O Vinculo Esmeralda.

Harry nunca conseguiria lembrar muito bem como conseguiu prestar seus exames enquanto esperava Voldemort irromper a qualquer instante pela porta, realmente memória fotográfica era mais uma capacidade de se lembrar de tudo aquilo que você leu, mas era mais como uma releitura em sua mente, e não um compreendimento do assunto. Contudo os dias foram se passando lentamente e não havia dúvidas de que Fofo continuava vivo e bem seguro atrás da porta trancada.

Fazia um calor de rachar, principalmente na sala das provas escritas. Os alunos tinham recebido penas novas e especiais para fazê-las, previamente encantadas com um feitiço anticola.

Nada que deixara Harry em uma situação complicada, desde que o mesmo estudou arduamente e leu todos os livros possíveis junto a Hermione afim de ambos explorarem ao máximo sua vontade de aprender de tudo, com o diferencial dela se esforçando nas provas, e Harry tendo uma voz narrativa na sua mente a cada questão lida.

Houve exames práticos também. O Professor Flitwick os chamou à sala de aula, um a um, para verificar se conseguiam fazer um abacaxi sapatear na mesa. A Professora Minerva observou-os transformarem um camundongo em uma caixa de rapé e conferiu pontos pela beleza da caixa, e os descontou quando a caixa tinha bigodes. Snape deixou-os nervosos, bafejando em seu pescoço enquanto tentavam se lembrar como fazer a poção do esquecimento.

Harry fez o melhor que pôde, tentando ignorar as dores lacerantes que sentia na testa e que o incomodavam desde a ida a floresta. Neville achou que Harry estava com uma crise de nervos provocada pelos exames, porque Harry não conseguia dormir, mas a verdade é que seu antigo pesadelo o mantinha acordado, só que agora estava pior que nunca, pois havia nele uma figura encapuzada que pingava sangue de sua boca e rosnava grotescamente.

Talvez fosse porque eles não tinham visto o que Harry vira na floresta, ou porque não tinham cicatrizes amaldiçoadas que queimavam sua testa como se algo fosse irromper para fora dali toda vez que chegava perto de Quirrell.

O último exame foi de História da Magia. Uma hora respondendo a perguntas sobre velhos bruxos gagás que inventaram caldeirões automexíveis e estariam livres, livres por uma semana maravilhosa até saberem os resultados dos exames.

Quando o fantasma do Professor Binns mandou-os descansar as penas e enrolar os pergaminhos, Harry não pôde deixar de dar vivas mentalmente por finalmente essas provas terminarem, enquanto os outros festejavam eufóricos.

Isso tudo pois o mesmo visava forçar seu auto estudo ao dobro em coisas derivadas, tanto matéria escolar imposta, quanto a criação de projeções e proteções mentais.

Harry sabia bem que nesse quesito ele era novato, e teve sorte de nunca ter olhado diretamente nos olhos de ninguém deste colégio.

Entendia que qualquer fonte de defesa dele seria fraca no início, isso em quesito força. Para aí surgir a ideia de algo que se interessava muito no mundo No-Maj, não era necessário criar uma fonte de defesa repleta de poder e enigmas mágicos que bruxos mais que estariam familiarizados, mas sim uma fonte de defesa voltada ao conhecimento No-Maj, que com certeza seriam poucos dos bruxos que iria entender a complexidade de tal ato.

Nisso, estando a poucas semanas focado nas provas e criação deste mapa mental proteico, Harry enfim acalmara seus pensamentos e visava dar uma atenção a sua melhor amiga, que já vinha notando o mesmo completamente imerso em pensamentos, e parecia toda vez mais carente da atenção do mesmo.

Seja deitando em seu colo, ou se apoiando em seu ombro enquanto lia, e até seguindo o mesmo a todo canto de forma travessa.

- Foi muito mais fácil do que pensei. - comentou Hermione, quando eles se reuniram aos numerosos alunos que saíam para os jardins ensolarados. - Eu nem precisava ter aprendido o Código de Conduta do lobisomem de 1637, nem a revolta de Elfric, o Ambicioso. - Hermione sempre gostava de repassar as provas depois, mas Ron disse que isso o fazia se sentir mal.

Assim, caminharam até o lago e se sentaram à sombra de uma árvore. Os gêmeos Weasley e Lino Jordan faziam cócegas nos tentáculos de uma lula gigantes, que tomava sol na água mais rasa.

- Acabaram-se as revisões. - Suspirou Ron, contente, esticando-se na grama. - Você podia fazer uma cara mais alegre, Harry, temos uma semana inteira até descobrir se nos demos mal, não precisa se preocupar agora.

Harry esfregava a testa.

- Eu gostaria de saber o que significa isso! - explodiu aborrecido. - Minha cicatriz não para de doer, já senti isso antes, mas nunca com tanta frequência. Nem mesmo minha mente parece compreender a complexidade desta forma derivada de magia para acalmar minha mente. - Harry continuará se lembrando de quando se concentrou em seu subconsciente, apenas para notar uma espécie de massa obscura, instável e extremamente poderosa que se ligava a sua mente, ligava não, era mais como se protegesse algo oculto lá dentro, como se tentasse impedir algo de fugir e manter sua inocência intacta.

- Procure Madame Pomfrey. - Sugeriu Hermione.

- Eu não estou doente... - respondeu Harry. - Só não sei o que está havendo comigo, talvez algum remédio No-maj possa resolver.

Ron não conseguiu se preocupar, pois estava quente demais, e ele e Harry em si nos últimos dias só estavam se cumprimentando e nada mais.

- Harry, relaxe. Hermione tem razão, a Pedra está segura enquanto Dumbledore estiver por aqui. Em todo o caso, nunca encontramos nenhuma prova de que Snape tenha descoberto como passar por Fofo. Ele quase teve a perna arrancada uma vez, não vai tentar outra tão cedo. E Neville vai jogar Quadribol na equipe da Inglaterra antes que Hagrid traia Dumbledore.

Por mais que Harry escutasse o ruivo que nunca entendia ao que ele se referia, e só pensava que Harry estava nervoso a todo momento por não estar agindo como Herói, nada conseguia o livrar da sensação que o atormentava de que esquecera de fazer alguma coisa, algo importante. Quando tentou explicar o que sentia, Hermione disse:

- Isso são os exames. Acordei a noite passada e já tinha lido metade dos meus apontamentos sobre Transfiguração quando me lembrei que já tínhamos feito a prova.

Harry tinha certeza de que a sensação de inquietude não tinha nada a ver com os estudos. Acompanhou com os olhos uma coruja planar pelo céu azul em direção à escola, uma carta no bico.

Hagrid era o único que lhe mandava cartas. Hagrid jamais trairia Dumbledore. Hagrid jamais contaria a ninguém como passar por Fofo... Jamais..., mas... Harry não confiava facilmente, e se algo estava o ameaçando, então ele tinha que resolver e logo afim de manter sua segurança firme e intacta.

Harry pôs-se de pé de um salto quando suas ideias se ligaram e sua mente deu um estalo como resposta de algo que ouvira antes, mas que nunca dera muito bola.

- Onde é que você está indo? - perguntou Ron sonolento.

- Acabei de pensar em uma coisa. - Estava branco - Tenho que ir.

- Por quê? - ofegou Hermione, correndo para alcançá-lo. Não vendo motivos para ficar ali se Harry fosse embora.

- Você não acha um pouco estranho. - disse Harry, subindo, às carreiras, a encosta gramada -, o que Rubeus mais quer na vida é um dragão, e aparece um estranho que por acaso tem ovos de dragão no bolso, quando isso é contra as leis dos bruxos? Pois ou Rubeus está frequentando algum local mal visto pela sociedade, ou algo foi bem arquitetado e que sorte encontrar logo Rubeus para querer apostar, não acha? Por que não percebi isto antes.

- Do que é que você está falando? - perguntou Ron alcançando seus colegas, mas Harry andando a passos largos pelos jardins em direção à floresta, não respondeu.

Hagrid estava sentado em um cadeirão na frente da casa: tinha as pernas das calças e as mangas enroladas e descascava ervilhas em uma grande tigela.

- Olá. - disse, sorrindo - Terminaram os exames? Têm tempo para um refresco?

- Temos, obrigado. - disse Ron, mas Harry o interrompeu.

- Não, estamos com pressa, Rubeus, preciso lhe perguntar uma coisa. Sabe aquela noite que você ganhou o Norberto? Que cara tinha o estranho com quem você jogou cartas?

- Não lembro - respondeu Hagrid com displicência -, ele não quis tirar a capa, mesmo depois que pedi...

Hagrid viu os três fazerem cara de espanto e ergueu as sobrancelhas em dúvida.

- Não é nada demais, tem muita gente esquisita no Hogsmeade, o pub do povoado. Podia ser um vendedor de dragões, não podia? Nunca vi a cara dele, ele não tirou o capuz.

Harry se abaixou ao lado da tigela de ervilhas:

- O que foi que você conversou com ele, Rubeus? Chegou a mencionar Hogwarts?

- Talvez... - disse Hagrid, franzindo a testa, tentando se lembrar de quando com certeza já estava embriagado, mas que não entregaria isso as crianças como se fosse um alcóolatra. - É... Ele me perguntou o que eu fazia e eu respondi que era guarda-caça aqui... Depois perguntou de que tipo de bichos eu cuidava... Então eu disse... E disse também que o que sempre quis ter foi um dragão... Então... Não me lembro muito bem... Porque ele não parava de pagar bebidas para mim... Deixa eu ver.. Ah, sim, então ele disse que tinha um ovo de dragão, e que podíamos disputá-lo num jogo de cartas se eu quisesse... Mas precisava ter certeza de que eu podia cuidar do bicho, não queria que ele fosse parar num asilo de velhos... Então respondi que depois do Fofo, um dragão seria moleza...

- E ele pareceu interessado no Fofo? - perguntou Harry, tentando manter a voz calma.

- Bom... Pareceu... Quantos cachorros gigantes de três cabeças a pessoa encontra por aí, mesmo em Hogwarts? Então contei a ele que Fofo é uma doçura se a pessoa sabe como acalmá-lo, é só tocar um pouco de música ou demonstrar uma lealdade por ele ou suas funções que ele cai no sono o fornecendo permissão e consentimento de toca-lo enquanto está de guarda baixa... - Hagrid, de repente, fez cara de horrorizado. - Eu não devia ter-lhe dito isto! - exclamou. - Esqueçam que eu disse isto! Ei, aonde é que vocês vão?

Harry, Ron e Hermione não se falaram até parar no saguão de entrada, que parecia muito frio e sombrio depois da caminhada pelos jardins.

- Temos de procurar Dumbledore. - falou Ron - Rubeus contou àquele estranho como passar por Fofo e quem estava debaixo daquela capa era Snape... deve ter sido fácil, depois que embebedou Rubeus. Só espero que Dumbledore acredite na gente. Onde é a sala de Dumbledore? - Ron continuará a tudo somente para Harry o segurar bruscamente pelo braço, impedindo de o mesmo abrir a boca atoa no corredor.

Eles olharam a toda volta, na esperança de ver uma placa apontando a direção certa. Nunca alguém lhes havia dito onde trabalhava Dumbledore, tampouco conheciam alguém que tivesse sido mandado à sala dele.

- Acho que teremos de... - começou Harry, mas inesperadamente ouviram uma voz do outro lado do saguão.

- Que é que vocês estão fazendo aqui em cima? - Era a Professora Minerva Mcgonagall, carregando uma pilha de livros.

- Queremos ver o diretor Dumbledore. - disse Hermione enchendo-se de coragem, pensaram Harry e Ron.

- Ver o Albus? - a Professora Minerva repetiu, como se isso fosse uma coisa muito suspeita para alguém querer fazer - Por quê?

Hermione engoliu em seco:

"E agora?" - Era o que seu olhar determinava a Harry.

- É uma espécie de segredo de estado. – disse Harry fingindo mistério, mas desejou na mesma hora que não tivesse dito, porque as narinas da Professora Minerva se alargaram e ela não achou graça alguma.

- Albus aparatou faz dez minutos. - Informou ela secamente - Recebeu uma coruja urgente do Ministro da Magia e partiu em seguida para Londres.

- Ele saiu? - exclamou Ron frenético - E agora?

- Albus é um grande bruxo, Weasley, o tempo dele é muito solicitado.

- Mas é importante. - Harry ditou dessa vez.

- Alguma coisa que você tenha a dizer é mais importante do que o Ministro da Magia, Potter?

- Com certeza... quem liga para esses porcos de merda. - disse Harry, mandando a cautela às favas -, professora... É sobre a Pedra Filosofal de Nicolau Flamel...

Seja o que for que a Professora Minerva esperava, certamente não era isso. Os livros que levava despencaram dos seus braços, mas ela não os apanhou.

- Como é que vocês sabem? - deixou escapar encarando os cantos ao redor dela.

- Professora, acho... que Qui... - Harry quase deixou expor, para só assim ele se corrigir. - Que alguém vai tentar roubar a pedra.

Ela o olhou com uma mescla de choque e desconfiança.

- O Professor Dumbledore volta amanhã. - disse finalmente. - Não sei como descobriu sobre a Pedra, mas fique tranquilo, não é possível ninguém a roubar, está muitíssimo bem protegida.

- Minerva, eu... só fique de olho em Quirrell.

- Potter! Não acuse os outros sem provas. - Curvou-se e recolheu os livros caídos - Sugiro que vocês voltem para fora e aproveitem o sol. - E assim saiu depressa, mas com um claro foco para onde estava indo, pois podia não acreditar em crianças intrometidas em coisas que não eram da conta delas, mas em algo tão sério, qualquer coisa era motivo de investigação.

E ouvindo sobre como Harry falou o nome de Quirrell, fora o fato de Albus ter parado de focar nos funcionários em geral e passar a estar de total guarda fechada perto do professor de defesa, fez Minerva sentir um frio na barriga.

Mas as crianças não voltaram. Quando saíram de perto dela, logo debateram:

- É hoje à noite. - disse Harry, quando teve certeza de que a Professora Minerva não estava mais por perto - Quirrell vai entrar no alçapão hoje à noite. Ele já descobriu tudo o que precisa e agora tirou Dumbledore do caminho. Foi ele quem mandou aquela carta, aposto que o Ministro da Magia vai levar um choque quando Dumbledore aparecer.

- É o Snape, Harry... só alguém da Sonserina faria isso.

- Use a cabeça Ron e não preconceitos mesquinhos de uma sociedade de merda, todas as vezes que suspeitamos de algo, era o Quirrel quem estava por perto, olhe ao redor e não apenas a seu preconceito para com a Sonserina. Quirrell não é nenhum bobinho. - Harry respondeu já irritado com essa rixa toda do ruivo com a Sonserina, cobras ou qualquer coisa relacionada casa.

- Mas o que é que podemos... - Hermione perdeu a fala. Harry e Ron se viraram, Snape estava parado ali.

- Boa tarde. - disse com suavidade com os mais jovens o encarando e Harry o analisando. - Vocês não deviam estar dentro do castelo num dia como este. - falou com um sorriso estranho e torto.

- Bom, o que posso fazer... - começou Harry, sem fazer ideia do que ia dizer, mas logo um sorriso surgiu em sua face. - Gosto de fazer cosplay de vampiro igual você, sabe... perambulando em masmorras com essa capa ondulante, na verdade... quando é que vai me ensinar o feitiço para deixar minha capa assim?

- Insolente como o pai, Potter. - Severus retrucou bufando, mas com um leve riso oculto para ele. - Andando por aqui assim, as pessoas vão pensar que estão armando alguma coisa. E Grifinória realmente não pode se dar ao luxo de perder mais nenhum ponto, não é mesmo? Principalmente você Potter, que ameaça a chance de quatro casas ao mesmo tempo.

Harry corou. Mas logo disse:

- Mas, se esquece que também sou eu quem mais adquire maiores pontos quando Hogwarts nunca chegou a essa estimativa... Principalmente para quatro casas, vamos lá! Logo logo eu dou um passeio lá pela Sonserina, seria ótimo explorar minhas amizades além das casas e quebrar esse preconceito bobo e sem sentido. - Harry dizia a tudo sob olhar minucioso do professor. Que para surpresa de Harry, notara que o mesmo nunca o olhara diretamente nos olhos desde o primeiro jantar em Hogwarts.

Viraram-se para sair, mas Snape os chamou de volta:

- E fique avisado, Potter, não importa suas notas, desempenho em classe e muitos menos seus pontos adquiridos, se ficar perambulando outra vez à noite, vou providenciar pessoalmente para que seja expulso. Bom dia para vocês. - Dito tudo, o professor enfim saiu em direção à sala de professores. Lá fora, nos degraus de pedra, Harry virou-se para os outros.

- Certo isto é o que vamos fazer... - cochichou com urgência.

- Um de nós tem que ficar de olho no Snape, esperar do lado de fora da sala de professores e segui-lo se ele sair. Isso pois com certeza Quirrell estará perto dele, e não podemos nos dar ao luxo de sermos detido pelo Snape. Hermione é melhor você fazer isso.

- Por que eu?

- É óbvio! - disse Ron. - Você pode fingir que está esperando pelo Professor Flitwick sabe, como é, "Ah, Professor Flitwick. Estou tão preocupada, acho que errei a questão catorze b..." - Terminou Rony fazendo voz de falsete.

- Ah, cala a boca. - disse Hermione, mas concordou em vigiar Snape.

- E é melhor ficarmos no corredor do terceiro andar. - Disse Harry a Ron.

[ ... ]

Porém, aquela parte do plano não funcionou. Assim que chegaram à porta que separava Fofo do resto da escola, a Professora Minerva apareceu de novo, e desta vez perdeu as estribeiras.

- Suponho que você ache que é mais difícil alguém passar por você do que por um pacote de feitiços!? - esbravejou. - Chega de bobagens! E se eu souber que vocês voltaram aqui outra vez, vou descontar mais cinquenta pontos de todas as casas! É, Weasley, também descontarei pontos da minha própria casa se continuarem nessa bobagem.

Harry, e Rony voltaram à sala comunal. Harry acabara de dizer: "pelo menos Hermione está na cola de Snape", quando o retrato da Mulher Gorda se abriu e Hermione entrou.

- Sinto muito, Harry... - lamentou-se. - Snape saiu e me perguntou o que eu estava fazendo, então disse que estava esperando Flitwick, e Snape foi buscá-lo, tive que cair fora, não sei aonde ele foi.

- Bom, então acabou-se, não é? - disse Harry. Os outros dois olharam para ele. Estava pálido e seus olhos brilhavam.

- Vou sair daqui hoje à noite e vou tentar apanhar a Pedra primeiro.

- Você ficou maluco! - exclamou Ron.

- Você não pode! - disse Hermione - Depois do que a Professora Minerva e Snape disseram? Vai ser expulso!

- E DAÍ? - gritou Harry - Vocês não percebem? Se tudo continuar assim, Voldemort não só voltará, mas como irá ser praticamente imortal, se não for imortal por completo.

- Até parece que deixarei o desgraçado que matou os meus pais ter seus planos concretizados dessa forma. Perder pontos não importa mais, vocês não entendem? Acham que ele vai deixar vocês e suas famílias em paz, e Grifinória ganhar o campeonato das casas?

- Se eu for pego antes de conseguir a Pedra, bem, vou ter que voltar para os Dursley e esperar Voldemort me encontrar lá. E só uma questão de morrer agora onde gosto, ou morrer mais tarde no inferno! Vou entrar naquele alçapão hoje à noite e nada que vocês dois disserem vai me impedir. - E olhou zangado para eles onde buscava formular qualquer estratégia.

- Você tem razão, Harry. - disse Hermione com uma vozinha fraca.

- Vou usar a capa da invisibilidade, e tentar passar pelo Fofo, ele pode ser manso quando não ameaçado, ao menos irei deixar claro que não quero abdicar-me de nada da Pedra, mas sim impedir que outra pessoa o faça.

- Mas ela dá para esconder nós três? - perguntou Ron. - E se o cão lhe atacar por não acreditar?

- Nós... Nós três?

- Ah, corta essa, Harry... Você não acha que vamos deixar você ir sozinho? - Ron disse.

- Claro que não. - disse Hermione com energia. - Como acha que vai chegar à Pedra sem nós? E melhor eu dar uma olhada nos meus livros, talvez encontre alguma coisa útil.

- Mas se formos pegos, vocês dois vão ser expulsos também.

- Não se eu puder evitar. - disse Hermione séria. - Flitwick me disse em segredo que tirei cento e vinte por cento no exame. Não vão me expulsar depois disso.

Depois do jantar os três se sentaram, nervosos, a um canto do salão comunal. Ninguém os incomodou, afinal nenhum aluno de Grifinória tinha mais nada a dizer a Harry. Esta era a primeira noite que isto não o incomodava. Hermione folheava seus apontamentos, esperando encontrar um dos feitiços que queriam anular. Harry e Ron não falavam muito. Pensavam no que estavam prestes a fazer.

A sala foi-se esvaziando, à medida que as pessoas iam se deitar.

- É melhor apanhar a capa. - Murmurou Ron, quando Lino Jordan finalmente saiu, se espreguiçando e bocejando. Harry correu até o dormitório às escuras. Puxou a capa e então seus olhos bateram na flauta que Hagrid lhe dera no Natal.

Harry até pensara em algumas coisas relacionadas a Fofo, tendo por esse motivo ele abrindo sua maleta engana trouxa, ele pensara em colocar o cérbero ali dentro, porém isso o entregaria.

Nisso, quando desistira de tal ideia, antes de fechar sua maleta, uma pequena fênix voara maleta a fora e bicara carinhosamente seu nariz.

- Oi, garota. - Harry murmurou a ela que soltara um pio alegre e baixo enquanto via a mesma planar sob suas mãos. - Muito bem, as coisas a partir de agora serão um pouco agitadas, então me prometa, se a coisa complicar ou eu cair sem indicio de reação para acordar... me prometa que irá sair de perto de mim e fugir castelo a fora até que possamos nos encontrar em algum local seguro ou que você possa estar livre sem mim.

- Sei que parece maluquice, mas não quero que encontrem você e a tirem-na de mim... Tudo bem? - Perguntando como se a mesma entendesse, somente para Harry se surpreender com ela acenando afirmativamente com a cabeça.

- Muito bem, aqui, se aconchegue neste bolso... estará segura e confortável. - Harry ditou abrindo o bolso direito de seu sobretudo que a permitia permanecer perfeitamente ali dentro.

Nisso, enfim ele correu de volta ao salão comunal da Grifinória.

- É melhor vestirmos a capa aqui para ter certeza de que cobre nós três se Filch vir os pés da gente andando sozinhos.

- O que é que vocês estão fazendo? - perguntou uma voz a um canto da sala. Neville saiu de trás de uma poltrona, agarrando o sapo dele, que parecia ter feito uma nova tentativa para ganhar a liberdade.

O garoto rechonchudo, demonstrava em sua face um olhar que somente Harry vira. Sabia bem como ele agia não estando em multidões, e agora as coisas poderiam talvez se complicar.

- Nada, Neville, nada. - respondeu Harry, escondendo depressa a capa às costas.

Neville olhou bem para aquelas caras cheias de culpa:

- Vocês vão sair outra vez.

- Não, não, não. - disse Hermione. - Não vamos, não. Por que você não vai se deitar, Neville?

Harry olhou para o relógio de parede junto à porta. Não podiam se dar ao luxo de perder muito tempo, Quirrel talvez estivesse naquele instante mesmo tentando passar por Fofo.

- Vocês não podem sair! - disse Neville -, vocês vão ser pegos outra vez. Grifinória vai ficar ainda mais enrolada. - Ele continuará devido ao ocorrido da última vez que Harry e Hermione foram pegos.

- Você não compreende. - disse Ron - isto é importante.

Mas Neville estava claramente tomando coragem para fazer alguma coisa desesperada:

- Não vou deixar vocês irem. - disse, correndo a se postar diante do buraco do retrato. - Eu... Eu vou brigar com vocês.

- Neville. - Explodiu Ron -, se afaste desse buraco e não banque o idiota... - Ron esbravejara apontando sua varinha para o rosto dele, algo que Harry não gostara e nada enquanto andava a frente sob olhar presunçoso de Ron.

- Não me chame de idiota! Acho que você não devia estar desrespeitando mais regulamentos! E foi você quem me disse para enfrentar as pessoas!

- Foi, mas não nós. - respondeu Ron exasperado. - Neville, você não sabe o que está fazendo. - Ele deu um passo à frente junto a Harry e Neville largou Trevo, o sapo, que desapareceu de vista.

- Vem, então, tenta me bater! - disse Neville, erguendo os punhos. - Estou esperando! Ou acha que tenho medo de você

Harry que estava vendo Ron começar a giras sua varinha, imediatamente a segurou bruscamente enquanto tomava da mão do ruivo, sob protesto do mesmo.

Terminando de caminhar até o garotinho rechonchudo, Harry rapidamente o encarara de cima enquanto via o mesmo apertar os punhos sem um pingo de medo do que fazia.

Algo que somente Harry pode sorrir em resposta, pois realmente gostava de como seu amigo era mais ativo longe dos outros, diferente do covarde e fraco que todos achavam.

- Escute Neville, você é meu amigo, e não quero mentir para você. - Harry iniciou. - Algumas coisas sérias estão acontecendo, e acredito fielmente que um dos professores de nossa escola está sendo possuído por um fragmento de Voldemort. - Vendo a face surpresa do garotinho, Potter logo continuou.

- Isso mesmo! O mesmo desgraçado que matou meus pais, que ordenou seus comensais a torturarem seus pais até a insanidade, e que fez centenas de merda atrás da outra antes de nós nascermos. - Harry que explicava, mostrava que não brincava no momento e que até a dor de citar tais coisas era aparente em sua voz.

- E agora um dos professores mais covardes de nossa escola, carrega sua alma, e está em busca da Pedra Filosofal que se situa escondida no terceiro andar. Queria poder dizer mais, porém estamos sem tempo, o que iremos fazer é irmos até lá e ao menos tentar impedir tais coisas de ocorrerem.

Vendo o olhar pensativo de Neville, que formulava a tudo que escutava, Harry prontamente fez o pedido:

- Escolha! Vem com a gente, nos ajude a impedir que a Pedra Filosofal caia em mãos erradas, ou ao menos continue aqui..., mas saiba que do mesmo modo que eu irei impedir quaisquer planos de Voldemort em voltar a sua ascensão, gostaria de ver você fazendo justiça para com seus pais.

- O que me diz? - Harry por fim indagou indo até a saída do dormitório enquanto o encarava.

Notando Hermione se agarrar a seu braço enquanto a capa cobria a eles deixando apenas suas cabeças de fora, Rony se meteu no meio com apenas espaço para mais uma pessoa.

- Eu vou! - Neville disse com determinação sob revirar os olhos de Ron. - Mas mantenha o Weasley preso na coleira, do contrário eu realmente vou arrebentar a cara dele por apontar uma varinha quando claramente estou desarmado. - Ele continuou sob riso de Harry, que com certeza gostaria muito de ver isto.

Pouco ligando para a indignação de Ron, Harry logo os cobriu por completo, enquanto saiam do dormitório e caminhavam minuciosamente porem sem enrolar na direção que os destina.

[ ... ]

Ao pé do primeiro lance de escada, encontraram Madame Nor-r-ra, esquivando-se sorrateira quase no alto.

- Ah, vamos dar um pontapé nela, só desta vez. - Cochichou Ron no ouvido de Harry, mas Harry balançou a cabeça negativamente. Enquanto subiam cautelosamente contornando a gata, Madame Nor-r-ra virou os olhos de lanterna para eles, mas não fez nada.

Não encontraram mais ninguém até chegarem à escada para o terceiro andar. O Pirraça se balançava a meio caminho, soltando a passadeira para as pessoas tropeçarem.

- Quem está aí? - perguntou de repente quando se aproximaram. E apertou os olhos negros e malvados. - Sei que está aí, mesmo que não consiga vê-lo. Você é um vampiro, um fantasma ou um estudante nojento? - E ergueu-se no ar e flutuou, tentando ver alguém.

- Eu devia chamar o Filch, eu devia, se alguma coisa está andando por aí invisível.

Bolando alguma ideia sobre o que fazer contra Pirraça, Harry prontamente pode escutar uma voz muito conhecida vindo das sombras.

- Pirraça! - disse a voz feminina e atrativa -, o barão Sangrento tem suas razões para andar invisível e esconder sua verdadeira voz. - Pirraça quase caiu, em choque. Recuperou-se a tempo e saiu planando a trinta centímetros dos degraus.

- Desculpe, Sua Sanguinidade, Sr. Barão, cavalheiro. - disse o poltergeist. - Falha minha, falha minha, não o vi, claro que não, o senhor está invisível e com voz diferente. Perdoe o velho Pirraça essa piadinha, cavalheiro.

- Tenho negócios a tratar aqui, Pirraça. - Cochichou a voz - Fique longe deste lugar por hoje à noite.

- Vou ficar, cavalheiro, pode ter certeza de que vou ficar. - Prometeu o Pirraça, erguendo-se no ar outra vez. - Espero que os seus negócios corram bem, Barão, não vou perturbá-lo. - E, partiu ligeirinho escadas abaixo.

- Genial, Harry! - cochichou Ron realmente acreditando que foi algum truque dele.

- Não fui eu, idiota. - Harry murmurou o repreendendo por expor seu nome logo ali.

Alguns segundos depois, a capa em que estavam escondidos, rapidamente fora atraída para longe deles, enquanto uma garota alta e extremamente linda veio em suas direções.

Seus cabelos arroxeados, feições presunçosas e um certo olhar esverdeado e sarcástico em direção ao Potter eram predominantes.

Estavam lá, no corredor do terceiro andar, podiam ver a porta já entreaberta, com mais um obstáculo à frente.

- Nymphadora... É sério, logo agora? - Harry indagou indignado sob riso dela.

- Ah, meu querido amante... Sabe que não pode me enganar! Nossa ligação o impede de tal, ao menos fui capaz de sentir que algo o afligia. - Ela murmurou dessa vez para não atraírem atenção.

Com seus amigos indo para o lado, ela prontamente se aproximara dele, e para surpresa dos outros três presentes, ela simplesmente o beijou de uma forma que só viram em seus pais ou adultos.

- Harry! Quem é essa Nymphadora? - Ron indagou a chamando só para receber um olhar mortal da mesma.

- Não me chame de Nymphadora! - Ela ditara seriamente com seus cabelos se tornando vermelhos para ainda mais espanto geral.

- Mas... o Harry. - Ron disse sem saber como se explicar.

- Harry pode me chamar do que quiser! Mas então? O que um grupo de primeiranistas fazem aqui no terceiro andar... por acaso querem uma morte longa e dolorosa como Dumbledore os informou?

- Galera! Essa aqui é Nymphadora Tonks..., mas é melhor que a chamem somente de Tonks, do contrário o próprio Cérbero ali dentro parecerá um filhotinho perto do que ela pode fazer. - Harry explicou sorrindo e recebendo mais um beijo sob olhar questionador de Hermione e sorriso de Neville.

- Mas, Harry... como conhece uma monitora do sétimo ano? - Hermione indagou seriamente de forma exigente, pouco sabendo o porquê.

Bom, - Harry iniciou pensativamente enquanto se recordava de tempos atrás. - Tudo começou...

[ ... ]

[ Virada de Ano ]

Era manhã de ano novo, e Harry atualmente estava de pé sob sua cama enquanto encarava ao corpo lindo e esbelto de sua real primeira dama que podia ser considerado como um sexo consensual.

Harry estava pensativo, conseguia notar algo de diferente ocorrendo dentro de si, principalmente quando terminara sua noite com Rita.

Havia acontecido algo com seu corpo, e precisava de respostas sobre isso, embora ele tivesse uma suspeita sagaz, ainda precisava de provas concretas de tais acontecimentos.

Se vestindo com uma calça jeans preta, uma camiseta azul marinho e seu sobretudo que recebera de presente de Moly Weasley. O Potter enfim descera ao salão comunal, por todo o caminho conseguia notar certos olhares sobre si de alunas do quarto ano, não entendia o motivo, mas algo devia ter acontecido fora de seu conhecimento.

Foi uma seção de vai e vem, pegara uma bandeja com um café da manhã completo, e levara para seu dormitório, anotara um recado para sua acompanhante de cama, e enfim sairá para caminhar castelo a fora.

Não queria ter de deixa-la acordando sozinha, mas precisava pensar sobre algumas coisas, seja sobre seu modo de agir noite passada, a conexão que sentiu com a Skeeter após ela dar indícios de querer escrever algo de errado sobre ele no jornal, e até mesmo o fato dos olhos dela reluzirem em um brilho esverdeado deveras idêntico ao seu enquanto um sentimento incontrolável de domina-la se apossou de si.

Fora o fato de ainda o banco Gringotes estar enviando auxilio a ele nos setores políticos e que seu nome era usado sem consentimento. Suas contas foram alertadas de uma recente tentativa de saque, porém devido ao último encontro dele ao banco, somente seu cartão em especifico detinha de tal direito, com uma notificação as outros de que a conta estava congelada até a maioridade do dono.

Harry conseguia ver que seu guardião magico, ou melhor, Albus Dumbledore tentara algo em sua conta, talvez algo no qual ele já estava acostumado a anos, mas não agora.

Gringotes estava de seu lado e Harry estava com planos, tanto de manter sua conta "congelada", quanto ao fato dele estar movendo esforços contra os autores que utilizaram de seu nome para criar falsas histórias ilusórias e mentirosas, algumas eram até interessantes por realmente envolver um tópico original, porém, esse tal de Lockhart, realmente o irritava.

Tal autor que literalmente retratava um Harry Potter de cinco anos de idade que matava um dragão e criaturas mitológicas, envolvendo a ele próprio como mentor de Harry, ganhando glória e fama sob seu nome.

Realmente estava com certos problemas a se resolver, mas não estava tão preocupado, isso é claro, desde que Not, seu assessor geral das contas Potter, visou contratar uma advogada especializada na qual poderia o auxiliar sobre o que poderia fazer e o que seria um caso perdido.

Sendo esse o caso agora, Harry prontamente fora impedido de continuar a trilhar sua corrida em volta do lago negro, somente para uma coruja o convocar diretamente ao escritório de Dumbledore.

No bilhete não havia muitas informações, apenas uma frase desconexa que não entendia o porquê de estar ali.

[ ... ]

Estando de frente a uma gárgula de pedra, Harry finalmente entedia, a palavra desconexa era uma senha, algo que ele logo disse:

- Gotas de limões.

Fora questão de segundos, no momento em que ditara tal, a gárgula se virara ao lado, onde Harry se situara numa escada que o levara acima na direção de uma porta.

Pouco antes de tocar em uma maçaneta da porta, a mesma se abrira com o mesmo podendo ver seu diretor sentado ao fundo.

- Harry... meu garoto, pode entrar. - Dumbledore ditou com Harry se aproximando, porém, seu olhar estava em outra presença.

Uma mulher, alta, extremamente linda, cabelos castanhos e olhos pretos, mas não comuns, olhos pretos tão profundos que Harry se perdeu por um instante neles, que o encarava com um sorriso de canto.

Um sorriso que para Harry fora bem provocante e tivera de manter um esforço para não continuar secando a ela. Seu braço formigava com a Varinha do Destino praticamente clamando para ser empunhada, porém ele se concentrara enquanto voltava sua atenção.

Era incrível como ele podia notar todas as pessoas, suas expressões, tonalidade capilar, cor e formato dos olhos, sem ao menos olhar diretamente para tal. Dumbledore que mantinha um olhar calmo e sereno como o de um avô, logo iniciou:

- Está a seu lado, é Andromeda Tonks, mãe de uma de nossas alunas que está para se formar ainda este ano. - Albus explicou minuciosamente estudando um de seus alunos, que simplesmente agia naturalmente enquanto beijava a mão da mulher em uma apresentação formal. - Chegou a meu conhecimento, de que Gringotes programou um sistema advocativo para com sua pessoa em prol de um dos pedidos de seus pais, algo voltado a sua idade atual para caso seu conhecimento bruxo fosse algo deveras ínfimo.

- Entendo, diretor... Realmente é uma surpresa que o banco Gringotes tem me ajudado tanto com conhecimentos paralelos ao do mundo que eu tanto conheço, em especifico estava querendo mesmo alguém para me deixar a par dos direitos de meu nome que atua sobre livros e obras fictícias.

- Mas... você pretende cobrar a tais autores por homenagear a seu nome? - O Diretor que perguntara em certa censura, logo recebera um riso mínimo como resposta.

- Não, jamais... Há autores muito bons que li de algumas obras, não vejo problema nenhum em criar suas próprias histórias, como um tal de Sharkill-Oshh, fico surpreso com a criatividade das pessoas em abordar meu nome em suas histórias, até mesmo me divirto com elas quando estou fora de meu foco nos estudos.

Estando contente com a resposta de seu aluno, Harry imediatamente colocou o, "mas", em progresso:

- Mas, alguns autores como esse tal de Lockhart, faça-me o favor, que tipo de pessoa tem a cara de pau em usar meu nome como se eu fosse um aluno dele e destinasse minha vida a seus conhecimentos, ou melhor ainda, como alguém como tal, visa me retratar como assassino de lobisomens, dragões, elfos, goblins, orcs, e derivadas raças mitológicas.

- Até mesmo ele recita que eu abomino a todos os No-maj, posso não gostar de dois deles, mas isso não quer dizer que abomino os sete bilhões restantes por todo o planeta.

- Com todo respeito diretor, uma pessoa dessa não merece nenhum tostão em prol de meu nome, isso apenas trás mais conflito e preconceito para com os No-Maj e também contra outras raças que deveriam estar vivendo em harmonia e não em conflito e guerras.

- Entendo seu lado, mas acha mesmo que envolver o sistema advocátivo mágico era necessário? - Albus por fim indagou deveras contente com o discurso de seu aluno, mas também preocupado com a independência clara dele, isso poderia ser um problema no futuro.

- Em resposta aos livros... não, não era necessário o auxílio de um advogado, porém, literalmente meu conhecimento sobre a sociedade magica e ínfimo, aqui não temos explicações sobre história da magia num todo completo, os sangue-puros recebem tal instrução muito antes de ingressar em Hogwarts, e os nascidos trouxas acabam ficando para trás, tendo de estudar com muito mais afinco para não se atrasar.

- Enfim, acredito que o auxílio de um sistema advocativo pode sim ser muito útil, tanto a meus direitos na sociedade magica, quanto ao conhecimento mágico do passado.

- Muito bem, Andromeda, está livre seu acesso por tempo indeterminado até que Harry tenha sanado suas dúvidas, sei que quer rever sua filha, então poderá também ter acesso ao salão comunal da Lufa-Lufa.

- Agradeço a compreensão Diretor Dumbledore, até uma outra hora. - Andromeda se despediu dele enquanto Harry a seguia escritório a fora.

Harry não estava contente de ter essa conversa com o diretor, principalmente depois da discussão deles noite passada, se aquilo realmente foi uma discussão, pois parecia mais um desabafo de Harry sobre a vida de merda que ele tinha.

[ ... ]

De todo modo, atualmente Harry se encontrava no salão comunal da Lufa-Lufa junto a Andromeda. Poderia estar nos da Grifinória, mas como Harry tem acesso a todos, visou trazer ela mais próxima de onde sua filha estaria.

- Muito bem, enquanto minha filha não aparece, que tal reforçarmos nossas apresentações? - Ela indagou com Harry acenando em confirmação na sua confortável poltrona.

Ela sorriu para ele amplamente: "Bom dia, Senhor Potter. Eu sou Andromeda Tonks. Como posso estar de serviço?"

Harry sorriu onde logo se ajeitara na cadeira em que estava, puxara sua mão novamente com delicadeza e mantivera um beijo na região superior dali sob sorriso amplo dela.

- "São poucos que hoje em dia usam de cumprimentos formais passados." - Ela pensou com ele logo a encarando nos olhos que de imediato reluziram em um esverdeado sob confusão dele, mas que logo continuara:

- Boa tarde para você, Andromeda. Não a necessidade dessas formalidades de Senhor... apenas me chame de Harry. - Vendo que seus olhos no tom escuro, prontamente ele notou novamente o mesmo reluzir em um esverdeado inconsciente. - Eu estou precisando de sua perícia como me foi recomendado por Not, meu gerente chefe de contas Potter, alegando que você era perita dos costumes e leis do mundo bruxo... algo em que eu me sinto ausente por causa da minha criação e educação No-Maj, espero que possa me auxiliar com tais requisitos.

Andromeda ficou confusa quando ela levantou uma sobrancelha para ele: "Educação No-Maj, quer dizer, os trouxas... certo?"

- Sim, não se importe muito com isso, gosto do termo No-Maj. - Harry assentiu e continuou dando um resumo de sua vida durante e após os Dursleys sobre seus planos educacionais e empregos que imaginava., mantendo-a curta, mas sem omitir nada importante sobre tal.

Apenas coisas extremamente pessoais como danos físicos ou traumáticos que ficaram de fora.

No final, ele ficou agradavelmente surpreso ao vê-la irada, mas ele supôs que era esperado porque ele era uma celebridade quase cultuada no mundo dos bruxos. Essa reação a ele sendo retido de seu direito e compreendimento magico era completamente compreensível para a indignação de sua advogada.

- Então você vê, eu sou o herdeiro da mais antiga e nobre casa Potter e, infelizmente, eu não sei como eu sou para me conduzir ou exatamente o que é esperado de mim. Eu gostaria que você me ensinasse, entre outras coisas, você receberá, é claro, uma um salário a ser combinado por suas instruções e serviços. - Harry explicava fugindo do assunto sobre sua vida antes da carta de Hogwarts.

Andromeda acenou com a cabeça quase imediatamente de acordo:

Claro! Vou ajudá-lo com prazer, Harry. Embora eu não fosse particularmente próxima de seu pai e mãe para escolherem a mim como sua Advogada no testamento referido pelo Gringotes, ainda éramos conhecidos por meio de minha... prima. - Ela cuspiu a palavra em ódio.

- De qualquer forma, eu apreciei muito seus pais e fiquei desanimada quando eles faleceram antes do tempo deles. Eu os ajudarei de qualquer maneira que você precisar.

Harry acenou para ela com um sorriso encantador:

- Obrigado, Andromeda. Eu também preciso dos seus serviços jurídicos, pois fiquei sabendo que alguns autores usavam meu nome em livros que eles escreveram e publicaram. Quero saber se é legal usar o nome de um cidadão sem a preocupação deles. para fazer um lucro e se não for, quais os passos que podemos tomar para se certificar de que nada assim aconteça novamente como no caso desse tal de Lockhart?

Andromeda segurou o queixo dela pensando enquanto considerava a situação antes de responder:

- Certamente não é legal usar seu nome para lucrar sem sua preocupação. Em casos de ficções que não rendem lucro seria algo completamente aceitável, mas em casos como o de Lockhart, no qual visa lhe retratar como uma imagem que não lhe agrada e principalmente lucra em cima disso, então poderemos ter uma boa base.

- Eu aconselho, no entanto, não tomar ações precipitadas e implacáveis. O melhor que podemos fazer é primeiro conduzir uma investigação sobre este assunto e sobre esse autor e depois agir dependendo do que encontrarmos.

Harry pensou por um segundo antes de concordar, vendo a lógica e os benefícios em manter a melhor imagem possível com o público:

- O que você sugere? - Ele indagou.

[ ... ]

[ Atualmente ]

E foi assim que nos conhecemos. - Harry explicou por fim sob olhar minucioso de todos.

- É, muito interessante Harry, mas até agora você não explicou como conheceu a Tonks que está conosco, mas sim a outra Tonks. - Hermione disse de forma engraçada ao ver de Harry.

- É mesmo, né? - Harry disse corado enquanto encarava Nymphadora, e pedia uma brecha para fugir de tal explicação.

- Vá em frente, eles quem pediram, só espero não traumatizar criancinhas. - Tonks disse com um riso.

Bem... continuando: - Harry ditou se lembrando de tempos depois da suposta reunião dele com Andromeda.

[ ... ]

[ Virada de Ano ]

Andrômeda empurrou as portas de vaivém, entrando no dormitório de sua filha onde a procurava devido a toda a demora de descer.

Olhando por todo o canto, em momento algum a encontrara, Harry que nada tinha a fazer no atual feriado, se aproximou de onde estava e passou a estudar o local.

Era deveras diferente do dormitório da Grifinória, e Harry já bolava alguns planos para talvez no próximo ano letivo vir para esta casa em busca de expandir suas amizades, isso desde que ele tinha o direito de tal transição, e também não queria que suas amizades se prendessem apenas a Grifinória, no qual somente fora sua primeira escolha devido aos gêmeos serem seus conhecidos mais próximos na época da seleção.

Nisso, sentando-se sob a cama da tal Nymphadora Tonks. O jovem bruxo deu uma boa olhada na mulher que atualmente se aproximava dele. Seu sedoso cabelo castanho caiu pelo seu pescoço. Seus olhos escuros eram profundos e significativos, onde sempre que o encarava visavam reluzir num esverdeado muito semelhante ao seu, com certa paixão gravada neles.

Harry viu as vestes negras que ela usava, contornando seu corpo curvo. Ele começou a perceber as mulheres de maneira sexual a um bom tempo desde sua primeira e forçada relação, mas isso realmente o atingiu com força de mesmo modo que ocorrera com Rita Skeeter noite passada.

Suas vestes giraram lentamente, para ver uma sugestão de suas pernas, longas e sensuais, com meias sobre elas, com botas de salto alto em seus pés e o decote em seu peito deixava ele com pensamentos nada puros para com sua advogada.

Ela se virou por um momento e Harry deu uma olhada em sua bunda curva, seus olhos inundados de desejo, quando ele sentiu uma constrição desconfortável em suas calças. Andrômeda sentou-se na frente dele, colocando uma mão na coxa dele.

- Harry, quando me indicaram como sua advogada após sua primeira ida ao banco Gringotes, eu estava esperando instruir um garotinho de onze anos esnobe e mimado com tendências grandiosas a se achar um herói e celebridade mundial - Afirmou Andromeda quando ela olhou para o cliente que sentiu sua mão macia em sua perna. Ele se contorceu um pouco mais ao toque dela. - Imagina minha surpresa ao lhe ver adentrar ao escritório de Dumbledore, de início acreditei que era algum efeito Glamour como muitos estão acostumados a utilizar. Porém, em momento algum senti vestígio de magia puramente utilizada para tal.

- Eu estava esperando que você soubesse... o por que eu pareço muito mais maduro do que a maioria dos garotos da minha idade. - Harry afirmou quando tentou manter o sangue fluindo normal, mesmo que ele achasse que estava perdendo um pouco essa batalha em particular.

Andromeda sorriu ao ver a protuberância em suas calças. Realmente ela podia fazer uma cena de adolescente ingênua e surpresa com a reação automática do corpo dele a aparência dela, mas sendo uma mulher madura e feita na vida, com certeza ela não se fingiria de bobinha perante alguém que demonstra um partido deveras melhor que o de muitos homens.

- Existem muitas diferenças entre usuários mágicos e usuários não-mágicos, além do óbvio. - Afirmou Andromeda quando ela levou um momento para olhar para Harry. - Nós amadurecemos de uma maneira diferente de nossos colegas trouxas.

- Como assim? - Harry perguntou, curiosidade transbordando para ele.

Andrômeda ofereceu a Harry um sorriso brilhante, antes de ela roçar a mão contra sua perna um pouco mais, fingindo que era apenas uma maneira de sua mão se apoiar por estarem tão perto:

- Bem, nove entre dez usuários mágicos, só passam a envelhecer ferozmente após seus cento e cinquenta anos de idade.

- Muitos são jovens e cheio de vida, Dumbledore é um desses, não se engane com aquele jeito de avô sábio e carinhoso, por dentro ele detém de uma aparência jovial na qual detinha no auge de sua idade comparada aos trouxas, algo por volta de trinta anos.

- Perai... tá querendo me dizer que o diretor que todo mundo ve como um sábio velhinho, pode ser na verdade um homem adulto em um auge completo se fazendo de passivo? - Harry indagou com um riso contente por querer brincar disso contra o velho em algum futuro.

- Como disse, envelhecemos, mas nossas aparências não definham como a dos trouxas, nossa longevidade chega ao mínimo de duzentos anos por conta da magia em nossa circulação.

- Mas, uma coisa em você é única e ainda não tenho certeza sobre como tal é possível. Nunca foi dito ou explicado sobre algum bruxo de onze anos com um metabolismo acelerado, no máximo que tivemos foram raças que só envelheciam e amadureciam no fim da puberdade, mas antes disso, não nunca foi citado.

- De todo modo, em nosso mundo bruxo, o preconceito para com mulheres e meio sangue é muito aparente comparado a sociedade trouxa. Mulheres que não são sangue puros, dificilmente conseguem um emprego decente após seus anos de estudos, mesmo que ela seja a mais inteligente e perspicaz.

- Sangue puros e meio sangue tem uma diferencia grandiosa em nossa sociedade. Por tal motivo, muitos utilizam da magia Glamour, uma magia pratica e complicada de ser notada a olho nu, muitas bruxas jovens e lindas visam a utilizar para parecerem mais velhas e sabias, algo que impede de suas belezas interferirem em seu profissionalismo. Também, há o fato desta magia impedir que alguém note o fato de ser sangue puro ou não.

- Poderia citar dezenas de funcionárias e funcionários de Hogwarts que usam disso, e quando lhe vi, pensei que também usava de tal para parecer mais velho com base em sua fama, mas esse não é o caso.

- Você é um caso raro, e seu metabolismo foi acelerado forçando uma puberdade antes da hora, algo que agora eu tenho total certeza de seus instintos masculinos estarem tomando conta de sua razão e sanidade.

- Talvez curtos impulsos como ver mulheres com outros olhos bem diferente do comum de garotos de sua idade, ou talvez até mais do que isso devido a magia que sinto vinda do seu braço, pode não saber, mas seja o que estiver ai, está o forçando a restringir seus impulsos, até o momento que você não aguentara mais e acabara "atacando" alguém. - Ela disse o atacando com um tom malicioso que Harry entendia ao que ela se referia.

- Estou enganada, ou isso realmente ocorreu a ti alguma vez? - Ela indagou enquanto via o olhar surpreso de Harry.

Tudo a que dizia reluzia em o que ocorreu a ele na noite passada, algo que ele sentiu que não aguentava mais reprimir seus instintos, e fez a tudo aquilo com Rita Skeeter.

A mulher parou o que estava fazendo inconscientemente com suas mãos antes de se concentrar em Harry. A verdade é que desde que seu marido morreu há mais de onze anos, ela nem sequer pensou em ter um encontro sexual com outro homem desde então.

Porém, algo dentro dela a esquentava e mantinha seus instintos femininos a flor da pele quando encarava o Potter diretamente nos olhos. Isso vinha desde o escritório do diretor, no qual vira ele pela primeira vez.

Com tal, ela sentira-se na função de explicar tais coisas ao mesmo caso ele permitisse:

- Esses impulsos são de natureza sexual, mas são perfeitamente naturais... Apesar de saber em seu olhar que algo está forçando-o a restringir tal sentimento atrativo, somente para perder o controle. - Declarou Andrômeda ao fixar os olhos em Harry.

Harry a viu e sentiu a cada momento sua magia ressoar a sua volta, o seu fôlego levemente descompassado quando ele imaginou arrancar suas vestes e ter seu caminho com ela. Gritando o nome dele quando ele penetrou nela, esses pensamentos o deixaram bastante satisfeito.

Pouco sabia se era certo ou errado, mas realmente pouco ligava.

- Os magos também tiveram coletivos de muitas bruxas no passado, numa época que a antiga magia ainda era utilizada e o magoi dentro de nós era algo extremamente elevado, bom, isso no passado desde que a consanguinidade sanguínea veio a retardar esse efeito magico. - Andrômeda disse enquanto novamente movia a mão um pouco na perna de Harry em direção a sua coxa. - Pode ser um pouco diferente da sociedade trouxa, mas é assim que visamos sobreviver sendo a potencia mais poderosa da terra, porém também sendo a menor em quesito populacional.

Harry assentiu, entendendo, quando Andromeda correu suas mãos até o rosto dele:

- Mas informação suficiente, eu acho que mais ação é necessária. - Disse Andromeda em uma voz rouca enquanto passava a mão para cima e para baixo em suas pernas, ela sentiu que desde que ele estava no escritório de Dumbledore, que sua magia estava chamando por ela e em si seu corpo não estava negando. Isso significava que ele era um bruxo extremamente bem treinado ou alguém que carregava um pouco do antigo potencial magico antigo, isso e pudesse se projetar assim inconscientemente. - Eu vou te guiar com o que você faz em suas necessidades e aprendizado, ao menos é o que preciso fazer em prol do testamento de seus pais que poderão ser futuramente lidos por ti quando chegar a sua maioridade.

Cansado de somente conversar, Harry puxou Andromeda para seu colo. Ele era surpreendentemente forte e envolveu seus braços ao redor dela. Seus lábios encontraram os dela em um beijo ardente. Andrômeda sentiu-se satisfeita quando seus lábios se encontrarem com os dele e suas mãos percorreram seu corpo. As mãos dele estavam sobre as pernas dela, seus seios, suas nádegas e Harry continuou a alisa-las e acaricia-las lentamente por todo o corpo escultural da mulher.

Andrômeda se viu empurrada contra a parede e os lábios de Harry a beijaram com força na boca, trabalhando dentro dela com a língua. Sua mente instintivamente trabalhou em sua boca e ele sentiu suas mãos por toda a sua pele lisa, isso realmente o fez vibrar de excitação.

- Já que irá me guiar no que eu precisar... vou querer algumas aulas práticas. - Harry declarou e Andrômeda o atacou com essas palavras, envolvendo seus braços e pernas ao redor dele, e beijando-o loucamente. Ela trabalhou sua camisa sobre sua cabeça e enviou seu cabelo girando em desordem quando ela o empurrou de volta na cama.

Andrômeda levou um tempo para admirar seus músculos, muitos sangues puros somente falavam mais do que faziam, eles eram preguiçosos além de seguirem padrões incestuosos que somente os retardavam geração após geração, mas não Harry, ele era tão bom fisicamente, quanto parecia honrar aquilo em que prometia. Ela passou as mãos pelo corpo dele, provocando-o com os dedos, movendo-se para baixo dele, antes de tirar sua calça

- Você é talentoso... muito mesmo. - Disse Andromeda em uma voz ofegante quando ela apertou o "pacote" dele.

- E eu acho que você tem roupas demais para que isso funcione. - Harry afirmou com um olhar travesso e Andromeda recuou.

Ela lentamente balançou seu corpo, desatando suas vestes. Ela expôs mais e mais de forma sedutora e rítmica para o mesmo, até que ela deixou cair as vestes no chão. Harry a observou com desejo, seu corpo maduro estava diante dele. Ela usava um sutiã de renda preta que mal continha seus seios; ela tinha uma barriga lisa e uma calcinha rendada que tinha um ponto úmido nela. Eles se curvaram ao redor de sua bunda sexy, e suas pernas estavam cobertas de meias preta até as cochas. Ela chutou seus sapatos de salto alto, e retirou lentamente as meias de frente ao mesmo.

- Eu acho melhor eu cuidar disso, mestre. - Disse Andromeda em uma voz ofegante com seus olhos mantendo agora por completo uma tonalidade esverdeada que não mais retornava ao padrão comum de preto que tanto cativou ao Potter.

Harry não sabia de onde o termo "mestre" veio para ela o chamar assim, mas ele gostou e muito dando uma vontade extrema de arcar com seu novo título.

Andrômeda pegou o membro de Harry na mão, acariciando-o lentamente para cima e para baixo, sentindo o mesmo se animar em pura excitação.

- Você gosta do que eu estou fazendo, mestre? - Andromeda sussurrou em seu ouvido enquanto acariciava seu pênis para cima e para baixo, e lambia lentamente a bochecha dele, deixando rastros de beijo com seu batom vibrante vermelho.

- Sim, eu gosto muito disso. - Harry suspirou prazerosamente enquanto ela bombeava seu pênis com a mão.

Ela sorriu, antes de finalizar um selinho no canto de sua boca e ajoelhar-se lentamente diante dele.

- Apenas espere, porque se você gostou disso, vai amar o que está por vir. - Ela disse enquanto mergulhava entre as pernas de Harry e deu uma lenta lambida da base a parte superior de seu membro. Isso fez com que Harry se contorcesse de prazer, ele nunca pensou que pudesse sentir algo melhor que isso.

- Droga, continue. - Afirmou Harry depois que ela o lambeu em torno de suas bolas, e ele estendeu a mão e acariciou os cabelos longos da mesma.

Andrômeda lambeu para cima e para baixo em seu pênis, sentindo cada pulsação, cada contração muscular, e isso cresceu mais em sua mão.

- Droga. - Harry respirou depois que Andromeda enfiou o pênis em sua boca, sua garganta apertada envolvendo seu membro. Seus lábios colocados ao redor dele enquanto ela subia e descia sobre ele, balançando para frente e para trás com seu olhar ainda fixo nos do mesmo, ambos reluzindo em puro poder esmeralda que fluía do corpo de Harry para o de Andromeda, a fortalecendo magicamente, e ligando os dois de forma única.

Harry suspirou fundo para si mesmo, quando ele agarrou o cabelo dela em suas mãos e a empurrou para baixo, então seus lábios pressionaram contra a base de seu pênis enquanto ela levava o pedaço inteiro de carne pela garganta. Ele sentiu seu despertar sexual aumentar quando Andrômeda balançou para frente e para trás, caindo sobre ele como um profissional.

Andrômeda manteve seu tempo firme, ela queria que, pela primeira vez fosse tratada como merecia, por isso estava dando um trabalho completo desses, sabendo que talvez poderia receber algo em troca que a satisfizesse por completa. Ela não podia esperar para ver o que mais ele tinha para oferecer e com a fúria que ele a encarava, feito um predador prestes a atacar sua presa, ela não podia acreditar em como isso a deixava molhada.

Algo muito diferente da centena de bruxos que vinham flertando com a mesma na última década, bruxos que só sabiam expor o quão puros eram eles em magia, quão ricos suas linhagens eram e todas essas besteiras burocráticas que mais a irritava e frustrava na última década.

Ela bombeou seu pênis em sua boca por mais alguns minutos, olhando diretamente para ele, admirando ao mesmo tempo seus lindos olhos esmeralda, com certa inveja de alguém ter olhos tão lindos e profundos, pouco sabendo que no momento os dela reluziam igualmente em tal beleza.

Ela caiu sobre ele, fazendo sons lascivos de estalo com a boca. A mulher balançou para frente e para trás, levando-o profundamente em sua garganta, e seu pênis afundou em sua garganta, com seus músculos trabalhando sobre ele.

Suas bolas apertaram e ele pulverizou uma carga quente de seu gozo na garganta de Andrômeda quando ela o envolveu. Ele bombeou em sua boca uma e outra vez.

- Harry..., por favor. - Implorou Andromeda, quando ele a levantou e deslizou-a de volta na cama sem avisar, colocando sua mão direita em suas costas enquanto a beijava lascivamente, assim com ela sentindo o fecho duplo de seu sutiã sendo aberto.

Harry admirando a pura beleza dos seios dela, não pode deixar de dar certo último olhar a mesma como um pedido silencioso de confirmação, algo que foi respondido com a mesma sorrindo e puxando a cabeça do Potter para seus globos.

Andrômeda suspirou pesadamente quando sentiu ele lamber e mordiscar seus seios, suas mãos estavam em suas coxas, e então sua mão direita subiu, provocando-a. Ela sentiu um prazer percorrer seu corpo e seu coração bater mais forte com uma formigação interna se elevando por seus pontos mais sensíveis.

Lentamente com ela perdida nas sensações e de olhos fechados, o Potter enfim descera, passo a passo, beijo após beijo e lambda após lambda de seus seios a sua cintura.

Sua boca a encontrou e chupou diretamente um ponto especifico que ele encontrara em Rita noite passado, o que fez com que ela jogasse a cabeça para trás e gemesse. Ele estimulou seu clitóris tão repentinamente e com um foco tão grande de tal maneira que ela nunca pensou ser possível, mas a diversão começou, quando ele lambeu e chupou nela. Sua língua enterrou-se profundamente em seu núcleo.

Caso não estivessem em uma data festiva, com certeza muitas alunas e alunos os pegariam, mas como os dormitórios estavam praticamente vazios, a mesma pouco se importava de conter seus gemidos.

Harry provou o gosto de Andrômeda e ouviu os gemidos de prazer. Ele continuou a trabalhá-la com a língua, prestando muita atenção a que pontos a faziam gemer mais alto. Esses gestos fizeram com que ele arrasasse mais uma vez; na verdade, ele ficou duro apenas alguns segundos depois de Andromeda ter terminado de lhe dar o boquete, mas sabia bem que deveria trata-la e prepara-la primeiro para que no fim ambos terminassem satisfeitos.

A boceta de Andrômeda se apertou quando Harry a envolveu, enfiando a língua dentro e fora dela, suas mãos firmes massageando sua cintura, e ela firmemente acariciando seu cabelo de forma encorajadora a continuar.

- Oh meus deuses, isso! - Andromeda murmurou prazerosamente enquanto brincava com um de seus peitos, apertando a carne e brincando com o mamilo ereto.

Harry não diminuiu a velocidade, nem por um segundo, e sim mergulhou dentro e fora dela, lambendo suas entranhas. A bruxa de cabelos castanhos que ainda agarrava o cabelo de Harry com uma das mãos, o empurrou ainda mais. Em pouco tempo, ele devorou sua feminilidade, usando sua língua para cortar um ritmo agradável e constante através dela. Ele pegou o ritmo e trabalhou nela, movendo-se pesadamente dentro dela e alcançando pontos que ela não sabia que tinha, era como se a língua dele tivesse triplicado de tamanho e rastejava ritmamente como uma cobra dentro dela.

Ela encharcou seu rosto quando suas coxas prenderam em volta de suas orelhas, e o corpo de Andrômeda deu um orgasmo estremecido. A mulher sentiu-se balançada da cabeça aos pés quando estremeceu de novo e de novo, e tal sensação não parava com Harry ainda continuando mais e mais no incentivo completo que recebia de seus gemidos.

- Hora de mais. - Harry afirmou, enquanto enfim soltava a mesma, num suspiro de prazer, mas que não dera tempo a mesma quando a colocava em seu colo, provocando sua abertura mais uma vez.

Ela sorriu, sabendo o que viria a seguir. A mulher montou seus quadris, as pernas firmemente ao redor dele como se o agarrasse para que nunca a soltasse, seus braços envolta do pescoço do mesmo. Ele segurou a bunda dela em suas mãos e assim se pôr em pé a levando até uma das paredes e apoiando-a lá.

- Oh, Harry... - Andrômeda suspirara pesadamente quando sentira a temperatura gelada da parede em suas costas, e a sensação quente de algo penetrando sua feminilidade, sentindo-a esticá-la. Tinha sido muito longo e os brinquedos não o cortaram. Eles não a empurraram para seus limites tanto quanto esse pedaço de masculinidade fez sem se conter, e pondo tudo de uma vez. - Você é tão bom.

Nem a melhor das relações que já tivera, fora capaz de dar o prazer e intensidade alcançado aqui, cada toque, cada beijo, cada mínimo contato era um passo mais perto de um novo orgasmo, ou talvez só a prolongação de um orgasmo que não acabara até agora, e ainda mal começaram sua brincadeira.

- Era eu quem deveria estar dizendo isso. - Harry grunhiu quando ela começou a movimentar automaticamente seus quadris, o fazendo se remexer dentro dela. As paredes apertadas acariciavam sua masculinidade muito bem, enquanto ela trabalhava um pouco para montá-lo e se acostumar com tal tamanho.

- Essa buceta pertence a você, mestre. - Afirmou Andromeda em um gemido luxurioso; ela se sentiu empurrada para cima pelas mãos fortes dele em sua bunda, e afundou de volta quando o mesmo a soltou e deixou a gravidade fazer seu trabalho, e continuou nisso cada vez, vez após vez de forma lenta, porém voraz que a fazia sentir tudo de uma só vez. Ela inspirou e expirou, quando Harry empurrou para dentro dela, acertando-a e fazendo-a jogar a cabeça para trás com um grito.

Harry encontrou-se no céu quando seu membro foi envolvido nesse aperto quente, enrolado em volta dele. Ela balançou para cima e para baixo, para frente e para trás, e realmente pegou um ritmo constante e pesado. Ela o montou, girando seus quadris ao redor dele. Seu membro espesso tocava diretamente na entrada de seu útero, uma região que nunca antes foi alcançada, mas que o prazer de ambos permitia continuar nesse ato.

- Sim! - Andromeda ofegou quando sentira ele pegar um ritmo veloz e profundo, sentindo outro orgasmo lavar através de seu corpo quando Harry a embalou com seu pênis. Ela conseguiu muito mais do que poderia esperar deste serviço.

Nunca imaginaria estar logo com Harry Potter numa cama, porém o melhor de tudo era que ele pouco se importava com o próprio prazer, mas sim a colocando em primeiro lugar a fim de ter múltiplos orgasmos em meio à sua brincadeira.

Harry fazia tudo de forma apaixonada quando a beijava e chupava seu pescoço, quanto fazia de forma bruta quando dava tapas fortes em sua nádegas, na qual só a fazia sentir que estava recebendo o melhor dos dois mundos de uma vez só, empurrando seu pênis dentro dela, fazendo-a se inclinar para trás, então ela quase caiu de costas sobre a cama. Ele usou a alavanca para cortar um caminho, batendo seu membro grosso em sua vagina, conduzindo-o em seu núcleo encharcado com cada passagem nela. Cada impulso enterrou mais fundo nela. Andrômeda envolveu suas mãos ao redor dele e afundou as unhas nas costas dele quando o mesmo a dominava por completo.

- Oh, sim, tão bom! - Andromeda suspirou com praticamente um grito quando ele colocou as mãos em suas cochas e a puxou por cima de seus ombros - Isso... Pelo amor dos deuses, não pare. - Ela continuou enquanto suas unhas arranhavam as costas do Potter em toda essa intensidade nunca antes sentida.

- Eu estou... ah, Harry. - Andromeda ofegou enquanto revirava os olhos com ele se levantando e empalando seu pênis mais fundo, ele deslizava dentro e fora dela, quando ela sentiu outro orgasmo devastador esmagar seu corpo. Ela não tinha certeza do quanto poderia aguentar consciente e Harry ganhou muito impulso não parando em momento algum, independente do orgasmo dela, ou dos gemidos.

Caso não estivesse agarrada a ele, com certeza pouco se aguentaria em pé enquanto ele aproveitava todo o espaço do dormitório das alunas do sétimo ano, mal conseguia seguir seu ritmo e o Potter mal dava indícios de chegar a seu ápice.

Harry sorriu, pensando em quanto ele iria transar com essa mulher. Ele sabia que Andromeda Tonks era uma mulher poderosa, forte e inteligente desde o momento que a vira na sala do diretor. Talvez possa ter sido isso que o atraiu junto a sua beleza única. E agora ela estava aqui, gritando e arranhando ele, coçando suas costas de forma descontrolada enquanto a pele dele ficava marcada.

Nunca pensara em coisas assim, mas o termo mestre que ela gritava a cada orgasmo obtido, o agradava e muito.

O último Lorde das trevas foi conhecido como mestre de seus lacaios, como o mais brutal e insano já existente, mas Harry, saber que poderia ter esse título "mestre" por algo extremamente diferente.

Isso realmente o dava um fogo a mais para dominar tal mulher. Tais pensamentos iam e vinham enquanto seu corpo não cedia a momento algum, sua respiração não era descompassada, o fazendo novamente mergulhar mais fundo nela, trabalhando sua ferramenta em seus lábios suculentos da boceta.

Harry puxou para fora dela e Andrômeda lamentou a perda, mas não por muito tempo, quando ela se viu de quatro em suas mãos e joelhos.

Ela formigou de antecipação, quando a ferramenta de seu mestre se enfileirou com sua boceta e bateu nela. A mulher agarrou os lençóis quando ele empurrou dentro e fora dela, empurrando nela, martelando-a rapidamente com uma força que ela nunca experimentou. Suas mãos manobrando seu caminho sobre o corpo dela até que elas seguraram seus seios apenas adicionando à atmosfera de excitação e extremo prazer.

Junto ao fato do mesmo toda vez que metia, puxava a seu cabelo longo afim de manter seu domínio, o que ela em nada reclamava devido a seus gemidos e incentivos desconexos.

[ ... ]

Fora do dormitório, Nymphadora Tonks retornara de um passeio que tivera com seus amigos em volta do lago negro. Ela ouviu os gritos vindos do local em que dormia com suas amigas, e instantaneamente ficara preocupada com alguma de suas amigas. Ela então parou de forma sorrateira, com varinha em punho e preparada para um confronto, para só assim ter a visão mais erótica diante dela em anos ali em Hogwarts.

Era inevitável que seu histórico de relacionamentos nunca tivera um homem, porém, o número de mulheres que continha ali, era realmente alto e ela já vira muita coisa que a excitara, porém, o que via diante dela, era diferente de qualquer sentimento que ela já teve.

Andrômeda Tonks, nada mais nada menos que sua mãe, estava na cama em suas mãos e joelhos, com um enorme pau enterrado entre ela e gritando por mais. Tonks parou e olhou, viu os olhos verdes, o cabelo bagunçado e a cicatriz em forma de raio na fenda entre a porta, e a bruxa de dezessete anos precisou de alguns minutos para se recompor e ver tudo o que viu.

- "Oh, puta merda, minha mãe está sendo fodida por Harry Fucking Potter." - Pensou Tonks, sentindo um calor crescendo em seu próprio corpo ao notar abruptamente os olhos verdes e cativantes dele, o brilho que se intensificava enquanto ele subjugava sua mãe e fazia uma verdadeira bagunça no dormitório feminino da lufa-lufa.

Entre suas pernas. Ela tirou as vestes que usava, apenas vestida com uma camisa branca apertada que envolvia seus amplos seios e um short apertado, com sandálias.

Ela sentiu-se ficar quente e suada, quando viu a ação. Sua mãe gritou em voz alta enquanto ela estava sendo treinada ao estilo cachorrinho, e em momento algum demonstrava rejeição ou que estava sendo forçada a algo. Nunca a vira assim, e por algum motivo maluco, a excitava e muito vê-la de tal forma.

A bruxa de dezessete anos ofegou quando viu Harry continuar a afundar na mãe como se não houvesse amanhã, sob exaustão da mais velha que só podia gemer descontroladamente em meio a cama e lençóis bagunçados. Suas bolas golpearam o traseiro de Andrômeda, quando ele passou as mãos sobre suas costas e a apoiou contra o mesmo, acariciando cada centímetro de seu corpo, beijando, chupando e metendo firmemente no que era uma das mulheres mais fortes e determinadas que Nymphadora já vira.

Uma cadeira foi puxada dali de perto, e Tonks baixou o short, antes de passar a massagear sua área mais molhada e encharcada. Ela bombeou para dentro e se forçou enquanto observava a cena erótica diante dela.

- "Ah, droga, o que eu estou fazendo?" - pensou Tonks, ela se sentia desesperadamente excitada ao ver aqueles olhos lindos e cativantes, junto ao fato de a cena a sua frente não ajudar em nada.

Desde que seu décimo sétimo aniversário passou, ela sentiu suas próprias mudanças e algum alívio que era necessário. Concedido que ela jogou com uma amiga sua, Penélope Clearwater. E muitas outras, seu corpo ainda sentia falta de algo real, vivo e que a satisfaria de uma forma nunca antes sentida.

E já que a maioria dos caras em seu ano eram idiotas ou inadequados, isso deixaria Tonks com poucas opções, fechando os olhos como o pensamento sobre o que um homem de verdade poderia fazer com ela.

Andrômeda deu um orgasmo estridente da outra sala e Tonks olhou para cima, um sorriso cruzando seu rosto. Parecia que Harry transou com sua querida mãe em um estado de estupor e a mesma acabara de perder a batalha.

E melhor ainda, ele ainda estava duro feito rocha quando saíra de dentro da mesma com um rastro branco inundando de fora da matriarca, então Tonks decidiu que seria prudente dar-lhe uma mão ou talvez outra parte de seu corpo. Não havia nada o que perder, no máximo ele a negasse ou talvez saísse a chamando de vadia, o que não era uma grande surpresa, desde que todos os caras que Nymphadora deu um fora, a chamou disso e tentou a afetar negativamente, mas duvidava disso devido a excitação aparente que ele tinha enquanto ajeitava carinhosamente sua mãe na cama.

[ ... ]

Harry viu que Andromeda desmaiara devido ao intenso ato deles. Ela estava caída na cama, babando um pouco com um sorriso na face. Ele gostara muito da visão de mais uma vez estar no topo, e não sendo usado como objeto igual no passado antes de Hogwarts, mas ainda tinha um problema a precisar terminar quando a ajeitara carinhosamente na cama.

De repente, uma figura correu para o quarto. Ela tinha cabelo rosa chiclete e isso não estava apenas na cabeça. Um par de olhos violeta ardentes olhou para ele com luxúria. A garota em questão era alta; ela tinha seios grande, um rabo quente e longas pernas deliciosas, com um par de lábios para combinar. Ela se jogou em Harry, atacando-o e beijando-o loucamente, as pernas enroladas ao redor dele não dando chances de o mesmo impedir a mesma, enquanto ela esfregava sua boceta nua contra seu pênis latejante.

Harry pouco entendia quem era essa, mas com certeza não iria negar o fogo que ela estava proporcionando. Somente para isso um nome ressoar em seus ouvidos quando Andromeda explicara a pouco tempo atrás.

- Oh, você deve ser Nymphadora. - Harry declarou enquanto ela olhava para ele, através dos olhos apertados. Potter sabia que ela iria censura-lo segundo o que Andromeda disse, porém logo ele fora respondido com mais um beijo.

- Não me chame de Nymphadora. - Ela afirmou com ferocidade enquanto olhava de volta para Harry, colocando sua ereção dura em sua mão.

- Muito bem, mas vai ter que me chamar de mestre... - Harry disse com um sorriso brincalhão. - E eu irei fazer com você, o que fiz com a gostosa da sua mãe. - Ele continuou enquanto explorava seu pescoço com leves chupões.

Tonks abaixou-se no pênis de Harry, seu centro em torno dele.

- Prazer em conhecê-lo... mestre. - Tonks gemeu quando na visão de Harry, os olhos arroxeados dela se alteraram para um esverdeado, junto a isso sua cabeleira rosada se alterou para uma acastanhada deveras igual a de sua mãe. Seu corpo parecia alterar levemente de tamanho, dando a entender que ela escondia sua real aparência, o que logo o fez pensar em algo que lera recentemente, algo sobre metamorfos ou coisas assim.

Enquanto seu pênis deslizava para dentro dela com facilidade. Ela podia se fazer extremamente apertada com seus poderes, não importa o que, e ela fez com prazer.

- Merda, você está muito apertada. - Harry suspirou; ele sentiu seu traseiro quente em suas mãos e também se moveu para segurar seus magníficos seios. E em meio a tal, pode vislumbrar um pequeno fio de sangue em seu contato com Nymphadora. - Hm... então sou seu primeiro?

- Sim, você é... por favor, foda essa buceta sem dó, eu posso retrair e alargar como bem quiser. - Tonks ofegou enquanto ela balançava para frente e para trás sobre ele, girando seus quadris e empurrando para cima e para baixo sobre ela, montando-o como se sua vida dependesse disso.

- Heh..., mas acho que sou somente seu primeiro do sexo masculino. - Harry murmurou no ouvido dela, a fazendo corar por ser pega. - Bom, isso apenas torna tudo ainda mais excitante.

Para ela pouco importava a dor lacerante em sua intimidade, até mesmo gostava um pouco pois seus poderes de metamorfo a fazia tornar tudo único e muito diferente de uma mulher comum perdendo a virgindade, e em poucos segundos a mesma já se sentia imersa numa onda de prazer que subjugou toda e qualquer interferência desse ter sido o primeiro e melhor contato com o sexo masculino.

Tonks sentiu os olhos dela se inundarem; ela sentiu esse pedaço primordial de carne enterrar dentro dela, esfregando contra os lábios da boceta e empurrando-a para longe. Ela ofegou pesadamente quando sentiu tudo, ele empurrou rápido nela, e ela balançou de volta nele, empurrando seu pênis com seus músculos internos, determinados a faze-la chegar a seu ápice.

Harry passou as mãos sobre ela, ouvindo-a gemer alto quando ela o montou, mas ele ainda estava muito duro com ela, quando ele empurrou para dentro dela. Suas bolas bateram contra seu traseiro apertado, quando ela balançou contra ele para frente e para trás, certificando-se de que seu pênis a penetrasse agradável e profundamente.

- Oh, foda-me, ah, sim... - Tonks ofegou quando ela encostou nele, sentindo o maior orgasmo em sua vida e Harry se inclinou para frente e chupou seus seios grandes. Ela até pensara em usar seus poderes para torna-los maiores, porém, logo agora pudera notar. Estava em seu estado base, seu estado comum que não via e nem se lembrava tem muito tempo, desde que seus poderes fazia ela não ter uma imagem base, mas que pela primeira vez desde seus onze anos, pode enfim notar que estava no seu estado base, porém de uma adolescente é claro.

- Não escoda nada, quero fazer isso com Nymphadora Tonks, e não com um disfarce... - Ele dizia enquanto explorava cada parte do corpo dela, a deixando somente com um pensamento incrível de estar sendo adorada pelo que era verdadeiramente e não pelo que conseguia fazer.

Harry assistiu seus peitos grandes saltarem para cima e para baixo quando ela continuou a cavalgá-lo com muita força, a todo momento restringindo seu poder de mudar automaticamente sua fisionomia, e dando a ela uma sensação tão quente e acolhedora do mesmo estar tão voraz só de estar em contato com seu verdadeiro eu.

Andrômeda acordou com os sons de sua filha e Harry fodendo loucamente na mesma cama que ela estava deitada.

- Nymphadora, tão bom te ver. - afirmou Andromeda sorrindo pouco se importando com o ato deles, tendo uma sensação única e entorpecente de paz e relaxamento.

Vendo um grande pedaço de carne empalando sem contenção em sua filha, Andromeda não pode deixar de novamente sentir um calor em suas partes baixa.

- Oi mamãe, ah sim, Harry! - Tonks gritou quando ela se balançou para cima e para baixo sobre ele, usando seus músculos da buceta nele. - Por favor, dentro! eu preciso disso dentro.

- Eu não tenho certeza se você está pronto para isso. - Afirmou Harry, em resposta, ela mordeu o ombro dele, quando ela o montou, saltando para cima e para baixo sobre ele. - Sabe... tem que implorar um pouco mais, como eu disse no início.

- Porra, sim, por favor mestre, dentro de mim, isso é incrível... droga, eu estou implorando. - Tonks ofegou pesadamente, quando ela continuou a montar este pau grosso sem chance de pausas ou descanso. O sentimento de cada toque a fazia sentir um choque prazeroso por todo o corpo, o corpo levemente formigando como a sensação de um musculo dormente, e ali em contato com ela. Um homem que era para ser considerado um mero garoto, agindo em uma perfeita sintonia e habilidade que um homem completo deveria ter.

Tudo isso tocando cada parte dela e a encheu de alegria sem precedentes.

Ela teve outro orgasmo onde viu estrelas e logo depois Harry finalmente "explodiu". Tonks gritou quando seu pênis empurrou nela, jorrando tudo dentro dela, com ela gritando em voz alta num sentimento puro de que o membro de seu mestre alcançara lugares que ela acreditava ser impossível de se chegar.

Nenhuma delas se importava com chances de engravidar, todas as bruxas visavam tomar anticoncepcionais mágicos nos quais eram bem mais funcionais do que os do mundo trouxa, tudo impostos a elas no segundo ano de Hogwarts e indicado para seguirem até além da formatura.

- Isso foi incrível. - Tonks suspirou quando ela deslizou para trás e descansou a cabeça nos seios de sua mãe que a segurara em um abraço carinhoso, mas ela olhou para Harry, que ficou mais duro. - Oh, você não terminou ainda.

Andrômeda recostou-se e colocou a boca da filha em sua boceta molhada e ensopada. Tonks mergulhou entre os lábios suculentos e começou a saborear sua mãe.

Harry sabia o que fazer e ele agarrou seus quadris, antes de empurrar nela. Seu pênis bateu em Tonks por trás e lentamente começou a andar em seu estilo cachorrinho.

- Ainda alargando, acha mesmo que eu irei deixar você vencer isso aqui - Harry suspirou e Tonks usou seus poderes para alargar mais sua vagina com força, com o pênis grosso de Harry a fudendo vorazmente não dando chances de se acostumar direito ao tamanho

Tonks ofegou quando ele bateu nela, e ela saboreou a buceta de sua mãe, entregando-se aos sucos rolando pelas coxas de Andromeda. Harry pegou um ritmo bom e constante enquanto explorava o interior de sua vagina com sua ferramenta grossa.

Ao ver de Harry era um pouco estranho mãe e filha fazerem tal coisa, porém ele era mente aberta desde que literalmente não tinha problema em se surpreender com mais nada. Sabia bem que a sociedade bruxa era extremamente atrasada comparado aos No-maj, e no passado, os No-maj também tinham relações incestuosas, tudo questão de época, leis e o puro Mi Mi Mi que literalmente os bruxos não detinham.

Com somente o problema deles em relação a estrangeiros e preconceito para com outras raças nos quais julgam inferiores. Igual ao racismo e homofobia presente na sociedade No-maj

- Sim, oh, foda-me. - Tonks murmurou desconexamente na buceta de sua mãe, quando sentiu o pênis dele empurrar dentro dela, sentindo-o atingir seu ponto-g.

Harry acelerou o passo, quando ele a atacou ainda mais, enquanto Tonks saboreava a boceta da mãe. Olhando levemente para o lado, Harry pode vislumbrar um besouro verde situado em uma das cômodas, sabendo bem o que era, Harry somente pode sorrir enquanto sua companheira da noite passada aproveitava bem o espetáculo.

Harry chutou as coisas um pouco, o tempo queimou quando ele continuou a foder essa linda boceta ao redor dele, puxando Andromeda para seus braços com uma força que ela nunca imaginava nele, o mesmo prontamente passou a chupar toda a intimidade da mais velha enquanto sua filha entrava num estado continuo de múltiplos orgasmos com seu membro não mostrando piedade em momento algum.

Andrômeda deu um orgasmo estridente quando Harry a envolveu com sua boca quente e ela segurou seus cabelos morenos enquanto sentia a língua dele praticamente trabalhar por todos os pontos certos a fazendo também chegar a vários orgasmos.

Os três amantes continuaram seus movimentos por um tempo ainda, o tempo continuou a se arrastar e os impulsos de Harry se aprofundaram nela.

- Eu acho que minha filha está chegando ao limite. - Afirmou Andromeda enquanto olhava para Harry, somente para sentir ele intensificar ainda mais seu trabalho com a língua. - Oh... isso!

Ele estava indo para lá por quase duas horas e meia direto com essas duas e ele poderia dizer que eles tinham seus limites. Ele se forçou a terminar, enviando a pesada corrente de esperma para a boceta de Tonks, num alto gemido audível vindo da adolescente.

Andromeda sentiu novamente sua visão embaçar, quando ela teve seu orgasmo final na boca de seu mestre e desmoronou sobre a cama com sua filha que se encontrava no mesmo estado.

Notando cada uma em seu estado prazeroso e silencioso com somente o som audível de suas respirações pesadas, Harry se voltara contra o besouro curioso acima da cômoda, pegando-o gentilmente, Harry acariciou-o levemente onde ditara:

- Me encontre no meu dormitório, já, já estarei lá... Skeeter. - Por fim ele ditou com o besouro sumindo rapidamente e desesperadamente por entre a porta.

Harry só pudera rir enquanto ajeitava as duas mulheres na cama, as cobriu carinhosamente nessa manhã gélida, dera um beijo em suas testas num ato carinhoso que fizera cada uma suspirar e enfim fechara as cortinas para cada uma ter seu próprio momento privado.

E com isso, ele enfim se trocou, e partiu de sua primeira exploração ao dormitório da Lufa-Lufa. Algo que com certeza nunca esqueceria, e mal podia esperar por suas explorações aos outros dormitórios.

Pouco ligando pelos ruídos que vinha escutando a duas horas, quando outras alunas voltaram aos dormitórios e notavam a cena que vinha ocorrendo, mas que nenhuma teve coragem alguma de falar algo, e somente se molharam ainda mais quando o Potter piscou para elas e fez sinal de silencio com um dos dedos.

[ ... ]

[ Atualmente ]

- E foi isso, galera. - Harry terminou normalmente, enquanto via o estado de choque das três crianças por nos cinco minutos atrás terem tido a explicação mais detalhada de algo.

- Que feio, mestre... Traumatizando os mais novos... - Nymphadora murmurou enquanto o beijava.

- Do que está falando, eu também tenho a idade deles, se perceber, você é quem está cometendo o crime aqui. - Harry respondeu enquanto se voltava a caminhar para a sala em que o Cérbero estava. - Bom! Vão ficar aí perdidos, ou vamos roubar a Pedra Filosofal, para impedir um ladrão, de roubar a Pedra Filosofal? - Harry indagou fazendo Tonks rir, no qual ela tropeçara ao passar pela porta.

Nisso, se levantando enquanto culpava a porta por estar no caminho, ela disse:

- Você não sabe como isso soa irônico, vamos lá meu ladrãozinho. - Por fim ela disse enquanto ambos adentravam a sala, acompanhados por três crianças traumatizadas que com toda certeza teriam muito a pensar, imaginar e compreender.

E com isso dou fim a mais um capítulo da Changed Prophecy.

Espero que tenham gostado da ingressão de Andromeda Tonks, e Nymphadora Tonks que está em seu último ano escolar.
Achei que colocar Tonks nesse papel seria bom, ela será uma ótima aliada e ambas as mulheres terão maior foco no enredo com o decorrer dos livros, e como ela quer se tornar um Auror, imagina ter no currículo que a mesma participou da caçada a Quirrel em Hogwarts, onde impediram-no do mesmo de roubar a Pedra Filosofal, que imediatamente ressurgiria com o Lorde das Trevas.

Gosto da Tonks e acho ela muito gata, muitas histórias retratam Andromeda como uma cópia idêntica de Bella Lestrange, visei mudar isso um pouco com ela tendo cabelos castanhos, e acho que deu muito certo. A mulher linda essa da capa kkkkkkkkkkkk

Enfim, espero que todos estejam gostando da obra, dos vínculos que vão se formando, amizades, atos mesquinhos de Ron que com o tempo podem vir a ser concertados, ou talvez piorados, Neville mostrando uma outra pessoa estando fora dos holofotes, e um Harry... bem, é o Harry, é só esperar novos capítulos que já vão saber sobre ele.

Hermione também terá uma melhor participação, seja em estudos ou mistérios a ser desvendados, e até mesmo num futuro onde ela e Harry se tornam animagos em conjunto. :D

Enfim, espero que a obra esteja sendo de agrado geral, mandem opiniões, criticas, elogios, ofensas kkkk, seja lá o que pensarem, pode mandar. Aguardo todos na seção de comentários com textões motivadores para minha pessoa. XD

Nynphadora Tonks (Natalia Tena): profile_images/378800000536462100/dc7b287a43b37f21f406c2c02698d39a_

Andromeda Tonks (Kate Walsh):

Sala Comunal da Lufa-Lufa: 6695/f3646f9a9976d1e8baed88fed23b33251a815ef7_

Domitório 7ºAno Lufa-Lufa: .