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Conhecendo-nos... Ou não?

Sakura franziu completamente o cenho e enrugou o nariz igual aos cantos de seus lábios. A claridade do sol que entrava pela janela a havia cegado e fazendo-a fechar os olhos com força. Abriu novamente os olhos, mas desta vez de maneira lenta e pausada podendo assim distinguir a desbotada e escura figura de certo personagem que se encontrava frente a ela dentro daquela sala irreconhecível. Quando enfocou aquela imagem, reconheceu a pessoa, separou os lábios e disse:

– Na-Naruto. – falou com a voz quebrantada. O loiro levantou da cadeira surpreso ao ver que ela finalmente reagira.

– Sa-Sakura-chan! Finalmente despertou. – exclamou emocionado aproximando-se da maca. Viu como ela levantava uma mão e a levava ao rosto tateando com força.

– Que horas são? E que dia é? – perguntou aturdida.

– São nove da manhã e está aqui há três dias. – informou o jovem.

– O que? Mas o que aconteceu comigo? – perguntou tentando recordar como foi que parou num quarto de hospital com uma perna engessada.

– Não se lembra Sakura? Perdeu o equilíbrio e caiu pelas escadas. – explicou preocupado com a falta de memória dela. Pronto. Sakura começou a recordar, mil imagens daquele dia começaram a passar pela sua cabeça e uma em especial lhe chamou a atenção. Lembrou-se de quando perdeu o equilíbrio consequência do movimento brusco feito por Sasuke para afastá-la para o lado.

– Ah... Sim. – falou com a voz lamuriosa ao tentar se reincorporar e sentindo um aperto do lado direito. – Onde está papai? – não perguntou por sua mãe senão por seu pai que era o mais importante para ela nesses momentos. Sabendo que ele era um homem exageradamente protetor com ela, seguramente havia cometido uma loucura.

– Ehhhh... bem. Teu pai está na delegacia, assim como os demais. – disse inseguro por haver dito a verdade. Viu que Sakura ficou impressionada diante daquelas palavras.

Ah não papai... O que deve ter feito agora? – pensou frustrada. Naruto se antecipou explicando.

– Mas não se preocupe. Sairão hoje. Sasuke saiu ontem à noite. – assegurou o jovem caindo em si que falara no plural o tempo todo.

– Espera. Como assim sairão todos? O que foi que aconteceu Naruto? – questionou-o fulminando-o com o olhar.

– Bem... Vejamos. Logo que a ambulância te trouxe para o hospital internacional St. Luke ao qual Sasuke recomendou e ordenou aos paramédicos, seu pai fez uma disputa em plena a sala de emergência com Sasuke culpando-o do "trágico" acidente e de que ele não era ninguém para tomar decisões ao seu favor. Seu pai pediu que a levassem para o hospital PenSauken e Sasuke interferiu em suas decisões ordenando que mudassem de rota sem consultar seu pai. Nesse momento, sua mãe se pôs histérica ao brigar com seu pai em favor de Sasuke, pois o mesmo estava assumindo a responsabilidade e estava te levando a um bom hospital. Seu pai de enfureceu com Tsunade por Sasuke, segundo ele, e começaram a discutir. Shikamaru estava discutindo com Sandy, assim como os outros. E tem mais, Kimimaro acabou discutindo com Sasuke culpando-o de tê-lo insultado. E com mais essa sei que enfartará, Sasuke disse a Kimimaro que ele tinha mais direito do que todos os presentes, de escolher o hospital em você seria atendida. Imagina o que todos pensaram. – Sakura ficou estupefata diante de tudo o que foi dito. – Foi pedido que se acalmassem, mas eles não fizeram caso, o segurança chamou a polícia e os acusou de perturbação da paz em um hospital. – finalizou Naruto depois de uma curta pausa.

– E o que aconteceu com meu irmão? – perguntou Sakura de repente acreditando que este foi parar na casa de Orochimaru.

– Nah, não se preocupe. Ele ficou em meu apartamento. – Naruto a tranquilizou. – Ontem estava na casa de minha mãe enquanto eu trabalhava e hoje está com Sasuke.

Ah... com Sasuke. – falou ela tranquilamente e reagiu violentamente diante das palavras processadas por seu cérebro. – O que? Com Sasuke! – falou histérica. A porta da habitação foi aberta mostrando duas figuras, uma pequena e outra mais alta.

– Ei Naruto. O que planeja fazer com este selvagem? Em? Ele não me deixou dormir e me acordou cedo somente para trazê-lo aqui. – Sasuke falou irritado e se calou ao vê-la desperta.

Sakura o fulminou com o olhar e ele permaneceu ali parado, sendo esfaqueando por aquela mirada agressiva e pouco amigável.

– Sakura-chan! – exclamou seu irmão lançando-se encima dela sem cuidado algum. Ela gruiu de dor, ainda assim, não se queixou e nem o separou dela.

– Eh, bem... Irei tomar um café. Venha Konohamaru. Vamos lanchar. Certamente está com fome. – interrompeu Naruto.

– Claro! Eu disse ao seu amigo que estava com fome e ele me mandou ao demônio. – queixou-se Konohamaru enquanto saía com Naruto pela porta e deixava Sakura sozinha com o Uchiha.

– Então o mandou ao demônio... – falou arqueando severamente sua sobrancelha direita.

– Teu irmão é uma irritação igual a você. – finalmente falou e como sempre excluiu as cordialidades. Nada de um "como está?" ou" bom dia!".

– Humpf! Talvez não estivesse de babá se nunca tivesse me empurrado pelas escadas. – recriminou-o. Sasuke caminhou até maca e sentou-se na borda.

– Está certo, assim como talvez não tivesse perdido um voo importante. E esclarecendo... não fui eu quem te empurrou. – a encarou com seriedade. Ela riu com sarcasmo.

– Naturalmente. – falou com ironia.

– Foi você que perdeu o equilíbrio. Jamais chegaria a esse extremo, nem sequer por ser tão irritante e tediosa como tem prometido ser. – acrescentou ele sério.

– Enfim. – exclamou irritada tentando pelo menos se sentar na cama. Sasuke fez um esforço sobre-humano e tentou ajuda-la. Sakura dispensou sua hipócrita ajuda. – Não! Não me ajude, talvez termine de quebrar a outra perna ou uma costela. – rugiu irritada e ele não pode evitar uma risada discreta diante daquilo.

– Se é que sobrou alguma. – murmurou ele para si mesmo. Sakura o fulminou com o olhar.

– Eh... o que disse? – franziu completamente o cenho irritada pelo que havia escutado.

– Que está bem melhor. – mentiu ele. Reincorporou-se e tomou assento na cadeira que estava ao lado direito da maca há seis pés de distância. Sakura havia escutado bem, ainda assim deixou passar por não ter "vontade" de discutir.

– E bem... A que devo sua "visita" senhor "humanitário". – perguntou ela com péssimo humor. Sasuke suspirou cansado.

– Não posso te fazer uma visita? – arqueou uma sobrancelha e cruzou os braços enquanto a encarava com irritação.

– Na verdade sim, mas duvido muito que a sua seja uma visita "cordial", melhor me dizer para que veio, seu monólogo ensaiado não servirá para mim. – atacou ela desgostosa pela péssima atuação dele ao fingir preocupação. – Não finja que é o senhor culpabilidade.

– Não sinto culpabilidade porque de fato não foi minha culpa. – recordou ele.

– Outra vez com isso! – ergueu as mãos e as deixou cair em seu colo. Ele a encarou carrancudo por seu gesto infantil.

– Não estou aqui para discutir. Já tive o suficiente com sua família. – bramou raivoso. Ela estava disposta a falar, mas viu algo incomum no rosto dele.

– O que aconteceu com sua bochecha? – perguntou ela.

– Tive uma disputa com Kinomaro. – falou rápido e secamente.

– Kimimaro. – corrigiu ela com irritação pela má pronunciação dele.

– Que seja. – murmurou ele.

– Oi! – lembrou-se de algo atraindo a atenção do jovem por causa da entonação de sua voz. – Poderia me explicar que direitos são esses que tem para comigo? Em? – perguntou incisiva e irritada pelo o que ele havia dito. Sasuke bufou baixinho diante do exposto.

– Só disse para calar aquele indivíduo... Não o tome como pessoal. – explicou ele secamente.

– Pois que maneira de calá-lo! – felicitou-o sarcástica. – Graças a você acreditam que sou promíscua. – finalizou.

Não acreditam. – falou baixinho, seus lábios se moveram muito rápidos impedindo-a de lê-los, ainda assim, ela deduziu que ele havia dito algo ruim e fez uma cara feia.

Vamos! Quem ia acreditar que ela era uma promíscua? Não tinha iniciativa de ter uma vida melhor além de ser pouco higiênica.

– Por que está tão pensativo? – perguntou irritada depois de alguns minutos de silêncio.

– Estou pensando. – disse ele com voz seca.

– Sobre o que?

Além de ser uma bipolar era uma enxerida. Desde quando ele tinha que compartilhar seus pensamentos com uma ninguém?

– É pessoal. – informou irritado.

– Céus! – exclamou ela sendo fulminada pelo olhar de Sasuke. – Estou tentando ter uma conversa com você e a única coisa que consigo é isso! Você me tira do sério! – queixou-se.

Mas... já perdeu a paciência. – murmurou sério. Seu murmúrio foi ouvido por ela.

– Vai seguir com seus murmúrios? – ela questionou. – Se tem que dizer algo contra mim e minha personalidade, diga-me, mas deixe já de murmurar... – finalizou irritada.

– Poderia ficar calada por um minuto? Céus! Em menos de dez minutos já me provocou uma grande pressão na cabeça. – ele se queixou frustrado.

A porta da habitação foi aberta justo quando ela ia replicar. A visita a surpreendeu.

– Papai. – falou surpresa. Seu pai suspirou aliviado livrando-se de uma grande pressão que levava há três dias ao pensar que sua pequena estava nas piores circunstâncias.

Aproximou-se dela depositando um cálido beijo em sua testa para em seguida dar-lhe um ramo de rosas brancas. Sua expressão mudou por completo ao voltar-se e ver o Uchiha sentado em uma cadeira com suas pernas e braços cruzados. Sasuke lhe sorriu de lado.

– E você, o que faz aqui? – acusou-o com voz pessimista.

– Papai, por favor. Não se meta em confusão, estamos em um hospital. – Sakura pediu.

– Fique tranquila meu bebê. Não vou me alterar, você não está em boas condições. – assegurou a ela. – Seu estado psicológico não está em condições de suportar tantos desgostos. – completou ele.

– Papai! Por favor! Não comece com essa coisa de psicologia! – queixou-se cansada já que seu pai a avaliava com se fosse um de seus loucos pacientes.

Sasuke observou aquela cena com irritação... tinha que suportar tanta coisa e se não fosse pela "necessidade", não estaria ali. Jiraya tomou nas mãos a pequena prancheta alojada na mesa quadrada que estava ao lado esquerdo da maca, começou a ler a evolução do prontuário de sua filha e a medicação que ela estava tomando.

– Três costelas quebradas! Tem ideia do que são três costelas quebradas? – exclamou entre surpreso e irritado voltando-se em direção ao Uchiha.

– Papai, não comece, por favor. – interveio Sakura com voz estressada.

– Tem ideia da dor que minha filha está sentido? – perguntou indignado. – Três costelas quebradas! Não uma nem duas! Mas três! – reiterou contando nos dedos da mão direita e apontando para o Uchiha ensinando-o a cifra de quantas costelas quebradas Sakura tinha.

– Papai. Minhas costelas não estão quebradas senão fraturadas. – a Haruno corrigiu seu pai.

– E pode me dizer que demônio faz aqui ainda, sentando nessa cadeira como um turista ao invés de fazer algo por minha filha! – Jiraya explodiu em ira. Sakura suspirou frustrada fechando os olhos com amargura... Lá ia seu pai ter outro ataque.

– O que quer? Que examine suas funções vitais? Não sou médico nem enfermeiro. – falou finalmente piorando as coisas já que seu tom seco, distante e frio irritou ainda mais a Jiraya. Sakura acenou através da sua linguagem corporal para que Sasuke ficasse quieto, mas ele a ignorou.

– Sakura. Poderia me explicar o que este sujeito está fazendo aqui? E que demônios de direito tem sobre você para decidir o que fazem o deixam de fazer com você? – questionou Jiraya apontando para Sasuke e dando-lhe as costas. Olhou para sua filha que apenas sorria nervosa.

Papai, lembre-se que estamos em um hospital, não faça nenhum escândalo. – sussurrou com um amplo sorriso que só dava a entender que estava mais que irritada.

– Sakura, meu bebê, me diz a verdade? Por acaso você já dormiu com esse sujeitinho que tem pinta de neném lindo e arrogante? Em meu bebê? – perguntou Jiraya com o cenho completamente franzido. Sakura riu nervosa enquanto Sasuke o encarava intrigado e curioso. Aquele olhar não a ajudou em nada.

– Claro que não papai! O que te faz pensar isso? – contestou a Haruno no mesmo instante.

– Então... Então por que demônios ele disse ter direitos? – emendou irritado.

– Papai, porque é meu amigo e meu vizinho. – exclamou ela com estresse diante daquele severo questionário. – É como se fosse como Shikamaru. São amigos muito próximos e podem tomar decisões sobre minha saúde. Além do mais, ele é um grande amigo de Naruto. Lembra-se dele? – ela explicou.

– Então é amigo de Naruto, e me diz menino... Qual é o seu nome? – Jiraya perguntou com irritação.

– Uchiha Sasuke. – seu nome silenciou Jiraya. Era impossível acreditar no que havia escutado e o homem perguntou-lhe uma segunda vez.

Ele era Uchiha Sasuke, o dono de uma cadeia de filmes pornográficos. Uchiha Sasuke, amigo de Naruto... Que demônios fazia Naruto com ele como amigo?

– Você é Uchiha Sasuke? O dono da cadeia pornográfica H.E.? – Jiraya quis estar seguro e por isso perguntou novamente.

– Já viu meus filmes? – perguntou Sasuke com diversão.

– Sakura, o que você faz com um amigo que é ator pornográfico? – voltou-se e franziu o cenho fulminando sua filha com o olhar. Ela estava surpreendida e nervosa.

– O que!... Eu não sabia papai! – exclamou nervosa.

– E diz ser amiga dele sem saber nada sobre sua vida e profissão. – questionou ele duvidando que ela estivesse dizendo a verdade.

– Papai, eu sabia que era ator, mas não sabia que era um ator pornográfico. – mentiu... a verdade era que não sabia nada sobre ele, só que era barulhento e um doente sexual. – Além do mais papai, por que te irrita o que ele é? Você não é desses que andam discriminando a vida das pessoas.

– Estou muito chateado! – proferiu irritado.

– Mas papai. Por que demônios está irritado agora? – disse ela.

– Por que nunca me apresentou! Sou fanático por seus filmes! – Sakura abriu a boca impressionada... jamais pensou que seu pai diria essas palavras, aquilo caiu como uma árvore na mata, ele se aproximou de Sasuke, mas não com a intenção de espancá-lo e sim apertar sua mão.

Deus meu... não posso acreditar. Isto é loucura. – murmurou ela traumatizada.

Conversaram por um bom tempo deixando Sakura de lado que agora era quem tinha que prestar atenção neles.

– Bom Sasuke! Deixo-te com minha filha! Vou comer alguma coisa e levarei Konohamaru para casa. Sua mãe o quer em casa imediatamente. Outra vez te peço perdão pelo golpe! – apertou forte a mão do moreno, deu-lhe um abraço como se ele fosse o prometido de sua filha ou um amigo de longa data e saiu.

– Não sabia que seu pai era um grande escritor de novelas eróticas. É um grande prazer conhecê-lo. – falou Sasuke e voltou-se para vê-la... a verdade era que mentia ao dizer que não o sabia.

– E eu não sabia que além de ser um barulhento e doente sexual, era um ator pornográfico e dono de uma cadeia de filmes pornográficos. – emendou ela cruzando os braços.

Sasuke tomou assento novamente curvando a cabeça para trás e tentando relaxar um pouco.

– Uf! Céus! – Sakura exclamou ao ar e fazendo o Uchiha abrir os olhos.

– Cansada? – perguntou ele arqueando consideravelmente uma sobrancelha ao vê-la tão estressada.

– NÃO! Estou aborrecida. Céus! Tudo isso me estressa mais e não me mover ou fazer algo me desespera ainda mais. – queixou-se ela e fez Sasuke sorrir.

Ele se levantou enquanto ela falava e se queixava de seu aborrecimento, parou do lado direito da maca. Ela franziu o cenho e o encarou confundida.

– Por que está me olhando assim? – ela questionou com irritação por ser encarada daquela maneira séria e fria como se ela devesse algo a ele.

– Me perguntava o quanto estressada e aborrecida você está? – ele perguntou com um estranho tom que ela identificou como malicioso.

– Por que está perguntando? Além do mais, por que ainda está aqui? Não tem uma vida para cuidar? – ela questionou.

– Não. Estou nas mesmas circunstâncias que você.

– Está paralisado?... – Hay! Como era bruta!

– Não... aborrecido. – ele a corrigiu.

– Ah sim? Então pode ir e não perca mais seu tempo. – falou ela enquanto arrumava seus lençóis brancos. Um intruso invadiu seus lençóis.

Sasuke havia tirado a mão direita do bolso da calça, meteu-a sem consentimento algum dentro dos lençóis e depositou-a sobre a perna que estava engessada.

– Pode me explicar que demônios faz a sua mão em minha perna? – sussurrou irritada fulminando-o com o olhar. Ele mais que depressa sorriu tomando assento na borda da cama.

– Estou aborrecido. – falou em curtas palavras.

– E que demônios quer que eu faça?! – disse irritada sentindo aquela mão levantar a roupa que cobria o meio de suas pernas. Ela sobressaltou-se e cheia de raiva levantou as mãos para bater nele. Sasuke agarrou-as no ar.

tranquila... só estou te entretendo. – falou bem próximo ao rosto dela chocando seu gélido hálito com o dela. Sakura se irritou diante do seu atrevimento, ainda assim, não pode deixar de pensar em sua pequena parafilia. Parafilia essa de deitar-se com um ator pornográfico.

– Matemos o tempo. O que você acha? – ele pressionou a entrada da vagina de Sakura com o dedo médio. Ela mordeu seus lábios e entre raivosa e excitada lhe disse:

– Está louco! Estamos em um lugar público. – exclamou ela.

– Não mais do que você. – contestou ele pressionando sua entrada novamente.

– Está me insultando? Não é divertido! – falou ela com raiva.

– Sakura... falo sério quando te digo isto. – disse ele em tom sério, direto e deixando de mover sua mão.

– Sobre o que? – perguntou ela irritada e inevitavelmente intrigada.

– Quer que eu te masturbe?

Aquela pergunta foi mais que vulgar causando nela um choque emocional... Jamais havia imaginado essa classe de pergunta!

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