Oiiiiiiieeee gente, depois de, literalmente, anos eu voltei e espero que gostem.
Acdy-chan: Pois é, agora vamos ver o que vai rolar entre os dois, Kagome esta bem madura apesar de ter evitado o primeiro encontro, mas tenho certeza de que ela não vai facilitar as coisas para o nosso querido hanyou.
Gabyh: Tentei fazer um capítulo maiorzinho dessa vez, afinal tenho que compensar a demora, que bom que esta gostando.
Agome chan: Mulher minha vez de dar uma de doida, estou fazendo outra facul agora, sempre tem que rolar a maldade de parar em lugares desse tipo, ainda tem muita água para rolar embaixo dessa ponte.
Ane-chan: Continuando, depois de séculos, espero que curta esse cap.
Nane-chan: Continuando... Perdão pela demora.
Krol-chan: Não vai garantir que vai conseguir dormir, mas pelo menos vai aliviar um pouco o tempo de espera.
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Anteriormente
-E porque está nos falando tudo isso? - Inuyasha perguntou um pouco desconfortável com a história.
-Queríamos que estivessem cientes, antes de se envolverem nos negócios com a gente. - Miroku respondeu sem nenhuma alteração.
-E então? Vocês vão querer participar disso? ...
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O clima na sala estava tenso, todos se olhavam e ninguém falava nada, até que Kagome suspirou e decidiu quebrar aquele silencio desagradável.
-A sociedade das empresas trará muitos benefícios para ambos os lados, mas não poderíamos recomeçar as negociações sem deixa-los a par do quanto isso será perigoso para todos nós, eu não iria mexer com isso, mas Miroku insiste em cumprir todas as exigências feitas por nossos pais antes de serem mortos.
-Sabem que é o responsável pela morte dos pais de vocês? – Sesshoumaru perguntou terminando de quebrar aquele silêncio.
-Existe uma empresa que é nossa concorrente direta, a união de nossas empresas os levaria a falência e seu dono já demonstrou ser capaz de tudo para assumir nossa empresa. – ao terminar de falar Miroku olhou para Kagome que estremeceu, sabia do que o irmão estava falando e aquilo ainda a atormentava, ela sentia que Inuyasha não havia tirado os olhos dela desde que começaram a conversar o assunto, havia passado tanto tempo e agora ele estava ali novamente ao lado dela.
-Estão falando do Naraku? – Sesshoumaru questionou sério, Miroku simplesmente concordou, o hanyou olhou para o irmão, como ele poderia saber daquilo? – Alguns anos atrás ele tentou forçar uma sociedade idiota com nossa empresa, meu pai rejeitou e algum tempo depois houve uma explosão "acidental" em uma de nossas sedes, sorte que na época ela ainda estava em construção e ninguém trabalhava lá, no momento desconfiei, mas nunca nada foi comprovado. – o silencio então voltou a reinar, até que foi bruscamente quebrado pela porta que foi repentinamente aberta revelando um youkai-lobo.
-Finalmente te achei mocinha. – disse parando na frente de Kagome que suspirou e olhou para Miroku que simplesmente sorriu amarelo.
-O que foi Kouga? – disse cruzando os braços e dando um passo para trás, o youkai não respeitava muito o espaço pessoal das pessoas.
-Poxa K-chan eu sou seu segurança, mas você fica dificultando meu trabalho sempre desaparecendo sem dar explicação. – respondeu fazendo um muxoxo nada maduro arrancando um leve sorriso da humana.
-Desculpa! – Kagome disse pegando-o pelo ombro o fazendo virar de costas e começou a empurrar para fora da sala. – Mas agora você viu que eu estou vem e que não tem motivo para se preocupar, divirta-se! – deu um xauzinho e fechou a por na cara do youkai e voltou-se para os integrantes da sala, mas seus olhos estreitaram para Miroku. – Mantenha essa boca fechada, não sei como conseguiu me convencer a aceitar Kouga como segurança. – disse frustrada voltando para o seu lugar.
-Ah! K-chan ele foi tão prestativo. – Miroku disse dando ênfase ao apelido da irmã.
-Sango me ajuda. – suplicou para a amiga ao lado do irmão.
-Claro! – sorriu logo em seguida dando um pescotapa tão forte que fez o humano se inclinar completamente para frente.
-Obrigada! – Kagome agradeceu antes de voltar a ficar sentada.
-Vocês são tão infantis. – Miroku acusou acariciando o local que provavelmente estava vermelho, Kagome mostrou a língua e novamente cruzou os braços. – Vamos encerrar por aqui hoje, curtam o restante do baile. – disse entre dentes, Kagome foi a primeira a ficar em pé e quase saiu correndo da sala e Miroku voltou seu olhar assassino para Sango ao seu lado.
-Káh... amiga... me espera. – disse se levantando rapidamente da sala.
-É só isso? – Inuyasha perguntou emburrado.
-Hoje sim, vou deixar vocês conversarem sobre o que vão decidir, dependendo da decisão vocês estão, desde já, convidados a ficarem hospedados conosco. – disse com um sorriso cordial saindo da sala, deixando somente os irmãos com suas respectivas secretárias.
-Acha que deveríamos falar com nosso pai? – Inuyasha disse por fim, Sesshoumaru negou.
-Não vamos envolvê-lo nisso, agora somos os responsáveis, a decisão cabe a nós. – o youkai disse serio vendo o irmão mais novo concordar. – Na época em que os negócios deram inicio no passado os únicos prejudicados foram Kagome e Miroku que perderam os pais,... – começou e Inuyasha apertou os punhos, ele sabia da história e sabia o quanto a humana havia sofrido. -... mas se retornamos com as negociações poderemos chamar a atenção de Naraku para nós, por mim adoraria ter a oportunidade de pegar ele e dar uma surra no mesmo, além do mais se concretizarmos essa negociação nossa empresa vai triplicar de tamanho e lucro. – finalizou com um sorriso um tanto maligno.
-Então estamos de acordo. – Inuyasha disse satisfeito em ficar ao lado do irmão.
-Então vamos ao baile. – o youkai disse repentinamente e quase que o hanyou caiu da cadeira pela surpresa e antes que pudesse falar alguma coisa já se encontrava sozinho na sala, seu irmão estava tão estranho, suspirou levantando e seguindo o barulho da música.
-Você viu a Kagome ou a Sango? – Inuyasha chegou a tempo de ouvir Miroku perguntar para Sesshoumaru sobre as meninas e parou junto dos dois, viu que Ayame e Rin já haviam sumido também.
-O que você que com elas? – Sesshoumaru perguntou olhando fixamente para algum ponto na multidão.
-Vingança! – Miroku disse com o punho erguido.
-Não vi nenhuma das duas. – disse finalmente.
-Inuyasha me ajuda?
-Oi? – perguntou confuso, aquele cara era doido, nem o conhecia direito, mas antes que pudesse falar mais alguma coisa o humano já o puxava em meio à multidão.
-Acho que eu vi alguma coisa. – Miroku disse antes de solta-lo e sumir de vista, quando deu por si já estava próximo a uma das varandas, foi quando ouviu um risinho quase infantil, suas orelhas estavam tentando localizar de onde vinha, então afastou a grande cortina e lá estava Kagome parecendo uma criança pega no flagra fazendo coisa errada.
-Inuyasha? – ela estava surpresa, depois ficou preocupada olhou em volta e então o puxou para a varanda fechando a porta atrás de sim, colocou a mão no peito e olhou para os lados novamente só então respirando aliviada. – Você viu o Miroku? – perguntou sorrindo.
-Ele esta te procurando. – falou cruzando os braços e encostando-se à mureta, ele a olhou de novo, a respiração ofegante, o cabelo agora preso por um palito em um coque folgado deixando algumas mechas soltas, ela mudara na aparência, mas continuava a mesma garota com quem ele crescera. – Você sabia que eu ia vir? – ela finalmente olhou para ele, seus olhos brilharam.
-Sabia sim. – disse indo para o lado dele. – Miroku não vai parar de me procurar até conseguir a vingança dele. – disse sorrindo e olhando para a noite.
-Você não mudou nada. – balançou a cabeça em negação, Kagome sorriu e deu uma cotovelada de leve nele.
-Eu mudei muito Inuyasha, cresci, estudei, virei uma pequena empresaria, sou uma mulher de sucesso. – disse sem parar de sorrir em nenhum momento. – Ainda não me esqueci das coisas que aconteceram há alguns anos atrás, mas você foi meu primeiro amigo em meio a confusão que era e ainda é a minha vida. – então ela sorriu triste e apertou de leve o braço dele.
-Ah-há! – Miroku apareceu na porta e ao seu lado uma Sango encharcada e irritada.
-Ele me jogou na piscina, você acredita nisso? – ela estava vermelha de raiva.
-E adivinha querida irmã, agora é sua vez. – disse com um sorriso maroto avançando sobre Kagome, o que aconteceu em seguida foi tão rápido que até Inuyasha como hanyou teve dificuldade de acompanhar os fatos, Miroku tentou pegar Kagome, ela segurou seu braço e usou o peso do corpo dele a seu favor jogando-o com certa facilidade no chão.
-Meu vestido não, querido! – Kagome falou na porta da varando, piscando para Inuyasha antes de sair correndo deixando Sango sorrindo.
-Maldito dia em que ela aprendeu defesa pessoa. – Miroku resmungava enquanto levantava e arrumava a roupa. – Aquela baixinha metida, treina todos os dias só para me superar em habilidades. – resmunga enquanto terminava de se ajeitar.
-Pelo visto ela conseguiu. – Sango disse antes de rir e sair correndo.
-Esta vendo o que eu tenho que passar todo dia com essas duas encrenqueiras? – aquela situação era incrivelmente hilária, Miroku um homem daquele tamanho reclamando da irmã mais nova como se fosse uma criança que perdeu um doce, o resto do baile foi bem tranquilo, muita bebida, comida, boa música, Kagome sumiu pelo resto da noite, Sesshoumaru ficou a maior parte do tempo somente observando Rin que estava se divertindo bastante assim como Ayame.
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Estava a caminho do seu quarto, numero 12, tão familiar, porque era familiar? Algum dia especial?
-Foi o dia do meu primeiro beijo. – ele ouviu atrás de si, encontrou Kagome bem próxima dele com um pequeno sorriso.
-Primeiro beijo? – questionou confuso.
-Boa noite, Inuyasha. – disse antes de colocar a mão no ombro dele e beijando de leve sua bochecha e seguindo para o quarto que ficava logo de frente ao dele, ele ficou mais um tempo ali pensando em nada e ao mesmo tempo em tudo.
Kagome tirou a roupa, limpou o rosto e se jogou na cama, foi um dia bem produtivo e estava ansiosa pelo que estava por vir. Inuyasha entrou no seu quarto e tirou a roupa ficando só de cueca e deitou na cama, mas não conseguia dormir, a menina que estava no quarto da frente não saia de sua cabeça.
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Adorava treinar logo pela manhã, o corpo suado, a musica alta, a adrenalina, tudo o isso e o sol nem havia nascido ainda, estava muito concentrada em seus movimentos, tanto que só reparou que havia outra pessoa com ela quando a mesma a atacou e desviou no ultimo segundo dando uma cambalhota para longe de seu atacante, viu Miroku sorrindo.
-Eu vou para a empresa mais cedo hoje. – disse ajeitando o nó da gravata.
-Eu vou ficar por organizar as coisas por aqui, Sango da conta da empresa sozinha hoje. – disse pegando uma garrafa de agua e uma toalha, ela e Sango eram sócias de uma pequena empresa de moda, conheceu Sango na faculdade e logo ficaram amigas inseparáveis e enquanto faziam o curso as duas trabalharam como balconista e vendedora e juntaram dinheiro para iniciar o pequeno negocio que ia completar um ano e já estava bem firme e consolidado no meio.
-Ok! – mandou um beijo a distancia para não ficar suado e foi embora.
Kagome continuou treinando mais um tempo antes de pegar suas coisas e ir para seu quarto tomar um banho, quando estava chegando à porta encontrou com Inuyasha saindo do dele, o hanyou examinou a humana com o short curto e colado, com um top e o cabelo preso em um rabo de cavalo, ofegante e suada, uma bela primeira visão logo pela manhã.
-Bom dia! – Kagome falou um pouco sem graça, por causa do olhar que era direcionado para ela. – O café da manhã vai ser servido daqui a vinte minutos. – continuou quando não obteve resposta e entrou no seu quarto para tomar banho.
Inuyasha desceu as escadas e foi direto para a sala de jantar onde seria servido o café, Sesshoumaru, Rin e Ayame já estavam lá conversando sobre qualquer coisa aleatória, também tinha o youkai-lobo que aparentemente era segurança da Kagome, sua secretária parecia muito interessada nele, sentou ao lado do irmão mais velho introduzindo uma conversa sobre negócios, logo a comida começou a ser servida e sua amiga de infância apareceu de banho tomado, um vestido simples e os cabelos soltos.
-Não vai trabalhar hoje? – Kouga perguntou assim que reparou na presença da humana, parecia bem íntimo e impessoal, o hanyou não gostou, na verdade não havia gostado desde o primeiro momento em que o vira a chamado de K-chan.
-Não Kouga, hoje vamos ficar por organizar a bagunça do baile. – disse simplesmente sentando ao lado do Inuyasha.
-Todo ano é a mesma coisa. – resmungou enquanto se servia da variedade de comida na mesa.
-Pelo menos dessa vez teremos mais alguns braços para ajudar. – Kagome disse brincalhona olhando para os convidados. – Miroku pediu para avisar que depois do almoço vocês vão poder conversar sobre negócios e que teoricamente vocês teriam a manhã livre, mas...
-Você quer nossa ajuda para arrumar a bagunça? – Sesshoumaru a cortou.
-Sim, mas não se preocupem, muito já foi feito ontem. – disse sem se importar por ter sido interrompida pelo amigo.
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Kagome estava novamente em cima daquela escada, só que agora estava tirando os tecidos, distraída com a tarefa olhou para a imensa janela logo a sua frente, Miroku havia reconstruído a casa onde seus pais foram assassinados, do mesmo jeito que era antes, até os jardins eram idênticos, então ela viu duas crianças correndo pelo gramado, o menino mais velho corria na frente instigando a menor a tentar pega-lo, a pequena corria o mais rápido que suas curtas perninhas lhe permitiam até que tropeçou em uma raiz e caiu machucando o joelho, parecia arder tanto fazendo a menina chorar, o maior havia voltado e tentava consolar a pequena, até que os pais apareceram e todos sentaram ali conversando e brincando pelo resto da tarde, então Kagome piscou de novo, tudo aquilo não passava de uma lembrança, seus olhos lacrimejaram e sentiu o peito doer.
-Baixinha! Tudo bem? – era Sesshoumaru, Kagome limpou os olhos antes de olhar na direção do amigo. – Quer ajuda? – ele estava preocupado, era obvio a tristeza repentina da garota.
-Claro! – forçou o seu melhor sorriso enquanto descia da escada. – O que mais tem para fazer? – perguntou quando chegou ao lado do youkai.
-Falta só isso. – disse antes de começar a subir na escada.
-Quando vai falar o que sente por Rin? – perguntou querendo mudar o rumo triste de seus pensamentos.
-Não tem mais o que fazer além que ficar se intrometendo na vida dos outros?
-Ouch! Assim você me machuca, sou só uma amiga preocupada.
-Rin não sente nada por mim. – Sesshoumaru disse depois de um tempo de silêncio.
-Claro que sente, deu para ver o ciúmes que ela tem quando nós estamos juntos, por exemplo, agora ela não para de olhar para cá. – Kagome disse olhando de forma disfarçada para a humana que estava lá embaixo com Ayame, Inuyasha e Kouga. Sesshoumaru olhou para a direção onde sabia que a garota estava e viu quando ela desviou rapidamente o olhar.
-O que há entre você e o Kouga? – perguntou querendo deixar de ser o centro da conversa.
-Ele é meu segurança particular a pedido dos meus pais.
-Não parece ser só isso.
-Kouga é um ótimo amigo, nada além disso, mas tem um problema com espaço pessoal. – Sesshoumaru olhou novamente para baixo e constatou que era verdade, pois o mesmo se encontrava muito próximo de Ayame, não que ela parecesse se incomodar já que estava alisando o braço do youkai.
-O que sente por Inuyasha? – perguntou como se não fosse nada demais falar sobre aquilo.
-Eu tenho cara de idiota? – Kagome perguntou rindo, em seguida Sesshoumaru estava ao lado dela com o tecido na mão.
-Por quê? – fez-se de desentendido.
-Acha que não sei que ele pode nos ouvir? Convivi tempo de mais com os dois para saber qual a distância segura para se ter uma conversa sem vocês estarem ouvindo. – dizendo isso pegou o tecido da mão do amigo e sumiu no fim do corredor.
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-Maninha, não vai almoçar com a gente? – Miroku perguntou assim que a viu passando na frente da sala de jantar, esta usava um vestido básico preto que se ajusta a suas curvas e ia até acima dos joelhos, os cabelos em uma trança folgada.
-Não, vou almoçar com Sango e depois vou com ela para a empresa. – disse olhando para o relógio, estava atrasada. – Ah! Meninas se quiserem passar lá mais tarde o motorista leva vocês, arrumo uns modelinhos legais para a próxima temporada. – disse saindo sem falar mais nada.
-Kagome trabalha com o que? – Ayame perguntou curiosa.
-Trabalha com moda. – Miroku disse simplesmente.
-Filiada as empresas Higurashi? – Inuyasha perguntou apreciando seu almoço.
-Não tem nenhuma ligação é dela e de Sango. – Miroku respondeu prontamente.
-E a baixinha tem talento? – Sesshoumaru perguntou sarcástico.
-Em menos de um ano elas deixaram o anonimato e já se encontram na 20ª posição em mérito nacional, acho que elas estão indo bem. – todos ficaram em silêncio depois dessa afirmação, era realmente algo muito bom, as meninas estavam ansiosas para ver os modelitos que Kagome havia falado e quando o almoço acabou e a conversa sobre negócios começou elas pediram permissão para irem de encontro com Sango e Kagome.
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-Bem-vindas! – Sango recepcionou Ayame e Rin, era um prédio de cinco andares e havia pessoas andando freneticamente de um lado para o outro. – Tem um desfile daqui a dois meses. – justificou a correria.
-Sango, que meninas lindas, são as novas modelos? Já imagino os modelitos que vão ficar perfeitos. – disse um homem assim que viu as três se aproximarem.
-Até que não seria má ideia, mas elas não vão estar aqui na época do desfile Jakotsu. – o homem afeminado fez um muxoxo enquanto as meninas ficavam coradas. – Onde esta Kagome? – perguntou olhando ao redor, não encontrando a amiga.
-Deve esta embaixo de uma tonelada de tecidos por ai. – disse chegando à frente das meninas. – Enquanto você a procura vou levar as meninas para experimentarem umas roupas. – e antes que Sango pudesse falar alguma coisa ou até mesmo Ayame e Rin, Jakotsu já havia sumido com elas em meio à multidão, depois de meia hora ela finalmente achou a amiga, soterrada entre vários tipos e tons de tecidos, enquanto falava ao telefone.
-Ondem estão às meninas? – perguntou assim que a viu e saiu do meio daquela bagunça.
-Jakotsu as sequestrou. – Sango respondeu enquanto caminhava uma ao lado da outra.
-Vamos ver o que ele esta aprontando. – Já sabiam exatamente onde o amigo se encontrava e foram direto para lá, chegaram a um local com uma pequena passarela e lá estavam eles, Jakotsu havia feito elas trocarem de roupa e agora estava tentando fazer com que elas andassem na passarela, estavam lindíssimas, mas se negavam a atender o pedido dele.
-Minhas divas, elas não estão um arraso? – perguntou assim que viu as duas.
-Com toda a certeza. – Kagome respondeu subindo no palco.
-Você podiam experimentar umas roupas também e assim poderíamos fazer um pequeno desfile. – disse todo animado.
-Nós temos um tempinho livre. – Sango disse ao lado de Kagome.
-Ótimo! – ele quase pulou de alegria, depois que produziu as outras duas mulheres começou a manda-las desfilar enquanto tirava várias fotos, foi muito divertido, além de aproveitarem para testar se as roupas estavam do que jeito que eles haviam imaginado, foi realmente uma tarde muito divertida, no final selecionaram algumas roupas para Rin e Ayame. – Ai meninas, uma pena você não poderem participar do desfile como modelos, mas espero que vocês venham nos prestigiar no dia. – disse enquanto abraçava as quatro quase chorando.
-Larga de besteira homem. – Kagome deu um leve tapa no braço do amigo antes de irem todas embora.
-Foi tão legal e essas roupas são maravilhosas. – Ayame falava enquanto elas estavam dentro do carro voltando para a mansão.
-Que bom que gostaram. – Sango disse animada também.
-O desfile vai ser um sucesso com certeza. – Rin estava com os olhinhos brilhando em meio às sacolas.
-Estão convidadas para comparecerem, com direito a entrada vip. – Kagome disse ouvindo os gritinhos de animação das novas amigas chegaram à mansão e cada uma foi para seu respectivo quarto. Kagome queria tirar um cochilo antes do jantar, estava com uma sensação de que havia algo errado.
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-Senhor! Deseja alguma coisa? – A mulher perguntou entrando na sala.
-Só quero a empresa Taisho e Higurashi, quero dominar esse mundo dos negócios e tendo domínio sobre ambos eu serei o único e soberano. – o homem dizia tudo isso olhando pela janela de seu escritório. – Você pode me dar tudo isso Kagura? – a mulher assustou-se com a pergunta.
-Não senhor.
-Então se retire.
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Dessa vez vou demorar o mínimo possível, quem sabe antes de uma semana.
Espero que tenham gostado,
Até mais.
