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Donzela Ardilosa
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Capítulo 7
— Oh! — Rin exclamou. — Que desajeitada eu sou.
Mas que droga! Ela pensou. Como ela podia ter sido tão descuidada e não deixar cair o jarro em vez de apanhá-lo? Sesshoumaru a tinha visto. E ele devia saber que o que ela havia feito era quase impossível. Criadas delicadamente, tímidas, suaves donzelas não se esticavam por cima da mesa num piscar de olhos.
Kaede, que havia olhado a cena de seu lugar entre os criados com interesse crescente e incomodo como sempre fazia quando a conversa girava em torno da Sombra, olhou fixamente para Rin.
— Kikyo! — Rin gritou. — Pode trazer mais vinho e outro jarro para sir Sesshoumaru?
Ela se inclinou para pegar o jarro que tinha deixado cair, mas quando deu o jarro vazio para Kikyo, seu olhar se cruzou com o de Sesshoumaru outra vez, e não houve nenhuma dúvida em sua mente. Ele tinha visto tudo. Uma ruga de suspeita apareceu em sua testa e seus olhos brilhavam especulação.
Agora teria que inventar uma boa explicação.
Ou...
Ela poderia deixá-lo bêbado.
Se ela o deixasse bêbado o suficientemente talvez ele esquecesse tudo – a humilhante conversa sobre sua falta de competência em lutas, os contos tolos de seu pai sobre A Sombra, seu breve encontro com Rin dedos rápidos.
Realmente, embebedar homens era uma estratégia ofensiva que Sango empregava freqüentemente. Se isso funcionasse, se Rin conseguisse embaçar a memória de Sesshoumaru, eles poderiam começar de zero pela manhã. E dessa vez, ela se lembraria de manter ocultos os seus talentos, faria o papel de desamparada, de donzela dócil que nem sequer podia apanhar uma pomba enjaulada com uma asa quebrada.
— Deixe a garrafa. — Disse para Kikyo quando a criada voltou com o vinho e jarro.
Sesshoumaru arqueou uma sobrancelha.
— Agora temos muito vinho no castelo. — Explicou ela, lhe servindo um jarro transbordante. — Além disso, ainda tem que conhecer a verdadeira hospitalidade de Higurashi.
Ele lhe lançou um olhar irônico, depois pegou a garrafa e serviu vinho no jarro dela também.
— Não é hospitaleiro fazer que um homem beba sozinho.
Rin sorriu fracamente quando ele levantou seu jarro para um brinde. Isso não era parte de seu plano. Mas supôs que seria grosseiro não brindar com o convidado.
Meia hora e cinco brindes depois, Rin lamentava sua decisão de beber. Inclusive Kagome notou que arrastava a língua e que se rosto estava muito vermelho.
— Rin — ela sussurrou — Acho que já teve o suficiente de bebida.
Rin franziu o cenho.
— Eu decidirei quando tiver bebido o suficiente. — sussurrou ela em resposta.
— Não aja como uma criança petulante. — Murmurou Kagome.
— Você está agindo como uma menina. — Replicou ela.
Kagome só fez uma careta, mas Rin sentiu que sua irmã poderia ter razão. O problema com essa tática, ela se deu conta enquanto se cambaleava para mais perto de Sesshoumaru, batendo seu jarro contra o dele com uma pancada barulhenta, era que ela não era Sango. Sango podia beber como um homem. E Rin já estava se sentindo tonta depois do segundo jarro.
Mas Sesshoumaru bebia ao mesmo tempo dela, jarro por jarro. Logo seu cérebro estaria tão confuso como o seu. E então - Rin tinha certeza - ele se esqueceria de tudo o que...
Do que ele tinha que se esquecer?
Não podia se lembrar, e isso de repente lhe pareceu muito divertido. Ela riu bobamente, enquanto o zumbido de conversa despreocupada continuava ao redor dela. Sesshoumaru riu de uma brincadeira de alguém, e a mescla desse som encantador e o vinho doce que corria por sua garganta lhe causou um sentimento confuso, uma sensação de fraqueza nela como uma chuva morna. Todo parecia tão lindo e agradável. O grande salão estava brilhante e alegre. A comida era abundante e estava muito saborosa. E todas as pessoas pareciam tão contentes. Rin não entendia por que tinha estado tão preocupada.
Rin riu feliz, depois tapou a boca com uma mão. Por Cristo! Isso que tinha saído de sua boca... Era um arroto?
Sesshoumaru sorriu para ela, e ela sorriu de volta. Deus, ela pensou, olhando-o de relance e correndo um dedo devagar ao redor da borda de seu jarro, ele era um homem muito bonito. Seus olhos pareciam como topázio refinado. As covinhas em suas bochechas eram adoráveis. E sua boca...
Doce Virgem Maria! Ela queria beijá-lo.
E estava por lhe dizer isso.
Rin se encostou intimamente para cochichar em seu ouvido, se equilibrando com uma mão em cima da perna dele. O brilho repentino nos olhos masculinos lhe disse que estava tocando algo mais que a perna.
Deveria ter tirado a mão imediatamente. Mas o vinho parecia ter diminuído seus reflexos. E arruinado seu juízo.
Sua virilha estava tão quente e sucumbia debaixo sua mão, e seus lábios se curvaram e ela se lembrou como sombrio e misterioso, proibido e lindo ele parecera para ela quando se encontraram no bosque. Não, ela não queria tirar a mão... Ainda.
Sesshoumaru sentia luxúria pura estremecendo em seus ossos. Certamente Rin não tinha tido a intenção de tocá-lo ali. Só tinha sido um deslize de sua mão. Mas essa moça travessa parecia não ter pressa em tirar aquela mão.
Não era que ele queria também. Não havia nada mais desejável que o contato descarado de uma mulher desejável. Sua mão embalou rapidamente sua inchada virilha com uma suave pressão e ela o seduziu com o seu olhar ardente.
Mas não era nem o momento nem o lugar para esse tipo de jogo, não com uma dúzia de pares de olhos vigilantes estudando cada movimento de Sesshoumaru.
Era tudo culpa sua, Sesshoumaru supunha. Tinha sido idéia sua a de embebedá-la com a esperança de que Rin soltasse a língua. Havia algo estranho e muito suspeito no modo que Rin havia apanhado o jarro no ar, e ele tinha intenção de averiguar como ela tinha adquirido semelhantes reflexos.
Mas Rin era uma moça pequena, e meia dúzia de jarros de vinho, pelo visto, podiam fazer que ela fizesse mais que soltar a língua. Na verdade, o álcool parecia ter transformado a donzela de modos suaves em uma besta selvagem e descontrolada.
Não que ele se importasse com isso. Sobre tudo quando ela o olhava fixamente, como Rin fazia agora, com um desejo ardente.
Mas seu pai só precisaria olhar para baixo, e suas irmãs precisariam somente ver a expressão de Rin, para ver o que estava acontecendo.
Com grande relutância, Sesshoumaru pegou sua mão travessa e a moveu, suavemente, mas firmemente, de volta para seu próprio colo. Assim que ele fez isso, Rin franziu o cenho com perplexidade, e seu lábio inferior começou a tremer.
Seus grandes olhos azuis se encheram de lágrimas, e seu queixo delicado começou a tremer. Sesshoumaru temia que a qualquer momento que ela poderia irromper altos soluços. Kagome franziu o cenho, notando a angústia de sua irmã. Inclusive a certa distância, o olhar acusador de Kaede queimava Sesshoumaru.
Tinha que fazer alguma coisa.
Levantou sua mão para colocá-la carinhosamente contra a bochecha dela.
— Rin, meu amor. — ele disse com preocupação — Você parece cansada. Quer que te escolte até seu quarto agora?
Rin piscou sobressaltada como se ele estivesse falando em outra língua, depois murmurou esperançosamente.
— Meu quarto?
É claro, isso trouxe o silêncio à mesa. Vários pares de olhos espectadores de repente o fulminaram com o olhar. E o brilho luxurioso nos olhos de Rin não ajudava. E a família dela, sem dúvida imaginava que ele se oferecera para abusar dela.
— Rin? — Kagome perguntou.
Rin não ia ajudar a esclarecer a situação, não com esse brilho luxurioso em seu olhar. Ele mesmo teria que esclarecer suas intenções.
— Afinal — Ele lhe disse, em voz suficientemente alta para que todos ouvissem inclusive a intrometida da Kaede — Você vai ter um dia ocupado amanhã. Precisa descansar.
-Descansar? - Rin se queixou. — Mas não quero...
Rapidamente, certo de que ela estava a ponto de dizer algo incriminatório, Sesshoumaru a ajudou a sair da mesa.
Antes que ele pudesse escapar, Kagome o pegou pela manga e murmurou entre seus dentes.
— Leva-a para cima. Deixa-a na porta de seu quarto, do contrário sentirá o fio de minha espada esta noite.
Ele fingiu se sentir ofendido.
— É claro.
No entanto, Sango, de acordo com sua irmã, o cravou com seu próprio olhar ameaçador, de aviso. Então Sesshoumaru ofereceu a todos uma despedida apressada e se afastou com Rin em seu braço.
Não foi uma tarefa fácil levá-la para cima. Ela caminhava arrastando os pés e se balançava, tropeçando com suas saias. Aparentemente os reflexos notáveis que ela havia usado para agarrar o jarro no ar tinham desaparecido.
Sesshoumaru sorriu e sacudiu a cabeça. Teria que se lembrar de não incentivá-la a beber tão livremente. Ao menos não quando estavam em companhia de outros.
Eles desajeitadamente escalaram os degraus da escada de pedra. Rin alternadamente se apoiava pesadamente nele e contra a parede, dando risadinhas a com cada passo que dava.
— Espere. — Ela suspirou, o empurrando contra uma parede. — Há algo... Que... Quero te dizer.
Sesshoumaru sorriu. Mesmo bêbada como estava, Rin seguia sendo adorável. E fascinante. E incorrigível.
Ela franziu o cenho para se concentrar, tentando se recordar o que ela queria dizer. Então se lembrou. Ela acariciou seu peito e olhou para cima encontrando com os olhos dele, com série intenção.
— Quero kishoo.
Os lábios de Sesshoumaru se curvaram em um sorriso divertido. Kishoo?
Ele pegou seu queixo e passou o polegar sobre seu lábio inferior.
— Se eu lhe der um beijo, me contará uma história?
— Uma história? — Suas pálpebras se abaixaram se era pelo efeito do vinho ou pelo contato de seus dedos, Sesshoumaru não sabia.
— Sim, uma história de... — Ele acariciou sua mandíbula. — Alguma aventura. — Ele deixou que os dedos acariciassem a pele lisa abaixo de sua orelha, lhe causando um estremecimento visível. — Quero que me conte uma história sobre... A Sombra.
Os olhos de Rin se arregalaram.
— Por que... Por que quer falar sobre ele?
Ele se encolheu de ombros.
— No tempo que passei no campo de treinamento e no jantar, ouvi todas as façanhas gloriosas de Lorde InuYasha e sir Mirok.
Ela sorriu com satisfação.
— Me contará uma história, minha querida? — Ele murmurou, brincando com os cachos suaves atrás de seu pescoço.
Rin franziu o cenho como se lutasse contra o prazer que lhe causava esse contato.
— Tudo bem. Mas primeiro quero kishoo.
Sesshoumaru estava mais que contente de poder agradá-la. Podia ter assegurado a Kagome que só levaria Rin até a porta do quarto, mas não havia prometido nada em relação ao que poderiam fazer no caminho até lá. Deslizando sua mão para sua cintura estreita, ele a puxou para perto, contra seu peito e seu cinto e da besta em sua calça, que crescia corajoso nesse momento.
Rin arquejou, e ele colheu o suspiro em sua boca, investindo para cima dela com um desejo resoluto. Ele havia pensado em lhe dar um beijo breve, mas poderoso, um que a desarmaria rapidamente, de modo que Rin pudesse relatar o conto.
Mas não foi assim. Uma vez que Sesshoumaru provou o vinho doce de seus lábios e o néctar de sua língua, a ingenuidade mundana de seu desejo, ele ficou perdido.
A luxúria pôs fogo em ambos, inflamando seus sangues mais rapidamente que o trigo atingido por um raio no verão.
Ela inclinou sua boca para aprofundar o beijo, suspirando seu nome entre os beijos, se pressionando para chegar mais perto até que Sesshoumaru pôde sentir as curvas de seus seios, a curva suave de suas costelas e o ângulo tentador de seus quadris.
Ele nunca havia se queimado tão claramente, tão rápido. Nunca havia perdido o controle tão rapidamente.
Ele sabia que deveria se deter. Haveria muito tempo para o flerte mais tarde. Estava perdendo tempo valioso que poderia ser melhor utilizado recolhendo informação.
Mas não podia deter-se. Sentia como se tivesse saltado um precipício, e não havia nada que pudesse fazer para deter essa queda interminável. Seu desejo cresceu como uma avalanche. Rin se agarrava a ele como se disso dependesse sua vida, emaranhando seus dedos em seu cabelo.
Ela arqueou sedenta como se bebesse da fonte de sua paixão e ele bebeu dela por sua vez, crescendo rapidamente a tontura da intoxicação de seu beijo.
Assim preso no prazeroso mundo de sensações e emoções que ele nem percebeu que não estavam mais sozinhos.
— Então!
O som o surpreendeu tão severamente que ele tropeçou para trás, batendo sua cabeça contra a parede. Sesshoumaru tinha a adaga na metade de caminho fora de sua bainha antes de notar que se tratava somente de Kaede.
— Merda, mulher! — Ele grunhiu, embainhando a adaga e massageando sua cabeça machucada. Essa endemoninhada criada devia ter pés de fantasmas, de tão silenciosa que era.
Rin não estava assustada. Estava furiosa.
— Kaede! — Ela a repreendeu.
A anciã a ignorou para dirigir-se para Sesshoumaru.
— É isso que significa honra para os cavaleiros de Morbroch?
Sesshoumaru não pôde menos que ruborizar-se com esse comentário.
— Não é culpa dele, Kaede. — Disse Rin, avançando um passo. — Foi minha idéia.
Kaede apertou seus lábios enrugados.
— Você não pode ter idéias. Está bêbada.
O suspiro exagerado de Rin só confirmou a verdade de suas palavras.
— Você tem razão. — Sesshoumaru concordou, estendendo uma mão firme para Rin. — Eu não deveria ter me aproveitado de sua fraqueza.
— Fraqueza? — Rin os desafiou. — Eu não sou fraca!
— Rin! — Kaede rosnou.
Antes que Sesshoumaru pudesse se desculpar, na verdade, antes que ele pudesse pensar até, Rin fez algo se contorcendo atrás de seu joelho, e de algum jeito ela saiu por debaixo dele. A seguinte coisa que Sesshoumaru soube era que estava sentado com o traseiro no chão duro de pedra, gemendo de dor e se perguntando como havia chegado ali.
— Oh. — Rin disse, colocando sua mão sobre sua bochecha. — Não deveria ter feito isso.
Kaede franziu o cenho e cruzou seus braços sobre seu peito.
— Sinto muito. — Rin lhe disse. Depois ela se virou e assegurou a criada em um sussurro muito forte. — Tudo ficará bem. Ele não se lembrará de nada. Está bêbado. — Ela se inclinou sobre ele e lhe deu uma piscada relaxada. – Você está bêbado. — Rin subiu o resto da escada então, se virou e acenou. — Boa noite.
Quando ela esteve fora de vista, Kaede o contemplou como se estivesse analisando as conseqüências de moê-lo a golpes ali mesmo. E por mais estranho que pudesse parecer, ainda que cabeça da mulher pequena mal alcançasse o peito dele, deu um passo para frente e se sentou nos degraus da escada, Sesshoumaru começou a se perguntar se ela realmente poderia fazer isso sozinha.
As mulheres de Higurashi eram mulheres únicas e incomparáveis. Elas eram fortes e tenazes. E elas se enfrentavam aos homens, desafiando-os a lutar fisicamente, seqüestrando noivos que... E... Deixavam que uma criada idosa enfrentasse um... Um pretendente atrevido.
— Isto não acontecerá outra vez, Kaede. — Sesshoumaru lhe assegurou.
Seus olhos negros se centraram nele, como uma faca atirada diretamente ao coração.
— Oh, sim. Isto vai acontecer outra vez. — A intensidade de seu olhar fixo o inquietou. Era como se ela estivesse sondando sua alma. — Há uma brasa entre vocês. — Declarou ela. — Mas uma brasa não faz um fogo. — Ela levantou suas sobrancelhas brancas. — Faz um huo Yao.
Sesshoumaru franziu o cenho. Suas palavras provavelmente eram somente tolices de mulheres velhas. Mas ficou intrigado.
— Huo Yao. — Ela repetiu, franzindo o cenho enquanto procurava uma tradução conveniente. — Fogo... Metal... Fogueira...
— Uma pederneira? — Ele tentou.
Ela negou com a cabeça impacientemente.
— Vocês não têm uma palavra exata para isso. Mas é algo mais poderoso que o fogo. Vocês devem ter cuidado. — Ela avisou maliciosamente. — Para que não saiam queimados.
Sesshoumaru assentiu com a cabeça. Agora entendia. Era o mesmo tipo de advertência que tinha recebido das irmãs de Rin. Várias vezes. Rin devia ser a gema mais preciosa da coroa de Higurashi, e todos se apressavam em protegê-la.
De qualquer dano.
De qualquer perigo.
Dele.
Não era de se admirar que a pobre moça recorresse a espiar homens no bosque para escapar dessa opressão familiar.
Kaede passou na frente dele, subindo a escada com uma graça silenciosa. Sesshoumaru permaneceu nas escadas por um momento, massageando suas nádegas doloridas. Sua situação era patética. Ainda tinha que apanhar a Sombra, submeter-se as humilhações do campo de treinamento e cumprir com o cortejo amoroso, e ainda por cima de tudo era derrubado e machucado.
As coisas não vão seguir assim, ele prometeu a si mesmo, ele tinha estado completamente distraído contemplando os olhos castanhos de Rin e não sabia como ela tinha feito para derrubá-lo, mas tinha certeza que isso não teria acontecido se ele não estivesse estado observando suas bochechas ruborizadas, seus lábios carnudos, e seus seios...
Por Deus, Sesshoumaru pensou, estremecendo-se pela dor no traseiro, merecia-se essa dor. Rin não era só linda. Não era só desejável. Ela era única. Por nenhuma outra mulher ele havia sentido o que foi Kaede tinha chamado... Como era? Huo Yao.
Então sentiu pena por não poder cortejá-la verdadeiramente. É claro, essa era uma idéia ridícula. Ela era uma dama com todas as letras, a filha de um Lorde. E ele era um pouco mais que um vagabundo de origem bastarda e com um título de nobreza emprestado. Levava a vida de um vagabundo, tomando trabalhos como mercenário onde o ofereciam, e com isso criando tantos inimigos como amigos. Ele não podia ser o noivo de nenhuma mulher, nobre ou não.
Mas isto não o impedia de sonhar de vez em quando em se estabelecer na vida, deixar o trabalho de mercenário e encontrar uma moça jovem e doce que esquentasse sua cama e lhe desse filhos. Isso, Sesshoumaru pensou com um sorriso, massageando o traseiro outro vez, era o que necessitava.
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Continua...
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Notinha da não autora:
