Ok, capitulo novo. Ateh a Barra quem narra a fic eh a Sora depois eu ok? Bjs e boa leitura
A Lua
As luzes da cidade começavam a ascender escondendo o brilho das estralas que iam desaparecendo pouco a pouco, apenas a lua cheia continuava visível em todo o seu esplendor gélido e solitário.
Eu estava novamente sozinha admirando a chegada da noite pela janela da sala. Kari havia sadio para fazer o trabalho escolar na casa de Ken, o Sr. e a Sr.a Kamiya tinham ido ao mercado a algum tempo e Tai ainda não chegara, estava no Juku estudando.
Pensei em ligar a televisão e me distrair , porem antes que eu o fizesse as luzes do parque de diversões ascenderam-se também, deixando a cidade ainda mais bonita. Resolvi ficar um pouco mais, antes de secar meu cabelo ( acabara de tomar banho) e ir dormir também.
Estava tão distraída com as luzes do parque que não percebi quando alguém abriu a porta da sala .
"Admirando a noite Sora?"
A voz me perguntou assustando-me. Virei-me e dei de cara com Tai a poucos centímetros de distância.
"Hai, ela está muito bonita não é?"
Eu completei, não sei porque mais minha voz saiu quase como um sussurro. Taichi se aproximou mais de mim de modo que nossos rostos quase se tocavam e retirou um fio de cabelo molhado que caiu em meu rosto prendeu-o atrás de minha orelha. Por alguns instantes acreditei que ele fosse me beijar novamente. Sinceramente, eu acho que queria que ele fizesse isso. Mas não foi exatamente o que aconteceu.
Após tocar em minha orelha ele sentiu o brinco que Matt me dera de aniversário e se distanciou.
"A Kari já chegou?"
Perguntou mudando completamente de assunto e colocando ambas as mãos no bolso do agasalho do colégio.
Balancei negativamente minha cabeça e virei-me novamente para admirar a luz da lua.
"A lua está linda hoje não é mesmo?" – Foi a minha vez de perguntar.
"É, linda."
O tom de voz dele saiu tão triste e ferido que me fez até mesmo desviar a atenção da janela para o interior da sala, para conferir se ele estava bem. Mas Taichi não estava mais lá, trancara-se no quarto.
Haviam passado-se muitas horas, já era pouco mais de meia noite e Kari não chegara em casa ainda. Tai mentiu para seus pais dizendo que a irmã estava dormindo e colocou vários bichinhos de pelúcia debaixo da coberta para que Kari não se encrencar.
Eu estava sentada na sala esperando Kari chegar e revendo a matéria da prova do dia seguinte, já que não conseguia dormir, Tai estava trancado em seu quarto vigiando a janela. Foi quando, finalmente, a maçaneta girou abrindo a porta para a entrada de Kari .
"Oi Sora, você ainda tá acordada?"
Ela perguntou sem graça.
"Kari onde você estava? Ficamos preocupados!"
Kari mordeu os lábios e abaixou a cabeça em um humilde pedidos de desculpas e caminhando quase nas pontas dos pés nervosa começou a falar bem baixinho como se tivesse medo de me deixar irritada.
"Gomen Sora-san, eu não queria deixar ninguém preocupado..."
"Me diz, onde você estava?"
"Eu estava na casa do Tk."
"Até essa hora?"
Abaixou mais a cabeça ao perceber o espanto em minha voz já não podendo mais olhar em meu rosto envergonhada, tentei concertar.
" Fazendo o trabalho?"
"Mais ou menos isso..."
Sentou no sofá e fez um gesto para que eu me sentasse também.
"Kari-chan, o que aconteceu?"
"É o seguinte, você se lembra que eu ia fazer um trabalho na casa do Ken certo?"- ela perguntou olhando para mim- "Pois bem, eu, o Ken e a Youlei fomos fazer o trabalho e já estávamos quase acabando quando eu e o Tk percebemos que o clima entre os dois estava ficando, como eu posso dizer?- ela revirou os olhos procurando as palavras- Bom, estavam se comportando como algo a mais do que simples amigos você entende?"
Balancei a cabeça e continuei ouvindo atentamente.
"Então eu e o Tk decidimos levar o trabalho para acabar na casa dele e deixar os dois a sós. Depois que terminamos o trabalho ainda era cedo e decidimos assistir um filme só que... eu acabei dormindo no ombro dele."- Kari corou nessa parte- Depois a mãe dele chegou e nos viu dormindo daí ela me acordou e me trouxe pra casa."
Eu sorri para Kari, dessa vez eu sabia que ela não tinha contado nenhuma mentira e nem tentado me enganar. Ela me abraçou aliviada e eu sussurrei para ela:
"Você precisa agradecer ao Tai depois, ele disse para seus pais que você já estava em casa."
"Hai."
"Kari onde você estava?"
Era Tai, que tinha uma cara visivelmente zangada assim como a sua voz. Kari soltou-me e levantamos do sofá juntas, ela parecia estar com medo de levar uma bronca.
"Você pode escapar do papai e da mamãe mas de mim não. Onde você estava?"
"Tai não brigue com ela..."
Eu intervim , não gosto de me intrometer mais afinal de contas, éramos cúmplices.
" Eu estava na casa do Tk..."
Ela confessou baixinho, tinha muita coragem.
"O que?"
A voz de Tai quase não saiu e seu rosto era indecifrável, tenho de admitir que tive medo pela Kari.
"O que você estava fazendo até essa hora?"
"O trabalho da escola.."
"MENTIRA KARI! NINGUÉM FICA ATÉ ESSA HORA FAZENDO TRABALHO DE ESCOLA!"
Kari gemeu, Tai estava irritado e eu até entendia a preocupação dele mais era impossível acreditar que Kari tivesse feito algo de errado, ou o TK. Podem me chamar de louca ou dizer que eu sou infantil demais, eu sei que ela não estava mentindo.
"Tai não deveria ser tão duro com ela!- Não tive como evitar a minha intromissão, me senso protetor ascendeu, aliais como qualquer outra garota teria feito.
"Diz isso porque ela não faz parte da sua família!".
"Você não tem uma família"
Esse pensamento invadiu minha mente em poucos segundos, afinal, o meu castelo de ilusão construído de areia desabou. Mas estava na hora não estava? O que me faria pensar que eu faço parte da família de alguém? Como eu sou ingênua...
Emoções como dor, raiva e tristeza me preencheram de tal forma que por pouco mais de cinco segundos eu não conseguira me mexer, ou pensar. Só aquela maldita dor de cabeça que ia e voltava sem parar. Era como se por dentro estivesse morta, ou melhor eu queria estar morta.
"Você tem razão, Ela não faz parte da minha família... ALIAIS NINGUÉM PODE FAZER PARTE DA MINHA FAMILIA... PORQUE EU NÃO TENHO NENHUMA!
Eu gritei a Tai com toda dor, raiva e tristeza que estavam juntas me sufocando naquela hora, como se a culpa de tudo aquilo fosse dele. Mas eu sabia que não era, mesmo assim gritei, queria mandar tudo embora de uma única vez, o que não aliviou minha dor, pelo contrário ela aumentou. Aumentou por eu simplesmente Ter passado os meus problemas para outra pessoa.
Não agüentei mais e sendo a covarde que sou eu fugi, corri para fora do apartamento e, entrando no elevador, apertei um andar qualquer para que as portas se fechassem.
Senti meus olhos embaçarem, como eu sou baka, chorar não resolve os problemas, não repara meus erros, não traz a minha família de volta... nem minhas lembranças.
Com a mão fechada bato com força no botão "pare" do elevador de modo que este para imediatamente dando um "solavanco" e ficando preso entre o quarto e o terceiro andar.
Deixo meu corpo escorregar pelas paredes cinzas e frias e abraço as minhas pernas encarando a porta de ferro do elevador tentando conter minhas lágrimas com muito esforço, mas não consigo, elas rolam manchando todo o meu rosto. Me sinto péssima, como se nada mais valesse pra mim, como se não tivesse mais nada que me quisesse aqui, mais ninguém. E depois desse minha briga com o Tai, temo que isso seja a verdade.
Me sinto tão inútil. Não consigo me lembrar da minha própria família! Nem da minha própria mãe. Que tipo de pessoa eu sou? Esquecer da pessoa que esteve com você a vida inteira!
Novas lágrimas se formam, tenho vontade de gritar, correr, fugir... devo estar ficando louca e, por alguma razão, isso parece não Ter a mínima importância.
Ouço um barulho vindo de fora, de alguém correndo pelas escadas com pisadas muito fortes. Imagino que seja o Tai querendo desculpar-se, mais a culpa não é dele; é minha e depois do escândalo que dei sei que não irei conseguir encara-lo.
Queria um conselho, alguém que me dissesse que não há problema em admitir a dor ou que simplesmente me desse coragem para enfrentar essa coisa tão complicada que dizem ser minha vida.
"Okaa-san, sinto sua falta"
Apesar de ser madrugada a cidade de Odaíba continuava iluminada com fortes luzes coloridas em todos os lugares porém nenhuma delas era tão bela como a do satélite natural.
Embora várias lojas já estivessem fechadas o comércio continuava aberto; farmácias, drogarias, bares, lanchonetes e- logicamente- cassinos mantinham vendedores de plantão atendendo as necessidades dos clientes de tipos completamente estranhos para quem estava acostumado a sair apenas na luz do dia.
A menina de olhos castanho- avermelhado sentou-se em um banco perto da praça completamente exausta, seus olhos acompanhavam a movimentação das ruas ao mesmo tempo que lutavam para manter-se abertos e seu corpo já não queria mais obedecer a comando nenhum.
Sora cruzou os braços com frio, estava usando regata antes de sair correndo do apartamento de Tai. Fechou os olhos com a intenção de dar um pequeno cochilo, sem perceber que estava sendo observada do outro lado da esquina.
"Hey, o que vamos fazer com essa menina?"- Perguntou o primeiro homem cutucando o companheiro e apontado para Sora.
"Vamos deixa-la ai hora essa, não está incomodando ninguém."- Respondeu sem dar muita importância.
" Não seja incompetente, devemos leva-la ao chefe não concorda?"
"Porquê?"
"Veja bem, essa garota está bem vestida e bonita demais para ser mais uma mendiga e olhe só para a cor da pele dela; clara demais para ser uma Kogal não acha?"
"E daí?"
" Acredite, se não a levarmos para o chefe agora teremos problemas mais tarde."
" Não acha que existem muitas outras garotas para nos preocuparmos não?"
"É por isso que você nunca será promovido."
"Como se a sua promoção valesse alguma coisa."- Resmungou fingindo pouco caso.
O outro sorriu e arrastou o parceiro até onde Sora encontrava-se cochilando, balançou-a levemente pelos ombros fazendo com que ela acordasse assustada.
"Q-quem são vocês"- perguntou encolhendo-se no banco.
"Não se assuste menina, precisamos que você nos acompanhe."
"Não."- respondeu, sua voz quase não saia e seu coração batia em um ritmo acelerado.
" Vamos garota, estamos cansados e nem um pouco a fim de fazer a vontade de uma adolescente cheia de Man..."
" O que meu companheiro quer dizer."- cortou o primeiro- "è que não precisa Ter medo, juro que não lhe faremos nenhum mal."
"E querem que eu acredite que vocês são caras bonzinhos querendo me ajudar a voltar pra casa?"
"E porque não?"- o homem sorriu e mexendo no bolso do casaco retirou uma pequena carteira e ao abri-la lhe mostrou um objeto dourado com uma estrela ao centro- "Somos policiais não precisa Ter medo, mas vai Ter de nos acompanhar até a delegacia."
Vários homens e algumas mulheres cansados se acumulavam naquela pequena sala pouco iluminada enquanto bebiam várias xícaras seguidas de café para conseguirem se manterem acordados e alertas para qualquer problema que pudesse aparecer, o que parecia não surgir nenhum efeito.
Embora a delegacia não fosse o melhor lugar do mundo, e o último que qualquer cidadão gostaria de estar, não chegava ser nenhum "hospital" de que tanto Sora tinha trauma.
"Você fugiu de casa?"- uma das policiais perguntou servindo uma xícara de chá verde para Sora.
"Eu não tenho casa..."- respondeu olhando triste e fixamente para o conteúdo da xícara.
"Se não encontrarmos seus responsáveis você terá de ser levada para o serviço social..."- A policia insistiu.
"Mas..."
"Sora!"
A garota assustou-se, aquela voz lhe era extremamente familiar, virou-se e viu o vocalista dos Jovens Lobos caminhar até ela com passos largos e apressados.
"Matt?"- Disse enquanto era abraçada fortemente por ele.
"Eu te procurei por toda a cidade!"- Ele a abraçou com mais força- " O Tai me contou tudo, ficamos muito preocupados!"
" Eu estou bem."
"Não nos assuste mais assim ..."
"Gome ne"
"Garoto."- A policial interrompeu- " Vocês se conhecem?"
"Sim. Não se preocupe policial, o Matt é o meu amigo."- Sora respondeu.
"Va lá hein?" A policial disse desconfiada.- "Ainda bem que o policial Okaso te trouxe para cá, ele tem faro pra encontrar adolescentes fugitivos."
"Podemos ir embora?"- Matt perguntou impaciente já olhando em direção a saída.
" Com uma condição."
"Qual?"
"Que você autografe esse CD, minha filha é sua fã!"
Após algumas dezenas de assinaturas, finalmente, ambos deixaram a delegacia. Matt abriu a porta do co-piloto para que Sora entrasse e, sentando no banco de motorista, pegou o celular e começou a discar.
"Para quem está ligando?"- Perguntou a garota curiosamente.
"Para o Tai, vou te levar pra lá agora."
"Não Matt."- Sora pediu segurando nas mãos dele- "Por favor não diz pro Tai que eu estou com você."
"Mas Sora..."
"Por favor, eu sei que é pedir demais, mas diga apenas que eu estou bem, não quero voltar pra lá entende?"
O rapaz a encarou por alguns instantes pensativo, finalmente desligou o celular e deu a partida no carro, Sora sorriu aliviada.
"Façamos o seguinte; eu ligarei pro Izzy e pedirei para que ele diga ao Tai que você está bem Ok?"- Sora fez que sim com a cabeça.- "Ótimo, agora diga; onde você pretende passar a noite?"
Sora parou para pensar alguns segundos.
" Eu quero ir pra minha casa."
Yamato freiou o carro bruscamente de forma que quase fizera o automóvel de trás colidir também. A garota olhou para ele no inicio assustada e depois decepcionada.
"Se não quiser me levar tu.."
"Eu levo."
"Sério?"- Gritou eufórica.
"Hai."
"Obrigada Matt!"- Gritou ainda mais quase pulando do banco.
"Não precisa ficar tão agitada!."- Matt aconselhou surpreso- "E sente-se ou pode se machucar."
"Hai!"- respondeu sentando e colocando o cinto.
Matt sorriu e aproveitando o sinal vermelho ficou admirando-a pelo retrovisor. Aquele ar triste e perdido e sério se transformando tão bruscamente em um rosto infantil sem perder o jeito maduro. Era como se voltasse no tempo...
oOoOoOoOoO Flashback OoOoOoOoOoOo
Era hora do almoço no colégio de Hikariokaoga e as crianças se espalhavam por todo pátio conversando com os amigos, ou reunindo-se para brincadeiras coletivas. Era muito difícil encontrar crianças tomando lanche sozinhas em cantos escondidos.
Era difícil porém não impossível. Um jovenzinho de cabelos loiros estava sozinho enquanto tocava harmoniosamente sua gaita com os olhos fechados. Não falava com ninguém a pouco mais de três semanas, para isso agia de uma forma muito rude com os outros de todas as maneiras possíveis. Construíra uma barreira de gelo em torno de si mesmo.
O motivo? As brigas tão constantes que aconteciam em sua casa todos os dias entre seus pais. Ele não agüentava mais ouvir bate-bocas e discussões sem sentido, isso quando não via estilhaços de vidro ou porcelana espalhados por todo o chão. Quando perguntava o que ocorrera a resposta era sempre "está tudo bem."
Mas não estava tudo bem e ele se questionava se algum dia já esteve tudo bem. As brigas sempre existiram só que em escalas menores... Muito menores.
E ainda tinha o seu irmãozinho TK, tentava evitar que ele ouvisse e visse as brigas trancando-se com ele no quarto e ligando a televisão no ultimo volume de forma que no dia seguinte mal suportava as dores de cabeça.
Assistindo ao menino loiro estavam um par de olhos castanhos avermelhados muito curiosos. A menina estava sozinha visto que seu melhor amigo faltara. As outras meninas? Estas mantinham distância dela pois ela era diferente. Afinal de contas que menina normal gosta de jogar futebol em vez de brincar de boneca?
A mocinha levantou-se e caminhou até o garoto loiro, poucos meses mais velho que ela, e sentou-se ao seu lado.
É um fato muito raro crianças se importarem mais com os outros do que com si mesmas porem algumas crianças nascem com esse "Dom" e ela, ao ver aquele menino tocando gaita sozinho, sentiu que ele precisava mais de ajuda do que ela.
"O senpai está bem?"- perguntou com um sorriso amigável no rosto.
"Não é dá sua conta!"- Ele gritou a ela levantando-se- "SUA PIRRALHA!"
Ele esperou que ela lhe desse um soco, gritasse com ele ou simplesmente saísse correndo para contar a professora ou diretora. Talvez ir a diretoria não fosse algo tão ruim visto tudo o que ele estava passando...
No entanto a garotinha simplesmente olhou para ele e cruzou os braços.
"Você não manda em mim!"
"Mas eu sou o mais velho!"
"E eu mais nova e daí? O que o senpai vai fazer quanto a isso?"- Perguntou fazendo um biquinho e franzindo as sobrancelhas.
De repente Matt começou a rir, o jeito como aquela garotinha falava, com tanta determinação, era muito engraçado. Curvou-se levemente para cumprimenta-la.
"Meu nome é Yamato, hajimemashite."
" Yamato-senpai, que legal!"- Ela sorriu fazendo o garoto corar.
"É bem..."- começou sem graça- " Quantos anos você tem hein?"
A mocinha mostrou cinco dedos em sua mão direita e um com a mão esquerda indicando 6 anos.
"Por que não está brincando com as outras meninas?"
A menininha olhou para as outras que a fuzilavam com os olhos enquanto trocavam as roupinhas de suas bonecas. Acenou para elas inocentemente, duas ainda acenaram de volta e sorriram, as outras fingiram que não viram e outra, bem menos educada, lhe mostrou a língua.
"Qual o pobrema delas?"- O rapazinho perguntou.
"È que eu so esquisita."- respondeu de cabeça baixa.
"Porquê?"
"Porquê eu gosto de joga bola."
"Uma menina que gosta de joga bola?"- Fez uma pausa surpreso- "Que.. legal."
"Sério?"- Perguntou espantada.
"È sim, você pelo menos não é igual a elas. Ela não me parecem muito legais como você."
"Descobri uma cosa boa em você."
O rapazinho loiro fitou a menininha com o rosto vermelho de vergonha e esta simplesmente sorriu. O sinal soou.
"Tenho que ir!"- A mocinha disse e acenou para seu novo amigo. – "Tachau"
"Como é o seu nome?"- Perguntou Matt vendo-a se afastar.
"Sora."- Respondeu olhando para o céu, mais especificamente para uma nuvem que parecia Ter a forma de um coração branco.
"Tchau... Sora."
Ela acenou novamente, correndo para o meio do montinho de crianças de sua sala e desapareceu em meio a elas. Yamato ficou observando-a até sua professora chamar para que ele entrasse também.
Tradução e curiosidades-
Hajimemashite- Prazer em conhecê-lo (a)
Baka- Idiota
Okaa-san- Mãe ( mamãe)
Juku- Mais ou menos um cursinho japonês, como para os pais é desonroso q os filhos repitam de ano os paisos colocamem uma escola particular ( depois do horário da escola normal) que vai das 19:00 até as 22:00
Nota: os japoneses entram as 8 e saem as 18:00 do colégio...
Kogal- A sociedade japonesa eh estremamente consumista, assim algumas garotas se prostituem para poderem comprar "bugigangas", por passarem mais tempo em clubes, praças e praias do que na escola geralmente possuem a pele mais bronzeada do que a de outras meninas.
Senpai- Veterano, denominação respeitosa para tratar os alunos mais velhos na escolas japonesas. ( a antes q alguém me xingue pelo q eu lembro o Mattt tah uma série na frente do Tai e da Sora ok?)
Ufa! Cap. novo, ficou mais comprido do que eu esperava espero que pelo menos tenha fikado bom e que vcs naum tenham pulado muitos parágrafos...
Outra coisa: Ninguém foi ver a surpresa naum ú.ù? Deu tanto trabalho pra achar figura! Fikei mal tempão procurando... Sorato entaum nem se fala! ( se alguém tiver uma figura q naum tah na galeria pleeease me manda, eu tenho 7 galerias de Taiora mais só 3 de Sorato)
A quem deixou comentários
Nathalia- Olá Tudo Bem? Que bom que vc estah gostando da fic! Eh, parece que se tivesse uma eleição pra presidente o Tai ganhava XP ( Bem acho q esse meu comentário naum foi lah muito inteligente "¬¬) . Bom a Minha teoria pra Sorato eh q os opostos se atraem e pra Taiora eh que os equivalentes se combinam P Assim pra mim os dois combinam igualmente com a Sora P Bjs e obrigada pelo comentário
Star- Oiiiee- fazendo festinha- bom te ver!Obrigada. eu me esforcei bastante pra escrever aquele cap.Q bom q vc naum vai parar de ler XP ... Bom, nessa fic o esquema naum eh votação infelizmente... mas quem sabe? Nem mesmo eu sei com quem a Sora vai ficar...
PS: Jah estou indo ler sua fic
Hikari Tenchin- Obrigada de novo- vermelha- Já nem sei mais como agradecer vc pelos comentários...Bom a tradução vc jah nem precisa agradecer pq era obrigação minha colocartah bom? Ainda bem q vc tah aprendendo japonês! Quer uma dica pra decorar melhor? Anota algumas palavrinhas na contracapa de algum caderno tah? Eu pelo menos faço isso !
Eh bem equilibrado mesmo, faço o possivel pra não deixar um lado em mais vantagem q o outro ... A Sim,aguarde por mais TK e Kari, dependendo de como for talvez eu coloque um capitulo extra soh mostrando o relacionamento dos outros casais.Quanto a não Ter festivais ai em Portugal eu tenho uma amiga q tb mora ai e reclama disso pra mim . Mas naum se preocupe, depois q eu dominar o mundo festivais de animes serão obrigatórios uma vez por mês em todos os 5 continentes! Huhauahuahua cof cof cof... Valeu mesmo hein?
Miharu Nakamura-Mimato mesmo? Q bom q a minha bola de cristal tá funcionando XDD MAMÃE EU ESTOU PERTO DE CONQUISTAR MUNDO XDD – se tocando q ainda tava escrevendo- Bem er... segundo minhas previsões falta mais um capitulo praMimi voltar a participar.
Não se preocupe eu não desisti da fic! Acontece q eu tive algumas semanas de provas no Sábado ( acredite, eu tenho aula em alguns sábados...) Mas eu não vou desistir da fic exatamente por três motivos:
1-Eu prometi que ia fazer a Mimi voltar e eu pretendo cumprir
2-Eu tb não sei com quem a Sora vai ficar XP O .O
3-Eu simplesmente estou AMANDO escrever essa fic! Pode naum ser a melhor q eu jah escrevi ou a mais comentada, mais eu adoro muuuito ela.
Bjs, obrigada pelo seu apóio e comentário, fiquei muito feliz em saber q vc gostou tanto assim da fic...- feliz-
Bom gente eh isso...
Dúvidas, sugestões, criticas ou comentários deixem uma review. Sugestões muito grandes ou ameaças de morte só aceito pore-mail ù.u ( para preservar a integridade fisica e pscicologica da vitima e a sua tb). E.. Alguem ai quer me Adicionar no msn:DD Por favor?
Bjs ateh o proximo capitulo
