Olá!
Muito animada com os comentários sobre a fic, vai dando uma vontade de posta um capítulo por dia, quem sabe com mais incentivo... Entenderam? Hã? Gostaria de informar que "SET FIRE" esta bem adiantada e muito provavelmente perto do clímax e final, mas mesmo assim se tiverem alguma sugestão ou algum interesse de que algo seja acrescentado na história estamos ai para ler e considerar, minha fic mais nova "MINHA VIDA PODIA SER TEDIOSA" esta caminhando para mais ação, esta bem no começo, mas não acho que vá se entender muito, tirando isso férias em frente ao pc muito agitadas, com fics e mais fics surgindo, ainda tenho uma terceira fic perambulando por aqui "O HERDEIRO" vou fazer propaganda porque preciso saber se devo ou não continuar com ela. Obrigada pela atenção.
RESPOSTA A REVIEWS:
k-chan98: Que bom que esta gostando, lidar com a Kikyou sempre é difícil uma pedra imensa no sapato, vou tentar manter as postagens semanais, criei a Kagome para ter uma personalidade forte e ser bem inteligente, a magoa de quando mais nova a ensinou muito, quem sabe quanto tempo vai demorar até surgir um mini Inu na história? Espero que continue gostando e comentando sempre que possível.
Agome chan: Que bom que vai ser a Kikynojo e cia fiquei levemente preocupada com a ameaça de tortura ^^. Sem dúvida que Inuyasha usufruiu muito do abuso kkkkkkkkkkkk. Nunca mais haverá mais inverno em Tóquio, somente verão Inu e Kagome juntos, Kagura esta sofrendo para conseguir entrar na vida do Sesshoumaru e Kikyou esta se achando.
BOA LEITURA!
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Anteriormente:
-Vai sentir minha falta? – perguntou se atirando para o irmão que a aparou facilmente lembrando-se de quando voltaram a se reencontrar e o abraço havia sido quase igual aquele, os olhos arderam por causa das lagrimas que se formavam, não queria dizer um até logo, pois não haveria um adeus, nunca diria adeus ao irmão não conseguiria.
-Não. – ele disse simplesmente e Kagome se afastou rapidamente.
-Por que não? – ela estava desesperada.
-Por que eu vou com você besta...
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Miroku realmente estava de mudança com ela e Sango para Tóquio, estava tão feliz, seu irmão havia organizado as coisas na empresa assim como ela e tudo em segredo, as coisas haviam demorado mais que o planejado e acabara ficando afastada de Inuyasha durante dois meses, mas se falavam todos os dias. Óbvio que além de Miroku e Sango, Kouga também estava vindo junto, muito feliz por poder ficar próximo de Ayame, mas Kagome estava preocupada, Sango estava meio esquisita desde o dia em que eles haviam jantado ficando bêbado e coisa e tal.
-Qual o seu problema? – Kagome perguntou acordando a amiga dos devaneios.
-Nada. – disse simplesmente, mas Kagome sabia que não era verdade, ela estava distante, não só dela mais também de Miroku e o mesmo parecia diferente, olhou para Kouga, este parecia saber de algo, levantou deixando a amiga sozinha e foi para o fundo do jatinho sentando ao lado do youkai.
-O que aconteceu? – sussurrou sem olhar para ele. – E não diga que não foi nada. – resmungou contrariada.
-Eles dormiram juntos. – disse simplesmente, Kagome prendeu a respiração, não era bem o que esperava, mas deveria ter ajudado a se acertarem. – Sango não reagiu muito bem no dia seguinte. – completou respondendo a pergunta muda da amiga.
-Como assim?
-Ela o acusou de se aproveitar dela, foi daí para baixo. – Kagome sabia o quanto o temperamento da amiga era realmente a coisa devia ter sido feia, suspirou desgostosa, não havia muito que pudesse fazer com relação aos dois, porque tinham que ser tão infantis? Ficavam dizendo para ela amadurecer e se acertar com Inuyasha, enquanto ficam agindo como crianças, não vou me intrometer, eles são adultos eles que se virem.
Chegamos ao aeroporto e lá estava ele e correndo em nossa direção a youkai de cabelos ruivos que se atirou sobre Kouga, ficaram se engolindo enquanto a gente continuava o caminho fingindo que não conhecia o casal apaixonado, Inuyasha riu e a abraçou apertado, depois cumprimentou os outros.
-Vamos ter que esperar? – Sango resmungou emburrada olhando o casal que ainda não iria se separar tão cedo.
-Ayame veio no próprio carro. – Inuyasha disse bem humorado fazendo o resto respirar aliviado. – Vamos. – disse puxando Kagome pela cintura de forma possessiva fazendo-a rir, ele roçou o nariz na base do pescoço dela e lhe lançou um olhar cheio de promessas, não houve muita conversa no caminho até a casa, chegaram rápido, Miroku e Sango saíram depois de se despediram e entraram, Kagome olhou para o hanyou e lhe deu um beijo na bochecha. – Onde pensa que vai? – perguntou segurando-a pelo pulso quando ela insinuou que ia sair do carro.
-Tomar banho, relaxar um pouco, essas coisas bobas. – respondeu voltando a sentar.
-Você pode fazer todas essas coisas bobas no meu apartamento. – disse ligando o carro e seguindo para o apartamento.
-Já que você esta "pedindo" com tanta "delicadeza" eu vou. – Inuyasha estreitou os olhos perante a fala da garota.
-Esta irritada? – perguntou depois de um tempo de silêncio, parou o carro na garagem voltando-se para a garota que permanecia quieta. – Kagome, qual o problema?
-Você tomando decisões sem levar em conta minha opinião.
-Pensei que queria ficar comigo, não acredito que estamos discutindo por uma coisa tão idiota. – com velocidade e delicadeza ele tirou o cinto de ambos e a puxou para seu colo assustando-a, uma das mãos na nuca dela a outra a abraçando firmemente pela cintura o rosto escondido na curva no pescoço, claramente seduzindo-a. – Desculpa não ter pedido sua opinião, se quiser eu te levo de volta para sua casa. – a respiração quente, os lábios se mexendo contra a pele, as mãos acariciando a pele exposta.
-Seu sedutor barato. – sussurrou sem forças para afasta-lo.
-Então senhorita qual o seu desejo? – os lábios tão próximos, maldito hanyou! Sabia que ele era seu ponto fraco, toda e qualquer resistência caindo, quando deu por si já o estava beijando, como havia sentido falta dele, eles tinham que subir, mas então porque ela continuava ali abrindo a camisa quase de forma desesperada ansiando por ter contato com a pele dele? Seu desejo a consumindo. – Seria uma boa ideia subir agora. – sugeriu ofegante afastando-a um pouco, não fazia ideia de como sua camisa fora aberta ou como o sutiã dela fora parar entre eles, quem havia afastado o banco? Quando ela havia mudado de posição e ficado com uma perna de cada lado de sua cintura?
-Não. – ela disse livrando-se das mãos que a mantinham distante voltando a beija-lo.
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-Não acredito que vai ficar emburrada por causa disso. – Inuyasha disse rindo enquanto abotoava a camisa, nunca havia cometido nenhum tipo de loucura como aquela, a humana sabia como o tirar do sério, agora estavam no elevador e Kagome encontrava-se de braços cruzados emburrada distante dele.
-Eu gostava daquela peça, agora tenho um conjunto favorito a menos. – resmungou desgostosa.
-Se faz tanta questão eu compro outra, além do mais a culpa foi sua, se tivéssemos subido como sugerido teria espaço suficiente para tirar a peça sem rasga-la. – era difícil acreditar que ela estava brava com ele simplesmente por ele ter rasgado sua calcinha, porém o carro não lhes dava espaço suficiente para se movimentar com liberdade, ele riu novamente antes de andar até ela e puxa-la contra si. – Vem vamos entrar logo. – disse arrastando-a para fora do elevador com presa.
-Por que a presa? – questionou confusa.
-Você de saia sem nada por baixo não da para resistir. – disse antes de fechar a porta com força, Kagome simplesmente riu enquanto era levada para o quarto.
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Sango olhava para aquele objeto com dúvida se ficava alegre ou desesperada, como aquilo havia acontecido? Pergunta idiota, ela sabia muito bem como havia acontecido, mas como lidaria com essa situação? Ao menos era uma mulher bem resolvida e independente, conseguiria passar sozinha por tudo, porém não queria.
Ouviu a batida na porta do quarto, não sabia se queria se encontrar com alguém agora, mas precisava conversar com alguém, queria muito se abrir com Kagome, dizer o que estava acontecendo, porque estava tão estranha, na noite em que jantaram e jogaram de madrugada ela saíra do seu quarto e foi até o do Miroku ao chegar lá encontrou ele na janela observando a chuva que ainda caia, eles conversaram por um tempo o álcool ainda no organismo deixando as coisas mais fáceis, quando deu por si ela o estava beijando, ele a afastou, ela lembrava, incontáveis vezes ele pediu para que voltasse para seu quarto e que conversassem amanhã, mas ela foi tão insistente o atiçou, provocou até além de seu limite e então ele cedeu e agora ela estava ali com um teste de gravidez na mão, um teste positivo.
-Sango! É a Kagome, estou entrando. – ouviu a porta abrindo, jogou o teste sobre a pia e saiu do banheiro se atirando em Kagome, as duas caíram sentadas, mas nenhuma das duas se importou, a amiga não falou nada, não lhe perguntou nada simplesmente a acolheu e a consolou pelo que pareceu ser horas, ela no dia seguinte ficara tão envergonhada com as lembranças de sua ousadia, mas o orgulho a fez atacar e ela o acusara de se aproveitar e foi daí para baixo, ele simplesmente concordara e prometeu nunca mais toca-la e ele realmente se afastou, lhe falava de forma polida.
-Kagome. – sussurrou ainda chorosa.
-Sim?
-Eu fiz uma besteira enorme.
-O que aconteceu? – perguntou abraçando-a mais forte, ela sabia o que tinha acontecido, mas precisava ouvir da amiga.
-Eu dormir com o Miroku.
-Não achei que fosse ser tão ruim assim.
-E não foi era a chance perfeita de ficarmos juntos, mas eu fui orgulhosa. – Kagome olhou para ela ouvindo seu desabafo com atenção, sentiu pena pelo irmão e depois conversaria com ele, Sango estava desesperada, pois não sabia como lidar com a mudança no relacionamento dela com Miroku, mas também entendia que a culpa era dela.
-Então é você que tem que tomar a atitude, Sango eu sempre lhe disse que ele te amava você o magoou, mas ainda assim não muda o que ele sente por você, esta na hora de amadurecer e lutar por aquilo que quer. – Sango sabia que Kagome estava certa, ela teria que tomar a iniciativa.
-Tem mais uma coisa.
-O que?
-Eu estou grávida. – Kagome paralisou com a informação, ela ia ser tia. – Não fala para ninguém. – pediu chorosa.
-Posso até promoter, mas os youkais vão logo sentir a diferença, mas tenho certeza que eles serão discretos. – as duas riram levemente, ficaram ali o resto da tarde, Kagome levou o jantar para as duas no quarto.
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-Miroku? – Kagome chamou entrando no escritório, Sango havia saído para ir ao médico e Kouga deveria estar com Ayame, o irmão estava sentado com vários documentos sobre a mesa, mas levantou os olhos para era. – Podemos conversar? – ele fez um sinal com a cabeça e Kagome entrou fechando a porta.
-Se for para falar sobre mim e a Sango então é melhor ir embora, não quero brigar com você. – disse sério fazendo Kagome parar entre a mesa e a porta.
-Eu não quero me meter.
-Kagome você sempre se mete, eu cometi o erro de achar que as coisas entre mim e Sango dariam certo, mas ela deixou claro que não e a culpa é sua por ficar se metendo e enchendo minha cabeça de esperanças de que o que eu sentia era correspondido. – o irmão nunca havia sido tão duro e injusto com ela, tudo bem que ele estava desiludido, mas ainda assim foi muito desnecessário, suspirou e negou com a cabeça, só tinha ido ali lhe dar apoio enquanto Sango não tomava nenhuma iniciativa, virou as costas para ele e bateu a porta com força quando saiu.
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O jantar estava ocorrendo em um silêncio extremamente desagradável, Kouga olhava de um para outro sem entender o que estava acontecendo à campainha tocou e Kagome levantou sem falar nada.
-Oi Inu. – deu um sorriso para o namorado.
-Qual o problema? – perguntou antes de entrar, ele realmente a conhecia bem.
-Você quer jantar?
-Foi você que fez?
-Não, estava sem ânimo para cozinhar.
-Então não. – puxou-a para um singelo beijo e a foi com ela para a mesa de jantar, cumprimentou todo mundo e sentou ao lado da namorada, logo sentiu o clima pesado, olhou para Kouga este simplesmente mexeu os ombros antes de voltar a comer, Kagome terminou de comer primeiro e arrastou Inuyasha com ela para a cozinha, o hanyou examinou a postura dela completamente tensa, esperou pacientemente ela lavar algumas coisas e então a puxou para que fossem para o quarto dela. – Você vai falar o que esta te incomodando ou eu vou ter que adivinhar? – perguntou se jogando na cama dela, Kagome suspirou aborrecida e se aconchegou do lado dele.
-Miroku me falou umas coisas hoje, fiquei chateada.
-O que ele disse?
-Basicamente que sou intrometida e que por minha culpa ele esta sofrendo uma desilusão amorosa. – Inuyasha apertou-a contra si.
-Imagino que as coisas entre ele e Sango estão indo de mal a pior, mas ainda assim a responsabilidade é só deles. – Kagome sentiu-se muito protegida ali rapidamente dormiu.
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Só havia Sango e Miroku na sala de jantar, Kouga já havia subido, ela nem havia tocado na comida direito assim como ele, o silêncio ainda mais perturbador e desconfortável do que nunca, Sango decidiu que tinha que falar com ele o mais rápido possível e agora seria um bom momento já que estavam sozinhos.
-Miroku eu queria falar com você. – ele ergueu os olhos para ela, mas não disse nada, respirando fundo Sango jogou o orgulho de lado. – Quero me desculpar pelas coisas que disse nada daquilo era verdade, estava nervosa e falei coisas sem pensar na verdade eu... – parou, o medo da rejeição fazendo-se mais presente, mas não podia ser covarde agora, Miroku a olhava curioso. – Na verdade eu te amo desde o dia em que nos beijamos pela primeira vez. – disse rápido querendo se livrar do peso que acumulou nos anos de silêncio.
-Sango isso é sério? – Miroku a analisava.
-Eu não tenho motivos para mentir, apesar de ter mentido naquele dia, eu não quero ficar longe de você só tinha medo de não ser correspondida, mas eu não tenho mais medo. – ela estava tão nervosa e se ele não a perdoasse? Como poderia falar sobre a gravidez? Ela levantou quando ele demorou demais para falar alguma coisa, pegou o prato e foi para cozinha, os olhos lacrimejados se culpando por ter estragado tudo, sentiu um leve toque no braço que a assustou fazendo com que soltasse o prato caindo dentro da pia.
-Desculpa, não quis te assustar. – ela virou para Miroku encontrando um sorriso gentil se aproximou mais um pouco ficando somente alguns centímetros de distância entre eles. – Eu acredito em você e fico feliz em finalmente poder dizer que eu também te amo. – Sango sorriu de volta para ele o abraçando tudo estava bem entre eles, só precisava falar a novidade para ele.
-Eu tenho que te falar uma coisa. – quando foi que ele começou a beijar seu pescoço? Mas o que ela tinha para falar era muito importante por isso afastou ele um pouco e lhe deu um selinho antes de se afastar mais.
-Pode falar. – incentivou cruzando os braços e se encostando à bancada.
-Eu estou grávida. – disse bem baixinho.
-Como? – perguntou se esticando um pouco para frente, ele havia ouvido direito?
-Eu disse que eu estou grávida. – falou um pouco mais alto, Miroku abriu e fechou a boca várias vezes, ele ia ser pai, Sango estava grávida, pai, ele ia ter um filho ou filha.
-Eu sou o homem mais feliz desse mundo. – disse gargalhando e levantando ela. – Só preciso de mais uma coisa para completar tudo. – disse colocando ela de volta no chão.
-O que?
-Sango você gostaria de ser minha esposa? - ele não precisava passar pela fase do namoro, ele a queria como esposa.
-Esta me pedindo em casamento por que eu estou grávida? – Sango cruzou os braços, contrariada.
-Claro que não, estou te pedindo em casamento por que te amo e quero passar o resto da minha vida com você. – aquilo era perfeito eles finalmente poderiam ficar juntos, se abraçaram e se beijaram perdoando e esquecendo os maus entendidos do passado.
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Inuyasha estava muito pensativo, preocupado com o que o futuro reservava para ele e seus amigos, mas sua maior preocupação era Kagome, ele era um hanyou seus sentidos eram melhores, era mais forte e mais rápido poderia sobreviver a qualquer coisa com mais facilidade que a humana, deveria ter algum jeito e realmente havia só não sabia se Kagome concordaria ela costumava ser mais cabeça dura do que ele, mas ela era esperta e se ele a conhecia bem a oferta seria muito boa.
-Estava pensando em chamar Rin para sair. – acordou de seus devaneios ao ouvir o irmão.
-E o que esta lhe motivando a finalmente tomar uma atitude? – Sesshoumaru lhe lançou um longo olhar, não havia necessidade de responder, tudo o que importava agora era viver um dia de cada vez.
-Vai pedir Kagome em casamento? – Inuyasha ficou surpreso com a pergunta, ele queria, mas o namoro era tão recente, se bem que nada mais o espantava depois da notícia de que Sango e Miroku iriam se casar daqui a alguns meses.
-Não, se pedisse Kagome em casamento isso atiçaria Naraku a cometer alguma loucura.
-Verdade, seu casamento facilitaria o processo de união das empresas e obrigaria Naraku a se mexer. – os irmãos ficaram em silêncio essa confusão interferindo em suas vidas pessoais.
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-Senhor Sesshoumaru que grande coincidência. – o youkai olhou para a mulher com extremo desgosto, Kagura a youkai que fedia a Naraku estava parada na frente dele.
-Quem é você mesmo? – perguntou friamente, viu a gota imensa que surgiu na cabeça dela, sentiu a frustação e uma certa irritação perante a reação dele.
-Sou Kagura, nos conhecemos um dia desses em um restaurante lhe ofereci um serviço de marketing.
-Lembro vagamente, agora se me der licença tenho mais o que fazer. – ia continuar seu caminho, mas novamente ela entrou na frente dele.
-Eu estava indo tomar um café e gostaria muito de uma companhia. – Kagura estava tentando ser sensual, mas a irritação que sentia pela frieza do youkai estava cada vez mais evidente.
-Então é bom que procure logo alguém que lhe faça companhia, estou atrasado e não tenho mais tempo para conversas bobas. – Sesshoumaru havia marcado de sair com Rin e não queria se atrasar Kagura já estava lhe dando nos nervos, será que Naraku o considerava um idiota a ponto de cair nas graças da youkai sobre seu comando? Aparentemente sim, uma jogada muito arrogante, era a segunda investida que ele rejeitava talvez isso obrigasse o inimigo a uma jogada mais perigosa, deveria ficar mais atento então, desviou mais uma vez dela e seguiu seu caminho, Kagura ficou de cara fechada observando enquanto ele se afastava.
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-Minha mãe descobriu que você se mudou de volta para cá e que estamos namorando, esta furiosa por não ter te convidado ainda para ir lá em casa. – Inuyasha disse emburrado.
-Sua mãe sempre foi uma graça. – Kagome havia levado trabalho para casa, estava selecionando alguns tecidos e cores para o próximo grande desfile.
-Com você que era o xodó dela, tem ideia de que a anos atrás ela quase me deixou careca do tanto que puxou meu cabelo, ela exigiu que eu saísse no mundo te procurando. – Inuyasha estava sentado na cama com braços e pernas cruzadas e olhos fechados, enquanto Kagome mexia nas coisas sobre a mesa que havia ali, estranhou quando a humana parou de mexer nas coisas e não falou nada, abriu os olhos preocupado, ela estava parada.
-Por que não foi? – a pergunta não passou de um sussurro, ele relaxou e foi até ela levantou-a eles se olharam, ela ainda ficava triste com o passado.
-Fui idiota Kagome, já disse, minha mãe sempre me conheceu melhor do que eu mesmo passei anos a ouvido dizer que você era a mulher da minha vida, ela não deixava Kikyou entra lá em casa, só parou de fazer cara feia quando meu relacionamento acabou já lhe disse uma vez e vou falar novamente, eu sempre te amei demorei demais para perceber isso e quase a perdi, não vai acontecer de novo. – ao terminar de falar a puxou para um beijo.
-Tenho que voltar ao trabalho. – disse tentando afasta-lo, ele a apertou mais contra si.
-Daqui a pouco você volta, é sábado, estou aqui há horas e não ganhei nem um pouco de atenção. – voltou a beija-la sem lhe dar chance de resposta levando-a para a cama.
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Sango e Miroku já haviam se acertado há uma semana, mas Kagome ainda estava irritada com o irmão por isso ainda o ignorava, Inuyasha olhava a atitude infantil e achava graça, estavam todos ali aproveitando o dia de sol para usufruir da piscina, o hanyou estava encostado em uma das bordas, então a namorada apareceu do outro lado com um biquíni preto pequeno e saltou de cabeça na piscina nadando em sua direção.
-No que esta pensando? – perguntou quando chegou até ele.
-Até quando você e seu irmão vão ficar sem se falar?
-Até ele se desculpar. – disse simplesmente cruzando os braços, Inuyasha riu novamente puxando-a para um abraço.
-Sabia que Sesshoumaru chamou Rin para sair? – sussurrou no ouvido dela.
-Ela me disse, também falou que o encontro foi muito bom, ele foi gentil e conversaram bastante. – ela sussurrou de volta. – Eles formam um belo casal. – disse olhando para os dois que conversavam sobre alguma coisa.
-Como vocês mulheres determinam isso?
-Eles ficam bem juntos, tem química é mais um jeito de dizer que gostaria de vê-los como casal. – Inuyasha simplesmente concordou.
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-Tóquio que cidade mais bonita. – Jakotsu dizia enquanto olhava pela vitrine da loja de roupas, haviam conseguido um pequeno prédio no centro da cidade e foram muito bem recebidos, a loja estava lotada, nos andares de cima a produção também ia de vento e polpa.
-Mais trabalho e menos conversa Jak. – ouviu Sango dizer de trás do balcão.
-Desde que ela começou a carregar uma criaturinha dentro dela que ficou assim se achando. – Jakotsu disse para Kagome que passava perto dele com um vestido de festa na mão.
-Não a deixe ouvir você chamando o filho dela de criaturinha. – Kagome disse rindo entregando a peça para uma das funcionarias que estava realizando uma venda.
-Já sabe o que vai ser? – perguntou ajeitando um manequim fingindo trabalhar.
-Vai ser um bebê Jak. – os dois riram. – Agora venha me ajudar, preciso da sua opinião para o vestido de noiva da Sango. – os olhinhos dele brilharam com a informação e foi saltitando até o elevador, Kagome riu da atitude do amigo, fora muito fácil convence-lo sobre a transferência, a família dele morava em Tóquio, seguiu para onde ele havia ido subiram no elevador conversando sobre algumas ideias para o próximo desfile seria para o próximo ano daqui a três meses, já tinham o local a confecção dos convites já estava adiantado.
-Nossa Káh! Esta magnifico, quando eu me casar você vai ter que fazer meu vestido é perfeito. – os olhos dele encheram de lágrimas enquanto observava cada detalhe da peça, realmente Kagome se esforçara muito, não era sua área confeccionar vestidos de casamento, mas ela havia conseguido criar uma peça linda. – A gente tem que começar a trabalhar com isso, podemos até incluir uma peça no próximo desfile para anunciar nossa nova tendência, vamos arrasar com a concorrência, vamos ser exclusivos. – Kagome conseguia imaginar o que o amigo dizia era uma ótima maneira de expandir sua empresa, conversaram mais um pouco sobre esse assunto enquanto mexiam em alguns detalhes do vestido.
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-Conseguimos adiantar algumas coisas dos contratos com a empresa Higurashi, se continuarmos assim ano que vem poderemos finalizar tudo e a união das empresas será concretizada. – Sesshoumaru disse para Inuyasha, finalmente uma boa notícia.
-Estava pensando em tirar umas férias esse ano.
-Que milagre! – Inuyasha nunca tirou férias desde que assumiram a empresa e até mesmo na época da faculdade ele ficava em casa. – Acho que essa decisão tem alguma coisa a ver com uma certa amiga de infância. – Inuyasha riu diante do comentário do irmão mais velho.
-Confesso que passar um mês longe de tudo e todos ao lado dela me agrada muito. – quanto tempo fazia desde que a pedira em namoro? Três meses quase quatro, como o tempo passava rápido, eles não estavam conseguindo se ver com tanta frequência esses dias, o trabalho de ambos exigindo mais atenção e esforço por isso havia encomendado um agrado mais cedo. – Mas também tenho a intenção de começar uma avaliação de nossas instalações e serviços, algumas ideias de modernização iram ajudar a valorizar.
-Realmente uma boa ideia, mas como vai fazer para não ser reconhecido de imediato? Vai usar identidade falsa? – os dois riram.
-Vou fazer reservas no nome da Kagome, a verão como espiã da empresa concorrente, isso ajudará a avaliar as coisas. – os dois concordaram com a ideia, Inuyasha teria que conversar com a namorada sobre a ideia, a verdade é que a empresa deles estava perdendo clientes para os Higurashi, tinha que avaliar também o que havia de diferente entre as duas para buscar uma padronização dos serviços.
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-Oi Kagome, lembra-se de mim? – Kagome olhou para Kikyou, assim como Sango e Jakotsu, eles estavam dando uma volta pelo shopping próximo à loja já haviam encerrado e expediente e queriam relaxar um pouco, passavam em frente a uma loja de grife quando Kikyou chamou Kagome de dentro da loja.
-Claro que sim, nos conhecemos algum tempo atrás no escritório do Inuyasha. – disse com tranquilidade apesar de não gostar de lembra muito da cena que presenciará.
-Quem são seus amigos? – perguntou ainda dentro da loja com um vestido na mão enquanto os outros três permaneciam fora.
-Esses são Sango e Jakotsu. – disse sorrindo para os dois, Kikyou os examinou com superioridade e desdém.
-Estava escolhendo algumas roupas, o que acha desse? Se me lembro bem Inuyasha gosta de vermelho. – disse mostrando a peça, um vestido que ficaria como uma segunda pele de alças finas e decote generoso além de ser curtíssimo ainda tinha uma pequena fenda lateral.
-Querida realmente a única coisa que salva nesse vestido é a cor porque no resto todo esta escrito "VADIA" em letras garrafais. – Jakotsu que não havia gostado nada de como a mulher o olhara mais cedo aproveitou para alfinetar, Kikyou ficou ultrajada, enquanto Sango e Kagome tentavam segurar o riso.
-Além do mais Kikyou deveria perguntar para o Inuyasha qual cor ele prefere. – Kagome disse mantendo a compostura.
-Pensei que como vocês são amigos de longa data você conheceria os gostos dele. – disse após se recuperar do comentário do Jakotsu.
-Realmente somos amigos há muito tempo, mas ainda assim a gente nunca sabe quando uma pessoal pode mudar de opinião sobre algo.
-Verdade, vou seguir seu conselho, assim que tiver um tempo vou marcar alguma coisa com ele para que possamos conversar melhor sobre os gostos dele. – Kagome riu segurando Sango que ameaçou avançar sobre a outra.
-Faça isso! Mas agora temos que continuar nosso passeio, boa sorte com as compras. – disse ajudando Jakotsu a puxar Sango para longe.
-Amiga que sangue frio, eu já estava perto de avançar naquela baranga, imagine só se eu ia deixar outra pessoa além de você ficar com o gostoso do Inu. – Jakotsu disse fazendo as outras duas gargalharem.
-Não existe relacionamento sem confiança, não é verdade? – Kagome disse vendo os outros concordarem, mas que o sangue dela havia fervido com as insinuações isso ela não podia negar, afinal era um ser humano e podia sentir raiva e tudo que sentia por Kikyou, era raiva.
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Acabou mais um capítulo meu povo!
Eita que o negócio ficou tenso, esse cap focou um pouquinho no relacionamento Sango e Miroku, vou tentar focar um pouco nos outros casais, Sesshoumaru e Rin estão começando a caminhar para alguma coisa, Jakotsu é um/uma amigo/amiga muito legal.
Inte a próxima!
