Gostaria de agradecer pelos maravilhosos reviews. Vcs são demais!
Um super beijo a todos!
Beta: Pérola
Capítulo Cinco
Danneel veio andando na direção deles e Jared tentou pensar em algo para desfazer sua recente ereção.
- Que susto Dan, não sabia que você já estava aqui... – Jensen sorriu.
- Ainda bem que sou eu seu doido! Imagina se fosse o Jeffrey? Ou qualquer outra pessoa? Não pode se descuidar assim Jensen! – Ela dizia irritada e tirou a chave da porta, encarando o loiro.
- A chave por dentro da porta significa que tem alguém, sabia?
- Você está assustando o Jared... – Jensen pegou na mão do moreno.
- Mas é pra ele se assustar! E você também! – Ela disse um pouco exaltada.
- Tudo bem, se acalme agora certo? – Ele a abraçou.
- Eu me preocupo com você Jensen, agora que finalmente conseguiu ter seu talento reconhecido...
- Eu sei, eu sei...
Jared percebeu que ela cuidava e se preocupava com Jensen como se fosse sua irmã.
- Deixa eu te apresentar o Jared... – Jensen a puxou pela mão. – Essa é a minha melhor amiga, a que sabe de tudo sobre mim e ainda consegue me amar... Danneel Harris. – Jensen riu. – Esse é Jared Padalecki... Pra todos os efeitos, meu primo do Texas.
Jensen sorriu e Jared estendeu a mão, cumprimentando-a. No fundo estava um pouco sem graça por ter sido flagrado.
- Muito prazer Padalecki... – Ela sorriu. – Sabe que ninguém vai acreditar nessa história não é?
- E por que não? – Jensen perguntou.
- Primeiro porque você nunca mencionou um primo e segundo porque a Sandy já o viu. Aliás, todos já o viram no camarim. - Danneel apontou para o moreno.
- Podemos dizer que eu menti a Sandy porque queria fazer uma surpresa ao meu primo... – Jared se pronunciou e Jensen sorriu, encarando-o.
- Viu? Agora relaxa Dan...
- Essa desculpa é de lascar o cano*... – Ela riu e se afastou. Jared tentou lembrar o que aquela expressão significava, mas não conseguiu.
Jensen se aproximou do moreno.
- Então, quer brincar de ser meu primo, Sansão? – Ele perguntou fazendo Jared sorrir.
- Posso te pedir uma coisa?
- O quê? – O ator perguntou curioso.
- Pare de me chamar de Sansão ou irei começar a chamá-lo de Dalila.
Jensen gargalhou.
- Você é bonito e engraçado. – O loiro o beijou rapidamente. – O que mais está escondendo Sansão? – Jensen não resistiu.
- Se eu te contar todos os meus segredos terei que matá-lo depois... – Jared sussurrou em seu ouvido e se afastou. Jensen riu alto outra vez.
oOo
Jensen apresentou Jared a todo mundo e a princípio, todos acreditaram que ele era realmente seu primo que viera do Texas. Ninguém parecia se lembrar dele no camarim pegando autógrafo com o loiro.
Sandy foi a única que não caiu naquele papo de primos, mas quem era ela para desmenti-los? No fundo ela adorou a novidade e volta e meia tentava puxar assunto com o escritor.
Quando Jensen percebia, chamava-a e pedia algo a ela, somente para tirá-la de perto do moreno.
Padalecki se ofereceu para ajudar com o cenário e a iluminação, pois não conseguia ficar parado vendo Jensen no palco, sem pensar nos lábios do loiro que estavam colados aos seus momentos antes. Isso o fazia se lembrar do sonho também.
- Sans... Quer dizer, Jared, pode me ajudar a passar o texto? – Jensen se aproximou, sorrindo.
- Claro... – O moreno respondeu.
- Então vamos... Não consigo me concentrar aqui. – Ele piscou para Jared que o seguiu até o camarim.
Jensen trancou a porta e depois de se certificar que realmente não tinha ninguém, ele abraçou o moreno atacando seus lábios com vontade.
Jared correspondeu e quando percebeu o rumo que as coisas tomariam, caso eles continuassem a se beijar daquele jeito, se afastou, empurrando gentilmente o corpo do outro.
- Jensen, espera...
- O que foi?
- Alguém pode entrar e...
- Ninguém vai entrar, eu tranquei a porta. – Jensen o beijou novamente, o levando até um pequeno sofá. Jared sentou e o loiro sentou em seu colo.
- Jensen... – O moreno gemeu ao sentir a boca do outro em seu pescoço, sugando a pele.
- Geme meu nome de novo... – Jensen começou a se esfregar em Jared.
- Jensen... – Não era a intenção do moreno gemer novamente, mas Jensen o estava provocando demais.
Jared o segurou pela cintura e o deitou no sofá, ficando sobre ele. Jensen sorriu e o puxou para outro beijo.
Ambos já gemiam dentro da boca um do outro, quando Jared se afastou e segurou no rosto do loiro.
- Nós não podemos Jensen... – Jared estava um pouco ofegante.
- Você não quer?
- Eu quero... Claro que eu quero... – Jared sorriu. – Muito mais do que você imagina...
Jensen o puxou novamente, mas o moreno conseguiu se levantar. O membro marcando a calça, latejando.
- Mas não aqui... Não desse jeito...
Jensen se levantou.
- De que jeito então?
- Depois que terminar a apresentação eu vou para o meu quarto e te espero. 409. – Jared sorriu e se aproximou, dando um selinho no loiro que não escondia a sua frustração.
- Então vamos agora para o seu quarto, eu invento uma desculpa pra fugir do ensaio...
- Você não acha que irão estranhar se você sair no meio do ensaio? Mesmo sendo primos, não podemos arriscar Jensen... – O loiro encarou o chão sem responder. Sabia que o moreno estava certo. - Confia em mim, vai valer a pena esperar. - A última coisa que Jared queria era prejudicar Jensen.
Eles saíram do camarim e Jared percebeu que Jensen ficou um pouco mal humorado pelo resto da manhã, mas quando o convidou para almoçar, ele abriu um imenso sorriso.
Danneel se juntou a eles durante o almoço, e quando Jensen contou que o moreno era escritor ela se interessou, dizendo que adorava romances.
Jared disfarçou e não se aprofundou no assunto. Não tinha como explicar sem contar a verdade.
- Jared, por que você usa esse cabelo? – A ruiva perguntou em certo momento.
- Eu o uso assim há muito tempo, já acostumei... – O moreno deu de ombros. – Você acha estranho? – Ele perguntou e sorriu.
- Desculpe a sinceridade, mas eu acho... Você fica com um jeitão de... De... – Como é mesmo a palavra? – Ela olhou para Jensen.
- De hippie? – O moreno perguntou se divertindo.
- O que é isso? – Ela e o loiro perguntaram juntos.
- É... Er... – Jared se atrapalhou. - Enfim, não pretendo cortar. - Ele encheu a boca de comida e Jensen sorriu.
- Você é estranho... – A ruiva brincou.
- Pois eu não acho... – Jensen sorriu novamente e piscou para ele.
Danneel revirou os olhos.
- Homens!
oOo
Na parte da tarde Danneel, Jensen, e parte do elenco tiveram que se reunir com o diretor a portas fechadas, e Jared aproveitou para ficar em seu quarto, descansar um pouco e escrever em seu diário.
Narrou o beijo que trocara com Jensen, e como este o surpreendeu com sua atitude direta, de quem sabe o que quer. Riu ao se lembrar do desespero do loiro, querendo transar com ele no camarim.
Às cinco horas, ele desceu para comer algo, e quando chegou ao teatro, para sua surpresa, foi levado imediatamente até os bastidores.
- Jensen, o que está acontecendo? – Ele perguntou assim que viu o loiro, que o levou para os fundos do camarim.
- Quer assistir a peça do palco? – Jensen sorriu. – É muito mais emocionante.
- Nossa, eu quero... Obrigado.
- Não precisa agradecer... E... Está de pé nosso encontro mais tarde não é? – Jensen perguntou baixinho sem esconder sua ansiedade.
- Claro que sim... Assim que acabar a peça eu irei para o meu quarto te esperar. – Jared respondeu encarando a boca do loiro.
- Queria te beijar... – Jensen passou a língua pelos lábios.
- Jensen... Não começa... – Jared o comeu com os olhos e mordeu o lábio.
- Tem um banheiro aqui... A gente podia...
- O camarim está cheio de gente. – Jared o interrompeu.
- Tudo bem, você tem razão. – O loiro suspirou.
- Mais tarde eu vou te compensar por toda essa espera, eu prometo. – Jared sorriu, fazendo Jensen sorrir também.
- Eu vou cobrar.
- Eu conto com isso. – Jared o comeu novamente de cima a baixo.
- Melhor eu continuar me arrumando.
- Eu vou ficar lá fora. – Jared disse com a voz rouca. A tensão sexual entre eles era quase palpável.
- Certo.
Eles ainda se encararam por alguns segundos antes do moreno deixar o camarim.
Jared tentou controlar seus pensamentos. Não podia ficar duro.
A vontade de possuir o loiro estava beirando o insuportável, e cada minuto que passava, a expectativa dele aumentava. Tudo o que ele queria era que o tempo voasse.
Jensen tinha razão, assistir a peça na lateral do palco era bem mais emocionante. De onde Jared estava ele podia ver o funcionamento do cenário, das luzes, a tensão dos atores antes de entrarem em cena e a atuação de Jensen mais de perto.
Volta e meia Jared se pegava despindo o loiro com os olhos, e sentia seu membro pulsar. Jensen o provocava mesmo estando em cima do palco, e ele não via a hora de tê-lo gemendo em seus braços.
Quando a peça terminou, o loiro o encarou depois que as cortinas foram fechadas, e saiu pelo lado contrário do palco. Jared entendeu e se dirigiu a saída do teatro.
oOo
O moreno entrou em seu quarto e tirou a roupa apressadamente, se enfiando embaixo do chuveiro. Esqueceu-se de acender o aquecedor e acabou tomando o banho frio mesmo.
Vestiu uma camiseta branca que havia comprado e uma calça jeans, que era bem diferente das que ele estava acostumado a usar. Sentou na poltrona e passou a olhar a cada dez segundos no relógio.
- Será que ele desistiu? – Pensou alto, rindo em seguida. – Deve ter uns dez minutos que você saiu do teatro. Calma Jared... Tá parecendo um adolescente virgem.
Levantou-se e foi até o mini bar, se servindo de uma dose de uísque. Quando estava no segundo copo, ouviu batidas na porta.
Deixou o copo em cima da mesa e a abriu, deixando Jensen entrar, notando que ele tinha os cabelos molhados.
- Demorei? – O loiro perguntou e Jared pode sentir o nervosismo em sua voz.
- Não... – O moreno, que já estava um pouco mais relaxado por conta do uísque, se aproximou e imprensou Jensen na parede, atacando seus lábios.
O ator imediatamente agarrou os cabelos compridos de Jared, enroscando os dedos nos fios ainda um pouco úmidos.
Jared cessou o beijo e sorriu, afastando um pouco seus rostos.
- Quer beber alguma coisa?
- Quero... Você... – Jensen respondeu e o beijou.
Jared puxou o loiro e o deitou na cama, encaixando seu corpo no meio das pernas do ator, que gemeu quando sentiu seu pescoço ser sugado pelos lábios do moreno.
Jensen subiu a camiseta do escritor, passando a mão pela pele nua e apertando os músculos, deixando-o arrepiado. Jared levantou o corpo e a tirou. O loiro fixou seus olhos no dorso do moreno e sorriu, puxando-o para mais um beijo.
À medida que o beijo ficava mais faminto, os corpos começaram a pedir mais contato.
Jared parou o beijo e começou a tirar as roupas de Jensen. Tirou o casaco, abriu e tirou a blusa, o sapato, a meia e puxou a calça junto com a cueca, tirando o restante de suas roupas em seguida.
- Você é lindo Jensen... – O moreno voltou a deitar em cima do loiro, beijando-o outra vez. Jensen gemeu dentro da boca dele quando sentiu suas ereções se esfregando.
- Eu quero te chupar Jensen... – Jared disse com a voz rouca ao separar seus lábios.
Jensen não respondeu, apenas sorriu e gemeu quando o moreno desceu com a boca colada ao seu corpo, lambendo e chupando tudo o que via pela frente.
Sugou os mamilos, enquanto apertava os músculos da lateral do corpo do loiro, que gemia e ansiava pela boca do moreno em seu membro.
Jared abriu as pernas de Jensen e mordeu a parte interna de suas coxas. Uma de cada vez e bem devagar.
- Jared... – A voz do loiro saiu estrangulada e Jared sorriu, sabia que estava torturando-o, mas esse era o objetivo. Queria ouvi-lo gritar de prazer.
Passou a língua por toda a extensão do membro do loiro e sugou a cabeça demoradamente com força, mas sem machuca-lo. Jensen arqueou as costas e gemeu alto.
Jared desceu a língua até as bolas do loiro, engolindo-as uma de cada vez. Não tinha pressa, queria saborear cada segundo.
Jensen gemia baixinho. O tesão tirando sua sanidade aos poucos.
O moreno jogou uma das pernas de Jensen para trás e chupou um de seus dedos, antes de levá-lo até a entrada do loiro, acariciando de leve aquela região.
O loiro revirou os olhos quando sentiu a boca do moreno finalmente engolir seu membro por inteiro.
Jared passou a chupá-lo com vigor, enquanto massageava levemente sua entrada, que pulsava desesperadamente.
Jensen nunca havia sido chupado e acariciado ao mesmo tempo daquele jeito e estava nas nuvens, gemendo e xingando palavrões sem o menor pudor. Sentia seu membro crescendo e inchando cada vez mais, e quando percebeu que ia gozar avisou ao moreno.
Não sabia se Jared ia deixar que ele gozasse em sua boca, mas Jared não apenas deixou como engoliu todo o seu líquido.
Jensen estava de olhos fechados e sorria quando sentiu os lábios de Jared tocarem os seus, e sua língua invadir sua boca compartilhando com ele o gosto de seu sêmen.
- Viu como você é delicioso? – Jared interrompeu o beijo e sorriu.
- Agora é a minha vez... – Jensen começou a se levantar, quando teve o corpo virado pelo moreno que se deitou sobre suas costas, sussurrando em seu ouvido.
- Depois Jensen... Agora eu quero te foder bem gostoso. – Jared esfregava seu membro duro nas nádegas do loiro, que gemeu ao ouvir aquelas palavras obscenas.
O moreno mordeu o ombro sardento de Jensen, e começou a mordiscar as costas do loiro enquanto descia até suas nádegas. Alisou a pele macia daquele local, reparando que ali também tinha algumas sardas.
Seu pau estava praticamente explodindo, mas ele queria fazer Jensen gozar mais uma vez antes de se enterrar nele.
- Fica de quatro pra mim Jensen... – O moreno pediu e o loiro obedeceu.
Jensen se surpreendeu quando sentiu a língua do escritor em sua intimidade.
- Oh meu Deus... – Jensen gemeu, sem acreditar que aquilo estava acontecendo. Nunca ninguém tinha feito aquilo com ele e em sua cabeça só existia uma palavra. Paraíso.
Jared o lambia com vontade, usando com perícia a ponta de sua língua. Umedeceu seu dedo e o penetrou, passando a revezar os movimentos entre a língua e o dedo, levando Jensen à loucura, fazendo seu membro endurecer outra vez.
Os gemidos de Jensen eram abafados pelo travesseiro, porém sua vontade era de gritar de prazer quando Jared começou a masturbá-lo sem parar com a carícia em sua entrada.
O loiro rebolava e fodia a mão do moreno ao mesmo tempo. Gozou novamente, sem conseguir abafar totalmente seus gemidos.
- Vira de frente Jensen... – Jared pediu com a voz rouca, quando Jensen se recuperou e quando o loiro se virou, o moreno estava ajoelhado manipulando o próprio membro. – Aguenta gozar mais uma vez? – Ele perguntou e sorriu.
- Acho que sim... - Jensen tinha a voz falhada. Sentia suas pernas trêmulas, e mesmo que não gozasse de novo, queria sentir Jared dentro dele.
- Olha como você me deixou... – Jared apertou sua ereção que liberava pequenas quantidades de pré gozo. – Ele tá babando por você.
Jensen sorriu novamente. Ele se considerava ousado na cama, mas perto de Jared, ele se tornava um conservador. Sempre sonhou em ter um homem igual ao moreno na cama, que o possuísse sem reservas e pudores. E agora ele tinha finalmente encontrado.
- Deixa eu te beijar Jared... Aqui... – O loiro levou sua mão até o membro do moreno que gemeu.
- Eu vou gozar no segundo que essa sua boca perfeita encostar nele. – Jared tirou a mão do loiro e segurou em suas pernas, jogando-as um pouco pra trás... – E agora eu quero gozar só em um lugar.
O moreno encostou seu membro na entrada de Jensen.
- Tem vaselina? – Jensen perguntou.
Jared sabia que a vaselina era usada para lubrificação íntima nos anos 50, já que os lubrificantes a base de água eram usados somente para fins cirúrgicos. Mas havia esquecido totalmente de comprar, e não imaginara que estaria com Jensen na cama, já no terceiro dia da sua "viagem".
- Não... Você trouxe?
- No bolso interno do meu casaco... – Jensen sorriu.
Jared se levantou rapidamente e pegou o pequeno frasco, lambuzando seu membro e a entrada do loiro com o líquido. Era oleoso, mas não tinha outro jeito.
Quando achou que Jensen já estava bem molhado, o penetrou devagar, gemendo e controlando seu tesão. O loiro era apertado e esmagava seu membro, que latejava a cada centímetro investido.
- Estou te machucando? – O moreno perguntou ao perceber que Jensen estava de olhos fechados e mordia o lábio com força.
- Não... Pode continuar...
Jared tirou e investiu novamente, ainda devagar, conseguindo avançar mais um pouco. Se apoiou em seus cotovelos e encarou o loiro.
- Tenta relaxar Jensen, você está se contraindo demais... Se não aguentar eu paro. O que eu não quero é te machucar. – Jared disse de maneira sincera e carinhosa e Jensen sorriu. Ninguém tinha tido esse tipo de preocupação com ele antes.
- Me beija... – Jensen pediu e o moreno o beijou.
Jensen agarrou seus cabelos e começou a movimentar o quadril em direção ao membro do escritor, se deixando levar pelas sensações que o beijo provocava nele. Conseguiu relaxar e naturalmente foi preenchido.
Jared afastou seus lábios e gemeu.
- Oh Jensen... – Jared começou a penetrar mais fundo, procurando pelo ponto de prazer do loiro. Saberia quando o encontrasse e após algumas investidas, Jensen gemeu mais alto.
- Jared! – Repetia sem parar, cada vez mais alucinado com o prazer que estava sentindo.
- Eu quero que você goze de novo Jensen... – Jared mais gemeu que falou. – Goza bem gostoso pra mim...
Jensen segurou em seu membro, que estava mais duro que mole, e passou a se masturbar.
Jared levantou o corpo para dar mais espaço ao loiro, que se sentia arder em chamas cada vez que Jared lhe tocava a próstata.
- Vou gozar Jared... – Jensen gemeu e se derramou em sua mão.
Jared fechou os olhos e se enterrou todo no loiro, sentindo as contrações que mordiscavam seu membro. Segurou com força no corpo de Jensen e gozou demoradamente dentro dele.
oOo
Jensen já havia transado com alguns homens e até se relacionara por alguns meses com Misha Collins, que era mais velho que ele e casado, mas em nenhuma de suas relações sexuais ele havia sido tocado do jeito que Jared o tocara, e nem tinha gozado três vezes.
Quando se encontrava com Misha, este estava sempre com pressa. E depois que acabavam de transar, Collins saía correndo, sempre deixando Jensen com aquele sentimento de que estavam fazendo algo errado ou sujo.
Diferente de Jared, que havia explorado seu corpo, e tinha proporcionado tamanho prazer, que Jensen nem sabia que fosse possível sentir. Fora isso tudo, depois de se limparem com uma toalha úmida, o moreno ainda o tinha puxado para se deitar em seu peito e agora fazia carinho em suas costas. Jensen suspirou.
- Assim eu vou dormir...
- Eu quero que durma aqui. – Jared respondeu. – Quero dizer, só vou te deixar tirar um cochilo, ainda está me devendo um beijo.
Jensen riu, entendendo que tipo de beijo Jared estava se referindo.
- Não tem problema eu ficar aqui? – Jensen perguntou.
- Se não for te trazer nenhum problema, eu quero que fique.
- Eu disse que estava me sentindo mal, e que ficaria mais essa noite com o quarto, então ninguém vai desconfiar se eu ainda estiver no hotel pela manhã. – O loiro explicou. – Seria estranho se eu fosse embora de madrugada...
- Então está decidido, vai ficar aqui comigo até de manhã. – Jared o abraçou mais forte. – Espero que ninguém tenha ouvido nossos gemidos... – Suspirou um pouco preocupado.
- As paredes são grossas Jared, não precisa se preocupar. – O loiro disse tranquilo e levantou o rosto encarando o moreno. – Quer dar uma volta comigo amanhã? Sair um pouco desse hotel...
- Não tem que ensaiar amanhã?
- Não... Os ensaios só recomeçam na sexta pela manhã.
- Será que não irão surgir comentários se nos virem juntos?
- Claro que não! – Jensen sorriu. – Afinal de contas meu primo, que nunca saiu do Texas tem direito de passear, conhecer a cidade.
Jared riu, se lembrando da farsa que o loiro inventara sobre eles serem primos.
- Além do mais, como ele é escritor, pode se inspirar durante o passeio. Essa cidade tem lugares belíssimos... – Jensen continuou.
Jared se virou e subiu em cima do loiro.
- Eu já conheço um lugar belíssimo para começar a me inspirar. Agora mesmo. – Jared sorriu.
- Sério? – Jensen perguntou fingindo que não tinha entendido.
- Sério... É lindo e cheiroso... – Jared começou a beijar seu pescoço.
- Eu preciso descansar um pouco antes de a gente fazer de novo, Sansão...
- Eu sei... – Jared sorriu. – Mas enquanto você descansa, que tal "acabar com as minhas forças", me beijando agora?
Jensen sorriu e mordeu os lábios.
Continua...
*De lascar o cano: Muito ruim; horrível
