Essa fic não me pertence assim como Naruto também não, é uma tradução da A Little Pain que pertence a Sadness-doll. Publica suas maravilhosas histórias no fanfiction e me permitiu publicá-la para vocês.
Divirtam-se!
Os efeitos do álcool...
Logo depois de comprar um algodão doce cor de rosa tomou acento em um banco metálico ao lado de Suigetsu que bebia tranquilamente um refrigerante pequeno. Minutos em silêncio transcorreram. Nenhum dos dois havia trocado palavras logo depois do grupo de discussão há uma hora e quarenta minutos atrás para ser exatos. Suigetsu suspirou aborrecido e decidiu romper o silêncio.
— Ei, quem é essa tal de Hinata? — perguntou fingindo interesse enquanto mordia um filete de palha.
— É uma das melhores interpretes da empresa onde trabalho. Ela não só canta, mas também imita vozes de crianças, mulheres, homens e idosos. — revelou Sakura.
—Ah, então é um ator de voz. — falou mostrando leve interesse. — O que me diz dos demais? Esse tal de Kiba, Choji e Shikamaru? – perguntou ele.
— Choji é compositor de músicas de vídeo game e faz a maior parte da trilha sonora dos animes e jogos, também tem um importante papel na empresa como desenhista de cidades futurísticas ou apocalípticas, sabe como é... como um arquiteto da fantasia como o chamamos. – explicou-lhe ela. — KIba interpreta igual Hinata e Shikamaru é um jornalista que trabalha no jornal de nossa empresa. É um ótimo repórter e coletor de informações. Ah! É meu fotógrafo pessoal. Faz fotos de lugares importantes como cidades e pequenos povos abandonados… É um aventureiro. — finalizou a Haruno.
— Oi? E onde fica Tenten em tudo isto? — perguntou curioso já que Tenten não estava em nenhum dos cenários.
— Ela é a importante recepcionista da empresa, contadora, mão direita de Kakashi e parte da equipe. — explicou Haruno.
— Ah! Agora compreendo. — deixou escapar um extenuante suspiro atraindo a atenção da Hanuro.
— Está entediado? — franziu o cenho e encarou-o confusa.
—Lamentavelmente sim… — falou dando um bocejo.
— Eu te aborreço? — olhou-o com a maior atenção do mundo esperando a maior decepção de sua vida… Ela ser a culpada de seu aborrecimento.
— Não! A verdade é que não é você, mas sim este ambiente… E pensar que Tenten me prometeu um par de cervejas logo depois desse evento! — bufou irritado.
— Vai a um bar? — perguntou incrédula de seus planos.
— Sim. Algum problema? — focou direto nos olhos dela esperando uma contestação dela que havia ficado muda.
—N-não... A verdade é que não me dou bem com bebida. —Suigetsu bufou ao escutar aquilo.
A chegada de Tenten foi totalmente inesperada fazendo-os levantarem-se ao escutar a palavra festa. Sakura desaprovou mentalmente aquela ideia por causa do problema com bebida. Era muito fraca em relação ao álcool e sempre metia os pés pelas mãos arruinando tudo.
Hinata estava acompanhada de Choji. Shikamaru e Kiba se aproximaram de Tenten e dos demais fazendo Sakura se apressar para saudá-los.
— Milagre! Finalmente te dignas a sair da caverna e dar as caras. — burlou-se Shikamaru da Haruno tirando a mão direita do bolso e tomando-a pelo pescoço para beijar-lhe a testa.
— Você é um idiota… — se separou dele chateada.
— Mas não tanto quanto você, irritante. — respondeu-lhe com seus insultos amorosos e um sorriso de canto.
— Bem! Vamos ou não? — animou Kiba o ambiente mais que ansioso para beber.
Saíram do trabalho direto para um bar muito popular na área Chiyoda-Ku iniciando a grande odisseia de virar o copo... Tudo em ao redor de Sakura começou a tomar um giro muito drástico, achava engraçado tudo o que Suigetsu dizia. Dançou, caminhou de um lado para o outro no bar falando com estranhos e se tivessem deixado dançaria com todos os estranhos que lhe convidaram. Shikamaru olhava aquela cena triste, mas não fez nada para deter Sakura que, afinal de contas, ria como uma louca e se divertia, algo que em raras ocasiões fazia com os outros.
Em sua terceira cerveja, Shikamaru viu-se sendo abraçado por trás por nada menos do que Sakura falando incoerentemente em seu ouvido como uma criança fofoqueira causando-lhe suspiros de aborrecimento.
— Maldição Sakura, está bêbada. — falou com leve irritação percebendo que teria que ser ele a levar para casa esse bando de bêbados.
Hinata estava com a cabeça apoiada sobre o recosta da cadeira e em um segundo tinha adormecido ao contrário dos homens que estavam em seu terceiro jogo de cartas. Tenten já havia subido para pedir a nona rodada de cervejas e tequilas. Desanimado, Shikamaru levantou-se e apoiou Sakura pela cintura gritando para os meninos que a levaria para a casa e recebendo destes, gestos de aborrecimento por interromper a concentração no jogo de cartas. Despertou Hinata para levá-la para casa levantando-se esta aos tropeços e apoiando-se em Shikamaru até chegar ao carro. Este dizia que de jeito nenhum vomitassem no carro.
Em todo o caminho não apenas teve que aturar a bebedeira da Haruno, mas as chamadas insistentes de sua namorada que queria formalizar a quinta discussão do dia. Desistiu de aceitar aquela chamada irritante. Levava quase duas semanas discutindo com sua namorada e agora que tinha uma folga no trabalho e um convite para sair junto com os colegas, sua namorada estava disposta a estar junto com seus amigos fazendo-lhe do dia todo um inferno... Por que as mulheres podiam ser tão difíceis e incoerentes ao mesmo tempo?
Deteve o carro na frente do edifício de Sakura saindo do automóvel e ajudando-a a sair enquanto ela se encontrava presa ao cinto de segurança. Estava disposto a ajudá-la a subir ao apartamento quando ouviu um ruído desagradável vindo de dentro do carro. Hinata havia vomitado no banco do carro encerrando a pior noite que supostamente poderia piorar por causa de sua namorada ao qual certamente estava lhe esperando com suas coisas em uma mala para mandá-lo embora como sempre fazia.
— Maldição Hinata! — suspirou irritado enquanto levava uma mão ao rosto esfregando com desespero.
Sakura continuou andando sozinha em direção à entrada dizendo adeus aos seus colegas em gritos incoerentes. Arrastou-se com passos torpes balançando de um lado para outro. Sua cabeça estava girando e mal conseguia apertar o botão do elevador corretamente. As portas do elevador se abriram, ela tropeçou ao entrar enquanto ria baixinho e observava a sombra de alguém entrar às pressas no elevador. A Haruno levantou a vista identificando a pessoa com dificuldade... era seu vizinho, o homossexual. Riu como uma louca por passar em sua mente a palavra marica.
— Olá vizinho!
Aquela voz aguda soou em sua orelha direita fazendo-o virar-se e com grande desconforto olhar para a dona daquela voz corrompida pela influência de álcool.
— Humpf! Bêbada! — murmurou voltando-se e apertando o botão do quinto piso e escutando uma segunda vez aquela voz irritante.
— Não estou bêbada, só estou tonta. – discordou ela ao escutar aquele resmungo. O jovem arqueou consideravelmente uma sobrancelha olhando-a pela segunda vez, mas desta vez lhe dedicou um olhada de pena.
– Não está bêbada, mas está tonta?
O elevador parou entre o terceiro e quarto andar fazendo um brusco movimento. O Uchiha gemeu diante das possibilidades que passaram por sua mente... Genial! O elevador estava parado e tinha uma bêbada que fedia a licor.
— Que caralho! — murmurou irritado enquanto tirava a mão esquerda do bolso e apertava o botão de emergência com exasperação. Ouviu a voz do guarda de segurança na saída de som.
— O elevador parou. — falou com uma voz inescrutável tentando manter a calma e não virar-se e gritar com sua vizinha bêbada para que calasse a maldita boca já que gritava como cigarra velha.
— Vou corrigir o problema imediatamente, devem ser algumas pequenas falhas. - O guarda pediu desculpas prometendo que resolveria toda aquela situação deplorável.
— Uh! Acho que o movimento do elevador me deixou com o estômago revoltado. Vou vomitar. — queixou-se, abaixou no momento que parou de falar e caiu sentada ao perder o equilíbrio.
— Ei! Não seja porca, estou aqui sabia? — voltou-se violentamente falando com nojo aquelas palavras.
— Cala boca! Se continuar falando o farei encima de você. — ameaçou ela segura de que o faria se ele não se calasse. A voz grossa dele provocava mais náuseas. — V-você é um prostituto tão artificial. – falou aquilo depois de uns três minutos de silêncio rindo como uma bêbada louca e fazendo o Uchiha franzir o cenho consideravelmente.
— Ei! Neee!... Olha para mim! — falou ela com toda irritação exasperando-o ainda mais. — Sabe o que é um prostituto artificial? Em? — perguntou com uma pequenina risada irritante.
— Me faça um favor e cale-se… não suporto esse odor de cerveja que está em sua boca. — falou com uma voz neutra e grande desdém. Ela contraiu seu rosto e olhou-o revoltada.
— Aposto que não sabe. — deduziu ela com seu rosto contraído e corado. —Você é um homem artificial e aposto que o tamanho do seu pênis se deve a uma cirurgia assim como sua bunda... Ninguém as tem assim tão redondas. E juro que injetas algo para ter um corpo tão musculoso! — explodiu em uma gargalhada de palhaço… teria que ter muita paciência com ela.
— Poderia ficar quieta! — disse exasperado enquanto pressionava o botão de emergência para entrar em contato com o bendito guarda que poderia tirá-lo desta armadilha. — Aposto que em toda sua vida nunca viu um homem sem roupa. — espetou o Uchiha com um sorriso de satisfação e leve superioridade vendo a Haruno rosnar.
— Sim já vi. — assegurou-lhe ela irritada. O Uchiha bufou molestando-a ainda mais.
— Não como eu.
Era tão arrogante com seu corpo, concluiu ela ao dizer aquilo. Bah!... Ela poderia ver um homem assim a qualquer momento, se não o via era porque não tinha tempo... claro, segundo ela.
— Tem razão... não tenho visto um homem como você tão artificial e gay. — defendeu-se ela recebendo um golpe baixo por detrás daquelas palavras.
Essa mulher sabia se defender quando se tratava de jogos de palavras.
— Puta... —murmurou exasperado. Ela o escutou e continuou sua conversa chata apenas com a intenção de se vingar e provocar.
— Quanto lhe pagam a noite? Isso não foi o que perguntou-lhe sua companheira da semana passada? — continuou com suas insinuações caindo na conta dele o que ela havia dito.
Que caralho fazia-a pensar que ele se vendia? Apenas as palavras daquela mulher a fizeram acreditar que era um garoto de programa. O Uchiha voltou-se e encarou-a com um sorriso refletido no rosto deixando-a confusa e intrigada.
— Te agrado? — perguntou divertindo-se. Se ela queria jogar esse jogo de palavras então ele de bom grado se uniria a ela.
— Não! Claro que não! Você não é meu tipo. — atacou ela com um total desagrado.
— Aposto que não. Só te agradam os raros como você. — burlou-se dela sempre com aquele sorriso.
— Meu namorado é um bombom para eu perder meu tempo colocando os olhos em um homem artificial como você ou a isso que chamas de raro. — defendeu-se ela. Ele bufou diante daquilo que lhe pareceu engraçado.
— Seu namorado? Acaso fala daquele que te deixou por sua irmã? Por que se assim é? Então é seu ex-namorado. — calou-a de imediato irritando-a demasiadamente. Aquilo foi mais que uma vitória para o Uchiha.
— Vai para o inferno! — insulto-o revoltada.
Riu discretamente o Uchiha em vê-la tão irritada por não vencê-lo em seu joguinho de palavras.
— O mesmo para você. — devolveu divertido e com um sorriso de picardia. Uns minutos bastaram para que ela abrisse a boca novamente alterando o Uchiha.
— Ei! Quando sairemos dessa porcaria? — perguntou exasperada brincando com as pontas de seu cabelo. O Uchiha girou os olhos tentando não perder a calma.
— Céus! Não pode permanecer uns minutos em silêncio. — falou irritado e voltando-se para vê-la.
— Já o fiz… — mordeu o lábio para não rir apresentando dois pequenos buracos que apareceram em cada uma de suas bochechas severamente coradas.
— Caralho! Que cacete! Igual a você também quero sair deste inferno. — levantou a sua mão direita e passou pelos cabelos inclinando-se para parede de fundo do elevador.
— Oi... — doze minutos silenciosos bastaram para que a ignorante de sua vizinha abrisse a boca irritando-o novamente.
— O que é! — resmungou olhando-a sério.
— Na relação sexual é você que pega o parceiro ou é ele que te assalta como um coelho? — perguntou com um sorriso infantil arqueando consideravelmente sua sobrancelha enquanto o olhava com desprezo e raiva.
— Está bêbada... — falou depois de um longo suspiro desistindo assim de discutir com aquela mulher.
— Sim... Eu estou. — riu ela divertida.
—Humpf! Agora admite. — focou-a dos pés a cabeça enquanto esta se levantava atrapalhada. — Vadia... — burlou-se dela ao ver seu estado deplorável.
— O que?! — exclamou ela indignada. Como odiava essa palavra já que uma vez sua irmã disse a mesma coisa na última discussão que tiveram há dois anos.
— Por isso te deixaram. — falou cruzando os braços enquanto encarava aquela mulher com diversão.
— Posso ser cem vezes mais mulher que você. Seu prostituto artificial. — desafiou-lhe apontando o dedo.
— Te recordo que não sou mulher. — enfatizou divertido diante das incoerências que ela inventava para se defender.
— Mas é um homossexual e os homossexuais têm seu lado feminino. – justificou-se ela fazendo o Uchiha rosnar.
Justo quando ia dizer-lhe um par de verdades, silenciou por completo ao vê-lo caminhar para ela com o rosto inescrutável e olhar neutro deixando-a sem ideia do que ele iria fazer.
— O que está fazendo? — perguntou-lhe duvidosa.
— O que você acha? — perguntou ele divertido enquanto a fazia retroceder torpemente para trás encurralando-a contra a parede do elevador.
— Está invadindo meu espaço pessoal.
— Isso é justificável. Só assim tirarei suas dúvidas. — sorriu de lado elevando suas mãos e desajustando com facilidade a fivela das suas calças.
— Que dúvidas? — olhou-o curiosa sem perceber o que ele tinha feito com sua calça... Estava tão bêbada assim?
— Vou te ensinar o jeito que como meu parceiro. Não é o que queria saber? Quem come quem? – falou divertindo-se.
— Isso se esclarece com palavras, não precisa fazer tanto. — tentou empurrá-lo, mas ele manteve-se duro como pedra diante dela. Tomou-lhe as mãos e a virou bruscamente deixando o rosto da jovem preso na parede fria do elevador.
— Isso será uma pequena demonstração. — falou divertido abrindo o botão da calça dela e metendo seus dedos nas bordas baixando-a até os joelhos juntamente com a calcinha.
— Que diabos está fazendo?! — proferiu com raiva, e justo quando ia lutar, sentiu uns dedos roçar-lhe de maneira deliciosa seu clitóris despertando nela uma prazerosa sensação.
Com o pé direito separou as pernas dela, soltou a fivela de sua calça e desabotoou-a. Colocou a mão dentro de sua cueca boxer de cor vinho e tirou com sua mão um grande e ereto membro, mas não pela presença dela e sim pela posição erótica na frente dele... Sakura não tinha ideia do tamanho daquele pênis que agora roçava na parte interna de seus glúteos. A mão que brincava com seu clitóris afastou-se e tocou amavelmente sua cintura fazendo-a inclinar-se um pouco. Sasuke acomodou a mulher ao seu gosto para logo voltar a mão direita no ponto fraco de Sakura. Com o dedo do meio acariciou o botão sensível pressionando e movendo circularmente. Ela mordeu os lábios mantendo a sensação insuportável e prazerosa.
Ela sentiu a cabeça do pênis roçar-lhe o ânus e estremeceu por completo ao senti-lo invadir lentamente. Segurou-se no corrimão do elevador suportando a imensa dor da invasão daquele grande e ereto membro. Ele introduziu apenas uma pequena parte do membro insinuado movimentos enquanto suas carícias se intensificavam mais no clitóris. A sensação de dor com cada investida mais os movimentos de seus dedos em seu clitóris, fazia um mix de sensações que ela identificava como masoquista já que ela gostava... Não! Ela adorava isso! Mas não queria e isso machucava... porém gostava e excitava consideravelmente molhando o chão claro daquele elevador com seus fluidos vaginais que caiam em pequenas gotículas.
Uma forte sacudida a fez tremer sentindo uma sensação estranha abaixo de seu ventre. Outra investida mais e gemeu tão forte que não sabia se era produto da dor ou do prazer que aqueles dedos lhe proporcionavam. Sua quentura levou ao descontrole total de seu corpo baixando assim a mão direita para pousá-la encima da mão daquele homem que proporcionava prazer a seu corpo deixando claro com esse gesto que ele levasse sua mão mais abaixo. O Uchiha sorriu arrogante ao ver que ela metia seu dedo médio dentro da vagina enquanto a palma da mão dele oprimia e se movia encima do clitóris levando-a a ofegar e gemer descontroladamente.
Levantou a perna direita dela obrigando-lhe a colocar o joelho encima da barra do elevador fazendo as investidas serem mais profundas enquanto a masturbava com sua mão. O elevador voltou a funcionar naquele momento desesperador conscientizando-a que precisava terminar com aquilo. Inclinou-se de volta para o homem colocando a mão em volta do pescoço dele puxando seus cabelos como uma louca.
— N-não pare… Mais rápido! — ela retrucou ofegante sentindo o movimento brusco do elevador desesperando-a mais. Ele, como qualquer "cavalheiro", acatou a ordem dela empurrando ainda mais rápido.
Pronto! Sentiu sua mão umedecer-se do gozo dela. A Hanuro sentiu seus músculos contraírem estremecendo-a por completo enquanto uma onda de calor percorria seu corpo dos pés à cabeça fazendo-a soltar um gemido alto. O Uchiha investiu mais forte e deu um suspiro longo derramando um líquido quente... tinha ejaculado dentro dela sem prazer, nem mesmo gemeu ao contrário dela que gemia e suspirava desesperadamente.
Ele se separou dela acertando suas calças. Sakura deslizou pela parede ficando em uma posição sentada no chão mesmo com suas calças fora de lugar... aquilo havia sido intenso e a fez fantasiar com Kimimaro imaginando que era ele quem lhe proporcionava prazer em todos os momentos.
– Deus! – soltou um suspiro e recebendo um olhar do Uchiha. Ele caminhou até ela e se inclinou sussurrando no ouvido.
– Eu te fiz um favor. - falou divertido e depois saiu pela porta do elevador.
Escutou a campainha do elevador reagindo naquele momento. Ajeitou as calças e cambaleou até seu apartamento... o efeito do álcool havia subido mais que o normal...
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Obrigada pelos reviwes
YokoNick-chan
Pamela-chan Uchiha
