Yo, Minna-san!!

to de volta com mais um capitulo!! *chegando*

Sasuke: é... parece que a tua história não ta agradando... *chegando*

- e tu, o que faz aqui, seu mala? tu nem aparecesse nesse capítulo... *olhar mortal*

Sasuke: gosto de te pertubar... *sorriso malicioso*

- ah, é mesmo? *sorriso cruel* tudo bem, então... *pegando o celular e ligando pra alguem*

Sasuke: o que você vai fazer? *curioso*

- TE pertubar... *alguem atende a ligação* oi! ... vc poderia dar um pulinho aqui em cima?... sim... ele ta aqui, sim... ok! bye! *desliga o celular* pronto!

Sasuke: pra quem você ligou? *medo*

- pra Sakura! *sorriso sacana*

Sasuke: essa não...*sai correndo*

- essa é pra você aprender!!! *sorriso cruel*

Sakura: cadê o Sasuke-kun? *chega correndo*

- foi por ali... *apontando*

Sakura: Sasuke-kun!!! *sai correndo*

- hahaha!!!! *se acabando de rir* bem... *se recompondo* Naruto e seus personagens não me pertencem... *cara de tédio* mas por força de repreenção legal sou obrigada apor essa frase idiota... pq se eles fossem meus eu seria japonesa e teria rios de dinheiro... hahaha!!! bem... vamos a fic!

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Capítulo 4 – Eclipse do coração.

Ao entra no quarto, Minato sentiu seu coração parar de bater por alguns segundos. O local estava totalmente destruído. Qualquer um que estivesse naquela sala no momento da explosão, com certeza, estaria morto. Ele já estava a ponto de chorar quando ouviu uma voz de criança atrás de si. Era sua filha que estava deitada na única parte inteira do local. Minato sentia os olhos queimarem e as lágrimas caírem ao ver a filha sorrindo para ele. Ela estava viva. Ferida, mas viva. Minato correu até ela e se agachou ao seu lado e começou a acariciar os longos cabelos loiros da menina enquanto uma outra enfermeira permanecia a cuidar da menina.

- otou-san? – chamou a menina sorrindo com dificuldade – o senhor veio me ver?

- sim, Natsu... otou-san veio te ver... – respondeu Minato forçando um sorrindo

- mas porque o senhor ta chorando, otou-san? – perguntou Natsume tentando se levantar, mas sendo impedia pela enfermeira que cuidava de seus ferimentos.

- Natsume-chan! Fique quieta, por favor... Preciso curar seus ferimentos... – protestou a enfermeira.

- ta bom...- disse a menina impacientemente, mas logo voltando sua atenção ao pai – o senhor ta machucado?

- não, filha... eu to bem... só estou preocupado com você... – disse Minato, olhando com preocupação a hábil enfermeira executar um jutsu de cura em Natsume e em seguida pôr algumas bandagens em alguns ferimentos.

- mas eu to bem, otou-san... – disse a menina, sentando-se rapidamente quando a enfermeira terminou os últimos curativos e olhando para o próprio corpo ferido, disse – viu só? Só tem uns machucadinhos aqui, mas não é nada de mais, otou-san – disse apontando para alguns arranhões no braço esquerdo.

Minato olhava bem para Natsume. A menina tinha seus longos cabelos loiros que estavam presos em duas longas marias-chiquinhas sujos de terra e sangue. O vestido azul escuro com detalhes laranjas nas mangas e no colarinho que ela usava estava muito rasgado e com grandes manchas de sangue na parte da cintura onde era possível ver, através de um rasgo no tecido, um grande curativo que já mostrava o sangue que ainda teimava em sair. Era perceptível a dor que os ferimentos causavam ao rostinho da pequena menina de quatro anos a sua frente, mas ela não se dava por vencida. Natsume mantinha um sorriso brilhante no rosto, sorriso esse que de certa forma confortava o coração de Minato.

- sim, filha... Eu vejo que você está bem... Mas não são só "machucadinhos"... Você precisa de repouso, pra curar essas feridas... – disse Minato, fazendo com que Natsume deitasse novamente.

- ta bom, otou-san... – disse a menina dando-se por vencida e pondo-se a deitar novamente na maca.

Nesse momento, Tsunade, que assistia tudo num canto do cômodo com o recém-nascido no colo, se fez presente.

- descanse bem, Natsume-chan... Para que você possa ver o seu irmãozinho mais tarde

Como se um grande sino tivesse sido badalado na cabeça da garota naquele momento, a mente de Natsume que já adormecia pelo efeito do remédio recém aplicado em seu corpo, tornou-se ativa novamente e a menina pôs-se de pé imediatamente, para desespero dos presentes que puderam ver o ferimento mais grave, localizado na região da cintura, abrir-se novamente.

Natsume deu uma pequena vacilada em seus passos por causa da perda brusca de sangue ainda não recuperada, mas recompôs-se e seguiu em direção ao local onde a loira estava. Tsunade pode observar que a menina sentia dor, mas a curiosidade parecia lhe causar maior impacto do que o ferimento em si. A menina mantinha um olhar fixo no embrulho delicado que estava nos braços da mulher, porém mantinha-se em silêncio a espera de que Tsunade continuasse com que começou. Percebendo que deveria se pronunciar, Tsunade abaixou-se até ficar da altura da menina e com doçura, lhe disse:

- esse aqui é o seu irmãozinho Naruto, Natsu...

- meu irmão? – perguntou, a menina, num misto de surpresa e alegria.

Os olhos da menina brilhavam ao olhar para o bebê nos braços da sannin. Minato apenas observava a cena, com o coração apertado. Sabia que logo a menina perguntaria da mãe. E que resposta ele daria a ela se até para ele era difícil compreender o que acontecera a Kushina? Como contar a sua filha que a mãe não mais estaria com ela?

Foi então que Natsume afastou-se de Tsunade de repente e caminhou de volta para a maca onde estava anteriormente, sentou-se nela e deu um sorriso triste. Minato, surpreso, sentou-se ao lado da menina e perguntou:

- o que houve, Natsu?

- nada otou-san... – a menina tentou sorrir, mas uma lágrima escapou-lhe dos olhos.

- um "nada" não te faria chorar, filha... – disse, recolhendo a pequena lágrima que Natsume deixara escapar – pode contar pra mim, Natsu...

A menina deu um suspiro cansado e continuou.

- é que eu sinto falta da okaa-san... E eu sei que ela não volta mais pra gente, otou-san...– disse ela, num semi-choro.

O clima do local tornou-se pesado. A pergunta que pairava na cabeça dos adultos no local era de como Natsume sabia sobre o que acontecera com Kushina. Minato automaticamente desviou seu olhar para as enfermeiras num claro pedido de explicação, mas tudo o que conseguiu foi um balanço de cabeça por parte das duas como resposta de que elas não disseram nada a menina. Voltando novamente seu olhar para a pequena que agarrava fortemente sua blusa em busca de proteção, Minato abraçou a filha e lhe disse que tudo ficaria bem.

- mas a okaa-san não vai mais voltar... – sussurrava Natsume agora enterrando o rosto no peito de seu pai para tentar abafar o choro – eu sei que ela não vai mais acordar...

- porque você diz isso, filha? – disse Minato tentando controlar o crescente pânico que lhe afligia. O mesmo pânico que sentiu momentos antes, quando viu sua esposa dar seus últimos suspiros.

Natsume uniu seu olhar ao de Minato num sinal de incompreensão.

- fui eu que contei a ela, Minato... – uma voz terrivelmente séria foi ouvida.

Todos os presente no local olharam em direção a porta. Um homem alto e de longos cabelos grisalhos estava em pé, apoiado no batente da porta. Suas roupas estavam surradas e sujas de terra e um pouco de sangue e tinha o corpo coberto de pequenos curativos. Ele mantinha um olhar triste e mirando o loiro, caminhou até ele.

- Jiraiya-sensei... mas... o que lhe aconteceu? – balbuciava Minato, confusamente olhando o estado de seu mestre. Ele estava no mesmo estado que Natsume. O que teria acontecido?

- ah... isso? – disse Jiraiya olhando para si – isso não foi nada... eu estava aqui com Natsume quando o quarto foi atingido, e eu tentei protegê-la da explosão... mas eu não consegui evitar que ela se machucasse, então fui chamar alguém para cuidar dela... mas algumas enfermeiras insistiram em me tratar também, apesar de eu ter dito que estava bem...

- mas porque você disse a Natsume o que aconteceu com Kushina, Jiraiya? – perguntou Tsunade se aproximando dos dois homens – você não deveria ter feito isso... isso não era da sua conta...

- a Natsume tinha o direito de saber, Tsunade... – disse Jiraiya com uma leve irritação na voz.

- eu sei, sensei... – ponderou Minato – mas eu devera ter contado a ela...

- e como você planejava fazer isso, Minato? – perguntou Jiraiya, seriamente - você nem ao menos aceita o que aconteceu com Kushina... Como você planejava dar forças a sua filha nessa hora triste, se nem ao menos você a tem?

- eu... – Minato baixou abaixou a cabeça e deixou que o cabelo ocultasse seus olhos.

- Jiraiya!! – gritou Tsunade furiosa – você não está vendo que ele está sofrendo? Como você pode ser tão insensível?

- mas ele precisa reagir... – disse Jiraiya, tristemente – ele precisa ser forte por Natsume e por esse bebê em seus braços, Tsunade...

- Parem!!! – alguém gritou.

Minato, Jiraiya e Tsunade olharam para o local de onde viera o grito. Grito este, que viera de Natsume. A menina tinha os olhos vermelhos e cheios de lágrimas e em seu rosto era nítido o seu pavor.

- calma, Natsu... – começo Minato, tentando acalmá-la.

- não, otou-san... – a menina chorava desesperadamente - o senhor e Tsunade obaa-sama estão brigando com Jiraiya ojii-sama... Ele não teve culpa de nada... A culpa é minha... Minha culpa e só minha...

- o que? – perguntou Tsunade, confusa.

- não foi ele quem me disse que a okaa-san tinha morrido! – as palavras saiam de forma dolorida pela boca da menina e suas lágrimas aumentavam conforme ela continuava – fui eu que vi tudo...

- Natsume... – Jiraiya a chamou ternamente, enquanto a envolvia em um abraço carinhoso – já chega... não precisa continuar com isso...

- mas eles... o otou-san... e a obaa-sama... eles estão... brigando com o senhor... – dizia a menina entre soluços – eu... não posso...

- está tudo bem, querida... não tem problema... eles só estão sofrendo como eu e você... – Jiraiya intensificava o abraço.

Foi quando Jiraiya sentiu algo quente escorrer por entre seus braços e afastou-se um pouco da menina para ver o que era e percebeu que era sangue. Muito sangue. O grave corte que Natsume tinha na cintura voltara a abrir. Porém, antes que pudesse chamar novamente as enfermeiras, Natsume caiu no chão desmaiada.

- Natsume! – gritou Minato desesperado, pegando a filha no colo – filha... acorda!!!

- com licença, Hokage-sama... – disse uma das enfermeiras retirando Natsume dos braços de Minato e a pondo de volta na maca e a retirando do quarto, rumo ao centro médico.

Jiraiya, vendo o desespero de Minato, o levou para fora do quarto junto com Tsunade. Do lado de fora, os três sentaram-se em um banco que dava de frente para a enfermaria aonde, agora, os médicos cuidavam de Natsume. Os dois homens mantinham-se em silêncio observando a menina, pela grande janela de vidro da enfermaria. Tsunade se punha a ninar Naruto que parecia alheio a tudo que acontecia ao seu redor. A terminarem de cuidar de Natsume, os médicos permitiram que os três entrassem, mas pediram que não a acordassem, pois, apesar de estar bem, ela ainda estava terrivelmente fraca.

- e então, Jiraiya... – começou a mulher – do era que Natsume estava falando, antes de desmaiar?

Jiraiya, que mantinha o olhar fixo no leito, soltou um longo suspiro. Ele agora voltava a sua atenção a Minato que acariciava os cabelos da filha e mantinha um sorriso dolorido no rosto. Tsunade, vendo que estava sendo ignorada pelo sannin, refez a pergunta num tom de voz mais alto.

- do era que Natsume estava falando, Jiraiya?

O sannin agora encarava a loira. Era obvio que ela queria respostas, mas será que ela estaria disposta a ouvir o que realmente aconteceu? Jiraiya abaixou a cabeça e deixou que se formasse um sorriso de derrota em seu rosto. Nunca fora bom em competir com Tsunade, e não seria agora que ele teria melhor sorte com isso. Ele dirigiu-se para perto da janela de forma lenta, e pela forma que a loira o olhava, ela havia compreendido que ele logo começaria a falar. Minato também acompanhou Jiraiya com o olhar, já que também lhe interessava o que o seu sensei tinha a dizer.

- como eu já disse a vocês, eu estava com Natsume na sala de espera...- começo o Sannin.

X:.:X:.:X:.:X:.:X:.:X:.:X:.:X:.:X:.:X:.:X|O| Jiraiya's Flash-back - ON|O|X:.:X:.:X:.:X:.:X:.:X:.:X:.:X:.:X:.:X:.:X

Uma alegre e impaciente menina andava de um lado para o outro da sala de espera. Ela já havia dado varias voltas em torno de uma pequena mesa que ficava no centro do local. Ela mantinha um enorme sorriso e a sua sensação de felicidade pelo nascimento de seu irmãozinho era contrastada com a agonia de ter que esperar por noticias. Ela era observada por Jiraiya, que mantinha um sorriso divertido diante a impaciência de Natsume.

- se acalme, Natsu... – disse, serenamente – logo o seu pai vai vir nos dar noticias...

- mas, Jiraiya ojii-sama... – resmungou, a menina parando de andar – ta demorando muito...

- eu sei... – ele riu – mas essas coisas demoram mesmo... E também, a Tsunade está lá com eles... Qualquer coisa, ela vem nos avisar...

- Tsunade obaa-sama?

- sim... Vai ficar tudo bem... Você vai ver... – disse, sentando se em um sofá – agora, relaxe... Você vai acabar ficando tonta de tanto dar voltas em torno dessa mesa...

- não vou não, ojii-sama... – disse a menina cruzando os braços e inflando as bochechas num sinal de aborrecimento.

- Por que você não se senta aqui comigo? – disse Jiraiya, apontando para o local vago ao seu lado – você deve estar cansada de ficar andando de um lado para o outro, não é? Estamos aqui há horas e você mal comeu o lanche que eu te dei...

- Eu não to cansada... – disse ela sorrindo de forma sapeca, encaminhando-se para o sofá – mas, se o senhor está se sentindo sozinho, vou sentar aqui com o senhor...

O Sannin deu um sorriso diante ao comentaria da menina de que "ele estaria se sentido sozinho". Ele a conhecia o suficiente para saber que ela jamais diria que estava cansada ou algo do gênero, por mais que ela realmente estivesse. "É a Insistência Namikase ou a Teimosia Uzumaki?" – ele pensou. Mas logo em seguida, notara que Natsume havia adormecido ao seu lado.

- ta bom... – sussurrou ele para si, vitorioso – você diz que não está cansada, mas foi só sentar um pouco que já pegou no sono...

E ainda com um sorriso, Jiraiya começou a acariciar os cabelos da menina. Ela parecia tão serena, que chegava a parecer um anjo adormecido.

Foi então que o velho sannin sentiu um vento estranho percorrer o local, deixando uma sensação estranha no ar. Aquilo era algo realmente sinistro. Um sentimento de morte ocupou o local, de forma sufocante. E por alguns instantes a sala, em que Jiraiya e Natsume estavam, ficara muito fria. Jiraiya, instintivamente, colocou-se em pé puxou Natsume para mais perto de si e sentiu quando algo se aproximou deles e tocou levemente no rosto da menina. Por mais que tentasse, Jiraiya não via nada vivo na sala a não ser ele e a menina, mas a sensação de que mais alguém estava no local tornava-se cada vez mais intenso. Mas assim como veio, o vento frio que tomou conta do local desapareceu e logo o sentimento de morte também se dissipou deixando o ambiente mais leve.

- isso foi realmente estranho... - disse Jiraiya, tentando deixar o corpo relaxar e parando de apertar contra si a menina, que ainda permanecia desacordada.

Porém, Jiraiya pode notar que Natsume tinha uma expressão sofrida no rosto. "Ela deve estar tendo um pesadelo..." - disse o sannin passando a mão pelo cabelo, ainda tentando se acalmar pelo evento estranho que acabara de acontecer. Jiraiya já tinha passado por muitas situações estranhas na vida, mas nenhuma tão assustadora. Era como se um fantasma tivesse estado no local. Não que ele acreditasse muito nessas coisas, mas como ao longo dos anos ele aprendera a ser um homem precavido, essa era uma possibilidade a ser colocada em análise depois de tudo.

Foi então que Jiraiya foi desperto de seus pensamentos quando de repente, Natsume levantou-se rapidamente e com uma expressão assustada no rosto. Ela olhava de um lado para outro de modo nervoso e parecendo procurar algo.

- O que houve, Natsu? – perguntou Jiraiya, assustado coma atitude da menina – eu te acordei?

- okaa-san... – disse a menina baixinho, mas de modo assustado.

- o que tem a sua mãe, Natsume? – disse Jiraiya se pondo ao lado da menina.

- eu preciso ver a okaa-san, Jiraiya ojii-sama... – insistiu a menina, ainda com o tom de voz baixo, mas de maneira mais desesperada – eu acho que ela não está bem, ojii-sama...

- acalme-se, Natsu... – disse o sannin, puxando a menina para um abraço - tenho certeza de que es...

- não está... – interrompeu Natsume, com um olhar já beirando o desespero - não está nada bem, ojii-sama... eu sinto que aconteceu alguma coisa com a okaa-san...

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Jiraiya havia interrompido a narrativa para novamente olhar para Natsume. A menina, que agora estava adormecida, parecia estar se sentindo melhor, já que seu rosto estava calmo e sereno. Tsunade permanecia quieta a ninar Naruto, mas sem desviar o olhar do sannin. Minato mantinha o olhar fixo em Jiraiya na ânsia de que ele continuasse.

- e então? – instigou Tsunade.

- e então, você me pergunta? – respondeu Jiraiya, virando-se para encara a mulher – eu ouvi algo que eu jamais poderia imaginar que Natsume diria.

- o que foi, sensei? – perguntou Minato.

- ela me disse que tinha certeza de que a mãe estava morta e que ela havia vindo para se despedir dela. – disse o sannin apertando as mãos num sinal claro de impotência e deixando Tsunade e Minato boquiabertos.

Os três voltaram seus olhares preocupados para a menina que dormia serenamente.

- você só pode estar brincando... – disse Tsunade com um sorriso tenso.

- e você acha que eu ia brincar com uma coisa séria dessas, Tsunade? – Jiraiya lançou-lhe um olhar severo.

- mas isso não... – começou Minato, engasgando-se com as palavras – isso não é possível...

- eu sei... – disse Jiraiya mordendo o lábio inferior – eu sei que é... mas, aconteceu...- ele parou e respirou fundo - eu não sabia o que fazer... você estava aqui com Tsunade e Kushina... eu não tinha com trazê-la até aqui... ela começou a ficar pálida e a chorar... nunca a vi daquele jeito... era de partir o coração...

- eu não sabia que Natsume era sensitiva desse jeito... – Tsunade ponderou.

Minato se sentou próximo a cabeceira da cama da filha e começou a acariciar seus cabelos. A menina instintivamente, ainda dormindo, se virou em direção a carícia, aproximando e aumentando o contato.

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- Clã Uchiha-

- bem... esse foi mais um capítulo... espero que tenham gostado...

Tobi: Mique-chan!! *chega correndo*

- o que foi, criatura? o.o'

Tobi: Sasuke-chan...

- ah, já sei... *sorrindo*

Tobi: sabe? o.o'

- a Sakura pegou ele, não é?

Tobi: sim... como você saiba, Mique-chan?

- fui eu que disse pra ela onde ele estava... *lixando as unhas despreocupadamente*

Tobi: Mique-chan é cruel... o.o

- não... sou uma Uchiha! *sorriso cruel*

Tobi: ta certo... *se afastando com medo*

- por falar em Uchiha... cadê o Itachi-san? *olhando ao redor*

Tobi: a Sakura-chan trouxe uma amiguinha... *se afastando mais*

- não me diz que ela trouxe a Ino? *aura de ódio se expalhando*

Tobi: ela trouxe sim... *se escondendo* ele ta se escondendo dela...

- ESSA GAROTA TA QUERENDO MORRE, É? *grintando de ódio* O ITACHI-SAN É MEU!!!! *saindo correndo*

Tobi: mas ela esqueceu de terminar a fic... T-T *olhando para os lados* então Tobi termina *o* muitos beijos para todos que leram e não comentaram ^-^ deixem uma review pra gente comentar no proximo cap, tah!? bye-bye!! *acenando* até mais!