CAPÍTULO XVI


(Cap. 39) Bobby

Bobby Singer, com credenciais falsas de um autêntico advogado de Sacramento, Scott Freeman, apresentou-se na Central de Polícia de San Jose, para representar Dean Winchester.

Foi informado que Dean estava recebendo uma visita na sala de parlatório e que poderia vê-lo em seguida.

Visita? Sam? Não, Dean não tentara contato com o pai nem com ele, Bobby, e, portanto, dificilmente envolveria Sam. Quem, então?

Achou arriscado deixar Dean falar com mais alguém. Insistiu, então, em ser levado imediatamente ao cliente. Bobby sabia falar com autoridade, sem dar margem a objeções. Foi conduzido ao parlatório.

Dean e um quase clone de Dean, um pouco mais jovem. Quem seria?

– Seu defensor, rapaz. O guarda apresentou Bobby e saiu, fechando a porta.

– Scott Freeman, seu advogado. Bobby estendeu a mão para Dean. Em seguida, posicionou-se um pouco atrás de Ross. Um gesto rápido, uma pressão aplicada no ponto certo e Ross desaba sobre a mesa, desacordado.

– Bobby! O que fez com ele?

– Não se preocupe, seu amigo vai ficar bem. Veio bem a calhar ele ser tão parecido com você. Rápido, você sai vestindo com as roupas do seu amigo. Eu dou uns minutos e saio. Dobre à direita e me espere duas esquinas à frente. Você precisa desaparecer.

– Minhas pernas estão algemadas.

– Dou um jeito nisto em um segundo.

– Bobby, você precisa me ensinar esse golpe. Ele apagou na hora. Tem certeza que ele está bem?

– Melhor que você, se não sair daqui imediatamente.

Bobby despe Ross rapidamente e passa as roupas para Dean.

– Tome, use esse boné que eu trouxe.

Dean ajeita as roupas, se apruma, respira fundo e deixa a sala, aparentando naturalidade. Cumprimenta com um aceno o policial que guardava a porta da sala e o que estava na recepção, e rapidamente deixa a Central de Polícia.

Bobby cobre Ross, que ficara só de cueca e meias, com o uniforme que Dean estava usando. Conferiu a respiração do rapaz e saiu, puxando conversa com o policial para retardar sua entrada na sala.

Saiu ainda mais rápido que Dean, mas ainda a tempo de escutar o policial dando o alarme.

Quando os policiais finalmente conseguiram organizar-se para iniciar a perseguição, vêem o carro com Bobby e Dean passar em disparada pela frente da delegacia, tomando a direção da interestadual.

Mas, aquele estardalhaço todo era só para despistar. Bobby sabia que montariam barreiras nas saídas da cidade. Assim que deu, mudou de direção, voltando para o Centro da cidade. Passaram para outro carro, que Bobby tinha deixado no estacionamento de um hipermercado e seguiram na direção contrária.

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– Obrigado, Bobby. Como ficou sabendo?

– Seu pai me pediu ajuda.

– Meu pai? E como ELE ficou sabendo?

– Só um minuto, vou avisá-lo que você está livre.

Bobby deixa chamar três vezes e desliga. Era o código combinado.

– Como ele ficou sabendo, Bobby? Eu nem falei que vinha para a Califórnia.

– O rapaz que estava com você. Quem é ele? Como o conheceu?

– Um amigo do Sam da faculdade. Conversamos bastante sobre o Sam. Ele prometeu ficar de olho e não deixar o Sam se meter em encrencas. Um sujeito muito legal. Ele se chama Jason Ross.

– Foi o que pensei. Saiba que seu pai ficou sabendo que você estava preso pela AVÓ do seu AMIGUINHO Jason. Que, por acaso, é a DONA da propriedade que você invadiu. Os ossos que você queimou são do IRMÃO do seu amigo.

– Não acredito. FILHO DA MÃE! E ele me deixando falar, como se não soubesse de nada.

– E tem mais. A velha usou o número do celular exclusivo de vocês. Você por acaso perdeu o celular quando invadiu a propriedade?

– Não, ainda estava comigo quando fui preso. A polícia apreendeu aqui, na Central. Só se foi antes. Da vez em que conversamos na faculdade. Lembro de ter deixado o celular na mesa e ido ao banheiro.

– É, Dean, esse tempo todo você agiu como um principiante. Já seu amigo Jason, mostrou-se um verdadeiro profissional. Ele também enganou direitinho o seu pai, e olha que o John é veterano.

– Ele conhece o pai?

– Conhece. E, como você, seu pai falou mais do que devia. John contou a ele o porquê de queimarem-se os ossos. E parece que ele está usando esse conhecimento para proteger o fantasma do irmão.

Isso era algo que Dean podia entender bem demais. Proteger o irmão. Até depois de morto. Como condená-lo por isso?

– E mais, a avó megera do seu amiguinho aproveitou o seu vacilo e está, neste exato minuto, usando você para tentar chantagear seu pai. Ela está buscando vingança. E não vai desistir fácil. Dean, você agora é um foragido. Precisa sumir por um bom tempo.


(Cap. 35) Tristan

Tristan mais uma vez andava pelos corredores vazios da mansão no silêncio da madrugada. Passara um tempo olhando o irmão dormir um sono inquieto. Depois, achou que poderia ser ele próprio a causa da inquietação e se afastou.

Assustou-se quando a porta de um dos quartos se abriu e Kai postou-se a sua frente, no meio do corredor.

– Olá, Tristan. Sei que está aqui. Não posso vê-lo, mas posso sentir sua presença. Venha comigo.

Kai desceu as escadas e entrou na biblioteca. O fantasma a seguiu. Kai fechou a porta.

– Pronto. Assim não acordamos ninguém. Está me reconhecendo, Tristan? Sou eu mesma, Kai.

A temperatura baixou no ambiente, mas Tristan não pretendia uma materialização. Mesmo que quisesse, não estava forte o bastante.

A avó não parava de surpreendê-lo. Como soubera de Kai? Porque a trouxera para a mansão?

Tristan viu quando Kai chegou à mansão, na manhã seguinte à invasão da propriedade, mas não entendera (e ainda não entendia) a razão de sua presença ali. Viu quando vó Lang chamou Kai para conversarem em particular e tentou segui-las, mas sentiu-se muito fraco e desvaneceu. Só agora voltara a estar forte o suficiente para a travessia.

Kai retirou de um armário uma câmera portátil e montou-a sobre um tripé. Era um modelo moderno, com microfone aparente, que gravava numa versão menor de fita de vídeo cassete. Colocou uma banqueta em frente da câmera. Ajustou para sua própria altura, sentada. Reposicionou a lâmpada de leitura para que fornecesse a iluminação adequada na altura do rosto. Kai agia com desembaraço, como se soubesse exatamente onde estava cada coisa. Não parecia uma hóspede de primeira visita.

– Tudo pronto. Escute-me, Tristan. Você não deve estar entendendo o porquê d'eu estar aqui, na casa da sua avó. Me desculpe por não ter contado antes. Fui criada aqui, com seu irmão Jason. Minha mãe foi ama de leite do seu irmão. Mas, nem ele nem vó Lang sabem que procurei você em Harveyville.

– ?

– Imagino que queira nos dizer alguma coisa. É para isso que montei a câmera. Existe uma forma de comunicação que você talvez não tenha tentado. Não dá certo com todo mundo, mas acho que dará certo se você tentar comigo. Vale a pena tentar. Não tenha medo, Tristan. Não vai machucar nem a mim nem a você. Eu vou ligar a câmera.

– !

– 1, 2, 3, gravando. Vó Lang. Jason. Tristan está aqui comigo. Sinto sua presença. Preferi tentar sozinha esse contato. Não tenho certeza se vai dar certo e não queria que ficassem preocupados. Sei o que estou fazendo. Ao menos, acho que sei. Não se assustem com o que vão ver a seguir.

Kai olha para cima e cerra os olhos, um sinal de que, embora não admitisse, estava insegura. Então, suspira e volta a olhar para a câmera.

– Tristan, siga minhas instruções. Vou controlar meu ritmo de respiração e entrar em transe. Deve acontecer em no máximo 10 minutos. Você deve tentar ocupar o mesmo espaço que eu. Você deve tentar vestir meu corpo, começando pela cabeça. Ocupe o espaço. Tente mover meus braços. Mas, permaneça neste lugar. Em hipótese alguma saia do escritório. Fale olhando para a câmera. Quando terminar ou se estiver muito cansado, simplesmente relaxe, liberte-se e saia. Talvez não consigamos da primeira vez. A gente tenta quantas vezes forem necessárias. Vamos começar.

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Na manhã seguinte, a arrumadeira encontrou Kai caída, como se tivesse tombado da banqueta. A câmera desligara automaticamente ao final da fita. Ela tentou acordar Kai, mas não conseguiu. A garota estava gelada.

A arrumadeira, sem saber o que fazer, acordou a Sra. Lang, que pediu para um segurança carregar Kai até o quarto e deitá-la na cama. A nova enfermeira, após examiná-la, recomendou que Kai fosse imediatamente transferida para um hospital. Ela não escondeu de ninguém que o estado de Kai era preocupante.

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A câmera ficou esquecida no escritório.


(Cap. 36) Nascha

Jason nasceu órfão de mãe e foi privado da presença do pai. Tinha uma avó que o amava, mas a aristocrática Kristin Lang não trocara as fraldas sujas nem da própria filha. Ela tinha empregadas que fizeram a parte chata da maternidade para ela. A Sra. Lang desempenhava melhor o papel de avó do que de mãe.

O que não significa que Jason não tenha recebido todo o amor materno de que precisava. Ele teve a sorte de ganhar uma ama de leite com forte instinto maternal e com um coração tão cheio de amor que este podia muito bem ser dividido entre duas crianças sem que nenhuma delas se sentisse posta em segundo plano.

Era para Nascha ter ficado na mansão apenas enquanto Jason estivesse sendo amamentado. Esse foi o trato. Mas, o tempo foi passando e ela foi ficando. Pareceu natural que assim fosse. Ela apegara-se a Jason e Jason a ela. Não havia motivo para mudar o que estava funcionando tão bem. E, assim, passaram-se anos.

Portanto, na prática, quem criou Jason foi Nascha, que ele chamava de Grande Coruja [1], uma mulher orgulhosa e de personalidade forte. A única capaz de enfrentar e dobrar a Sra Lang quando o assunto era Jason. As duas viviam discutindo, mas, embora nenhuma delas admitisse, já não se imaginavam vivendo uma sem a outra.

Nos primeiros anos, Jason e Kai ainda crianças e a Sra. Lang ainda saudável, era tradição todos passarem as férias de verão no Kansas, na propriedade de Topeka dos Lang. Nascha aproveitava para renovar os laços com sua aldeia e familiarizar Kai com a língua e o modo de vida de seu povo. Queria que a filha preservasse sua identidade navajo e que, mesmo criada distante, conhecesse os costumes e tradições de seus ancestrais. Tinha esperança de um dia poder iniciar Kai nos conhecimentos secretos de seu povo.

Nascha fazia sua parte. Nunca deixou de lado seus feitiços e poções curativas, apesar das ameaças e rabugices de vó Lang. A diferença é que fazia as poções em uma cozinha hi-tech e tirava dúvidas sobre feitiços conversando com o xamã de sua e de outras aldeias navajos pelo celular.

Quando a internet popularizou-se, ampliou o leque para xamãs de tribos de outros estados norte-americanos e até canadenses. Depois, México. Amanhã, Brasil, quem sabe. Mas Nascha achava os índios brasileiros ainda muito atrasados. Uns selvagens, que nem falar inglês sabiam. Coisa de índio de país subdesenvolvido.

Nascha ensinava para Kai tudo que aprendera na aldeia antes da maternidade e compartilhava com Kai cada conhecimento novo que obtinha de seus pares de outras tribos. A filha, depois de crescida, retribuiria, abrindo um novo e vasto mundo para Nascha.

A aldeia de Kai sempre foi global. Tradição e alta tecnologia. Magia e ciência. O xamanismo de Kai era sincrético. Além de contribuições da magia de diferentes povos indígenas, tinha toques de budismo tibetano, xintoísmo e até de cabala.

Nascha observava com orgulho a filha superá-la em todos os sentidos. Aos quinze anos, Kai já era uma xamã infinitamente superior à mãe quando esta tinha o dobro desta idade.

Jason, sabendo do interesse da irmã de criação pelo ocultismo em todas as suas formas, implicava com Kai, chamando-a de bruxinha chorona, numa alusão ao significado do seu nome [2].

Jason nunca levara os ensinamentos de Nascha a sério, embora a respeitasse e amasse como uma mãe. A única que conhecera. Jason era muito susceptível às opiniões e humores de vó Lang. A avó era uma figura muito forte em sua vida. E vó Lang via os rituais da Coruja como bobagens - quando estava de bom humor - ou como satanismo - quando acordava atacada.

Jason realmente acreditava que a ciência tinha as respostas para tudo ou que um dia teria. Que não existia nada fora dos limites da ciência. O mundo invisível e as manifestações sobrenaturais eram apenas o resultado de processos bioquímicos ainda pouco conhecidos agindo no cérebro das pessoas. Afetando os sentidos e a forma como essas pessoas percebiam a realidade. Algo como uma esquizofrenia temporária em pessoas oficialmente normais.

A morte de Tristan mudaria todas as suas convicções. Ficara obcecado pelo caso antes mesmo de identificarem Tristan como a vítima do esquartejador de Carson City. É algo que ele jamais descobriria, mas sentira uma angústia inexplicável no exato momento em que o metamorfo, na pele de Andrew Nolan, pusera, pela primeira vez, os olhos no jovem frentista de Harveyville.

Mais que um desconforto psicológico, fora algo físico. Estava na faculdade quando sentiu uma pontada na boca do estômago e começou a suar frio. Depois, a náusea, os calafrios e uma sensação crescente de desespero. Precisou deixar a sala de aula e lavar o rosto no vestiário. Mas, a sensação de que algo ruim estava para acontecer não o abandonou.

A mistura de angústia e mal estar físico se repetiria ao longo de toda a semana seguinte, sempre coincidindo com os encontros do monstro com Tristan. Curiosamente, a morte de Tristan aconteceu sem que Jason tivesse qualquer aviso ou pressentimento.

A sensação reapareceria forte para alertá-lo de que Peter Ross corria risco de vida. Desta vez, diferentemente das anteriores, uma imagem surgira claramente em sua mente. O rosto do pai com uma expressão de medo estampada na face. Expressão que horas depois ele veria ao vivo e a cores.

Jason teve então certeza de que seus pressentimentos eram, na verdade, premonições, e toda a objetividade esperada do futuro promotor desapareceu no turbilhão sobrenatural que colocou o fantasma do irmão em sua vida.

Ao apertar a mão de Dean, a premonição de que Sam também corria perigo. A visão de uma sombra se projetando sobre o corpo caído do amigo.

Mais tarde, ao conversar com Sam, o que qualquer pessoa classificaria como uma suspeita sem qualquer fundamento ganha força de certeza para Jason. Algo inadmissível para um promotor. Mas, sua intuição apontava para o misterioso chefe do amigo, o Sr. Kim Walker. Kim Walker. Skinwalker. Talvez tenha sido o nome que inconscientemente alertara Jason. Ele crescera sabendo do medo ancestral da Grande Coruja de skinwalkers.

A revelação de que fantasmas existiam derrubara o castelo de certezas científicas de Jason e o forçava a reavaliar as crenças da Grande Coruja sob um novo ângulo. Jason ainda se lembrava das histórias de shapeshifters que ouvira de Nascha quando criança. Um shapeshifter era um humano transformado em fera por feitiço, depois de amaldiçoado por ter matado um parente. Normalmente virava lobo, mas podia trocar de pele e assumir outras formas. Daí, a outra maneira como eram chamados: skinwalkers.

Nascha parara com suas histórias de shapeshifters quando Jason, aos 10 anos, perguntou se ele também podia ser transformado em um shapeshifter, já que matara a mãe ao nascer. Nascha abraçou o menino e jurou que não, mesmo porque ele não matara a mãe. Adeline cumprira sua missão no mundo ao trazê-lo à vida e tinha se juntado ao Grande Espírito. Mas, Nascha deu-se conta que aquilo era sim uma possibilidade.

Vó Lang pedira e tio Clark usara os contatos que fizera na magistratura para ter acesso às investigações e provas periciais da morte de Tristan. E havia muita coisa estranha, difícil de explicar, nos exames de DNA do assassino. Oficialmente, consideraram que os exames foram comprometidos por contaminação. Mas, se shapeshifters realmente existissem ..

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Na reserva, a Grande Coruja sonha. No sonho, ela é novamente uma jovem mãe e caminha pela aldeia deserta com os dois filhos - Jason e Kai - no colo, quando se vê cercada por lobos. O líder da alcatéia olha diretamente nos seus olhos e, à medida que se aproxima, vai se transformando num homem-lobo. O homem-lobo escancara a boca e deixa à mostra os dentes, duas fileiras de dentes pontiagudos, que se projetam para fora da boca. O gesto que faz com as mãos é claro. Ele quer que Nascha lhe entregue uma das crianças.

A Grande Coruja acorda gritando e vê, com alívio, que era apenas um pesadelo, mas a sensação de medo não passa. Ela se levanta, decidida a pegar o primeiro vôo de Topeka para San Jose. O sonho fora um aviso claro de que uma ameaça pairava sobre seus filhos e que eles iam precisar dela.

A Grande Coruja ainda não sabia, mas a linha do tempo da vida de Jason se aproximava rápida e inexoravelmente do ponto revelado a ela, pelas entranhas do corvo, muitos anos antes. Na tarde do dia seguinte, o herdeiro Jason Lang Ross ficaria cara a cara com o gênio da publicidade Sr. Kim Walker. E, então, o destino anunciado se cumpriria.

Só mais um dia e a sombra antevista nas entranhas do corvo se abateria sobre Jason, como estava determinado que aconteceria antes mesmo dele nascer.

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Na mansão, Kai jazia inconsciente no chão do escritório. Sua respiração estava fraca e irregular e sua temperatura corporal assustadoramente baixa. Um médico que a examinasse naquele momento não garantiria que ela ainda estaria viva ao nascer do sol.


Notas finais do capítulo

Esse foi o capítulo que mais sofreu alterações e acréscimos em relação ao original. Passou de 722 para 1.386 palavras.

[1] Nascha é um nome navajo feminino que significa coruja (owl). Grande Coruja (Big Owl) é o apelido dado à mãe postiça pelo menino Jason.

[2] Kai é um nome navajo feminino que significa salgueiro (willow tree). O salgueiro chorão ou chorão (weeping willow) é uma das principais espécies e existe aqui e lá. Daí Jason chamar a irmã de leite de bruxinha chorona.

Adotei basicamente a mitologia do seriado Supernatural sobre skinwalkers, mas também busquei informações na net - ver .


26.03.2013


RESPOSTA A REVIEWS

Dels 22/03/13 . chapter 15

Nossa... A sra Lang realmente esta cega pelo ódio, chega a ser cruel em sua vingança. Como o John irá faze-la entender o que ocorreu com seu irmão e neto, e salvar Dean da prisão? Aguardo pelos próximos caps. Abçs.

Resposta: A necessidade fez com que a Sra. Lang implorasse a ajuda da índia Nascha. A necessidade fará com que a Sra. Lang aceite a ajuda de John Winchester.