Sentidos a flor da pele...

—Hinata... – sobrou ele em murmúrio antes de reivindicar os lábios dela para si.

A mão grande do Uzumaki estendeu o toque até os cabelos negros sentindo seus dedos tocarem os fios finos e extremamente macios até ele encontrar a nuca da garota e puxa-la mais ainda para si. Imediatamente Naruto colou seu corpo ao dela a prensando entre a parede do corredor e seu corpo. A outra mão deslizou com suavidade a curva da cintura dela. E fora nesse momento que ele apertou ouvindo-a gemer baixinho contra sua boca e sentiu-se preso pelo som por ela emitido. Chupou os lábios dela saboreando lentamente da doçura e maciez que eles tinham, bem como a notória inexperiência que a garota exalava, uma inocência e inexperiência que em parte o enlouquecia e em parte o travava.

Naruto então desvencilhou dos lábios cheios, seu nariz deslizou pelo dela sentindo o aroma adocicado que emanava dela e naquele instante encostou sua testa a dela sem largar a nuca, sem evitar a proximidade. Sentia todo seu corpo quente, tão quente quanto jamais estivera e completamente sem controle de seus impulsos.

O hálito quente dele chocava-se contra o dela quando houve esse pequeno afastamento, e os olhos perolados abriram-se encontrando as safiras a tragando colados, ela podia enxergar-se nos olhos dele. Completamente obscuros e cheios de uma tensão que os enublava os tornando indecifráveis para ela.

Estavam claramente ofegantes de um contato apenas simplório, leve e suave, mas o que pesava era justamente o estado que se encontravam, envoltos em uma tensão acumulada.

Os corações batiam intensos e fortes contra o peito. Hinata estava completamente imóvel, sentia-se completamente hipnotizada, se seu corpo não estivesse preso ao dele, certamente suas pernas já teriam falhado pois estavam completamente bambas, seu corpo esquentava cada vez mais, sentia os impulsos elétricos fluírem por seu corpo e desordenando seu chakra.

Ela sentiu sua pele se arrepiar quando a mão dele deslizou por sua nuca descendo em direção ao seu rosto. Ali ela tocou e eles sentiu o polegar dele deslizando por seus lábios e fora ali que seus olhos focaram ainda mais intensos. Naruto apenas sentia o efeito da Hyuuga em si, no seu corpo, nos seus sentidos e não conseguia pensar muito além disso, só em como o corpo dela era quente ou em como o perfume dela conseguia o embriagar cada vez mais. Só sentia que precisava cada vez mais estar ali, estar colado ao corpo dela, sentir o corpinho macio e excitante da delicada kunoichi.

Expressando aquilo que latejava em sua mente a cada segundo mais, ele falou num sussurro carregado de desejo puro:

—e-eu quero você...

Tumtum, tumtum...

O coração acelerado era tudo que havia ali, as mãos de Hinata moveram-se lentamente e encostaram-se espalmada no peito dele fazendo a pele de Naruto reagir ao toque quente e leve. Os olhos não se largavam, e ela sentia o calor atingi-la mais e mais. A mente da Hyuuga estava tomada de sentimentos e sensações, todas explodindo ao mesmo tempo. Sua timidez era a última coisa que havia entre eles naquele momento, fosse por conta da bebida, ou do fruto ou dela conhecer seus próprios sentimentos para com o ninja laranja de Konoha.

Como dizer não, se o coração gritava por sim? Como afastar quando seu corpo se derretia ao contado do dele? Como fugir se tudo que ela queria era se entregar sem culpa?

As mãos pequenas subiram em direção ao pescoço dele e enlaçaram-se ali, os lábios inchados então sussurram contra os dele o que o coração e o corpo não conseguia negar:

— e-eu também quero você...

E bastou apenas isso para que todas as barreiras de sanidade caíssem por terra, para que qualquer receio ou dúvida ainda pairasse, porque não haveria mais tempo para que elas existissem até o que o dia amanhecesse.

Se Naruto sabia exatamente o que estava fazendo? Absolutamente não, porque o que o guiava não era nada além de instinto, impulso e desejo com um fundo a mais que ele não tinha ideia. Era como se cada célula do seu corpo naquele instante gritasse pela pequena Hyuuga, como se cada musculo do seu corpo precisasse dela, se fundir a ela.

Não havia um depois, só importava o agora. O depois ficava mesmo para depois.

A mão dele que estava no rosto dela voltou a puxa-la contra sua boca, o toque macio dos lábios deram lugar para um exigente, para um toque mais bruto e intenso da qual a língua dele pediu passagem através dos lábios, a inexperiência dela surgira, mas não era um empecilho principalmente pela garota tentar acompanhar o rito pelo parceiro praticado, não havia nada que ela não fosse capaz de aprender. Quando Hinata sentiu a língua dele encostar na sua enroscando-se e trocando sabores, ela fechou com força os olhos e com uma das mãos fechou-se em um monte dos cabelos loiros os puxando com um toque áspero e intenso da qual ela mesma desconhecia ter. Estar nervosa, ansiosa, mais excitando-se cada instante mais.

Encaixaram-se ao encontrarem a sincronia no contato, as línguas começaram a trabalharem melhor, os lábios eram chupados por ele, e quando ela o fez nele puxou mais os cabelos loiros ouvindo um gemido rouco escapar pelos lábios do loiro. As duas mãos dele desceram de encontro a cintura dela a apertando forte e pressionando seu corpo tenso ao dela.

Seu corpo tenso gritava desesperadamente pelo dela, pela pele crua.

Movido por tal necessidade, uma das mãos dele saiu da cintura dela e ainda sem deixar os lábios, tateou um pouco mais para o lado a maçaneta da porta e a girou abrindo. A necessidade de saciar-se mais e mais na pequena Hyuuga parecia desesperador e exalada por todos os seus poros e isso piorava quando ela gemia contra seus lábios a cada vez que ele a apertava mais buscando senti-la completamente.

Lentamente com tamanha habilidade, o loiro guiou Hinata lentamente para dentro do quarto sem separar aquele contato entre as bocas. A garota estava completamente desnorteada e sua concentração resumia-se ao sabor e umidade da boca dele na sua. Num primeiro momento havia sentido o peso da inexperiência, mas quando finalmente conseguiu sentir-se mais confiante, imitou os movimentos de Naruto e agora tudo apenas transbordava. A troca de caricias entre as línguas, os pequenos chupões entre os lábios...

Um passo, dois...

A porta fechou-se com brusquidão a fazendo abrir os olhos se dando conta que estavam dentro do quarto, quando pensou que voltaria a realidade seus lábios abriram-se mais e gemeu fechando os olhos com força ao sentir os lábios de Naruto escorrem por seu pescoço.

Até que ponto ele poderia a excitar mais? Quer dizer, era uma loucura aquilo tudo e ela sabia, mas simplesmente não conseguia parar, não tinha forças para parar porque a cada novo toque dele era uma nova descoberta, uma nova sensação uma nova explosão desesperada em si e um novo grito do seu corpo pelo dele.

Afinal... Ela o amava. Inegavelmente, completamente, desesperadamente...

Ela o amava.

Ela tombou o pescoço para trás e meio de lado e sentiu os beijos na sua pele tornarem-se chupadas mais fortes, mais vigorosas como se ele quisesse alimentar-se de si. Hinata sentia a necessidade absurda de contato, sentia o querer e o desejo superar qualquer mínimo pensamento de razão, sentia o corpo vibrar e arrepiar-se, sentia seu baixo ventre pulsar formigando. Sua intimidade pedia desesperadamente por uma intimidade que ela apenas cogitou ter quando casada, com seu marido, que aliás em seus sonhos mais íntimos era exatamente ele...

Uma entrega de amor...

—N-Naru... Kunnn – seus lábios gemeram mais alto quando a mão dele agarrou seus cabelos puxando um pouco mais forte sua cabeça inclinando-a e dando completo acesso a região do seu colo. Ela sentia a língua dele deslizando pela pele ali e tirando as mãos dele ela buscou apoio atrás de si, suas pernas tremiam.

As mãos pequenas encostaram-se na borda do móvel que havia ali no cômodo para guardar as coisas.

Naruto deixou os dentes rasparem levemente na pele dela. O cheiro doce da Hyuuga funcionava como potencializador de tudo que estava sentindo aumentando fodidamente a tensão em seu corpo. Ela era tão pequena, tão macia, tão quente e cheirosa quanto parecia ao seu ver, aliás, ao toque, aquela garota era uma perdição. Quando ela gemeu seu nome? Ele sentiu literalmente seu pau latejar doloroso.

Sua situação era pra lá de tensa.

Ele a abraçou apertado esfregando-se levemente ao corpo dela o que permitiu a garota sentir a ereção desesperada dele. Os olhos azuis contemplaram o móvel atrás dele que ela se apoiou e sem pensar mais, a mão dele foi de encontro ao laço do Obi do yukata o desfazendo.

A faixa larga rosada caiu serpenteando no chão afrouxando completamente os tecidos e imediatamente ela deu um gritinho ao senti-lo ergue-la como se fosse a mais leve das bonecas a sentando sobre o móvel. Os lábios dele pararam na sua pele e os olhos encararam-se novamente enquanto as mãos dele foram até as pernas dela e deslizaram pelas aberturas de encontro das peças do yukata. As safiras não desgrudavam dos perolados e ela tinha certeza que ele o hipnotizava, mesmo tremula, mesmo ansiosa ela só queria olha-lo, deseja-lo e sentir aquelas mãos grandes continuarem a trilha que faziam.

Naruto deixou as mãos finalmente tocarem na pele dela sentindo-as quente, o toque que começou na altura dos joelhos começou a deslizar-se subindo com lentidão enquanto ele literalmente explorava e sentia cada sensação dela em si o consumindo num frenesi sem tamanho. Na verdade, tinha medo de não conseguir se controlar tamanho era o seu tesão diante dela. Quando seu toque chegou as coxas roliças e firmes ele a viu finalmente quebrar-se ao fechar os olhos e deixar a cabeça pender levemente para trás enquanto os lábios abriram-se deixando o suspiro cheiro de desejo fluir. Ele soube ali que ela o queria o mesmo tanto que ele precisava dela naquele instante.

Sem conseguir manter o ritmo lento, Naruto, usando as mãos na altura das coxas dela, simplesmente abriu as pernas da garota e encaixou-se entre elas quebrando a distância que havia entre os corpos. Suas mãos ainda por dentro do yukata foram em direção a bunda macia da qual ele puxou fazendo os sexos encaixarem-se com perfeição e ouviu finalmente ela gemer.

—hi-na-ta... -gemera próximo ao ouvido dela.

As mãos subiram abrindo a peça roxa/lilás enquanto tocava a pele branca leitosa deixando para trás um rastro quente e desesperador em Hinata que não conseguia olha-lo, apenas mantinha a cabeça pendendo para trás e os olhos fechados. A respiração do Uzumaki estava ociosa e ofegante ao estremo, os olhos azuis queimavam em ansiedade e desejo à medida que a peça que ela vestia deslizava se abrindo e revelando a pele branca de porcelana que a garota tinha. Vislumbrou o par de seios grandes e cheios. Dois montes redondos e perfeitamente empinados que eram sustentados pela peça de sutiã rosado que ela usava. Sentiu suas mãos tremerem ansiosas por toca-los, mas do que isso, sentiu-se salivar e com isso deslizou a língua pelos lábios para logo em seguida fazer as duas mãos grandes envolver os seios da Hyuuga os apertando em um amasso forte a fazendo gemer ainda mais. Ele conseguia ver o rosto completamente vermelho dela.

Era terrível assumir o quanto aquilo parecia o instigar e provocar ainda mais? Aquele toque puro dela o consumia sem nem ao menos se dar conta, adoravelmente inocente.

Maldito ele era. Literalmente como uma raposa ardilosa e faminta que olhava a presa inocente com tamanho desejo e fome que o tornava ainda mais perverso.

Oh sim... Ele era uma raposa faminta e ela era o pequeno, inocente e indefeso coelho.

Tão belo, tão puro tão... Excitante!

Ele atacou com fome os lábios dela novamente, uma mão subira ao rosto enquanto a outra trabalhou com um pouco de brusquidão no seio deliciando-se no monte macio carnudo.

Oh sim ele queria devora-la, deflora-la...

Os toques tornaram-se carregado de um insano desejo e atração. Sentia-se completamente desesperado por ela, pela sensação que ardia em si. Quanto mais a tocava, a beijava, mais precisava.

Hinata era como uma droga, uma perigosa droga que quando se provava corria o risco de viciar-se, mas o Uzumaki não medira tal consequência, simplesmente porque naquele momento estava completamente cego pelo desejo e a atração que aquela Hyuuga miúda causava em si. Uma mistura de fascínio, de tesão, de inconsequência... Uma explosão do melhor e o pior que habitava em si.

As mãos dela com certa timidez a princípio deslizou pelos ombros dele e subiram pelo pescoço em um sutil arranhado da ponta de suas unhas que o provocaram o corpo inteiro.

Gemeu...

As mãos nas coxas dela apertaram mais e ele a puxou mais ainda para si descobrindo que não bastava apenas estar perto, precisava estar colado. A sua dureza pressionava-se contra a calcinha dela e sem nenhuma cerimônia seu quadril movia-se languidamente lento mais forte imitando o ato sexual em si o que pareceu instigar ainda mais a Hyuuga que passou a remexer-se mais contra a ereção de Naruto. Era uma conta fácil na cabeça dela, aquele ponto, a sua intimidade, estava quente, ela pulsava, ela vibrava e formigava ansiosa, estava excitada e precisava de contato e ele ofertou o contato, e o contato servia como estimulo e alivio, mais fricção, mais prazer, mais desejo, mais tesão e mais fricção.

As mãos dele subira até os ombros dela e tocando a pele dela ele fizera a peça do yukata deslizar pelos ombros e braços a despindo. Ele queria barreiras, ela se entregava sem impedimentos e ele avançava...

Precisa da pele dela, precisava do calor que ela emanava tanto naquele instante.

Timidamente as mãos dela despiram-no da jaqueta e ela segurou pela gola da camisa que ele usava voltando aos lábios, mantinha os olhos fechados pois sabia que era mais fácil para si assim, não que houvesse ainda muito de sua timidez, mas se houvesse uma pequena dose, essa ainda bastava para intimida-la o bastante.

Naruto sentiu a peça de roupa deslizar pelo seu corpo e deixou essa cair nos seus pés, os dentes travaram-se contra o maxilar enquanto ele a olhava. Os cabelos negros caindo em seus ombros, a face rosada, os lábios entreabertos ofegantes, a franja ligeiramente grudada pelo suor...

—Linda... – murmurou para si mesmo e levou a mão ao queixo dela o segurou, o polegar brincava nos lábios rosados enquanto ele sentiu-se latejar ainda mais duro. Como um animal selvagem rosnando ele ditou – olhe pra mim, Hinata.

Timidamente, as pestanas negras abriram-se e ele contemplou os olhos brancos perolados dela que como ele sempre soube, carregava a alma dela ali, tão pura... Tão divinamente linda e tentadora.

—N-Naru... – ronronou, mas antes de concluir, ele chupou seus lábios e a puxou para si e Hinata de imediato enlaçou as pernas na cintura dele e quando se percebeu, já estava novamente sendo consumida pelos lábios dele.

A sensação era de extremo calor, como se chamas intensas pudessem de fato envolver os corpos, estaria ela louca?

Deixou-se envolver e ser carregada enquanto se perdia nos lábios ágeis, intenso e exigentes do jinchuuriki da nove-caudas.

Pequenos passos bastaram para que alcançassem a cama, e apenas um gesto leve dele fizera o corpo pequeno e macio repousar sobre o futton. A yukata havia ficado no meio desses passos e agora de joelhos sobre o colchão macio, de cima Naruto contemplava a garota ali, os lençóis brancos contrastando com os cabelos escuros espalhados, as bochechas rosadas, a pele marmorizada... Aquelas peças intimas tão menina e tão mulher ao mesmo tempo, peças que mostravam em mínimas nuances o romantismo da garota.

Engoliu em seco, nem precisava se olhar pra saber o estado que estava. E fora justamente por isso que ele enfiou as mãos em sua camisa a arrancando de si a arremessando do lado contrário do quarto. Os olhos dela não saiam de si, e ele a via lutar contra sua timidez e quanto mais ela lutava, mais ele ficava louco com aquela garota. Nunca havia dormido com uma garota tão tímida ou reservada. Pensando bem, a maior parte das garotas que se envolvera eram garotas bem pra frente e com experiencia na grande maioria.

Hinata sentiu as bochechas arderem ao ver Naruto arrancando de si a camisa. Não que nunca tivesse o ninja sem ela, já havia visto uma ou outra vez, tá, ok ela o espiou uma vez também, mas era diferente a situação. Ao mesmo tempo que ela queria fugir, ela queria apenas olha-lo, alias... Tocar naquilo que desejou uma vida inteira. Vendo cada gomo e entrada muscular destacada pelos treinos era uma verdadeira tentação, mas Naruto a passava a impressão de ser como o sol mesmo, que se o tocasse corria o risco de se queimar, mas em nome de Kami-Sama, como ela queria se queimar naquela noite.

Os olhos perolados focaram-se por um pequeno instante no volume que havia região pélvica, era impossível não ofegar com excesso de nervosismo e ansiedade, sem perceber, ela mordia o lábio inferior e quando o percebeu a olhando ela corou-se ainda mais, o que ela não sabia era que suas ações, cada uma delas por menor que fosse eram capturada pelo Uzumaki e porra, como eram eróticas, mesmo que ela não o fizesse intencional. Ela foderia todo o seu juízo antes mesmo do final daquela noite.

O ninja abriu a calça se livrando tão rápido da peça quanto da camisa segundos antes. Curvou-se novamente buscando o corpo dela, mas não deixou o seu corpo pesar sobre o mesmo, sua mão fora de encontro com o sutiã abrindo a peça ao mesmo tempo que a beijava. As pernas dele encaixaram-se entre as delas se envolvendo, os lábios dele buscaram o pescoço onde ele deixou a língua deslizar ao mesmo tempo que beijava e dava pequenas e vigorosas chupadas em uma trilha molhada e quente na pele pálida. A mão esquerda livrou-se do sutiã dela e finalmente ele tocou o seio pele com pele, o polegar deslizou em contorno ao bico entumecido e ela ergueu um pouco a cabeça gemendo. Eram informação demais para seu corpo, desde os lábios de Naruto em seu colo as suas mãos grande e quente em seus seios. Ela sentiu quando ele beijou a curva dos vales de seus seios e afastou-se. Manteve os olhos fechados nem ousando abri-los, então sentiu ambas as mãos dele cada uma em seu seio, cada uma amassava apertando e provocando seus seios.

As costas arquearam-se um tanto quando finalmente sentira a boca dele sugando um dos seus seios, a língua quente e úmida que contornou seu mamilo, os dentes que rasparam provocante para voltar a repetir o mesmo movimento enquanto massageava sem parar o outro seio, então inverteu-os dando atenção por igual ao outro, sem conter aquela explosão quente em si, Hinata agarrou-se aos fios loiros os puxando enquanto sentia-se contorcer embaixo dele, vulgarmente buscando contado com o corpo rígido de músculos e grande o bastante para cobri-la por completo. Ela sentia a coxa dele entre suas pernas enquanto a dureza estava próxima a sua barriga, sem nem ao menos pensar, ela esfregava-se lenta e provocantemente nele, a sua intimidade pedia por aquele contato desesperadamente.

A saliva dele formava um fio da pele dela, arrastou mais enquanto suas mãos agarravam-se as laterais do corpo dela como se a desenhasse. Ela remexendo assim? Ela o provocara já demais.

Beijou a barriga lisa e firme que ela tinha, a língua contornara o umbigo pequeno e ouvia gemer mexendo-se manhosa e em uma expectativa que certamente o corpo dela já tinha, mesmo que ela por si só não o soubesse, ela suplicava em seus gestos e ele só queria dar tudo que a pequena Hyuuga precisava naquele momento, e tudo que ela carecia era ele.

Desceu mais e ele a notou tensionar-se e acabou dando um sorriso malicioso contra a pele quente dela, as mãos ancoraram nas laterais da calcinha e ele começou a arrasta-la para baixo lentamente enquanto a boca acompanhava.

Se aproximou perigosamente e ela apoiou-se sobre os cotovelos, estava tensa e excitada demais para racionalizar. Sua resistência mandava esconder-se, tampar-se, mas seu desejo queria apenas senti-lo até a última célula.

Não havia mais controle algum sobre seu chakra ou sobre qualquer outra coisa. A mente estava em cores e nada além disso. Viu o sorriso ladino dele e sentiu-se pulsar desejosa, Naruto a enlouquecia completamente e agora entendia que não era apenas nos sentimentos, mas seu desejo gritava libertino por ele.

Sentia as pequenas mordidas e chupadas dele na parte interna de suas coxas, tão perto de onde não deveria... Ele tirava sua calcinha, mas não era apenas isso, tirava junto a peças qualquer resquício de percepção, de medo ou de razão... E quando a lingerie saíra completamente, ela sentiu os dedos dele trilharem por sua perna até alcançar seu eixo entre as pernas a tocando diretamente ali e só então ela se dera conta do quanto estava molhada, chegava a ser constrangedor.

— Kami, como você tá molhada – rosnou ele deixando os dedos deslizarem entre os lábios íntimos e tocando finalmente aquele pequeno ponto rijo de prazer a fazendo jogar-se gemendo e contorcendo-se na cama.

—N-Naru... Naruto...

—Hm? ... – provocou enquanto mexia com o polegar habilmente aquele ponto chave a observando tremer e contorcer – o que foi, princesa?

—E-eu... Humm... Ohhh – ela levou as mãos a própria boca a tampando ao perceber sua voz alcançando timbres mais altos.

Ele aumentou mais o mover dos dedos e a viu jogar a cabeça para trás e agarrar-se aos lençóis, tão estupidamente indecente e linda. Lutava internamente entre fechar as pernas, mas ele sabia que ela se abriria completamente, ao menos era tudo que ele queria.

—Não estou te entendo, Hina-chan – provocou de forma extremamente maliciosa e rouca, uma vulgaridade sexy que a excitava e constrangia mais do que admitiria.

Embora não houvesse o romance por ela imagino ou sonhado, não era exatamente aquilo que inundava a mente da kunoichi, não, longe disso, ela nem se lembrava dos seus devaneios de menina apaixonada. Estava irremediavelmente perdida e sabia disso.

Ele parou o movimento e a viu ofegante o olhar como se reclamasse e protestasse e então fez algo que ela não esperava ao levar os dedos grossos a boca diante da Hyuuga e chupa-los como se fosse o mais doce dos néctares.

—Não f-faça isso, é... Vergonhoso – disse ela com vergonha e ele gargalhou, uma risada bonita, rouca, divina.

—Por quê Hina? Você é deliciosa, e agora eu preciso de mais - disse ele e sem que ela tivesse tempo de entender completamente, Naruto segurou suas coxas e afundou-se de boca diretamente a fonte de seu desejo.

A excitação dela era o mais terrível dos afrodisíacos.

A língua percorrera e os lábios uniram-se sugando o clitóris e a ouvir gemer tão alto que quase gritara. Diferente de repelir, ela agarrou seus cabelos e quanto mais a língua de Naruto percorria a boceta molhada e quente dela, mais ela gemia, mais ela contorcia-se e forçava o quadril em direção ao contato bruto e feroz da boca dele.

Duro,

Muito duro,

Duro como o inferno. Ele levou a mão direita enfaixada em direção a cueca sem parar de chupar a Hyuuga. Apertou por cima da peça seu pau que latejava tão doído. Estremeceu e sem aguentar ele tirou o membro o libertando. A mão forte apertou-o e massageou, o movimento de masturbação era lento enquanto as chupadas e caricias intimas em Hinata aumentavam, ele sentia seu pré gozo escorrer em sua mão.

Sentiu os dedos de Hinata puxarem mais seus cabelos, as pernas dela fecharem-se e impulsionarem-se, os músculos tensionarem-se e a respiração ficar sem qualquer controle, os gemidos expressavam ainda mais claramente o que aconteceria a seguir, uma explosão em êxtase do gozo.

Ouviu o gemido dela quando se derreteu em seus lábios e ele acabou a chupando lentamente, ergue-se ligeiramente apoiando-se nos cotovelos apenas apreciando a garota ofegantes e com o olhar estático pós orgásticos, os lábios entre abertos, a camada fia de suor na pele dela que brilhou um pouco diante da luz da rua que invadia o quarto naquela noite.

Ele a beijou e afastou-se um pouco, mas sentiu os braços dela envolverem seu pescoço.

Com seriedade mesmo que carregado de desejo além do racional ele ainda a incitou:

—me manda parar – a voz mesmo rouca, não passara de um sussurrou, os segundo deixaram apenas os safiras tensos encarando os perolados suplicando que ela não o mandasse parar, ao mesmo templo que sua mente gritava por juízo, bem lá no fundo, um fundo que ele queria chutar para longe e mandar se lascar.

A resposta dela veio direta quando ela o puxou para beija-lo mais uma vez.

Ele segurou seu membro pela base e encaixando na entrada dela, deixou-se deslizar ali melando-se no gozo dela, sentindo a região quente que ele implorava agora para meter fundo. Finalmente colocou a cabeça de seu pau em posição e começou a empurrar e sentiu ela remexer-se um pouco. Olhou nos olhos dela que estavam fechados e a mente latejava: ela é virgem, ela é virgem.

Deveria desistir daquela insanidade? Deveria, mas se ela queria, quem era ele para negar, ainda mais no estado que estava, e sinceramente? Desesperador era controlar o desejo de só empurrar-se todo dentro dela.

À medida que começou a entrar sentindo a resistência do corpo feminino, ele travou o maxilar praguejando em prazer de como a Hyuuga era infernalmente apertada. Sentiu as unhas dela deslizarem pela pele de suas costas e continuou deixando-se entrar nela. Agora era ele que segurava os lençóis com força se contendo.

Deslizou mais e aquela resistência atingiu o ponto máximo e a viu resmungar baixinho, ele beijou o pescoço dela lentamente trilhando um caminho lento pelo maxilar e mordiscou o queixo dela sentindo que a resistência maior havia acabado, sentiu as pernas dela envolverem seu quadril e as mãos dela começaram a mover-se lentamente por seu peito o arrepiando mais. Empurrou-se até o fim ouvindo-a gemer baixinho contra seus lábios.

Parado, ele sentia apenas as paredes dela apertarem-se mais contra seu membro, sentia o interior acolhedor, quente, úmido...

Puxou o ar e moveu-se lento e languido sentindo o corpo dela relaxando-se sob o seu.

As mãos pequenas e quente deslizaram por seu peito e abdômen e logo os olhos abriram-se junto com os suculentos lábios e ele passou a ouvi-la gemendo baixinho.

—m-mais... Naru... Mais... – ronronou.

Ele quase urrou quando colocou um pouco mais forte nela, saiu completamente e voltou a entrar nela um pouco mais rápido que da primeira vez e então começou a estoca-la ritmicamente. Os gemidos dela tornaram-se mais intensos e os lábios dele buscaram o pescoço e o colo dela à medida que aumentava os movimentos pélvicos.

Impossível manter controle, quando menos deu-se por si enterrava-se fundo nela que o engolia completamente. Os gemidos dos dois começaram a se misturar, a mão dele desceu até a traseira dela e apertando a bunda ele empurrou-se mais e mais, mais forte e mais rápido sentindo-se crescer e enrijecer ainda mais.

Os toques brutos dele e os deliciosos e quentes dela aninhavam-se. O som dos estalos do choque dos sexos enchia completamente o lugar, até que Naruto sentiu o interior da Hyuuga o apertar tanto que não havia mais como segurar, ele agarrou-se ao corpo dela e estocou-a forte até que finalmente sentiu seus jatos mornos invadi-la e preenche-la completamente quando ele deixou um urro alto, rouco e animalesco ecoar pelo quarto.

Ofegante ele sentia os espasmos pelo corpo e então sua testa desceu de encontro a dela, ambos de olhos fechados e respirações rápidas... Ele a beijou suavemente e saindo de dentro dela deixou-se cair ao lado da garota. Ambos tinham os lábios torcidos em sorriso de satisfação genuína, mentes vazias e corpos quentes, mesmo depois daquilo, mesmo depois de ambos suados ainda se havia o calor...

Ele virou a cabeça e seu braço buscou por ela e trouxe o corpo da Hyuuga para cima de si, via os olhos dela brilharem de forma diferente, intensos, bonitos...

Mesmo que toda a onda orgástica tivesse passado, ele ainda sentia seu coração batendo rápido no peito enquanto a olhava. Levou a mão ao rosto dela acariciando e a viu fechar os olhos. Imerso no vazio, ele apenas apreciava a garota em suas mais belas nuances nunca antes reparada, nunca antes apreciada.

Uma garota que ele havia causado agora uma mácula, mas por Kami, ele queria causar novamente...

Tomou os lábios dela para si novamente.

Se havia cansaço, não parecia. Sorte a deles terem grande resistência, porque a noite apenas havia aberto uma janela de possibilidades naquele momento.

Só se acalmariam quando enfim se satisfizessem por completo.