Ohaiooo!
Ai ai.... Que tristeza D:
Pois é pessoal, este é o último capítulo de New Angel... Vou sentir falta de deixar lembretes por todo canto me lembrando de escrever mais um capítulo
E das reviews de vocês, principalmente ,______,
Fiquem sabendo que se não fossem elas eu não teria nem passado do capítulo 2!!
Ah! E pelo que eu andei vendo, New Angel fez muuuuito mais sucesso que Os Últimos Dias!! As duas tem quase o mesmo número de caps e mesmo assim New Angel passou de 20 reviews a mais. E também tivemos duas ilustrações(uma minha , q eu vcs vão pode vê no link aqui embaixo com a outra ilustração )! *3*
Link para as ilustrações:(esse link por enquanto só tem a minha ilustração pois preciso da autorização da senhorita Hatsu pra postar a dela :x mas logo logo posto outro link pra ilustração dela ^^ )
daochan . deviantart . com / art / new-angel - 134654507 (copiem e tirem os espaços, FF n me dexa por link ¬¬")
E agora vamos ao cap!cofcofcoflemoncofcofcof 8D
Beijos***
AVISO: antes de começar quero avisar que esse cap contém "cenas obscenas", ou seja, lemon. Então, muito cuidado e quando achar q a coisa tá ficando quente demais pule pra linha de asteriscos se não quiser ver. :)
Capítulo 12 - Vício
Depois de toda aquela luta pra salvar a vida de Mello eu acabei desmaiando no chão do hospital, ao lado da porta de cirurgia. Anjos também ficam cansados. Mas foi melhor assim, do contrário eu ficaria me remoendo a noite inteira pensando no que eu poderia ter feito pra mudar aquela situação, pensando em como a culpa de tudo aquilo era minha por não ter percebidos os sinais antes. Por tê-lo abandonado. Mas a partir de agora eu vou cuidar melhor dele. Vou ser um ótimo anjo da guarda. Você vai ver Mello...
Quando acordei, fiquei olhando pro teto branco da recepção e batendo minha cabeça na parede. O que eu faço agora...? Droga eu devia ter seguido aquela enfermeira quando ela levou Mello... E agora?
Resolvi esperar que a enfermeira voltasse para que eu pudesse segui-la até o quarto de Mello, pois eu estava totalmente perdido naquele lugar. Bom, era de se esperar, já que a minha vida inteira eu passei ao lado daquele loiro metido. Dou uma leve risada, lembrando dos velhos tempos no orfanato para crianças superdotadas. Desde que me lembro por gente eu tinha Mello do meu lado. Minha lembrança mais antiga, aliás, era de quando eu havia conhecido Mello.
FLASHBACK
"-Crianças! Atenção! - a professora anuncia assim que entra na sala- Hoje teremos um aluno novo. Pode entrar Mello!
Levanto meu rosto da carteira. Quem é aquele maluco?! Mal deve ter cinco anos e já se veste como um striper...
-Pode sentar ao lado do Matt, Mello. -a professora aponta pra mesa ao meu lado, estranhando suas roupas tanto quanto eu.
Completamente sem expressão ele se aproxima. Senta na carteira do lado e olha pra mim como se estivesse me analisando. Hmm... Até que ele é bonito. Sorrio sem perceber e fico vermelho. Droga! É melhor eu falar alguma coisa antes que ele estranhe...
-O-oi! S-sou o Matt!
-Bom dia Matt. Posso saber no que estava pensando quando sorriu pra mim e ficou vermelho?
-A-AH NADA NÃO!-me desespero. Merda ele é mais inteligente do que eu imaginava...
-Hmmm... Ok. -ele olha pra frente.
Ufa... Ele caiu!
-Mas... Só pra você saber, também te achei bonito Matt. -ele sorri, malicioso.
Afundo minha cabeça na carteira totalmente vermelho de vergonha.
FIM DO FLASHBACK
Desde então nós somos amigos. E desde então é torturante pra mim ficar muito tempo longe dele. Ainda mais quando ele está prestes a morrer.
Me levanto do chão ,assustado. A enfermeira da noite anterior ainda não havia voltado. Será que... Ah meu Deus...! O QUE EU ESTOU FAZENDO AQUI PARADO LEMBRANDO DO PASSADO?!!! Olho ao meu redor, pensando no que fazer. Esperar estava fora de questão. Não ia agüentar nem mais um minuto sem saber se eu consegui ou não salvá-lo. Não agüento nem mais um segundo sem ele.
Eu preciso te encontrar...
De repente me lembro que eu sou um anjo (ainda não me acostumei) e basicamente posso fazer o que eu quiser, inclusive atravessar portas. Entro na qual levaram Mello e paro no meio do corredor branco. Fico girando no meio do lugar, tentando encontrar a enfermeira, mas todos pareciam tão iguais... Mesmas roupas, cabelos presos em toucas iguais...
Completamente desnorteado, me ajoelho no chão e olho pro teto. CARAMBA DEUS, ME DÁ UMA LUZ!!
De repente, sou atravessado pelo cara da manutenção do hospital. Encaro ele com raiva por ter interrompido meu momento dramático, e então vejo o que ele está segurando. Lâmpadas. Muitas caixas de lâmpadas.
Levanto correndo do chão e o sigo até o final do corredor, onde ele para pra trocar uma lâmpada. Vamos logo zelador... Estou com pressa!
E então eu a encontro. A enfermeira. Ela passa por mim como um relâmpago, junto a uns 5 médicos e corre pra dentro de um quarto. Parecia sério.
Mello!
Sigo o grupo sentindo meu coração prestes a enfartar. Não seja o Mello, não seja o Mello!!
Entro correndo no quarto e fico ali parado, encarando o rosto tenso dos médicos que tentavam salvar a vida do paciente. Eles estão cercando a cama, eu não consigo ver... Eu não quero ver...
Eles começam a gritar uns aos outros e fazer massagem cardíaca no paciente. Olho pro monitor ao lado da cama. Ele está morrendo...!!
-SALVEM ELE!! POR FAVOR NÃO O DEIXEM MORRER...!!
Grito desesperadamente para os médicos, mas é inútil. Eles não podem me ver, me ouvir, me sentir. Nada.
De repente, os médicos param de gritar. Ficam paralisados um minuto, olhando para o paciente.
Mello...?
Cobrem o corpo do paciente com os lençóis azuis do hospital.
Não pode ser...
Os médicos e a enfermeira da noite passada começaram a preparar o corpo com desânimo, sussurrando uns para os outros coisas como "Era tão jovem" ou "Coitado, morreu tão sozinho...".
Não pode ser...!!!
Depois que os médicos deixam o quarto, vou até a cama e pego a ficha do paciente. "Nome: Indefinido. Idade: Entre 19 e 21 anos
Descrição: Cabelos loiros, olhos azuis. Pele muito branca."
NÃO!!!
Não... Por favor... Mello...
Caio de joelhos ao pé da cama. Eu sou um idiota. Eu sou um maldito cretino idiota incompetente. Eu não consegui te salvar Mello... Me desculpe...!!!
Deito na cama ao lado do corpo de Mello, sem levantar o lençol de seu rosto. Não posso ver... Mello... Assim...
Começo a chorar sem parar e sussurro para ele pedidos de desculpas que eu sei que não vão adiantar em nada. Eu sou um idiota miserável filho da mãe e nada vai mudar isso. Eu matei Mello. Matei meu amor. Deus... Me mande pro inferno...
Ouço passos no quarto, provavelmente algum enfermeiro vindo buscar o corpo. Fecho os olhos e abraço o corpo de Mello com força. Ninguém vai tirá-lo de mim.
Sinto sussurrarem no meu ouvido:
-O que você pensa que está fazendo com esse corpo, Mail Jeevas?
O QUÊ?!
Viro pra trás num pulo e caio da cama. Encaro o par de pernas envoltas em couro a minha frente, quase chorando outra vez. Ele se abaixa e olha pra mim.
-Você tá ficando muito chorão ultimamente, Matt. Desse jeito eu não vou conseguir te agüentar por toda a eternidade. - ele sorri.
Ele... Mello. Quando foi que ele ficou tão sexy assim?! Estava impecável com suas roupas de couro. Uma jaqueta grossa e brilhante, calças apertadas... Sua cicatriz parecia estar menor. E seu olho... Está diferente, brilhante... Tem alguma coisa estranha nele. Mas o importante é que ele está aqui. Comigo.
-Mello...? MELLO...?! -sinto um nó na minha garganta e começo a soluçar. Eu não acredito...
Ele faz uma careta preocupada e me puxa para um abraço forte.
-Ah, qual é Matt, pára com isso cara... Eu estou aqui.
É bom mesmo que esteja. E nem pense em me soltar.
-Eu não acredito... -Começo a sussurrar ainda meio soluçante -... Que eu errei o quarto...! QUE MERDA.
-SAHUSAUHASUHASUHASASHUUASHUHAS!!! Só você mesmo pra fazer uma dessas bem na hora da minha mo... ops! -ele para de falar.
-Sua o que? - me afasto um pouco de seu abraço.
Ele me olha preocupado.
-Você não vai sair daqui até me contar a história inteira. -agarro forte sua cintura e olho ameaçadoramente pra ele.
Ele sorri maliciosamente e diz baixinho:
- E quem disse que eu quero sair daqui?
-Uma hora você vai se cansar de mim. - olhei pra ele e percebi que não ia.
Resolvi tentar uma abordagem diferente.
- Se você não abrir a boca logo eu vou embora.
Ele olha pra mim e solta um suspiro.
-Ok, seu teimoso. Mas se Ele ficar puto não diga que eu não avisei. -Mello aponta pro teto.
-ELE? NÃO ME DIGA QUE...?!
-Sim. Eu morri Matt... As feridas que aquela puta do Everto fez em mim atingiram direto meu coração, então não agüentei muito tempo. Eu morri, mas fui pro céu, graças ao que você fez por mim. Tenho certeza que Everto ficou furioso por isso. Hehehe... Bom, mas continuando, eu não fiquei lá no céu por muito tempo. Você deve saber, aquelas coisas coloridas saltitantes me deram ânsia de vômito... Então Deus achou melhor me mandar pra cá, pra ficar com você... - ele me encara por algum tempo, tentando entender minha expressão, e depois continua- Me desculpe Matt eu sei que...
-SE DESCULPAR?! -eu me levanto- EU É QUE FIZ BESTEIRA!! EU NÃO ACREDITO NISSO!! EU DEIXEI... DEIXEI... VOCÊ... morrer...
Ele me olha com aflição e tenta dizer alguma coisa, mas fica quieto.
-MAS QUE INFERNO! -Soco a parede à minha frente, furioso. Eu sabia. Sabia que tinha alguma coisa errada. -Eu sou um cretino mesmo... Mereço morrer de novo!!
-CALA A BOCA!! MAIL JEEVAS NUNCA MAIS FALE ISSO!- olho pra Mello, assustado. Ele recobra o fôlego e continua- NUNCA MAIS OUSE FALAR ISSO SEU DESGRAÇADO!!! PASSAMOS A VIDA INTEIRA NUMA BRINCADEIRA DE GATO E RATO E JUSTAMENTE AGORA QUE PODEMOS FICAR JUNTOS SEM NINGUÉM PRA ME MATAR OU TE MATAR VOCÊ FALA QUE QUER MORRER DE NOVO?! EU NÃO MEREÇO ISSO! FIQUEI ESCUTANDO DEUS FALAR UM MONTE DE COISINHAS BONITINHAS SOBRE "COMO EU MUDEI" PRA VOLTAR AQUI E VOCÊ ME DIZER ISSO?! EU SINCERAMENTE ESPERAVA MAIS DE VOCÊ DO QUE FICAR CHORANDO COMO UM RETARDADO E DEPOIS QUERER SE MATAR! AGORA FICA AÍ TENTANDO QUE EU VOU EMBORA SEU BOSTA!
Silêncio. Mello ficou ofegando do outro lado da sala e eu fiquei parado, em choque. Tentei me mexer, mas minhas pernas estavam bambas. Agora que ele é um anjo como eu significa que eu posso apanhar dele como antes. Ou até mais, se considerarmos a situação.
Mas tudo que ele disse é verdade. Todo esse tempo eu fiquei me fazendo de coitado e não considerei o que ele queria e sentia. Eu realmente sou um idiota.
-Mello eu... -Mello sai correndo da sala e eu corro atrás dele.
-ESPERA MELLO!!
-NÃO. Se quiser falar comigo vai ter que me pegar. -e correu mais rápido ainda. Mas que droga, QUANDO FOI QUE ELE APRENDEU A CORRER ASSIM??
Sigo ele até o estacionamento do hospital, onde ele rouba um carro e sai em disparada. Eu grito pra ele, inconformado:
-VOCÊ É UM ANJO MELLO, DESDE QUANDO PODE ROUBAR CARROS??? SABIA QUE NINGUÉM PODE TE VER?!!
-FODA-SE- ele grita e mostra o dedo do meio, já fora do estacionamento.
Olho ao meu redor. Eu não posso deixar ele ir embora, preciso falar com ele! Preciso dele. Além de que se ele ficar sozinho é bem capaz que destrua a cidade inteira.
Roubo uma moto que estava parada ao meu lado e saio em disparada seguindo o rastro de pneu que ele deixou, alcançando seu carro em alguns minutos. Emparelho minha moto do lado da janela do motorista.
- VOCÊ TÁ PARECENDO UMA CRIANÇA MIMADA MELLO FICA CALMO !!! EU SINTO MUITO TER TE TRATADO DAQUELE JEITO, EU... Eu vou ser bonzinho de agora em diante. Eu prometo. Eu fiquei muito feliz por você estar aqui Mello, você sabe que eu fiquei! Você sabe que eu te... Te...
Ele continua olhando pra frente, sério.
-Estou esperando Matt.
Meu rosto fica vermelho e eu começo a suar frio.
-Ah, qual é Mello, você sabe o que eu ia te dizer... Sempre soube! Desde quando nos conhecemos.
Ele vira o rosto pra mim, ainda sério.
-Está vendo aquele semáforo logo à frente? -ele aponta.
-Sim, mas o que...
-Está vendo aquela velinha atravessando a rua com a neta?
-Mello do que você tá falando?
-Termine o que você estava dizendo. E é melhor ser rápido, pois estamos nos aproximando delas.
Olho para as duas no final da rua, apavorado. MEU DEUS.
-Mello você é um anjo, você realmente não devia matar pessoas!!
-Diga.
-PARA COM ISSO VOCÊ VAI MATÁ-LAS!!
-DIGA!!!!
-TÁ BOM CARALHO EU TE AMO!!!! VOCÊ É UM FILHO DA PUTA CHANTAGISTA MAS EU TE AMO DESDE O PRIMEIRO MALDITO MOMENTO QUE VOCÊ ENTROU NA SALA COM AQUELA ROUPA DE STRIPER!! EU TE AMO EU TE AMO EU TE AMO!! EU FAÇO QUALQUER COISA QUE VOCÊ ME PEDIR, ENTRO EM QUALQUER ROUBADA!! EU MORRI POR VOCÊ, MATEI POR VOCÊ E FARIA TUDO DE NOVO!! POR FAVOR... Eu te amo...
Ele sorriu, mas continuou acelerando o carro. DEUS, PARE ESSE MALUCO!!
-MELLO, NÃO!!!! -grito pra ele assim que ultrapassamos o semáforo.
Olho pra trás. A senhora e a menina continuam inteiras, como se nada tivesse acontecido, mas as pessoas parecem não enxergá-las... Que estranho, isso me lembra alguma coisa... PERAÍ!
-MELLO. SEU. IDIOTA.
-Você sempre trabalhou melhor sob pressão, meu amor. -ele riu e continuou - A propósito, aquelas duas eram fantasmas. Funcionam basicamente como agente, só que não tem todos as coisas legais como voar. E você devia ser capaz de identificá-las como eu, sabia?
-Eu estava... Muito assustado pra isso. -Sussurrei, indignado e tremendo.
-Vamos pra casa. -Mello diz, me lançando um olhar sugestivo e sorridente.
-Ah, claro. Fácil assim? Tem certeza que não vai tentar matar mais ninguém? -digo enquanto lanço um olhar inconformado.
-Seja bonzinho Matt. -ele sorriu e acelerou.
O caminho pra casa foi quase como uma corrida. Nem olhei meu velocímetro, mas posso apostar 50 paus com você que estava a mais de 200 por hora. E mesmo assim Mello estava bem à frente.
Depois desse acontecimento brochante saindo do hospital eu nem lembro mais o que é que eu queria fazer quando visse Mello de novo. Tenho certeza de que havia prometido pra mim mesmo fazer alguma coisa com ele quando nos encontrássemos... Não consigo me lembrar! Droga!
Chegando no prédio, Mello pára o carro na garagem e eu faço o mesmo com a moto. Fico de pé ainda meio perdido e me aproximo dele.
-E então, vamos subir?
Mello me olha com uma cara hesitante.
-Tem certeza? Aqui está bom. -ele sorri.
-... Bom? -ergo uma sobrancelha.
-Muito bom. -ele me pega pela camisa e me encosta na porta do carro, beijando levemente meu pescoço. Hmmm... ... Acho que estou começando a me lembrar o que eu queria fazer com ele.
-Aaah... Será que a gente pode fazer isso Mello... ? -pergunto meio hesitante.
-Claro que sim. Do contrário eu não estaria aqui com você. - ele me beija.
-Eu sei disso, não digo poder nesse sentido... -fico vermelho. Ele beija meu ombro e olha pra mim.
-Hah! Vai me dizer que você não conferiu se está tudo aí? -ele me olhou incrédulo- foi a primeira coisa que eu fiz quando voltei!!
-Será que eu também tenho ainda...?- olhei com insegurança. Ele ri e beija minha testa.
-Você tá parecendo uma criancinha... -ele sussurrou, continuando alto- Claro que tem. Do contrário eu não estaria com a mão aqui.
Dou um gemido de prazer e olho pra baixo, surpreso. De fato Mello estava com a mão naquilo. Ahhh...
-Me-mello... -tento pronunciar, meio atordoado. Arqueio minhas costas em mais uma onda de prazer e arranho a tinta do teto do carro com minhas unhas. Ah meu Deus...
-Matt eu esperei tanto... -ele sussurra no meu ouvido enquanto desabotoa meu cinto e o joga do outro lado do estacionamento.
-Mello... Eu te esperei também... -tiro seu casaco e jogo no chão enquanto mordisco sua orelha.-Achei que nunca mais teríamos a chance de fazer isso...
-Você parece tão inocente falando assim Matt... Seja direto. Diga sexo. Eu achei que nunca teria a oportunidade de transar com você Mello, meu docinho. -ele imitou minha voz.
- Ahh... Matt você é tão gostoso... Eu quero você a noite inteira... - imitei a dele.
-Hah! Mas você tem razão. -ele abriu minha camisa e beijou meu peito de baixo pra cima, sussurrando no meu ouvido- E nós ainda estamos de dia. Temos bastante tempo.
Olhei pra ele, que já estava agachado no chão à minha frente e sorri. Nada disso meu docinho.
Puxei-o pra cima pela camisa e o joguei no capô, amassando o carro. Sabia que não o machucaria se ele não merecesse. É assim que funciona pros anjos.
Subi em cima dele e sussurrei em seu ouvido.
-Minha vez...
Ele sorriu pra mim e eu desabotoei sua camisa devagar, beijando cada reentrância de seu pescoço, percorrendo com minha língua cada linha de seu peitoral enquanto ouvia Mello gemer suavemente e sentir seu coração descompassado embaixo do meu.
Desabotoei sua calça o mais devagar que consegui, tremendo de ansiedade e excitação.
Finalmente você é meu, Mello. Sorri pra ele.
-AAHHHHHHH...!!- ele geme de prazer e arranca um retrovisor do carro, onde ele estava segurando quando coloquei seu membro em minha boca.
Ignoro seus protestos e continuo ali beijando seu sexo, até que Mello solta um gemido longo e me puxa para um beijo de repente, me virando de costas para o capô do carro e depois de costas pra ele.
-Eu te amo. - ele sussurra em meu ouvido enquanto termina de tirar minhas calças. -Me desculpe... Isso vai doer um pouco.
Tento virar a cabeça para encará-lo mas sou jogado contra o capô do carro outra vez.
-AAAAAAAAAAAHHHHH...!!! -arranco o outro retrovisor do carro.
-Me desculpe...! -Mello se aproxima do meu ouvido, preocupado.- Quer que eu... Pare?
-Não...! Conti-continue... -gaguejo ainda anestesiado pela dor.
Ele sorri e continua seus movimentos, dessa vez mais suaves e ficando mais intensos aos poucos. A dor some gradualmente, dando lugar a um prazer indescritível que fica cada vez melhor.
-AAAAAAhhhhh... !!!- gritamos juntos, caindo exaustos lado a lado no capô do carro.
Ele olha pra mim e abre um sorriso enquanto sussurra outra vez "eu te amo".
Sorrio de volta e abro a minha boca para responder, mas apenas consigo balbuciar algumas palavras e desmaiar, exausto
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Não me lembro de ter dormido aqui. Aliás, não me lembro nem de ter dormido, mas pelo que parece eu estou deitado na minha cama, no meu apartamento.
Como raios eu fui parar aqui??
-Pensei em te preparar alguma coisa, mas como você é um anjo pensei que não estaria com fome... -Mello sorri pra mim, parado na porta do quarto vestindo apenas suas calças de couro. - Então eu peguei isso pra você.
Ele joga um maço de cigarros na cama ao meu lado, da minha marca favorita. Eu pego a caixa mas pensando melhor...
-Sabe Mello, faz tempo que eu não fumo um desses...
-Eu percebi... Desde que você virou um anjo não fuma mais, quase não joga videogame... Tô até te estranhando um pouco. -ele diz enquanto dá uma mordida em seu chocolate e olha para a barra, meio hesitante. Ele olha pra mim de novo, rindo - Parece até que deixou todos os seus vícios.
Olho pra ele com um sorriso sugestivo e me levanto da cama, indo até ele.
-Não desisti de todos... Ainda sobrou um.
-Qual ? - Ele me pergunta, confuso.
-Você.
Sinto seu sorriso se abrir pra mim enquanto pego sua mão e o puxo pra cama.
EEEEEEEEEEEEEEEEEE... não. Tô triste de te terminado a fic ):
Mas to orgulhosa de te conseguido *-*
Enfim, eu queria agradecer vcs por terem me acompanhado até aqui e por terem me elogiado tanto XD
Obrigada a todo mundo que me mandou reviews, inclusive quem eu não pude responder por não terem perfil (desculpem TT-TT),
Obrigada senhorita Aizawa por ter me apoiado desde o começo, por ter me dedicado uma fic e por ter me mandado reviews quilométricas x3
Obrigada senhorita Hatsu por ter me apoiado e feito a ilustração do Matt no céu XD
Obrigada todas vocês *O* (quero todas comigo na próxima fic... assim que eu tiver uma idéia boa TT-TT")
Ah!Quem quiser saber minha nova idéia pra próxima fic ( n é de death note ) é soh avisar na review q eu conto XD
E eu quero reviews caprichadas hein! sahusauhsahusauhsauhsuahhsua
Espero q tenham gostado do final (:
Beijooos***
