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Donzela Ardilosa

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Capítulo 15

— Moça! — Sesshoumaru ofegou, chocado por seu toque. Mas seu choque rapidamente se tornou luxúria, e um gemido de prazer escapou dele quando ela prosseguiu com o aperto com ousada possessão.

Deus, essa moça era malvada. E ela não jogava limpo. Já era bastante difícil conter suas paixões sem que ela o provocasse.

— Sim? — Ela suspirou em seu ouvido.

Sesshoumaru estremeceu. A palma de sua mão agora por toda a sua ereção com um prazer sensual. Essa maldita mulher sabia exatamente o que fazia. E não tinha piedade.

Mas dois poderiam jogar o mesmo jogo.

Ele colocou uma mão no lado dentro de seu decote e descaradamente tomou um de seus seios.

Foi à vez dela de ofegar, embora não fizesse nenhum movimento para detê-lo. Pelo contrário, assustada com a sua surpresa, Rin se inclinou para frente, tentando lhe dar um beijo.

Desta vez Sesshoumaru continuou massageando com seu polegar no ponto onde sabia que seu mamilo estava.

Ela gemeu, e suas pálpebras se abaixaram quando ele sentiu que seu mamilo despertava por seu toque, mesmo debaixo de sua túnica. Então, como em uma represália por sua agressão, ela colocou sua mão mais para baixo para tocar suas bolas por cima do tecido da calça.

Sesshoumaru grunhiu enquanto suas pernas se abriam por vontade própria, acolhendo seu carinho. A pequena diabinha realmente sabia o poder que tinha, e Sesshoumaru viu por uma faísca de rivalidade nos olhos dela que ela não estava disposta a ceder esse poder, não se pudesse evitar.

Ele teria que certificar-se que ela não podia. Ele deslizou sua mão para o outro seio, para estimular o outro mamilo até que Rin mordeu o lábio inferior em êxtase.

Mas ele ainda não tinha ganhado essa batalha de prazer. Ela se aproximou de seu pescoço, procurou sua orelha, e então a moça ardilosa colocou a ponta de sua língua no vão sensível do ouvido, e uma enorme onda de prazer pareceu lhe derreter os ossos.

Ele decidiu jogar sua última carta, colocou uma mão entre suas coxas no ponto preciso, pressionando com suavidade onde sabia que Rin desejava muito ser acariciada.

Ela gemeu, e Sesshoumaru riu festejando seu triunfo embriagador. Mas quando ela começou a colocar a mão debaixo de sua túnica e procurava o cordão de suas calças, seu bom humor desapareceu.

Doce Virgem Maria, ela estava por...

Sua dúvida foi esclarecida um instante mais tarde quando ela soltou os cordões e começou a explorar dentro de suas calças. Seu quadril rebelde angulou para cima, orientando suas mãos.

Ainda em meio desse prazer intenso, Sesshoumaru conseguiu lançar seu próprio contra-ataque. Ele jogou para trás as suas saias com uma vigorosa vingança e aprofundou sua mão no suave pêlo que guardava sua feminilidade.

Ela gritou de espanto, e no próximo instante, sua paixão se tornou quase violenta. Com seu braço livre Rin enlaçou o pescoço dele, e depois pressionou exigindo seus lábios. Ele gemeu contra seus dentes quando a mão feminina encontrou a carne nua de seu membro, libertando-o do seu confinamento.

Quase não conseguindo pensar, Sesshoumaru conseguiu deslizar seus dedos mais profundamente em seu ninho de felpudos caracóis, separando os lábios inferiores pôde localizar o botão entre eles.

Rin gritou, lançando-se para trás como se ele a tivesse queimado, mas ela se recuperou rapidamente, e empurrou seus quadris contra sua mão outra vez enquanto o beijava ainda mais fervorosamente.

Rin se converteu em um animal, investindo contra a mão dele, grunhindo, gemendo e devorando-o com sua boca, enquanto ela sem piedade acariciava seu inchado membro. Mal preparado para semelhante agressão, ele capitulou debaixo de seu ataque, o suficiente para fazer o banquinho de três pés seriamente perigoso.

Este se inclinou e se derrubou, e justamente antes de cair ele tentou afastá-la, para salvá-la, mas Rin se agarrou a ele com a tenacidade de um cachorro com um osso. Como o banquinho caiu, ele caiu, ela o seguiu, e juntos aterrissaram no chão.

Por sorte, alguns sacos de grãos colocados no chão absorveram a maior parte do impacto. Ainda havia dúvidas que Sesshoumaru tivesse sentindo alguma dor, não com tanto prazer se opondo a isso. Ao mesmo tempo ele teve o presságio de interromper o beijo antes que eles se chocassem, pelo que seus dentes ficaram intactos.

Sesshoumaru pensou que essa queda faria que Rin voltasse para a realidade e destruísse seu estado de humor.

Mas ele estava errado.

Como se ela não tivesse sido jogada ao chão, ela seguiu atacando-o, depositando beijos sobre sua mandíbula, seu pescoço, seus ouvidos, sua boca. Ela nunca tinha deixado de acariciar seu membro, e agora explorava cada centímetro dele, ordenhando-o com desavergonhada ousadia. Sua grande audácia o conduziu ao abandono absoluto.

Então sua mão encontrou o caminho infalível para o doce botão entre suas coxas. Ela estava úmida pelas carícias, e seus dedos se escorregaram facilmente sobre as dobras flexíveis. Ela gemeu e se levantou levemente, como se fosse empalar-se sobre sua mão.

Oh, Deus! Ela queria mais. E ele queria lhe dar mais.

Com um gemido de frustração, ela agarrou com força a parte dianteira de sua túnica. Então ela o arrastou com ela enquanto rolava sobre suas costas sobre a palha que cobria o chão, longe dos sacos de grãos e da mesa. Sesshoumaru se viu colocado sobre ela e se sentiu como um bárbaro a ponto de violar uma donzela...

Ou de ser violado por uma donzela.

Mas Rin não era uma donzela com medo. Com impaciência aceitou o peso de seu corpo em cima do seu, ela envolveu suas pernas ao redor de suas nádegas e padeceu no delicioso tormento embaixo dele.

Rin ofegou quando os dedos de Sesshoumaru novamente invadiram seu lugar mais íntimo e secreto, dedilhando-a como um perito. Nunca havia sentido nada tão maravilhoso, tão intoxicante, tão... Debilitante.

Sesshoumaru a tocando era mais paralisante que qualquer outro ponto de pressão. Ele a tinha a sua mercê agora. Ela estava perigando perder o controle da situação.

E seu juízo.

Parte dela queria se afastar e fugir dessa situação. Outra parte dela queria fazer calar a primeira e render-se a essas sensações deliciosas. Mas não podia, não ainda.

Rin abriu seus olhos e observou a parede traseira. Agora a boca do túnel estava fora de vista. Movendo-se um pouco mais para o lado e a vista estaria completamente obstruída.

Ela conteve a respiração enquanto o membro de Sesshoumaru pulsava outra vez em sua mão. Era algo milagroso, muito diferente ao que ela tinha imaginado quente, liso e sensível, e se acomodava em sua mão, como se pertencesse ali, e isso inexplicavelmente a excitava. Na verdade, o membro palpitante parecia quase tão sensível como suas próprias partes íntimas. E o melhor de tudo, era um ponto de vulnerabilidade e método eficaz de distração.

Se pelos menos ela pudesse evitar ser distraída.

Com um suave, vigoroso grunhido, ela o liberou e retorceu seus braços entre eles puxando com impaciência a túnica de Sesshoumaru pelos seus ombros.

Ele imediatamente compreendeu sua intenção. Quando ele tirou as mãos dela para tirar a vestimenta pela cabeça, ela teve um breve lapso de tempo onde pôde pensar claramente.

Pelo menos ela supôs que pudesse pensar claramente. Mas uma vez que Rin vislumbrou seu peito nu, amplo e dourado, firmemente musculoso, a razão desapareceu, e não pôde resistir à tentação de tocá-lo.

Sesshoumaru a deixou explorar. Uma fina camada de suor umedeceu sua pele, permitindo que os dedos dela deslizassem facilmente sobre a suave pele. Seus mamilos eram escuros e lisos, mas quando ela esfregou um dedo sobre um deles, este se endureceu, lhe causando uma curiosa sensação de poder. Uma cicatriz dentada em diagonal cruzava seu peito, e ela traçou essa linha, e em seguida deixou que a ponta de seu dedo seguisse a fina linha de pêlo escuro que começava acima de seu umbigo e conduzia para baixo.

Foi o aumento crescente de seu membro contra seu ventre o que deteve sua exploração, lhe recordando que a passagem ainda não estava fora de vista.

Com um suspiro rouco, ela o empurrou contra seu peito, fazendo-o rolar para um lado. Sesshoumaru deu uma volta com muito prazer, e ela terminou colocando-se montada sobre ele, ruborizando-se ao descobrir que seus quadris se alinhavam perfeitamente e que podia sentir o vulto de seu membro entre suas pernas.

Sesshoumaru fechou os olhos, fazendo uma careta como se ela estivesse torturando-o, e era um sentimento embriagador, saber que ela podia controlá-lo com o mero movimento de suas coxas.

Mas ele se moveu para pressionar mais completamente contra ela, e quando sua carne ardente entrou em contato com a dela era como um redemoinho de fogo passasse por ele.

Ela se arqueou para trás, e as mãos de Sesshoumaru capturaram seus seios, sustentando-a ali durante um segundo glorioso antes de desamarrar sua túnica e baixar a vestimenta por seus ombros.

Quando seus seios finalmente ficaram descobertos, Rin baixou as mangas também, deixando que o tecido se acumulasse sobre sua cintura.

Deslizou a palma da mão de seu estômago até a taça de seus seios desnudos. Ela suspirou. Seu cavaleiro insensível e indiferente, duro e proibido, no entanto, era como se ele pertencesse ali, adequado perfeitamente a ela.

De repente ele moveu uma mão para pegar a parte de trás do pescoço dela, puxando-a para um beijo. Nada poderia prepará-la o êxtase de suas carnes fundidas. Seu peito se sentiu divino contra o peito dela, assim como um maior calor, um banho curativo.

Quando os seus lábios entraram em contato, ela relaxou contra ele, afundando nas tranqüilas águas da sedução, alegrando-se nas ondas do desejo agitadas contra sua pele. Seus lábios se entrelaçaram com prazer sensual.

No final, ela não tinha que empurrá-lo ao longo das últimas polegadas. Ele tomou a iniciativa, a embalando, rolando para cima dela com graça para que ele pudesse tomar comando.

Rin sabia que podia terminar com todo esse fingimento. Já não tinha mais que distrair Sesshoumaru. O escancarado buraco do túnel estava fora de vista. Sentia-se mais segura.

Retomaria o papel de donzela tímida. Se ruborizaria por sua indiscrição e cobriria seus seios com suas mãos. Talvez ela até derramasse algumas lágrimas.

O faria imediatamente depois que Sesshoumaru terminasse esse beijo.

Ou depois de dois beijos.

Ou de cinco.

Deus! Sua boca era irresistível, suave e exigente ao mesmo tempo. Rin imaginou como seus lábios se sentiriam sobre seus seios.

Como se Sesshoumaru lesse sua mente, ele deixou a boca de Rin, beijou-lhe a bochecha, o pescoço, o ombro, descendo inexoravelmente para seu mamilo ereto enquanto ela esperava com insuportável antecipação.

Um beijo sobre seu seio, só um para ver o que ela sentiria, depois o deteria.

Quando seus lábios se fecharam ao redor de seu mamilo tenso, Rin arqueou sua cabeça para trás, surpresa pela corrente elétrica que percorreu seu corpo. Rin abriu sua boca assombrada enquanto ele lambia esse ponto sensível. Sua boca se abriu com espanto como ele chupava com um delicado cuidado por um longo tempo, finalmente terminando com uma lenta volta de sua língua.

É claro, que ela não podia se afastar no estado desequilibrado em que estava. Mordendo o lábio, e prometendo a si mesma que o faria se deter no minuto seguinte, lhe ofereceu o outro seio.

Com um sorriso, Sesshoumaru estimulou seu mamilo até que ela energicamente empurrava seu seio entre seus lábios. Desta vez, Rin sentiu um estremecimento que começava no ponto em que suas pernas se uniam, pois ela começou a tremer com a necessidade também.

Ele finalmente a libertou com um suave, molhado beijo, então soprou suavemente sobre o seu mamilo, fazendo-a arquejar com frio.

Agora, Rin. Agora o faria se deter.

Mas no segundo seguinte seus dedos começaram a acariciar os cachos na junção de suas pernas, e ela, instintivamente inclinou seus quadris para aumentar a pressão de seu contato. Sua mão sobre ela era tão boa, reconfortante e provocante ao mesmo tempo.

Ela estava pisando em terreno traiçoeiro, mas parecia que ela não podia voltar atrás.

Quando os dedos de Sesshoumaru separaram seus lábios úmidos se aprofundando com delicada insistência em seu escorregadio, secreto vão, suas sensações aumentaram como um rio correndo para um precipício sobre o qual ela não tinha controle a não ser cair.

Tinha que fazer algo para detê-lo, sem importar quanta vontade tinha que ele continuasse. E na confusão crescente de suas sensações, Rin só podia pensar em um modo de recuperar o controle da situação, um modo de fazê-lo vulnerável e de ganhar vantagem sobre ele.

Enquanto ele continua a lhe dar prazer, ela desceu uma mão para baixo de sua cintura e agarrou seu membro novamente. Para sua satisfação, ele engoliu um fôlego difícil entre seus dentes.

Agora o tinha, Rin pensou. Como uma lutadora eficaz, ela tinha aprendido rapidamente a reconhecer a debilidade de seu opositor e sabia que tinha que aproveitar-se dela.

Durante um momento fugaz, Sesshoumaru ficou rígido, incapaz de seguir com seu ataque sensual, e Rin se deliciou com a sensação de domínio, acariciando o membro aveludado como se fosse seu mascote favorito.

Muito em breve Sesshoumaru se recuperou. Desta vez a atacou com uma vingança. Seus dedos dançaram com frenética virtuosidade entre suas pernas até que ela sentiu sua vantagem escorregar inevitavelmente tão longe como a maré do oceano.

Contudo, mesmo enquanto ele seduzia o corpo traiçoeiro dela, ele empurrou a si mesmo para dentro de sua mão, deslizando ao longo sua barriga, tornando tortuosa a fricção entre eles, para efetuar sua própria destruição.

Sem a menor advertência, uma espécie de estremecimento curioso cresceu dentro dela, como um manancial de água presa dentro da terra que surge repentinamente. Sua pele pareceu ficar cada vez mais tensa, enquanto que uma corrente líquida procurava escapar da prisão carnal.

Dentro de sua palma, seu membro, escorregadio com suor, endureceu ainda mais quando ele combateu corajosamente contra ela.

De repente, um prazer intenso e ao mesmo tempo quase doloroso a fez arquear-se para cima. Durante um longo momento, o mundo pareceu desaparecer enquanto o êxtase crescia e crescia, até que ela foi sacudida violentamente como se tivesse sido lançada de uma catapulta.

Seus ossos tremeram. Seus músculos se contraíram. Rin gemeu e lançou um grito enquanto seu corpo parecia voar até o céu.

Ela estava vagamente consciente que Sesshoumaru havia alcançado o êxtase junto com ela. Grunhindo com uma paixão animalesca que enviou arrepios ao longo da coluna dela, ele também, gozou loucamente no meio do desejo, em suas mãos e barriga apareceu uma mancha como prova da sua liberação.

Depois, Rin jazia mole debaixo de Sesshoumaru, mole como se ele pressionasse pontos ao logo de seus ombros. Ela não podia mover nem um músculo. Ela mal podia manter seus olhos abertos. Na verdade, a única prova de que ela ainda estava viva era o pulso batendo em sua têmpora e o hálito que saia de sua boca.

Sesshoumaru inclinou sua cabeça para beijá-la carinhosamente na testa. Rin sentiu sua respiração irregular, ouviu seu silencioso murmúrio de afeição contra sua testa. Mas não tinha forças para responder-lhe com algo mais do que um sorriso débil que parecia estar fixo em seu rosto.

Uma curiosa apatia a envolveu enquanto vagava por um agradável mundo de névoa. Não lhe importava estar despida no chão de seu gabinete. Não lhe importava que Sesshoumaru estivesse sobre ela como um herói conquistador. Nem sequer lhe importava o fato de se ter comportado como uma libertina.

Rin se sentia bela. Feminina. Poderosa. E acariciada.

Era disso que suas irmãs tinham se gabado. Estar com um homem que sentia carinho por você era maravilhoso. Deitar-se com o homem que amava era divino. Sim, ela poderia chegar a desfrutar muito desse tipo de ato sexual.

Com o último grão de vontade que lhe restava, Rin abriu seus olhos e o olhou fixamente. Seu rosto estava tão repleto de fascinação, e essa imagem lhe encheu o coração. Sesshoumaru realmente sentia carinho por ela. Rin viu o brilho de adoração em seus olhos. E esse conhecimento a fez ser imprudente e impulsiva.

— Te amo. — murmurou ela.

O coração de Sesshoumaru se paralisou. Ninguém nunca havia lhe dito isso antes. Nem sua mãe. Muito menos seu pai. Nem o sortimento diversificado de seus meios irmãos. Nem sequer as prostitutas das quais ocasionalmente comprava favores.

Eram palavras estranhas para seus ouvidos. Mas se era pela memória de sua infância miserável, ou sua atual vulnerabilidade resultado da paixão ou simplesmente o carinho sincero nos olhos de Rin, seu coração se agarrou as palavras como se elas fossem um pedaço de madeira capaz de salvar sua vida em um mar tempestuoso.

Sua garganta se fechou dolorosamente, e seus olhos ameaçaram lágrimas.

Será que ele a amava também? Isso era possível? Ele havia se preparado para que Rin o expulsasse com um pontapé no traseiro quando descobrisse quem era ele. Nunca, nem em mil anos havia esperado que ela lhe dissesse que o amava. E agora a idéia de forjar uma aliança permanente com ela se apresentava como uma incrível possibilidade.

Poderia encontrar um lar aqui em Higurashi.

Uma verdadeira casa, com uma adorada esposa e com filhos, vivendo com as pessoas do castelo que lhe respeitavam e unindo-se a um exército de uma elite. Acabar com a vida de vagabundo bastardo, vendendo seus serviços de mercenário a melhor oferta.

Era quase demasiado incrível para ser real.

Mas ia perder tudo isso se não conseguisse encontrar a força para responder a Rin.

Sua voz estalou com palavras desconhecidas.

— Eu te amo, Rin.

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Continua...

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