Kim odiava que, agora que estavam juntos novamente, Adam precisasse passar tanto tempo com outra família. Enquanto jantava com Makayla, pensava em Adam com aquela mulher odiosa. Mack foi dormir e ela não queria ir para a cama sozinha. Não tinha certeza se Adam retornaria. Resolveu ir para o quarto, tentar dormir, o que já tinha se tornado uma missão difícil. Seu sono havia melhorado, sim. Em partes, não poderia negar, graças a evolução da terapia. Mas nas últimas semanas, adormecer no peito nu de Adam, era muito mais eficaz do que a meditação. Talvez porque, antes de efetivamente dormirem, eles se cansavam um pouco. Riu, ao lembrar que Adam tinha que tapar sua boca por causa dos gemidos. Tinha em casa um homem delicioso e ainda um pai perfeito para sua filha. O que mais poderia pedir?

Adam não suportava mais aquela situação. Odiava aquelas pessoas, aquela família, odiava estar disfarçado. Principalmente naquele momento da sua vida. Kim era dele novamente. Sim, a mulher que ele desejava mais que tudo, era sua de novo. Tudo agora era diferente. Ele tinha Kim e Makayla. "Dad"... era nisso que ele focava quando tinha que fingir achar bacana qualquer coisa que aquele pequeno nazista fizesse. Odiava que tivesse pensado que Callum parecia Makayla. Nunca. Terminado o jantar, após uma das conversas mais difíceis que manteve com Richard, dirigia de volta pra casa. Parou o carro do disfarce algumas quadras longe de seu Jeep e deu algumas voltas antes de estacionar em frente a sua casa. A proximidade de Sam e Makayla naquele dia lhe causava asco. Mataria qualquer um daqueles se desconfiasse que sua filha pudesse estar em perigo. Sua filha, sua pequena bumblebee. Se alguém lhe dissesse, um ano atrás que agora estaria indo para casa, para ficar com sua família tradicional, ele socaria a cara dessa pessoa. Tinha perdido tudo e agora, tinha tudo novamente. Sim, Mack era SUA filha e Kim era sua... sua Kim. Simples assim. Era o amor da sua vida. Não havia como pensar nisso e não ficar feliz. Eram de novo eles dois, leves, apaixonados, dormindo abraçados. Kim costumava dizer, quando ainda noivos, que ele era o seu melhor travesseiro. Sentiu falta dessa sensação por anos. De acordar no meio da noite e sentir a pele dela contra a sua. Adorava isso. Ainda estava um pouco desacreditado que aquilo era real. Tinha medo de acordar e ela ter ido embora, de ouvir que eles não estavam na mesma sintonia, que não tinham sido feitos para ficar juntos. Nesses últimos dias, acordava no meio da noite só para sentir o cheiro dela e então a abraçava carinhosamente para não acordá-la, apenas para ter a certeza de que ela estava ali mesmo e era toda dele de novo.

No meio daquele turbilhão, se não fosse isso, seu porto seguro em Canaryville, talvez não sobrevivesse àquela missão dos infernos.

Após se certificar de que não fora seguido, Adam estacionou em frente à sua casa. Suas garotas já dormiam. Espiou Makayla, que dormia em seu quarto todo planejado por ela mesma. Sentiu tanto amor que seu coração doeu. A paternidade chegou em sua vida sempre de forma abrupta e estranha. Na primeira vez, antes mesmo de entender que seria pai, a interrupção da gravidez. O afastamento de Kim. Teve medo de que Makayla fosse uma fuga do luto para Kim, mas acabou sendo como um bálsamo que aquela ferida tão dolorosa provocou. Makayla. Sua filha. Quando poderia imaginar aquela menininha assustada, muda, que tinha acabado de ver a família ser assassinada, encheria tanto a vida deles de amor e de leveza. Deu um beijo na menina, arrumou a coberta, apagou a luz e fechou a porta. Precisava de um banho antes de dormir. Para ao menos tirar qualquer resquício de podridão do que havia acontecido na casa dos Becks. A arma apontada pelo garoto. As falas racistas daquele velho. Aquela mulher doente. Ligou o chuveiro e deixou a água escorrer em suas costas.

Kim abraçou o travesseiro de Adam porque sentir seu cheiro a acalmava. Sim. Depois de inconscientemente afastá-lo tanto, agora não tinha mais medo de assumir que queria ele por perto. Queria a voz dele no seu ouvido, queria o colo dele a carregando meio sonolenta do sofá para cama, onde ele a beijava lentamente e dizia: "não acorde" de forma rouca e baixinha e então percorria todo seu corpo com a língua. Queria a risada gostosa dele quando ela o acordava de manhã com beijos molhados em seu peito e pescoço. Precisava dele acalmando ela na correria das manhãs antes de saírem para deixar Makayla na escola. Precisava dos beijos roubados na cozinha, quando Makayla ia vestir seu uniforme. Sentia falta de ver Adam e Makayla dançando na sala nas noites de pizza, às sextas-feiras. Depois que voltaram, ainda que ela já sentisse os resultados do tratamento, ainda acordava assustada com algum barulho e então Aram a envolvia em seu corpo quente, de forma ao mesmo tempo delicada e firme e cantava baixinho sua música favorita até que ela dormisse de novo. Ir para o distrito sozinha era horrível. Das poucas vezes em que Adam pôde estar com eles em alguns casos, ainda que não pudessem demonstrar sentimentos em frente aos outros, se deliciava com discretas trocas de olhares. Nos dias em que tinha que se dedicar exclusivamente ao disfarce, Adam dava um jeito de se comunicar com ela. Às vezes mandava mensagens com informações do caso e terminava com alguma provocação: "Sam quer que eu retire um pacote na Avenida Normal hoje, às 15hs, mas o que eu queria mesmo, era tirar sua roupa e te beijar inteira."

Numa das poucas folgas que tiveram desde que estavam juntos de novo, Kim falou sobre o tempo perdido, mas Adam, como sempre a acalmou dizendo que se reconciliaram no exato momento em que deveriam e que ele nunca mais deixaria ela se afastar de novo.

De olhos fechados, lembrou da reconciliação. Mais uma vez, Adam respeitou todos os limites silenciosamente impostos. De como, ao mesmo tempo que achou que tinha passado o tempo deles, se recusou a acreditar naquilo e o parou saindo da cozinha. Do primeiro beijo, depois de anos, de ela novamente se permitindo ser amada e tocada pelo amor da sua vida. Sim. Adam era o amor da sua vida. Evitou pensar nisso por anos, primeiro por medo e depois, nem sabe por quê. Mas nada disso importava. Porque ela impediu que ele saísse daquela cozinha. E quando Adam retribuiu o beijo e a carregou para o quarto, ainda que mal raciocinasse naquele momento, tinha um pouco de razão que dizia: é isso! É ele! É Adam! Se beijaram de forma apressada, intensa, como se pudessem, em alguns minutos, recuperar todo o tempo perdido. Se beijaram como se fosse o único combustível capaz de mantê-los vivos.

Adam parecia não querer desgrudar dela naquele momento. Agora entendia o porquê. Desde o fim do noivado, todas as vezes em que transaram, ela o dispensou logo em seguida. Deixava claro que era só uma noite. Talvez por isso ele não se desgrudava dela segundo sequer. Percebeu ali que aquele homem enorme, bravo, que não tinha medo dos piores bandidos, se apavorava quando ela parava de beijá-lo, ainda que o fizesse para tirar sua roupa, simplesmente porque a ideia de perdê-la o desesperava. Por isso, fez questão de mostrar que não ia embora de novo. E, mesmo sem usar palavras, fez exatamente o necessário para provar que não iria a lugar nenhum.

Deixou que ele sentisse isso desde o momento em que se despiram de tudo que os distanciava: roupas, sentimentos confusos, medos ou traumas. Deixou que ele dominasse toda a situação, da forma como ele amava fazer.

E assim foi.

Ele beijou sua boca de forma molhada, as línguas se encontrando lenta e aceleradamente num ritmo que só eles conheciam. Ele, então, lambeu sua bochecha, mordeu seu queixo e, de forma delicada, segurou sua mandíbula e enfiou o dedo em sua boca. E desceu beijando, chupando e mordiscando de leve seu pescoço. Continuou assim alcançando seus seios e ali permaneceu em um trabalho incansável. Kim apenas gemia, não conseguia dizer nada. Estava entregue ao homem mais gostoso que já conhecera. Adam a acariciava com a mão e a boca, sem deixar um único centímetro sem ser tocado. Beijou sua barriga, suas cicatrizes de uma forma terna e Kim sentiu pela primeira vez que eles estavam se fechando de vez. Tudo aquilo estava ficando para trás. Ela sentia de novo. E sentiu o momento exato em que ele abriu suas pernas e encostou a língua em seu clitóris. Seu corpo todo arrepiou quando ele a chupou vigorosamente. Agarrou seus cabelos e balbuciou "Aram", mas não tinha muita força. Ele a lambeu, chupou e acariciou até deixá-la completamente molhada e entregue e, então, foi retornando em direção aos seus seios completamente enrijecidos, pesando seu corpo sobre o dela. Brincou com o bico do seu peito, usando a língua e então a penetrou, completamente duro, sem encontrar qualquer resistência de sua vagina perfeitamente lubrificada por ele. Adam sabia dar o ritmo certo aos movimentos. Sua metida tinha força certa para fazê-la gozar. Enquanto se movimentava ali dentro, de forma cada vez mais rápida e forte, beijava e lambia sua boca, suas bochechas, seu pescoço. Ele deve ter notado que ela estava chegando lá porque toda vez que isso acontecia, ela cravava as mão em sua bunda, como se quisesse que ele entrasse ainda mais nela. Sozinha, agora, ela lembrou da sensação de vibrar por dentro e de perder todas as forças quando gozaram juntos, depois de tanto tempo e das várias vezes que repetiram a dose naquela noite memorável, de reencontro e de alinhamento de seus corpos e sentimentos. Só percebeu que havia adormecido agarrada ao travesseiro de Adam no meio de suas pernas quando ouviu o chuveiro ser ligado.

Adam deixou a água do chuveiro escorrer em suas costas, na tentativa inútil de se sentir menos tenso. Não queria trazer para casa qualquer daqueles sentimentos que se afloravam quando permanecia um período mais longo com os Becks. Apesar da saudade que sentia de sua filha, achou melhor que ela estivesse mesmo dormindo, porque as palavras de ódio que Richard havia dito e com as quais ele teve que concordar... Era cruel que ele precisasse passar por aquilo, principalmente nesse momento. Quanto à Kim, pensou seriamente em acordá-la, para poder se enroscar em seus braços e sentir o cheiro de sua pele. Receber os melhores beijos. Mas, quando a viu dormindo profundamente, abraçada ao seu travesseiro, não teve coragem. Além disso, realmente precisava de um banho, antes de se deitar ao lado dela.

Fechou os olhos e começou a lembrar de como tinha sido o reencontro. Sim, não era bem uma reconciliação, mas um reencontro, depois de um período em que se desconectaram. Estiveram fora de sintonia. Sentiam o mesmo, mas não souberam externar. Na sessão de terapia, a sensação de que tinham deixado o tempo passar sem agir, quando ambos ainda sentiam mais e queriam mais do que expressavam e, depois, em casa, quando mais uma vez achou que Kim o descartaria. Mas, não. Ela o parou... Acariciando seu peito e o beijando. Ainda não conseguia acreditar que aquilo tinha acontecido. Kim. O. Beijou. Da forma mais delicada e cheia de desejo, como só ela sabia fazer com ele. E tudo o que aconteceu depois. Sorriu, sentindo-se já mais leve. Lembrou do medo que sentiu de ela se arrepender. Por isso, se recusava a parar de beijá-la, de tocá-la de alguma forma. Queria grudar sua boca na dela e não soltar nunca mais, precisava mais daquilo do que oxigênio, tinha certeza.

E então, estavam os dois ali, de novo, completamente nus, pele sobre pele. Kim decididamente tinha a pele mais macia do mundo. Fazia os gemidos mais gostosos que ele amava tanto ouvir. Depois de tanto tempo, sentia que ela também queria estar lá, que nada mais importava naquele momento para ela isso o acalmou. Dessa vez, sentia que era diferente, Kim era sua, só sua. Na manhã seguinte, ela estaria ali. Continuou a beijá-la, mas agora sem qualquer pressa, lentamente, sentindo cada gosto dela. Encontrou sua língua e, nos seus beijos, encontrou a vontade de Kim. De que ele fizesse tudo o que ela gostava. Porque ele sabia bem o que fazer. Então, percorreu seu corpo todo, cada centímetro que alcançou com sua língua. Perdeu um bom tempo em seus seios umedecendo-os e os lambendo como Kim gostava. Isso fez com que ela arqueasse as costas, sinal de que estava no caminho certo. Desceu mais, encontrou as cicatrizes daquele dia, o pior da sua vida e as beijou, evitando que o medo que sentiu quando tudo aconteceu estragasse tudo. Explorou cada parte de seu corpo com as mãos. Kim sempre disse que amava suas mãos, porque elas eram ENORMES e faziam ela feliz. Então, ele a fez feliz, como ela gostava. Desceu mais um pouco e chegou até sua vagina, abriu lentamente e então encostou sua língua recebendo como resposta não sabe se um gemido ou se Kim chamou seu nome. Permaneceu ali, intercalando os movimentos, ora a lambia, ora chupava, as vezes mais forte e então diminuiu a intensidade, para que ainda pudesse ficar ali por um tempinho, antes que ela o puxasse de volta. Excitar Kim o excitava. Amava seu gosto, seus cheiros. Amava cada parte dela. Brincou mais um pouco com o clitóris e, quando percebeu que Kim se aproximava do momento, foi lentamente subindo de novo, novamente explorando com sua língua seu corpo perfeito. Acariciou e lambeu novamente seus peitos, que já estavam completamente eriçados, sugou e mordeu seu pescoço, sua mandíbula, suas bochechas e então a penetrou, sentindo novamente que ela era sua, somente sua e que nunca mais deixaria que mal entendidos os afastasse. Imprimiu a força e a velocidade que sentia que Kim queria, foi acelerando os movimentos, enquanto beijava sua boca e lambia seus lábios. Gozou olhando para ela, porque sabia, que como ele, ela estava completamente entregue àquele momento.

Foi interrompido pela voz mais doce e necessária que conhecia: "Aram"?

"Hey, baby", desculpa, eu te acordei?

"Não, mas deveria! Eu senti sua falta na cama e adormeci pensando em você."

Adam riu, se sentiu leve. Imediatamente, toda maldade e peso que o disfarce trazia se dissiparam.

Abriu a porta do box e enxergou com a meia luz, uma Kim pelada, maravilhosa, que o encarava com cara de preguiça e desejo.

Se olharam por alguns segundos.

Kim conhecia e amava aquele olhar de Aram. Ele a comia com os olhos, sem pudor, sem vergonha, sem melindres.

Às vezes, o pegava olhando assim para ela no meio de alguma investigação. Geralmente, nesses momentos, perdia sua linha de raciocínio e nem sempre conseguia disfarçar o quanto o olhar daquele homem a fazia sentir um frio na barriga, na espinha e sabe-se lá mais onde.

Mesmo quando ainda não estavam juntos, Aram fazia isso, talvez até mesmo de forma inconsciente. Mas ela amava. Amava saber que aquele homem a desejava o tempo todo.

Amava agora que também podia encará-lo que o desejava na mesma intensidade.

Admirou cada parte daquele corpo. O ombro gigante, os braços fortes, tão fortes que era capaz de segurá-la usando somente um deles. Amava sua mão, seus dedos. Seu peito, o lugar favorito para encostar a cabeça e dormir abraçada a ele. Ou para, simplesmente, acariciá-lo, enquanto ele contasse alguma coisa que, muitas vezes ele nem prestava atenção.

Aqueles dedos faziam coisas em seu corpo, lhe causavam sensações únicas. Adam sabia usar os dedos de forma perfeita, nos lugares certos, na intensidade certa.

Amava também sua barriga, o caminho até seu pau, cuidadosamente desenhado desde a cintura. Aliás, Adam tinha um pau perfeito, do seu tamanho. Encaixavam-se perfeitamente.

E sua bunda.

Sim, Adam tinha uma bunda perfeita. amava poder cravar seus dedos ali e brincar com todo aquele volume. Aliás, tamanha perfeição era tema de conversa entre todas as mulheres do distrito. Por diversas vezes, flagrou uma ou outra policial com os olhos baixos e perdidos em direção à parte traseira de Adam. E, sempre que ouvia um comentário, pensava em silêncio: isso porque vocês nunca o viram sem calça... Trudy mesmo, bêbada, confidenciou que houve um concurso no distrito e a vitória foi unânime.

Adam a convidou ao box. Queria abraçar, beijar, morder Kim por inteiro. Era disso que ele precisava, era o que faltava naquele chuveiro.

Ainda não tinha dito isso, mas ele realmente a amava. Mais e mais a cada dia.

Ela era a mãe de seus filhos, a mulher que ele sempre quis. E agora, ela estava ali, toda para ele.

Ficou olhando enquanto ela caminhava em sua direção.

Ela era perfeita, em todos os sentidos.

Sua boca, seu rosto, seus olhos gigantes. Seus peitos, perfeitamente desenhados, redondos, firmes e do tamanho certo. Do jeito que ele gostava. Kim era seu padrão. Era o que fazia ele sentir tesão, em qualquer momento.

Às vezes, em momentos inapropriados, inclusive.

Havia uma vantagem e uma maldição em trabalhar com aquela mulher.

Podia admirá-la sempre, mas nem sempre podia fazer o que queria com ela.

Mas, tudo bem, porque agora estavam juntos e naquele momento, eram só os dois.

Pouco importava o mundo fora daquele banheiro. Não havia distrito, caso, disfarce, Becks.

Havia apenas Kim, para ser toda dele, pelo tempo que fosse possível.

Puxou-a para dentro do box, seus corpos se encontrando.

Ela tinha um cheiro único, que o acalmava e excitava ao mesmo tempo.

Beijou sua boca sugando seu lábio inferior. Imediatamente, sentiu a língua de Adam à procura da sua. Ele estava todo molhado, parecia ainda mais gostoso. Kim se soltou daquela boca com dificuldade e encontrou a bucha. Resolveu que aceleraria o processo de limpeza pós disfarce, ensaboando-o e curtindo cada pedaço que esfregava. Decidiu que ficaria ainda melhor se voltasse a beijá-lo. Sabia que Aram gostava disso. Esfregou minuciosamente sua barriga, seu peito, seu sexo. Virou-o de costas e passou a esponja por todos os lugares. Adam apoiou os braços na parede e se deixou levar. Estava completamente absorto em seus movimentos. Decidiu seguir sem a bucha. Apenas usando suas mãos e, por que não, seu corpo. Esfregou sua bunda, a apertou. Riu por dentro porque sabia da inveja que as outras tinham. Fez questão de esfregar seus seios enrijecidos nas costas de Adam para que ele soubesse o que provocava nela.
Ele estava de olhos fechados, murmurava e mordia o lábio inferior. Os movimentos estavam aprovados. Escorregou a mão por entre as pernas dele. Sentindo o volume no meio. Levou-o de volta para debaixo do chuveiro e, quando viu que não restava mais sabão. o encostou de volta na parede. Ele sentiu o revestimento gelado e se curvou a frente, aproveitando para de novo, beijá-la com força. Sentiu sua língua e deixou que a dela acompanhasse, numa sintonia perfeita. Se beijaram por um tempo. Deslizou sua mão pelo peito dele, deixando que ele também a tocasse. Largou seu lábio e começou a descer, beijando seu queixo, seu ombro, seu peitoral todo. Desceu em ritmo lento, sem pressa, encontrou a barriga. Lambeu lentamente seu umbigo e mais abaixo, até encontrar seu membro já endurecido. Usou a boca e a mão para fazer o resto do trabalho. Chupou Adam com vigor e desejo, enquanto ele enroscava a mão em seus cabelos e gemia. Amava provocar e excitar ele dessa forma. Isso a deixou completamente molhada. E também despertava em Adam os desejos mais primários possíveis. Antes de terminar, ele a puxou de volta e cochichou em seu ouvido: eu quero gozar dentro de você, com você. A pegou no colo, apertando de forma deliciosa suas nádegas. Então a encostou na parede e enfiou tudo. Kim grunhiu e se deixou levar. Aram meteu várias vezes, em ritmo cada vez mais rápido. Ela agarrou novamente seus lábios, envolvendo seus braços em sua cabeça. Beijou-o profundamente até que sentiu aquela descarga de energia por dentro, que tirou todas as forças. Gozou de uma forma intensa, corpos completamente molhados e grudados.

Sem pensar muito, sussurrou baixinho no ouvido dele: "Eu te amo, Aram Ruzek. Eu te amo"