x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x
-

-

-

Donzela Ardilosa

-

-

x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x

-

Capítulo 5

Rin não sabia por que havia se agachado para recolher essa moeda caía. Talvez simplesmente fosse o instinto que tinha desenvolvido a partir todos os anos que ela tinha economizado cada centavo de sua casa. Mas nesse instante suspeitou que essa moeda tinha sido uma armadilha. Sesshoumaru, sentindo que alguém o seguia, tinha deixado cair à moeda intencionalmente, pensando que quem se aproximava se agacharia para recolhê-la.

Esse idiota tinha tido muita sorte de só ter perdido seu equilíbrio. Surpreendendo-a dessa maneira, ele poderia ter sofrido algo muito pior que alguns meros arranhões de azevinho. Se ela não tivesse se contido, ela poderia ter lhe quebrado um braço ou poderia tê-lo deixado inconsciente com um pontapé no queixo.

Não que ele não merecesse isso. Sua intuição tinha demonstrado ser acertada. Esse canalha estava planejando algo.

Ela vinha seguindo-o por um longo tempo. A solução dos problemas no castelo não havia lhe tomado muito tempo. Ela tinha enviado um rapaz a outro monastério para procurar mais vinho. Tinha empregado lágrimas para convencer o comerciante de especiarias para que abaixasse o preço. E lhe tinha sugerido ao chefe do canil que lavasse os lençóis ele mesmo.

Depois tinha saído sigilosamente para espiar sir Sesshoumaru. Como era de se esperar, ele estava vasculhando o bosque com toda a meticulosidade de um caçador que rastreia uma raposa.

Que demônios ele estava fazendo?

— Sesshoumaru? — Ela lhe perguntou com preocupação fingida.

— Estou bem. — Seu cenho franzido estava com perplexidade. – E você?

Ela acenou.

— O que...? — Ele se perguntou, esquadrinhando o caminho para ver com o que havia tropeçado.

— O terreno é muito escorregadio nesta área. — Mentiu ela. — Entre o musgo e o barro, é surpreendente que alguém possa caminhar por aqui.

— Hmm. — Ele usou o pau como bengala para ficar de pé, depois o lançou para um lado. — O que faz aqui, minha lady?

— Eu estava procurando por você... — Ela murmurou. — Eu temi que você pudesse estar perdido.

Ele arqueou uma sobrancelha divertido.

— Perdido?

De repente Rin recordou que segurava a moeda.

— E acredito que deixou cair isto.

— Realmente? — Ele apalpou a bolsa de moedas, verificando se havia um buraco nela. — Não, não acredito que seja minha.

Seus olhos se estreitaram. Ele estava mentindo. Essa moeda tinha que ser dele. As moedas de prata não apareciam espontaneamente como cogumelos no caminho do bosque.

— A quem mais poderia pertencer?

Ele estendeu a mão, mas em vez de tomar a moeda, ele envolveu a mão dela na sua. Fechando seus dedos ao redor da moeda e lhe piscando um olho.

— Se você a encontrou, é sua, minha lady.

— Não ficarei com algo que não me pertence.

— Ah. Uma mulher de altos valores morais.

Isso não tinha nada que ver com valores morais. Tinha que ver com uma compulsão que ela tinha por manter o equilíbrio, uma compulsão nascida de seu treinamento na arte da guerra da China.

— É que não posso suportar as contas desequilibradas.

— Você deve ser excelente na gestão do castelo, então.

Ela tentou não se sentir lisonjeada. Sucumbir à adulação a deixava débil. Mas era satisfatório que alguém reconhecesse os talentos que ninguém mais parecia notar. Rin baixou seu olhar para esconder o prazer secreto em seus olhos.

— Espere.

Ela levantou o olhar novamente. Ela franziu o cenho quando ele abriu a mão, depois a levantou para estudar a moeda de prata de perto.

— Hmmm. — Ele moveu a moeda em sua palma, examinando ambos os lados. — Humm.

— O que foi?

Ele a olhou seriamente nos olhos e lhe confidenciou.

— Penso que esta não é uma moeda comum.

— O que você quer dizer?

Ele sacudiu a cabeça.

— Não é como nenhuma que eu tenha visto antes.

Ela franziu o cenho e estudou a moeda. Parecia-lhe uma moeda absolutamente comum.

— Mas...

— Na verdade, não acredito que seja uma moeda deste reino, absolutamente. — Ele fechou seus dedos ao redor da moeda uma vez mais, e olhou a seu redor para se assegurar que não havia ninguém os ouvindo, depois sussurrou solenemente. — É prata das fadas.

Durante um segundo, ele pareceu tão sério como uma tumba.

Cem idéias se cruzaram pela mente de Rin. Esse homem tinha enlouquecido. Ou estava senil. Eles estavam sozinhos no meio de um bosque solitário. E ele levava algemas entre seus pertences.

Então um brilho de malícia lentamente se instalou em seus olhos, e ela se deu conta que esse canalha estava zombando dela.

Ela não ia lhe responder. Era uma brincadeira infantil. Uma brincadeira que subestimava sua inteligência. E uma piada muito ruim. Mas apesar de seus melhores esforços, um brilho de diversão gradualmente se mostrou em seu próprio olhar.

— Sim? Prata das fadas? — ela repetiu.

— Ah, sim. — Ele lhe assegurou, sua expressão era completamente séria. - Elas devem tê-la deixado no caminho... Para te ajudar a me encontrar.

Rin sufocou um sorriso. Ele era um talentoso contador de histórias, quase tão bom mentiroso como era ela.

— De verdade?

— Sim. — Mas ele franziu o cenho, ainda que houvesse rugas do prazer reservado nos cantos de seus olhos. - Mas é uma pena que tenha me encontrado tão cedo. - Disse ele com um suspiro. - De outro modo, elas teriam lhe deixado uma trilha inteira de moedas de prata.

Ela arqueou uma sobrancelha.

— Tantas moedas?

— Oh, sim.

— Bem, não podemos deixar que as contas das fadas fiquem desequilibradas. — Com um brilho malicioso em seus olhos, ela tomou a moeda de sua mão e se dispôs a lançá-la aos arbustos.

— Não! — Ele lhe agarrou o braço.

Rin sorriu com satisfação. Nenhum homem gostava de perder dinheiro.

Sesshoumaru quase abandonou seu fingimento, mas rapidamente ela improvisou.

— A moeda tem que ter... Um propósito. — Então ele a enfrentou com um sorriso de triunfo. — Um propósito muito nobre se te conduziu até mim. — Ele levantou a mão de Rin, e lhe deu um beijo suave.

Deus, ele era muito bom. Suas brincadeiras eram quase tão charmosas como suspeitas.

Colocando a moeda em sua bolsa de moedas, Rin enlaçou seus dedos com os de Sesshoumaru.

— Bem — ela perguntou tão casualmente como foi possível, balançando suas mãos vagarosamente para frente e para trás enquanto avançavam pelo caminho — O que estiveste fazendo?

Sesshoumaru se encolheu de ombros.

— Caminhando, explorando, absorvendo a beleza de Higurashi. — A forma como seu olhar pousou sobre seu rosto deixava poucas dúvidas de que beleza ele falava.

Ela desviou o olhar e lentamente passou um dedo sobre um galho de carvalho coberto por musgo.

— Você esteve ausente durante tanto tempo que pensei que talvez tivesse ido pescar trutas ou cavalgar ou caçar... Algo. — Rin o observou de relance para avaliar sua reação.

Ele a estudou durante um momento antes de responder, como se imaginasse o quanto ela havia visto.

— Na verdade, estive caçando.

Ela piscou, detendo-se no caminho, estava sobressaltada por sua franqueza.

— Caçando?

— Sim. — Ele sorriu envergonhado. — Estive caçando flores. — Ele baixou seu olhar. — Com a esperança de poder lhe oferecer uma pequena amostra de meu amor. Mas não encontrei nenhuma flor.

Rin levantou suas sobrancelhas. Flores?

Sesshoumaru tomou os dedos dela entre os seus e sacudiu a cabeça com resignação.

— E aqui estou, fiquei longe tanto tempo que a preocupei. — Ele levou a mão dela até seus lábios e lhe beijou as pontas dos dedos como pedindo desculpas. — A forcei a vir me buscar... — Ele beijou seus nódulos. — E estamos absolutamente sozinhos no bosque... — Ele beijou o dorso de sua mão. — ...Habitado por todo tipo de animais perigosos.

Rin sorriu com satisfação e retirou sua mão. Ela tinha vagado sozinha por esse bosque desde que era muito pequena. Animais perigosos de fato.

— Feras — ele assegurou, seus olhos brilhando enigmáticos — ...Animais que poderia saltar repentinamente para te devorar. — Ele inclinou sua cabeça e agora lhe sussurrando sobre seu cabelo, e seu hálito quente roçava sua têmpora. — Abusar de um corpo sensível. Fazer um banquete com carne tenra. — Ele grunhiu.

Esse patife era insuportável. Rin fez uma careta e lhe deu umas palmadas para afastá-lo. Mas ele parecia destemido. E a maneira como ele estava olhando para ela agora, seus olhos escuros nebulosos e brilhantes, como estrelas a espreitar através das nuvens, fez seu inconstante coração palpitar.

Ela se negava a ser seduzida dessa maneira tão infantil.

— Não tenho medo de feras.

— Ah, mas deveria, minha lady. — ele lhe advertiu com um tom dramático. — Elas são selvagens e imprevisíveis. Nunca se sabe quando podem atacar... — Antes que ela pudesse se afastar, Sesshoumaru de repente se lançou sobre ela para lhe mordiscar divertidamente o lado do pescoço.

Rin suspirou e se afastou, mas não sem que antes um arrepio de volúpia percorresse seu corpo. Ela contrapôs nervosamente.

— Os animais também deveriam ser precavidos, pois uma dama tem dentes também.

O sorriso dele se tornou malicioso.

— Pode ser. Mas ao contrário do animal — disse ele, baixando seus olhos para a boca feminina — Seus dentes, minha lady, estão embainhados pelos mais suaves lábios.

Rin não queria se distrair. Mas o calor penetrante do seu olhar fixo, a suave rouquidão de sua voz, e a lembrança sensual de seus beijos a deixavam inquieta e causavam uma lacuna em seus pensamentos. De repente, solucionar o mistério das atividades clandestinas de Sesshoumaru não pareceu algo tão urgente.

Seu olhar vagou para sua boca. Seria tão ruim provar esses lábios novamente? Eles eram doces e flexíveis e úmidos. Seus braços enlaçariam sua cintura apertando-a contra ele, e ela sentiria seu amplo peito pressionado intimamente contra seus seios. As mãos de Sesshoumaru vagariam por suas costas, acariciando sua pele e talvez se enredando em seu cabelo. Não seria algo desagradável.

Além disso, Rin raciocinou, não tinha que manter uma pretensão de ser cortejada por ele? O que seria mais convincente que permitir que ele a beijasse de vez em quando?

Ele colocou a mão sobre sua bochecha e acariciou seu lábio inferior com o dedo polegar. Depois abaixou a cabeça para murmurar contra seu cabelo.

— Na verdade, minha lady, seu beijo domaria a mais selvagens das bestas. — Inclinando a cabeça dela para trás, ele se inclinou para frente para colocar um único e leve beijo sobre sua boca.

Foi como se um anjo a houvesse tocado. Ou um espírito. Ou talvez uma das fadas que Sesshoumaru tinha mencionado. Com efeito, se seus olhos não estivessem abertos, Rin poderia ter acreditado que havia imaginado esse beijo, de tão leve que foi.

Não se parecia em nada com o beijo que ela recordava. Ela se recordava do coração acelerado, o sangue fervendo e a sensação de falta de ar que ele havia provocado nela antes.

Sesshoumaru começou a retroceder, e ela se inclinou para frente. Ele retirou sua mão, e ela apertou seus dedos na parte da frente de sua túnica. E quando seus lábios se separaram com surpresa, ela avançou para reclamá-los.

— Minha lady...

Rin cortou suas palavras com seu beijo, e dessa vez não houve nenhuma dúvida de que ele era um homem de paixões fortes. Ela sentia sua boca firme e real debaixo da dela. Sua pele era vibrante, quase como se um relâmpago fluísse por seu corpo. Quando Rin deixou que seus dedos vagassem, subindo pela ampla extensão de seu peito para colocá-los sobre a pele quente de seu pescoço, ela sentiu seu pulso pulsar rapidamente.

Segundos depois Rin sentia a manifestação inequívoca da luxúria masculina apertando-se contra sua virilha.

Sesshoumaru estava mais que disposto a satisfazer os caprichos dessa moça malcriada. Afinal, tinha assegurado a todos que viera para cortejá-la.

Se ela queria olhares ardentes, ele a derreteria com seu olhar.

Se ela desejava palavras melosas, ele a seduziria com os versos mais floridos.

Se ela tinha fome de beijos, ele seria seu banquete até que ela estivesse saciada.

É obvio, ele não podia avançar... Ainda não. Se sucumbisse ao capricho de Rin muito cedo, ela poderia se cansar dele antes que a missão estivesse cumprida.

Mas, por Deus, ele a desejava.

Por que Rin despertava esse desejo poderoso nele, Sesshoumaru não sabia. Deus era testemunha que ele havia se deitado com muitas mulheres, algumas delas certamente tão dispostas e tão bonitas como essa moça escocesa. Nem sequer se tratava do fato que tivesse passado muito tempo sem uma mulher em sua cama. Um mercenário com prata no bolso nunca passava longos períodos sem uma companhia agradável.

Mas havia algo nessa moça em particular que o fascinava e o deixava louco de luxúria.

Talvez fosse o fato de que as mentiras de ambos tivesse os levado a ter intimidade muito mais rápido que era esperado. Ou talvez simplesmente se tratasse do fato que ambos eram filhotes da mesma ninhada. Fosse o que fosse as mentiras de ambos tinham criado uma relação que rapidamente adquiria uma vida própria. Um simples beijo dela o deixava tremendo como um adolescente virgem.

Quando a mão de Rin maliciosamente descia desde seu pescoço, passando por seu peito, pela cintura, depois ia para seu quadril para apertar uma nádega, Sesshoumaru se deu conta que ia perder o controle, e também soube que estava se distraindo de sua missão. Sesshoumaru se afastou com uma violência estranha, e a manteve a distância, quase não sendo capaz de respirar enquanto tratava de dominar a luxúria.

A expressão de Rin era de atordoamento, de decepção e de necessidade insatisfeita, e Sesshoumaru quase a tomou novamente em seus braços.

Mas seria um erro. Era muito cedo para ir além dos beijos.

— Meu amor — suspirou ele — Realmente põe a prova minha capacidade de contenção.

— Deve se conter? — Ela suspirou, seus olhos vidrados pelo desejo.

— Sim.

— Por quê?

— Oh, minha lady. — disse Sesshoumaru, meio gemendo, meio rindo-se — Se você tem que perguntar, então não devo ser o tipo de homem que achas que sou.

O olhar de Rin desceu para a virilha masculina para ver a prova visível de sua luxúria.

— Oh. — Suas bochechas se ruborizaram imediatamente, e ela se afastou dando um passo para trás.

— Não tema, minha lady. – Ele lhe disse. — Não sou tão selvagem como uma besta. — Ele soltou um suspiro. – Ainda não.

Ele havia se explicado. O fogo em seus olhos se esfriou, e Rin começou a olhar para qualquer ponto, menos para ele. Depois ela cruzou seus braços defensivamente sobre seu peito.

— Talvez devêssemos voltar para a fortaleza — Sugeriu ele, ajustando sua calça. — Antes que sua vigilante criada venha ver se eu abusei de você.

Rin assentiu com a cabeça, de repente estava muito ansiosa para abandonar o bosque. Ela começou a caminhar na frente dele, depois fez uma pausa para tirar da bolsa à moeda de prata. Ela se virou e a colocou na mão de Sesshoumaru.

Ele lhe sorriu.

— Minha querida, meus beijos não se compram. - Ele pôs a moeda na mão de Rin.

Uma ruga de preocupação apareceu em sua testa.

Ele reprimiu uma risada. Gostava de deixar que as contas de Lady Rin ficassem desequilibradas. Ela era encantadora, essa pequena e malcriada espiã podia competir com ele em uma batalha de inteligência, o inflamava com seus beijos, e dirigia excelentemente um castelo e ainda por cima... Equilibrava as contas... Até os centavos.

Na verdade, Sesshoumaru quase desejava poder ficar mais tempo em Higurashi e chegar a conhecer melhor essa moça intrigante.

Seus pensamentos foram interrompidos por passos pesados. Rin rapidamente colocou a moeda na bolsa pendurada em sua cintura.

— Rin? Rin! — Era a criada intrometida e controladora, felizmente havia chegado tarde. — Rin!

Como uma mulher tão pequena podia fazer tanto barulho, Sesshoumaru não sabia.

— Estou aqui, Kaede! — Uma leve nota de irritação tingiu a voz de Rin.

Quando a velha bruxa avançou arrastando os pés furiosamente pelas folhas, ela estreitou seus olhos enfocando-os em Sesshoumaru. Havia uma acusação nesses olhos orientais. Depois lhe cravou uma cotovelada nas costelas para abrir passagem em direção a sua ama.

— Não deveria estar perambulando em um bosque... — disse ela, plantando as mãos em seus quadris, depois acrescentou intencionalmente — ...Habitado por bestas selvagens.

— É exatamente o que eu lhe disse. — Sesshoumaru interveio, piscando um olho para Rin.

— Você vem comigo agora. — Ela disse, agarrando o antebraço de Rin.

Por sua vez, Rin desprendeu seu braço.

— Kaede, irei quando estiver pronta para ir.

Durante um segundo muito longo, houve uma séria tensão entre as duas, Kaede com a testa franzida e Rin com os lábios apertados em uma linha rígida. Finalmente, Rin decidiu.

— Tudo bem. Já estou pronta.

Kaede cruzou seus braços sobre seu peito plano com satisfação.

— Me alegro que seja capaz de desfrutar do ócio. Enquanto isso a fortaleza se afoga em vinho.

— O que quer dizer?

— O rapaz da cozinha é um idiota que não sabe contar.

Rin franziu o cenho.

— O que ele fez?

— Trouxe mais barris de vinho.

— Isso é bom. Eu lhe disse que o fizesse.

— Oitenta barris?

— Mas que inferno!

Rin passou quase correndo ao lado de Sesshoumaru. Se uma moeda de prata encontrada no chão a preocupava, não queria imaginar a angústia de Rin por ter um excesso de barris de vinho para um casamento.

Sesshoumaru caminhou mais lentamente atrás delas, dando por finalizada a busca no bosque no momento. Claramente ninguém tinha acampado nos últimos dias, ao menos nessa parte do bosque, onde Lorde Morbroch havia dito que todas as pessoas tinham sido assaltadas. Era possível que o ladrão vivesse em uma área do bosque periférica e só se arriscava a vir até ali para roubar, o que significava que Sesshoumaru teria que alargar a área de busca nos dias seguintes.

Mas no momento, seria melhor que averiguasse mais coisas sobre a Sombra, coisas que os habitantes de Higurashi poderiam lhe contar.

x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x

Continua...

x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x

Notinha da não autora:

Ok, desculpa não ter postando um novo capítulo ontem, mais e que era o ultimo dia de férias da faculdade do meu irmão, então ele sentou a bunda na cadeira e só saiu na hora de dormir, acho que foi a meia noite e cinqüenta e nove, mais vou postar o capítulo 6 daqui a pouquinho, bjos