Bella Cullen PDV
Meus olhos se abriram e encararam o teto do quarto desconhecido. A luz do sol entrava pela janela panorâmica. Por um momento me perguntei onde estava, confusa, antes de me lembrar.
Um sorriso pequeno nasceu em meu rosto.
A noite passada, tinha sido a melhor noite da minha vida. Melhor do que qualquer coisa que achei que seria. Lembrei de todas as vezes escutar as colegas da minha escola falando como a primeira vez delas tinha sido horrível e dolorida, como poucas tinham conseguido sentir prazer. A minha não tinha sido nenhum pouco parecida com o que falavam.
Não foi horrível. Pelo contrário. Foi mágica. Foi perfeita. Nunca me senti tão amada, especial e desejada como Edward me fez sentir.
Virei na cama, sentindo um peso em meu corpo e o encontrei dormindo ao meu lado, sua perna em cima das minhas e seu braço na minha cintura.
Seu rosto sereno, sua boca levemente aberta.
Ele era tão lindo. E era meu esposo. Só meu e seria para sempre assim.
Levei minha mão ao seu cabelo, tirando uma mexa de sua testa e fiz um carinho suave, me inclinei e beijei sua bochecha.
Ele nem se mexeu.
Era raro eu acordar e ele ainda estar dormindo, então aproveitei aquele momento o observando.
Não sei como isso tinha acontecido, mas Edward de alguma forma parecia ter curado meu coração com seus gestos, palavras e carinho.
Ele me curou com seu amor. Nós ainda não tínhamos dito as três palavrinhas, mas eu me senti a mulher mais amada no mundo na noite anterior, eu podia sentir em seu olhar, beijos e toques. O verdadeiro amor estava nos gestos mais simples. Percebi que o amor, não precisava ser gritado para o mundo inteiro ouvir, precisava ser cuidado e demonstrado em ações para mim e para ele.
Com cuidado afastei seu braço e consegui sair da cama sem despertá-lo, meu corpo doeu um pouco, mas nada demais. Parecia apenas que havia corrido uma maratona.
Fui para o banheiro aliviando o aperto em minha bexiga, a banheira estava cheia e tirei a tampa para a água descer, aproveitei e tomei um banho rápido, prendendo meu cabelo. Era incrível como nem parecia que estávamos no meio do mar, o iate era bem equipado e nem balançava. Me sequei e me enrolei com um roupão, encarando minha imagem no espelho.
A Bella ali era a mesma e de alguma forma ela estava diferente.
Eu não era mais a mesma Bella de dois meses atrás, uma garotinha imatura. Eu era uma mulher, uma mulher poderosa de a porra de um mafioso. Um mafioso que me amava.
Balancei a cabeça passando água no meu rosto e escovei os dentes sem conseguir parar de me lembrar de tudo da noite anterior. Cada beijo, cada toque, cada palavra sussurrada, ele se movendo dentro de mim, seu coração batendo em sincronia com o meu.
Depois que nos amamos no convés, ele me trouxe para dentro em seu colo e tomamos banho de banheira, com muitos beijos e mesmo dolorida eu o quis de novo.
Nunca iria parar de querê-lo.
Ele era como uma série que nunca cansava de assistir. Um livro que era impossível de largar.
Passei a mão em meus lábios inchados e sorri lembrando dos nossos beijos, sua língua na minha, ele me segurando em seus braços fortes.
— O que está pensando? — escutei uma voz e meus olhos se abriram encontrando Edward me encarando pelo espelho.
Ele estava despreocupado, a cara ainda de sono e o cabelo todo bagunçado, completamente nu e sem estar preocupado com aquele fato.
Tentei não olhar para baixo, mas já tinha conhecido aquela parte de sua anatomia muito bem noite passada.
— Na nossa noite — corei um pouco ao dizer.
Ele sorriu e se aproximou de mim.
— Foi uma excelente noite — pegou em minhas mãos.
— Então você gostou? — perguntei apreensiva.
— Bella — ele subiu e tocou meu rosto, soltando o lábio que eu mordia. — A noite passada foi a melhor noite da minha vida.
— A melhor de todas?
— É claro que foi.
Eu sorri com isso, extremamente feliz.
— Você estava preocupada que não fosse?
Assenti.
— Você teve outras mulheres antes Edward e eu nunca fiquei com ninguém daquela forma antes — admiti.
— Acredite em mim quando eu digo que nenhuma mulher com quem já deitei se compara a você. É como comparar uma gota de água com o oceano inteiro ou uma estrela com a galáxia. Com elas foi só sexo, com você foi muito mais que isso, foi…
— Amor — completei corajosa, encarando seus olhos.
— Amor — concordou encostando sua testa na minha.
Eu funguei, lágrimas escorrendo dos meus olhos.
— Por que está chorando?
Balancei a cabeça passando a mão em seu rosto e me livrei das lágrimas.
— Porque não esperava que fosse me sentir assim depois de…
— Jacob — completou com uma careta.
Eu assenti. Coloquei minha mão em seu rosto que suavizou.
— Eu achei que eu e ele era de verdade, nosso relacionamento começou de uma forma tão pura, parecendo tão certo, achei que ficaríamos juntos para sempre.
— Todo mundo acha isso no primeiro amor.
— Mas era uma mentira, ele só queria se aproveitar de mim e já com você… — apontei meu dedo para seu peito. — Nós começamos de uma forma tão errada, eu podia não te odiar, mas eu não gostava de você, eu realmente queria que você morresse algumas vezes.. e agora… não posso imaginar minha vida sem você. Como o que começou tão errado pode ser tão certo?
Ele segurou meu rosto entre suas mãos.
— Para mim não começou errado Bella, assim que vi sua foto eu senti alguma coisa e não conseguia parar de pensar em você, em como era, das coisas que gostava. Eu tinha que te ver por isso fui naquele dia no seu trabalho, quando a vi ali sabia que eu estava perdido. E quando a vi no jantar toda maquiada daquela forma fazendo de tudo para que eu não gostasse de você eu tive a certeza que te amaria, ali naquela noite.
— Amaria?
— Eu te amo Bella Cullen, você é a dona do meu coração, da minha alma, do meu corpo, dos meus pensamentos, é dona de tudo quem eu sou e de quem serei um dia. Eu vivo e morro por você, meu amor.
— Ah Edward, eu também te amo, amo você demais. Você curou meu coração, fez eu descobrir quem eu sou de verdade, você é meu homem, meu marido e juntos somos um só para sempre. Eu te amo tanto que eu não sei nem dizer, obrigada por tudo — o abracei com força. — Obrigada por não ter desistido de mim no começo, obrigada por ter ficado sempre do meu lado, mesmo com tantas patadas que eu te dei.
Ele riu.
— Isso que me fez me apaixonar ainda mais por você. Eu que agradeço por ter transformado minha vida, baby. Nós éramos como o sol e a lua, totalmente opostos um do outro, mas agora eu te prometo Bella, vamos viver um eclipse constante até o fim de nossas vidas. Mesmo distante sempre vamos estar juntos.
Me emocionei com suas palavras e sorri acariciando seu rosto. Ele se inclinou e beijou minha testa, meus olhos, lágrimas e nariz até chegar aos meus lábios.
O beijo foi bem lento e profundo, eu podia sentir todo amor dele por mim e tentei colocar o que estava sentindo também por ele.
Edward e eu, a partir daquele momento, estaríamos sempre juntos.
Fiquei na ponta dos pés o beijando com mais força.
Edward Cullen PDV
Bella me apertou mais forte e o beijo ficou mais profundo. A abracei com força, ainda sem acreditar que ela tinha se declarado para mim, confesso que achei que demoraria mais tempo, mas não podia estar mais feliz por estar errado.
Apertei-a em meus braços e ela se esticou mais para mim, parecendo ficar na ponta dos pés. Ela era minha mulher. Minha. Minha. Minha.
Queria gritar para todo mundo. Queria que nossos inimigos tremessem de medo, pois eu tinha certeza que seríamos imbatíveis juntos.
Eu deslizei minha mão pelo seu corpo e puxei o nó do roupão. Ela estava nua e era tão linda.
— Edward — parou se afastando de mim.
— Hum... vem cá. — puxei-a de novo.
— Por mais que eu queira continuar isso, eu estou um pouco dolorida.
Eu parei ofegante.
— Droga, amor, desculpe — me separei dela.
Seus olhos brilharam com alguma coisa e deu um sorriso pequeno.
— Tudo bem, só podemos esperar um pouco, né?
— É claro que sim. Temos a vida inteira para isso.
— A vida inteira — concordou.
Ela envolveu o roupão de volta no seu corpo e no mesmo instante escutei um barulho forte do seu estômago roncando.
— Tem alguém vivo aí? — ri.
— Para com isso! Estou com fome, queimei muitas calorias essa noite.
— Isso é verdade — dei um maldito sorriso de comedor, lembrando de como tinhamos queimados bastante calorias e de como eu queria que queimassemos mais.
— Vou ver o que tem para nosso café.
— Ok, só vou usar o banheiro e já te encontro.
Bella assentiu e saiu.
Eu fiz tudo que tinha que fazer escovando os dentes, usando o banheiro e tomando um banho rápido, peguei uma sunga preta na mala, que raramente usava e vesti, colocando uma bermuda preta por cima.
Saí do quarto procurando ela, Bella não estava no convés e percebi que as coisas da mesa do jantar tinham sido tiradas. Olhei o mar a nossa frente e o céu azul, o clima estava perfeito, precisava só encontrar minha mulher.
Fui em direção a pequena cozinha que ficava aos fundos, escutando seus movimentos.
— Porra, quer me matar é? — arfei colocando a mão no peito ao chegar na cozinha e a encontrar com os braços esticados tentando pegar uma vasilha no armário de cima.
Era a visão do paraíso, já que ela só usava um biquini amarelo que não deixava nada para imaginação, ele era quase todo enfiado naquela bunda gostosa, que estava coberto por uma saia transparente e curta. Bella se virou e vi como ficava ainda melhor ou pior na parte da frente. A parte de cima empinava ainda mais seus seios e tinha uma correntinha dourada.
— O que foi? — perguntou inocente.
— Nada, vamos comer — engoli em seco.
Mudei de assunto já que não podia viver só comendo ela, o que era uma droga! Bem que podia ser um ser imortal que não me cansava nunca, assim podia viver sem precisar parar de fazer amor com Bella.
Nós comemos entre risinhos e conversas, estávamos com fome, por não ter comido nada no dia anterior. Dei um relaxante muscular para que ela pudesse tomar também, não queria que ela ficasse mais dolorida.
— Deixa a louça aí, depois eu lavo — falei mesmo sem nunca ter lavado nada.
Eu era um playboy, mas por ela lavaria depois.
— Vamos aproveitar o sol.
Bella assentiu e saímos para o convés.
Ela se deitou no mesmo lugar que a tinha feito minha.
E eu admirei seu corpo maravilhoso.
— Para de me olhar assim — riu me encarando babando nela.
— Não consigo, você está toda boa aí — lambi meus lábios.
Ela sorriu balançando a cabeça.
Com uma ideia em mente, eu tirei minha bermuda ficando só com a sunga.
— Sabe, eu lembro de você ter concordado que teríamos direitos iguais aqui e eu não estou de sutiã — sugeri passando a mão em meu torso nu.
Ela levantou o rosto e me encarou.
Arqueei minha sobrancelha a desafiando.
Como esperava, ela não recuou. Ergueu seu tronco um pouco e desamarrou a parte de cima do seu biquíni.
— Melhor assim? — agitou um pouco seus seios maravilhosos.
— Bem melhor — mordi meus lábios olhando para eles.
Ela revirou os olhos, mas então se virou ficando de bunda para cima, fiz biquinho me deitando ao seu lado.
— Quantos anos você tem hein? Parece que não saiu do colegial.
Eu ri.
— Depende, na certidão tenho 29, na cabeça uns 45, mas meu pau tem uns 15.
Ela riu apenas e se aproximou, deitando a cabeça no meu peito.
— Quero ficar aqui com você para sempre.
Eu beijei sua cabeça.
— Infelizmente só temos mais hoje e amanhã.
Bella suspirou, eu passei a mão por suas costas nuas subindo e descendo, ela fez o mesmo por meu estômago.
Ficamos ali abraçados por um momento, apenas apreciando a beleza do oceano sem fim e daquele sentimento poderoso que nos envolvia.
Ela se afastou e voltou a se deitar de novo com a barriga para cima.
Levantei e estiquei meus braços.
Ela ergueu os óculos e me olhou.
— Onde vai?
— Mergulhar está muito quente aqui, quer vim comigo?
— E entrar aqui? Tá doido?! Pode ter tubarão! — sua voz saiu alarmada, eu ri.
— Esperamos que não né — pisquei e corri.
Pulei dando um mortal e cai na água gelada e salgada.
Afundei e nadei para cima de volta.
— Seu idiota! — Bella falou da proa com a mão na cintura e parecendo irritada.
Uma gatinha brava e semi nua.
Hum…
— Vem para cá também — chamei-a.
— Nem morta.
Eu ri dando de ombros e nadando.
— Vem amor a água está uma delícia — pedi de novo.
Ela continuou me encarando.
— Não entro aí nem a pau.
— Vamos lá, você perdeu a aposta, se lembra? Me deve uma.
— Eu não disse que gostava de você.
— Só que me ama. — rebati.
— Exatamente, é diferente e você falou primeiro. Se isso for contar, você perdeu.
Eu bufei, dramático.
— Você que sabe — dei de ombros e mergulhei na água, nadando, mas submergir gritando. — Aiai! está me dando caimbra — menti fazendo uma careta. — Não consigo nadar. Me ajuda!
Bella riu e se encostou no mastro ali, relaxada, enquanto ainda fingia.
— Vai precisar de mais que isso, você é um péssimo ator.
Eu bufei, de novo. Joguei água em sua direção, mas ela se esquivou.
— Vamos lá Bella, você me deve não tomou nem um banho de praia comigo em Maldivas.
— Isso é verdade.
— Então, vem para cá. Vamos aproveitar, linda! Por favor — fiz um biquinho.
Ela suspirou balançando a cabeça.
— Eu devo mesmo te amar — sussurrou e eu sorri quando ela se jogou na água tampando seu nariz.
Nadei até ela e a segurei pela cintura. Bella segurou em meus ombros.
— Essa água tá muito fria.
— Para mim ficou muito quente — beijei seus lábios.
— Se eu morrer porque um tubarão me comeu, eu volto do inferno só para te pegar — sussurrou.
— Só eu posso te comer aqui — desci minha mão apertando mais sua bunda.
— Ah é, é? — roçou sua boca na minha e envolveu minha cintura com suas pernas, na água ela ficou ainda mais leve.
Bella então empurrou meus ombros para baixo me fazendo afundar, ela saiu de cima de mim. Eu submergi na água e joguei nela, que se afastou. Ficamos brincando um pouco antes de eu não aguentar e puxá-la para mim.
Bella me abraçou com suas pernas e inclinou seu corpo na água ficando boiando, era a visão do paraíso.
Ela subiu de novo e nadamos juntos para baixo, nos beijando debaixo d'água. Respiramos com força quando voltamos para cima e ela rebolou no meu membro, apertando suas pernas ao meu redor.
— Bella…. É melhor a gente parar você está dolorida e…
— Eu não quero parar, quero que me foda bem aqui. — mordeu meu lábio com força.
— Puta que pariu. — não esperava ouvi-la toda desinibida daquele jeito.
— Lembra quando nos beijamos pela primeira vez? Você disse que gostava das coisas selvagens, me mostra como você gosta — pediu baixinho.
— Não quero te machucar.
— Você não vai, eu quero tudo com você Edward, quero lento e doce como ontem e quero forte e selvagem como você disse.
— Porra.
Sem resistir eu agarrei seu cabelo e puxei com força.
— Você quer assim é?
— Sim — gemeu e se esfregou em mim.
Eu desci meus lábios pelo pescoço dela, chupando sua pele subi minha mão e apertei seu seio. Voltei minha boca para seus lábios.
— Vamos sair daqui— nadei com ela agarrada em mim.
— Não pode ser aqui?
— Poder pode, mas está ficando mais tarde e alguns barcos podem aparecer e o que eu quero fazer com você não quero plateia nenhuma.
Bella me soltou e subiu as escadas.
Eu bati em sua bunda, quando ela ficou bem na minha cara.
— Ei — reclamou virando para mim.
— Nem vem, você disse que queria as coisas selvagens agora aguenta.
— Vai ter direitos iguais?
Eu ri.
— Sempre, agora sobe logo.
Bella Cullen PDV
Eu dei espaço para ele subir no iate e lambi meus lábios vendo a água salgada do mar escorrer pelo seu corpo gostoso. Edward de sunga ficava um espetáculo ainda mais com aquele volume delicioso que estava gigante ali.
Era impossível resistir a ele.
Ele sorriu malicioso parecendo saber exatamente o que eu estava pensando, para minha surpresa me pegou no colo e me jogou em seu ombro como se eu fosse um saco de batata. Estava feliz do relaxante ter feito efeito e não me sentir tão dolorida, mas nem se tivesse sentindo ia parar isso.
— Edward! Não pode fazer isso. — fiquei preocupada dele me pegar assim.
— Calada — senti de novo um tapa em minha bunda e arfei.
Aquilo era bem excitante.
Ele caminhou comigo para dentro, indo em direção ao quarto e me jogou em cima da cama bagunçada.
— Você vai ficar quietinha, sem se mexer — sua mão deslizou pelo meu corpo e puxou a calcinha do biquíni.
Estava molhando a cama, mas nunca que iria parar isso.
— Droga Bella, seu corpo é tão lindo, você é tão linda. — suas mãos subiram e desceram pela minha lateral.
— Ed... por favor não aguento mais — eu não sabia o que aquele homem tinha que me deixava ensandecida daquela forma. — Preciso de você.
Eu só o queria, demais. Como alguém perdido no deserto precisava de água, eu precisava dele.
— Onde você me quer?
— Aqui — deslizei minha mão para o centro das minhas pernas e enfiei um dedo dentro de mim.
Eu estava tão molhada.
— Negativo, só eu posso tocar em você, entendeu? — pegou em minha mão e lambeu meu dedo, depois se inclinou me beijando. — Você não tem ideia das coisas que quero fazer com você, tudo que já imaginei, que já sonhei. Você me deixa como um maldito adolescente virgem cheio de desejo, Bella.
— Me mostra, me mostra tudo.
Cedo demais ele saiu de cima de mim.
— Ei — reclamei.
Edward pegou algo no armário que tinha ali.
— Vamos ter que comprar uns brinquedinhos depois — avisou esticando uma corda.
— O que vai fazer?
— Te prender.
Eu arfei.
— Você confia em mim?
— Sim — estendi meus braços, sem hesitar.
Edward pegou meu braço e os amarrou na grade da cabeceira da cama.
— Não sabia que curtia masoquismo.
— Não curto, mas sempre fiquei doido de desejo imaginando você assim, à minha mercê, deixando fazer o que quiser contigo, isso me deixa louco de tesão.
— Quero você — pedi.
— Ainda não.
Ele saltou da cama e pegou uma blusa branca e a embolou toda.
— Edward — reclamei quando ele tampou meus olhos com a blusa, deixando só minha boca e nariz destampados.
Ele riu em meu ouvido.
— Você me dá permissão para tudo que eu quiser fazer?
Engoli em seco.
— Depende, vai me dividir com alguém?
Ele riu.
— Nunca, só eu toco seu corpo.
— Vai me bater com um chicote que nem Christian Grey?
— Não sei quem é esse, mas não curto esse lance de espancamento, só umas palmadas e um bom sexo sujo. — sua voz sussurrou no meu ouvido.
— Então faça o que quiser comigo, eu sou sua e nunca serei de mais ninguém.
Senti seus lábios nos meus, beijando-me com força.
Quebrei o beijo para sussurrar:
— Mas lembre-se que temos direitos iguais aqui e depois vou poder fazer o mesmo com você.
Ele riu.
— Esperarei ansioso por isso.
Inclinei minha boca em direção a sua voz e abri minhas pernas, dando livre acesso a ele. Mas ele não me tocou lá.
— Eu já volto — plantou um beijo em meus lábios e senti seu peso deixar a cama.
— Edward!
Ele não voltou e respirei fundo, confiando no que ele faria. Pensando que eu estava ali, amarrada apenas o esperando, me excitou.
Contei até 78 antes de ouvir seus passos se aproximando e seu corpo de volta para cima do meu.
— Demorei?
— Demais.
Arfei ao sentir algo gelado deslizar pelo meu estômago.
— Você gosta disso?
— Sim.
Edward subiu o gelo que deslizava em meu corpo para meus lábios, apesar de gelado, o choque do frio em meu corpo me deixava ainda mais quente.
Ele não demorou muito ali, deslizando para meu pescoço e em seguida para meus seios.
— Edward por favor…
— O que foi? Não está gostando? — esfregou o gelo em meu mamilo.
— Sim, mas quero mais, preciso de mais. — abri minhas pernas.
Ele deslizou o gelo por minha barriga e me remexi presa. Depois sugou toda a água que ficou lambendo e chupando minha pele, mas ignorando o lugar que eu mais queria.
— Vamos ter que comprar uns brinquedinhos depois. — seus dedos finalmente deslizaram mais para baixo — Caralho, sua boceta está tão molhada, isso tudo é para mim? — esfregou sua mão em mim, mas não me penetrou.
— Sim. — gemi.
— O que você quer? Me diga?
— Me fode — pedi desinibida.
— E você quer isso com meus dedos — enfiou dois dedos em mim e os movimentou, eu arfei, mas cedo demais ele os tirou — minha língua, — sua boca beijou minha virilha e lambeu minha entrada, sua língua se enfiando dentro de mim e eu gemi, rebolando meu quadril, mas de novo ele se afastou — ou você quer que eu te foda com meu pau?
Senti o peso dele em meu sexo, ele esfregando seu membro em minha entrada e pressionando meu clitoris com ele.
Arfei.
— Seu pau, me fode com seu pau! — implorei sem aguentar mais.
Ele não esperou nenhum segundo e me invadiu com força, eu gritei de dor e de excitação.
— É isso que você quer safada?
— Sim, por favor, vai! — ele se movimentou dentro de mim e eu gemi extasiada com o prazer que sentia.
Isso era tão bom. Por que não tinha feito isso antes? Droga.
Edward levantou meu quadril e senti algo macio embaixo de mim, depois ele empurrou minhas pernas e as dobrei, isso o fez ir ainda mais fundo dentro de mim, seu membro longo me invadindo fazendo meu corpo tremer.
— Isso, aí, sim — comecei a gemer mais alto.
Ele se movimentou com mais força seu corpo se chocando no meu e estocando fundo dentro de mim, eu não demoraria muito.
Senti seus lábios lambendo os meus e nos beijamos conforme ele se movimentava para dentro de mim.
— Eu vou gozar, — avisei sentindo aquela sensação se aproximar.
Mas então ele parou.
— Ainda não gostosa — saiu de dentro de mim.
— Não, onde você vai, que merda Edward!
Escutei sua risada.
Eu iria matá-lo, meu corpo estava pulsando como nunca. Porém senti ele soltar meus braços.
— Quero você de quatro para mim — me girou na cama com facilidade e deu um tapa forte na minha bunda.
Eu gemi com a ardência que senti, mas que logo pareceu formigar em meu corpo todo. Eu me apoiei na cama e me empinei para ele.
— Que bunda gostosa — gemi e sentir uma mordida ali.
— Edward por favor, anda logo. — arranquei minhas vendas e senti ele me invadindo de novo, segurando meu quadril.
— Isso não para de empinar, Bella. Segura na cama.
Eu segurei na cabeceira deitando mais meu tronco e gritei quando o sentir atingir um ponto em mim, que me fez tremer toda.
— Você gosta assim? — puxou meu cabelo e senti ele se chocar mais forte em mim.
— Sim, não para! — gritei gemendo.
— Rebola vai.
Eu rebolei meu quadril e ele investiu para dentro de mim. Sua mão acariciando minhas costas e me deu outro tapa na bunda.
— Edward! — gritei meu corpo todo tremendo e se contorcendo sem eu conseguir me conter.
Ele tirou sua mão do meu cabelo e me puxou pelo pescoço, fiquei ainda mais excitada, sua boca mordiscou meu ombro e gemi, fechando meus olhos com força.
Eu gritei enquanto gozava, ele não parou de investir e senti de novo o prazer me tomar, ele urrou e gozou.
Desabamos na cama suados e respirando com dificuldade.
— Você esta bem? — perguntou tirando o cabelo do meu rosto.
— Mais que bem!
Sorri abertamente.
Não deveria ter nenhuma mulher no mundo mais feliz e bem comida que eu nesse momento.
Ele riu e beijou meu rosto.
— Não te machuquei né? Você gostou?
— Não e sim, pode fazer mais vezes.
Ele riu.
— Vamos fazer, isso foi leve, depois vou comprar uns brinquedinhos e apimentar isso.
— Vou adorar.
— Eu sei que vai, safada — apertou minha bunda com força me puxando para ele e beijando minha boca.
— Ed..
Quebrei seu beijo.
Ele arqueou a sobrancelha em minha direção.
— Ed?
— Um apelido para seu nome seria legal não?
— Não, nunca gostei. — fez uma expressão séria.
— Mais um motivo para eu usar.
Ele riu me apertando.
— Você tem sorte de eu te amar.
— Você que tem sorte de eu te amar— rebati.
Nós rimos, ele me beijou.
— Então, qual apelido vai usar comigo?
— Am... — fingiu pensar — Bruxa, porque você me enfeitiçou assim que te vi.
— Isso não é fofo. — reclamei.
— Melhor que demonia.
Arfei e soquei seu braço, ele riu e fez cócegas em mim, me afastei dele.
—O que ia falar?
— Me leva para o banheiro, acho que não consigo mexer minhas pernas — fiz manha, mas realmente estava exausta.
Ele riu e se levantou da cama me carregando em seus braços.
Eu nunca esqueceria desse fim de semana.
— Eu te amo, Ed — beijei sua bochecha.
— Eu te amo, minha bruxinha.
Bruxinha, até que gostei disso.
Nota da autora:
Oii amores, como estão? O que acharam do capítulo? aiai esses dois né hahaha
já deu ne, literalmente a Bella pelo menos kkkkkk
Finalmente eles se declararam e tão bem amorzinho um com o outro, ansiosa para saber o que acharam do Ed e da Bruxinha nesse capítulo hahah
Vou falar uma coisa, vocês só comentam quando tem drama mesmo né? Primeira vez beward e só tivemos 18 comentários. Fiquei um pouquinho triste e decepcionada, mas vida que segue né! O jeito é colocar drama para vocês comentarem bastante então no próximo capítulo... vamos entrar na reta final da fic e Jacob vai aparecer hahaha!
Comentem amores e até mês que vem! Beeijos
