- COMO ASSIM ELA SUMIU?!
- Eu não sei, idiota!
- A culpa é toda sua, seu Hiei!
- Gente, temos que nos acalmar!
- Acalmar?! A gente tá muito ferrado agora, ah mas eu vou dar umas porradas nessa menina, vou quebrar a cara dela...
- Urameshi, você só tá piorando a situação!
Kuwabara andava em círculos doido da vida. Kurama olhava para o chão, pensativo, enquanto Yusuke simulava uma surra com um arbusto ali perto.
Hiei tinha as mãos enfiadas nos bolsos e parecia incrivelmente aborrecido. Apesar de não mostrar uma expressão tão nervosa quanto os outros, haviam várias gotas de suór em sua nuca.
- Certo. Quando foi a última vez que nós vimos a Rin? - Perguntou Kurama.
- Antes de dormir, é lógico. - Respondeu Yusuke, com mato na boca.
Hiei ficou calado. Deduziu que não seria muito confortável contar o que tinha acontecido noite passada, até porque ele pensava que aquilo não tinha muito influência com o fato de Rin ter desaparecido da noite pro dia.
Mas ele próprio estava preocupado, por mais que tentasse negar. Ela não poderia ter seguido sem eles ou coisa assim, então com certeza fora raptada. Mas por quem? Ele não sentira nenhuma energia ameaçadora por perto ontem.
- HIEI!
- O que é seu imbecil, tá pensando que eu sou surdo?
- Pois tá parecendo, tô te gritando à meia hora! - Urrou Kuwabara - Escuta aqui, vocês dois são um casal, então será que vocês não saíram pra namorar por aí quando nós dormimos e...
- Do que você está falando?! - Interrompeu Hiei, erguendo o punho.
- É mesmo Hiei! - Yusuke se projetou para eles - O Kuwabara tem razão! Você tinha que pelo menos saber onde está a sua namorada numa hora dessas!
- Parem de falar besteiras!
- Hiei - Fêz Kurama - Você e a Rin tiveram um contato maior, então talvez você saiba de alguma coisa e...
- PAREM COM ESSAS INSINUAÇÕES!
Os outros ficaram em silêncio na hora, piscando para Hiei. Ele olhou para o lado, irritado, enquanto Yusuke dava cutucadinhas com o cotovelo em Kuwabara. Kurama começou a andar pelo lugar procurando alguma coisa. Adentrou um pouco na floresta, em silêncio.
- Pessoal! - Disse ele, pegando alguma no chão rapidamente - Achei alguma coisa, venham rápido!
Era uma folha de papel. Os outros se aproximaram, debruçando-se para ver o que era.
Yusuke e Kuwabara imediatamente criaram sorrisos malvados idênticos, girando a cabeça para Hiei. Hiei simplesmente tinha o cenho franzido, absolutamente pasmo.
- Isso... Era pra ser você, Hiei? - Kurama balançou o papel, divertido.
-"Ela estava andando com isso?" - Hiei tinha um tique no olho esquerdo.
- Olha, eu devo dizer que está igualzinho, HAHAHA! - Kuwabara apontou do chibi Hiei desenhado na folha para o verdadeiro Hiei freneticamente, enquanto Yusuke o acompanhava.
- Me dê isso aqui. - Bufou Hiei, puxando a folha das mãos de Kurama irritado e enfiando no bolso. Já era demais aquele tipo de situação, era absolutamente imperdoável que aquela menina ficasse o expondo daquela forma ridícula.
- Pelo menos é uma pista. - Kurama dava risadinhas, olhando ao redor - Pelo jeito, ela foi arrastada ou então entrou por aqui em algum lugar...
- Também têm umas mechas de cabelo dela por aqui... - Yusuke pegou um pequeno maço de fios róseos jogados no chão. - É, com certeza foi por aqui.
- Mas o que nós faremos? Será que dá pra rastreá-la só com alguns fios de cabelo por aí? - Perguntou Kuwabara.
- Também têm algumas pegadas! - Apontou Yusuke.
- Não temos escolha...
- Nós não precisamos dela. - Disse Hiei - Vamos continuar procurando a saída desse lugar.
- Tá maluco, Hiei? - Tornou Kurama, erguendo as sombracelhas - Nós prometemos que iríamos tomar conta da Rin, temos que encontrá-la!
- É isso aí zé mané, e nem vem que não tem, eu sei que você tá morrendo de vontade de ir atrás da sua gatinha. - Concordou Yusuke olhando de esguelha.
- Eu não dou a mínima. - Fez Hiei, fechando a cara. Não queria mostrar que realmente estava com vontade de procurá-la, e muito menos ia abrir brecha pras idiotices do Yusuke.
- Mas nós damos, você é minoria então fica na sua seu chato. - Kuwabara estirou a língua.
- Então vamos logo. - Kurama seguiu para dentro da floresta observando o chão atentamente, seguido por Kuwabara e Yusuke. Hiei ainda ficou parado um tempo.
Estava se sentindo estranho. Uma onda de preocupação percorria sua espinha, e a única vez que sentira algo próximo daquilo foi quando soube que Yukina estava sendo maltratada por Tarukane.
Como ela podia ter sumido tão de repente? Ele não sentira qualquer força ameaçadora durante a noite.
-"Droga... O que aconteceu com ela?" - Pensou, cerrando os olhos. E seguiu os demais.
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- Que visão bonita. - Disse o youkai gorducho com uma cara feliz, estendendo um copo de vinho para Yuki como cumprimento - Nós não chegamos a nos apresentar, não é fofinha?! Eu sou Gonoki, você não está muito excitada em me ver, ein ein?!
Gonoki era um monstro muitíssimo gordo. No meio da luxuosa sala, ele estava sentado em uma das extremidades de uma mesa longa e lotada de comida. Doces, frutas, salgados, peixe. Ele tinha as bochechas muito rosadas e parecia levemente bêbado.
Do lado da mesa, na parede lateral, Rin estava acorrentada de pé. Seus braços estavam esticados e seus pés estavam presos por grossas correntes. Sua boca estava vendada, e seus olhos estavam fixos não em Gonoki, mas no banquete em cima da mesa.
- Não vai dizer nada não é? - Disse Gonoki aborrecido, levantando-se com dificuldade - Ai, como é horrível usar as pernas... Deixe-me ouvir a sua voz, docinho.
Ele aproximou-se de Rin sorridente e abaixou o lenço amarrado à sua boca. Assim que se viu livre para falar, ela deu um berro poderoso.
- ME TIRE DAQUI, SEU BALOFO!
- Olha como fala, você é minha refém! - Gonoki repreendeu-a, apontando o dedo na cara dela, mas levou uma mordida violenta.
- Grnnfff!
- AI, sua pestinha! - Ele imediatamente puxou de volta a mão dolorida, com uma careta.
- Você vai ver! Os meus amigos vão chegar aqui logo logo, e o Hiei vai retalhar essa sua cara gorda! - Ela dilatou os olhos, alucinada - HIEI, HIEEEEEEEEEEEI! HIEEhhhmmmmff.....
Gonoki colocou de volta a faixa na boca de Rin, que debateu-se furiosamente. Com uma careta, ele voltou para seu lugar na mesa.
- Odeio garotas que não choram! Vou deixar você ficar me admirando aí no seu cantinho até seus amiguinhos chegarem para eu desafiá-los, ta chuchuzinho? - Ele sentou-se pesadamente, arrancando uma coxa de galinha de um frango.
Rin sentiu-se suar. Como podia ter sido tão estúpida? Ela nunca pensou que aquela trilha de docinhos e coisas gostosas levaria àquele calabouço chique. Assim que chegou lá, dois youkais iguais aos que a atacaram no lago a prenderam na parede, enquanto Gonoki comia.
Ela estava nervosa. Tinha medo de que os meninos não a encontrarem, mas por outro lado se sentia egoísta pensando assim. A culpa era toda dela. Mesmo que Gonoki não aparentasse ter nenhuma habilidade, ela havia colocado todo mundo em perigo.
- Os outros foram muito idiotas, mas Mestre Shiroi confia muito em mim, por isso me deu o dever de te capturar! - Disse Gonoki, orgulhoso - E pra acabar com os seus companheiros eu só vou ter que comer! Há-há!
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- É aqui. - Disse Kurama, apontando para a entrada do calabouço - Ela deve estar presa lá embaixo.
- Que moleza, foi muito fácil achar esse lugar. - Disse Yusuke, feliz - Agora é só entrar lá e pegar a Rin!
- Vamos ficar atentos, Yusuke. Pode haver alguma armadilha.
- Que mané armadilha o que, eu já enfrentei coisa pior que isso e...
- Larga de ser burro Urameshi, o Kurama tem razão! - Interpôs Kuwabara, tomando a dianteira - Vamos nessa!
Hiei vinha por último, ainda com a cara amarrada. Eles desceram as escadas da entrada do calabouço em silêncio, até que encontraram uma porta dourada. Eles se entreolharam, e abriram com estrondo.
A luz que vinha do ambiente os deixou momentameamente cegos. Quando seus olhos se acostumaram, eles puderam ver Gonoki sentado em sua mesa e Rin acorrentada na parede ao lado. Ela soltou um soluço de exclamação quando eles entraram, debatendo-se.
- Rin! - Gritou Yusuke vendo a menina, e logo em seguida virando-se para Gonoki - O que você fez com ela, desgraçado?!
- É! E quem diabos é você? - Emendou Kuwabara.
- Vamos com calma! Eu sou Gonoki, e vocês estão na minha sala de refeições, sejam muitíssimo bem vindos! - Respondeu Gonoki, erguendo os braços.
- Por que capturou a Rin? - Disse Kurama.
- Simples, para atraí-los até aqui e acabar de vez com esse incômodo.
- Acabar de vez? Você não me parece em situação de sequer se defender, seu cretino. - Disse Hiei, irritado, olhando Rin de cima à baixo, constatando se estava ferida ou não - É melhor você se render e entregar a garota.
- Quem vai me obrigar? - Riu o outro.
- Nós iremos! - Kurama deu um passo pra frente, mas Gonoki riu.
- É inútil tentarem me atacar aqui. - Disse Gonoki.
Kurama puxou uma rosa do cabelo, sério. Estalou-a no ar, criando o rose wip. O chicote recocheteeou pela sala em direção ao rosto sorridente do youkai. Mas assim que chegou perto, foi como se uma bolha invisível o impedísse de acertar Gonoki.
Kurama puxou de volta o chicote, sem mudar de expressão.
- Como eu desconfiava, existe uma barreira ao redor dele. - Kurama colocou puxou de volta o chicote, sem mudar de expressão.
- Droga... - Droga Kuwabara.
Hiei detestava aquele tipo de adversário que impunha as próprias regras numa batalha. Se ele não podia usar a força, dificilmente conseguia alguma coisa. Olhou para Rin de novo e viu que ela parecia extremamente preocupada.
- Vamos fazer um jogo simples. - Disse Gonoki, animado - A garota fica com o vencedor do meu desafio. O perdedor se entrega. Quem comer mais, ganha.
Houve um longo momento de silêncio. Eles piscaram.
- Como é? - Fez Yusuke, perplexo.
- Que palhaçada é essa? - Bufou Hiei, colocando a mão sobre o cabo da espada - Esse miservável deve estar brincando com a nossa cara...
- Hiei, lembre-se, não adianta! - Kurama o impediu de puxar a katana - Temos que aceitar o desafio, não tem jeito!
- Mas isso é ridículo, Kurama!
- Querem saber? Eu acho que consigo ganhar dele! - Kuwabara ergueu o punho, confiante - Eu já ganhei um campeonato de quem comia mais cachorro quente e...
- Você? Escuta aqui, eu sou melhor que você em tudo Kuwabara, pode tirar seu cavalinho da chuva, eu é que vou encarar essa parada! - Yusuke interrompeu, arregaçando as mangas.
- Bom, nem eu nem Hiei conseguiríamos... - Disse Kurama receoso.
- E aí, o que decidiram? - Perguntou Gonoki impaciente - Quem vem me encarar? Podem vir os quatro, se quiserem!
De repente, Rin começou a se mexer histericamente. Com um esforço bruto, cuspiu fora o pano que cobria sua boca.
- EU! EU VOU!
- Rin! - Disse Yusuke, surpreso, virando-se.
- Deixem comigo, ele não ganha de mim nunca! - Urrou ela.
- Você? Uma menina magrela feito você acha que come mais do que eu? - Gonoki segurou uma gargalhada - Não me faça rir! Só porque eu te atraí pra cá com aquelas guloseimas...
- Ele o que? - Fez Hiei.
- Eu vou competir, pronto e acabou!
Gonoki pareceu pensativo durante algum tempo. Depois abriu um sorriso decidido e estalou os dedos no ar. As correntes de Rin se soltaram, e ela caiu de joelhos no chão.
- Muito bem, pode se juntar aos seus amigos para me enfrentar, bonitinha.
Rin levantou-se, ofegante, e foi até a mesa decidida, sem nem olhar para os garotos. Ela tinha feito a burrada, ela que consertaria. Ganharia daquele cara de qualquer jeito. Sentou-se na mesa, confiante, e sentiu uma mão em seu ombro. Virou-se para trás, surpresa.
- Sozinha você não vai dar conta. - Era Yusuke. Ele ergueu um polegar, sentando-se ao lado dela.
- É isso aí! - Disse Kuwabara animado, também sentando-se.
Kurama piscou, e acabou sentando-se junto com eles, rindo.
- Eu não poderei fazer muita coisa, mas vou tentar ajudar.
- Hm, muito bem, vamos começar. Nem um passo em falso, se não eu mato essa garota, tenho os meus meios!... Então, quatro de vocês? E o outro, não vai participar? - Perguntou Gonoki diringindo-se à Hiei, que se sentara num canto da sala.
- Eu não vou participar dessa estupidez. - Fez ele, curto e grosso, observando Rin. Tinha certeza que, por mais que comessem, não conseguiriam. Gonoki deveria ter alguma habilidade especial naquele quesito, se não, não teria proposto. Mas ele já se decidira; se perdessem, Hiei pegaria Rin e sairia dali na primeira oportunidade.
- Muito bem... Quando eu disser três...
Uma clima de tensão se instalou no ar enquanto Kurama, Yusuke, Kuwabara e Rin encaravam o mar de comida à sua frente. Kuwabara engoliu em seco; Rin cerrou os punhos.
- Um... Dois... Três!
Os quatro voaram na comida. Kurama comia um cacho de uvas enquanto Yusuke e Kuwabara se afundavam nas carnes e frios. Eles olharam para Rin e, por um momento, ficaram estáticos.
A menina parecia uma metralhadora em ação. Até Hiei ergueu os olhos perplexo. Ela comia furiosamente, com os olhos em brasa.
- EU VOU GANHAR! - Urrava.
Gonoki estava calmíssimo. Puxou uma enorme bandeija ao lado, abriu uma bocarra de tamanho anormal e despejou todo o conteúdo.
- Essa não. - Disse Kurama nervoso, enquanto comia - Ele consegue ingerir uma quantidade muito maior de uma vez...
- Não quero saber! EU NÃO VOU PERDER! - Rin puxou um gigantesco sanduíche das mãos de Yusuke, devorando-o numa rapidez incrível, enquanto o outro mordia os próprios dedos.
A disputa prosseguiu num ritmo frenético. Mas, alguns minutos depois, Kurama levantou-se, meio enjoado.
- Desculpem, amigos... Não consigo comer mais.
- Pode deixar com a gente! - Disseram Kuwabara e Yusuke juntos, com as bocas cheias de arroz.
Kurama foi até Hiei, e sentou-se ao seu lado com a mão sobre o abdômen. Algum tempo depois, eles ouviram um estrondo, e Yusuke e Kuwabara caíram pra trás nas cadeiras, com caracóis nos olhos e barrigas em forma de bola.
- Não aguentamos mais! - Disseram os dois novamente em uníssono, estatelados no chão.
A competição ficou entre Rin e Gonoki. No começo, Gonoki estava confiante, mas agora, parecia nervoso. Kurama e Hiei perceberam na hora, porque o youkai parecia estar se esforçando para comer mais rápido que Rin.
Passou-se algum tempo até que o holocausto alimentar virou um verdadeiro campo de guerra. Kurama, Hiei, Kuwabara e Yusuke tinham gigantescas gotas na cabeça enquanto, agora, Rin e Gonoki estavam literalmente em cima da mesa, se encarando enquanto cuspiam os fogos do inferno.
- NÃO ME SUBESTIME! - Berrou Rin furiosamente, segurando salames e linguiças.
- NEM VOCÊ À MIM, MENINA! - Gonoki também segurava um monte de coisas, enfiando tudo na boca de qualquer jeito.
Então, de repente, aconteceu. A mesa estava completamente limpa. Hiei piscou, desentendido. Como uma quantidade tão grande de comida poderia ser ingerida assim tão rápido? Ele encarou Rin totalmente aparvalhado.
Daí todos perceberam que agora havia uma única cereja no centro da mesa. Rin e Gonoki se entreolharam, sérios. Sim, aquela era a decisão final. O momento crucial.
Os dois se projetaram para cima da cereja com tudo, e depois de uma pequena batalha silenciosa, Gonoki ergueu-se vitorioso, segurando a frutinha entre os dedos.
- HÁHÁ! Eu tenho que admitir, você é boa, garota, mas eu sou um mestre! - Dizendo isso, Gonoki jogou a cereja no ar, pronto para apanhá-la com a boca, mas ao invés da frutinha o que recebeu foi uma pesada na cara.
- Nem vem que não tem! - Rin catou a cereja no ar com os dentes, engolindo-a, afundando o pé no rosto de Gonoki - Nunca mais tente me raptar usando um truque tão baixo, seu gordão inútil! Eu sou muito mais youkai do que você, tá ligado?! Eu sou tipo assim uma super youkai gourmet, você resolveu encarar a pessoa errada, tá me ouvindo?!?
Gonoki rolou para fora da mesa inconsciente, com os olhos girando, e Rin saltou por cima dele, indo até Hiei e Kurama com um sorriso de vitória. Yusuke e Kuwabara aproximavam-se com as bocas estupidamente abertas.
- M-Meu irmão... - Fez Yusuke lentamente.
- Rin, acho que essa foi a batalha mais esquisita que eu já assisti. - Kurama começou a rir.
No momento seguinte estavam todos à plenas gargalhadas. Hiei apenas tinha um sorriso sarcástico no rosto. Como podia uma coisa daquelas? Todas as mulheres que ele conhecia eram frágeis e indefesas. Apesar de Rin ser tão boba e constantemente arranjar problemas, ela decididamente não era como as outras mulheres.
- Eu achei que fôsse explodir. - Ela colocou a mão na barriga, meio tonta - Essa nem foi uma das minhas maiores refeições, mas mesmo assim foi dose, vou te contar.
- Não foi uma das suas maiores refeições? - Kuwabara ergueu as sombracelhas - Nem imagino a maior delas...
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Agora do lado de fora do calabouço de Gonoki, eles voltaram à tomar a trilha em busca da saída da floresta. Os rapazes já estavam complemetante recuperados do excesso de comida. O estômago de Rin deu um pequeno ronco.
- Tá de brincadeira, né? - Fez Yusuke, encarando a menina.
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