ri e concordei levemente. "Eu só vou dizer que suas habilidades no campo não são nada comparadas com as na cama." Lancei-lhes um sorriso maroto e finalmente nos sentamos para assistir o Texas facilmente ganhar de Nebraska no Big Twelve Championship e garantir nosso lugar no BCS National Championship Game. E de acordo com todos os locutores, Edward praticamente tinha o troféu Heismam em suas mãos a esse ponto. Todos concordaram que não havia ninguém que estivesse jogando futebol na faculdade na mesma linha que ele.

Eu não podia parar de sorrir durante o jogo, assistindo Edward jogar com precisão. Ele parecia focado e determinado, pelo que eu estava grata. Eu tenho que admitir, eu estava um pouco receosa de como ele iria jogar sem eu estar presente. Eu não perdi nenhum jogo esse ano, apenas os que eram muito longe da realidade para eu ir. Assim que o jogo terminou, eu peguei meu celular e mandei-lhe uma mensagem de parabéns e fiquei com o aparelho para quando ele ligasse uma vez que pudesse.

Repórteres o perseguiram no campo enquanto o time celebrava a vitoria e o treinador aceitava o troféu. Ele respondeu as perguntas com um estático sorriso no rosto e meu coração doeu por não estar lá para compartilhar isso com ele em pessoa. Perguntaram para Edward onde eu estava e ele contou que eu estava muito bem obrigada, mas que tive que retornar para casa para o Natal. Ele então deu meu sorriso torto favorito e piscou para a câmera, me mandando um rápido oi.

Todos os meus amigos me infernizaram sobre isso, provocando e rindo sobre o jeito que eu corei e guinchei quando eu vi a entrevista. Nós saímos por um pouco mais, para nos reaproximar e fizemos planos para nos encontrarmos depois do Natal. Eu estava fazendo planos para ficar depois no Natal e voar até Nova York para encontrar Edward no Heisman Award Ceremony antes de irmos para a Califórnia para o BCS National Championship Game.

De repente, a voz do meu pai ressoou. "Isabella Marie Swan! Você esta em sérios problemas!" Meus olhos foram para a porta quando eu vi meu pai entrar.

"Pai?" eu disse com a voz confusa, perguntando o que eu tinha feito para ele ficar com raiva.

Ele olhou quando ficou em minha frente e balançou algumas coisas na minha direção. "Você talvez queira me dizer que diabos é isso? E porque eu tive que descobrir sobre isso na frente de um dos meus funcionários?"

Eu tentei seguir o objeto que ele estava segurando, mas continuava sem identificar. "Um, o que..."

"Playboy, Isabella!" Ele soltou quando jogou a revista na mesa do café na minha frente. Imediatamente, meus olhos foram para a capa a foto de Rose estava estampada.

Oh. Merda.

"C-como... como... você…"

"Você se lembra do policial Brady, não se lembra? Aparentemente seu filho de 14 anos tinha isso e reconheceu você e mostrou para ele. Que mostrou para mim!"

Eu me encolhi enquanto pensava no pequeno Zack Brady me vendo desse jeito. Eu costumava ser babá dele quando eu tinha sua idade. Meus amigos olharam entre a revista e eu com expressões incrédulas.

"Você na Playboy?" Seth perguntou em voz baixa. Eu corei e concordei, olhando para meus pés. "Uau, eu tenho que ver isso!'

Meu pai olhou para cima e nivelou seu olhar para Seth e o resto dos meus amigos. "Talvez você todos devam ir." Com uns múrmuros de adeus, e Sam se oferecendo para levar Seth e Embry de volta para a reserva, eles foram embora. Meu pai me deu seu maior intimidador olhar de policial. "Explique."

"Bom, o que aconteceu é que Rose e Alice foram para a audição e me chamaram para dar apoio moral. Eu não planejava estar na revista quando eu cheguei lá com elas." Pelo menos essa parte era verdade. "Enquanto a gente esperava, eu escutei o fotografo falar sobre organizar uma seção de fotos de Edward para a revista Playgirl, coisa que eu realmente não gostei. E quando eu o liguei, ele descobriu que eu estava lá e pensou que eu estava indo para a audição para estar na revista, e veio me pegar."

Okay, eu estava omitindo alguns detalhes, como de onde ele tirou a ideia de que eu estaria na revista, mas eu percebi que quanto menos meu pai souber melhor, e se eu continuar falando, ele não perguntaria. "Quando o pessoal que dirigia a audição descobriu que eu era a namorada de Edward, a ideia de nós dois fazermos uma seção juntos veio à tona e eu concordei, mas apenas com certas condições sobre roupas e o que não podia. Eu na verdade acho que as fotos saíram muito boas. Não é como se eu estivesse pelada, pai."

"Você está praticamente pelada, e rolando pela cama com aquele garoto!"

"Eu uso menos quando estou de maiô, e eu não estou pendurada nele. Parece que a gente tá se abraçando nas fotos. Eu sou adulta, pai, e eu entendo que eu provavelmente deveria ter contado para você ao invés de você descobrir desse jeito, mas eu não acho que fiz nada de errado. As fotos estão de bom gosto, e eu estou completamente coberta."

"Bom, você deveria ter me contado," ele resmungou.

"Eu sei, e eu sinto muito, pai."

"Revista da Playboy," ele murmurou sobre sua respiração enquanto ele ia para a cozinha, sem duvida para encontrar consolo em uma cerveja. "Definitivamente tenho que conversar com aquele garoto quando eu vê-lo..."

Eu apenas rolei meus olhos e respirei fundo, agradecida por eu ter escapado rapidamente dessa situação.


A semana seguinte parecia rastejar. Edward e seus pais decidiram voltar para Chicago para o Natal, e ele estava ocupado vendo a família e visitando seus amigos enquanto estava lá. Com menos telefonemas e conversas no Skype com Edward, meus dias tinham grandes lacunas sem muito para preenchê-las.

O único ponto alto que eu tive foi fazer um passeio de dia para Seattle com Rachel e outra amiga minha, Charlotte, para encontrar um vestido para o Heisman Award Dinner. Nós fomos um dia antes da Noite de Natal e apenas olhando os shoppings ao redor da cidade me encolhi por estarem tão lotados. Felizmente, nós escolhemos algumas boutiques de luxo para procurarmos por vestidos uma vez que eu sabia que iria precisar de alguma coisa muito especial para esse tipo de evento.

Eu tentei vários vestidos sem muito sucesso, quando Rachel voltou com um ouro cintilante.

"Oh, esse é maravilhoso!" Charlotte exclamou. "Você tem que experimentar esse, Bella."

Eu olhei para o vestido, eu tinha que admitir, era maravilhoso, mas eu estava esperando encontrar algo azul. "Eu não sei. Quero dizer, é deslumbrante, mas Edward me ama vestida de azul. Eu não estou certa sobre usar algo dourado".

As duas meninas nivelaram seus olhares em mim. "Deixe-me feliz, apenas ponha," Rachel disse.

Eu concordei e peguei o vestido dela. Troquei-me rapidamente, odiando o belíssimo e elegante provador sem um espelho, de forma que você é forçada a sair pela loja para ver como você está e permitir que as vendedoras digam para você que o vestido é 'tão bonito' e 'é o certo. ' Tudo que eles querem é vender e todos estavam mais do que dispostos a mentir para conseguir isso.

Olhando para baixo, eu tinha que admitir, de longe não parecia completamente terrível. Era de estilo de alças com um decote em V estreito para dar apenas o menor indício de clivagem, e um pequeno aglomerado de strass recolhidos no fundo da abertura. A saia de seda caiu em leves dobras e flutuavam ao redor dos meus tornozelos quando me movia. Eram as costas, no entanto, que eu estava intrigada para ver. O decote da parte de trás era tão profundo que terminava na parte inferior, bem na curvatura de minha coluna.

Eu saí do provador para onde Rachel e Charlotte estavam. As duas engasgaram quando me viram aproximar, e eu soube pelo rosto delas que esse era o vestido. Pequenas ondas de animação se enrolaram dentro de mim quando eu fiquei em frente a um espelho e eu finalmente tive um vislumbre de mim.

Eu senti minha respiração ficar presa durante minha reflexão. O tecido dourado brilhava por ele mesmo, não precisava de nenhum embelezamento extra e se agarrava no meu corpo nos lugares certos. O corte das alças acentuava as curvas dos meus seios e na cintura mergulhava antes de dar um toque suave nos meus quadris e flutuar ao redor das minhas pernas. Eu me virei em um ângulo em que eu pudesse ver minhas costas e meus olhos se arregalaram quando eu vi a ousada lombar e, de algum jeito, a seda conseguiu cair no lugar certo para enfatizar o arredondamento do meu bumbum.

"É esse" eu sussurrei e as duas sorriram e concordaram sinceramente. Depois de um surto sobre o quanto esse vestido iria fazer um estrago nas minhas economias, eu engoli e comprei de qualquer jeito. Eu sabia que eu nunca iria encontrar nada que fosse bom e menos caro.

Nós então procuramos ao redor e encontramos saltos de tiras de cor de ouro idênticos com fitas que iam até meus tornozelos e parte inferior da panturrilha e que eram totais armadilhas mortais para mim, mas novamente, eu as comprei porque elas combinariam perfeitamente com o vestido. Eu racionalizei que Edward teria que ficar contente por me ter apoiada nele para que assim eu não caísse de bunda na frente de todos.

Na viagem de volta eu chequei meu celular e vi que tinha uma nova mensagem de Edward.

Eu senti sua falta, menina bonita. Eu odeio ter ficado sem você por onze dias. – E

Eu suspirei suavemente e respondi, sorrindo para mim.

Eu sinto sua falta, também. Apenas mais 4 dias, querido. Você vai estar no Skype mais tarde? – B

Eu escutei uma risada e olhei para Rachel para vê-la sorrindo para mim. "É com Edward que você esta falando para estar com esse olhar drogado no seu rosto?"

Eu corei e bati no seu braço levemente. "Cala a boca, eu não tenho um 'olhar drogado' no meu rosto! E sim, eu estava respondendo a mensagem de Edward."

"Wow," Charlotte disse do banco de trás, olhando para mim. "Você realmente está louca por esse cara, não está?"

"Você realmente pensa que você irá se casar com ele?" Rachel perguntou.

Eu podia sentir aquele estúpido sorriso largo voltar para meu rosto enquanto eu concordava lentamente. "Eu iria se ele me perguntasse, e eu acho que ele vai. Eventualmente." Eu mordi meu lábio tentando tirar o sorriso do meu rosto. "Ele é incrível. Eu não vejo como qualquer outro cara poderia chegar perto do que ele é."

"Aww, olhe para nossa pequena Bella. Toda crescida e finalmente com um namorado real. Já era tempo de um cara chegar e pôr sua vida de cabeça pra baixo". Charlotte brincou, e Rachel riu.

"Sim, é bom ver você toda feliz. Eu sei que você sempre dizia que não estava sozinha enquanto a gente crescia, mas é ótimo saber que você encontrou alguém. Melhor ele tratar você do jeito que você merece ou ele vai ter um grande número de Washingtonianos irritados na sua porta de entrada."

"Ele trata. Edward é praticamente o namorado perfeito, então não se preocupem."


O dia da Noite de Natal se arrastou como se nunca fosse acabar. Eu tinha pensado em sair com meu pai, mas ele recebeu uma ligação urgente e teve que sair, e eu tive que me entreter sozinha. Eu acabei fazendo todo o trabalho de preparação que eu preciso para o jantar de Natal e assando três tortas para matar o tempo. Eu tentei falar com Edward, mas na noite anterior ele me disse que estaria realmente ocupado na maior parte do dia e não teria como falar até a noite.

Eu tentei assistir TV ou ler, mas nada segurou minha atenção. Finalmente, eu comecei a ligar para meus amigos vendo se qualquer um queria se encontrar para a ceia. Com planos que iriam esperançosamente me distrair, eu vesti um fofo suéter verde e jeans, colocando minhas botas de neve antes de mandar para meu pai uma rápida mensagem no caso dele estar pensando sobre tentar vir para casa para o jantar e andei até minha caminhonete. Eu dirigi até uma lanchonete e entrei olhando para ver se alguém tinha chegado.

Eu vi Quil e Claire sentados numa grande cabine e me juntei a eles. Charlotte e seu namorado, Peter, entraram rapidamente depois e Sam com Jake de reboque, o que me surpreendeu.

Jake olhou para mim timidamente, "Você perdeu meu número ou algo do tipo? Porque eu não recebi uma ligação me convidando para o jantar, também?".

Eu arqueei uma sobrancelha para ele. "Eu realmente não queria ligar para você, Jacob. Eu honestamente pensei que você não iria querer ficar perto de mim depois do jeito que você agiu da última vez que nos vimos."

"É, hum, desculpe por aquilo," ele murmurou nervosamente. "Eu acho que fui um idiota."

"É foi," eu concordei.

O jantar estava divertido, mas eu comecei a ficar preocupada com Edward, continuava sem saber dele o dia todo. Já era noite aqui, fazendo ser mais tarde em Chicago. Eu pedi licença para ir ao banheiro e tentei ligar para ele, sem sorte. Eu olhei para meu celular desanimada enquanto eu andava devagar para minha mesa.

Cora, a garçonete detrás do caixa, me parou por um momento para conversar, quando eu senti alguém atrás de mim.

"Hey, baby. Porque você parece estar tão triste?" Uma quente e aveludada voz perguntou e eu engasguei, me virando.

"Edward!" eu chorei e me joguei em seus braços. Ele riu enquanto me enlaçava com seus braços fortemente. Eu senti seu rosto se enterrar nos meus cabelos e eu aninhei o meu no seu pescoço, inalando sua deliciosa essência. "O que você está fazendo aqui?"

"Eu não podia ficar mais um dia longe de você. Especialmente no Natal. Eu precisava da minha Bella." Eu levantei minha cabeça e coloquei meus lábios nos dele, em um doce beijo de boas vindas. Eu suspirei e inclinei-me ainda mais em Edward, revelando minha felicidade de ter ele comigo novamente. "Você não tem ideia de como foi difícil não responder suas mensagens ou ligações hoje, mas eu sabia que se eu respondesse eu estragaria a surpresa," Edward disse depois que terminamos nosso beijo.

"Como você chegou do aeroporto até aqui?"

"Seu pai me buscou," ele riu suavemente. "Leu-me o ato de motim pela coisa da Playboy."

Eu me encolhi com o pensamento. "É, desculpe. Ele estava meio que irritado sobre isso."

"Apenas um pouco."

"Eu não acredito que você está aqui!" Eu sorri para ele e peguei sua mão, puxando suavemente. "Venha conhecer meus amigos. Você está com fome?"

"Bella, o que está havendo? Você está bem?" Jacob se aproximou de nós cautelosamente, olhando para Edward.

Eu rolei meus olhos para ele. "Eu estou bem, Jake. Mais que bem, na verdade." Eu sorri para Edward de novo. "Eu estou fantástica. Esse é meu Edward; ele me surpreendeu me visitando! Edward, esse é Jake, um dos meus mais velhos amigos. O pai dele e o meu pai são melhores amigos."

Edward sorriu para Jacob amigavelmente e levantou sua mão livre, "Muito bom conhecer você. É ótimo finalmente conhecer alguns dos amigos de infância da Bella".

Jake apenas deu para ele um simples acenar de cabeça com uma expressão neutra no rosto antes de finalmente balançar sua mão. "É, também." Ele virou-se para mim rapidamente. "Venha, Bells. Todos estão esperando por você. Não é como se a gente saísse juntos sempre". Ele lançou um olhar exasperado para Edward e puxou meu braço, me torcendo em um ângulo estranho.

"Ai!" Eu gani, e Edward imediatamente soltou minha mão e agarrou o pulso de Jacob.

"Solte, você a está machucando," ele rosnou, e meu braço estava libertado.

"Droga, cara," Jacob resmungou e esfregou seu pulso. "Você é muito possessivo? Eu mal toquei nela."

"Mal tocou em mim? Você torceu todo meu torso, Jacob. Machucou, e Edward estava apenas cuidando de mim." Eu me virei para ele, enquanto suavemente massageava meu lado. "Volte para a mesa, a gente estará lá em um minuto."

Ele pareceu arrependido por um momento, mas virou-se e foi para onde todos estavam sentados. Eu senti o toque de Edward ao meu lado, tirando meus dedos e gentilmente tirando a dor de mim. "Você está bem, amor?"

"Eu estou bem. Eu só não entendo o que está acontecendo com ele. Ele tem sido um idiota, então ele pede desculpas, e então é um idiota novamente. Eu não entendo."

Ele sorriu pesarosamente para mim, "Você realmente não vê por quê? Você nunca notou o jeito que ele olha pra você?"

Eu franzi a testa. "Olha para mim? O que você quer dizer?"

"Ele definitivamente sente algo por você. Essa é a primeira vez que você vem para casa desde que me conheceu, então parece que ele está passando por um momento difícil para se ajustar a isso. Você tem falado muito de mim?"

"Claro que eu tenho. Meus amigos me perguntaram sobre você, e eles estão felizes por mim. Eu nunca tive um namorado de verdade antes. Mas Jake, eu sabia que ele tinha uma queda por mim, eu acho que eu pensei que ele tinha esquecido isso. Eu me fiz bem clara de que ele e eu nunca iríamos acontecer. Nunca."

"Parece que ele ainda tinha esperanças e eu estraguei tudo isso. Ele está com inveja."

"Bem, ele pode ficar desse jeito. É problema dele, e eu nunca iria namorar o Jake, de qualquer forma." Eu fiquei nas pontas dos pés e beijei-o rapidamente. "Você, por outro lado, está emperrado comigo. Eu desafio você a tentar se livrar de mim. Você vai acabar com uma perseguidora muito persistente."

Edward riu. "Persistente e linda. Por mais que seja divertido ter você me assistindo dormir, eu acho que vou manter você como minha garota assim você pode dormir perto de mim. Muito mais interessante." Ele sacudiu as sobrancelhas sugestivamente para mim e eu ri e balancei minha cabeça para ele.

"Venha, menino romântico. Vamos conhecer meus outros amigos, que eu acho que ficarão muito mais animados por conhecer você."

Eu o guiei para a mesa e apresentei todos quando nós pegamos mais uma cadeira e sentamos. Felizmente, todos foram amigáveis com Edward e eu me aconcheguei ao seu lado feliz. Eu não podia parar de sorrir, eu estava tão feliz por ter ele comigo, e amei o fato de ele ter reorganizado tudo para estar comigo no Natal.

No fim das contas, quando Edward comeu seu peso em tortas, todos nós saímos para retornar para nossas famílias. Eu orgulhosamente o levei até minha caminhonete e gargalhei quando vi sua cara. Ele parecia horrorizado quando percebeu a batida, velha, vermelha Caminhonete.

"Você dirige essa... coisa?"

Sim, eu amo minha caminhonete. "É um clássico."

"É uma armadilha mortal. Parece que pode implodir a qualquer momento."

"Não odeie a caminhonete. Entre, menino bonito, eu prometo deixar você salvo em casa. É forte como um tanque."

Nós entramos e eu dirigi pela cidade e em direção à minha casa. Antes de chegarmos a minha vizinhança, eu virei em uma estrada de terra e nos levei para uma pequena, isolada área perto da torre de água. Eu desliguei o motor, deixando apenas o rádio tocando calmamente.

"O que estamos fazendo aqui?" Edward perguntou com um sorriso maroto no seu rosto enquanto ele me via tirar meu cinto de segurança e deslizar para seu lado da cabine. Eu pressionei o trinco de seu cinto e eu me levantei ficando em seu colo.

"Apenas algo que eu sempre quis fazer, mas nunca tive a chance. Todas as minhas melhores amigas vinham aqui uma ou outra vez durante o ensino médio para dar uns amassos com um garoto... ou mais. É minha vez. Além do mais, eu tenho o bônus de batizar minha caminhonete." Eu sussurrei e o beijei suavemente, e então mais agressivamente.

"Bella," ele murmurou contra meus lábios antes de entrelaçar sua língua com a minha novamente. Eu coloquei meus quadris contra os dele, gemendo feliz com a sensação passando pelo meu corpo. As mãos dele se agarraram em minha cintura amassando os dedos na pele macia lá. Eu parei nosso beijo e levantei a bainha do meu suéter e tirei pela minha cabeça.

Edward gemeu silenciosamente a me ver com meu sutiã de cetim, fazendo-me sorrir em satisfação.

"Você não acha que vai ficar com um pouco de frio, baby?"

"Eu tenho certeza que você vai encontrar um jeito de me esquentar," eu respondi e me pressionei contra ele ainda mais. Eu amo o jeito que sua boca incrível e quente fica passando pela minha pele, pela coluna da minha garganta, passando pela minha clavícula, mergulhando para a curva dos meus seios. Minhas mãos agarraram seu cabelo fortemente e eu segurei sua cabeça contra meu peito quando ele empurrou com o nariz uma borda do meu sutiã e chupou meu tenso mamilo com sua boca quente e molhada.

"Porra, Edward. Eu quero tanto você... eu preciso de você, baby." Eu arqueei minhas costas para dar melhor acesso a ele e arrastei minhas mãos pelo seu corpo até o botão de seu jeans. Eu o arranquei sentindo o tecido e coloquei a mão dentro de sua calça, mergulhando os dedos debaixo de sua cueca boxer e envolvendo minhas mãos em torno de seu pênis.

Ele gemeu ruidosamente e deslocou uma mão para o ápice das minhas coxas, pressionando forte e fazendo-me rebolar os quadris em seu toque. Eu estava dolorida e desesperada para ter sua pele contra a minha uma vez mais, para sentir nossos corpos unidos e a deliciosa sensação que apenas Edward parecia capaz de incitar dentro de mim. Eu senti seus dedos moverem para cima e meu jeans soltar quando de repente um toque encheu a caminhonete, fazendo nós dois pularmos.

"Merda," eu resmunguei e desajeitadamente arranquei meu celular do meu bolso. Eu suspirei depois de olhar para a tela. Meu pai. Sempre com um impecável timing. "Oi, pai," eu respondi, rezando para que o tom da minha respiração não entregasse nada.

"Hey, Bells. Vocês vão chegar cedo? A neve está vindo em nossa direção e eu não quero que vocês dois a peguem".

Eu suspirei internamente, "É verdade, pai. A gente esta quase chegando".

"Que bom. Vou continuar esperando por vocês".

Eu encerrei a ligação e soltei um gemido lastimoso. "Meu pai. Ele está esperando a gente logo. Aparentemente, iremos chegar junto com a neve e ele não quer que a gente fique presos nela."

Edward soltou uma respiração profunda e me puxou para perto por um momento. "Eu acho que a gente deveria ir então," ele disse com um tom de desapontamento, e eu concordei tristemente. "Eu sinto muito que a gente não tenha completado toda a sua fantasia. Eu prometo que nós faremos isso um dia, ok, linda?" Eu sorri com suas palavras, amando que ele queira realizar todos os meus desejos.

Eu dirigi para casa e andamos pela calçada. Bem antes de eu abrir a porta, Edward envolveu-me com seus braços e me beijou ruidosamente. "Eu adoro você," ele sussurrou em meu ouvido, bem antes da porta se abrir revelando meu pai.

Nós dois pulamos, mesmo que a gente não tivesse fazendo nada de errado.
"Vocês dois vão ficar aí noite toda? Está terrivelmente frio para isso."

"É, pai. A gente já estava entrando."

Depois de um rápido tour pela casa, meu pai nos encontrou na sala de estar, com lençóis e cobertores na mão. "Desculpe não termos um quarto de visitas de verdade, Edward, mas o sofá é bem confortável."

"Pai," eu comecei a protestar, mas fui interrompida.

"Obrigado, Charlie. Tenho certeza que está ótimo."

"Que bom," meu pai respondeu. "Bem, melhor eu ir dormir. Tenho que acordar cedo. Vocês dois se juntarão a mim amanhã na delegacia depois que tudo estiver pronto?" Eu assenti e ele beijou o topo da minha cabeça. "Muito bem, então, boa noite."

"Boa noite, pai. Eu subo em uns minutos." Ele resmungou em resposta e virou-se para ir para as escadas.

Eu suspirei e olhei para Edward. "Desculpe por isso. Eu odeio que você tenha que dormir no sofá. Eu poderia dormir aqui".

"Sem problemas, menina bonita. Eu não ligo." Ele me puxou para perto novamente e sua boca encontrou a minha. Eu cantarolei em apreciação quando sua língua deslizou contra a minha, enviando riachos de eletricidades por mim. Eu me agarrei a ele, disposta a terminar nossa pequena sessão de amasso. Finalmente, Edward me puxou para trás com relutância. "Melhor você ir para a cama antes que eu perca todo o controle, baby."

Deixei escapar um pequeno e frustrado rosnado, mas eu sabia que ele estava certo. Eu rocei meus lábios pela sua bochecha, "Boa noite, querido. Eu amo você. Eu continuo sem acreditar que você está aqui, mas eu estou muito feliz por estar. O melhor presente de Natal de todos".

Seu sorriso em resposta era brilhante. "Eu amo você, também, Isabella. Eu estou feliz por você ter gostado da surpresa. Eu só não consegui ficar mais separado de você."

Eu me aconcheguei em seu abraço por um longo momento antes de suspirar e subir pelas escadas.

"Doces sonhos, amor," ele rapidamente falou depois de mim.


Eu me deitei na cama, me revirando, até pouco depois da uma da manhã. Eu estava frustrada e sozinha e, bem, com tesão. Principalmente depois da nossa não terminada sessão de amassos mais cedo. Ter Edward tão perto e não poder nem me deitar em seus braços era perturbador, para dizer o mínimo. Eu absolutamente me recuso a fazer as coisas por mim mesma quando meu sexy namorado está a pouco passos de distancia.

"Argh! Isso é ridículo," eu bufei e tirei meus lençóis. Furtivamente, eu desci as escadas e entrei na sala de estar. Os olhos de Edward encontraram os meus imediatamente.

"Bella?" ele sussurrou e levantou-se do sofá, iluminado apenas pelas coloridas luzes da árvore de Natal que ele aparentemente escolheu deixar ligadas. "Está tudo bem?" ele estava gostoso em apenas calças de pijamas e sem a blusa.

Eu hesitei na entrada por um momento antes de balançar a cabeça e me lançar em seus braços. Ele me pegou facilmente e meus braços e pernas se enroscaram ao redor dele. Nossos lábios colidiram juntos, beijando furiosamente. Edward fez um baixo, estrondoso ruído quando eu pressionei meu quadril contra o dele, suas mãos amassando minha bunda deliciosamente.

Minha camiseta e calça de pijama foram para o chão, assim como a calça e a cueca Boxer de Edward. Ele me deitou no suave cobertor que tinha sido colocado no chão, seus lábios traçando um quente caminho pela minha garganta e seios antes de descer pelo meu plano estômago. Eu estava ofegante e me contorcendo embaixo dele, quando eu o senti parar de repente. Seus dedos levemente correram pelo meu quadril esquerdo. "Bella," ele engasgou e levantou seus olhos selvagens para meu rosto.

"Feliz Natal," eu respirei com um pequeno sorriso.

"Isso é o símbolo longhorn*. Tatuado em você".

*Longhorn: longo chifre, traduzido literalmente.

Eu assenti e meu sorriso cresceu. Eu fiz uma pequena tatuagem em Port Angeles, dois dias antes de eu chegar em casa. Eu estava procurando por presentes, vi a loja, e tomei minha decisão. Eu pedi pelo símbolo Longhorn do Texas e coloquei no meu quadril. Doeu como o inferno, mas finalmente cicatrizou o suficiente que eu nem sentia a irritação mais.

"Porra, isso é inacreditavelmente quente. Quando você fez isso?" ele perguntou, seu olhar voltado para baixo e eu o senti traçando o desenho.

"Há uns dez dias atrás. Eu ia surpreender você quando a gente se encontrasse em Nova York. Você realmente gostou?"

"Eu amei pra caralho," ele respondeu e passou seus lábios sobre a tinta. "Você sabe que você não tinha que fazer algo tão... permanente."

Uma pequena onda de medo passou pelo meu estômago. "Bem, você e eu é permanente, certo?" As palavras eram quase inaudíveis, mas eu sabia que ele tinha escutado.

Edward deslizou seu corpo para cima do meu, seus dedos buscando, levantando as mãos para embalar meu rosto. "Isabella, você e eu somos mais que isso; nós somos para sempre." Eu mal tive tempo de sorrir antes da boca dele estar em mim de novo, beijando-me de forma reverente, ainda havia um resquício de excitação e nós não queríamos prolongar mais essa situação.

Ele acariciou meu corpo mais embaixo, seus dedos buscando meu centro quente e molhado. Eu mordi forte meu lábio inferior, deixando escapar um gemido estrangulado. "Shh, baby," Edward sussurrou em meu ouvido enquanto ele gentilmente estocava em mim. "Nós não queremos que seu pai desça e me veja ser perverso com você".

Eu arquejei suavemente contra seu ombro enquanto ele lentamente me levava a loucura com seu toque. Não muito depois a deliciosa sensação que ele criava quando estocava fundo dentro de mim correu por mim e eu senti meu corpo apertar-se ao redor de seus dedos. "Por favor, Edward," eu implorei quietamente. "Eu quero você dentro de mim. Não me faça esperar mais tempo."

Eu senti seu suave estrondo em minha pele e levantei minha mão para virar seu rosto para o meu podendo assim capturar seus lábios enquanto ele entrava em mim, preenchendo-me completamente. Ele impulsionou lentamente, deliberadamente dentro e fora de mim, a incrível fricção me impulsionando para o êxtase facilmente. Sua boca cobriu a minha abafando meu choro, e Edward me segurou perto dele quando meu corpo estremeceu e o orgasmo veio me desfazendo completamente. Não levou muito tempo para Edward gozar, e ele gemeu contra a pele do meu pescoço quando se impulsionou uma última vez dentro de mim.

Eu cantarolei contentemente, amando a sensação do seu peso contra o meu corpo. Muito cedo para meu gosto, ele nos rolou para nossos lados e escorregou de mim. Eu me abracei a ele, ainda não estava pronta para sair de perto dele. Eu senti sua mão passar ritmicamente pelo meu cabelo, me embalando em um saciado, sono feliz. Eu não acordei até eu me sentir deitada no colchão da minha própria cama. Edward pressionando seus lábios em minha têmpora. "Eu amo você, Bella. Sempre," ele murmurou.

Eu envolvi meus braços ao redor de seu pescoço, tentando mantê-lo perto. "Fique," eu fiz beicinho e ele riu.

"Você não tem ideia do quanto eu quero, mas eu odiaria acordar com uma arma no meu rosto quando seu pai me encontrar na sua cama, baby." Ele me beijou mais uma vez, e eu afundei de volta ao sono quando suas passadas recuaram silenciosamente.


De manhã cedo a luz solar entrou no meu quarto e eu estiquei na minha cama antes de me levantar e descer as escadas. Eu espiei dentro da sala de estar e vi que Edward continuava no sofá, dormindo pacificamente. Eu decidir ir para a cozinha e começar a preparar o café da manhã e então cozinhar tudo para o almoço de hoje. Eu liguei a cafeteira antes de estalar os rolos de canela que eu preparei no forno. Eu já estava colocando um café para mim enquanto o café da manhã esfriava quando meu pai desceu as escadas.

"Bom dia, Bells. Feliz Natal," ele disse e colocou um afetuoso beijo no topo da minha cabeça.

"Feliz Natal, papai," eu disse enquanto ele enchia uma caneca para viagem com café e olhava para os rolos de canela. Eu balancei minha cabeça de brincadeira antes de me levantar para servi-lo novamente e lhe passar um guardanapo. "Está um pouco quente, então seja cuidadoso."

Seu bigode mexeu quando ele sorriu para mim. "Sempre sou. Tenho que sair, vejo vocês mais tarde?" Eu assenti, e beberiquei meu café, sorrindo. "Que bom," ele assentiu. "Você vai ficar bem aqui, apenas você e Edward?"

Eu rolei meus olhos mentalmente, mas mantive um sorriso fixo no meu rosto. "Sim, pai. A gente vai ficar bem."

Ele foi para a garagem e eu para a sala de estar. Eu me enrolei na cadeira, bebericando meu café e assistindo Edward dormir. Depois de alguns minutos, ele começou a se mexer e piscou seus olhos abertos, me avistando. "Hey, perseguidora. Gostando de me ver dormir?" ele brincou.

Eu gargalhei, "Foi fascinante. Feliz Natal para você, também".

Ele sorriu e sentou-se, vindo até onde eu estava sentada e beijando-me brevemente. "Feliz Natal, amor. Eu acho que não tem nenhuma chance de eu roubar um pouco desse café?"

Eu dei e ele um olhar superior e alcancei a borda da mesa e peguei a caneca que eu já tinha preparado para Edward e entreguei para ele. "Feliz Natal, querido."

"Você é uma deusa e eu amo você," ele me disse enquanto pegava o café. Ele pegou minha mão e me puxou para o sofá e a gente se enrolou juntos. "Então, mesmo que eu não seja digno de você e que nada que eu consiga para você vá ser bom o suficiente, posso te dar seu presente?"

"Edward, não seja besta". Eu bati na sua mão o tranquilizando, "Eu tenho certeza que se você me der algo com diamante ou com outra pedra preciosa, vai ser bom." Nós sorrimos um para o outro por um momento antes de eu me inclinar e beijá-lo. "Qualquer coisa que você escolher será perfeito. Você nem precisava me dar algo, só de ter você aqui já é presente o suficiente."

Ele andou até a árvore de Natal e pegou um pequeno embrulho. Eu segurei o elegante presente envolto, quase com medo de arruinar o efeito. Depois de uma gentil cutucada de Edward, eu desatei o arco e rasguei o papel. Eu estava segurando uma caixa pequena, retangular e veludosa. Eu olhei para ele com uma expressão nervosa.

"Apenas abra, amor."

Eu mostrei minha língua para ele e ele sorriu para mim. Eu levantei a tampa e arregalei meus olhos. Dentro tinha uma linda pulseira de prata com um pingente de coração de diamante pendurado. "Edward," eu engasguei. "Isso é demais, eu não posso deixar você me dar isso."

"Sim, você pode," ele argumentou. "Esse pingente era da minha avó, então não custou nada. Eu apenas comprei uma pulseira e coloquei o coração aí. Além do mais, é um presente. A maioria das pessoas aceitam melhor os presentes. E você não vai perder. Eu tenho completa confiança em você."

Eu finalmente sorri para ele, percebendo que eu estava sendo completamente ingrata. "Você está certo. Me desculpe. É muito lindo, e eu amei. Eu estou com um pouco de medo de perder. Era da sua avó; eu odiaria perder algo tão precioso. Você vai me ajudar a colocar?"

"Claro," ele respondeu e pegou a pulseira da caixa. Ele encaixou o fecho ao redor do meu pulso e levantou meu braço, colocando um suave beijo em meu pulso.

Eu olhei para a pedra cintilante e sorri para ele. "É realmente maravilhosa, Edward. Eu não sei como te agradecer por esse incrível presente."

"O jeito que você está olhando para mim agora é todo o agradecimento que eu preciso."

"Sua vez!" E anunciei. "Você trouxe o presente que eu mandei com você, certo?"

Edward piscou-me o meu sorriso torto favorito, "Claro. Eu coloquei debaixo da árvore na noite passada".

"Perfeito, fique aqui. Eu vou pegar." Eu pulei do sofá e, depois de um momento de procura embaixo da árvore, avistei o embrulho que eu coloquei junto para ele. Depois de carregar de volta, eu entreguei para ele e coloquei um suave beijo em seus lábios. "Feliz Natal, Edward."

Eu o vi rasgar a embalagem com alegria, agindo como uma criança de cindo anos no... Natal. Finalmente, ele tirou o livro da caixa e examinou. "All Quieto on the Western Front?" Ele olhou para mim, com um curioso sorriso. "Meu livro favorito?"

"A primeira edição do seu livro favorito, a primeira edição em inglês. O original manuscrito era em alemão, mas eu pensei que dessa forma você poderia pelo menos ler, se você quiser."

"Bella, isso é incrível. Como você encontrou isso?" Ele perguntou animado, a alegria em seu rosto era contagiosa.

"Online, a internet fez tudo muito fácil."

"Baby, esse é o melhor presente. Bem, depois da super quente tatuagem que você fez. Aquilo é tão sexy."


Por fim, Edward e eu nos vestimos e ele me ajudou a terminar o jantar de Natal antes de empacotar tudo e irmos para a delegacia. Éramos somente nós três, nos divertindo e comendo para a felicidade de nossos corações. Meu pai e Edward fartaram-se no futebol assim como na comida, e eu estava feliz enroscada na minha cadeira com meu livro favorito, sorrateiramente olhando para os dois homens da minha vida de vez em quando. Eu amo como eles se entenderam sozinhos, e que meu pai parecia aceitar Edward sinceramente assim como seus pais fizeram comigo. Na verdade, acho que meu pai estava apenas um pouco animado por ter alguém com quem ele realmente pudesse falar sobre esportes enquanto eu estivesse por perto e me manter feliz ao mesmo tempo.


N/Paulinha: Esse Edward é uma coisa

Me derreto por ele u.u kkkkkkkkkkkkk

Ownt aparecendo no natal que lindooooo, fofo demais

E o jake, odioooooooooo, se fudeu não tem chance contra o sportward fofo u.u

Indo, espero que gostem

só mais dois cap e acaba :'(

saudades ja

mas comentem muitão e nos vemos semana que vem ;)