Capítulo 19 - O Julgamento - Parte II
− Será que o julgamento já acabou? - perguntou Sarah, que estava sentada em cima da cama, brincando com Lily.
Ela, a irmã, Harry, Rony, Hermione e Gina, estavam conversando no antigo quarto de Perla, enquanto Remus permanecera na sala.
Harry não prestava muita atenção na conversa. Ele estava interessado nas diversas fotografias qeu havaim no aposento. Apesar de envelhecidas por causa do tempo, elas ainda eram bem nítidas. E ele sempre sorria a cada foto que sua mãe aparecia.
− Harry? - Gina o chamou, colocando a mão no ombro do namorado - Você está bem?
− Ahn? Ah, estou, eu estou bem... é só que...
− Esse quarto traz muitas lembranças - falou Sarah, levantando da cama e parando ao lado de Harry, em frente ao mural de fotos - Muitas lembranças.
Sarah passou o dedo por cima de uma foto de Perla com Edgar. Harry entendeu que ela sabia que ele era o seu pai. E ficou se perguntando como ela reagiria se soubesse que Perla não era sua verdadeira mãe.
− Será que o julgamento já acabou? - ele perguntou, tentando se desviar de seus pensamentos. Todos os outros riram.
− Sarah perguntou a mesma coisa a cinco minutos atrás - respondeu Hermione - E eu disse a ela que provavelmente deve estar acabando.
− Não acredito que Sirius não me levou com ele. Quer dizer, se ela for condenada, então eu não...
− Ela não vai - cortou Sarah com rispidez - E se querem saber, eu não vou ficar aqui esperando o tempo passar, enquanto a minha mãe está sendo julgada.
− E vai fazer o que? Por acaso não está pensando em ir para o Ministerio da Magia? - Rony perguntou de brincadeira, rindo em seguida. Mas a expressão no rosto da loira significava que ela estava realmente pensando em fazer aquilo.
− Como pretende fazer isso? - perguntou Harry, se interessando pela possibilidade.
− Você só dá idéias erradas! - Hermione ralhou com Rony, que ficou imediatamente com as orelhas vermelhas - Vocês não podem ir. É arriscado. E muito, mas muito perigoso.
− É o Ministério da Magia, Mione. O que pode acontecer?
− Pois se você se esqueceu, Harry, Voldemort quase o matou lá há algum tempo atrás!
− É, mas daquela vez foi diferente. Ele tinha armado aquela emboscada pra mim - argumentou Harry - Quer dizer, o que pode acontecer hoje?
− Hoje? Bem, hoje só é o dia do julgamento de Perla Montanes... ou Elizabeth Stoller, simplesmente a chefe dos aurores... e é claro, a sua madrinha. Todo o mundo bruxo deve saber disso e isso inclui você-sabe-quem. Ele pode muito bem armar outra emboscada pra você no Ministério.
− É, mas... ele também deve saber que Dumbledore e Sirius jamais permitiriam que Harry fosse ao julgamento - disse Rony, encarando os próprios sapatos.
− Obrigada por me ajudar, Rony! - respondeu Hermione, fechando a cara.
− Mione, será que você não entende que eu posso não ver a minha madrinha por um bom tempo? Eu tenho que correr esse risco - respondeu Harry decidido - quem está comigo? - Rony, Gina e Sarah levantaram as mãos.
− Ok Harry, eu estou com você. E espero que realmente nada aconteça.
− Ótimo - respondeu Harry - Tudo que precisamos agora é de um plano para chegarmos lá.
− Poderíamos aparatar? - sugeriu Hermione. Harry fechou a cara.
− Poderíamos ir voando... - falou Rony - Temos vassouras, não?
− E chegamos lá depois que todo mundo já foi embora - respondeu Harry, ficando nervoso - precisamos de um meio rápido para chegar lá.
− Se pelo menos tivessemos os testrálios... - falou Gina.
− Desse jeito nunca vamos sair daqui - disse Harry, se jogando na cama.
− Pois eu tenho uma idéia - falou Sarah, atraindo a atenção de todos - Mas eu vou precisar da ajuda da Lily pra colocá-la em prática.
Todos olharam para a pequena garota que brincava em cima da cama. Esta, apenas sorriu.
-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-
− Reeeeeeeemo - Rony desceu as escadas correndo e gritando, enquanto um choro de criança podia ser ouvido por toda a casa.
− O que foi que aconteceu? - Remo perguntou, bastante nervoso e preocupado.
− Nós temos uma emergência lá em cima!
− Rony, que tipo de emergência?
− É a Lily - começou o ruivo, quando o choro da menina aumentou ainda mais - Ela... ela... ela...
− Ela o que?
− Tá precisando trocar a fralda - ele respondeu, as orelhas muito vermelhas. Remo riu.
− Ah. Isso. Achei que você tivesse dito que era uma emergência.
− E é. Ninguém sabe fazer isso. Gina, Hermione e Sarah estão lá em cima brigando por que cada uma diz que é de um jeito. Harry ficou nervoso e se trancou em outro quarto. E a pobre da Lily... você pode escutar.
− Olha Rony, pede a Sarah para trazer ela aqui e nós podemos...
Foi quando eles escutaram um grito de Gina vindo do andar superior, seguido de um de Hermione.
− Elas vão se matar lá em cima - respondeu Rony, puxando Remo para cima. O maroto não viu outra alternativa, a não ser subir junto com o ruivo.
Assim que os dois sumiram no andar superior, Harry retirou a capa da invisibilidade que cobria ele e Sarah.
− Acha mesmo que isso vai prendê-lo lá em cima?
− O suficiente pra gente sair daqui - respondeu Sarah correndo até a lareira - Droga.
− O que foi? Não tem pó de flú?
− Pior. Tem um feitiço de bloqueio.
− Como você sabe?
Sarah pegou um pouco de pó de flú que havia num saco em cima da lareira, jogando dentro dela. Chamas esmeraldas apareceram, mas desapareceram logo em seguida.
− O que vamos fazer agora? - Harry olhadava da garota para a escada - Remo vai descer logo.
− Deixa comigo. Não garanto que vá funcionar, mas não temos outro jeito - respondeu a garota, piscando e sacando a varinha.
Harry escutou a garota murmurar algumas palavras. E em seguida, as chamas esmeraldas reapareceram dentro da lareira.
− Como você fez isso?
− Ter mãe auror tem suas vantagens - ela sorriu - Melhor nos apressarmos.
O garoto concordou e os dois se espremeram na lareira, murmurando "Ministério da Magia" ao mesmo tempo. Em seguida, tinham desaparecido da sala de estar dos Montanes.
-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-
− Já temos o veredito - disse Amélia, depois de alguns minutos em que ficou conversando com os membros da Suprema Corte.
Perla ficou de pé e encarou a ministra. Sabia o que estava para acontecer. E não sentia mais medo por isso.
− Essa corte declara que Perla Elizabeth Stoller Montanes, culpada pelo assassinato de Bellatrix Drusella Lestrange. Como...
− NÃOOOOO - Sirius gritou, tentando avançar até onde estavam os membros da corte, mas Dumbledore o segurou.
− Como eu estava dizendo, como a acusada é membro do alto escalão do Ministério, além de professora conceituada na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, Eu, Amélia Bones, com os poderes que a mim foram concedidos, condeno a ré a ir para Azkaban...
− Você só pode estar brincando - gritou Sirius novamente. Porém Amélia continuou.
− Condeno a ré a ir para Azkaban, onde cumprirá as atividades que antes eram exercidas pelos dementadores, durante todo o período da guerra a qual estaremos vivenciando nos próximos meses.
Perla sorriu para a Ministra, que lhe retribuiu o sorriso. Logo depois ela se levantou e foi abordada por Thais.
− Azkaban, Perla? Não posso acreditar nisso - disse a morena, abraçando-a.
− Eu não vou como prisioneira, Thaís. Apenas como guarda para garantir que aqueles patifes que estão lá não consigam escapar.
− Mesmo assim... Azkaban é Azkaban... e...
− Thais - Perla forçou a morena a encará-la - Eu vou ficar bem. Só te peço que continue de olho na minha garota e não a deixe fazer nenhuma besteira.
− Você conhece a filha que tem. Sarah é simplesmente impossível!
− Por isso mesmo que quero que você continue cuidando dela pra mim. E por favor, pára logo de bobeira e se entende com o Remo. Vocês dois estão perdendo tempo!
Thaís ia retrucar, mas apenas sorriu. Perla foi até Dumbledore.
− Acho que nunca vou conseguir te agradecer por tudo que você fez por mim.
− Apenas se manter viva sera o suficiente - ele respondeu, forçando um sorriso - E não se esqueça daquilo que conversamos.
− Não vou - confirmou a loira.
Em seguida, ela caminhou até Sirius, que estava sentado com o rosto oculto pelas mãos. Ajoelhou em frente a ele, pegando as suas mãos. O maroto olhou pra mulher a sua frente, sentindo um arrepio percorrer todo o corpo. Apesar do tempo, aqueles olhos cor de mel ainda o afetavam.
− Me perdoa? - ela pediu com doçura.
Ele se levantou bruscamente e a levantou com força. Perla sentiu que ele fosse começar a gritar com ela. Mas contrariando todas as suas expectativas, ele segurou em seu rosto e a beijou com toda a intensidade do mundo. Não importava nada. Eles estavam ali, juntos, mesmo que por um breve momento.
− Eu te amo, pequena - Sirius sussurrou no ouvido dela após finalizar o beijo.
− Eu também - ela respondeu e ia beijá-lo de novo, mas Thais a impediu.
− Estamos num tribunal - a morena sorriu - E Amélia está te esperando.
Perla sentiu o rosto corar e olhou pra trás confirmando o que a amiga tinha falado. Amélia estava a sua espera. Não tinha mais tempo.
− Me prometa que não vai tirar o olho de Harry, Lily e principalmente de Sarah.
− Os dois olhos - Perla riu.
− E tem outra coisa - ela retirou o cordão que estava em seu pescoço e Sirius viu que era o antigo cordão dela que estava com ele desde que eles namoravam em Hogwarts e que ele lhe devolvera quando se reencontraram - Fique com ele.
− Pequena, eu não mereço isso depois de tê-lo jogado fora.
− Se eu estou te dando é por que merece - ela colocou o cordão no pescoço dele - E me promete que não importa o que aconteça, você nunca vai dá-lo a ninguém.
− Eu prometo, mas...
− Temos que ir, Perla. Ou não conseguiremos sair daqui.
− Nunca o dê a ninguém - ela insistiu e lhe deu um beijo de despedida.
Sirius viu sua esposa caminhar na direção contrária a saída do tribunal por uma porta meio oculta na parede. Havia perdido mulher que amava. E mais uma vez, Azkaban os separava.
-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-
Harry e Sarah se viram parados no meio do saguão principal do Ministério da Magia. O movimento lá era grande, por isso ninguem reparara nos dois que tinham acabado de surgir de uma das lareiras.
− Harry, você trouxe sua capa da invisibilidade?
− Sim - respondeu o garoto. Desde o incidente no ministério que ele carregava a capa pra onde fosse - Mas não sei como vamos poder usar ela aqui.
− Temos que tentar. Ou seremos barrados antes mesmo de chegarmos ao elevador.
O garoto concordou e ambos foram pra trás da fonte com as estátuas do bruxo, da bruxa, do centauro, do duende e do elfo, que Harry percebeu que havia sido consertada.
− O negócio é o seguinte - falou Sarah assim que o garoto cobriu os dois com a capa - Temos que ir pela escada. Tente passar o mais longe possível da mesa de identificação. Evite esbarrar em alguém. E o mais importante. Se eu disser "Corra", não pergunte por que e apenas corra!
− Mas...
− Não temos tempo para "mas". Vamos - Sarah o puxou. Harry sentiu que era quase impossível conseguirem chegar ao tribunal sem serem descobertos. Mas se era uma chance, eles tinham que tentar. O garoto sorriu ao concluir que a garota seria uma filha perfeita de Sirius.
Eles andavam bem devagar, tentando não esbarrar em ninguém. Porém, quando já estavam próximos da escada, um alarme soou.
− Corra - gritou Sarah, saindo de debaixo da capa e correndo em direção as escadas.
Harry levou alguns poucos segundos até se dar conta do que estava acontecendo e saiu correndo atrás da loira.
Assim que terminaram de descer as escadas, Sarah fechou a porta. Harry colocou as mãos nos joelhos tentando recuperar o fôlego.
− O que foi isso?
− Alarme de Capa de Invisibilidade - respondeu a menina, sacando a varinha - Colloportus Totalis- Harry a encarou sem entender para que era aquele feitiço - Ninguém vai conseguir abrir essa porta a não ser quem fez o feitiço. Você não o conhecia? - Harry negou, fazendo a menina sorrir - Pensei que conhecesse, já que sua mãe o ensinou pra minha.
O garoto sorriu, tentando imaginar a cena de sua mãe ensinando um feitiço a sua madrinha. Porém seus pensamentos foram interrompidos por um forte puxão de Sarah.
Quando eles chegaram ao corredor do tribunal, perceberam que não conseguiriam entrar. O corredor estava repleto de jornalistas e funcionários do Ministério que tentavam tirar os jornalistas do caminho, além de alguns curiosos.
− E pelo visto o julgamento já acabou - disse Harry ao ver a porta do Tribunal se abrir.
− Vem comigo - garota saiu andando pelo corredor oposto, com Harry seguindo atrás.
− Para onde estamos indo? - ele perguntou tentando memorizar o caminho que faziam, direita, esquerda, esquerda, direita de novo, desceram alguns degraus, depois começaram a subir uma longa escada.
− Minha mãe não vai sair por lá. Ela me disse uma vez que is prisioneiros mais importantes nunca saem por lá. Eles vão por outro caminho. Este caminho.
− Tem alguma coisa que você não saiba? - Harry perguntou, sorrindo.
− Eu não sabia que o grande Harry Potter era afilhado da minha mãe. Fora isso - Sarah fez cara de quem estava pensando - É, acho que nada.
Harry riu. Definitivamente ela tinha tudo pra ser filha de Sirius.
Depois de subirem as escadas, eles chegaram num grande corredor, que estava vazio, exceto pela presença de Perla e Amélia que caminhavam na direção contrária.
− Mãe - Sarah gritou, correndo até Perla e praticamente se jogando em cima da loira. Amélia a encarou com curiosidade.
− Eu já estava estranhando você não ter aparecido até agora - Perla sorriu, enquanto abraçava a filha.
− Você sabia que viriamos? - Perguntou Harry. Perla soltou a filha e abraçou o afilhado.
− Na verdade eu pensei que alguém fosse conseguir impedir você de vir. Quanto a Sarah, eu ia estranhar se ela não aparecesse. Ensinei mais do que devia a essa menina.
− Mãe, qual foi o veredito?
− Condenada - respondeu Perla com tranquilidade. Sarah e Harry começaram a falar ao mesmo tempo, mas ela fez sinal para que eles se calassem e a deixasse continuar - Não é tão ruim quanto parece. Eu tive um julgamento justo. Bom, Sirius vai explicar tudo a vocês, não tenho tempo pra falar agora. A propósito, Amélia, será que você poderia avisar os aurores que eles não têm que se preocupar e que tudo não passou de uma brincadeira de criança?
Amélia sorriu e concordou, dando uma última olhada em Sarah, antes de se afastar.
− Agora escutem bem vocês dois. Eu não tenho tempo pra explicações. Comigo em Azkaban eu não vou poder continuar a ajudar o professor Dumbledore, mas vocês têm que continuar de onde eu parei. Sarah, você vai pra Hogwarts...
− Como assim, eu vou...
− Explicações depois. Você se lembra do meu diário, não é? Lembra de onde eu disse que o guardei? - a menina confirmou sem entender onde ela queria chegar com aquilo - Quero que vocês o encontrem. Lá vai estar explicado tudo que precisam saber. E o resto o professor Dumbledore vai dizer a vocês. Agora, o mais importante. Não falem disso com ninguém, entenderam? Harry, sei que você confia muito em Rony e Hermione, mas é a segurança deles que está em jogo, portanto, ninguém além de vocês dois deve saber o que estão fazendo.
− Mas o que... - Harry começou, mas Perla o interrompeu.
− Preciso ir - ela abraçou os dois - Eu amo vocês. E por favor, tomem cuidado.
E sem dizer mais nem uma palavra, ela saiu correndo na direção que antes Amélia seguira.
− Você entendeu alguma coisa? - perguntou Harry, sentindo-se extremamente confuso.
− A mesma coisa que você, Harry - Respondeu Sarah, olhando pra direção que a mãe seguira - Ou seja... Nada.
− E o que faremos agora?
− Vamos procurar Sirius e Thais. A essa hora, Remo já sabe que fugimos. Será mais seguro se voltarmos com os dois.
Harry concordou e os dois começaram a voltar pelo mesmo caminho que tinham feito. Foi quando alguém passou rápido por eles e acabou trombando em Sarah.
− Me desculpe - disse o funcionário do ministério. Nesse instante, os olhares deles de encontraram. Ambos tinham olhos de um azul muit vivo - Kelly? - ele disse ainda encarando a garota. Em seguida balançou a cabeça - Me desculpe. Te confundi com alguém.
− Tudo bem - respondeu a garota muito séria. O homem sorriu e se afastou.
− Sujeito muito esquisito. Deve ser mal de família.
− Como assim, Harry?
− Você não o conhece? - perguntou Harry, ficando surpreso ao ver a garota balançar a cabeça negativamente - É Otto Bagman, irmão de Ludo Bagman, que...
− Era chefe do departamento de jogos e esportes mágicos - completou Sarah - Mamãe me apresentou a Ludo na Copa Mundial de Quadribol, mas o estranho é que ela nunca me disse que ele tinha um irmão.
− Estranho é ele te confundir com outra pessoa – respondeu Harry, se esquecendo da verdadeira identidade da garota.
− Pra falar a verdade, o mais estranho foi essa sensação que eu tive. Senti como se eu sempre o tivesse conhecido. Apenas não o visse há muito tempo - Besteira. Vamos logo antes que não encontremos Sirius e Thais.
-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-
− Scrimgeour e Shacklebolt, vão escoltar você até Azkaban. Eu fico por aqui - disse Amélia assim que Perla chegou. Dois homens estavam parados a frente delas. Perla acenou para os dois e se virou pra Amélia.
− Obrigada por tudo - ela a abraçou.
− Sabe, Sarah é igual a Kelly. A única diferença está nos olhos...
− São os olhos do Ed - completou Perla, indo ao encontro dos dois aurores - E que Merlin me proteja.
N/A: Ok, de quem será a minha primeira ameaça de morte??? (isso é, se é que tem alguém lendo isso ainda)
É, eu sei, eu tenho que tomar vergonha na cara e parar de demorar tanto assim pra atualizar. Mas tudo bem, a notícia boa é que eu decidi retomar a minha carreira de ficwriter (Como se fosse grande coisa) e me determinei a terminar essa fic até julho, antes do lançamento do sétimo livro, senão aí que eu não termino nunca mais.
Bom, esse capítulo tá cheio de mistério né? Afinal, por que a Perla não quer que Sirius não dê o cordão a ninguém? E o que é essa coisa que Sarah e Harry vao investigar? As respostas? Aguardem os próximos capítulos!!!
Só um aviso. A partir de agora, eu vou usar alguns spoilers de "Harry Potter e o Principe Mestiço". A história não ficará fiel ao livro, mas eu vou usar algumas partes dele pra poder fazer o que eu sempre tive em mente pra essa história. E, também vou ver se faço até semana que vem, uma lista dos principais personagens dessa trilogia, por que eu sei bem como é ficar muito tempo sem ler uma coisa, você acaba se perdendo na história. Então, pra todo mundo saber quem é quem caso não se lembre, terá esse recurso.
No mais, sejam bonzinhos e comentem tá!!! Enquanto isso eu vou escrever o próximo!
Dynha Black
