Essa fic não me pertence...


Dezenove minutos... Ou não?

– Desliga. – ordenou ela com voz ultrajada. Sasuke continuou ignorando aquela mulher encolhida no canto do elevador.

Franziu o cenho e contraiu seu rosto de uma maneira espantosa que fazia até graça. Estava furiosa. Sasuke estava recostado na parede e com as mãos apoiadas no corrimão metálico, suas pernas estavam cruzadas e sua vista estava fixa nas portas do elevador. Estava irritado, principalmente por saber que não chegaria à Nova York a tempo. Tinha negócios importantes a resolver. Sua agência pornográfica estava ao ponto de ir a banca rota por um simples e estúpido contrato que havia firmado com o negociante de Hugh Hefner que o enganou e mentiu a Hugh Hefner e com isso tornaram-se sócios e dividiram a agência. Desgraçado!

– Não me escutou! Alô! Estou falando com você! Pelo menos me dá um sinal que está me escutando! Não me ignore! - a voz dela parecia um eco insuportável em sua cabeça. Por que demônios não se calava de uma vez? Por que ela tinha que complicar sua existência? – Isso é um elevador! Aqui não se fuma idiota! – proferiu ela fazendo o Uchiha gruir. - Por deus! Utiliza por uma vez em sua vida o seu cérebro e leva em consideração que poderia acionar o alarme de incêndio. – comunicou ela alarmada com a ideia de que as coisas poderiam piorar... Completamente molhados e com frio.

– Sofre de algum problema mental? – aquela pergunta a deixou abobada... Em questão de segundos ele já havia lhe tirado do eixo. – Tenho lido que as pessoas que sofrem de algum atraso mental não conseguem fazer as coisas normais do dia a dia inclusive não se expressam nem se comportam da maneira correta. Ou talvez esteja equivocado e o teu caso seja falta de atenção o qual lhe causou algum transtorno psicológico. – falou ele com desdém.

– Tem algum título onde diga graduado em psicologia ou psiquiatria? Em? – perguntou ela com o cenho franzido e um pouco de sarcasmo.

– Não se necessita ter nenhum título desses para avaliar se uma pessoa sofre de alguma incapacidade mental. – contestou frio e arrogante fazendo a Haruno inalar uma grande quantidade de ar.

– Sempre é assim com todas as mulheres? Por acaso não te ensinaram a respeitar uma? Sou uma mulher e por direito mereço respeito.

– Humpf! Não vejo nenhuma mulher. – atacou ele com um de seus frívolos sarcasmos.

– Chega! Já basta! E antes de fazer um voto de silêncio contra você, te direi um par de verdades na tua cara! – disse ela. Ele simplesmente ficou em silêncio encarando-a como se ela fosse inferior. E agora ela ia o avaliar! – Você é o homem mais terrível que tenho o trágico destino de conhecer. Acredita que só porque tem uma imagem aceitável na sociedade pode insultar e tratar a todos como lixos. Não tem educação, é um machista e começo a crer que sofres disso que chamam de falta de controle de ira. Tem pinta de abusador, bate em mulheres e as maltrata não só psicologicamente como verbalmente. É asqueroso e doente sexual que se encontra com o primeiro que vê e... – tentou continuar sua avaliação sobre ele.

– Com efeito, sou todo um asqueroso ao encontrar-me com a primeira bêbada chata e malcheirosa. – interrompeu-a ele. Ela explodiu em ira ao dar-se conta que essas palavras eram diretamente para ela.

– É tudo o que eu disse! Devo acrescentar que você é o homem mais infeliz, arrogante, hipócrita, narcisista, egocêntrico, egoísta e estúpido que já vi em minha vida! - terminou suas palavras ignorantemente... suas palavras careciam de maturidade.

– Diga-me algo que me surpreenda mulher. - ele bufou. Ela ficou em silêncio certificando-se de cumprir o seu voto de silêncio, algo ignorante para sua idade.

Tinha a respiração alterada pela ira que levava por dentro. Aquele homem era insuportável e para seu infortúnio havia ficado preso com ele naquela pequena caixa de metal aonde dificilmente poderiam caber cinco pessoas de tão limitado que era o espaço.

Seu telefone tocou, tirou-o do bolso da calça jeans um pouco desgastada. A mulher tinha dinheiro suficiente para comprar um Iphone, mas não um par de calças à sua altura.

Observou a tela de seu telefone. Era seu pai quem lhe chamava, decidiu aceitar a ligação.

– Papai, o que está acontecendo? - ela perguntou, mas pouco pode falar com seu irmão falando rapidamente e com voz alterada.

– Sakura, o papai está em crise! - Konohamaru exclamou fazendo um esforço para não se alterar. Não queria que seu pai ouvisse e o repreendesse por chamar a sua irmã e contar o que aconteceu.

– O que aconteceu Konohamaru? - ela perguntou alterada. - Papai está bem? O que aconteceu? Por Deus! Fala! – Sakura perguntou assustada ao acreditar que seu pai tinha infartado ou algo assim.

– Sakura! - hesitou em dizer, não tinha certeza se ele estava fazendo a coisa certa.

– Fala rapaz!

– Mamãe pediu o divórcio ao papai! Ligou para ele e disse! Papai está trancado no quarto e se não fosse por mim estaríamos em pleno fogo, pois ele deixou o fogão ligado. – revelo seu irmão.

Ouviu o grande sermão que seu pai deu em seu irmão para logo em seguida escutar a voz dele ao telefone.

– Meu neném, tudo ficará bem, papai vai resolver tudo. Irei falar com sua mãe e já, já resolvemos as coisas. É questão de conversarmos e nos entendermos... Ela está insegura e confusa, isso é tudo meu bebê. – seu pai falou um pouco nervoso, ela pode notar nele o medo ao transmitir essas palavras. Seu pai estava à borda do descontrole e a ponto de chorar.

– Papai! É minha culpa. Eu sou a culpada por vocês estarem a ponto de se divorciarem. Sou uma tonta ao me deixar levar por minha ira e aparecer na festa da minha irmã e Kimimaro. – seu pai sentiu-se destruído ao escutá-la expressar-se dessa maneira tão negativa, era consciente de que tudo aquilo a estava afetando, pois sua filha acreditava que tudo era culpa dela.

– Sakura, sua mãe e eu já tínhamos problemas há seis meses. Nada disso é culpa sua bebê. – assegurou ele com toda a sinceridade.

– Por que nunca me contou nada?! Por que não me disse que tinham problemas?! – fez uma pausa. – Papai, eu tinha o direito de saber!

– E o tem meu neném. Tem o direito de saber o que ocorre em casa e sobre nossas decisões, mas acredite que minha intenção não era excluir você do círculo familiar senão dos problemas. Não queria que sofresse mais. Sei que ainda não se recuperou do que aconteceu com Kimimaro. – explicou-se.

– Papai! Por que me excluiu dessa forma?! Não é justo! – exclamou ela com o rosto contraído e vermelho. Estava a ponto de começar a chorar de tanta ira e pressão que levava por dentro.

– Sakura fique calma. Por favor, não se exalte, pois não te fará bem. Eu te amo tanto que não quero que algo te aborreça minha pequenininha. – pediu preocupado.

– NÃO! Não me peça para ficar calma quando minha família sofre uma crise que indiretamente sou a responsável! – exclamou dando a conversa por encerrada.

Insistentemente seu pai continuou ligando, mas ela ignorou todas as chamadas pensando em chamar sua mãe e pedir uma resposta sobre aquela decisão. Selecionou o número e esperou que ela respondesse. A primeira ligação não teve êxito, a segunda foi recusada e na terceira Tsunade atendeu.

– Oi meu bebê! O que quer amor? – falou entre risos comprovando à Sakura que sua mãe estava rodeada de pessoas. Irritou-se severamente com o estado de ânimo da sua mãe.

– Mamãe! Como pode estar tão alegre com o que acaba de ocorrer! – soltou chateada. Sua mãe se desculpou com os que estavam por perto pedindo licença para ir a um lugar mais privado.

– Sakura, meu céu... Não tenho carga suficiente na bateria do celular e não tenho onde carregá-la. A energia está acabando. – Sakura tomou aquilo como uma desculpa para evadir da conversa e cortar a ligação. Atacou de imediato.

– Não mamãe! Não se atreva a me enrolar com essa desculpa de que seu telefone está sem carga! Eu te conheço e sei que leva uma bateria de reserva em sua bolsa. – Sakura a desmascarou e Tsunade permaneceu em silêncio.

– Está bem Sakura. O que aconteceu! – sua mãe suspirou rendida diante da ideia de falar com sua filha.

– Não pode ser mamãe. – Sakura falou com a voz quebrantada, mordeu os lábios com a intenção de aguentar a vontade de chorar.

– O que está acontecendo meu céu? Por que está tão chateada?

– Tomei conhecimento que se divorciou de papai o qual está em estado de crise e eu te ligo e me encontro com a grande casualidade que essa decisão não te afetou em nada. – revelou Sakura. Tsnudade suspirou um pouco irritada.

– Quem te disse?

– Isso não importa.

– Sakura... As decisões que seu pai e eu tomamos são nossas, jamais te consultaria para isso. Eu já tomei minha decisã mais correta. Não viverei dentro de um casamento falido. Tem que entender e se não estou em crise é porque tomei a decisão correta e me sinto segura com ela. – Sakura estalou em ira.

– É uma descarada mamãe! Eu te vi em várias ocasiões com Orochimaru! E não negue, pois os vi jantando em um restaurante. Sei que antes de toda a discussão entre o papai e você já havia problemas e todos eles por sua culpa. Você foi infiel ao papai? – perguntou ela. Sua mãe soltou uma exclamação de indignação. – E não o negue mamãe que te conheço muito bem! Não posso crer que é minha mãe! Me diz mamãe! Por acaso sou uma filha de uma relação anterior do papai e você decidiu ser minha mãe! Porque parece mentira que seja assim tão insensata e não tenha consideração sobre os sentimentos do papai e dos meus!

– Não serei infeliz em mais um casamento só para fazer vocês felizes. Tem que entender que eu também tenho uma vida!

– NÃO digo eu! Renego a você como mãe! – Sakura a ofendeu.

– Eu tão pouco posso crer que seja minha filha! É todo o contrário de uma pessoal normal!

– Pois bem, se sou ou não normal pelo menos não sou insensata e despreocupada como você mamãe! – defendeu-se. – Sempre me deixou de lado.

– Porque você procurou isso Sakura! E já tive o suficiente com você hoje! NÃO me ligue mais! – finalizou cortando a ligação de sua própria filha que havia ficado com as palavras na boca.

Deixou sair toda aquela fúria em lágrimas. Seu rosto estava contraído e vermelho de ira. E agora? Como ficaria seu pai com todo aquele problema? Que faria? Como terminaria tudo? Mil perguntas passaram por sua mente e nenhuma delas tinha resposta alguma para diminuir ao mínimo toda aquela sensação que levava por dentro.

O telefone tocou mais uma vez e ela inconscientemente aceitou a chamada sem olhar o visor.

– Sakura. – falou aquela voz masculina que imediatamente ela reconheceu e trouxe sua ira com mais força.

– O que quer? – cuspiu enfurecida.

– Está chateada? – Sakura suspirou de ira.

– Não! Claro que não Kimimaro! Só estou rindo de raiva. – respondeu ela com sarcasmo... certamente o grande imbecil a estava chamando para algum evento de sua irmã e dele. – Para o que me ligou? E como demônios conseguiu o meu número? – estava furiosa e era fato que aquela conversa seria ainda mais difícil do que ela acreditava.

– Ainda conservo seu número em meus contatos. Apesar de tudo, somos como família. – ele respondeu e ela bufou enojada diante daquelas palavras.

– Humpf!... Família. Poderia deixar de ser tão dramático e dizer para o que me ligou.

– O que há com você? Eu mal comecei a falar e já está me insultando e tratando da pior maneira possível. – queixou-se.

– Ah Kimimaro! Até que enfim me perguntou! – soltou com sarcasmo. Kimimaro odiava isso nela. – Mmmmm... Vamos ver... Por onde começaremos. Ah! Porque não começamos desde nosso passado! Parece bom? Em? – ironizou. – Comecemos por nossa ligação "Divino namoro", se assim podemos chamá-lo. – começou ela sendo interrompida por seu ex-namorado.

– E para você não foi? Por acaso não fui suficiente homem em nossa relação? – perguntou indignado e com raiva.

– E você chama "Suficiente homem" ter se deitado com minha irmã quando estava comigo! Em? - acusou ela. Ele gruiu.

– Já vai começar! É sempre o mesmo!

– Cale-se que ainda nem comecei! Ainda não disse o melhor!

– Menos mal! – bufou com raiva agregando um pouco de sarcasmo.

– Te apresentei à minha família para fazer laços e não para se enrabichar por minha irmã mais velha às minhas costas. – ela gritou. Sasuke bufou baixinho com tudo aquilo. – Suas malditas desculpas para não me ver, seu afastamento, sua falta de atenção, sua frieza, tudo isso e muito mais, deitou-se com minha irmã com a desculpa que eu não era o que você pensava. Isso e muito mais, ratifica muito bem meu ódio insuportável por você. Então não venha me pedir respeito, pois a mim não dá vontade de concedê-lo depois de tudo o que você fez. – finalizou triunfante e antes que ele dissesse alguma coisa, ela se adiantou e continuou com seu testamento de queixas e insultos. – Trouxe desgraça à minha família! Por sua culpa minha irmã e eu não podemos nos ver nem em pintura! Trouxe a tragédia para a minha família e me fez infeliz! – todo aquele desabafo estava lhe fazendo bem. Nem se importou que o imbecil de seu vizinho estivesse escutando.

– Já Sakura! Basta Já! Com você não se pode falar! – ele gritou.

– E se atreve a gritar comigo imbecil! – proferiu indignada.

– Sakura... – chamou-lhe com voz arrependida. – Sinto muito. De verdade que sinto muito. – desculpou-se, mas isso pouco importou a ela. – Não foi minha intenção gritar com você dessa forma.

– Ahh! E agora o lamenta! Que irônico? Não?

– Vamos Sakura. Deixa-me falar. Por favor... – pediu com toda a paciência.

– E o que mais quer que te deixe falar se até gritando comigo você está. – interrompeu ela novamente soltando um suspiro exasperado.

– Desespera-me não poder dizer o que quero... – desculpou-se por seu comportamento.

– Se me ligou para dizer sobre o divórcio de meus pais, te aviso que já sei. Pode economizar suas palavras. – interrompeu ela novamente.

– Já está sabendo... – murmurou ele.

– Sim, já sei. Para isso me ligou?

– Não.

– NÃO?

– Não. Não foi para isso que liguei, e se não me deixar falar, te juro que irei até seu apartamento para falar e se não abrir a porta a derrubarei a golpes. – ameaçou ele.

– Por mim faça como quiser, quem te receberá será o meu pai.

– Se tenho que passar por cima do seu pai, eu o farei Sakura! – ameaçou ele. Sasuke começava a se exasperar. Os gritos dela e o chiado daquela voz por telefone, tudo aquilo começava a colocá-lo de mau humor.

– Imbecil! – exclamou Sasuke irritado. Aquela exclamação surgiu por causa do guarda de segurança e suas palavras que tanto o irritaram. Sua grande exclamação chegou aos ouvidos não só de Sakura como também de Kimimaro que a tomou como pessoal.

– Quem foi esse? – perguntou Kimimaro furioso com aquele intrometido que havia exclamado aquela palavra. Sakura tirou proveito daquilo.

– É meu namorado Shikamaru que está comigo e que te chamou de imbecil. – falou sem pensar no que havia dito.

Só pode escutar uma grande exclamação de um – O que! – por parte de Sasuke.

– Diz a esse imbecil que feche a boca e não se meta em meus assuntos pessoais. – ordenou Kimimaro.

– Esse imbecil tem nome e pensa que você é um desgraçado e filho da puta. – respondeu ela. Sasuke piscou várias vezes e irritado caminhou até ela com o propósito de pegar o telefone e esclarecer tudo.

– Oi! O que se passa com você! Devolve! – exclamou Sakura no momento em que Sasuke pegou o telefone de sua mão.

– Não sei quem é, mas tudo isto não passa de uma invenção de...

– Escuta-me bem. Se acredita que é suficientemente homem para insultar-me por telefone, eu espero que o seja quando nos encontrarmos. – Kimimaro o ameaçou. Sasuke franziu o cenho e bufou. – Qual é a graça palhaço?!

– Você é um imbecil perdedor... – Sasuke cortou a chamada deixando Kimimaro com as palavras na boca.

– Você é um intrometido! – justo quando ela se voltou, se encontrou de frente com aqueles olhos furiosos. Sakura tomou-lhe o telefone.

– Escuta-me bem mulher. Não me meta em seus problemas. Escutou?

– Perdão? – ela piscou com sarcasmo. - Não é minha culpa que o comentário tenha sido tomado como pessoal, além do mais, seu nome não é Shikamaru. – falou ela com valentia.

– Mas sou eu quem está aqui! Ou vai me dizer que havia uma terceira pessoa entre nós! – exclamou furioso.

– Qual é o seu problema imbecil? – ela o empurrou para trás deixando-o incrédulo diante do atrevimento dela.

– O que há comigo? – perguntou com sarcasmo. – Te direi o que ocorre aqui. Tenho levado dezenove minutos escutando toda a sua baboseira e ainda por cima me agrega a ela com prazer. – exclamou. Sakura cruzou os braços dando aquela estúpida mirada que ele odiava.

– Recordo que não era a você a quem me referia.

Foi questão de um milagre para que Sasuke exclamasse um aleluia ao ar. Finalmente a energia retornou. O elevador baixou até o térreo abrindo suas portas. Ambos saíram juntos. Sakura se encontrou com Shikamaru que entrava pela porta principal do edifício.

– Fodeu! – exclamou ela nervosa. Sasuke continuou o passo olhando-a de esguelha ao ver que não o seguia.

– Sakura, eu estava te ligando. – falou Shikamaru e no momento seguinte alguém o agarrava pela camiseta metendo um grande murro em sua bochecha esquerda.

Sasuke parou em seco. Sakura estava entre impressionada e nervosa.

– Eu te adverti imbecil. – exclamou Kimimaro que havia cumprido sua promessa de ir até o apartamento de Sakura.

– Foda-se! – exclamou Sakura baixinho.

– Mas o que há com você imbecil? – Shikamaru se reincorporou ficando de frente com esse homem que o agrediu sem motivo algum segundo ele.

– Acha-se suficiente homem para me insultar por telefone? Em?

– Mas do que está falando! Em nenhum momento falei com você! – Shikamaru defendeu-se. – Sakura, o que significa tudo isso? – perguntou o jovem confuso.

– Agora ignora tudo o que me disse seu filho da puta, é um grande covarde. – continuou Kimimaro. Sakura ficou ainda mais confundida diante da intervenção de uma terceira pessoa que estava mais que irritado com os insultos. Não era a esse Shikamaru a quem insultava, mas sim Sasuke que tomou aquilo como pessoal ao seu modo.

– Fui eu quem te insultou. E agora, o que vai fazer? – Parou no meio dos dois olhando com desdém a Kimimaro.

Agora sim tudo estava revolto... em dezenove minutos mais, tudo tinha dado um giro total. Agora se encontrava não só seu ex-namorado como seu suposto namorado e seu inimigo... e para transformar em uma complicação maior, sua mãe havia chegado em companhia de sua irmã e Sandy, a ex-namorada de Shikamaru.

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Morro de rir :D