Ohaioo ^^
aaaaantes de tudo, queria dizer q eu ganhei uma fic de presenteeee o////
*festeja*
bom, eu esqueci de pedir pra por aqui o link, mas se a senhorita AizawaChanYatta ficar brava eu tiro depois :P
.net/s/5035572/1/MiKami_Sama
eu recomendo XDDD
bom, agora vamos ao cap 9 (que teve uma ajuda muito bem-vinda da senhorita Nina baka chanx3 que agora virou senhorita Hatsu)^^
bjos***
Capítulo 9- Mentiras
Mello***
A água fria do chuveiro escorre pelas cicatrizes do meu corpo, aliviando as queimaduras da noite passada. Ahh... Um momento sem ele. Sem aquele cretino desgraçado por perto.
Mas por mais que eu queira estar sozinho, Matt está comigo. Não como eu gostaria que estivesse, mas dentro da minha cabeça ele vai e volta sem parar, em cada lembrança boa ou ruim ele volta de novo e de novo pra me torturar pelo que eu fiz com ele.
"O que eu fiz de errado Mello?" Sussurra a voz no meu ouvido. "Por que Mello, por que você não pode me amar?" Mas Matt eu te... "Me ama? Você não me ama Mello, se amasse não teria feito aquilo comigo" Pare com isso Matt, por favor... Eu não tive escolha... Você tem que entender...
"Você me abandonou"
E aquela voz fica repetindo na minha cabeça o tempo todo essa mesma maldita frase. E eu não consigo ficar em paz.
Me enrolo na toalha e vou pra cozinha procurar desesperadamente um chocolate. Um não, uns dez. Pego do armário uma barra, que coloco inteira dentro da minha boca. Preciso tirar o gosto dele de mim. Me sento na cadeira da cozinha e abro mais uma embalagem, observando o apartamento. Vazio. Uma faísca de esperança se acende em mim. Mas será que...
Um bilhete. Tem um bilhete na mesa da sala.
"Mello,
Como você deve imaginar, sou uma criatura muito atarefada. Sai pra resolver algumas coisinhas.
Mas não se iluda amor, estou de olho em você. Não tente nenhuma gracinha.
Everto"
Cretino. Escondo meu rosto entre as mãos e respiro fundo para não entrar em desespero. Tenho que sair daqui...
Matt***
Acordo de sobressalto com uma velha me atravessando pra entrar no prédio atrás de mim. Me levanto meio enjoado. Porcaria de vida pós-morte...
Começo a caminhar pelas ruas com a expressão vazia. Dentro de um beco escuto os gritos de uma mulher desesperada. Penso em ir até lá pra ajudar, mas que sentido isso faz agora? Que sentido tem salvar a vida de uma pessoa se eu mesmo precisava ser salvo e ninguém nem ao menos se importava? Ignoro os gritos e continuo andando.
O que fazer quando você é imortal e quer morrer? Irônico, não é mesmo?
A voz dele enche meus pensamentos num ato de tortura, sendo a única coisa que ainda faz sentido.
"Pensando em voltar Matt?" Ouço seu sussurro dentro da minha cabeça. "Não te quero de volta. Não quero te ver nunca mais. Você me decepcionou Matt. Tenho nojo de você..." Mello...
Encaro o chão. O que eu faço agora? Um casal acaba de me atravessar, apressado. Por um impulso vindo não se de onde, sigo-o até um motel na esquina em frente. Hmm... Imagino se Deus me mandaria pro inferno por assisti-los fazendo amor.
Na esperança de deixar este mundo, entro no quarto junto com o casal e me sento em uma poltrona encostada em um canto, assistindo sem emoção o homem tirar a blusa e o sutiã da mulher.
Em menos de 5 minutos, começam os gemidos. À medida que ficam mais altos, fecho meus olhos e tento desesperadamente evitar uma lembrança muito antiga, de quando ainda era vivo.
FLASHBACK
-Você parece bem feliz, Mello. -sorrio para o loiro sentado no banco do passageiro.
-Mas é claro que estou feliz!! Hoje obtivemos um progresso enorme no caso Kira, Matt. Quase posso senti-lo em minhas mãos...
-Wooow... A cada dia que passa eu questiono mais a sua masculinidade, sabia Mello?-zombei.
-E eu a sua Matt, e eu a sua. -vejo aquele sorriso malicioso surgir devagar em seus lábios sem entender o por que.
Estaciono o carro na garagem vazia do prédio e abro a porta, me recostando à ela enquanto acendo um cigarro.
-Não entendo porque você questiona a minha masculinidade, Mello. Nunca te dei motivo.
Silêncio. Mello sai do carro e fica me encarando por um bom tempo. Olho pra ele.
-Que foi?!
Ele abre um sorriso malicioso e anda em volta do carro até mim, deslizando sua mão pelo capô do Chevrolet vermelho.
-Posso te dar um motivo, se quiser. -me desafiou.
Droga Mello, você sabe que eu não resisto à desafios...
-Tudo bem então. - dou uma tragada no cigarro, esperando pacientemente.
Ele se aproxima de mim e sinto sua mão esquerda deslizar livremente por baixo da minha blusa listrada, enquanto a direita puxava minha cabeça para trás, deixando meu pescoço livre para a boca que o mordiscava suavemente.
Mello se afastou um pouco. Ofegante, pensei em perguntar por que tinha parado, mas disse outra coisa:
-Ainda estou esperando o motivo, Mello. -sorri.
Ele sorriu de volta e me pressionou com força na lateral do carro, me fazendo sentar em cima do capô enquanto tirava meu colete com violência, quase o rasgando. Sorriu ao olhar pra mim e foi chegando mais perto, subindo no capô também e mantendo seu olhar fixo no meu enquanto tirava minha blusa. Jogou a peça de roupa no chão e parou pra me olhar sem camisa. Chegou mais perto do meu rosto, contornando os músculos do meu abdômen quase sem tocá-los. Eu continuava ali, lutando para não agarrá-lo ou dar algum vestígio da minha excitação (o que na verdade não fazia muito sentido, afinal ele já tinha percebido há algum tempo que eu estava gostando).
Mello aproximou lentamente sua boca da minha, até quase roçar seus lábios na pele sensível, e parou por ali, me rodeando se me tocar realmente. Sentia sua respiração em mim tão perto, tão perto...
Não conseguindo mais me segurar, investi contra ele pra beijá-lo, mas ele se afastou com um sorriso triunfante.
-Isso é motivo o bastante? -perguntou.
-Mello seu gay manipulador... -xinguei enquanto recolhia minhas roupas do chão e tentava controlar minha respiração.
Ele riu e passou seu braço em volta do meu ombro, andando assim comigo até nosso apartamento.
FIM DO FLASHBACK
Quando voltei a mim o casal já estava nos finalmentes, e eu comecei a pensar que tudo aquilo não fazia o menor sentido. Se Mello tivesse tanto nojo de gays (ou bissexuais, no meu caso), ele nunca teria me provocado daquele jeito!
Enquanto o casal colocava as roupas e se aprontava pra ir embora, eu batia minha cabeça na parede, me odiando por não ter percebido isso antes. Tem alguma coisa muito errada nessa história.
Mello***
Duas horas da tarde. E eu continuo aqui nessa merda de apartamento imaginando o que o escravo sexual do Diabo faz durante o dia. Fico mudando os canais da TV na esperança de encontrar algum programa sobre "como conseguir a liberdade" ou "como fazer o Diabo desistir de te comer todos os dias", mas o melhor que eu encontrei foi um documentário do National Geographic. Soltei um grito de frustração e joguei a TV pela janela. Que saco!! EU QUERO SAIR DESSE LUGAR!! ME TIRA DAQUIIIIII!!!!!
Já estava com a cadeira da cozinha pronta pra ser jogada na parede quando a campainha tocou. Seria Everto? Não, se fosse ele já teria aparecido direto por trás de mim. Coloquei a cadeira no chão e fui atender a porta.
Abri a porta e dei de cara com um Matt nada simpático. Continuava perfeitamente arrumado e sua roupa estava impecavelmente limpa, mas sua cara não estava nada boa. Meio atordoado, fiquei quieto por um momento, mas logo me lembrei que ele não podia ficar perto de mim.
-Droga Matt, sai daqui! -fui fechando a porta, mas a empurrou com tanta força que ela voou até o meio da sala.
-Matt...?!-fui pra trás.
-Você. Mentiu. Pra mim!!! -Matt me empurrou contra a parede e depois me jogou em cima da mesa. Meu Deus o que deu nele ??!!
-SE LEMBRA DAQUELE DIA MELLO? -ele gritou, e depois sussurrou perto do meu ouvido-... Quando você provou que nenhum de nós era tão hetero assim?
Fiquei mudo. Merda, ele descobriu.
-Matt aquilo foi brincadeira e...
-CALA A BOCA SUA VADIA LOIRA! -ele berrou- PARA DE MENTIR PRA MIM!!
Silêncio. Fiquei imóvel, com medo de ser morto pelo meu próprio anjo da guarda. Ele me olhou de cima a baixo e de repente me agarrou. Puxou minha cabeça pra trás e beijou meu pescoço com o máximo de cuidado que sua pressa permitia. Arrancou à força meu colete de couro enquanto mordiscava minha orelha e eu gemia de prazer. Seu toque não agredia minha pele como o de Everto, seu toque me curava, atraia meu corpo pra cada vez mais perto do seu.
Meu Deus Matt... Você não poderia estar aqui! Mas eu não quero que você vá embora...
Eeeeeeeeeeeeeeeee o/
Mais um cap *-*
Bom, esse final era pra ter ficado engraçado, mas o humor vai ficar pro começo do cap 10 mesmo ^^"
Humor dramático, não se enganem.
suuhsauhsauhsahusauhsahusa
mtos Bjos***
e não se esqueçam de me mandar reviews!!!! XDD
