Hello people... Sei que muitos têm acessado e poucos tem deixado reviews. Continuo postando sem saber se está tendo uma boa aceitação. Mesmo que início de trama acho que mereço comentários. Se não acham, ao menos digam. Já pensei em parar, mas se o fizesse, estaria sendo injusta com os que acompanham e incentivam, e além de tudo, comigo mesma. Espero que manifestem-se, porque sei que sim, mereço comentários. Sejam eles pedras ou bombons, os mereço. Crisis não é apenas uma folha em branco.

Bom, chega de falação, e aos que seguem comigo... Have fun!

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― Frank... ― ele não parou ― Frank!

Correu e o segurou. Só o toque de Shane fez o Malcov mais novo arrepiar-se.

― Por que diabos saiu daquele jeito?

― Que jeito?

Dissimulou uma leve embriaguez, a qual Shane não engoliu.

― Pode parar. Você não fica assim com meia garrafa de Bud... ― se aproximou. Até demais na opinião de Frank ― O que tá rolando? Me diz...

Ah! Ah... Aquele baixo tom de voz fez Frank suspirar e olhar para o céu, pedindo ajuda e se segurando para não deixar-se agir a base do "composto".

― Não é nada Shane... Nada.

― Se não fosse nada você não estaria assim...

O tocou o rosto numa espécie de carícia. "Ah não! Aí já é pedir demais pra eu agüentar sem fazer nada!" Pensou Frank, abaixando a cabeça e olhando dentro dos olhos de Shane.

― Não é nada bro...

Sua voz saiu rouca e com um "leve" tom duvidoso, o que fez Shane se aproximar ainda mais. Por amor à Deus! Estavam com menos de vinte centímetros de distância agora! "Estado crítico!! Estado crítico!!" Berrava a mente de Frank, enquanto tentava inutilmente não cerrar os olhos. O fez. Aquela expressão na face do mais novo fez Shane libertar certas fantasias sujas de carvão de sua mente e se aproximar vagarosamente para consumar o ósculo... O que de fato não aconteceu.

O mato próximo a direção do lago se mexeu de uma forma tão intensa, que fez ambos se afastarem e olharem naquela direção. Havia floquinhos prateados caindo do alto das arvores. Shane tomou a mão de Frank e gritou, correndo pra dentro:

― Vem Frankie! Corre!

O fizeram. Entraram ofegantes. Shane estampou Frank na parede, talvez numa tentativa de protegê-lo. Só mesmo Deus agora para tirá-lo dessa... Deus ou as meninas...

― O que foi isso!

― Por que entraram assim?!

Indagaram assustadas. Shane respondeu ofegantemente rouco. Seu coração estava a mil:

― O mato... Do lago!

Frank resolveu ajudar:

― Mexeu e era... a coisa de novo...

Todos ficaram apavorados, mas resolveram deixar pra lá. Não tinham com o que esquentar no momento, pois não tinham uma solução.

Um ruído fez-se presente. Todos se entreolharam. Um ruído estranho, parecendo algo como metal arrastando sobre o cimento e se debatendo. Os irmãos se afastaram e foram trancar a porta da cozinha. Se fosse algo que pudesse entrar, eles teriam ao menos essa segurança.

Algum tempo se passou e tudo ficou quieto, quieto demais. Resolveram deixar pra lá. Estavam seguros ali. Ao menos portas e janelas estavam fechadas, trancadas, proibindo a "coisa" de entrar ali.

― Credo gente.. Isso tá cada vez mais estranho...

― Não se preocupe Sally, vamos dar um jeito nisso logo, os caras tão aí pra isso.

― Éh Shane, podem até estar, mas agora no meio da zona, eles nem desceram!

Frank interrompeu. Estava abraçado com Lei.

― Eles podem estar dormindo, não sabemos há quanto eles vem pegando estrada direto. Parecem estar cansados, ou ao menos foi isso que Dean me disse quando estávamos na cidade. Desceram de Dakota do Sul pra cá quase sem parar, fazendo o mínimo de tempo.

― Tá, mas se a coisa tivesse entrado?

Perguntou Lei, olhando para Frank por cima dos ombros.

― Aí eles teriam acordado com os nossos gritos.

Todos riram do humor negro do Malcov mais novo. Realmente tinha sido engraçado.

Lá em cima, o que os Winchesters menos faziam era dormir. Dean serpenteava entre as pernas de Sam, indo e voltando, enquanto sua mão acariciava o mais novo. Poucos minutos e tudo se acabou num flash branco... Estavam exaustos, mas dessa vez era por um motivo que valia à pena.

Dean se deitou sobre o peito de Sam e este, ainda ofegante e rouco perguntou:

― O que será que foi aquilo?

― Deve ter sido o monstro do lago.

― É impressão minha ou você não tá dando a mínima?

― Bom, agora não tô importando mesmo não...

Riram.

― Podia ter matado eles Dean!

― Mas não o fez. Não com esses risos lá em baixo.

O mais velho se levantou e estendeu a mão ao outro.

― Vem Sammy... Vamos tomar banho.

E assim, entraram para a suíte. Teriam que arrumar a bagunça na cama de Frank... Aqueles lençóis estavam imundos agora.

― Mais tarde vamos na cidade comigo?

Perguntou Sam de dentro do box, enquanto Dean dava uma "maquiada" nos lençóis.

― Vamos, mas pra quê?

― Pra não precisar fazer o que você está fazendo agora.

Dean boiou nessa, mas deixou pra lá.

― Vamos sim, sem problema.

Tomaram um banho rápido e se vestiram. Agora estavam prontos para a noite à moda Winchester.

― Sam... ― Dean chamou e riu ― o seu pescoço...

O mais novo se encarou no espelho e viu algumas (muitas) marcas ali. Tinha mais um motivo pra ir à cidade.

― Vou começar a comprar maquiagem...

Disse, antes de tomar o perfume floral exótico da mão de Dean e borrifar no seu próprio corpo. Agora sim! 100% prontos.

Ainda havia um certo cheiro naquele quarto. Dean borrifou perfume pelo ambiente na tentativa falha de abafar o acontecido.

― Não vai adiantar Dean! Nem cigarros adiantam...

― Seja o que for essa sua idéia pra eu não precisar me livrar dessas provas, espero que funcione...

― Bom, acho que vai funcionar sim...

Disse, abraçando a cintura do mais velho por trás e o puxando contra si.

― Sam... O que você quer?

― Ah Dean... Você nem imagina...

O mais velho se arrepiou ao imaginar certas coisas que talvez suprissem o "você nem imagina" de Sam.

Largou o mais velho.

― Acho melhor a gente descer antes que eu resolva te fazer dormir do melhor modo...

Saiu do quarto. Dean quedou-se boquiaberto. O que Sam queria dizer com aquilo? Sim. Era o que ele estava pensando. Um arrepio subiu por sua espinha ao imaginar como seria ter Sam... Digamos, deixa isso pra lá.

Saiu do quarto também, notando Sam em toda a sua perfeição dentro de uma regata cinza e um jeans azul batido, sentado ao lado da loira. Não, não ficou com ciúme. Não dela.

Sam olhou seu irmão surgir no alto da escada. Dean ficava muito bonito com roupas verde-alemão. Ainda mais sendo aquela camisa... Tão justa quanto o jeans azul-escuro novinho! Deixava todos os detalhes de seu abdômen à mostra.

Desceu e se assentou ao lado de Sam.

― O que foi aquele barulho?

Inquiriu de quem quer que fosse. Sally o olhou sorridente e respondeu:

― Bom, eu não sei, mas deve ter sido a coisa do lago...

Ficaram conversando por mais um tempo até que Shane se levantou e disse que iria tomar um banho e se vestir direito. Sam pôde observar como Frank observava o mais velho enquanto esse subia as escadas lentamente, com os cabelos soltos e reluzentes. Não deu outra: Minutos depois, o Malcov mais novo disse que iria ao banheiro. Mentira. Subiu as escadas e até onde pôde-se ver, foi na direção do quarto de Shane.

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Beijos,

See Ya!