N/A:
"A euforia se manifesta de forma consciente, é constante e, de modo geral, direcionada para atitudes produtivas. (...) Não há distorção grave da realidade e a depressão se resume a crises amenas, não muito diferentes daquelas a que qualquer pessoa está sujeita. Resultado: o distúrbio trabalha muitas vezes a favor de seu portador, dando a ele uma energia e um otimismo incomum diante das situações do dia-a-dia. Calcula-se que pelo menos 6% da população mundial seja hipomaníaca."
Bem, agora estou aceitando desafios, sugestões, ideias e me perguntaram (Otowa Nekozawa sz) qual seria o diagnóstico do Lee.
Aí está. Mas acho que coube tão bem que não rolou nada de extraordinário ou mesmo louco... o_o Dependendo do ponto de vista.
(Baseado em fatos reais).
. Rock Lee .
. Hipomania .
. 200 palavras .
Não é à toa que o chamavam de Taz-Mania na infância.
— Lee, isso já é exagero. — Neji apertava o espaço entre seus olhos com o dedo indicador e o polegar, controlando-se.
Desejava que o amigo tivesse parado nos ataques desenfreados de "tudo vai ficar bem" ou em deixá-lo com um pouco de inveja de não só sua capacidade de fazer tantas coisas ao mesmo tempo, como também de seu comportamento sociável que fazia com que a maioria das pessoas gostasse (de verdade) dele, mesmo presenciando as coisas essencialmente retardadas que ele fazia.
Ou talvez desejasse apenas não ser envolvido naquele tipo de loucura.
— Aguente firme, Neji! — a determinação casual estava em seus olhos e voz — Nós temos que fazer isso!
Trouxeram o sanduíche. Era um monstro. Não muito menor que um melão. Segundo o anúncio, quem comesse um daqueles em vinte e cinco minutos, não pagaria pelo lanche. Lee reduziu para dez.
O cronômetro começou a rodar.
E vendo-o comer tão rapidamente, prevendo o mal estar que se seguiria, Neji realmente sentiu falta (pela primeira vez) da infância onde rolavam por uma montanha 90º de tão íngreme ou tentavam montar cavalos pelas costas.
Ou melhor... O Lee fazia tudo isso.
